Engenharia de Software II
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- Luiz Felipe Graça Aquino
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1 Engenharia de Software II Aula 16 Aula 16-14/05/2006 1
2 1. O que é uma atividade guarda-chuva? Dê dois exemplos. São atividades aplicáveis durante todo o processo de software. Exemplos: medição, gestão de risco, testes, revisões formais. Aula 16-14/05/2006 2
3 2. Qual é a principal desvantagem de se aperfeiçoar um protótipo para torná-lo um produto de produção? A principal desvantagem é gerar um produto final de baixa qualidade porque: O protótipo é feito para demonstrar funcionalidade rapidamente, logo seu projeto raramente é bem feito. As escolhas feitas para o protótipo (linguagem, algoritmos, arquitetura) raramente são apropriadas para o produto final. Aula 16-14/05/2006 3
4 3. Dadas as características de cada projeto de software abaixo, indique qual o modelo de processo é o mais apropriado. a) Diferentes níveis de funcionalidade e pouca disponibilidade de mão-de-obra: incremental. b) Requisitos fixos, orçamento fixo e funcionalidade simples: cascata. c) Orçamento flexível, requisitos mal definidos e cronograma flexível: espiral. d) Requisitos fixos, funcionalidade modularizável, prazos curtos e grande disponibilidade de mão de obra: RAD. Aula 16-14/05/2006 4
5 4. Sobre o processo XP (Extreme Programming): a) Os testes de unidade devem ser criados antes ou depois do código? Por quê? Antes. Porque o então o desenvolvimento fica mais orientado para passar nos testes, ou seja, cumprir os requisitos. Além disso, facilita a aplicação dos testes assim que o código fica pronto. b) Cite uma vantagem da programação em pares. A principal vantagem é o controle de qualidade em tempo real. Enquanto um programador escreve o código, o outro verifica se o programa segue as normas de qualidade. Além disso, a programação em pares possibilita a resolução de problemas em tempo real. Aula 16-14/05/2006 5
6 5. Sobre estratégias de teste: a) O que é um pseudo-controlador (driver)? É um programa que recebe os dados do caso de teste, passa os dados ao componente a ser testado e imprime os resultados relevantes. b) O que é um pseudo-controlado (stub)? É um programa que substitui módulos que são chamados pelo componente a ser testado. Ele tem a mesma interface do módulo sendo substituído, mas com o mínimo de funcionalidade. c) Cite uma vantagem e uma desvantagem da integração descendente. Vantagem: demonstração de capacidade funcional logo no início. Desvantagem: necessidade de criação de pseudo-controlados. Aula 16-14/05/2006 6
7 6. Sobre o fluxograma ao lado: a) Transforme o fluxograma em um grafo de fluxo. A,B C D E F G H Aula 16-14/05/2006 7
8 b) Calcule a complexidade ciclomática. V(G) = E N + 2 = = 4 C A,B R 2 D V(G) = 4 regiões E R 1 F H R 3 R 4 G V(G) = P + 1 = = 4 Aula 16-14/05/2006 8
9 c) Dê um conjunto-base de caminhos independentes para esse grafo de fluxo. A,B A,B,C,E,H A,B,C,F,H E C F D G A,B,D,H H A,B,D,G,H Aula 16-14/05/2006 9
10 d) Prepare casos de teste para exercitar cada caminho independente, especificando o valor de x na entrada e na saída. A,B,C,E,H: entrada x=1, saída x=2 A,B,C,F,H: entrada x=3, saída x=4 A,B,D,H: entrada x=5, saída x=5 A,B,D,G,H: entrada x=7, saída x=9 Aula 16-14/05/
11 7. Sobre a análise de valor limite (BVA): a) Qual é o objetivo da BVA? O objetivo da BVA é testar o funcionamento do programas nos valores limites das classes de equivalência de entrada, onde normalmente ocorrem erros. b) Quando uma condição de entrada especifica um intervalo limitado pelos valores a e b, que casos de teste devem ser criados segundo a BVA? Casos de teste com valores a e b, e imediatamente acima e abaixo de a e de b (a-1, a+1, b-1 e b+1). Aula 16-14/05/
12 8. Que falhas são detectadas pelo teste de matriz ortogonal e não por testes de modo singular? Dê uma justificativa. Falhas de modo duplo, isto é, falhas que involvem uma combinação de dois parâmetros. O teste de modo singular testa cada parâmetro independentemente, enquanto o teste de matriz ortogonal garante que cada combinação de dois parâmetros é testada. Aula 16-14/05/
13 9. Na métrica ponto por função, qual é a diferença entre uma entrada externa e uma consulta externa? A entrada externa geralmente modifica algum arquivo lógico interno e fornece informação de controle. A consulta externa resulta na geração de uma saída imediata e não modifica nenhum arquivo. Aula 16-14/05/
