Regulamento de Bolsas do CCMar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento de Bolsas do CCMar"

Transcrição

1 Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve para prossecução pelo bolseiro de actividades de investigação científica, desenvolvimento tecnológico ou formação conexa com essas áreas. Artigo 2º Tipos de bolsas 1) São os seguintes os tipos de bolsas a atribuir: a) Bolsas de pós-doutoramento (BPD); b) Bolsas de doutoramento (BD); c) Bolsas de mestrado (BM); d) Bolsas de iniciação à investigação científica (BIC); e) Bolsas de mobilidade entre o sistema de ciência e tecnologia e empresas e outros sectores de actividades (BMCT); f) Bolsas para apoio à consultoria tecnológica (BCT); g) Bolsas para técnicos de investigação (BTI) h) Bolsas para gestores em ciência e tecnologia (BGCT); i) Bolsas para cientistas convidados (BCC); j) Bolsa de Desenvolvimento de Carreira Científica (BDCC) k) Bolsas de assistentes de investigação (BAI).

2 Artigo 3º Bolsas de pós-doutoramento 1) As bolsas de pós-doutoramento destinam-se a doutorados que tenham obtido o grau preferencialmente há menos de cinco anos e que pretendam realizar trabalhos avançados de investigação científica. 2) Na concessão deste tipo de bolsa será dada preferência, em igualdade de circunstâncias, a doutorados: a) Que tenham realizado o doutoramento numa universidade não associada ao Centro de Ciências do Mar do Algarve e em cuja orientação não tenham participado investigadores deste centro; b) Com realização de doutoramento, um período de doutoramento ou pós-doutoramento no estrangeiro. 3) A duração deste tipo de bolsa pode variar, em regra, entre o mínimo de três meses consecutivos e o máximo de três anos, prorrogável anualmente. Artigo 4º Bolsas de doutoramento 1) As bolsas de doutoramento destinam-se a mestres ou licenciados que pretendam obter o grau de doutor. 2) Podem também candidatar-se licenciados inscritos no 1º ano de programas doutorais em Portugal e no estrangeiro. 3) A duração deste tipo de bolsa é, em princípio, anual, prorrogável até ao máximo de quatro anos, não sendo aceites períodos inferiores a três meses consecutivos. Artigo 5º Bolsas de mestrado 1) As bolsas de mestrado destinam-se a licenciados que pretendam obter o grau de mestre, para a frequência da parte docente do mestrado e/ou para o período de dissertação do mestrado.

3 2) A duração deste tipo de bolsa é, em princípio, anual prorrogável até ao máximo de dois anos, não sendo aceites períodos inferiores a três meses consecutivos. Artigo 6º Bolsas de iniciação à investigação científica 1) As bolsas de iniciação à investigação científica destinam-se a jovens, licenciados ou bacharéis, ou finalistas de uma licenciatura, que estejam envolvidos em projectos de investigação a realizar no País. 2) A duração deste tipo de bolsa é, em princípio, anual, prorrogável até ao máximo de três anos consecutivos, não sendo aceites períodos inferiores a três meses consecutivos. Artigo 7º Bolsas de mobilidade entre o sistema de C&T e outros sectores de actividade 1) As bolsas de mobilidade entre o sistema de C&T e outros sectores de actividade destinam-se a licenciados, mestres ou doutores e têm por objectivo estimular as actividades de investigação científica e desenvolvimento tecnológico nas empresas, serviços e outras entidades públicas ou privadas, no País, bem como as actividades de formação avançada com a participação de empresas ou associações empresariais e instituições de investigação. 2) A duração deste tipo de bolsa é, em princípio, anual e prorrogável até ao máximo de dois anos consecutivos, não sendo aceites períodos inferiores a três meses consecutivos. Artigo 8º Bolsas para apoio à consultoria tecnológica 1) As bolsas de apoio à consultoria tecnológica destinam-se a licenciados, mestres ou doutores e têm como objectivo a realização, no País, de actividades que promovam directamente a inovação tecnológica no tecido empresarial em sociedades de capital de risco, bancos, instituições financeiras e empresas de consultoria e intermediação tecnológica.

