Controle e proteção de alimentadores REF615 Guia do Produto
|
|
|
- Kevin Van Der Vinne Amorim
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Guia do Produto
2 Conteúdo 1. Descrição Configurações padrão Funções de proteção Aplicações Controle Medição Registrador de perturbações Registro de eventos Dados registrados Monitoração de disjuntor Supervisão do circuito de desligamento Auto-supervisão Supervisão de falha de fusível Supervisão do circuito de corrente Controle de acesso Entradas e saídas Comunicação Dados técnicos Opções de display Métodos de montagem Caixa e unidade plug-in do IED Informações para seleção e aquisição Acessórios e informações para pedidos Ferramentas Soluções da ABB suportadas Diagramas de terminais Certificados Referências Funções, códigos e símbolos Histórico de revisão do documento...68 Aviso Legal As informações neste documento estão sujeitas a modificações sem aviso prévio e não devem ser consideradas como um compromisso da ABB Oy. A ABB Oy não assume nenhuma responsabilidade por erros que possam aparecer nesse documento. Copyright 2011 ABB Oy. Todos os direitos reservados. Marca Registrada ABB é uma marca comercial registrada do Grupo ABB. Todos os outros nomes de marcas ou produtos mencionados neste documento podem ser marcas comerciais ou marcas comerciais registradas de seus respectivos detentores. 2 ABB
3 Revisão: A 1. Descrição O, membro da série de produtos 615 da ABB, é um IED dedicado a proteção de dispositivos de alimentação, projetado para a proteção, medição e supervisão de subestações de concessionárias e de sistemas de potência industriais. Totalmente reprojetado, o IED foi orientado pela norma IEC de comunicação e interoperação de dispositivos de automação de subestações. O IED fornece proteção principal tipo unitária para linhas aéreas e dispositivos de alimentação de cabos em redes de distribuição. O IED também é usado como proteção de reserva em aplicações onde é necessário um sistema de proteção independente e redundante. Dependendo da pré-configuração feita, o IED está adaptado para a proteção de linhas aéreas e dispositivos de alimentação de cabos em redes com neutro isolado, aterradas por resistência, compensadas e com aterramento sólido. Assim que o IED com configuração padrão tenha recebido os parâmetros da aplicação específica, ele pode ser colocado diretamente em serviço. Os IEDs da série 615 suportam uma variedade de protocolos de comunicação, incluindo o IEC com mensagens GOOSE, IEC , Modbus e DNP3. 2. Configurações padrão O IED de proteção de dispositivos de alimentação está disponível em seis configurações alternativas padrão. A tabela abaixo indica as funções suportadas pelas diferentes configurações de IED. Tabela 1. Configurações padrão Descrição Proteção não-direcional contra sobrecorrente e direcional contra falha de terra Proteção não-direcional contra sobrecorrente e não-direcional contra falha de terra Proteção não-direcional contra sobrecorrente e direcional contra falha de terra com base em medições de tensão de fase Proteção contra subtensão e sobretensão, e proteção direcional contra sobrecorrente e falha de terra com base em medições de tensão de fase Conf. padrão A e B C e D E F ABB 3
4 Tabela 2. Funções suportadas Funcionalidade A B C D E F Proteção Sobrecorrente trifásica não-direcional, estágio de limiar baixo Sobrecorrente trifásica não-direcional, estágio de limiar alto, instância 1 Sobrecorrente trifásica não-direcional, estágio de limiar alto, instância 2 Sobrecorrente trifásica não-direcional, estágio de valor instantâneo Sobrecorrente trifásica direcional, estágio de limiar baixo, instância 1 Sobrecorrente trifásica direcional, estágio de limiar baixo, instância 2 Sobrecorrente trifásica direcional, estágio de limiar alto Falha direcional de terra, estágio de limiar baixo, instância Falha direcional de terra, estágio de limiar baixo, instância Falha direcional de terra, estágio de limiar alto - - Falha não-direcional (entre circuitos) de terra, usando Io calculada - - Falha de terra intermitente/transiente - - Falha não-direcional de terra, estágio de limiar baixo Falha não-direcional de terra, estágio de limiar alto Falha não-direcional de terra, estágio de valor instantâneo Falha de terra não-direcional de alta sensibilidade Sobrecorrente de seqüência negativa, instância 1 Sobrecorrente de seqüência negativa, instância 2 Descontinuidade de fase Sobrecarga térmica 4 ABB
5 Tabela 2. Funções suportadas, continuação Funcionalidade A B C D E F Falha de disjuntor Sobretensão trifásica, instância Sobretensão trifásica, instância Sobretensão trifásica, instância Subtensão de seqüência positiva Sobretensão de seqüência negativa Sobretensão residual, instância Sobretensão residual, instância Sobretensão residual, instância Subtensão trifásica, instância Subtensão trifásica, instância Subtensão trifásica, instância Detecção de corrente de partida trifásica Proteção contra arco com três sensores Controle Controle de disjuntor com intertravamento básico 1) Controle de disjuntor com intertravamento ampliado 2) - - Rearme automático de um disjuntor Supervisão e monitoração Supervisão de falha de fusível Supervisão do circuito de corrente Monitoração da condição do disjuntor - - Supervisão de circuito de disparo de dois circuitos de desligamento Indicação da posição do seccionador - - Indicação de posição da chave de aterramento - - Medição Registrador de perturbação por transiente Corrente trifásica ABB 5
6 Tabela 2. Funções suportadas, continuação Funcionalidade A B C D E F Componentes da seqüência de correntes Tensão trifásica Componentes da seqüência de tensões Corrente residual Tensão residual - - Potência, incluindo o fator de potência Energia = Incluída, = Opcional no momento da compra 1) Função básica de intertravamento: O fechamento do disjuntor pode ser habilitado por um sinal de entrada binária. O esquema de intertravamento real é implementado fora do IED. A entrada binária funciona como uma entrada mestra de intertravamento e quando energizada ela habilitará o fechamento do disjuntor. 2) Função ampliada de intertravamento: O esquema de intertravamento do disjuntor é implementado na configuração do IED, com base em informações de posição do equipamento primário (através das entradas binárias) e das funções lógicas disponíveis. A ferramenta da matriz de sinais da PCM600 pode ser usada para modificar o esquema de intertravamento para atender a sua aplicação. 6 ABB
7 3. Funções de proteção O IED oferece proteção direcional e não- -direcional contra sobrecorrente e sobrecarga térmica, proteção direcional e não-direcional contra falha de terra, proteção de alta sensibilidade contra falha de terra, proteção contra descontinuidade de fase, proteção contra falha de terra transiente/intermitente, proteção contra sobretensão e subtensão, proteção contra sobretensão residual, proteção contra subtensão de seqüência positiva e sobretensão de seqüência negativa. Adicionalmente o IED oferece funções de religamento automático tripolar repetitivo para dispositivos de alimentação de linhas aéreas. Equipado com hardware e software opcionais, o IED também apresenta três canais de detecção de luz para proteção contra falha de arco do disjuntor, do compartimento de barramento e cabos, de equipamentos de manobra abrigados com fechamento metálico. A interface do sensor de proteção contra falha de arco está disponível no módulo de comunicação opcional. O desligamento rápido aumenta a segurança pessoal e limita os danos materiais no interior do equipamento de manobra, em uma situação de falha de arco. Relé de bloqueio (Config. padrão A/B) 1) Opcional IECA V3 PT Figura 1.Visão geral da função de proteção para a configuração padrão A e B ABB 7
8 Relé de bloqueio (Config. padrão C/D) 1) Opcional IECA V3 PT Figura 2.Visão geral da função de proteção para a configuração padrão C e D 1) Opcional Relé de bloqueio (Config. padrão E) GUID-91451BCB-E984-4F50-AE18-732D0ED542CF V1 PT Figura 3.Visão geral da função de proteção para a configuração padrão E 8 ABB
9 1) Opcional Relé de bloqueio (Config. padrão F) GUID-C5A6DAD5-BC11-4E7B-B0B4-4E9138AD63B4 V1 PT Figura 4.Visão geral da função de proteção para a configuração padrão F 4. Aplicações O IED de proteção de dispositivos de alimentação pode ser fornecido com proteção contra falha de terra direcional ou não-direcional. A proteção direcional contra falha de terra é usada principalmente em redes isoladas ou compensadas, enquanto que a proteção não-direcional é destinada a redes com aterramento direto ou de baixa impedância. As configurações padrão A e B oferecem proteção direcional contra falha de terra se o dispositivo de alimentação na saída incluir transformadores de corrente de fase, um transformador de corrente tipo janela e medição da tensão residual. A corrente residual calculada das correntes de fase pode ser usada para proteção dupla (entre circuitos) contra falha de terra. O IED também apresenta proteção contra falha de terra intermitente/transiente. As configurações padrão C e D oferecem proteção não-direcional contra falha de terra, para dispositivos de alimentação de saída incluindo transformadores de corrente de fase. A corrente residual para a proteção contra falha de terra é derivada das correntes ABB 9
10 Cabo Controle e proteção de alimentadores de fase. Quando for aplicável, os transformadores de corrente tipo janela podem ser usados para medir a corrente residual, especialmente quando for necessário proteção contra falha de terra de alta sensibilidade. As configurações padrão E e F oferecem proteção direcional contra falha de terra, com medição de tensão de fase e tensão residual. Além disso, duas configurações padrão incluem supervisão de circuito de corrente e de falha de fusível, para os dispositivos de alimentação de entrada com medição de tensão de barramento. A configuração padrão F oferece, adicionalmente à configuração padrão E, proteção direcional contra sobrecorrente, proteção contra sobretensão e subtensão, proteção contra subtensão de seqüência positiva de fase e contra sobretensão de seqüência negativa de fase, e proteção para tensão residual. Relé de bloqueio 1) Opcional (Config. padrão A/B) Sinal de Desligamento para dispositivos de alimentação de saída Luz detectada no barramento Relé de bloqueio Relé de bloqueio Linha aérea (Config. padrão A/B) 1) Opcional 1) Opcional (Config. padrão A/B) IECA V3 PT Figura 5. Proteção de subestação contra sobrecorrente e falha de terra usando a configuração padrão A ou B com as opções adequadas. No bay do dispositivo de alimentação de entrada, as funções de proteção não usadas estão indicadas por blocos de linha tracejada não coloridos. Os IEDs estão equipados com funções opcionais de proteção contra arco, permitindo proteção rápida e seletiva contra arco por todo o dispositivo de manobra. 10 ABB
11 Linha aérea Cabo Controle e proteção de alimentadores Relé de bloqueio 1) Opcional (Config. padrão C/D) Bloqueio de sobrecorrente Relé de bloqueio Relé de bloqueio (Config. padrão C/D) 1) Opcional 1) Opcional IECA V3 PT (Config. padrão C/D) Figura 6. Proteção de subestação contra sobrecorrente e falha de terra usando a configuração padrão C ou D com as opções adequadas. No bay do dispositivo de alimentação de entrada, as funções de proteção não empregadas estão indicadas por blocos de linha tracejada não coloridos. A proteção de barramento está baseada no princípio do intertravamento, no qual o início da proteção contra sobrecorrente do dispositivo de alimentação de saída envia um sinal de bloqueio para o estágio de sobrecorrente instantânea do dispositivo de alimentação de entrada. Na ausência do sinal de bloqueio, a proteção contra sobrecorrente do dispositivo de alimentação de entrada apagará a falha interna do dispositivo de manobra (barramento). ABB 11
