Regulamento de Frequência e de Avaliação
|
|
|
- Heitor Camilo César
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Regulamento de Frequência e de Avaliação SECÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento consagra as normas de frequência e de avaliação a aplicar no âmbito dos cursos de 1.º e 2.º ciclos de estudos ministrados pela Escola Superior Artística de Guimarães, adiante designada ESAG. SECÇÃO II FREQUÊNCIA Artigo 2.º Calendário escolar 1 - O calendário académico é aprovado anualmente pela Direcção da ESAG, após apreciação do Conselho Pedagógico. 2 - A duração dos períodos de leccionação semestral e anual não pode ser inferior, respectivamente, a 15 e 30 semanas. Artigo 3.º Regime de frequência 1 O regime de ensino na ESAG é presencial em todas as unidades curriculares e obriga à frequência de um mínimo de 80 por cento das horas de contacto previstas para cada unidade curricular. 2 O não cumprimento da percentagem indicada no número anterior impede que o aluno seja avaliado à unidade curricular, salvo situações excepcionais devidamente justificadas em requerimento dirigido ao Director do Departamento que integre a área científica predominante do curso de 1.º ciclo de estudos em causa ou ao Coordenador de Mestrado, solicitando a admissão a avaliação. 3 A frequência de cada unidade curricular depende de inscrição nos termos definidos no regime de inscrição. 1
2 Artigo 4.º Regime de trabalhador-estudante São abrangidos pelo Estatuto de Trabalhador-Estudante os alunos que entreguem comprovativo da sua situação profissional no acto da inscrição ou quando se verifique alteração de regime, nos termos do Regulamento do Trabalhador-Estudante da ESAG. Artigo 5.º Regime de precedências 1 O regime de precedências dos cursos de 1.º ciclo de estudos aplica-se às unidades curriculares constantes da seguinte tabela: Licenciatura em Artes/Desenho Ateliê Processos de Criação Visual Ateliê Expressões e Práticas Contemporâneas Ateliê Expressões e Práticas Contemporâneas Atelier Projecto Licenciatura em Artes/BD/Ilustração Processos e Métodos da BD Projecto I Projecto I Projecto II Licenciatura em Artes/Grafismo Multimédia Design e Comunicação I Design e Comunicação II Design e Comunicação II Projecto 1 Nos cursos de 1.º ciclo: Artigo 6.º Transição de ano curricular a) O número mínimo de créditos para transitar de ano curricular nos cursos de licenciatura é de 45 ECTS; b) Em cada ano lectivo, o aluno pode inscrever-se em unidades curriculares cujo somatório de creditação não ultrapasse os 75 ECTS; c) É possível a transferência de créditos entre anos curriculares nas unidades curriculares optativas; d) Em cada ano lectivo, os alunos deverão inscrever-se prioritariamente às unidades curriculares obrigatórias que tenham em atraso. 2
3 2 Nos cursos de 2.º ciclo, a inscrição para a realização da dissertação, trabalho de projecto ou estágio obriga à conclusão com aproveitamento da parte curricular do mestrado. Artigo 7.º Regime de Prescrições 1 A prescrição do direito à inscrição impede o aluno de frequentar de novo esse ou outro curso de 1.º ciclo de estudos pelo período de dois semestres consecutivos. 2 Aos estudantes de cursos de 2.º ciclo de estudos, para efeitos de prescrição, aplica-se o disposto nos respectivos regulamentos. 3 A prescrição do direito à inscrição aplica-se aos estudantes cujo aproveitamento escolar não supere os valores de ECTS indicados na segunda coluna da tabela seguinte, no final do número de inscrições referido na primeira coluna da mesma tabela: N.º de Inscrições N.º de ECTS Os limites definidos no número anterior não se aplicam aos trabalhadores-estudantes, por força do artigo 155.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho, em vigor nos termos do artigo 12.º, n.º 6 da Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, nem aos militares a estes equiparados, por força do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 320-A/2000, de 15 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 118/2004, de 21 de Maio. 5 Gozam de um regime especial de prescrição os estudantes que se encontrem numa das seguintes situações: a) Estudante a tempo parcial; b) Estudante portador de deficiência física e sensorial; c) Estudante em situação de parentalidade; d) Estudante com doença transmissível ou infecto-contagiosa, comprovada pelos serviços médicos competentes, que seja impeditiva de aproveitamento escolar; e) Estudante com doença grave ou de recuperação prolongada, comprovada pelos serviços médicos competentes, que seja impeditiva de aproveitamento escolar. 6 Para efeito da aplicação do regime de prescrições, cada inscrição de um estudante em regime especial, numa das situações referidas no número anterior, é apenas contabilizada como 0,5; 7 Por força do disposto no n.º 7 do artigo 5.º da Lei n.º 37/2003, de 22 de Agosto, a um estudante que ingresse num curso da Escola ao abrigo do regime de transferência são contadas as inscrições anteriores no mesmo curso que frequentou em qualquer instituição de 3
