Catálogo de Produtos
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- Rodrigo Lobo Jardim
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1 Catálogo de Produtos
2 anos 45 anos de muito trabalho, esforço e espírito empreendedor. Os reflexos destas mais de quatro décadas de sucesso podem ser vistos nas nossas unidades, com suas realidades e perspectivas cada vez mais favoráveis. Buscamos diariamente ser referência pela excelência no atendimento do mercado brasileiro e internacional. Logística de Distribuição no Mercado Nacional Grande parte dos produtos da Agrosul é destinada ao varejo do RS. Para isso, a empresa disponibiliza uma equipe de representantes preparados e uma logística diferenciada, visando sempre o melhor atendimento do segmento varejista (supermercados, açougues, restaurantes, etc.). Grande parte da frota é composta por caminhões personalizados, atuando também com entregadores uniformizados e treinados para o bom atendimento e garantia de continuidade de abastecimento de seus clientes. Localizada num ponto estratégico, a 60 km de Porto Alegre, a Agrosul atua em diversas regiões do RS, com produtos presentes em estabelecimentos dos mais variados segmentos nas regiões da Grande Porto Alegre, Serra, Vale dos Sinos, Litoral, Vale do Paranhana, Vale do Caí, Vale dos Vinhedos, Vale do Taquari, além das regiões nas rotas de Santa Maria e Pelotas. Atualmente a Agrosul atua em mais de 130 municípios do RS com aproximadamente clientes ativos e, em constante expansão. Além do RS, a Agrosul atua também nos estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina e conta com estrutura de vendas para atender todo o mercado nacional. Parte da produção da Agrosul também é destinada ao Mercado Externo, tendo como destino final diversos países no mundo todo. Para isso a Empresa preza sempre por manter sua planta habilitada para os mais exigentes e diversificados mercados internacionais.
3 anos Qualidade não é custo, é valor! Vantagens dos produtos Agrosul Kauer - Manutenção das instalações e equipamentos; - Vestiários, sanitários, e barreiras sanitárias; - Iluminação; - Ventilação; - Águas de abastecimento; - Águas residuais; - Controle integrado de pragas; - Procedimento padrão de higiene operacional; - Higiene e hábitos dos colaboradores; - Procedimentos sanitários operacionais; - Controle de matérias primas e embalagens; - Controle de temperaturas; - Calibração e aferição de instrumentos; - APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle); - Testes microbiológicos; - Embasamento para certificação; - PPCAAP (Programa de Prevenção e Controle de Absorção de Água aos Produtos); - Bem estar animal; Produtos isentos de contaminações, garantia de qualidade e saúde Dentre os controles de qualidade existentes, a Agrosul adota o APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), que é o mais moderno plano de controle de qualidade alimentar do mundo. Este plano visa eliminar todas as contaminações que possam existir nos alimentos, permitindo assim, alimentos seguros e livres de contaminações químicas, físicas e biológicas. A AGROSUL PODE GARANTIR AO CONSUMIDOR UM PRODUTO EXTREMAMENTE SAUDÁVEL. 200 análises mensais Mensalmente são realizadas pelo controle de qualidade em torno de 200 análises microbiológicas e físico-química de produtos, de superfície de equipamentos e de embalagens utilizadas no processo produtivo. A Agrosul é fiscalizada pelo serviço de inspeção federal do Ministério da Agricultura, através de acompanhamento diário de auditores veterinários e equipe técnica que garantem a sanidade e qualidade dos produtos finais. São realizadas análises na ração utilizada na criação do frango a fim de comprovar a isenção de quaisquer substâncias que não estejam dentro das normas exigidas na criação de frangos. Hormônios não são empregados na produção de frangos Apesar de erroneamente divulgado em alguns meios, a utilização de hormônios na criação de frangos é não somente inviável, como proibida. Diversos autores evidenciam a ineficácia da injeção de hormônios para aumentar o ganho de peso ou a eficiência alimentar das aves (Holst-Schumacher, 2010; Anderson & Gernat (2004); Gandhi & Snedeker, 2000; Buonomo & Baile, 1986; Velle, 1982; Heitzmanm 1979). Além disso, para a indústria avícola atual, essa prática seria impossível. Se fossem administrados via ração, por exemplo, esses hormônios, que são substâncias proteicas, seriam destruídos pelas enzimas (proteases) do sistema digestivo desses animais e não teriam como produzir o efeito desejável. Imagine fazer injeções diárias em bilhões de frangos Se esses hormônios fossem injetados, deveriam ser administrados em doses diárias em cada ave, sendo impraticável na atual indústria avícola (só em 2010 foram produzidos aproximadamente 7 bilhões de frangos no Brasil). Velle (1982) destaca ainda o efeito colateral indesejável, que seria a deposição de gordura corporal ao invés do ganho muscular. Instrução Normativa nº 17, de 18 de junho de 2004 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, proíbe o uso de substâncias com a finalidade de estimular o crescimento e a eficiência alimentar.