12 Relé de bloqueio Relé de bloqueio (Config. padrão F) (Config. padrão F) 1) Opcional 1) Opcional GUID-28FD0F8B-3D A4C2-473A6D4B529B V1 PT Figura 7. Proteção e controle de dois dispositivos de alimentação de entrada usando IEDs na configuração padrão F. Os dois dispositivos de alimentação de entrada podem ser conectados em paralelo fechando o disjuntor seccionador do barramento. Para obter proteção seletiva contra sobrecorrente, são necessários estágios direcionais de sobrecorrente. A proteção principal e de reserva do barramento, para dispositivos de alimentação de saída, é implementada usando estágios de proteção contra sobretensão residual. A proteção contra subtensão e sobretensão de fase pode ser usada para desligamento ou apenas alarme. 5. Controle O IED oferece controle de um disjuntor com botões dedicados para abertura e fechamento. Os esquemas de intertravamento requeridos pela aplicação são configurados com a ferramenta de matriz de sinais no PCM Medição O IED mede continuamente as correntes de fase, os componentes simétricos das correntes e a corrente residual. Se o IED inclui medições de tensão, ele também mede a tensão residual, as tensões de fase e os componentes da seqüência de tensões. Adicionalmente, o IED calcula o valor máximo da demanda ao longo de intervalos de tempo predefinidos pelo usuário, a sobrecarga térmica do objeto protegido, e o valor de desbalanceamento de fase com base na relação entre a corrente de seqüência negativa e a positiva.. Os valores medidos podem ser acessados localmente pela interface de usuário no painel frontal do IED, ou remotamente através da interface de comunicação do IED. Os valores podem também ser acessados 12 ABB
13 local ou remotamente, usando a interface de usuário em navegador web. 7. Registrador de perturbações O IED possui um registrador de perturbações que apresenta até 12 canais para sinais analógicos e 64 binários. Os canais analógicos podem ser configurados para gravar tanto a forma de onda como a tendência das correntes e tensões medidas. Os canais analógicos podem ser configurados para disparar a função de gravação quando o valor medido cair abaixo ou ultrapassar os valores estabelecidos. Os canais para sinais binários podem ser configurados para iniciar uma gravação na borda de subida ou de descida do sinal binário, ou em ambas. Por padrão, os canais binários são configurados para gravar sinais externos ou internos do IED, por exemplo, os sinais de início ou disparo dos estágios do IED, ou sinais externos de bloqueio ou controle. A gravação pode ser configurada para disparo por sinais bináros do IED, tais como um sinal de início ou atuação da proteção, ou por um sinal de controle externo em uma entrada binária do IED. As informações gravadas são armazenadas em uma memória não-volátil e podem ser descarregadas para análise posterior de falhas. 8. Registro de eventos Para coletar informações de seqüências de eventos (SoE), o IED possui uma memória não- -volátil, com capacidade para armazenar 50 códigos de eventos, com carimbos eletrônicos de tempo associados. A memória não-volátil mantém os dados mesmo no caso do IED ficar temporariamente sem alimentação. O registro de eventos facilita a análise detalhada pré e pós-falha das falhas e perturbações no dispositivo de alimentação. As informações de SoE podem ser acessadas localmente pela interface de usuário no painel frontal do IED, ou remotamente através da interface de comunicação do IED. As informações podem ainda ser acessadas, seja local ou remotamente, usando a interface de usuário em navegador web. 9. Dados registrados O IED tem a capacidade de armazenar registros de quatro últimos eventos de falha. Os registros permitem que o usuário analise os quatro eventos mais recentes do sistema de potência. Cada registro inclui valores de corrente, tensão e ângulo, tempos de início dos blocos de proteção, carimbo eletrônico de tempo, etc. A gravação de falhas pode ser disparada pelo sinal de início ou pelo sinal de atuação de um bloco de proteção, ou por ambos. Os modos de medição disponíveis incluem DFT, RMS e pico a pico. Além disso, a corrente de demanda máxima com carimbo eletrônico de tempo é gravada separadamente. Por padrão, os registros são armazenados em uma memória não-volátil. 10. Monitoração de disjuntor As funções de monitoração de condições do IED, acompanham continuamente o desempenho e a condição do disjuntor. A monitoração compreende o tempo de carga da mola, a pressão do gás SF6, o tempo de trânsito e o tempo de inatividade do disjuntor. As funções de monitoração fornecem dados históricos operacionais do DJ, que podem ser usados para programar a sua manutenção preventiva. ABB 13
14 11. Supervisão do circuito de desligamento A supervisão do circuito de desligamento monitora continuamente a disponibilidade e a operacionalidade do circuito de desligamento. Ela proporciona monitoração em circuito aberto quando o disjuntor está tanto na posição fechado como aberto. Ela também detecta a perda da tensão de controle do disjuntor. 12. Auto-supervisão O sistema de auto-supervisão incorporado ao IED monitora continuamente o estado do hardware e a operação do software do IED. Qualquer falha ou erro de funcionamento detectado será usado para alertar o operador. Uma falha permanente bloqueará as funções de proteção para evitar a operação incorreta do IED. 13. Supervisão de falha de fusível Dependendo da configuração padrão escolhida, o IED inclui a função de supervisão de falha de fusível. A supervisão de falha de fusível detecta falhas entre o circuito de medição de tensão e o IED. As falhas são detectadas pelo algoritmo baseado em seqüência negativa ou pelo algoritmo de delta de tensão e delta de corrente. Na detecção de uma falha, a função de supervisão de falha de fusível ativa um alarme e bloqueia as funções de proteção dependentes de tensão, para não operar indesejadamente. 14. Supervisão do circuito de corrente Dependendo da configuração padrão escolhida, o IED inclui supervisão do circuito de corrente. A supervisão do circuito de corrente é usada para detectar falhas nos secundários dos transformadores e na fiação. Ao detectar uma falha, a função de supervisão de circuito de corrente ativa um alarme e/ou bloqueia certas funções de proteção, para evitar operação não desejada. A função de supervisão do circuito de corrente calcula a soma das correntes de fase e compara o resultado com a medida da corrente única de referência de um transformador de corrente tipo janela, ou de outro conjunto de transformadores de corrente de fase. 15. Controle de acesso Para proteger o IED contra acesso indevido e manter a integridade das informações, ele foi provido com um sistema de autenticação baseado em perfis com quatro níveis, com senhas individuais programáveis pelo administrador para os níveis de leitor, operador, engenheiro e administrador. O controle de acesso se aplica à interface de usuário do painel frontal, à interface de usuário em navegador web e à ferramenta PCM Entradas e saídas Dependendo da configuração padrão selecionada, o IED é equipado com três entradas para corrente de fase e uma entrada para corrente residual, para proteção não- -direcional contra falha de terra; ou três entradas para corrente de fase, uma entrada 14 ABB
15 para corrente residual e uma entrada para tensão residual, para proteção direcional contra falha de terra; ou três entradas para corrente de fase, uma entrada para corrente residual, três entradas para tensão de fase e uma entrada para tensão residual, para proteção direcional contra falha de terra e proteção direcional contra sobrecorrente. As entradas de corrente de fase têm capacidade de 1/5 A. Estão disponíveis duas entradas opcionais para corrente residual, ou seja, 1/5 A ou 0,2/1 A. A entrada de 0,2/1 A é usada normalmente em aplicações que requerem proteção de alta sensibilidade contra falha de terra e utilizam transformadores de corrente tipo janela. As três entradas para tensão de fase e a entrada para tensão residual cobrem as tensões nominais de 100, 110, 115 e 120 V. Ambos os tipos de tensão fase-fase e fase-terra podem ser conectados. A entrada de corrente de fase de 1 A ou 5 A, a entrada de corrente residual de 1 A ou 5 A, opcionalmente de 0,2 A ou 1 A, e a tensão nominal da entrada de tensão residual são selecionadas pelo software do IED. Além disso, os limiares de V CC das entradas binárias são selecionados pelo ajuste da configuração dos parâmetros do IED. Todos os contatos das entradas e saídas binárias são livremente configuráveis com a ferramenta da matriz de sinais na PCM600. Consulte a tabela que mostra a visão geral das entradas/saídas e os diagramas de terminais para informações mais detalhadas sobre as entradas e saídas. Tabela 3. Visão geral das entradas/saídas Configuração padrão Entradas analógicas Entradas/saídas binárias TC TP BI BO A B (17) 1) 10 (13) 1) C D 4-12 (18) 1) 10 (13) 1) E 4 5 2) F 4 5 2) ) Com módulo de E/S opcional ( ) 2) Um dos cinco canais está reservado para aplicações futuras 17. Comunicação O IED suporta vários protocolos de comunicação incluindo: IEC , IEC , Modbus e DNP3. As informações e os controles operacionais estão disponíveis através destes protocolos. Entretanto, algumas funções de comunicação, por exemplo, a comunicação horizontal entre os IEDs, somente são possíveis com o protocolo de comunicação IEC A implementação do protocolo de comunicação IEC suporta todas as funções de monitoração e controle. Adicionalmente, o acesso à configuração de parâmetros e aos registros do arquivo de perturbações podem ser feitos usando o protocolo IEC Os arquivos de perturbações estão disponíveis para qualquer ABB 15
16 aplicação baseada em Ethernet, no formato padrão COMTRADE. Além disso, o IED pode enviar e receber sinais binários de outros IEDs (a assim chamada comunicação horizontal) usando o perfil IEC GOOSE. O IED atende os requisitos de desempenho do GOOSE para aplicações de desligamento em subestações de distribuição, conforme definido pela norma IEC O IED pode comunicar eventos a cinco clientes diferentes simultaneamente pelo barramento da estação. Todos os conectores de comunicação, exceto o conector da porta frontal, são colocados em módulos de comunicação integrados opcionais. O IED pode ser conectado a sistemas de comunicação baseados em Ethernet através do conector RJ-45 (100BASE- -TX) ou do conector LC para fibra ótica (multimodo) (100BASE-FX). Se for necessária a conexão a uma rede serial, pode ser usado o conector RS-485 de 10 pinos com terminais parafusados ou o conector ST da fibra ótica. A implementação do Modbus suporta os modos RTU, ASCII e TCP. Além das funções padrão do Modbus, o IED suporta a recuperação de eventos com carimbo eletrônico de tempo, a alteração do grupo de configurações ativo e o envio dos últimos registros de falhas. Se for usada uma conexão TCP Modbus, podem ser conectados cinco clientes ao IED simultaneamente. Se necessário, os protocolos IEC e Modbus serial podem ser executados ao mesmo tempo. A implementação do IEC suporta duas conexões de rede serial paralelas para dois masters diferentes. Além das funções padrão básicas, o IED suporta a alteração do grupo de configurações ativo e o envio dos arquivos de perturbações no formato IEC O DNP3 suporta o modo serial e TCP para conexão a um master. Quando o IED usa o barramento RS-485 para a comunicação serial, são suportadas conexões a dois e quatro fios. Os resistores de terminação ou de pull-up/down podem ser configurados por jumpers na placa de comunicação, não necessitando de resistores externos. O IED suporta os seguintes métodos de sincronização de tempo, com uma resolução de carimbo eletrônico de tempo de 1 ms: Baseado em Ethernet: SNTP (Protocolo simples de horário de rede) Com fiação especial para sincronização de tempo: IRIG-B (Grupo de instrumentação interabrangência - Formato B de código de tempo) Adicionalmente o IED suporta a sincronização de tempo através dos seguintes protocolos de comunicação serial: Modbus DNP3 IEC ABB
17 Tabela 4. Interfaces e protocolos de comunicação suportados Interfaces / Protocolos Com proteção contra arco opcional Sem proteção contra arco Ethernet (RJ-45 ou LC) + 3 sensores de arco Serial (RS-485) +IRIG-B + 3 sensores de arco Ethernet (RJ-45 ou LC) Serial (RS-485 / RS-232) +IRIG-B Serial (fibra ótica ST) +IRIG-B IEC IEC DNP3 TCP/IP DNP3 serial - - Modbus TCP/IP Modbus RTU/ ASCII = Suportado - - ABB 17
