Comissão FORDAP de Gestão Orçamentária
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- Matilde Delgado Jardim
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1 Comissão FORDAP de Gestão Orçamentária Visita aos Campi 1º Semestre Batalha Alagoas - Fevereiro
2 OBJETIVOS DA VISITA APRESENTAÇÃO DA COMISSÃO; MATRIZ CONIF; METODOLOGIA DE DISTRIBUIÇÃO DO ORÇAMENTO NO IFAL ORÇAMENTO 2018 DO CAMPUS; NOÇÕES DE ORÇAMENTO; CALENDÁRIO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES
3 MEMBROS DA COMISSÃO MAURÍCIO MENEZES DIRETOR DE ORÇAMENTO E FINANÇAS REITORIA DJALMA BARBOSA DOS SANTOS COORDENADOR DE CONTABILIDADE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS MARCOS NASCIMENTO ÂNGELO COORDENADOR DE ORÇAMENTO REITORIA JORGE LUIZ BARBOSA COORDENADOR DE CONTABILIDADE BENEDITO BENTES LUIS ANTÔNIO OLIVEIRA DOS SANTOS DIRETOR ADMINISTRATIVO VIÇOSA TIAGO RODRIGUES TORRES LEITE CHEFE DE DEPTO. DE ORÇAMENTO E FINANÇAS MARECHAL DEODORO DICKINSON MOURA CAVALCANTE COORDENADOR DE PLANEJAMENTO E CONTROLE - MACEIÓ
4 OBJETIVOS DA COMISSÃO APRESENTAR PROPOSTA DE MODELO PARA DISTRIBUIÇÃO DO ORÇAMENTO ENTRE AS UNIDADES DO IFAL; APRESENTAR PROPOSTA DE MODELO PARA IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO NO IFAL; APRESENTAR O ORÇAMENTO 2018 PARA AS EQUIPES DE GESTÃO E SERVIDORES, ALÉM DE DÁ NOÇÕES BÁSICAS SOBRE A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA NO INSTITUTO; ASSESSORAR A GESTÃO DA REITORIA E DAS UNIDADES NO ACOMPANHAMENTO DO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DAS UNIDADES.
5 Matriz CONIF
6 Matriz CONIF O que é a Matriz CONIF? É um modelo matemático para a distribuição do Orçamento de Custeio e Investimento para as instituições Rede Federal de EPT.
7 Matriz CONIF O que é o CONIF? É o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Composto pelos dirigentes máximos das 41 instituições que compõem a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.
8 Matriz CONIF Quem elabora a Matriz CONIF? De acordo com o Decreto nº 7.313/2010, a elaboração é de responsabilidade de uma comissão paritária formada por membros do MEC e do CONIF.
9 Matriz CONIF Qual o fluxo de elaboração da Matriz CONIF? CONIF SETEC MEC Câmara de Administração Secretaria de Orçamento Federal/MP FORPLAN Comissão de Orçamento
10 Matriz CONIF A Matriz CONIF é estruturada por blocos Expansão Pré-Expansão EaD Assistência Pesquisa Estudantil Aplicada Inovação Reitoria Extensão Tecnológica Tecnológica
11 Matriz CONIF Como é distribuído o Orçamento em cada Bloco? Reitoria Define-se um piso para cada reitoria e um complemento por número de campi. 10% de forma linear entre os institutos e 90% por número de EaD Matrículas Totais. Define-se um valor médio por aluno, dividindo o montante pelo Assistência Estudantil número de alunos. Depois, aplica-se um fator de ponderação referente ao IDH do município do campus.
12 Matriz CONIF Como é distribuído o Orçamento em cada Bloco? Pesquisa Aplicada Inovação Tecnológica Extensão Tecnológica 50% linear por instituto e 50% proporcional ao número de campi de cada instituto.
13 Matriz CONIF Como é distribuído o Orçamento em cada Bloco? Soma-se o resultado da multiplicação da quantidade Expansão de Matrículas Totais pelo valor por matrícula (R$ 305,19) a um determinado Piso.