4 ensino superior português. 8 Inicia-se a contagem de um novo prazo de prescrição para os estudantes que se matriculem e inscrevam num curso da ESAG em resultado de reingresso ou mudança de curso. 9 A inscrição num dado ano lectivo não contará para efeitos de prescrição se for objecto de um requerimento de anulação voluntária dirigido à Direcção nos termos e prazos definidos pela regulamentação da ESAG a) Após o cumprimento do prazo de prescrição, o aluno pode matricular-se e inscrever-se num curso da ESAG por uma das seguintes vias: i ) Reingresso; ii ) Mudança de Par Instituição/Curso; b) No caso do regime previsto no número i) da alínea anterior, o regresso do estudante será sempre assegurado. c) No caso do regime previsto no número ii) da alínea anterior o regresso do estudante ficará sujeito às regras e limitações próprias desses regimes Até ao momento em que tiver de efectuar a sua inscrição, cada estudante disporá da informação actualizada sobre o número mínimo de ECTS que terá de completar nesse ano lectivo para não prescrever no final desse ano. 12 a) As presentes disposições relativas à prescrição do direito à inscrição em cursos de 1.º ciclo de estudos entram em vigor no ano lectivo 2014/2015; b) A resolução de quaisquer situações não previstas neste regime de prescrições será feita de acordo com o disposto na legislação aplicável, sendo eventuais casos omissos resolvidos por despacho da Direcção da ESAG. SECÇÃO III AVALIAÇÃO Artigo 8.º Definições gerais 1 Entende-se por avaliação da aprendizagem o processo de verificação das competências adquiridas pelo aluno. 2 Entende-se por classificação da aprendizagem a atribuição de uma nota ao resultado da verificação das competências, expressa numa escala de 0 a 20 valores arredondados. 3 Entende-se por avaliação contínua o processo que permite valorizar e registar em cada momento as competências adquiridas pelos alunos. 4 Entende-se por avaliação de recurso a prova de avaliação individual complementar à avaliação contínua. 4
5 Artigo 9.º Procedimentos 1 Os critérios e os elementos de avaliação de cada unidade curricular deverão ser definidos no início de cada ano lectivo, no respectivo programa. 2 A avaliação será sempre individual, mesmo quando de entre os elementos classificativos haja trabalhos em grupo, nunca podendo estes constituir elemento único de apreciação. 3 A avaliação é da exclusiva responsabilidade do docente da respectiva unidade curricular. 4 Exceptua-se do estabelecido no ponto anterior a unidade curricular de Estágio, cuja avaliação é objecto de regulamento próprio. 5 Quando uma unidade curricular é leccionada por mais do que um docente, a classificação deverá ser atribuída em reunião de docentes e subscrita por todos eles. 6 Terminada a avaliação contínua, serão elaboradas pautas de que constarão as classificações finais para posterior afixação. 7 Considera-se aprovado numa unidade curricular o aluno que obtenha a classificação final igual ou superior a dez valores. 8 A inscrição para a avaliação de recurso é obrigatória e deverá realizar-se nas 48 horas seguintes à afixação das pautas. Artigo 10.º Elementos de avaliação 1 Consideram-se elementos de avaliação, designadamente: a) A assiduidade do aluno; b) Participação activa nas aulas traduzida pela sua intervenção na análise e discussão dos assuntos aí tratados; c) Elaboração de trabalhos de que o aluno tenha sido encarregado ou da sua iniciativa, escritos, orais, gráficos e experimentais; d) Testes obrigatórios e/ou facultativos; e) Realização de projectos; f) Outros elementos objectivos recolhidos pelo docente sobre o trabalho do aluno ao longo do ano lectivo. 2 As provas de avaliação a que se referem a alínea d) do número anterior deverão ser realizadas nos tempos lectivos reservados à unidade curricular. 3 Os trabalhos e projectos individuais ou de grupo, quando forem realizados fora dos tempos lectivos reservados à unidade curricular, devem ter objectivos bem definidos e compatíveis com a carga horária semanal obrigatória dos alunos. 4 Os trabalhos e projectos individuais ou de grupo terão de ter acompanhamento do docente e carecem de apresentação oral, o que constituirá mais um elemento de avaliação. 5 Nos cursos de 1.º ciclo, a avaliação das competências com metodologia teórica ou predominantemente teórica obriga à realização de, pelo menos, um teste escrito individual. 5