4 2) A duração deste tipo de bolsa é de um ano não renovável. Artigo 9º Bolsas para técnicos de investigação 1) As bolsas para técnicos de investigação destinam-se a proporcionar formação complementar especializada a técnicos, em instituições de I&D do País e do estrangeiro, com o objectivo de garantir o funcionamento e a manutenção de equipamento e de infraestruturas de carácter científico e de apoiar actividades de investigação de unidades de I&D. 2) A duração deste tipo de bolsa é variável, até ao limite máximo de dois anos. Artigo 10º Bolsas em gestão de C&T 1) As bolsas em gestão de C&T destinam-se a licenciados, mestres ou doutores com o objectivo de prosseguir formação complementar em gestão de programas de C&T e ainda na realização de estágios de gestão em instituições de reconhecida qualidade e adequada dimensão, em Portugal. 2) A duração deste tipo de bolsa pode variar, entre um mínimo de três meses consecutivos e um máximo de dois anos. Artigo 11º Bolsas para cientistas convidados 1) As bolsas para cientistas convidados destinam-se a docentes ou investigadores seniores residentes no estrangeiro de mérito reconhecidamente elevado que possam contribuir para o início ou desenvolvimento de linhas de investigação promissoras que de outro modo seria difícil criar ou desenvolver no País. 2) A duração deste tipo de bolsa pode variar entre um mínimo de dois meses e um máximo de dois anos, eventualmente intercalados.

5 Artigo 12º Bolsa de Desenvolvimento de Carreira Científica 1) As bolsas de desenvolvimento de carreira científica destinam-se a doutorados que tenham obtido o doutoramento entre dois e seis anos antes da data da apresentação da candidatura e tenham revelado, na actividade realizada após o doutoramento, mérito científico elevado. 2) Estas bolsas têm como objectivo apoiar o desenvolvimento de aptidões de direcção e coordenação de projectos científicos no País, pelo que, durante o período da bolsa, o bolseiro deve dirigir um projecto científico próprio numa instituição científica portuguesa. 3) A duração deste tipo de bolsa é anual, prorrogável até ao máximo de cinco anos consecutivos, mediante avaliações intercalares positivas. Não são aceites períodos inferiores a um ano consecutivo. Artigo 13º Bolsas de assistentes de investigação 1) As bolsas de assistentes de investigação destinam-se a licenciados ou mestres que estejam a preparar o seu mestrado ou doutoramento no País e que simultaneamente estejam a desenvolver actividades de investigação no âmbito de um projecto de investigação ou de uma unidade de I&D. 2) A duração deste tipo de bolsa é anual prorrogável até ao máximo de três anos. Não serão aceites períodos inferiores a três meses consecutivos. CAPÍTULO II Processo de atribuição de bolsas Artigo 14º Candidaturas 1) Podem candidatar-se às bolsas referidas no artigo 2º cidadãos nacionais e estrangeiros, exceptuando os casos em que o financiamento da bolsa provenha de uma agência que imponha outras condicionantes de nacionalidade.

6 2) A abertura de concursos para atribuição de bolsas é publicitada através de anúncios nos meios de comunicação social, sendo mencionada a regulamentação legal aplicável. 3) Do aviso de abertura do concurso deverão constar os objectivos da bolsa, o modo de instrução, data e o local de apresentação da candidatura, a comissão responsável pela selecção, os critérios de avaliação, a data e a forma de divulgação dos resultados. Artigo 15º Documentos de suporte às candidaturas 1) As candidaturas serão apresentadas em impresso próprio, acompanhados da seguinte documentação: a) Documentos comprovativos de que o candidato reúne as condições exigíveis para o respectivo tipo de bolsa, nomeadamente, se tal for o caso, certificado de habilitações e das disciplinas realizadas com a respectiva classificação. b) Curriculum vitae do candidato; c) Programa de trabalhos a desenvolver, com indicação do local ou locais onde vai ser executado/desenvolvido; d) Parecer do orientador ou do responsável pelo acompanhamento da actividade do candidato, que assumirá a responsabilidade pelo programa de trabalhos, enquadramento, acompanhamento e/ou supervisão deste, sobre a sua qualidade e adequação às actividades previstas; e) Curriculum vitae resumido do orientador ou responsável pela equipa onde se desenvolve a actividade do candidato, incluindo lista de publicações cientificas e experiência anterior de orientação e/ou enquadramento de bolseiros; f) Documento comprovativo de aceitação do candidato por parte da instituição onde decorrerão os trabalhos de investigação ou as actividades de formação, quando não o Centro de Ciências do Mar do Algarve, garantindo as condições necessárias ao bom desenvolvimento do trabalho; g) Documento comprovativo de aceitação do candidato por parte da instituição que conferirá o grau académico; h) Cartas de referência.