14 Matriz CONIF Quais são os campi da Expansão do Ifal? Campus da Expansão: Batalha Coruripe Rio Largo Viçosa R$ ,53 Campus Avançado: Benedito Bentes R$ ,45
15 Matriz CONIF Como é distribuído o Orçamento em cada Bloco? As Matrículas Totais do campus são divididas pelas Matrículas Pré-Expansão Totais da Rede para conhecer a fração do campus em relação a Rede. O campus receberá um complemento caso não atinja o Piso. Fração Campus = MT Campus MT Rede Orcam Campus = Fração Campus * Orcam Rede
16 Matriz CONIF Quais são os campi da Pré-Expansão do Ifal? Campus da Pré-Expansão: Maceió Satuba Palmeira dos Índios Marechal Deodoro R$ ,64 Maragogi Murici São Miguel dos Campos Arapiraca Penedo Santana do Ipanema R$ ,28 Piranhas
17 Matriz CONIF O que são as Matrículas Totais? São as Matrículas Ativas que passam por um procedimento de regulação até culminar nas Matrículas Totais. Equalização Ponderação Bonificação Equiparar os ciclos ofertados ao padrão de 800 horas e os dias ativos no período analisado. Aplicar os Pesos atribuídos a cada curso. Acréscimo para os cursos da área de Agropecuária.
18 Matriz CONIF Quais as Matrículas Ativas são consideradas? Matrículas dos cursos gratuitos e não financiados: Básico; Médio; Técnico; Tecnológico; Graduação; Lato sensu; Stricto sensu; EaD; Cursos de formação inicial e continuada (FIC).
19 Matriz CONIF Quais as Matrículas Ativas são consideradas? Os alunos com até 3 anos fora do ciclo equivalem a metade dos alunos no ciclo, e os alunos com mais de 3 anos fora do ciclo não serão considerados.
20 Matriz CONIF De onde vem as informações das matrículas? Os dados e parâmetros utilizados na Matriz CONIF 2018 foram extraídos do SISTEC, referentes aos períodos do segundo semestre de 2016 e primeiro semestre de 2017.
21 Matriz CONIF Vamos calcular a Matrícula Total?
22 Matriz CONIF Exemplo: Técnico em Agropecuária Matrícula Equalizada 1º Passo: Cálculo dos dias totais do Ciclo DTC = º Passo: Cálculo da CH Média Diária CHMD = = 3,7629 3º Passo: Cálculo da CH Anualizada CHA = 3,7629 * 365 = 1.373,4713 Data Início do Ciclo 03/02/2011 Data Término do Ciclo 31/12/2013 Carga Horária do Ciclo Peso do Curso 2,5 Início Período Analisado 01/07/2016 Final Período Analisado 31/12/2016 Matrículas Ativas 25
23 Matriz CONIF Exemplo: Técnico em Agropecuária Matrícula Equalizada 4º Passo: Cálculo do Fator de Equalização da CH FECH = 1.373, = 1,7168 5º Passo: Dias Ativos do Ciclo no Período Analisado DACP = ( ) 2 = 92 6º Passo: Fator de Equalização dos Dias Ativos FEDA = 92 ( ) = 0,50 Data Início do Ciclo 03/02/2011 Data Término do Ciclo 31/12/2013 Carga Horária do Ciclo Peso do Curso 2,5 Início Período Analisado 01/07/2016 Final Período Analisado 31/12/2016 Matrículas Ativas 25
24 Matriz CONIF Exemplo: Técnico em Agropecuária Matrícula Equalizada 7º Passo: Fator de Equalização da CH e Dias Ativos FECHDA = 1,7168 * 0,50 = 0,8584 8º Passo: Cálculo da Matrícula Equalizada MECHDA = (0,8584 * 25) 2 = 10,7302 Data Início do Ciclo 03/02/2011 Data Término do Ciclo 31/12/2013 Carga Horária do Ciclo Peso do Curso 2,5 Início Período Analisado 01/07/2016 Final Período Analisado 31/12/2016 Matrículas Ativas 25
25 Matriz CONIF Exemplo: Técnico em Agropecuária Matrícula Ponderada 9º Passo: Aplicar o Peso do curso a ME Data Início do Ciclo 03/02/2011 Data Término do Ciclo 31/12/2013 MP = 10,7302 * 2,50 = 26,8256 Carga Horária do Ciclo Matrícula Bonificada Peso do Curso 2,5 10º Passo: Bônus para Curso Agropecuário BA = 26,8256 * 1,50 = 40,2384 Início Período Analisado 01/07/2016 Final Período Analisado 31/12/2016 Matrículas Ativas 25
26 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal 2018
27 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Como é o fluxo de construção do modelo? Colégio de Dirigentes FORDAP Campi PROAD Reitoria Matriz CONIF SETEC MEC
28 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal O modelo de distribuição interna do orçamento respeita essencialmente os critérios da Matriz CONIF.