4 Aves Inteiras Resfriadas / Congeladas Aves Inteiras Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 32 Frango carcaça resfriado 2,2 kgs (sem miúdos) Saco industrial Caixa de papelão 18 Kg 207 Frango carcaça resfriado 2 kgs (sem miúdos) Saco industrial Caixa de papelão 18 Kg 431 Frango resfriado (com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 105 Frango resfriado (Calibrado até com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 106 Frango resfriado (Calibrado até 1.8 a com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 107 Frango resfriado (Calibrado até 2.1 a com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 108 Frango resfriado (Calibrado acima de com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 432 Frango congelado (com miúdos) Caixa de papelão 18 Kg 338 Frango carcaça congelado 2 kgs (sem miúdos) Caixa de papelão 18 Kg
5 Cortes de Frango Resfriados Bandejas Auto-Serviço Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 18 Asa resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 268 Bifes Filé de peito fatiado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 22 Coração resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 19 Coxa e sobrecoxa resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 109 Coxa e sobrecoxa sem pele resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 110 Coxa resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 111 Coxa sem pele resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 112 Coxinha da asa resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 23 Fígado resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 113 Meio da asa resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 24 Moela resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 114 Peito com osso e sem pele resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 20 Peito com osso com pele resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 21 Peito sem osso sem pele resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 298 Sassami resfriado Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 115 Sobrecoxa resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg 116 Sobrecoxa sem pele resfriada Bandeja Caixa de papelão 10 Kg
6 Peito de Frango Resfriados / Congelados Cortes Peito Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 370 Bifes filé de peito 120 gramas fatiado Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 410 Peito resfriado Caixa de papelão 15 Kg 408 Peito sem osso sem pele resfriado Caixa de papelão 15 Kg 74 Peito sem osso sem pele resfriado Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 412 Peito sem osso sem pele e sem sassami resfriado Caixa de papelão 15 Kg 348 Recorte resfriado de peito sem osso sem pele Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 392 Sassami resfriado Caixa de papelão 15 Kg 346 Sassami resfriado Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 393 Meio peito sem osso sem pele e sem sassami congelado Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 329 Peito sem osso sem pele congelado (Individual) Caixa de papelão 15 Kg 46 Peito congelado Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 257 Peito congelado (Individual) Caixa de papelão 15 Kg 50 Peito sem osso e sem pele congelado Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 181 Recortes congelados de frango (Peito sem osso e sem pele) Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 299 Sassami congelado Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 407 Sassami congelado Caixa de papelão 15 Kg
7 Coxas de Frango Resfriados / Congelados Cortes Coxas Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 71 Coxa e sobrecoxa resfriada Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 156 Coxa e sobrecoxa resfriada (calibrada 320 gr.) Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 383 Coxa e sobrecoxa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 440 Coxa e sobrecoxa com porção dorsal resfriada Caixa de papelão 15 Kg 73 Coxa resfriada Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 319 Coxa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 72 Coxa sem joelho resfriada Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 391 Coxa sem joelho resfriada Caixa de papelão 15 Kg 64 Sobrecoxa resfriada Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 253 Sobrecoxa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 139 Coxa congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 317 Coxa congelada Caixa de papelão 15 Kg 389 Coxa congelada REC Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 45 Coxa e sobrecoxa congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 278 Coxa e sobrecoxa congelada (2x2) Caixa de papelão 15 Kg 277 Coxa e sobrecoxa com porção dorsal congelada (2x2) Caixa de papelão 15 Kg 137 Coxa e sobrecoxa com dorso e sambiquira congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 172 Sobrecoxa congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 318 Sobrecoxa congelada Caixa de papelão 15 Kg 390 Sobrecoxa congelada REC Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg
8 Asas de Frango Resfriados / Congelados Cortes Asas Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 12 Asa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 190 Coxinha da asa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 47 Meio da asa resfriada Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg 120 Meio da asa resfriada Caixa de papelão 15 Kg 44 Asa congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 54 Asa congelada Caixa de papelão 15 Kg 135 Coxinha da asa congelada Interfolhado Caixa de papelão 15 Kg 316 Coxinha da asa congelada Caixa de papelão 15 Kg 315 Meio da asa congelada Caixa de papelão 15 Kg
9 Cortes de Frango Resfriados / Congelados Miúdos, Industriais e Especiais Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 09 Coração resfriado Caixa de papelão 10 Kg 437 Fígado resfriado Caixa de papelão 12 Kg 433 Moela resfriada Caixa de papelão 12 Kg 439 Fígado congelado Caixa de papelão 12 Kg 438 Moela congelada Caixa de papelão 12 Kg Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 04 CMS (Carne mecanicamente separada congelada de frango) Saco Industrial - 15 Kg 259 Fígado congelado Saco Industrial Caixa de papelão 15 Kg Cód. Produto Produto Emb. Primária Emb. Secundária Peso Caixa Validade 146 Meio frango carcaça resfriado sem miúdos Saco Industrial Caixa de papelão 18 Kg 59 Dorso congelado Caixa de papelão 13 Kg
10 Estrutura Na unidade de São Sebastião do Caí, se concentra a moderna planta frigorífica, onde atualmente são processadas cerca de 180 toneladas de produtos acabados por dia, sendo destes 60% de produtos resfriados e 40% de congelados, centro de distribuição e a fábrica de farinhas. São realizadas constantemente obras de infraestrutura, implantação de máquinas com novas tecnologias e investimentos em suas unidades, como também, treinamentos e capacitação dos colaboradores. - Área construída m2; - Fábrica de rações; - Unidade de armazenamento agrícola; - Produção própria (criadores integrados); - Mais de 1000 colaboradores; - Refeitório próprio; - Mix com mais de 100 produtos.
11 Foods Além do mercado Nacional, parte da produção da Agrosul também é destinada ao Mercado Externo, tendo como destino final diversos países do mundo. A Agrosul é habilitada para exportar para os países da União Europeia, Japão, África do Sul, Mercosul, mercado Árabe, Hong Kong e China. Noruega Cuba Suíça Croácia Albânia União Europeia Ucrania Macedônia Arábia Saudita Irã Emirados Árabes China Hong Kong Japão Aruba Iêmen Vietnã Venezuela Peru Paraguai República da Maurícia Nova Caledônia Uruguai Argentina África do Sul Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgaria, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia, Suíça. Foods
12 Representante Comercial: (51)
TABELA - Destinos das exportações brasileiras de Laranja em NCM 8 dígitos: Sucos de laranjas, congelados, não fermentados
País Via de Volume Valor Preço Médio Transporte Bélgica Marítima 141.569.475 235.767.952 1.665,39 Estados Unidos Marítima 93.624.168 162.298.316 1.733,51 Países Baixos (Holanda) Marítima 78.144.511 139.108.254
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
ANEXO I NOMENCLATURA DE CARNES E DERIVADOS DE AVES E COELHOS
ANEXO I NOMENCLATURA DE CARNES E DERIVADOS DE AVES E COELHOS a) PRODUTOS RESFRIADOS 1. Frango Resfriado (7) 2. Frango Resfriado (sem miúdos) 3. Frango Resfriado (meio frango) 4. Frango Desossado Resfriado
BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE
DADOS DAS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE COURO MALAS Mercadoria: 42021100 - MALAS,MALETAS E PASTAS,DE COURO NATURAL/RECONST/ENVERN. 2005 2006 2007 País Kg US$ US$/Kg Part. Kg US$ US$/Kg Part.
Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso)
Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso) Áustria Bélgica Carta de condução da categoria D: 2015 Carta
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES
AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Junho/2008 Três Pontas/MG Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento DIMENSÃO DEMOGRÁFICO DIMENSÃO SOCIOECONÔMICA DIMENSÃO SEGURANÇA
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
ABRIL / 2016 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS ABRIL 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES OUTUBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/699 DA COMISSÃO
11.5.2016 L 121/11 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/699 DA COMISSÃO de 10 de maio de 2016 que estabelece os limites máximos orçamentais aplicáveis em 2016 a certos regimes de apoio direto previstos no
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES SETEMBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JUNHO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
ISSN Versão Eletrônica Outubro, Documentos. ANUÁRIO ESTATÍSTICO - AVICULTURA Central de Inteligencia da Embrapa Suínos e Aves
ISSN 0101-6245 Versão Eletrônica Outubro, 2011 Documentos 147 ANUÁRIO ESTATÍSTICO - AVICULTURA Central de Inteligencia da Embrapa Suínos e Aves ISSN 0101-6245 Versão Eletrônica Outubro, 2011 Empresa Brasileira
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%
mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS
ÁFRICA DO SUL n.º 53/08 22 Setembro n.º 222/2008 publicado em 20-11-2008 EM VIGOR DESDE 22-10-2008 ALEMANHA ANDORRA Lei 12/82 03 Junho n.º 20/2017 14 fevereiro publicado em 14-10-1982 EM VIGOR DESDE 08-10-1982
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14
ANEXO. Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu e ao Conselho sobre a situação de execução das ações prioritárias da Agenda Europeia da Migração
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.2. COM() 85 final ANNEX 4 ANEXO da Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu e ao Conselho sobre a situação de execução das ações prioritárias da Agenda Europeia da Migração
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Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Tratados de Dupla Tributação Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Convenções Celebradas por Portugal para Evitar a Dupla Tributação Europa
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REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS 29 de março 217 198 9+ 8 8 7 7 6 6 4 4 3 3 2 2 2.. 1.. 1.... 1.. 1.. 2.. + 6 anos Fonte: IBGE (Projeção da População,
Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação
Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro
TABELA PRÁTICA DAS CONVENÇÕES PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO CELEBRADAS POR PORTUGAL REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS
ÁFRICA DO SUL n.º 53/08 22 Setembro n.º 222/2008 publicado em 20-11-2008 EM VIGOR DESDE 22-10-2008 ALEMANHA Lei 12/82 03 Junho publicado em 14-10-1982 EM VIGOR DESDE 08-10-1982 15% 11º 10% a) 12º 10% ARGÉLIA
PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %)
PIB PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %) dez/92 jun/93 dez/93 jun/94 dez/94 jun/95 dez/95 jun/96 dez/96 jun/97 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03
Tabela prática das convenções para evitar a dupla tributação celebradas por Portugal. Troca dos instrumentos de ratificação / entrada em vigor
Países (ordem alfabética) Diploma legal Troca dos instrumentos de ratificação / entrada em vigor Redução de taxas Dividendos Juros Royalties Art. º Taxa Art. º Taxa Art. º Taxa ÁFRICA DO SUL n.º 53/08
LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU
LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU África do Sul 1 Alemanha 1 Angola 1 Arábia Saudita 1 Argélia 1 Argentina 1 Bangladesh 1 Brasil 1 Camboja 1 Canadá 1 Cazaquistão 1 China 1 Congo 1 Coreia do Norte 1 Coreia
Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores. 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas
Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores 1. Iniciativas apoiadas pelo Camões, IP a) número (total): 1071 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Áreas Geográficas Nº Iniciativas
RETIFICAÇÕES. («Jornal Oficial da União Europeia» L 139 de 26 de maio de 2016) O anexo II é inserido com a seguinte redação:
3.6.2016 L 146/31 RETIFICAÇÕES Retificação do Regulamento de Execução (UE) 2016/799 da Comissão, de 18 de março de 2016, que dá execução ao Regulamento (UE) n. o 165/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho
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A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS PROF. DE GEOGRAFIA: BIANCA 1º TRIM - GEOGRAFIA 2016 INTRODUÇÃO Para a formação dos blocos econômicos, os países firmam acordos comerciais, estabelecendo medidas que visam
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MB ASSOCIADOS A agenda econômica internacional do Brasil CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011 1 Cenário base 2011 2014 Crescimento mundial deverá ser da ordem de 4,0% a.a. Os países do G7 devem crescer