18 18. Dados técnicos Tabela 5. Dimensões Descrição Valor Largura moldura 179,8 mm caixa 164 mm Altura moldura 177 mm (4U) caixa 160 mm Profundidade 194 mm ( mm) Peso IED 3,5 kg unidade de reserva 1,8 kg Tabela 6. Alimentação Descrição Tipo 1 Tipo 2 U aux nominal U aux variação 100, 110, 120, 220, 240 V CA, 50 e 60 Hz 48, 60, 110, 125, 220, 250 V CC % de U n ( V CA) % de U n (38, V CC) 24, 30, 48, 60 V CC % de U n ( V CC) Limiar de partida 19,2 V CC ( 24 V CC x 80%) Carga da alimentação de tensão auxiliar em condição quiescente (P q )/de operação Ripple na tensão CC auxiliar Tempo máximo de interrupção da tensão CC auxiliar sem reiniciar o IED Tipo de fusível <10,7 W/16,7 W Máx. 12% do valor CC (na freqüência de 100 Hz) 50 ms na U aux nominal T4A/250 V 18 ABB
19 Tabela 7. Entradas das linhas de energia Descrição Freqüência nominal Valor 50/60 Hz ± 5 Hz Entradas de corrente Corrente nominal, I n 0,2/1 A 1) 1/5 A Limitação de dissipação de calor: Continuamente 4 A 20 A Por 1 s 100 A 500 A Por 10 s 25 A 100 A Corrente dinâmica admissível: Valor de meia-onda 250 A 1250 A Inpedância de entrada <100 mω <20 mω Entrada de tensão Tensão nominal 100 V/ 110 V/ 115 V/ 120 V (Parametrização) Tensão admissível: Contínua 2 x U n (240 V) Por 10 s 3 x U n (360 V) Carga na tensão nominal <0,05 VA 1) Opção de configurração para entrada de corrente residual Tabela 8. Entradas binárias Descrição Faixa de operação Tensão nominal Consumo de corrente Consumo de potência/entrada Limiar de tensão Tempo de reação Valor ±20% da tensão nominal V CC ma <0,9 W V CC 3 ms ABB 19
20 Tabela 9. Saída de sinal X100: SO1 Descrição Tensão nominal Corrente contínua de contato Corrente no fechamento e condução por 3,0 s Corrente no fechamento e condução por 0,5 s Capacidade de interrupção de corrente quando a constante de tempo do circuito de controle L/R<40 ms Carga mínima de contato Valor 250 V CA/CC 5 A 15 A 30 A 1 A/0,25 A/0,15 A 100 ma em 24 V CA/CC Tabela 10. Saídas de sinal e saída IRF Descrição Tensão nominal Corrente contínua de contato Corrente no fechamento e condução por 3,0 s Corrente no fechamento e condução por 0,5 s Capacidade de interrupção de corrente quando a constante de tempo do circuito de controle L/R<40 ms Carga mínima de contato Valor 250 V CA/CC 5 A 10 A 15 A 1 A/0,25 A/0,15 A 100 ma em 24 V CA/CC 20 ABB
21 Tabela 11. Relés de saída de potência com dois pólos e função TCS Descrição Tensão nominal Corrente contínua de contato Corrente no fechamento e condução por 3,0 s Corrente no fechamento e condução por 0,5 s Capacidade de interrupção de corrente quando a constante de tempo do circuito de controle L/R<40 ms, em 48/110/220 V CC (dois contatos conectados em série) Carga mínima de contato Valor 250 V CA/CC 8 A 15 A 30 A 5 A/3 A/1 A 100 ma em 24 V CA/CC Supervisão do circuito de disparo (TCS, sigla em inglês): Faixa da tensão de controle Dreno de corrente pelo circuito de supervisão V CA/CC ~1,5 ma Tensão mínima sobre o contato TCS 20 V CA/CC ( V) Tabela 12. Relés de saída de potência com um pólo Descrição Tensão nominal Corrente contínua de contato Corrente no fechamento e condução por 3,0 s Corrente no fechamento e condução por 0,5 s Capacidade de interrupção de corrente quando a constante de tempo do circuito de controle L/R<40 ms, em 48/110/220 V CC Carga mínima de contato Valor 250 V CA/CC 8 A 15 A 30 A 5 A/3 A/1 A 100 ma em 24 V CA/CC ABB 21
22 Tabela 13. Sensor com lente e fibra ótica para proteção contra arco Descrição Cabo de fibra ótica incluindo lente Valor 1,5 m, 3,0 m ou 5,0 m Faixa de temperatura normal de serviço da lente Faixa de temperatura máxima de serviço da lente, máx. 1 h Raio de curvatura mínimo permitido da fibra de conexão mm Tabela 14. Grau de proteção do IED para montagem embutida Descrição Valor Frente IP 54 Traseira, terminais de conexão IP 20 Tabela 15. Condições ambientes Descrição Faixa de temperatura de operação Faixa de temperatura de operação em tempo curto Umidade relativa Pressão atmosférica Altitude Faixa de temperatura para armazenamento e transporte Valor ºC (contínua) ºC (<16h) 1)2) <93%, sem condensação kpa até 2000 m ºC 1) Ocorre degradação do MTBF e do desempenho da IHM fora da faixa de temperatura de ºC 2) Para IEDs com uma interface de comunicação LC, a temperatura máxima de operação é +70 ºC 22 ABB
23 Tabela 16. Testes climáticos Descrição Valor de teste de tipo Referência Teste com calor seco (umidade <50%) 96 h a +55ºC IEC h a +85ºC 1) Teste frio Teste com calor úmido, cíclico Teste de armazenagem 96 h a -25ºC 16 h a -40ºC 6 ciclos a C, umidade de % 96 h a -40ºC 96 h a +85ºC IEC IEC IEC ) Para IEDs com uma interface de comunicação LC, a temperatura máxima de operação é +70 o C ABB 23
24 Tabela 17. Testes de compatibilidade eletromagnética Descrição Valor de teste de tipo Referência Teste de perturbação por trem de pulsos de 1MHz: Em modo comum 2,5 kv IEC e IEC , nível 3 Em modo diferencial 1,0 kv Teste de descarga eletrostática: Descarga por contato 6 kv IEC e IEC , nível 3 Descarga pelo ar 8 kv Testes de interferência por radiofreqüência: Conduzida, em modo comum Irradiada, modulada em amplitude 10 V (cem), f=150 khz...80 MHz 10 V/m (rms), f = MHz e f=1,4...2,7 GHz IEC e IEC , nível 3 IEC e IEC , nível 3 Irradiada, modulada por pulsos 10 V/m, f=900 MHz ENV e IEC , nível 3 Testes de perturbação por transiente rápido: Todas as portas 4 kv IEC e IEC , classe A Teste de imunidade a surto: IEC e IEC , nível 4/3 Entradas binárias Comunicação Outras portas 2 kv, entre linha e o terra de proteção 1kV, entre linhas 2 kv, entre linha e o terra de proteção 4 kv, entre linha e o terra de proteção 2 kv, entre linhas Campo magnético de rede alternada (50 Hz): IEC , nível 5 Contínua 300 A/m 24 ABB
25 Tabela 17. Testes de compatibilidade eletromagnética, continuação Descrição Valor de teste de tipo Referência Teste de imunidade a rede alternada: IEC , classe A Em modo comum 300 V rms Em modo diferencial 150 V rms Quedas de tensão e interrupções curtas Testes de emissão eletromagnética: Conduzida, emissão de RF (terminal da rede) 30%/10 ms 60%/100 ms 60%/1000 ms >95%/5000 ms IEC EN 55011, classe A e IEC ,15.. 0,50 MHz < 79 db(µv) quase-pico < 66 db(µv) médio 0, MHz < 73 db(µv) quase-pico < 60 db(µv) médio Emissão de RF irradiada MHz < 40 db(µv/m) quase-pico, medido a 10 m de distância MHz < 47 db(µv/m) quase-pico, medido a 10 m de distância ABB 25
26 Tabela 18. Testes de isolação Descrição Valor de teste de tipo Referência Testes de dielétricos: IEC Tensão de teste 2 kv, 50 Hz, 1 min 500 V, 50 Hz, 1min, comunicação Teste de tensão de impulso: IEC Tensão de teste 5 kv, impulsos unipolares, forma de onda 1,2/50 μs, energia da fonte 0,5 J 1 kv, impulsos unipolares, forma de onda 1,2/50 μs, energia da fonte 0,5 J, comunicação Medidas de resistência de isolação IEC Resistência de isolação >100 MΏ, 500 V CC Resistência da malha de proteção IEC Resistência <0,1 Ώ (60 s) Tabela 19. Testes mecânicos Descrição Referência Testes de vibração (senoidal) IEC , classe 2 Teste de choque e queda IEC , classe 2 Tabela 20. Conformidade em CEM (EMC em inglês) Descrição Diretiva de CEM Referência 2004/108/CE Norma EN (2000) EN (2007) Tabela 21. Segurança do produto Descrição Diretiva de BT Referência 2006/95/CE Norma EN (2005) EN (1994) 26 ABB
27 Tabela 22. Conformidade em RoHS (substâncias perigosas) Descrição Atende a diretiva de RoHS 2002/95/CE Interfaces de comunicação de dados Tabela 23. Interfaces Ethernet Interface Ethernet Protocolo Cabo Taxa de transferência Frontal Protocolo TCP/IP Cabo invertido CAT 5 padrão Ethernet com conector RJ MBits/s Traseiro Protocolo TCP/IP Cabo blindado de pares trançados CAT 5e com conector RJ-45 ou cabo de fibra ótica com conector LC 100 MBits/s ABB 27
28 Funções de proteção Tabela 24. Proteção trifásica não-direcional contra sobrecorrente (PHxPTOC) Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz PHLPTOC PHHPTOC e PHIPTOC ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0, x I n ) ±5,0% do valor estabelecido (em correntes na faixa de x I n ) Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo PHIPTOC: I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial I Falha = 10 x o valor estabelecido para o Valor inicial 16 ms 11 ms 19 ms 12 ms 23 ms 14 ms PHHPTOC e PHLPTOC: I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial 22 ms 24 ms 25 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso Supressão de harmônicas < 30 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) RMS: Sem supressão DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Pico a pico: Sem supressão P-a-P+backup: Sem supressão 1) O Tempo de atraso na operação estabelecido = 0,02 s, Tipo de curva de operação = IEC tempo definido, Modo de medição = default (depende do estágio), corrente antes da falha = 0,0 x In, fn = 50 Hz, corrente de falha em uma fase com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Inclui o atraso do contato de saída para trabalho pesado 28 ABB
29 Tabela 25. Configurações principais da proteção trifásica não-direcional contra sobrecorrente (PHxPTOC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial PHLPTOC 0,05...5,00 x I n 0,01 PHHPTOC 0, ,00 x I n 0,01 PHIPTOC 1, ,00 x I n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação PHLPTOC 0,8...10,0 0,05 PHHPTOC 0, ,00 0,05 PHLPTOC ms 10 PHHPTOC ms 10 PHIPTOC ms 10 Tipo de curva de PHLPTOC Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19 PHHPTOC PHIPTOC Tempo definido ou inverso Tipo de curva: 1, 3, 5, 9, 10, 12, 15, 17 Tempo definido 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos ABB 29
30 Tabela 26. Proteção trifásica direcional contra sobrecorrente (DPHxPDOC) Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente/tensão medida: f n ±2Hz DPHLPDOC DPHHPDOC Corrente: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n Tensão: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Ângulo de fase: ±2 Corrente: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0, x I n ) ±5,0% do valor configurado (em correntes na faixa de x I n ) Tensão: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Ângulo de fase: ±2 Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo I Falha = 2,0 x o valor estabelecido para o Valor inicial 37 ms 40 ms 42 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Modo de medição e Quantidade de polos = default, corrente antes da falha = 0,0 x I n, tensão antes da falha = 1,0 x U n, f n = 50 Hz, corrente de falha em uma fase com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Máximo Valor inicial = 2,5 x I n, Valor inicial múltiplos na faixa de 1,5 a ABB
31 Tabela 27. Configurações principais da proteção trifásica direcional contra sobrecorrente (DPHxPDOC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial DPHxPDOC 0,05...5,00 x I n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação DPHxPDOC 0, ,00 0,05 DPHxPDOC ms 10 Modo direcional DPHxPDOC 1 = Não-direcional 2 = Para frente 3 = Para trás Ângulo característico DPHxPDOC graus 1 Tipo de curva de DPHLPDOC Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19 DPHHPTOC Tempo definido ou inverso Tipo de curva: 1, 3, 5, 9, 10, 12, 15, 17 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos ABB 31
32 Tabela 28. Proteção não-direcional contra falha de terra (EFxPTOC) Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz EFLPTOC EFHPTOC e EFIPTOC ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0, x I n ) ±5,0% do valor estabelecido (em correntes na faixa de x I n ) Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo EFIPTOC: I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial I Falha = 10 x o valor estabelecido para o Valor inicial 16 ms 11 ms 19 ms 12 ms 23 ms 14 ms EFHPTOC e EFLPTOC: I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial 22 ms 24 ms 25 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso Supressão de harmônicas < 30 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) RMS: Sem supressão DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Pico a pico: Sem supressão 1) Modo de medição = default (depende do estágio), corrente antes da falha = 0,0 x I n, f n = 50 Hz, corrente de falha de terra com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Máximo Valor inicial = 2,5 x I n, Valor inicial múltiplos na faixa de 1,5 a ABB