14 10. Explique como as seguintes métricas CK são calculadas: a) Acoplamento entre as classes de objetos. É calculada através das colaborações listadas para cada classe. Soma-se o número de colaborações para cada classe. a) Falta de coesão em métodos. É o número de métodos que têm acesso a um ou mais dos mesmos atributos. Para cada atributo, verifica-se quantos métodos lêem ou modificam o atributo. Aula 16-14/05/
15 Ementa Processos de desenvolvimento de software (Caps. 2, 3 e 4 do Pressman) Estratégias e técnicas de teste de software (Caps. 13 e 14 do Pressman) Métricas para software (Cap. 15) Métricas para o modelo de análise Métricas para o modelo de projeto Métricas de código fonte Métricas para teste Gestão de projetos de software: conceitos, métricas, estimativas, cronogramação, gestão de risco, gestão de qualidade e gestão de modificações Reengenharia e engenharia reversa Aula 16-14/05/
16 Métricas para Projeto Orientada a Objeto Métricas orientadas a classe Métricas CK Métricas MOOD Métricas de Lorenz e Kidd Métricas orientadas a operação Aula 16-14/05/
17 Métricas MOOD Fator de herança de métodos (MIF) Mede o grau em que a arquitetura de classes de um sistema OO faz uso de heranças. MIF = Σ i M h (C i ) / Σ i M t (C i ) onde M h é o número de métodos herdados e M t é o número total de métodos (herdados + definidos). Fator de acoplamento (CF) Dá uma indicação das conexões entre os elementos do projeto OO. CF = Σ i Σ j é_cliente(c i,c i ) / (n 2 -n) onde n é o número de classes. Aula 16-14/05/
18 Métricas de Lorenz e Kidd Em um livro sobre métricas OO, Lorenz e Kidd dividem as métricas baseadas em classe em quatro categorias amplas: Tamanho: contagem de atributos e operações para uma classe individual e valores médios para o sistema. Herança: modo pelo qual as operações são reusadas ao longo da hierarquia de classes. Estrutura interna: coesão e operação. Estrutura externa: acoplamento. Aula 16-14/05/
19 Métricas Orientadas a Operação São métricas para os métodos (operações) que residem dentro de uma classe. Exemplos: Tamanho médio da operação: é o número de mensagens (chamadas de outros métodos). Complexidade da operação: pode ser calculada usando qualquer das métricas de complexidade propostas para software convencional (por exemplo, complexidade ciclomática). Número médio de parâmetros por operação. Aula 16-14/05/
20 Métricas de Código-Fonte Halstead foi o primeiro cientista a propôr leis quantitativas para o desenvolvimento de software em A utilidade dessas métricas é um assunto controverso na comunidade de engenharia de software. Elas são usadas principalmente para estimar o esforço de manutenção do código. Aula 16-14/05/
21 Métricas de Halstead Baseadas nas seguintes medidas: n 1 : número de operadores (aritméticos e de fluxo de controle) distintos que aparece em um programa. n 2 : número de operandos (variáveis e constantes) distintos que aparece em um programa. N 1 : número total de ocorrências de operador. N 2 : número total de ocorrências de operando. A partir dessas medidas, cinco métricas são derivadas: Tamanho: N = N 1 + N 2 Vocabulário: n = n 1 + n 2 Volume: V = N log 2 n (informação em bits necessária para especificar o programa). Dificuldade: D = (n 1 /2)(N 2 /n 2 ) Esforço: E = V*D Aula 16-14/05/
22 Métricas para Teste As métricas de complexidade podem ser utilizadas para estimar o esforço de teste. Complexidade ciclomática Coesão e acoplamento do projeto OO O esforço de teste também pode ser estimado usando a métrica de esforço de Halstead. A porcentagem total de teste a ser alocada a um módulo k pode ser estimada usando a seguinte relação: % do esforço de teste (k) = e(k)/σ i e(i) Aula 16-14/05/
23 Métricas para Teste OO As métricas OO que tem influência direta na testabilidade do sistema são: Falta de coesão em métodos Porcentagem pública e protegida % de atributos que são públicos ou protegidos Acesso público a dados Número de classes que podem acessar atributos de outra classe. Número de classes raiz Convergência (fan-in) Indica se uma classe herda de mais de uma classe raiz. Número de filhos Profundidade da árvore de herança Aula 16-14/05/
24 Métricas de Manutenção O índice de maturidade de software (SMI) fornece uma indicação da estabilidade de um produto de software, com base nas modificações. Sendo: M T = número de módulos na versão corrente F c = número de módulos na versão corrente que foram modificados F a = número de módulos na versão corrente que foram adicionados F d = número de módulos na versão anterior que foram descartados na versão corrente. SMI = [M T (F a + F c + F d )]/M T Aula 16-14/05/
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