7 2) A documentação a que alude as alíneas c) a g) do número anterior refere-se a bolsas BM e BD e as alíneas d) a h) não se aplicam às bolsas do tipo BCC. 3) Os documentos em falta, que não obstem à avaliação da candidatura, devem ser entregues até à data da assinatura do termo de aceitação. Artigo 16º Avaliação das candidaturas A avaliação das candidaturas terá em conta o mérito do candidato, e consoante o tipo de bolsa, o programa de trabalhos e condições de acolhimento, entre outros critérios a fixar no edital do respectivo concurso. Artigo 17º Divulgação dos resultados 1) Os resultados da avaliação são divulgados até 30 dias úteis após o termo do prazo de apresentação das candidaturas, mediante comunicação escrita aos candidatos. 2) Dos resultados finais pode ser interposto reclamação/recurso para a Comissão de Recursos do Centro de Ciências do Mar do Algarve no prazo de 10 dias úteis após a respectiva comunicação. Artigo 18º Prazo para aceitação Nos 10 dias úteis seguintes à comunicação da concessão de bolsa, o candidato deve confirmar a sua aceitação por escrito e comunicar a data do início efectivo da bolsa. Artigo 19º Concessão do estatuto de bolseiro

8 1) A concessão do estatuto de bolseiro pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, efectuada nos termos do artigo 3º do Decreto- Lei nº 123/99, de 20 de Abril, produz efeitos à data de início da bolsa, sendo a sua prova feita mediante declaração daquela instituição. 2) O Centro de Ciências do Mar do Algarve será autorizado a emitir em relação aos respectivos bolseiros todos os documentos comprovativos da sua qualidade de bolseiro abrangido pelo diploma referido no número anterior. CAPÍTULO III Regime da bolsa Artigo 20º Termo de aceitação 1) A concessão de bolsa opera-se mediante a atribuição de um subsídio, nas condições descritas em termo de aceitação reduzido a escrito e assinado em duplicado pelo bolseiro. 2) O termo de aceitação deve conter as seguintes indicações: a) Identificação e residência do bolseiro; b) Tipo de bolsa atribuída; c) Indicação do local da actividade, do respectivo plano e do investigador responsável pelo projecto; d) Indicação do início e termo da bolsa; e) Aceitação por parte do bolseiro de que a propriedade intelectual do trabalho realizado no decurso da bolsa nos laboratórios do Centro de Ciências do Mar do Algarve é pertença deste centro; f) Indicação da existência de um seguro de acidentes pessoais; g) Indicação da existência ou não de descontos para o seguro social voluntário; h) Data da celebração. Artigo 21º Renovação da bolsa 1) A bolsa pode ser renovada por períodos adicionais até ao limite máximo de duração, sendo a renovação obrigatoriamente comunicada por escrito ao bolseiro.

9 2) O pedido de renovação de bolsa, dirigido ao Presidente da Direcção será acompanhado de relatório dos trabalhos realizados, plano dos trabalhos futuros, parecer do orientador ou responsável e, no caso de bolsas de mestrado e doutoramento, parecer da Instituição académica na qual o bolseiro está inscrito, deve ser apresentado pelo bolseiro até 60 dias antes do seu termo. 3) A renovação da bolsa não requer a assinatura de novo termo de aceitação. Artigo 22º Exclusividade 1) Cada bolseiro só pode receber uma única vez o mesmo tipo de bolsa, não podendo ser simultaneamente beneficiário de qualquer outra bolsa, salvo se existir acordo entre entidades financiadoras. 2) O bolseiro não pode exercer qualquer outra função ou actividade remunerada, pública ou privada, incluindo o exercício de profissão liberal, sem prejuízo do disposto no número seguinte. 3) As funções de bolseiro são exercidas em regime de dedicação exclusiva, nos termos estabelecidos no artigo 8º do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril. 4) Os bolseiros no estrangeiro que continuam a auferir a remuneração decorrente do vínculo contratual terão direito apenas ao subsídio mensal no estrangeiro fixado no quadro anexo a este regulamento Artigo 23º Alteração ao plano de trabalho A alteração do plano de trabalho depende de autorização da Direcção do Centro de Ciências do Mar do Algarve, devendo o pedido do bolseiro ser acompanhado de parecer do orientador ou do responsável pelo acompanhamento dos trabalhos do bolseiro. Artigo 24º Menção de apoio

