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1 1 CONVENÇÃO DO CONDOMÍNIO BELVEDERE ESMERALDAS/MG Este é um instrumento particular, firmado pelas pessoas ao final identificadas e qualificadas, na condição de proprietários e/ou promissários compradores, mediante os respectivos títulos da área denominada CONDOMÍNIO BELVEDERE, situada na no Município de Esmeraldas/MG, na Rua Antônio Ignácio Martins Ferreira, número 80, Bairro Belvedere. A área foi aprovada observadas as disposições da Lei 2.155, de 20 de junho de 2008 sendo que a Planta e Memorial foram devidamente transcritos, em 27 de setembro de 2008, data da realização da Assembléia Geral para a aprovação da Convenção e Regimento do Condomínio, no Cartório do Registro de Imóveis da Comarca de Esmeraldas - Registro , do Livro 2, constando de 96 (noventa e seis) unidades autônomas, conforme memorial descritivo. A referida Lei autoriza aos proprietários e/ou promissários compradores do Condomínio organizar-se em forma de condomínio fechado, com privacidade total da área respectiva (artigo 1º) e, em presença das testemunhas ao final nomeadas, que também a assinam, os CONVENENTES declaram, livres solenemente, que resolveram instituir a presente CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO À qual se sujeitam e se submetem e que se regerá pelas normas da Lei 4.591, de 16 de dezembro de 1964 e da Lei , de 10 de janeiro de 2002 e, especialmente, pelas cláusulas e condições adiante aprovadas: TÍTULO I DO OBJETO, CONSTITUIÇÃO E DESTINAÇÃO Artigo 1º. O Condomínio foi instituído pela sociedade empresária, BANDEIRANTES EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIA LTDA, CNPJ / , com sede em Esmeraldas (MG), na Rua São José, número 420, Bairro Bandeirantes, representada por Anderson Augusto Campolina, brasileiro, casado, empresário, CI M SSPMG, CPF /53, residente em Belo Horizonte (MG), na Avenida Bandeirantes 2221/16, Bairro Bandeirantes, como legítima proprietária do terreno formado pela gleba de terra com área de m 2 (cento e setenta e seis mil quinhentos e dezoito metros quadrados), matriculado no Cartório de Registro de Imóveis sob número , do livro 2 do Cartório de Registro de Imóveis de Esmeraldas/MG. Parágrafo único. O CONDOMÍNIO BELVEDERE, constituindo-se juridicamente em um condomínio fechado, se organiza na forma e para os fins permitidos pelo artigo 8º da Lei de 16 de dezembro de 1964 e mediante autorização contida na Lei Municipal de 20 de junho de 2008, com destinação residencial compõe-se de 96 (noventa e seis) unidades-área pro diviso, de propriedade exclusiva de cada Condômino, totalizando uma área de m 2 (cento e sessenta e três mil cento e setenta e cinco metros quadrados), bem como de áreas de uso comum, pro indiviso, com área total de m 2 (treze mil trezentos e quarenta e três metros quadrados) destinadas ao funcionamento da Administração e serviços do Condomínio, além de ruas, praças e avenidas, para uso de pessoas e veículos, tanto internamente, para acesso às unidades, entre si, como à via pública, único acesso ao Condomínio.