33 Tabela 29. Configurações principais da proteção não-direcional contra falha de terra (EFxPTOC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial EFLPTOC 0, ,000 x I n 0,005 EFHPTOC 0, ,00 x I n 0,01 EFIPTOC 1, ,00 x I n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação EFLPTOC 0, ,00 0,05 EFHPTOC 0, ,00 0,05 EFLPTOC ms 10 EFHPTOC ms 10 EFIPTOC ms 10 Tipo de curva de EFLPTOC Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19 EFHPTOC EFIPTOC Tempo definido ou inverso Tipo de curva: 1, 3, 5, 9, 10, 12, 15, 17 Tempo definido 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos ABB 33
34 Tabela 30. Proteção direcional contra falha de terra (DEFxPDEF) Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz DEFLPDEF DEFHPDEF Corrente: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n Tensão ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Ângulo de fase: ±2 Corrente: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0, x I n ) ±5,0% do valor estabelecido (em correntes na faixa de x I n ) Tensão: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Ângulo de fase: ±2 Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo DEFHPDEF e DEFLPTDEF: I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial 61 ms 64 ms 66 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso Supressão de harmônicas < 30 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) RMS: Sem supressão DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Pico a pico: Sem supressão 1) O Tempo de atraso na operação estabelecido = 0,06 s,tipo de curva de operação = IEC tempo definido, Modo de medição = default (depende do estágio), corrente antes da falha = 0,0 x I n, f n = 50 Hz, corrente de falha de terra com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Máximo Valor inicial = 2.5 x I n, Valor inicial múltiplos na faixa de 1,5 a ABB
35 Tabela 31. Configurações principais da proteção direcional contra falha de terra (DEFxPDEF) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial DEFLPDEF 0,01...5,00 x I n 0,005 DEFHPDEF 0, ,00 x I n 0,01 Modo direcional DEFLPDEF e DEFHPDEF 1=Não-direcional 2=Para frente 3=Para trás Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação DEFLPDEF 0, ,00 0,05 DEFHPDEF 0, ,00 0,05 DEFLPDEF ms 10 DEFHPDEF ms 10 Tipo de curva de DEFLPDEF Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19 Modo de operação DEFHPDEF DEFLPDEF e DEFHPDEF Tempo definido ou inverso Tipo de curva: 1, 3, 5, 15, 17 1=Ângulo de fase 2=I 0 Sen 3=I 0 Cos 4=Ângulo de fase 80 5=Ângulo de fase 88 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos Tabela 32. Proteção contra falha de terra intermitente/transiente (INTRPTEF) Característica Precisão de operação (critéio de U 0 com proteção contra transiente) Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Precisão do tempo de operação ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5 ABB 35
36 Tabela 33. Configurações principais da proteção contra falha de terra intermitente/ transiente (INTRPTEF) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Modo direcional INTRPTEF 1=Não-direcional 2=Para frente 3=Para trás Tempo de atraso na operação Valor inicial de tensão (valor inicial de tensão para falha de terra por transiente) INTRPTEF ms 10 INTRPTEF 0,01...0,50 x U n 0,01 Modo de operação INTRPTEF 1=Falha de terra intermitente 2=Falha de terra por transiente Limite do contador de picos (requisito mín. para contador de picos antes do início no modo de falha de terra intermitente) INTRPTEF ABB
37 Tabela 34. Proteção contra sobretensão trifásica (PHPTOV) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo U Falha = 1,1 x o valor estabelecido para o Valor inicial 22 ms 24 ms 26 ms Tempo de reinício Relação de reinício Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso < 40 ms Depende da configuração da Histerese relativa < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Valor inicial = 1,0 x U n, Tensão antes da falha = 0,9 x U n, f n = 50 Hz, sobretensão em uma fase-fase com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Máximo Valor inicial = 1,20 x U n, Valor inicial múltiplos na faixa de 1,10 a 2,00 Tabela 35. Configurações principais da proteção contra sobretensão trifásica (PHPTOV) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial PHPTOV 0,05...1,60 x U n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação PHPTOV 0, ,00 0,05 PHPTOV ms 10 Tipo de curva de PHPTOV Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 5, 15, 17, 18, 19, 20 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos ABB 37
38 Tabela 36. Proteção contra subtensão trifásica (PHPTUV) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: fn ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo U Falha = 0,9 x o valor estabelecido para o Valor inicial 62 ms 64 ms 66 ms Tempo de reinício Relação de reinício Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso < 40 ms Depende da configuração da Histerese relativa < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Valor inicial = 1,0 x U n, Tensão antes da falha = 1,1 x U n, f n = 50 Hz, subtensão em uma fase-fase com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Mínimo Valor inicial = 0,50, Valor inicial múltiplos na faixa de 0,90 a 0,20 Tabela 37. Configurações principais da proteção contra subtensão trifásica (PHPTUV) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial PHPTUV 0,05...1,20 x U n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação PHPTUV 0, ,00 0,05 PHPTUV ms 10 Tipo de curva de PHPTUV Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 5, 15, 21, 22, 23 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos 38 ABB
39 Tabela 38. Proteção contra subtensão de seqüência positiva (PSPTUV) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo U Falha = 0,99 x o valor estabelecido para o Valor inicial U Falha = 0,9 x o valor estabelecido para o Valor inicial 51 ms 43 ms 53 ms 45 ms 54 ms 46 ms Tempo de reinício Relação de reinício Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido < 40 ms Depende da configuração da Histerese relativa < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Valor inicial = 1,0 x U n, Tensão de seqüência positiva antes da falha = 1,1 x U n, f n = 50 Hz, subtensão de seqüência positiva com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída Tabela 39. Configurações principais da proteção contra subtensão de seqüência positiva (PSPTUV) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial PSPTUV 0, ,200 x U n 0,001 Tempo de atraso na operação Valor de bloqueio de tensão PSPTUV ms 10 PSPTUV 0,01...1,0 x U n 0,01 ABB 39
40 Tabela 40. Proteção contra sobretensão de seqüência negativa de fase (NSPTOV) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: fn ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo U Falha = 1,1 x o valor estabelecido para o Valor inicial U Falha = 2,0 x o valor estabelecido para o Valor inicial 33 ms 24 ms 35 ms 26 ms 37 ms 28 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Tensão de seqüência negativa antes da falha = 0,0 x U n, f n = 50 Hz, sobretensão de seqüência negativa com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída Tabela 41. Configurações principais da proteção contra sobretensão de seqüência negativa de fase (NSPTOV) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial NSPTOV 0, ,000 x U n 0,001 Tempo de atraso na operação NSPTOV ms 1 40 ABB
41 Tabela 42. Proteção contra sobretensão residual (ROVPTOV) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x U n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo U Falha = 1,1 x o valor estabelecido para o Valor inicial 29 ms 31 ms 32 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Tensão residual antes da falha = 0,0 x U n, f n = 50 Hz, tensão residual com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída Tabela 43. Configurações principais da proteção contra sobretensão residual (ROVPTOV) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial ROVPTOV 0, ,000 x U n 0,001 Tempo de atraso na operação ROVPTOV ms 1 ABB 41
42 Tabela 44. Proteção contra corrente de seqüência negativa de fase (NSPTOC) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n Tempo inicial 1)2) Mínimo Típico Máximo I Falha = 2 x o valor estabelecido para o Valor inicial I Falha = 10 x o valor estabelecido para o Valor inicial 22 ms 14 ms 24 ms 16 ms 25 ms 17 ms Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido Precisão do tempo de operação em modo de tempo inverso < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ±5,0% do valor teórico ou ±20 ms 3) Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, 1) Corrente de seqüência negativa antes da falha = 0,0, f n = 50 Hz, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas 2) Inclui o atraso do contato do sinal de saída 3) Máximo Valor inicial = 2,5 x I n, Valor inicial múltiplos na faixa de 1,5 a 20 Tabela 45. Configurações principais da proteção contra corrente de seqüência negativa de fase (NSPTOC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial NSPTOC 0,01...5,00 x I n 0,01 Multiplicador de tempo Tempo de atraso na operação NSPTOC 0, ,00 0,05 NSPTOC ms 10 Tipo de curva de NSPTOC Tempo definido ou inverso operação 1) Tipo de curva: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19 1) Para mais referências consulte a Tabela de características de operação ao final do capítulo de Dados Técnicos 42 ABB
43 Tabela 46. Proteção contra descontinuidade de fase (PDNSPTOC) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz ±2% do valor estabelecido Tempo inicial Tempo de reinício < 70 ms < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 Tempo de retardo Precisão do tempo de operação em modo de tempo definido < 35 ms ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Tabela 47. Configurações principais da proteção contra descontinuidade de fase (PDNSPTOC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial (Configuração da relação de corrente I 2 /I 1 ) Tempo de atraso na operação Corrente mínima de fase PDNSPTOC % 1 PDNSPTOC ms 1 PDNSPTOC 0,05...0,30 x I n 0,01 Tabela 48. Proteção contra falha de disjuntor (CCBRBRF) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n Precisão do tempo de operação ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms ABB 43
44 Tabela 49. Configurações principais da proteção contra falha de disjuntor (CCBRBRF) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor da corrente (Corrente da fase em operação) Valor da corrente Residual (Corrente residual em operação) CCBRBRF 0,05...1,00 x I n 0,05 CCBRBRF 0,05...1,00 x I n 0,05 Modo de falha do DJ (Modo de operação da função) Modo de desligamento em falha do DJ CCBRBRF CCBRBRF 1=Corrente 2=Status do disjuntor 3=Ambos 1=Desligado 2=Sem verificação 3=Verificação de corrente Tempo de reabertura CCBRBRF ms 10 Atraso em falha do DJ CCBRBRF ms 10 Atraso em defeito do DJ CCBRBRF ms 10 Tabela 50. Sobrecarga térmica trifásica (T1PTTR) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz Medição de corrente: ±0,5% ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0,01...4,00 x I n ) Precisão do tempo de operação ±2,0% ou ±0,50 s 44 ABB
45 Tabela 51. Configurações principais da sobrecarga térmica trifásica (T1PTTR) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Temp. amb. definida (Temperatura ambiente usada quando o AmbSens está em Off) Multiplicador de corrente (Multiplicador de corrente quando a função é usada para linhas paralelas) Referência de corrente Elevação de temperatura (Elevação da temperatura final sobre a ambiente) Constante de tempo (Constante de tempo da linha em segundos) Temperatura máxima (nível de temperatura para atuação) Valor de alarme (Nível de temperatura para disparar (alarme)) Temperatura de rearme (Temperatura para reinício do rearme do bloco após atuação) Temperatura inicial (Elevação de temperatura acima da ambiente na iniciação) T1PTTR C 1 T1PTTR T1PTTR 0,05...4,00 x I n 0,01 T1PTTR 0, ,0 C 0,1 T1PTTR s 1 T1PTTR 20, ,0 C 0,1 T1PTTR 20, ,0 C 0,1 T1PTTR 20, ,0 C 0,1 T1PTTR -50, ,0 C 0,1 ABB 45