10 Em todos os trabalhos realizados pelo bolseiro deve ser expressa a menção de serem os mesmos apoiados financeiramente pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve. CAPÍTULO IV Condições financeiras da bolsa Artigo 25º Componentes da bolsa 1) De acordo com o tipo de bolsa e situação do candidato, a bolsa pode incluir as seguintes componentes: a) Subsídio mensal de manutenção; b) Subsídio para compensação dos encargos relativos à Segurança Social, correspondente ao primeiro escalão referido no artigo 36º do Decreto-Lei nº 40/80, de 1 de Fevereiro, após prova de pagamento por parte do bolseiro; c) Inscrição, matrícula ou propina relativamente às bolsas de mestrado e de doutoramento; d) Subsídio de deslocação, quando devidamente autorizada, e ajudas de custo de acordo com a tabela em vigor na função pública. 2) Sempre que se trate de bolsas no estrangeiro podem acrescer as seguintes componentes: a) Subsídio de transporte para viagem internacional de ida e volta, respectivamente no inicio e final do período de bolsa na tarifa economicamente mais vantajosa; b) Subsídio de instalação para estadias iguais ou superiores a seis meses consecutivos. 3) Não são devidos, em caso algum, subsídios de alimentação, de férias, de Natal ou quaisquer outros não expressamente previstos no presente Regulamento. Artigo 26º

11 Montantes dos componentes da bolsa Os montantes dos componentes da bolsa são os constantes do quadro anexo ao Regulamento, que deste faz parte integrante. Artigo 27º Periodicidade do pagamento Os pagamentos devidos aos bolseiros são efectuados mensalmente, através de cheque ou transferência bancária. Artigo 28º Outros benefícios 1) O bolseiro beneficia de um seguro de acidentes pessoais. 2) O bolseiro pode, caso o expresse, beneficiar do regime de segurança social nos termos referidos no artigo 6º do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril. CAPÍTULO V Cancelamento e termo das bolsas Artigo 29º Relatório final O bolseiro deve apresentar, até 60 dias após o termo da bolsa, um relatório final das actividades desenvolvidas, incluindo as comunicações e publicações resultantes da referida actividade, acompanhado pelo parecer do orientador ou responsável pela respectiva actividade. Artigo 30º Não cumprimento dos objectivos

12 Os bolseiro que não atinja os objectivos estabelecidos no plano de trabalhos aprovado ou cuja bolsa seja cancelada por motivo de violação grave dos seus deveres por causa que lhe seja imputada, pode ser obrigado a restituir as importâncias que tiver recebido. Artigo 31º Cancelamento da bolsa 1) A bolsa pode ser cancelada, por decisão fundamentada do Centro de Ciências do Mar do Algarve, quando se verifique o incumprimento dos deveres do bolseiro constantes do presente Regulamento e do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril. 2) Sem prejuízo do disposto na lei penal, implica, ainda, o cancelamento da bolsa a prestação de falsas declarações pelo bolseiro sobre matérias relevantes para a concessão da bolsa ou para apreciação do seu desenvolvimento. 3) Os factos na origem do cancelamento da bolsa serão comunicados pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve à Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para efeitos de cancelamento do estatuto de bolseiro. CAPÍTULO VI Disposições finais Artigo 32º Casos omissos Os casos omissos neste Regulamento são resolvidos tendo em atenção os princípios e as normas constantes no Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril. Artigo 33º Entrada em vigor O presente Regulamento entra imediatamente em vigor.

13 Anexo: Montantes dos componentes da bolsa Tipo de bolsa País Bolsa de Cientista Convidado Bolsa de Desenvolvimento de Carreira Científica Bolsa de Pós-Doutoramento Outras Bolsas para Doutorados Bolsa de Doutoramento, Outras Bolsas para Mestres Bolsa de Iniciação Científica 385 Outras Bolsas para Licenciados ou Bacharéis Outras Bolsas para pessoas sem Grau Académico Estrangeiro Nota: O subsídio mensal de manutenção das Bolsas de Gestão de Ciência e Tecnologia no país pode variar, consoante as habilitações académicas dos bolseiros, entre os valores correspondentes indicados na tabela e os valores obtidos adicionando-lhes 500 Euros; a concretização dos valores referidos será feita pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve atendendo, nomeadamente à natureza e complexidade das actividades a desenvolver pelo bolseiro e à sua experiência anterior. Outros subsídios Tipo de subsídio Viagem Europa 750 Viagem - Fora da Europa Instalação Apresentação de trabalhos em reuniões científicas (bolseiros de Pós-Doutoramento, Doutoramento e Mestrado) 750 Execução gráfica de Tese de Doutoramento 750

14 Execução gráfica de Tese de Mestrado 500 Comparticipação máxima anual em inscrição, matrícula ou propinas de Bolseiros de Doutoramento ou Mestrado Em Portugal - Doutoramento Em Portugal - Mestrado No Estrangeiro

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Regulamento de Bolsas de Investigação Científica REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência

Leia mais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, segue o modelo aprovado pela

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo 1º Âmbito O presente regulamento aplica-se às acções de formação previstas na Medida 4 da Intervenção Operacional para a Ciência

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P.

