REDES ATM - ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE

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1 REDES ATM - ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE AMADIO, Renato Arnaut 1 GAVILAN, Jálio Câsar 2 SANTOS,, Herlones Wuilles dos 3 RESUMO: Este â resultado de estudos realizados que tinha como objetivo mostrar a necessidade de novas tecnologias para subsidiar os häbitos da sociedade atual, sociedade esta que vive maior parte do tempo logada, conectada, fazendo uso e disponibilizando informaéães de forma mais räpidas e reais. Mediante a tal realidade os pesquisadores discutiram com os autores desta ärea qual seria a contribuiéño significativa da Tecnologia ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE-ATM, uma vez que mesma vinha sofrendo grandes cröticas por parte dos grupos opositores. Quando finalizaram este trabalho evidenciaram sua importåncia no sentido de ser utilizada pelas companhias de telefonia, largura de banda e outras, todavia nño deixaram de dizer que esta tecnologia â bastante cara, o que talvez venha inviabilizar sua aquisiéño. Este estudo â de cunho bibliogräfico possibilitando os pesquisadores fazerem analise interpretativa dos autores estudados. PALAVRAS-CHAVE: voz, vödeo, integraéño, transmissño, especöfico, ethernet, ATM. INTRODUÇÃO A atual sociedade tem requerido novas tecnologias para atender as necessidades de seus usuärios. Neste sentido, o artigo que ora se apresenta tem a pretensño de informar o quanto a Tecnologia ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE-ATM poderä de forma significativa contribuir com melhorias para a sociedade no que diz respeito a rapidez das informaéães em tempo real. Os autores que embasaram esta discussño foram Tanenbaum,(1997), Luiz Fernando Gomes Soares et. al (1995), Peterson e Davie, (2005) e outros. No decorrer deste estudo os pesquisadores descobriram pontos positivos e negativos referentes ç Tecnologia ATM. Contudo, procuram evidenciar os aspectos favoräveis da mesma, assumindo a postura daqueles estudiosos que a defendem. Para organizaéño deste estudo pensamos ser necessärio fazer apés esta sucinta introduéño uma retoma histérica das Redes Tecnolégicas no contexto atual. 1 Especialista em Redes e Teleprocessamento pela UNIC e Bacharel em CiÜncias da ComputaÉÑo pela UNIPAR. Atualmente professor do Curso de Sistemas de InformaÉÑo da Faculdade de CiÜncias Sociais do Vale do SÑo LourenÉo EDUVALE. 2 Mestre em CiÜncias da ComputaÉÑo pela Universidade Federal de Santa Catarina e Bacharel em FÖsica Computacional pela Universidade de SÑo Paulo. Atualmente â professor e chefe do departamento do Curso de Sistemas de InformaÉÑo da Faculdade de CiÜncias Sociais do Vale do SÑo LourenÉo EDUVALE. 3 Professor Especialista e Coordenador do Curso de Sistemas de InformaÉÑo da Faculdade de CiÜncias Sociais do Vale do SÑo LourenÉo - EDUVALE. 1

2 Em seguida apresentamos as caracterösticas da Tecnologia ATM. E, por fim a conclusño que chagamos apés este peröodo de estudos a Tecnologia ATM como um elemento fundamental para garantir os häbitos da sociedade atual. REDES DE COMPUTADORES E A NECESSIDADE DE SEU USO O aumento do námero de usuärios de computadores e a crescente utilizaéño de recursos multimödias deram uma nova direéño çs redes computacionais. Esta nova visño trouxe mudanéas em sua estrutura, que era baseada na transmissño de dados e agora vem passando por mudanéas para suportar transmissño de vödeo de alta definiéño e voz digitalizada. Surge entño, o conceito de integraéño de serviéos, que sño redes capazes de suportar diferentes tipos de dados com altas taxas de transmissño. Tanto as estruturas de transmissães de longa diståncia como local, nño tinham suporte para integraéño de serviéos, jä que os diferentes tipos de redes foram desenvolvidos para tipos de dados especöficos, adaptando-se mal a outros formatos. A tecnologia Asynchronous Transfer Mode (ATM), foi desenvolvida para este fim, superando de imediato os padrães existentes, sendo considerada por alguns especialistas o ambiente de rede ideal para aplicaéães que precisam de tratamento especöfico como aplicaéães de äudio e vödeo. A ATM â utilizada para transmissño de dados, äudio e vödeo, juntos ou separadamente, servindo-se do mesmo meio fösico de transmissño e hoje â uma das tecnologias mais utilizadas por operadoras de telecomunicaéães para transporte interno dentro de suas redes de alta velocidade, backbones. A ATM hoje conquistou seu espaéo no mundo das transmissães de longa diståncia e tem como seu maior desafio, conquistar os ambientes locais que â predominantemente dominado pela Ethernet. A invenéño dos computadores junto com a necessidade de comunicaéño do homem trouxe um novo paradigma çs telecomunicaéães, as redes computacionais, mais conhecidas hoje como rede de computadores, alâm da capacidade de realizar cälculos matemäticos gigantescos e complexos, os computadores sño capazes de comunicarem entre si levando e trazendo informaéães dos mais longönquos lugares, em velocidades de gigabits. Tudo isso, graéas a uma gama de cientistas ligados ç eletrènica e computaéño, que se dedicaram a estudos e testes contönuos, para desenvolver 2