46 Tabela 52. Detecção de corrente de partida trifásica (INRPHAR) Característica Precisão de operação Valor Na freqüência f=f n Medição de corrente: ±1,5% do valor configurado ou ±0,002 x I n Medição da relação I2f/I1f: ±5,0% do valor estabelecido Tempo de reinício +35 ms / -0 ms Relação de reinício Típica 0,96 Precisão do tempo de operação +35 ms / -0 ms Tabela 53. Configurações principais de detecção de corrente de partida trifásica (INRPHAR) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial (Relação entre a 2ª e a 1ª harmônica que provoca restrição) INRPHAR % 1 Tempo de operação INRPHAR ms 1 Tabela 54. Proteção contra arco (ARCSARC) Característica Precisão de operação Valor ±3% do valor configurado ou ±0,01 x I n Tempo de operação Mínimo Típico Máximo Modo de operação = 9 ms 12 ms 15 ms "Luz+corrente" 1)2) Modo de operação = 9 ms 10 ms 12 ms "Apenas luz" 2) Tempo de reinício < 40 ms Relação de reinício Típica 0,96 1) Valor inicial da fase = 1,0 x I n, corrente antes da falha = 2,0 x valor configurado do Valor inicial da fase, f n = 50 Hz, falha com freqüência nominal, resultados baseados em distribuição estatística de 200 medidas 2) Inclui o atraso do contato de saída para trabalho pesado 46 ABB
47 Tabela 55. Configurações principais da proteção contra arco (ARCSARC) Parâmetro Função Valor (Faixa) Degrau Valor inicial da fase (Corrente da fase em operação) Valor inicial do terra (Corrente residual em operação) ARCSARC 0, ,00 x I n 0,01 ARCSARC 0,05...8,00 x I n 0,01 Modo de operação ARCSARC 1=Luz+corrente 2=Apenas luz 3=Controlado por BI Tabela 56. Características operacionais Parâmetro Tipo de curva de operação Tipo de curva de operação (proteção de tensão) Valores (Faixa) 1=ANSI Ext. inv. 2=ANSI Muito. inv. 3=ANSI Norm. inv. 4=ANSI Moder inv. 5=ANSI Tempo Def. 6=Longo Tempo Extr. inv. 7=Longo Tempo Muito inv. 8=Longo Tempo inv. 9=IEC Norm. inv. 10=IEC Muito inv. 11=IEC inv. 12=IEC Extr. inv. 13=IEC Tempo Curto inv. 14=IEC Longo Tempo inv 15=IEC Tempo Def. 17=Programável 18=Tipo RI 19=Tipo RD 5=ANSI Tempo Def. 15=IEC Tempo Def. 17=Inv. Curva A 18=Inv. Curva B 19=Inv. Curva C 20=Programável 21=Inv. Curva A 22=Inv. Curva B 23=Programável ABB 47
48 Funções de controle Tabela 57. Auto-rearme (DARREC) Característica Precisão do tempo de operação Valor ±1,0% do valor configurado ou ±20 ms Funções de medição Tabela 58. Medição da corrente trifásica (CMMXU) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f n ±2Hz ±0,5% ou ±0,002 x I n (em correntes na faixa de 0,01...4,00 x I n ) Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, RMS: Sem supressão Tabela 59. Componentes da seqüência de correntes (CSMSQI) Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente medida: f/ f n = ±2Hz ±1,0% ou ±0,002 x I n em correntes na faixa de 0,01...4,00 x I n Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Tabela 60. Medição da tensão trifásica (VMMXU) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: f n ±2Hz Em tensões na faixa de 0,01...1,15 x U n ±0,5% ou ±0,002 x U n Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, RMS: Sem supressão 48 ABB
49 Tabela 61. Componentes da seqüência de tensões (VSMSQI) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da tensão medida: f n ±2Hz Em tensões na faixa de 0,01...1,15 x U n ±1,0% ou ±0,002 x U n Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Tabela 62. Medição da corrente residual (RESCMMXU) Característica Precisão de operação Valor Depende da freqüência da corrente medida: f/f n = ±2Hz ±0,5% ou ±0,002 x I n em correntes na faixa de 0,01...4,00 x I n Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Tabela 63. Medição da tensão residual (RESVMMXU) RMS: Sem supressão Característica Valor Precisão de operação Depende da freqüência da corrente medida: f/ f n = ±2Hz ±0,5% ou ±0,002 x U n Supressão de harmônicas DFT: -50dB em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, RMS: Sem supressão ABB 49
50 Tabela 64. Potência e energia trifásica (PEMMXU) Característica Precisão de operação Valor Em todas as três correntes na faixa de 0,10...1,20 x I n Em todas as três tensões na faixa de 0,50...1,15 x U n Na freqüência f n ±1Hz Potência e energia ativa na faixa de PF > 0,71 Potência e energia reativa na faixa de PF < 0,71 ±1,5% para a potência (S, P e Q) ±0,015 para o fator de potência ±1,5% para a energia Supressão de harmônicas DFT: -50 db em f = n x f n, onde n = 2, 3, 4, 5, Funções de supervisão Tabela 65. Supervisão do circuito de corrente (CCRDIF) Característica Tempo de operação 1) Valor < 30 ms 1) Incluindo o atraso do contato de saída. Tabela 66. Configurações principais da supervisão do circuito de corrente (CCRDIF) Parâmetro Valores (Faixa) Unidade Descrição Valor inicial 0,05...0,20 x I n Nível diferencial mínimo da corrente de operação Corrente de operação máxima 1,00...5,00 x I n Bloqueio da função em corrente de fase elevada 50 ABB
51 Tabela 67. Supervisão de falha de fusível (SEQRFUF) Característica Valor Tempo de operação 1) Função NPS Função delta U Falha = 1,1 x o valor estabelecido para o Nível Tensão Seq. Neg. U Falha = 5,0 x o valor estabelecido para o Nível Tensão Seq. Neg. ΔU = 1,1 x o valor estabelecido para a Taxa de variação da tensão ΔU = 2,0 x o valor estabelecido para a Taxa de variação da tensão < 33 ms < 18 ms < 30 ms < 24 ms 1) Inclui o atraso do contato do sinal de saída, f n = 50 Hz, tensão de falha com freqüência nominal injetada de um ângulo de fase aleatório, resultados baseados em distribuição estatística de 1000 medidas ABB 51
52 Controle e proteção de alimentadores Versão de produto: 2.0 Emitido em: Opções de display O IED está disponível com dois displays opcionais, um maior e um menor. Os dois displays de LCD oferecem funcionalidade plena da interface de usuário, com navegação e visualização de menus. e melhor visão das informações. Ele é adequado para instalações de IED com uso freqüente da interface de usuário do painel frontal, enquanto que o display menor é adequado para subestações controladas remotamente, nas quais o IED é acessado apenas ocasionalmente pela interface de usuário frontal. O display maior oferece uma facilidade de uso ampliada, com menor rolagem de menus IECA V2 PT Figura 8. Display menor IECA V2 PT Figura 9. Display maior Tabela 68. Display menor Tamanho do caracter1) Linhas na área visível Caracteres por linha Pequeno, monoespaçado (6x12 pixels) 5 20 Grande, largura variável (13x14 pixels) 4 8 ou mais 1) Depende do idioma selecionado Tabela 69. Display maior Tamanho do caracter1) Linhas na área visível Caracteres por linha Pequeno, monoespaçado (6x12 pixels) Grande, largura variável (13x14 pixels) 8 8 ou mais 1) Depende do idioma selecionado 52 ABB
53 20. Métodos de montagem Por meio dos acessórios adequados, a caixa padrão de IED da série 615 pode ser montada embutida, semi-embutida ou em parede. As caixas de IED para montagem embutida e em parede também podem ser montadas em posição inclinada (25 ) usando acessórios especiais. Os IEDs também podem ser montados em qualquer gabinete padrão de 19" para instrumentos, usando painéis de montagem de 19" com recortes para um ou dois IEDs. Alternativamente, o IED pode ser montado em gabinetes para instrumentos de 19" por meio de quadros 4U para equipamento Combiflex. Para fins de testes de rotina as caixas de IED podem ser equipadas com chaves de teste tipo RTXP 18, que podem ser montadas lado a lado com as caixas. Métodos de montagem: Montagem embutida Montagem semi-embutida Montagem semi-embutida em inclinação de 25 Montagem em rack Montagem em parede Montagem em um quadro de equipamentos de 19" Montagem com uma chave de teste RTXP 18 em um rack de 19" Recorte de painel para montagem embutida: Altura: 161,5±1 mm Largura: 165,5±1 mm IECA V1 PT Figura 10. Montagem embutida IECA V1 PT Figura 11. Montagem semi- -embutida IECA V1 PT Figura 12. Semi-embutida em inclinação de 25º 21. Caixa e unidade plug- -in do IED Por razões de segurança, as caixas para IEDs de medição de corrente possuem contatos de operação automática para colocar em curto os circuitos secundários do TC, quando uma unidade de IED é retirada de sua caixa. A caixa do IED também possui um sistema de codificação mecânica impedindo que as unidades de IED para medição de corrente sejam colocadas em uma caixa para um IED ABB 53
54 de medição de tensão e vice-versa, ou seja, as caixas de IED são associadas ao tipo de unidade plug-in de IED. 54 ABB
55 22. Informações para seleção e aquisição A etiqueta de tipo e número de série identifica o IED de proteção. A etiqueta está colocada acima da IHM na parte superior da unidade plug-in. O código para compra está colocado na lateral da unidade plug-in e também no interior da caixa. O código de compra consiste de uma seqüência de códigos gerada a partir dos módulos de hardware e software do IED. Use a chave de informações para pedido para gerar o código de compra quando solicitar IEDs completos. H B F C A C A B N B B 1 A C N 1 X C # DESCRIÇÃO 1 IED IED da série 615 (incluindo caixa) 2 Norma IEC 3 Aplicação principal Proteção e controle de dispositivos de alimentação H B F IECA V4 PT H B F C A C A B N B B 1 A C N 1 X C # DESCRIÇÃO 4 Aplicação funcional 1) Configuração padrão A B C D E F 5-6 Entradas analógicas 4 I + U 0 (I 0 1/5 A) AA AA 4 I + U 0 (I 0 0.2/1 A) AB AB 4 I (I 0 1/5 A) AC AC 4 I (I 0 0.2/1 A) AD AD 4 I (I 0 1/5 A) + 5U AE AE 4 I (I 0 0.2/1 A) + 5U AF AF 7-8 Entradas/saídas binárias 3 BI + 6 BO AA 4 BI + 6 BO AB 11 BI + 10 BO AC 12 BI + 10 BO AD 17 BI + 13 BO AE 18 BI + 13 BO AF 16 BI + 10 BO AG AG 1) A configuração padrão escolhida determina o hardware necessário e o opcional. Selecione os dígitos corretos da coluna de configuração padrão A, B, C, D, E ou F IECA V5 PT ABB 55
56 H B F C A C A B N B B 1 A C N 1 X C # DESCRIÇÃO 9 Comunicação serial RS-485 (incl. IRIG-B) A A Fibra ótica de vidro (ST) 1) 2) B B Nenhum N N 10 Comunicação Ethernet Ethernet 100BaseFX (LC) Ethernet 100BaseTX (RJ-45) A A B B B Nenhum N N N 11 Protocolo de comunicação 3) IEC A A Modbus B B B B B IEC e Modbus C C C IEC D D D D DNP3 E E E E E 1) A comunicação serial usando fibra ótica de vidro (ST) não pode ser combinada com proteção contra arco. 2) O cartão de comunicação inclui um conector RS-485 e uma entrada para IRIG-B. 3) O cartão de comunicação escolhido (dígito 9-10) determina os protocolos de comunicação disponíveis. Selecione seu protocolo na coluna correspondente. Note que a configuração padrão escolhida não limita a escolha das opções de comunicação e protocolos. A configuração padrão "A" pode, por exemplo, ser combinada com qualquer das colunas especificadas para o dígito IECA V4 PT 56 ABB
57 H B F C A C A B N B B 1 A C N 1 X C # DESCRIÇÃO 12 Idioma Inglês 1 Inglês e alemão 3 13 Painel frontal LCD menor LCD maior 14 Opção 1 Auto-rearme Proteção contra arco 1) Proteção contra arco e auto-rearme 1) Nenhum 15 Opção 2 Nenhum 16 Alimentação V DC, V AC V DC 2 17 Dígito vago Vago 18 Versão Versão 2.0 1) O hardware de proteção contra arco está localizado no módulo de comunicação (dígito 9-10). Portanto um módulo de comunicação sempre é necessário para permitir a proteção contra arco. Note que a proteção contra arco ou proteção contra arco e rearme não podem ser combinadas com comunicação serial usando fibra ótica de vidro (ST). A B A B C N N X C IECA V5 PT Código de exemplo: H B F C A C A B N B B 1 A C N 1 X C Seu código para pedido: Dígito (#) Código de exemplo: IECA V5 PT Figura 13. Chave de pedido para IEDs completos ABB 57