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Instituto Português do Mar

Leia mais

Artigo 2º Tipos de bolsas. a) Bolsas de pós-doutoramento (BPD); b) Bolsas de doutoramento (BD); c) Bolsas de mestrado (BM);

Artigo 2º Tipos de bolsas. a) Bolsas de pós-doutoramento (BPD); b) Bolsas de doutoramento (BD); c) Bolsas de mestrado (BM); Despacho Conjunto MCT/MQE DR nº 162, II Série, de 15 de Julho de 1996 A decisão da Comissão Europeia C (94) 376 aprovou o quadro comunitário de apoio para as intervenções estruturais comunitárias relativas

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei nº 40/2004,

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia. REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID)

LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia. REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID) LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID) CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º (Âmbito) 1. O presente Regulamento,

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/12/2010

DESPACHO ISEP/P/12/2010 DESPACHO ISEP/P/12/2010 Considerando: 1. A necessidade de regulamentar a tramitação do processo de financiamento, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, de bolsas para a prossecução nas Unidades

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1 ÂMBITO 1. O presente Regulamento, submetido à aprovação da Fundação

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei n.º 40/2004, de 18 de Agosto,

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS A formação avançada e a qualificação de recursos humanos é uma prioridade da política científica e tecnológica nacional que visa promover

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS A formação avançada e a qualificação de recursos humanos é uma prioridade da política científica e tecnológica nacional, reiterada no

Leia mais

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DESPACHO CONJUNTO Nº Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5706, de 24 de Dezembro de 2004, que altera a Decisão C (2000) 1785, de 28 de Julho de 2000, que aprovou o Programa Operacional Ciência,

Leia mais

Bolsas de Formação Avançada

Bolsas de Formação Avançada Bolsas de Formação Avançada Regulamento da Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos 2009 A formação avançada e a qualificação de recursos humanos são uma prioridade da política científica e

Leia mais

Regulamento de bolsas da. Associação Fraunhofer Portugal Research

Regulamento de bolsas da. Associação Fraunhofer Portugal Research Regulamento de bolsas da Associação Fraunhofer Portugal Research I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Finalidade da atribuição das bolsas) 1. A Associação Fraunhofer Portugal Research, com o objectivo de

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P.

Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. Regulamento de Bolsas de Investigação da FCT, I. P., aprovado pelo Regulamento nº 234/2012, de 25 de junho, alterado

Leia mais

Bolsas de Formação Avançada

Bolsas de Formação Avançada Page 1 of 16 Fundação para a Ciência e a Tecnologia Bolsas de Formação Avançada Regulamento da Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos 2011 Capítulo I Objecto e âmbito de aplicação Artigo

Leia mais

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas Regulamento de Bolsas do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas CAPITULO I DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo primeiro Âmbito 1. O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 46 Data: 2011/11/04 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: Regulamento para Atribuição de Bolsa de Doutoramento ESTeSL/IPL Caixa Geral de Depósitos

Leia mais

Bolsas de Formação Avançada

Bolsas de Formação Avançada Bolsas de Formação Avançada Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. CAPÍTULO I Objeto e âmbito de aplicação ARTIGO 1.º OBJECTO 1. O presente regulamento disciplina

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL PREÂMBULO Tendo como objetivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspetos físicos como sob o ponto de vista

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 120 23 de junho de 2015 16819. CAPÍTULO II Tipos de bolsas de investigação UNIVERSIDADE DE LISBOA.

Diário da República, 2.ª série N.º 120 23 de junho de 2015 16819. CAPÍTULO II Tipos de bolsas de investigação UNIVERSIDADE DE LISBOA. Diário da República, 2.ª série N.º 120 23 de junho de 2015 16819 rie N.º 110 9 de junho de 2008, os membros do júri das provas de doutoramento em Ciências Empresariais, especialidade Marketing, requeridas

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº. 1º. 1. Com o fim principal

Leia mais

Instituto Pedro Nunes REGULAMENTO DE BOLSAS

Instituto Pedro Nunes REGULAMENTO DE BOLSAS Instituto Pedro Nunes REGULAMENTO DE BOLSAS (Aprovado em 14 de Novembro de 2005 pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo da Lei n.º 40/2004, de 18 de Agosto) CAPÍTULO I Disposições genéricas