3 padrães de redes, mödias de acessos ao meio e especificaéães para sua padronizaéño. O námero de redes computacionais aumentou drasticamente de modo que diferentes fabricantes desenvolvessem diferentes padrães de rede tornando a interconexño entre çs mesmas incompatövel. Devido a esse fator érgños responsäveis por padronizaéães se uniram com o intuito de padronizar a intercomunicaéño dos diversos padrães de redes existentes atâ entño, por meio da padronizaéño internacional dos protocolos utilizado por essas redes, nas diversas camadas. Mesmo com a padronizaéño internacional dos protocolos de comunicaéño as diversas empresas de tecnologia de informaéño, no que se refere, a sistemas operacionais e equipamentos de redes, desenvolveram seus préprios protocolos, que sño utilizados em suas redes internas. Esses protocolos tornaram-se marcas registradas de diversas empresas de tecnologia de informaéño, porâm, nño impedindo a interconexño de suas redes com outras, mesmo que sendo por meio da adiéño de softwares 4 especiais ou equipamentos de hardware 5 adicionais. O crescente aumento do námero de usuärios e a utilizaéño em massa de recursos multimödia, como aplicaéães de äudio e vödeo pelos sistemas computacionais, levaram a criaéño de novas tecnologias de rede que pudessem oferecer melhor desempenho nas transmissães, com qualidade de serviéo e maior largura de banda passante, jä que, as tecnologias existentes atâ entño, nño ofereciam. Surge entño uma nova tendüncia, a convergüncia de dados, redes capazes de realizar a integraéño de serviéos unindo em um ánico sistema, dados, voz e vödeo, com adaptaéães dinåmicas a diferentes requisitos de aplicaéães. Eis entño, que surge o messias das tecnologias de rede, a resposta para quase todos os anseios da nova mania de convergüncia de dados, a ATM. Basicamente usamos uma rede de computadores 6 para compartilhar recursos. de uma maneira geral as redes de computadores nos proporcionam acesso a informaéães remotas, comunicaéño entre pessoas de diferentes 4 Softwares: Consiste na parte légica dos sistemas de computaéño. Em geral, sistemas operacionais, utilitärios, aplicativos, etc. 5 Hardware: Consiste na parte fösica dos sistemas de computaéño. Em geral, computadores, placas de redes, cabos, conectores, teclados, mouses, etc. 6 Redes de computadores: Consiste em um ou mais computadores interligados por um meio fösico compartilhando recursos. 3