6 Artigo 11.º Avaliação contínua 1 A avaliação contínua aplica-se obrigatoriamente a todas as unidades curriculares e caracteriza-se pela participação activa e contínua do aluno nas aulas em diferentes tipos de provas, trabalhos ou projectos, conforme a natureza da unidade curricular. 2 A avaliação contínua conduz à atribuição de uma classificação final. 3 A classificação final será uma ponderação da classificação obtida nos diversos elementos previamente definidos para cada unidade curricular e expressos no respectivo programa. 4 Nos cursos de 1.º ciclo, o resultado obtido no teste (s) escrito (s) terá uma ponderação de entre 30% a 40% na classificação final, definida pelo docente de cada unidade curricular e registado no respectivo programa. Artigo 12.º Avaliação qualitativa 1 A avaliação qualitativa aplica-se às unidades curriculares anuais e realiza-se no final do 1.º semestre. Aos alunos será atribuída uma avaliação qualitativa através da atribuição das letras A = Muito Bom, B = Bom, C = Suficiente, D = Insuficiente, SEA = Sem Elementos de Avaliação, PDA = Perdeu o Direito à Avaliação. 2 Não deverá ser feita qualquer correspondência entre as letras atribuídas e valores numéricos de classificação. 3 A atribuição da sigla SEA (Sem Elementos de Avaliação) só é atribuível aos alunos em relação aos quais o professor não disponha de nenhum elemento de avaliação. 4 A atribuição da sigla PDA (Perdeu o Direito à Avaliação) só é atribuível aos alunos que tenham excedido o limite de faltas ou que não tenham a sua situação administrativa regularizada, informação que será previamente comunicada pelos Serviços Administrativos. Artigo 13.º Avaliação de recurso 1 Poderão submeter-se a avaliação de recurso os alunos que tenham obtido uma classificação igual ou superior a oito valores e inferior a dez valores na classificação final da avaliação contínua. 2 A classificação da avaliação de recurso será objecto de publicação. 3 A classificação final resultará da ponderação entre a avaliação de recurso e a avaliação contínua dentro dos seguintes limites: - Avaliação contínua: 50% a 70%; - Avaliação de recurso: 30% a 50%. 4 A ponderação referida no ponto anterior é definida pelo docente da unidade curricular e registada no respectivo programa. 6
7 5 Nos cursos de 2.º ciclo, excepcionalmente, e como resultado de faltas justificadas a vários momentos de avaliação, poderá ser autorizada pelo Coordenador em consonância com o docente responsável, a alteração das ponderações estabelecidas no ponto 3. 6 O aluno será considerado aprovado se a classificação final for igual ou superior a dez valores e reprovado se a classificação final for inferior a dez valores. 7 No curso de Licenciatura em Artes/Desenho não são passíveis de avaliação de recurso as seguintes unidades curriculares: - Atelier Processos de Criação Visual; - Atelier Expressões e Práticas Contemporâneas; - Atelier Projecto; - Estágio. 8 No curso de Licenciatura em Artes/BD/lustração não são passíveis de avaliação de recurso as seguintes unidades curriculares: - Processos e Métodos da BD; - Projecto I; - Projecto II. 9 No curso de Licenciatura em Artes/Grafismo Multimédia não são passíveis de avaliação de recurso as seguintes unidades curriculares: - Introdução ao Vídeo; - Edição Vídeo; - Projecto. 10 No Curso de Mestrado em Ilustração não são passíveis de avaliação de recurso as seguintes unidades curriculares: - Campos da Ilustração; - Serigrafia. 11 No Curso de Mestrado em Animação Digital não é passível de avaliação de recurso a seguinte unidade curricular: - Projecto de Animação. Artigo 14.º Épocas de avaliação de recurso 1 A 1.ª época destina-se aos alunos que tenham obtido na classificação final da avaliação contínua uma classificação igual ou superior a oito valores e inferior a dez valores. 2 A 2.ª época destina-se aos alunos que não tenham comparecido ou não tenham obtido aprovação na 1.ª época ou pretendam fazer melhoria de classificação. 3 A época especial destina-se aos alunos dos cursos de licenciatura que estejam em fase de conclusão de curso, com um número máximo de 15 créditos em falta, aos trabalhadores- 7