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Finalidade da atribuição das bolsas) 1. O INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, com o objectivo

Leia mais

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN REGULAMENTO DE BOLSAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO PARA ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA E DE TIMOR-LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o objetivo de estimular a Investigação

Leia mais

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores A pretende impulsionar as actividades de Responsabilidade Social em Angola, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia

28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia Investigação 28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia Já está em vigor o novo diploma que regula as Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Leia mais

2ª Edição CAPÍTULO I. Artigo 1º Âmbito de aplicação

2ª Edição CAPÍTULO I. Artigo 1º Âmbito de aplicação Sovena Portugal Consumer Goods, S.A. Regulamento de Bolsas da Sovena Portugal Consumer Goods, S.A 2ª Edição CAPÍTULO I Artigo 1º Âmbito de aplicação 1. O presente Regulamento, (aprovado pela Fundação para

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015

REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015 REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015 Este concurso visa reforçar a cooperação existente entre a Universidade de Coimbra (UC) e as instituições suas parceiras,

Leia mais

20016 Diário da República, 2.ª série N.º 89 9 de Maio de 2011

20016 Diário da República, 2.ª série N.º 89 9 de Maio de 2011 20016 Diário da República, 2.ª série N.º 89 9 de Maio de 2011 Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P. Aviso n.º 10403/2011 Dando cumprimento ao estipulado nos n. os 6 e 7 do artigo 12.º da Lei n.º

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação

Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação Capítulo I Objeto e âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto 1. O presente

Leia mais

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios PROGRAMA OPERACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL HUMANO E COESÃO SOCIAL DA RAM EIXO I EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 109 7 de Junho de 2010 31173. Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P.

Diário da República, 2.ª série N.º 109 7 de Junho de 2010 31173. Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P. Diário da República, 2.ª série N.º 109 7 de Junho de 2010 31173 Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P. Aviso n.º 11257/2010 Nos termos do disposto no n.º 6 do artigo 36.º da Portaria n.º 83 -A/2009,

Leia mais

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA. 05-00-00-00-00 Outras despesas correntes 3,268,000.00. Total das despesas

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA. 05-00-00-00-00 Outras despesas correntes 3,268,000.00. Total das despesas 420 23 2010 6 7 Unidade: MOP Classificação funcional Classificação económica Designação Montante 02-03-07-00-00 Publicidade e propaganda 8-01-0 02-03-07-00-01 Encargos com anúncios 02-03-08-00-00 Trabalhos

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência

Leia mais

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示.

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示. 956 澳 門 特 別 行 政 區 公 報 第 一 組 第 40 期 2005 年 10 月 3 日 獨 一 條 許 可 透 過 三 月 二 十 二 日 第 89/99/M 號 訓 令 而 獲 授 許 可 於 澳 門 設 立 分 支 公 司 以 經 營 一 般 保 險 業 務 的 Companhia de Seguros Fidelidade S.A., 中 文 名 稱 為 忠 誠 保 險 公 司,

Leia mais

Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015

Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015 Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015 Nos termos do Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação

Leia mais

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o fim de estimular a difusão da cultura portuguesa em países estrangeiros, a Fundação Calouste Gulbenkian, através do Serviço de Bolsas Gulbenkian, concede bolsas de

Leia mais

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Última atualização 15.04.2015 1 Tipos de bolsas 1.1 Quais os tipos de bolsas e montantes definidos no Regulamento das Bolsas? As bolsas distinguem-se de

Leia mais

Tipo de Bolsa Montante Mensal ( ) Bolsa de Investigação (BI) Mestres 980,00 Licenciados ou Bacharéis 745,00 Bolsa de Iniciação Científica (BIC)

Tipo de Bolsa Montante Mensal ( ) Bolsa de Investigação (BI) Mestres 980,00 Licenciados ou Bacharéis 745,00 Bolsa de Iniciação Científica (BIC) 1. Tipos de bolsas 1.1 Quais os tipos de bolsas e montantes definidos no Regulamento das Bolsas* As bolsas distinguem-se de acordo com a sua finalidade e o grau académico requerido para os bolseiros. Tipo

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 41 12-10-2009 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 1535 澳 門 特 別 行 政 區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 50/2009 Ordem Executiva n.º 50/2009 Usando da faculdade conferida

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO I. DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO Artº 1º 1) Com o fim de estimular a especialização e a valorização profissional nos

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2015

Regulamento PAPSummer 2015 Regulamento PAPSummer 2015 Artigo 1º Objectivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses (Estudante) de desenvolver um