4 localidades geograficamente distantes, diversño interativa, pesquisa, trabalho, entre outras coisas. Segundo Tanenbaum, Em termos genâricos usamos uma rede de computadores para compartilhar recursos. Em outras palavras o fato de uma pessoa estar a Kms de diståncia dos dados (informaéães, serviéos, etc) nño o impede de usä-los como se estivesse em sua prépria mäquina. A rede na verdade tenta por um fim a tirania geogräfica. (TANENBAUM, 1997, p. 3). As redes sño divididas em dois aspectos: hardware de rede e software de redes. Os hardwares de redes consistem em equipamentos fösicos que a compãe, jä os softwares de redes, consistem nos NOS 7, protocolos e aplicativos que ajudam na administraéño das redes permitindo a comunicaéño entre dois pontos. Quando se trabalha com redes significa que podemos usar o sistema cliente/servidor ou pontoa-ponto, e çs vezes, ambos. As redes cliente/servidor consistem em redes onde existe uma diferenéa entre computadores que disponibilizam recursos de rede, chamados de servidores, e aqueles que usam os recursos, conhecidos como clientes ou estaéães de trabalho. Segundo Hallberg, (2003, p. 15). Os computadores servidores em uma rede cliente/servidor sño responsäveis por disponibilizar e gerenciar os recursos compartilhados apropriados, bem como administrar a seguranéa de tais recursos. Segundo Tanenbaum, O termo redes de computadores â aplicado a um conjunto de computadores interconectados autènomos. (TANENBAUM, 1997, p. 2). REDE - LAN Tanto a Internet 8 quanto a ATM 9 foram criadas para redes geograficamente distribuödas. Porâm, muitas empresas, universidades e outras organizaéães possuem um grande námero de computadores que precisam se comunicar. Esta necessidade deu origem as redes locais Local Area Network (LANs). Redes Locais LANs 7 NOS: Network Operating System (Sistemas Operacionais de Redes), como exemplos podemos citar Linux, Unix, a famölia Windows 2000 que jä foi substituöda pelo Windows 2003 Server e o sistema da Novell o Netware. 8 Internet: Rede páblica de serviéo mundial para empresas e consumidores. 9 ATM: Asynchronous Transfer Mode (Modo de TransferÜncia AssÖncrono), tecnologia de redes capaz de integrar serviéos de dados, äudio e vödeo. 4

5 As redes locais, muitas vezes denominadas LANs, sño redes privadas contidas em um determinado logradouro, instituiéño ou universidades e podem ter alguns quilèmetros de extensño. SÑo amplamente utilizadas para interconectar computadores pessoais e estaéães de trabalho em escritérios e instalaéães industriais, compartilhando recursos e trocando informaéães. As redes locais possuem trüs caracterösticas que as difere das outras redes: Tamanho Por ter tamanho restrito as LANs monitoram com facilidade seu tempo de transmissño, isto â, o pior tempo de transmissño â limitado e conhecido com a devida antecedüncia. Segundo Tanenbaum, O conhecimento desse limite permite a utilizaéño de determinados tipos de projetos que em outras circunståncias seriam inviäveis, alâm de simplificar o gerenciamento de rede. (1997, p.11). Tecnologia de transmissão Sua tecnologia de transmissño consiste em um cabo no qual os hosts sño conectados, e sua taxa de transmissño pode variar de 10 a 100 Mbps, entretanto, hoje a taxa de transmissño das LANs atingem a casa dos Gbps 10 devidos aos avanéos nas tecnologias de transmissño de dados, alâm disso, as LANs cometem pouquössimos erros. Topologia Basicamente existem trüs tipos de topologia de redes utilizados pelas LANs estrela, anel e barra. Padrão e Ethernet O IEEE definiu um padrño chamado conhecido como Ethernet, este padrño consiste em uma rede em barramento, onde, o controle â descentralizado e a capacidade de transmissño esta entre 10 e 1000 Mbps podendo cada host 10 Gbps: Giga BITs por segundo (Unidade de transferüncia de dados). 5

6 conectado transmitir no momento em que quiser. Este padrño na verdade foi feito para trabalhar com o sistema de detectaéño de erro CSMA/CD 11 desenvolvido no PARC pela Xerox. Segundo Tanenbaum, Muitas pessoas usam incorretamente o nome Ethernet em um sentido genârico para se referir a todos os protocolos CSMA/CD, embora ele se refira a um produto especöfico que implementa o padrño (1997, p. 316). Padrão 802.4: Token Bus A LAN Token Bus consiste em um cabo linear ou em forma de ärvore onde os hosts sño conectados. Para o setor fabril a topologia anel era uma boa idâia exceto a disposiéño fösica, pois, caso o cabo se partisse toda rede seria derrubada. O padrño Token Bus serviria como uma luva, pois, logicamente podia se estruturar como um anel sem o problema da disposiéño fösica, assim, cada host conhece o endereéo do host da esquerda e da direita. Quando o anel légico â iniciado, o host de maior námero pode transmitir o primeiro quadro, em seguida, a permissño â passada a seu vizinho imediato, passando-lhe o token. Este se propaga no anel légico, permitindo a transmissño de quadros apenas para o portador do token, dessa forma nño hä colisães, pois, apenas o host detentor do token pode transmitir. Segundo Tanenbaum, Um ponto importante a ser observado â que a ordem fösica na qual as estaéães (hosts) sño conectadas ao cabo nño â importante. Como o cabo â inerentemente um meio de difusño, cada estaéño recebe todos os quadros, descartando aqueles que nño sño endereéados a ela. Quando uma estaéño passa o token, ela envia um quadro de token especificamente endereéado a seu vizinho légico no anel, nño importando onde esta estaéño esta fisicamente localizada no cabo. (TANENBAUM, 1997, p. 328). O padrño Token Bus trabalha com o protocolo MAC 12 de modo que, se um host for ligado, o mesmo nño farä parte do anel légico, pois, sé o protocolo MAC pode adicionar e remover hosts do anel. Segundo Tanenbaum, 11 CSMA/CD: Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection (mâtodo usado em redes ethernet para gerenciar pacotes em um segmento de rede). 12 MAC: Medium Access Control (uma sub camada da camada de apresentaéño do modelo de rede ISO/OSI). 6