8 estudantes e aos alunos que pretendam efectuar melhoria de classificação e estejam, cumulativamente, em fase de conclusão de curso. Artigo 15.º Melhoria de classificação 1 Nos cursos de 1.º ciclo, as provas para melhoria de classificação poderão realizar-se uma vez a cada unidade curricular e nas duas épocas seguintes à obtenção de aprovação. 2 Nos cursos de 2.º ciclo, as provas para melhoria de classificação poderão realizar-se uma vez a cada unidade curricular e na 2.ª época. 3 Para a atribuição de notas das provas para melhoria de classificação mantém-se a ponderação definida no artigo 12.º, ponto 3. 4 Na melhoria de classificação prevalece a mais elevada. Artigo 16.º Creditação de competências A creditação de competências obtidas em contexto de formação ou de experiência profissional será realizada de acordo com regulamentação própria. Artigo 17.º Consulta de provas de avaliação Os alunos terão direito a consultar as suas provas de avaliação de recurso depois de corrigidas e classificadas mediante requerimento próprio endereçado à Direcção da ESAG no prazo de dois dias úteis após a publicação das pautas. Artigo 18.º Recursos de classificação 1 Os alunos têm um prazo de cinco dias úteis, após a publicação das classificações, para interporem recurso junto da Direcção da ESAG. 2 - O recurso deverá ser fundamentado apontando objectivamente vícios processuais no processo de avaliação que sejam justificativos da interposição do mesmo. 3 Os recursos serão analisados em primeira instância pela Direcção da ESAG e pelo Director do Departamento que integre a área científica predominante do curso de 1.º ciclo de estudos em causa, ou pelo Coordenador de Mestrado. 4 No caso de o Director de Departamento ou o Coordenador de Mestrado ser o professor da unidade curricular em questão, compete ao Conselho Técnico-Científico a nomeação de um professor substituto. 5 Da análise efectuada resultará um despacho de indeferimento e respectivo arquivamento ou de continuidade do processo de recurso, nos termos dos números seguintes, do qual deverá ser dado conhecimento ao aluno reclamante e ao professor da unidade curricular. 8
9 6 A Direcção da ESAG solicita ao docente da unidade curricular a apresentação por escrito dos critérios e fundamentos da classificação atribuída. 7 O docente terá 48 horas para apresentar os referidos elementos. 8 O Conselho Técnico-Científico nomeará um júri para apreciação do processo. 9 Da deliberação tomada deverá ser elaborada a respectiva ata e dela ser dado conhecimento ao aluno reclamante, através dos serviços administrativos O requerimento do recurso está sujeito a uma taxa administrativa. SECÇÃO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 19.º Disposições finais 1 O presente Regulamento poderá ser objecto de reformulação tendo em conta a experiência resultante da sua aplicação. 2 - As questões omissas serão resolvidas por despacho da Direcção da ESAG, ouvidos os Conselhos Pedagógico e Técnico-Científico. 9
NORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
ESCOLA SUPERIOR ARTÍSTICA DO PORTO NORMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 1. TIPOS DE AVALIAÇÃO 1. Entende-se por avaliação da aprendizagem o processo de verificação dos conhecimentos e capacidades do/a estudante
REGULAMENTO DE INSCRIÇÃO, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO
INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA REGULAMENTO DE INSCRIÇÃO, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO Aprovado na reunião do Conselho Científico de 28 de Maio de 2008 1 ÍNDICE CAPÍTULO
REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA, CREDITAÇÃO, AVALIAÇÃO, PROGRESSÃO, TRANSIÇÃO E PRESCRIÇÃO DO DIREITO À INSCRIÇÃO
AVALIAÇÃO, PROGRESSÃO, TRANSIÇÃO E PRESCRIÇÃO EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO Aprovado em reunião do Conselho Científico a 12 de Fevereiro de 2008 Ao abrigo do disposto na Portaria nº 268/02, de 13 de Março,
LICENCIATURA EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO
LICENCIATURA EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha, constante
Projeto de alteração ao Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria
Projeto de alteração ao Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março,
LICENCIATURA EM ARTES PLÁSTICAS E INTERMÉDIA
LICENCIATURA EM ARTES PLÁSTICAS E INTERMÉDIA NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1.º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,
Regulamento dos regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no ano lectivo de 2009/2010