29 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal O modelo define que um percentual do orçamento da Reitoria e dos campi seja direcionado para atender as Ações Institucionais. 15% Capacitação Extensão Pesquisa Inovação Qualificação Ensino Vestibulares Gestão Infraestrutura Assistência Estudantil
30 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Capacitação Qualificação R$ ,33 R$ ,61 Extensão R$ ,28 Pesquisa R$ ,99 Vestibulares R$ ,33 Ensino R$ ,95 Gestão Inovação R$ ,95 Infraestrutura R$ ,38 Assistência Estudantil R$ ,20 R$ ,76
31 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal O modelo prevê um percentual do orçamento de cada unidade para a Reserva Técnica. Acréscimos nas despesas Cortes no orçamento 5% Distorções na Matriz CONIF Emergências
32 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Como foi definido o Orçamento para as Unidades? Campus Batalha Campus Batalha Matriz CONIF ,05 Aporte fora da Matriz CONIF 0,00 Reserva Técnica ,95 Total Orcam Campus ,24 Ações Institucionais ,86 Orcam Campus Matriz Conif ,24
33 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Quem decide como utilizar o Orçamento?
34 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Quem decide como utilizar o Orçamento? Campus Batalha Despesas Correntes ,19 Despesas de Capital ,05 Detalhamento do Planejamento Orçamentário...
35 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Planejamento Orçamentário das Unidades 1º Momento: entre abril e julho do ano anterior a sua utilização 2º Momento: entre novembro e dezembro do ano anterior a sua utilização Mais três oportunidades ao logo do ano de utilização do orçamento (fev/mar; mai/jun; set/out)
36 Distribuição Interna do Orçamento no Ifal Planejamento Orçamentário das Unidades
37 Noções de Orçamento
38 NOÇÕES DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
39 ORÇAMENTO PÚBLICO PRINCÍPIOS NORMATIVOS LEGISLAÇÕES MANUAIS DO GOVERNO FEDERAL
40 ORÇAMENTO PÚBLICO É AMARRADO
41 LEI DAS FINANÇAS PÚBLICAS
42
43 PLANEJAMENTO PROGRAMA
44 AÇÕES PROGRAMA X AÇÕES AÇÕES AÇÕES PROGRAMA Y AÇÕES AÇÕES AÇÕES PROGRAMA Z AÇÕES AÇÕES
45 PROGRAMAS FOCOS ESTRATÉGICOS
46 PROGRAMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS
47 FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE EPT EXPANSÃO E REESTRUTURAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE EPT GESTÃO E MANUTENÇÃO (FOLHA DE PAGAMENTO) ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE EPT
48 FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS R$ ,00 DESPESAS CORRENTES DESPESAS CAPITAL R$ ,00 R$ ,00
49 CORRENTE? CAPITAL?
50 DESPESAS CORRENTES DESPESAS DE CUSTEIO COM A MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES DO ÓRGÃO: BENS DE CONSUMO; SERVIÇOS; DESPESAS CAPITAL RELACIONADAS A AQUISIÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: REALIZAÇÃO DE OBRA; AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS;
51
52
53 ENTÃO EU JÁ POSSO USAR O MEU ORÇAMENTO? POR QUE NÃO COMPRAMOS TUDO DE UMA VEZ NO COMEÇO DO ANO?
54 ORÇAMENTO SIAFI R$ ,00 LIMITE ORÇAMENTÁRIO AUTORIZAÇÃO CONFORME A EXPECTATIVA DE ARRECADAÇÃO
55 ORÇAMENTO AUTORIZATIVO
56 PRECISO DO SERVIÇO DOTAÇÃO PRESTAÇÃO DO SERVIÇO AUTORIZAÇÃO LICITAÇÃO LEI LIQUIDAÇÃO AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAR A DESPESA PAGAMENTO EMPENHO LIMITE PROGRAMAÇÃO E LIBERAÇÃO
57 PLANEJAMENTO AQUISIÇÃO PRODUTO/SERVIÇO
58 Calendário de Compras e Contratações
59 Calendário de Compras e Contratações Comuns O que é o Calendário de Compras e Contratações Comuns? É a ferramenta de gestão de compras e contratações compartilhadas que atendem a mais de uma unidade do IFAL.
60 Calendário de Compras e Contratações Comuns Planejamento, Procedimentos, Prazos e Monitoramento
61 Calendário de Compras e Contratações Comuns E se meu campus tiver uma demanda específica?
62 Obrigado!
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18 Traipu - Arapiraca e V.V. 7, Igaci - Palmeira dos Índios e V.V. 2,50
N Linha Linha Tarifa Complementar 1 Rio Largo (Via Gustavo Paiva) - Maceió e V.V. 2,80 2 Rio Largo (Via Mata do Rolo) - Maceió e V.V. 2,80 3 Cruzeiro do Sul - Maceió e V.V. 2,50 4 Messias - Maceió e V.V.
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