7 O padrño â mais determinöstico que o 802.3, apesar de em momentos cröticos as repetidas perdas de token poderem introduzir mais incerteza do que seus defensores gostariam de admitir. Esse padrño â capaz de lidar com quadros mönimos curtos. (TANENBAUM, 1997, p. 343). Padrão 802.5: Token Ring O padrño IEEE 802.5, de propriedade da IBM, chamado de Token Ring, consiste em uma rede local disposta na forma de um anel que opera em velocidades de 4 a 16 Mbps. Na topologia anel cada BIT 13 â propagado de modo autènomo, isto â, nño precisa do restante do pacote ao qual ele pertence. Cada bit percorre todo o anel no espaéo de tempo em que alguns bits sño enviados, quase sempre antes de o pacote ter sido todo enviado. Por isso, como toda a transmissño por difusño hä a obrigaéño de uma regra de transmissño que controle o acesso simultåneo no anel. Segundo Tanenbaum, Em uma rede Token Ring, um bit especial chamado token circula em torno do anel sempre que todas as estaéães estño ociosas. Quando uma estaéño deseja transmitir um quadro, ela tem que se apoderar do token e removü-lo do anel, antes de transmitir. (TANENBAUM, 1997, p.335). CONCEITO DE REDE ATM O nome um pouco estranho Asynchronous Transfer Mode (ATM) â explicado pelo fato de, no sistema de telefonia, a maioria das transmissães serem söncronas Synchronous Transfer Mode (STM), isso quer dizer, a transmissño â vinculada a um relégio que mantâm o sincronismo, entretanto a ATM nño esta sincronizada a nenhum dispositivo de tempo nesse sentido, isto â, na ATM ocorre um enfileiramento que organiza o transporte das câlulas sem uma amarraéño de sincronismo, pois, nño hä vagas de tempo alocadas de forma fixa como ocorre em outros sistemas. Segundo Luiz Fernando Gomes Soares et. al, O ATM â uma tecnologia baseada na transmissño de pequenas unidades de informaéño de tamanho fixo e formato padronizado, denominadas câlulas. Câlulas sño transmitidas atravâs de conexães com circuitos virtuais, sendo seu encaminhamento baseado em informaéño de um cabeéalho contido em cada uma delas. Tal tecnologia â capaz de suportar diferentes 13 BIT: Binary Digit (Acrènimo de Digito Binärio). 7