Regulamento dos regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no ano lectivo de 2009/2010 Nos termos do artigo 10.º do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso
NORMAS GERAIS DE AVALIAÇÃO
NORMAS GERAIS DE AVALIAÇÃO Preâmbulo Estas Normas Gerais de Avaliação têm como objectivo enquadrar o funcionamento das diferentes Unidades Curriculares 1 dos cursos de Licenciatura, Mestrado 2 e Mestrado
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS FOTOGRAFIA
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS FOTOGRAFIA NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1.º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,
REGULAMENTO GERAL PARA AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DE PRIMEIROS E SEGUNDOS CICLOS DA FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO
REGULAMENTO GERAL PARA AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DE PRIMEIROS E SEGUNDOS CICLOS DA FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO CAPÍTULO I: PRINCÍPIOS GERAIS p. 2 1. Responsabilidade da Avaliação p.
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ORDENAMENTO E VALORIZAÇÃO DE RECURSOS GEOLÓGICOS. Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação)
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ORDENAMENTO E VALORIZAÇÃO DE RECURSOS GEOLÓGICOS Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente regulamento dá cumprimento ao disposto no Regulamento dos Cursos
Regulamento Geral de Exames
Versão: 01 Data: 14/07/2009 Elaborado: Verificado: Aprovado: RG-PR12-07 Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos Científicos das Escolas do IPB GPGQ Vice-Presidente do IPB Presidentes dos Conselhos
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO 1º CICLO DE ESTUDOS.
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO 1º CICLO DE ESTUDOS CAPÍTULO I Introdução Artigo 1.º (Âmbito de Aplicação) O presente regulamento estabelece
REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO
REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO (Aprovado pelo Conselho Técnico-Científico em 13 de Junho de 2016) Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto e âmbito
REGULAMENTO DE ESTUDOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO
REGULAMENTO DE ESTUDOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO Preâmbulo: O processo de Bolonha gerou a necessidade de rever o Regulamento de Estudos que regia o processo de formação dos alunos das Licenciaturas da
INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE LICENCIATURA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE LICENCIATURA O artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelo Decreto-Lei
PROPOSTA. Capítulo I Disposições Gerais. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Criação e registo dos cursos
Regulamento Geral para Ciclos de Estudos de 1.º Ciclo e 1.º ciclo de Mestrado Integrado FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA PROPOSTA Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito O presente
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA DE LISBOA. Regime de Frequência do Curso de Licenciatura em Música
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA DE LISBOA Regime de Frequência do Curso de Licenciatura em Música Índice CAPÍTULO I 4 Artº 1º Organização 4 Artº 2º Matrícula 4 Artº 3º Inscrição 4 Artº 4º Local de matrícula
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESIGN GRÁFICO E PROJECTOS EDITORIAIS
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESIGN GRÁFICO E PROJECTOS EDITORIAIS Artigo 1º Criação 1- A Universidade do Porto (UP), através da Faculdade de Belas Artes (FBAUP), confere
LICENCIATURA EM TEATRO INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO
LICENCIATURA EM TEATRO INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO NORMAS REGULAMENTARES Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo
Normas regulamentares do Mestrado em Estudos Clássicos
a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos Normas regulamentares do Mestrado em Estudos Clássicos I. Regulamento 1. Condições de natureza académica e curricular Podem candidatar se a este ciclo de
Normas regulamentares do Mestrado em Filosofia
a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos Normas regulamentares do Mestrado em Filosofia I. Regulamento 1. Condições de natureza académica e curricular Podem candidatar se a este ciclo de estudos:
LICENCIATURA EM CINEMA E AUDIOVISUAL