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos Deliberação nº /CI/2007 Reunido em sua Sessão Ordinária no dia 6 de Setembro de 2007, a Comissão Instaladora

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos REGULAMENTO DO PROGRAMA COMUNICAÇÃO E GESTÃO DE CIÊNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto 1. O presente regulamento define as normas e os procedimentos de concurso para contratação

Leia mais

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais)

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais) Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES Regulamento Artigo 1º (Disposições Gerais) O Programa de Bolsas de Mobilidade para Estudantes da Universidade de Lisboa tem por objectivo proporcionar

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

13874 Diário da República, 2.ª série N.º 103 29 de maio de 2014

13874 Diário da República, 2.ª série N.º 103 29 de maio de 2014 13874 Diário da República, 2.ª série N.º 103 29 de maio de 2014 Despacho n.º 7043/2014 Considerando o Regulamento de Organização e Funcionamento dos Serviços de Natureza Administrativa e Apoio Técnico

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 14/2015 de 23 de Janeiro de 2015 Considerando os objetivos do Governo dos Açores em promover, na Região, um conhecimento especializado de temáticas

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1) Com o fim de estimular a especialização e a valorização profissional nos diversos

Leia mais

AS FONTES DE INFORMAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA. MÓDULO III Bolsas e Estágios

AS FONTES DE INFORMAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA. MÓDULO III Bolsas e Estágios AS FONTES DE INFORMAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA MÓDULO III Bolsas e Estágios Bolsas e Estágios Bolsas Acção Social do Ensino Superior Fundação para a Ciência e a Tecnologia Fundação Calouste Gulbenkian Instituto

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS PREÂMBULO Na sequência da transposição para o ordenamento jurídico nacional da Directiva n.º 2006/43/CE, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 102 28 de maio de 2014 13657 UNIVERSIDADE DE LISBOA. Reitoria UNIVERSIDADE DE ÉVORA CAPÍTULO I

Diário da República, 2.ª série N.º 102 28 de maio de 2014 13657 UNIVERSIDADE DE LISBOA. Reitoria UNIVERSIDADE DE ÉVORA CAPÍTULO I Diário da República, 2.ª série N.º 102 28 de maio de 2014 13657 turas de Informação e Comunicação da Administração da Universidade de Coimbra Foi coordenador do Gabinete de Assessoria Informática da Direção

Leia mais

11 716 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE N. o 157 17 de Agosto de 2005

11 716 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE N. o 157 17 de Agosto de 2005 11 716 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE N. o 157 17 de Agosto de 2005 videnciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação. 2 O concurso é aberto a todos os médicos possuidores

Leia mais

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS DE MESTRADO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento

Leia mais

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

Fundo Universitário AMI

Fundo Universitário AMI Fundo Universitário AMI Regulamento Geral Preâmbulo Desde 1994, ano em que se inaugurou o primeiro centro social da AMI (Olaias) e até 2014, os Serviços Sociais da AMI apoiaram 64.317 pessoas em situação

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º 1. Com o fim de estimular a valorização profissional e a especialização nos diversos domínios da Música, a Fundação

Leia mais

Perguntas e respostas - FAQ sobre a bolsa de mérito para estudos pós-graduados

Perguntas e respostas - FAQ sobre a bolsa de mérito para estudos pós-graduados Perguntas e respostas - FAQ sobre a bolsa de mérito para estudos pós-graduados 1. Pergunta: Quais são os dados que devem ser lidos antes de apresentar o pedido? Resposta: Devem ser lidos pormenorizadamente

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO

REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º- Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica -se à medida INOV-Art -

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL DE MESTRADO EM. Universidade da Madeira

REGULAMENTO DO CURSO CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL DE MESTRADO EM. Universidade da Madeira REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL Universidade da Madeira O presente articulado baseia-se no regime jurídico instituído pelo Decreto- Lei n.º 74/2006, de

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL, instituição de utilidade pública, com o número de identificação de pessoa colectiva 503 323 055, com sede na Avenida da Siderurgia Nacional, S. Mamede do Coronado,

Leia mais

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014 Reitoria despacho RT-55/2014 A Universidade do Minho tem vindo a atrair um número crescente de estudantes estrangeiros, que hoje representam um importante contingente da sua comunidade estudantil. Com

Leia mais

Secretaria de Estado para o Ensino Superior

Secretaria de Estado para o Ensino Superior Secretaria de Estado para o Ensino Superior Decreto n.º 21/08 de 28 de Fevereiro Com a aprovação da Lei de Bases do Sistema de Educação, torna se necessário regulamentar a política de Acção Social no Ensino