8 serviéos, para satisfazer aos diferentes tipos de träfegos. A altas velocidades de transmissño. Por essa razño, a ATM foi a tecnologia escolhida para suportar a diversidade de serviéos definida para as redes B- ISDN 14. [ grifo nosso]. (SOARES, 1995, p. 532). Esta tecnologia por ser muito cara normalmente â utilizada por grandes corporaéães que precisam de altas velocidades para conexães WANs e por empresas que precisam transmitir enormes quantidades de dados por meio de uma conexño de rede, mas, na prätica, a ATM tambâm pode ser utilizada por LANs e MANs. Segundo Tanenbaum, A idâia bäsica por traz da tecnologia ATM â transmitir todas as informaéães em pequenos pacotes de tamanho fixo, chamados de cçlulas. As câlulas tüm tamanho de 53 bytes, dos quais 5 bytes formam o cabeéalho e 48 bytes, a carga átil. (TANENBAUM, 1997, p. 70) Uma grande vantagem da ATM alâm da velocidade â o tamanho fixo dos pacotes propiciando que switches muito räpidos sejam construödos, e o pequeno tamanho dos pacotes assegura que frames de voz e vödeo possam ser inseridos no fluxo com freqíüncia suficiente para a transmissño em tempo real. Segundo Tanenbaum, A ATM â uma tecnologia, (o que fica oculta para os usuärios) e um serviéo (o que â visövel para os usuärios). As vezes o serviéo â chamado de Cell relay, uma analogia ao frame relay. (TANENBAUM, 1997, p. 70). HISTÉRIA DA REDE ATM Conforme Soares et. al (1995), tradicionalmente os sistemas de comunicaéño foram desenvolvidos para tipos especöficos de informaéães o sistema telefènico para o träfego de voz, as redes de comutaéño de pacotes para dados textuais e as redes de radiodifusño ou a cabo para vödeo e televisño. Essas redes foram projetadas para aplicaéães especöficas adaptando-se mal a serviéos diferentes. A necessidade de uma rede que unificasse os diferentes tipos de serviéos deu vida ç tecnologia ATM. Segundo Tanenbaum, O ATM prometia resolver todos os problemas de redes de telecomunicaéães do mundo, mesclando voz, dados, televisño a cabo, telex, telegrafo, pombo-correio, latas conectadas por barbantes, tambores, sinais 14 B-ISDN: Broadband Integrated Service Digital Network (Redes Digitais de ServiÉos Integrados de Banda Larga). ServiÉo de rede de banda larga que oferece dados, äudio e vödeo utilizando a tecnologia ATM. 8

9 de fumaéa e todos os outros meios de comunicaéño em um ánico sistema integrado que poderia fazer tudo para todos. Isso nño aconteceu. (TANENBAUM, 2003, p. 66). Segundo Tanenbaum, A ATM â uma tecnologia, (o que fica oculta para os usuärios) e um serviéo (o que â visövel para os usuärios). As vezes o serviéo â chamado de Cell relay, uma analogia ao frame relay. (TANENBAUM, 1997, p. 70). MODELO DE REFERÊNCIA ATM Assim como o modelo de referüncia ISO/OSI foi criado, criou-se tambâm um modelo de referüncia para a tecnologia ATM. Este modelo consiste em trüs camadas a camada Física, a camada ATM e a camada de Adaptação ATM (AAL) A Camada Física Essa camada se refere ao meio fösico como, voltagens, caracterösticas elâtricas, mecånicas e éticas do meio fösico utilizado, bem como questães de sincronismo para transmissño/recepéño de bits, sincronizaéño de bits e uma sârie de outros fatores. Segundo Tanenbaum, O ATM nño prescreve um determinado conjunto de regras mas, em vez disso, afirma que as câlulas ATM podem ser enviadas sozinhas por meio de um fio de cobre ou de fibra ética, mas tambâm podem ser reunidas na carga átil de outros sistemas de operadoras. Em outras palavras, a ATM foi projetada independente do meio fösico de transmissño. (TANENBAUM, 2003, p. 68). Segundo Peterson e Davie, Tambâm estño sendo definidas camadas fösicas sem fios para ATM. (PETERSON; DAVIE, 2004, p. 148). A CAMADA ATM A Camada ATM lida com câlulas, executando multiplexaéño/demultiplexaéño de câlulas, adiéño e remoéño do cabeéalho da câlula, 9

10 chaveamento 15 /encaminhamento de câlulas baseados na informaéño do cabeéalho, realizado pelos comutadores e Controle Genérico de Fluxo -Generic Flow Control (GFC), na câlula UNI. Dessa forma, a Camada ATM define o layout de uma câlula revelando o significado dos campos do cabeéalho. Ela tambâm estabelece a liberaéño de circuitos virtuais e faz o controle de congestionamento. ATM ADAPTATION LAYER (AAL) A camada AAL aceita que, aplicaéães que nño trabalham com câlulas possam interagir com as mesmas, permitindo que usuärios enviem pacotes maiores que uma câlula, a interface AAL segmenta os pacotes, transmitindo as câlulas individualmente e remontando-as na outra extremidade. Segundo Soares et. al, A camada de adaptaéño ATM (ATM Adaptation Layer AAL) tem como funéño compatibilizar e oferecer os serviéos desejados pelas camadas superiores, utilizando a tecnologia ATM como base e efetuando as adaptaéães necessärias para transmissño. (1995, p. 587). FUNCIONAMENTO DA REDE ATM A ATM hoje â uma das mais complexas tecnologias de comunicaéño utilizada para transportes de dados em redes páblicas ou privada. Sendo a ATM orientada a conexño sua tecnologia de transmissño permite a comunicaéño fullduplex, pontoa-ponto e comutada por câlulas. A ATM trabalha com TDM e chaveamento por pacotes 16 operando como uma rede dentro de outra rede com seus préprios protocolos internos oferecendo QoS. Basicamente a ATM age como um sistema independente sendo ignorada por outros sistemas. 15 Chaveamento: Tâcnica utilizada por switches e comutadores e consiste em filtragem de dados e no envio dos mesmos pela rede, podendo ser por circuito, por pacotes ou hibrido. Para maiores detalhes consulte Gallo e Hancock, Chaveamento por Pacotes: Tâcnica de chaveamento em que as mensagens sño subdividida em unidades menores chamadas pacotes, que contâm informaéães de endereéamento, assim como námeros de seqíüncia. 10

11 Segundo Gallo e Hancock, [...] A ATM â parecida com a construéño de um sistema de metrè. Que pode suportar outros sistemas de transporte em cima dele [...] (GALLO; HANCOCK, 2003, p. 469). OPERAÇÃO DA REDE ATM Na ATM as câlulas sño enumeradas da origem atâ o destino por uma subrede ATM comutada. Os hosts comunicam-se com equipamentos ATM por uma interface de usuärio UNI e os switches, chaveadores, comunicam-se entre si por uma interface de rede para rede NNI. TRANSPORTE DE CÉLULAS DA REDE ATM Uma rede ATM â formada de comutadores/chaveadores e de pontos terminais, hosts ou roteadores, sendo os comutadores, os responsäveis, pelo träfego das câlulas ATM atravâs da rede, aceitando câlulas de entrada oriundas de pontos terminais ou mesmo de outros comutadores. As câlulas sño lidas e seus cabeéalhos sño atualizados, de modo que as câlulas ATM sejam comutadas para as portas de saöda dos comutadores. Segundo Almir Wirth, Um ponto terminal ATM contâm um adaptador de interface de rede ATM. Exemplos de pontos terminais de uma rede ATM sño hosts, roteadores, Unidades de ServiÉos Digitais DSUs, switches de LANs e Codificadores- Decodificadores CODECs de vödeo. (WIRTH, 2003, p. 265). COMUTADORES DA REDE ATM Um comutador consiste em um equipamento de rede utilizado em transmissães de longa diståncia, com a funéño de receber dados pela porta de entrada e encaminha-los para seus respectivos destinos pela porta de saöda. O comutador ATM tem a funéño de encaminhar corretamente câlulas de uma conexño via VC. As câlulas ATM que chegam a porta de entrada do comutador sño encaminhadas a outro comutador, ou entregues a um ponto terminal, host. Assim as câlulas sño entregues de um VC a o préximo link de um determinado VP, por meio de uma de suas portas de saöda. 11

12 ROTEAMENTOS DA REDE ATM O roteamento se comparado ao roteamento TCP/IP â muito simples, as redes ATM consistem em redes de comutaéño de pacotes ligadas por circuitos virtuais, que sño estabelecidos pelos usuärios, fornecendo conexães ponto-a-ponto formada pela multiplexaéño de VCLs. Na sinalizaéño que estabelece uma conexño de canal virtual, um caminho fösico â estabelecido por meio da seleéño de uma sârie de enlaces fösicos. Segundo Soares et. al, Em cada né de comutaéño, um identificador para conexño virtual â escolhido e associado, em uma tabela relativa ç porta de entrada como sendo o identificador do préximo enlace virtual a ser seguido pela porta de saöda escolhida. Esse processo implica na adoéño de uma estratâgia de roteamento onde toda a complexidade esta concentrada na fase de estabelecimento de conexño. (SOARES, 1995, p. 609). Todo o processo de roteamento ATM esta baseado na conexño em si, se a conexño â estabelecida, o envio de câlulas torna-se banal, pois, basta consultar as tabelas existentes e trocar os rétulos correspondentes para que, o roteamento das câlulas seja feito. POR QUE REDE ATM A tecnologia ATM criou uma grande polümica no mundo das telecomunicaéães, pois, prometia muito, na verdade, a ATM cumpriu quase todas as promessas de campanha, porâm, no mundo das LANs, predominantemente dominado pela Ethernet, a ATM ainda nño vingou devido ao seu auto custo de implantaéño e largura de banda inferior a da Ethernet. Com relaéño ao custo beneficio a Ethernet ainda â uma soluéño prätica, mas, conforme Gallo e Hancock, Quando vocü adiciona a discussño que aplicaéães de rede diferentes necessitarño sem duvida de mais largura de banda no futuro para satisfazer as necessidades do cliente, ATM â a ánica rede atualmente em projeto que 12

13 provü as tecnologias de transmissño, taxas de transmissño e QoS necessärias para tratar das necessidades do usuärio [...] Pelo menos atâ agora. O que estamos dizendo, entño, â que a fusño de funéães de rede, o que parece ser a onda do futuro, requer tecnologias que apenas o ATM pode fornecer atualmente. Alâm disso, essas sño questães de que a industria estä a par. Haverä muitas aplicaéães no futuro em que o ATM como conhecemos provavelmente nño serä suficiente para prover todas as capacidades necessärias e um novo super ATM serä necessärio para solucionar esses problemas. Entretanto, isso ocorrerä em algum tempo distante de hoje. (GALLO; HANCOCK, 2003, p. 481). ATM X ETHERNET Em comparaéño com a Fast Ethernet e Ethernet de Gigabit a velocidade da ATM â inferior, pois, como tronco de LAN opera a 155 Mbps com entrega de 25 Mbps entre hosts, jä a Ethernet de Gigabit como troco de LAN opera a 1 Gbps entregando no modo Fast Ethernet 100 Mbps de taxa de transmissño entre hosts. Se comparada a Ethernet de Gigabit e a Fast Ethernet o emprego da ATM se torna lento e caro. Entretanto, o ATM Forum esta trabalhando na especificaéño de uma ATM de 2,5 Gbps, que tornarä a jornada da Ethernet de Gigabit um pouco diföcil. Por ser uma tecnologia VBR a Ethernet de Gigabit possui dificuldades com a transmissño de vödeo, principalmente diante de congestionamento na rede ou quando â necessärio atender tempo de entrega. O fato de a Ethernet de Gigabit ser em alguns aspectos mais räpida que a ATM, isso nño a torna mais confiävel, assim como tambâm, nño resolverä os problemas de convergüncia, por enquanto sé a ATM possui träfego apropriado e fatores de confiabilidade de rede que as outras redes ainda nño possuem. ATM X FRAME RELAY Basicamente a diferenéa entre ATM e Frame Relay esta no formato dos quadros de transmissño a ATM trabalha com câlulas de tamanho fixo, enquanto que o Frame Relay opera com quadros de tamanho variävel, o fato de a ATM usar câlulas de tamanho fixo torna sua sobrecarga maior que a do Frame Relay, porâm, fornece duas vantagens com relaéño ao Frame Relay, que sño, maior velocidade, e diferenciaéño do tipo de trafego, jä que, com 13

14 câlulas de tamanho fixo a ATM se torna mais räpida, pois, â mais fäcil processä-las. Segundo Gallo e Hancock, O ATM pode combinar câlulas que transportam trafego sensövel a atraso, tais como vödeo e voz interativos, com câlulas de dados. Esse conceito, chamado de entrelaéamento, nño â possövel com o Frame Relay porque quadros de dados maiores criam atrasos imprevisöveis e longos no processamento de trafego de voz e vödeo. Portanto, o Frame Relay â menos favorävel para videoconferüncia em tempo real, por exemplo. (GALLO; HANCOCK, 2003, p. 483). CONSIDERAÇÕES FINAIS A ATM com o seu surgimento causou uma grande agitaéño no mundo das telecomunicaéães porque prometia integrar todos os tipos de serviéos de comunicaéño em um ánico sistema. ï verdade que, no inöcio, a ATM nño foi implantada em grande escala como seus idealizadores queriam, de certa forma, a ITU-T queria substituir todo o sistema telefènico de comutaéño páblica pela tecnologia ATM, inicialmente, isso nño foi possövel, pois, alâm de enfrentar alguns problemas de incompatibilidade, seus idealizadores pararam na barreia dos custos, que nño seriam poucos, centenas de bilhães de délares. Surge daö uma questño: Quem pagarä a conta? Tudo que â utilizado pelo sistema telefènico atâ entño seria substituödo, jä que, a tecnologia ATM com sua implantaéño em larga escala, necessitaria de computadores mais räpidos e cabeamento adequado, como pares tranéados CAT 6 ou 7 e implantaéño maciéa de fibras éticas. 17 Imediatamente, a implantaéño da ATM em escala mundial nño serä possövel, nño por incompetüncia da tecnologia, mas, sim, por questães financeiras, porâm, se as empresas de telecomunicaéães estiverem interessadas no mercado de vödeo sob demanda, como as operadoras de TV a cabo estño interessadas na internet, algo 17 Na âpoca do surgimento da tecnologia ATM usava-se o par tranéado CAT 3, entño a categoria 3, seria substituöda pela categoria 5, no caso da implantaéño em massa da ATM na âpoca. Porâm, hoje, a categoria 5 jä â ultrapassada, entretanto, ainda â utilizada. Atualmente no caso da implantaéño em massa da tecnologia ATM, as categorias que viriam a substituir o par tranéado CAT 5 seriam as categorias 6 e 7. 14

15 terä que ser feito, pois, a ATM, ainda â a ánica tecnologia que oferece condiéães reais de integraéño de serviéos, para dar suporte ao transporte de dados, voz e vödeo com QoS, pois, em se tratando de convergüncia de dados, a ATM, por enquanto, â imbatövel. O fato de a ATM garantir reserva de largura de banda, tratamento diferenciado para diferentes aplicaéães de rede e QoS, faz da ATM a preferida das concessionärias de telecomunicaéães. Alguns autores da ärea de informätica como, por exemplo, Evi Nemeth et al (2004), que foi ao extremo afirmando que, a ATM consiste em uma tecnologia mal lograda e fracassada, assim como, o conceituado Andrew S. Tanenbaum, que afirmou sua decadüncia (2003), dizendo que a mesma estaria em uso somente, por mais alguns anos, ficando vago se seria um ano, dez anos ou 50 anos. Quando se trata de tecnologia de telecomunicaéño nño dä para fazer previsño. Estes autores embora especialistas, se esqueceram do uso da ATM pelas companhias de telecomunicaéães em todo o mundo. A ATM, sem sombra de dávida, pode ser utilizada em LANs, MANs e WANs simultaneamente se necessärio, em termos de qualidade de transmissño e tratamento especifico, a ATM, por enquanto, nño tem concorrente. A ATM ainda, nño prosperou no mundo das LANs, porâm, a ATM foi inicialmente desenvolvida para o uso nas redes B-ISDN, isto â, a ATM â um serviéo de transmissño WAN, podendo ser emulada localmente integrando padrães diferentes como Ethernet e Token Ring de modo a parecer um ánico padrño. REFERÊNCIAS BERNAL, Paulo Sergio Milado; FALBRIARDE, Claude. Redes banda larga. SÑo Paulo: ïrica, COELHO, Paulo Eustäquio. Projeto de redes locais: Com cabeamento estruturado. Belo Horizonte: Instituto Online, CYCLADES, Brasil. Guia de produtos cyclades: Guia de internet e conectividade. SÑo Paulo: Cyclades Brasil, GALLO, Michael A.; HANCOCK, William M.. Comunicação entre computadores e tecnologias de redes: TraduÉÑo Flävio Soares Correa da Silva, Märcio Rodrigues de Freitas Carneiro, Ana Cristina Vieira de Melo. SÑo Paulo: Thomson,

16 GASPARINI, Anteu Fabiano Lucio. Infra-estrutura, protocolos e sistemas operacionais de LANs: Redes locais. SÑo Paulo: ïrica, HALLBERG, Bruce A. Networking: Rede de computadores teoria e prätica. Rio de Janeiro: Alta Books, HAYAMA, Marcelo M. Montagens de redes locais: Prätico e didätico. 5. ed. SÑo Paulo: ïrica, NEMETH, Evi; SNYDER, Garth; HEIN, Trent R.. Manual completo do Linux: Guia do administrador. SÑo Paulo: Pearson Makron Books, PETERSON, Larry L.; DAVIE, Bruce S. Redes de computadores: Uma abordagem de sistemas. TraduÉÑo de Daniel Vieira 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, SOARES, Luiz Fernando Gomes; GUIDO, Lemos; SïRGIO, Golcher. Redes de computadores: Das LANs, MANs, WANs çs Redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, TANENBAUM, Andrew S. Rede de computadores: TraduÉÑo da Computer Networks 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, TANENBAUM, Andrew S. Rede de computadores: TraduÉÑo da Computer Networks 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, WIRTH, Almir Lima Junior. Formação e aperfeiçoamento profissional em: TelecomunicaÉães & redes de computadores. Rio de Janeiro: Axcel Books,

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