LICENCIATURA EM CINEMA E AUDIOVISUAL NORMAS REGULAMENTARES Curso do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha, constante
REGULAMENTO PEDAGÓGICO DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE BRAGANÇA
REGULAMENTO PEDAGÓGICO DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE BRAGANÇA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento aplica-se aos cursos de 1.º ciclo (licenciaturas) e de
REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA Artigo 1.º Âmbito 1. O presente regulamento define os princípios e estabelece as normas a seguir no Instituto
Despacho n.º /2015. Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria
Despacho n.º /2015 Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria O Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março, procedeu à criação e
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Artigo 1º. (Natureza e âmbito de aplicação)
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento dá cumprimento ao estabelecido no artº. 32º do Regulamento do Ciclo de Estudos
Normas regulamentares do Mestrado em Cultura e Comunicação
Normas regulamentares do Mestrado em Cultura e Comunicação a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos I. Regulamento 1. Condições de natureza académica e curricular Podem candidatar se a este ciclo
Normas regulamentares do Mestrado em Estudos Românicos
Normas regulamentares do Mestrado em Estudos Românicos a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos I. Regulamento 1. Condições de natureza académica e curricular Podem candidatar se a este ciclo de
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM PROCESSOS QUIMICOS E BIOLÓGICOS.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM PROCESSOS QUIMICOS E BIOLÓGICOS Edição 2015-2017 Nos termos do Decreto -Lei n.º 42/2005, de pelo 22 de Fevereiro,
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO Artigo 1º Criação do Programa As Universidades do Aveiro e Minho, designadas por Universidades, instituem
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG [Nos termos do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março (republicado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008 de 25 de Junho e alterado pelo Decreto-Lei n.º 230/2009
Regulamento de Avaliação da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti
Regulamento de Avaliação da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti Artº 1º (Âmbito de Aplicação) 1. O presente regulamento aplica-se a todos os ciclos de estudo da Escola Superior de Educação
Curso de Pós - Licenciatura de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA ÁREA CIENTÍFICA DE ENFERMAGEM DO ADULTO E IDOSO Curso de Pós - Licenciatura de Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica REGIME DE FREQUÊNCIA, AVALIAÇÃO, PRECEDÊNCIAS
Regulamento do 1º ciclo de estudos da Universidade da Madeira
Regulamento do 1º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º
Normas regulamentares do Mestrado em Português como Língua Estrangeira/Língua Segunda
Normas regulamentares do Mestrado em Português como Língua Estrangeira/Língua Segunda a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos I. Regulamento 1. Condições de natureza académica e curricular Podem
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos. I. Disposições Gerais. Artigo 1º.
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos I. Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) 1. O presente Regulamento rege a mobilidade internacional de estudantes
Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010
Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro
Campus Académico de Vila Nova de Gaia Escola Superior de Saúde Jean Piaget/VNG REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PÓS GRADUADA EM GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS
Escola Superior de Saúde Jean Piaget/VNG REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PÓS GRADUADA EM GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS 2017-2018 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento aplica-se ao
ESCOLA SUPERIOR DE ARTES E DESIGN DE MATOSINHOS REGULAMENTO DE ESTUDOS DO MESTRADO
ESCOLA SUPERIOR DE ARTES E DESIGN DE MATOSINHOS REGULAMENTO DE ESTUDOS DO MESTRADO Preâmbulo No âmbito do novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, a Escola Superior de Artes e Design de
MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações Públicas.
MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DAS RELAÇÕES PÚBLICAS Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações