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante ERASMUS Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Normas Gerais A mobilidade de estudantes, uma das acções mais frequentes do Programa, inclui duas vertentes de actividade: realização

Leia mais

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) O presente regulamento estabelece a orgânica do Gabinete Erasmus, bem

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente Regulamento de Bolsas de Estudo

Leia mais

Licenciatura em Biologia

Licenciatura em Biologia Licenciatura em Biologia Regulamento de Estágio Profissionalizante Para dar cumprimento ao estipulado no Despacho n.º 22 420/2001 da Reitoria da Universidade de Aveiro, publicado no Diário da República

Leia mais

MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP)

MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP) MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP) Critérios de elegibilidade do Estudante Erasmus Estatuto legal do estudante: Os estudantes devem ser nacionais de um estado membro participante no Programa de Aprendizagem

Leia mais

REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (Com base no Regulamento de Estudos revisto e alterado em Reunião do Conselho Científico de 27 Novembro 2006) Anos Lectivos 2006/2007 e 2007/2008 Artigo 1.º

Leia mais

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO Regulamento do Programa de Bolsas de Educação Introdução Considerando a importância e oportunidade do Programa de Responsabilidade Social do Comité Olímpico de

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 1. Mobilidade Internacional de Estudantes Os alunos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que cumpram

Leia mais

(PROPOSTA) REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO

(PROPOSTA) REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO (PROPOSTA) Ú~e ~JU&~~L~ 6~i ~ / ~ 7J7t1 REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO Conforme o determinado pelo artigo 45 O A do Decreto Lei n 074/2006

Leia mais

Regulamento Programa REDE DE RESIDÊNCIAS: EXPERIMENTAÇÃO ARTE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2.ª edição Direcção-Geral das Artes e Ciência Viva

Regulamento Programa REDE DE RESIDÊNCIAS: EXPERIMENTAÇÃO ARTE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2.ª edição Direcção-Geral das Artes e Ciência Viva Regulamento Programa REDE DE RESIDÊNCIAS: EXPERIMENTAÇÃO ARTE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2.ª edição Direcção-Geral das Artes e Ciência Viva Reconhecendo o interesse cultural e o potencial económico que subjaz

Leia mais

ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO

ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objeto) O presente regulamento rege a mobilidade internacional para estágio dos estudantes de Licenciatura

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nota justificativa Os municípios são autarquias locais que têm como objetivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respetivos

Leia mais

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas No âmbito do ensino politécnico é conferido o título de especialista, o qual comprova a qualidade e a

Leia mais

Bolsa de Mérito para Estudos Pós-Graduados em Artes

Bolsa de Mérito para Estudos Pós-Graduados em Artes Bolsa de Mérito para Estudos Pós-Graduados em Artes 1. Objectivo: A Fundação Macau (FM) e o Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES), em cooperação, criaram a Bolsa de Mérito para Estudos Pós-Graduados

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS Artigo 1.º Duração e estrutura do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre 1. O ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre, ministrado na ESTBarreiro/IPS,

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO DE UNIDADES DE SAÚDE Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira

Leia mais

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Artigo 1º Âmbito

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Artigo 1º Âmbito ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Artigo 1º Âmbito A Ordem dos Farmacêuticos (OF) tem vindo a estabelecer diversas parcerias, com o objectivo de facilitar o acesso à

Leia mais

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 30-06-2014 INTRODUÇÃO Este sistema de propinas e emolumentos constitui um mecanismo inovador que permite ao estudante fasear e planear o seu plano de estudos curricular,

Leia mais

申 請 人 須 於 研 究 生 資 助 發 放 技 術 委 員 會 的 網 上 系 統 填 寫 申 請 表, 然 後 列 印 並 簽 署, 連 同 有 關 申 請 文 件 一 併 遞 交

申 請 人 須 於 研 究 生 資 助 發 放 技 術 委 員 會 的 網 上 系 統 填 寫 申 請 表, 然 後 列 印 並 簽 署, 連 同 有 關 申 請 文 件 一 併 遞 交 申 請 人 須 於 研 究 生 資 助 發 放 技 術 委 員 會 的 網 上 系 統 填 寫 申 請 表, 然 後 列 印 並 簽 署, 連 同 有 關 申 請 文 件 一 併 遞 交 Os candidatos a bolsas de mérito para estudos pós-graduados devem preencher on-line o boletim de candidatura.

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ECONOMIA Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE EMPRESAS Artigo 1.º Criação A Universidade

Leia mais