58 23. Acessórios e informações para pedidos Tabela 70. Cabos Item Cabo para sensores óticos de proteção contra arco, de 1,5 m Cabo para sensores óticos de proteção contra arco, de 3,0 m Cabo para sensores óticos de proteção contra arco, de 5,0 m Número para pedido 1MRS MRS MRS Tabela 71. Acessórios para montagem Item Kit para montagem semi-embutida Kit para montagem em parede Kit para montagem semi-embutida inclinada Kit para montagem em gaveta de 19" com recorte para um IED Kit para montagem em gaveta de 19" com recorte para dois IEDs Suporte de montagem para um IED com chave de teste RTXP em Combiflex de 4U (RHGT 19 variante C) Suporte de montagem para um IED em Combiflex de 4U (RHGT 19 variante C) Kit de montagem em gaveta de 19" para um IED e uma chave de teste RTXP18 (a chave de teste não está incluída no conjunto) Kit de montagem em gaveta de 19" para um IED e uma chave de teste RTXP24 (a chave de teste não está incluída no conjunto) Número para pedido 1MRS MRS MRS MRS MRS RCA022642P0001 2RCA022643P0001 2RCA021952A0003 2RCA022561A Ferramentas O IED é fornecido como uma unidade pré- -configurada. Os valores padrão dos parâmetros podem ser mudados pela interface de usuário do painel frontal, pela interface de usuário em navegador web (IHM web), ou pela ferramenta PCM600 juntamente com o pacote específico de conectividade do IED. A PCM600 oferece funções abrangentes de configuração de IED, como a configuração de sinais usando a ferramenta da matriz de sinais e a configuração de comunicação IEC 61850, incluindo a comunicação horizontal ponto a ponto e GOOSE. Quando se usa a interface de usuário em navegador web, o IED pode ser acessado local ou remotamente usando um navegador (IE 7.0 ou mais recente). Por razões de segurança, a interface de usuário por navegador web é desabilitada de fábrica. Essa 58 ABB
59 interface pode ser habilitada com a ferramenta PCM600 ou pela interface do painel frontal. Sua funcionalidade pode ser limitada a acesso apenas para leitura através da PCM600. O pacote de conectividade do IED é uma coleção de software e informações específicas do IED, que permite que produtos e ferramentas de sistema se conectem e interajam com o IED. Os pacotes de conectividade reduzem o risco de erros na integração do sistema, minimizando os tempos de configuração e preparação do dispositivo. Tabela 72. Ferramentas Ferramentas de configuração do dispositivo e de parâmetros PCM600 Interface de usuário em navegador web Pacote de conectividade do Versão 2.0 SP2 ou mais recente IE 7.0 ou mais recente 2.0 ou mais recente ABB 59
60 Tabela 73. Funções suportadas Função IHM web PCM600 Configuração de sinais do IED (ferramenta da matriz de sinais) - Configuração da comunicação IEC 61850, GOOSE (ferramenta de configuração de comunicação) - Configuração da comunicação Modbus (ferramenta de gerenciamento de comunicação) - Configuração da comunicação DNP3 (ferramenta de gerenciamento de comunicação) - Configuração da comunicação IEC (ferramenta de gerenciamento de comunicação) - Definição de parâmetros do IED Gravação da definição de parâmetros no IED Gravação da definição de parâmetros do IED na ferramenta - Monitoração de sinais Tratamento do registrador de perturbações Análise do registro de perturbações - Visualização de eventos - Salvar os dados de eventos no PC do usuário - Visualização dos LEDs de alarme Visualização do diagrama de fasores - Gerenciamento do controle de acesso = Suportado 25. Soluções da ABB suportadas A implementação genuína da IEC e o conceito do Pacote de Conectividade da ABB permitem uma integração perfeita dos IEDs da série 615, com o dispositivo COM600 de Automação de Estação e com o sistema de gerenciamento e controle em nível de rede MicroSCADA Pro da ABB. O COM600 é uma solução integrada de gateway de comunicação com plataforma de automação e solução de interface de usuário, para subestações de distribuição de concessionárias e de uso industrial. A plataforma de automação com seu processador lógico torna o COM600 uma plataforma de implementação flexível para 60 ABB
61 tarefas de automação no nível de subestação. Os pacotes de conectividade dos IEDs simplificam a configuração de sistema e a integração dos IEDs. O MicroSCADA Pro foi concebido para ter funcionalidade completa em monitoração e controle em tempo real, de equipamentos primários e secundários em subestações de transmissão e distribuição. Ele permite interagir com facilidade e segurança com IEDs de controle e proteção, bem como com o processo, através do local de trabalho do operador. Tabela 74. Soluções da ABB suportadas Produto Automação de Estações COM600 MicroSCADA Pro Versão 3.3 ou mais recente 9.2 SP1 ou mais recente ABB 61
62 26. Diagramas de terminais Opcional O IED dispõe de um mecanismo de curto-circuito automático dos TCs quando a unidade principal é removida da caixa IECA V4 PT Figura 14. Diagrama de terminais da configuração padrão B 62 ABB
63 Opcional O IED dispõe de um mecanismo de curto-circuito automático dos TCs quando a unidade principal é removida da caixa IECA V4 PT Figura 15. Diagrama de terminais da configuração padrão D ABB 63
64 Opcional O IED dispõe de um mecanismo de curto-circuito automático dos TCs quando a unidade principal é removida da caixa GUID-FA7A D EAB3997 V2 PT Figura 16. Diagrama de terminais das configurações padrão E e F 64 ABB
65 27. Certificados A KEMA emitiu um Cetificado Nível A 1 de conformidade com a IEC para o. Número do certificado: Consulting Referências A área de download no lado direito da página contém a documentação de produto mais atual, como o manual de referência técnica, o manual de instalação, manual do operador, etc. A ferramenta de seleção colocada na página lhe ajuda a encontrar os documentos por categoria e idioma. As abas de Features e Application contêm informações relativas a produtos em um formato compacto. O portal lhe oferece informações sobre a gama de produtos e serviços para automação de distibuição. Você encontrará as informações relevantes mais recentes sobre o IED de proteção na página de produtos. Figura 17. Página de produtos GUID-7538BF96-88EE-413C-86C7-FC91CC8AD358 V2 PT ABB 65
66 29. Funções, códigos e símbolos Tabela 75. Funções, códigos e símbolos do Função IEC IEC ANSI Funções de proteção Sobrecorrente trifásica não- -direcional, estágio de limiar baixo Sobrecorrente trifásica não- -direcional, estágio de limiar alto Sobrecorrente trifásica não- -direcional, estágio de valor instantâneo Sobrecorrente trifásica direcional, estágio de limiar baixo Sobrecorrente trifásica direcional, estágio de limiar alto Falha direcional de terra, estágio de limiar baixo Falha direcional de terra, estágio de limiar alto Falha de terra intermitente/ transiente Falha não-direcional (entre circuitos) de terra, usando I 0 calculada Falha não-direcional de terra, estágio de limiar baixo (SEF) Falha não-direcional de terra, estágio de limiar baixo Falha não-direcional de terra, estágio de limiar alto Falha não-direcional de terra, estágio de valor instantâneo Sobrecorrente de seqüência negativa PHLPTOC 3I> 51P-1 PHHPTOC 3I>> 51P-2 PHIPTOC 3I>>> 50P/51P DPHLPDOC 3I> 67 1 DPHHPDOC 3I>> 67-2 DEFLPDEF I 0 > 67N-1 DEFHPDEF I 0 >> 67N-2 INTRPTEF I 0 > IEF 67N-IEF EFHPTOC I 0 >> 51N-2 EFLPTOC I 0 > 51N-1 EFLPTOC I 0 > 51N-1 EFHPTOC I 0 >> 51N-2 EFIPTOC I 0 >>> 50N/51N NSPTOC I 2 > 46 Descontinuidade de fase PDNSPTOC I 2 /I 1 > 46PD Sobrecarga térmica T1PTTR 3I th > 49F Sobretensão trifásica PHPTOV 3U> ABB
67 Tabela 75. Funções, códigos e símbolos do, continuação Função IEC IEC ANSI Subtensão de seqüência positiva PSPTUV1 U1< 47U+ Sobretensão de seqüência negativa NSPTOV1 U2> 47O- Sobretensão residual ROVPTOV U 0 > 59G Subtensão trifásica PHPTUV 3U< 27 Falha de disjuntor CCBRBRF 3I>/I 0 >BF 51BF/51NBF Detector de corrente de partida trifásica INRPHAR 3I2f> 68 Proteção contra arco ARCSARC ARC 50L/50NL Funções de controle Controle de disjuntor CBXCBR I O CB Religamento automático DARREC O I 79 Funções de supervisão e monitoração Supervisão de falha de fusível SEQRFUF1 FUSEF 60 Supervisão do circuito de corrente CCRDIF MCS 3I MCS 3I Supervisão do circuito de desligamento Monitoração da condição do disjuntor Indicação da posição do seccionador TCSSCBR TCS TCM SSCBR CBCM CBCM DCSXSW1 I<-> O DC I<-> O DC Indicação da chave de aterramento ESSXSWI I<-> O ES I<-> O ES Funções de medição Corrente trifásica CMMXU 3I 3I Componentes da seqüência de correntes CSMSQI I 1, I 2, I 0 I 1, I 2, I 0 Medição da tensão trifásica VMMXU1 3U 3U Componentes da seqüência de tensões VSMSQI1 U 1, U 2, U 0 U 1, U 2, U 0 Corrente residual RESCMMXU I 0 I n Tensão residual RESVMMXU U 0 V n ABB 67
68 Tabela 75. Funções, códigos e símbolos do, continuação Função IEC IEC ANSI Potência e energia PEMMXU1 P, E P, E Função registrador de perturbações Registrador de perturbação por transiente RDRE DREC DREC 30. Histórico de revisão do documento Revisão/data do documento Versão do produto Histórico A/ Primeira emissão 68 ABB
69 69
70 Entre em contato ABB Oy Distribution Automation Caixa Postal 699 FI VAASA, Finlândia Telefone Fax Copyright 2011 ABB. Todos os direitos reservados.
Relé de proteção do diferencial 865
Relé de proteção do diferencial 865 Para a proteção do diferencial de motores, transformadores e geradores Boletim 865, Série A Guia de especificações Sumário Página de descrição da seção 1.0 Características
Monitor de Temperatura M96
ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura M96 foi desenvolvido para supervisionar até 8 (oito) canais de temperatura simultaneamente, ele é utilizado para proteger
Monitor de Temperatura MONITEMP
ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura MoniTemp foi desenvolvido para supervisionar até 3 (três) canais de temperatura simultaneamente, ele é utilizado para proteger
Monitor de Nível de Óleo para Transformadores - MNO
ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Nível de Óleo para Transformadores e reatores MNO, é um equipamento microprocessado de alta precisão que indica o nível de óleo em escala
Relé de Proteção do Motor RPM ANSI 37/49/50/77/86/94 CATÁLOGO. ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5
CATÁLOGO ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Relé de Proteção de Motores RPM foi desenvolvido para supervisionar até 2 (dois) grupos ventiladores/motores simultaneamente, é utilizado
Monitor de Temperatura Digital para transformadores MONITEMP PLUS
ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/6 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura MoniTemp Plus foi desenvolvido para monitorar a temperatura de óleo e enrolamento, comandar a ventilação e proteger transformadores
Electron do Brasil. Tecnologia ao seu alcance. Tecnologia Digital. www.electrondobrasil.com. Catálogo Monitemp - rev3. Qualidade Comprovada!
Electron do Brasil Tecnologia Digital Qualidade Comprovada! Ensaios de Tipo Realizados Tecnologia ao seu alcance Catálogo Monitemp - rev3 Produtos Certificados! www.electrondobrasil.com O Monitor de Temperatura
ANSI - 23 26 45 49 49I 62 74 77 94
ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/7 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura MASTERTEMP foi desenvolvido para monitorar a temperatura de óleo e enrolamento, comandar a ventilação e proteger transformadores
Relion 615 series. Feeder Proteção e controle REF615 Guia do Produto
Relion 615 series Feeder Proteção e controle Guia do Produto Conteúdo 1. Descrição...3 2. Configurações padrão...3 3. Funções de proteção...8 4. Aplicações...13 5. Soluções da ABB suportadas...18 6. Controle...20
Relion 615 series. Proteção do transformador e de controle RET615 Guia do Produto
Relion 615 series Proteção do transformador e de controle Guia do Produto Conteúdo 1. Descrição...3 2. Configurações padrão...3 3. Funções de proteção...7 4. Aplicação...14 5. Soluções da ABB suportadas...16
INDICADOR DE POSIÇÃO DE TAP DIGITAL - IPTE
Catálogo Técnico INDICADOR DE POSIÇÃO DE TAP DIGITAL - IPTE CATÁLOGO TÉCNICO ÍNDICE CATÁLOGO TÉCNICO... 1 INTRODUÇÃO... 2 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS... 2 DADOS TÉCNICOS... 3 ENSAIOS DE TIPO REALIZADOS...
Relés de Proteção Térmica Simotemp
Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés
Módulo de Aquisição de Dados e Controle. Catálogo
DM Catálogo Módulo de Aquisição de Dados e Controle O Módulo de Aquisição de Dados e Controle - DM efetua a interface de sistemas digitais com qualquer equipamento analógico ou eletromecânico que não possui
SYNCHROTACT 5. Sistemas e equipamentos de sincronização e paralelismo para redes e máquinas síncronas
SYNCHROTACT 5 Sistemas e equipamentos de sincronização e paralelismo para redes e máquinas síncronas Aplicação SYNCHROTACT 5 é a quinta geração dos equipamentos para sincronização produzidos pela ABB Switzerland
DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO
ANEXO VI ESPECIFICAÇÃO DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS INTELIGENTES A6. Dispositivos Eletrônicos Inteligentes IED s (Relés Microprocessados) A6.1 Introdução Esta especificação técnica tem como objetivo estabelecer
Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno
ProLine P 44000 Medições Precisas de Temperatura em Altas Tensões, até 6,6 kv Quando as temperaturas precisam ser medidas com termômetros de resistência Pt100 em ambientes sob altas tensões, os transmissores
LINHA DOUBLE WAY MONOFÁSICA
42BEspecificação Técnica LINHA DOUBLE WAY MONOFÁSICA 3 / 6 / 8 / 10 / 12 / 15 / 20 kva 38BEngetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda Atendimento ao consumidor: (31) 3359-5800 Web: Hwww.engetron.com.br
UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104
UMG 104 UMG 104-Mais do que um ples Multímetro O UMG 104 equipado com um DSP de 500 MHz (processador de sinal digital) é um analisador de tensão muito rápido e potente. A varredura contínua dos 8 canais
Teste de interruptores CBT-8000. www.amperis.com. 27003 Agricultura,34 +T [+34] 982 20 99 20 F [+34] 982 20 99 11 [email protected] www.amperis.
Teste de interruptores CBT-8000 www.amperis.com O CBT-8000 é um analisador de disjuntor de EHV de baixo custo, autônomo e acionado por micro-processador da quinta geração da Amperis. Este analisador de
PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição
PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição Uma solução completa para a medição e monitoramento de um vasto conjunto de grandezas elétricas, com indicações de valores individuais para
Nobreak. 160 e 300 kva. senoidal on-line trifásico PERFIL PROTEÇÕES
Nobreak senoidal on-line trifásico dupla convers o 60 a 300 kva 60 kva de 80 a 120 kva 160 e 300 kva PERFIL Os nobreaks on-line de dupla conversão da linha Gran Triphases foram desenvolvidos com o que
Main power para distribuição de AC provisória para sistemas de sonorização de médio a grande porte. (1) (2)
RMP-63 10U 01 Características: Main power para distribuição de provisória para sistemas de sonorização de médio a grande porte. Trabalha tanto em redes 380VΔ / 220VΥ como 220VΔ / 127VΥ. (1) (2) Entrada
Multimedidor de Grandezas Elétricas MD4040
Multimedidor de Grandezas Elétricas MD4040 MD4040 MD4040/TC Análise de metas e rateio de custos de energia; Leituras instantâneas em amplo display digital; Indicação de tensão de fase e tensão de linha;
SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, COMERCIAL LTDA.
Nr Denominação 1 Elemento Principal 2 Relé de partida ou fechamento temporizado 3 Relé de verificação ou interbloqueio 4 Contator principal 5 Dispositivo de interrupção 6 Disjuntor de partida 7 Relé de
Fontes CC. Principais características. www.supplier.ind.br
A SUPPLIER Indústria e Comércio de Eletroeletrônicos Ltda é uma empresa constituída com o objetivo de atuar no setor das Indústrias Eletroeletrônicas, principalmente na fabricação de fontes de alimentação
Solução para continuidade de serviço em toda e qualquer situação
Catálogo Técnico Solução para continuidade de serviço em toda e qualquer situação Monitor de isolação 203-02/2006-0 Tudo sob controle Em aplicações, onde a falta de tensão pode causar graves conseqüências
GREENLOAD CARGA ELETRÔNICA REGENERATIVA TRIFÁSICA
Informações Técnicas GREENLOAD CARGA ELETRÔNICA REGENERATIVA TRIFÁSICA Informações Gerais A Carga Eletrônica Regenerativa Trifásica da Schneider permite a injeção de energia na rede elétrica proveniente
SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local
SUBESTAÇÕES Comando de controle e Scada local COMANDO DE CONTROLE E SCADA LOCAL A solução fornecida pela Sécheron para o controle local e para o monitoramento das subestações de tração é um passo importante
Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes. Código do Produto
Descrição do Produto A Série Energy da Altus traz uma solução confiável para um dos pontos mais críticos em uma aplicação industrial: o fornecimento de alimentação para todos os dispositivos do sistema
abb Características Ficha técnica IDM 96 Multimedidor Três displays de LED
Ficha técnica IDM 96 Multimedidor Multimedidor para sistemas trifásicos ou monofásicos com medição de 56 variáveis elétricas. Possui medição de harmônicas até a 63ª ordem, THD para corrente e captura de
COTAÇÃO ELETRÔNICA: 79/2014 COMPRASNET
COTAÇÃO ELETRÔNICA: 79/2014 COMPRASNET Especificação Técnica 1. Objeto Aquisição de 1 (um) NOBREAK DE POTÊNCIA 5 kva Obs.: Os atributos técnicos abaixo relacionados são de atendimento obrigatório. A nomenclatura
COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE
DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1
857 Sistema de proteção. Para proteção do motor e do alimentador Boletim 857, Série A Guia de especificação
857 Sistema de proteção Para proteção do motor e do alimentador Boletim 857, Série A Guia de especificação Sumário Seção Descrição Página 1.0 Funções de proteção... 1 Proteção Synchrocheck (25)... 1 Proteção
LINHA COMPACTA. KOBO-pH transmissor de ph APM-Z
KOBO-pH transmissor de ph APM-Z LINHA COMPACTA Range de medição ph da -1 a 14 Comutável de ph a ORP Display p/ valor de ph, mv/orp (Potencial de redução e oxidação) e temperatura Simples programação e
CAIXA DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS DE PROTEÇÃO CE-6003
CE 6003 CAIXA DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS DE PROTEÇÃO CE-6003 APLICAÇÕES: Testes manuais em relés (eletromecânicos, estáticos, numéricos) Testes automáticos em relés. Testes dinâmicos em relés com reprodução
MULTIMETRO DIGITAL Série DMK20 DMK50
MULTIMETRO DIGITAL Série DMK20 DMK50 MANUAL TÉCNICO DE INSTALAÇÃO Manual DMK20 DMK50 rev01-04 1 / 1 8/10/2004 1. INTRODUÇÃO Dimensões compactas 96x96 mm 4 displays a LED Simplicidade na instalação e programação
Descrição do Produto. Dados para compra
Descrição do Produto A funcionalidade e versatilidade da linha de Inversores de Freqüência NXL da Altus fazem dela a solução ideal para as mais diversas aplicações. Visa atingir motores com menores potências
GUIA DE TELAS IHM Delta ARVTi 2000
GUIA DE TELAS IHM Delta ARVTi 2000 Revisão 00 de 02/06/10 Direitos Reservados à Todas as informações contidas neste manual são de uso exclusivo da Equipamentos Eletrônicos Ltda., não podendo ser reproduzidas,
Produtos de Baixa Tensão. Medidores
Produtos de Baixa Tensão Medidores Indicadores analógicos e digitais Indicadores analógicos Voltímetros e amperímetros ferro-móvel Amperímetros e voltímetros True RMS para conexão direta ou através de
Série Quasar. Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente. www.altus.com.br
Série Quasar Quadro Geral de Baixa Tensão Quadro de Distribuição Centro de Controle de Motores Inteligente www.altus.com.br Na medida exata para seu negócio Modular: ampla variedade de configurações para
Easy Lab. Manual do usuário Revisão 1.2 01/11/14. www.dma.ind.br. DMA Electronics 1
Easy Lab Manual do usuário Revisão 1.2 01/11/14 www.dma.ind.br DMA Electronics 1 A DMA ELECTRONICS projeta e fabrica sistemas para aquisição e registro de dados com conexão a um computador do tipo PC.
Cabeça de Rede de Campo PROFIBUS-DP
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, é uma cabeça escrava para redes PROFIBUS-DP do tipo modular, podendo usar todos os módulos de E/S da série. Pode ser interligada a IHMs (visores
Características & Interligação. Módulo APGV. Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada. Revisão 00 de 13/05/10
Características & Interligação Módulo APGV Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada Revisão 00 de 13/05/10 Direitos Reservados à Todas as informações contidas neste manual são de uso exclusivo da Equipamentos
Tabela de Funções Ansi
Tabela de Funções Ansi A ANSI visando a padronização dos códigos das funções de proteções, criou uma tabela de códigos com das funções de proteção. Na verdade, esta tabela veio da ASA e posteriormente
100% electricidade. Relés de controle automático para grupo gerador
100% electricidade Relés de controle automático para grupo gerador RGAM 10 Relé controle automático para g l Entradas VCA : concessionária L1-L2/N-L3, gerador L1-L2/N l 4 entradas digitais, 5 relés saída.
Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992
Subestações Introdução: O que é uma Subestação? Definição NBR 5460 / 1992 Parte de um sistema de potência, concentrada em um dado local, compreendendo primordialmente as extremidades de linhas de transmissão
Contatos em AgNi, para comutação de cargas resistivas ou levemente indutivas, como cargas de motores. 2000 fluorescente compacta (CFL) W
Características 22.32.0.xxx.1xx0 Série 22 - Contator modular 25 A 22.32.0.xxx.4xx0 Contator modular de 25A - 2 contatos Largura do módulo, 17.5 mm Contatos NA com abertura 3mm com dupla abertura Energização
Megôhmetro Digital de 12kV
Megôhmetro Digital de 12kV Funções: Maior flexibilidade para testar máquinas de alta tensão, se comparado aos instrumentos comuns com tensão de medição de 5/10kV. A alta corrente de curto aumenta a velocidade
LINHA VOLT/X-POWER. Catalogo Produto 600 700 1200 1400VA. Engetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda
Catalogo Produto LINHA VOLT/X-POWER 600 700 1200 1400VA Engetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda Atendimento ao consumidor: (31) 3359-5800 Web: www.engetron.com.br As informações contidas neste
22.32.0.xxx.1xx0 22.32.0.xxx.4xx0. Contatos em AgNi, para comutação de cargas resistivas ou levemente indutivas, como cargas de motores
Série 22 - Contator modular 25-40 - 63 A SÉRIE 22 Características 22.32.0.xxx.1xx0 22.32.0.xxx.4xx0 Contator modular de 25A - 2 contatos argura do módulo, 17.5 mm Contatos NA com abertura 3mm com dupla
www.comatreleco.com.br R:Benjamim Constant, 56 Tel:(11) 2311-5682 [email protected]
Monitoramento de motores monofásico/trifásico MRU, MRI, MRM 1 Características Tensão de Alimentação UC12-48V ou UC110-240V Contato Reversível Entradas de medição separadas galvanicamente da alimentação
MANUAL DE INSTRUÇÕES Indicador Microprocessado - IT-IND-2S-LC INFORMAÇÕES DO PRODUTO. Versão: 1.xx / Rev. 03
1 Introdução: Os indicadores possuem uma entrada analógica configurável por software, que permite a conexão de diverstos tipos de sensores de temperatura e outras grandezas elétricas sem a necessidade
DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO
DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOP PROCESSO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS TERMO DE REFERÊNCIA 005/2011 - DOP AQUISIÇÃO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS INTELIGENTES; RELÉS MULTIFUNCIONAIS
Capítulo X Automação elétrica industrial Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL)
52 Apoio Automação de subestações Capítulo X Automação elétrica industrial Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) A instalação de relés microprocessados em indústrias tornou-se
De: Luis Alberto Katz Data: Janeiro 17 2007 Número: PA1906
ANÚNCIO DE PRODUTO De: Luis Alberto Katz Data: Janeiro 17 2007 Número: PA1906 Fluke 345 Alicate de medição de qualidade de energia Apresentamos o alicate de medição de qualidade de energia mais avançado
Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310
Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310 Conteúdo 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO... 4 2.1 USO DO PRODUTO... 4 2.2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 2.2.1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Comunicação via interface SNMP
Comunicação via interface SNMP 1 - FUNCIONAMENTO: Os No-breaks PROTEC possuem 3 interfaces de comunicação: Interface RS232, interface USB e interface SNMP. Todas elas permitem o controle e o monitoramento
CONDICIONADORES DE SINAIS
Condicionadores de Sinais de Montagem em Trilho DIN A/IN A/OUT Série DRG-SC U Modelos disponíveis para termopares, RTDs, tensão e corrente CC, frequência, ponte do sensor de deformação/tensão, tensão e
Descrição Geral...4 Especificações Técnicas...5 2.1 Características Funcionais...5 2.2 Características Ambientais...5 3 Instalação...6 3.
Manual do Equipamento ME-035_Rev02-AS-0001 AS-0001 Conversor de sinais FO TTL SUMÁRIO 1 2 Descrição Geral...4 Especificações Técnicas...5 2.1 Características Funcionais...5 2.2 Características Ambientais...5
Keor t. trifásico ups 10 a 60 kva
Keor t trifásico ups 10 a Keor t UPS TRIFÁSICO KEOR T foi projetado com tecnologia avançada e com componentes de última geração, para garantir um ótimo desempenho, alta eficiência, alta disponibilidade
67.22-4300 67.23-4300. 2 NA Distância entre contatos abertos 3 mm Montagem em circuito impresso. Vista do lado do cobre
Série 67 - Relé de potência para PCI 50 SÉRIE 67 Características 67.22-4300 67.23-4300 Montagem em circuito (abertura 3 mm) 50 Relé de potência para PCI Versões com 2 e 3 contatos N, com dupla abertura
APRESENTAÇÃO DE PRODUTOS. Painéis de controle Controladores eletrônicos para grupos geradores
APRESENTAÇÃO DE PRODUTOS Painéis de controle Controladores eletrônicos para grupos geradores APLICAÇÕES AMF Automatic Mains Failure em caso de falhas de alimentação da rede (Grupo gerador individual) ATS
WattStation Carregador de Veículos Elétricos
GE Industrial Solutions WattStation Carregador de Veículos Elétricos GE imagination at work Design WattStation A segunda coisa mais interessante na sua garagem Por que não escolher um carregador com uma
46.52 46.61. 2 reversíveis, 8 A Plug-in/terminais a solda. 2 reversíveis 8/15 250/440 2000 350 0.37. AgNi
Série - Mini relé industrial 8-16 SÉRIE Características.52.61 1 ou 2 contatos.52-2 contatos reversíveis 8.61-1 contato reversível 16 Montado diretamente em base ou via conectores Faston Bobinas em C ou
DIRETORIA DE OPERAÇÃO - DO
ANEXO II ESPECIFICAÇÕES PARA UCD / CONCENTRADOR DE DADOS A2. Unidade Controle Digital Remota / Concentrador de Dados 2.1. Introdução Esta seção tem a finalidade de especificar tecnicamente a Unidade de
Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia
Automação Industrial Módulo Controlador P7C - HI Tecnologia 7C O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador P7C da HI tecnologia (PMU10700100). A lista de verbetes consta na versão
Manual do instalador Box Output AC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output AC.
Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente alternada 110/220V. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas
DATA LOGGERS SÉRIE SIMPLE LOGGER II
DATA LOGGERS SÉRIE SIMPLE LOGGER II Modos de programação de registo; Intervalos de registo programáveis; Capacidade de memória para 240.000 medidas; Alimentação por pilhas alcalinas; Ligação a computador
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Workshop Etapa BRASÍLIA CEB CEB 01 UPS 150 kva IGBT/IGBT BASEADO NAS INFORMAÇÕES DO DIAGRAMA UNIFILAR APRESENTADO, DEFINIR: 1 - Corrente nominal
Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Automação Contatores para Manobra de Capacitores
Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Automação Contatores para Manobra de Capacitores Manobras de Capacitores para Correção do Fator de Potência A linha de contatores especiais CWMC
VBWK Módulo de Entrada em MT para Instalações em Alvenaria. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas
VBWK Módulo de Entrada em MT para Instalações em Alvenaria Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Solução Integrada para Instalações em Alvenaria O kit de entrada em média tensão VBWK
Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I
Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Prof. Eng. José Ferreira Neto ALLPAI Engenharia Out/14 Parte 1 -Conceitos O Sistema Elétrico e as Subestações Efeitos Elétricos
ANALISADOR DE QUALIDADE DE ENERGIA MODELO PQM-701 CLASSE A SEGUNDO NORMA 6100-4-30
ANALISADOR DE QUALIDADE DE ENERGIA MODELO PQM-701 CLASSE A SEGUNDO NORMA 6100-4-30 Suporte redes do tipo: Monofásico; Bifásico, com neutro comum; Trifásico com ligação estrela com e sem neutro Trifásico
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides CONTROLE DE FLUSHING AUTOMÁTICO LCF 12 Modo Periódico e Horário www.lubing.com.br (19) 3583-6929 DESCALVADO SP 1. Instalação O equipamento deve
SMART CONNECT X835 MANUAL DO USUÁRIO 2014 V1.1
SMART CONNECT X835 MANUAL DO USUÁRIO 2014 V1.1 Importantes informações de segurança estão contidas na seção de manutenção. Familiarize se com estas informações antes de instalar ou outros procedimentos.
Manual do instalador Box Output DC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output DC.
Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente contínua. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas
ABB Automação. 13.82kV 119.4kA. 13.81kV 121.3kA. 13.85kV 120.2kA IDR 144 INDICADOR DIGITAL REMOTO MODO DE USO
IDR 144 INDICADOR DIGITAL REMOTO MODO DE USO 13.82kV 119.4kA 13.81kV 121.3kA 13.85kV 120.2kA Dados Técnicos Conexões elétricas Utilização do teclado Protocolo de comunicação Modbus RTU Dimensional ABB
Indicador Digital Processos MODO DE USO. Dados Técnicos Conexões elétricas Utilização do teclado Dimensional. ABB Automação.
Indicador Digital Processos MODO DE USO Dados Técnicos Conexões elétricas Utilização do teclado Dimensional ABB Automação Hartmann & Braun Dados Técnicos (NRB5180) Entrada -mvdc: -Vdc -madc Alimentação
Contatos em AgNi, para comutação de cargas resistivas ou levemente indutivas, como cargas de motores. 2000 fluorescente compacta (CFL) W
Série - Contator modular 25-40 - 63 A SÉRIE Características.32.0.xxx.1xx0.32.0.xxx.4xx0 Contator modular de 25A - 2 contatos Largura do módulo, 17.5 mm Contatos NA com abertura 3mm com dupla abertura Energização
Estes módulos estão disponível para: DST4602, GCXXX DST4601PX
DITHERM, DIGRIN, DIVIT são módulos eletrônicos microprocessados que permitem expandir as entradas analógicas de vários controladores SICES para grupos geradores. Mais concretamente: O módulo DITHERM permite
S i s t e m a s d e E n e r g i a
S i s t e m a s d e E n e r g i a c a t á l o g o d e p r o d u t o s 2 0 1 0 A Analo oferece soluções completas, software e equipamentos para: Supervisão Telemedição Comunicação de dados Supervisão A
COMPONENTES. Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW
COMPONENTES Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW Informações gerais A chave SW sem carga é uma gama completa projetada para cobrir todas as aplicações a serem cumpridas em subestações
Contatos em AgNi, para comutação de cargas resistivas ou levemente indutivas, como cargas de motores
Características 22.32.0.xxx.1xx0 Série 22 - Contator modular 25 A 22.32.0.xxx.4xx0 Mini contator modular de 25A - 2 contatos Largura do módulo, 17.5 mm Contatos NA com abertura 3mm com dupla abertura Energização
Protegendo e otimizando a instalação elétrica em média tensão com Evokit P
Protegendo e otimizando a instalação elétrica em média tensão com Evokit P Disjuntor Evolis Alta durabilidade Durabilidade elétrica: - E2: 10.000 interrupções a corrente nominal Durabilidade mecânica:
GDE4000. Gerenciador de Energia
Gerenciador de Energia Funções avançadas de controle de demanda e fator de potência Seleção de cargas por prioridade e por potências Flexibilidade na programação de demandas sazonais Simulação de fatura
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,
Proteção ao circuitos elétricos Baixo custo Conformidade IEC 60947-2
Proteção ao circuitos elétricos Baixo custo Conformidade IEC 60947-2 Disjuntores FM101 - Linha de Disjuntores em Caixa moldada Disjuntores FM101 - Linha de Disjuntores em Caixa moldada Os disjuntores FM
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-1500
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-1500 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do aparelho ÍNDICE 1. Introdução...01 2. Especificações...02 2.1. Gerais...02
SUPLEMENTO Nº 03. 1. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.00175.2013, informamos que este Suplemento visa alterar:
PE.GCM.A.0075.203 /6 SUPLEMENTO Nº 03. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.0075.203, informamos que este Suplemento visa alterar:.. Edital, Seção V, Anexo II, Formulário 02 Acessórios e Ferramentas
SUBESTAÇÕES. SCMS Sistema de monitoramento de corrente de fuga
SUBESTAÇÕES SCMS Sistema de monitoramento de corrente de fuga SCMS / STRAY CURRENT MONITORING SYSTEM (SISTEMA DE MONITORAMENTO DE CORRENTE DE FUGA) Definição de corrente de fuga O funcionamento dos sistemas
Fontes de Alimentação
Fontes de Alimentação MÓDULO DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO AC Código de Pedido: PS-AC-R (Fonte de Alimentação 90 a 260 Vac Redundante) Descrição Esta Fonte de Alimentação Redundante trabalha independente ou
1. Descrição do Produto
1. Descrição do Produto Os repetidores óticos FOCOS/PROFIBUS AL-2431 e AL-2432 destinam-se a interligação de quaisquer dispositivos PROFIBUS, assegurando altíssima imunidade a ruídos através do uso de
Catalogo Técnico. Disjuntor Motor BDM-NG
Catalogo Técnico Disjuntor Motor BDM-NG Disjuntores-Motor BDM-NG Generalidade: O disjuntor-motor BDM-NG,Tripolar, são termomagnéticos compactos e limitadores de corrente. Ideal para o comando e a proteção
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS DA SE PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA COMPONENTES SUBESTAÇÕES OBJETIVOS Apresentar os principais equipamentos
Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW
Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW Relés de Sobrecarga Térmico RW Informações Gerais - Local para identificação - Tecla Reset + Multifunção
MD4040. Multimedidor de Grandezas Elétricas MD4040 MD4040/TC
Multimedidor de Grandezas Elétricas / Análise de metas e rateio de custos de energia Leituras instantâneas em amplo display digital Indicação de tensão de fase e tensão de linha Comunicação via porta RS485
GE Energy Management Industrial Solutions. Analisadores de energia MT Plus. Compacto, Inteligente e Flexível. GE imagination at work
GE Energy Management Industrial Solutions Analisadores de energia MT Plus Compacto, Inteligente e Flexível GE imagination at work Analisadores de energia MT Plus Tabela de Parâmetros 5 MTDIN 6 Analisador
RL131. Relé Multifunção para Proteção e Controle de Alimentador. Características Técnicas
RL131 Relé Multifunção para Proteção e Controle de Alimentador Características Técnicas APLICAÇÃO Proteção completa para alimentadores e proteção retaguarda para motores, geradores e transformadores. O
MANUAL. - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio.
Easy Servo Driver MANUAL Atenção: - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Neoyama Automação se reserva no direito de fazer alterações sem aviso prévio. Sumário 1. LEGENDA DE PART-NUMBER...
Telemetria para Medição de Consumo Especificações Técnicas
Página: 2 / 5 Telemetria para Medição de Consumo Introdução Este documento apresenta as características técnicas da solução de telemetria do consumo de água, gás e energia (e outros medidores com saída