2 2 Artigo 2º. As unidades-área, com suas respectivas dimensões, estão discriminadas e são as mesmas constantes do Memorial e da Planta do loteamento, aprovados pela Municipalidade. Artigo 3º. Em observância ao que dispõem as alíneas a, c e d, do artigo 8º, da Lei Federal 4.591/64, os CONVENENTES declaram que os requisitos ali exigidos constam de Memorial e Planta que, anexados a esta, a ela se incorporam como parte integrante e indestacável. Artigo 4º. Os direitos dos titulares das áreas, considerados unidades-área pro diviso, são submetidos às restrições previstas nesta Convenção, por decisão livre e soberana de seus atuais titulares e promissários compradores, e se transferem aos herdeiros e sucessores, a qualquer título. Parágrafo único. Visando regular direito e deveres decorrentes da constituição do CONDOMÍNIO BELVEDERE será feito o Regimento pelos promissários compradores e proprietários existentes até o dia da convocação da Assembléia convocada para este fim. De igual forma, o Regimento obrigará todos os proprietários, promissários compradores e futuros adquirentes ou ocupantes, ainda que temporariamente, a qualquer título ao cumprimento de seus dispositivos. Artigo 5º. Continuam sendo finalidades básicas do Condomínio aquelas mesmas descritas no Memorial e Planta do loteamento original, ou seja, residencial e aquelas constantes do ato de aquisição das respectivas unidades e, especificamente, o compromisso de preservação e proteção ao meio ambiente em que se insere. Parágrafo primeiro. Em cada área será permitida a construção de apenas uma residência e respectiva edícula, que se destinarão exclusivamente à habitação de uma única família e seus empregados, não podendo assim, alienar, ceder ou alugar parte dela, para outra finalidade que não seja residencial. Parágrafo segundo. Acima de dois mil metros, poderá ter mais edificações, desde que, cada edificação tenha mil metros de área disponível, não podendo jamais manter frente com menos de 20 (vinte) metros, neste caso, cada edificação responderá pela taxa de condomínio individual. Parágrafo terceiro. É vedada a alienação das áreas separadamente das áreas de uso comum, a elas incorporadas. Parágrafo quarto. Será permitido unir ou recompor duas ou mais áreas contíguos, conforme Regimento, contudo, na área resultante só será permitida a construção de uma única habitação e sua respectiva edícula. Parágrafo quinto. Em conseqüência, nenhuma das unidades-área poderá ter, sob qualquer pretexto, destinação diversa daquelas previstas neste instrumento, ficando ainda expressamente vedado ao Condomínio, por sua Administração, alterar a destinação das áreas de uso comum, senão mediante autorização da comunidade reunida em Assembléia Geral especificamente convocada, e pelo voto de 2/3 (dois terços) dos Condôminos, na forma prevista nesta Convenção. Artigo 6º. São de propriedade exclusiva de cada Condômino as respectivas áreas autônomas, indicadas pela numeração, constante no Memorial e Planta bem como todas as benfeitorias, acessões e pertences que o mesmo constituir ou incorporar à sua unidade. Artigo 7º. São partes de propriedade exclusiva de cada Condômino, constituindo uma unidade autônoma: I. Parte pro diviso (unidade-área), suas acessões e benfeitorias identificadas pelo número constante da planta original do loteamento e nos respectivos títulos dominiais;

3 3 II. Parte pro indiviso - parte correspondente às áreas de uso comum - equivalente a 1/96 (um, noventa e seis avos) do total da área do Condomínio. Artigo 8º. As áreas de uso comum, inalienáveis e indivisíveis são acessórios ligados à parte pro diviso, conforme dispõe o Código Civil. Elas são de uso comum de todos os Condôminos, notadamente as seguintes: as vias de circulação e de acesso às unidades, as instalações comuns de água, esgoto, condutores e calhas de água pluvial, luz, telefone, gás, portaria, praças e outros. Parágrafo primeiro. As acessões e benfeitorias existentes e as que venham a ser incorporadas às áreas de uso comum (pro indiviso) pelos Condôminos, sejam de que natureza for, incorporar-seão como propriedade comum do Condomínio, sem qualquer direito de indenização ou de retenção pelo Condômino. Parágrafo segundo. A cada unidade-área exceto aquelas que dão frente para a Rua Antônio Ignácio Martins Ferreira, corresponderá uma fração ideal de 1/96 (um e noventa e seis avos) das áreas de uso comum. Nessa fração ideal se compreendem, não somente o solo, como as construções existentes ou as que venham a ser aderidas ao mesmo solo ou as que representem acessões e benfeitorias de qualquer tipo. Artigo 10. Sendo o Condomínio uma entidade fechada e destinada apenas ao uso, gozo e fruição dos Condôminos e de seus familiares, é interditada a entrada, em seu território, de qualquer pessoa, inclusive de Condôminos, seus familiares ou visitantes, sem a devida identificação na forma como for estabelecida no Regimento, visando, essencialmente, a segurança e tranqüilidade dos habitantes. Parágrafo único. Para o fim de determinação exata do que se deva entender por seu território, constante do caput deste artigo, toda a periferia do Condomínio deverá ser demarcada, tendo um único acesso, controlado por servidores do Condomínio, na forma a ser definida pelo Regimento. Artigo 11. Tão somente os Condôminos, como tais considerados os titulares das partes pro diviso (unidades-área), qualquer que haja sido a forma de aquisição legítima, atendidas as normas da legislação em vigor e as inseridas neste instrumento, poderão usar das áreas comuns e instalações existentes ou daquelas que vierem a ser erigidas. Parágrafo primeiro. O uso das partes comuns e instalações do Condomínio será determinado pelo Regimento, observadas as limitações da Lei, desta Convenção das que a Assembléia aprovar. Parágrafo segundo. O Regimento fixará as condições e modo de uso e fruição das instalações do Condomínio, podendo estabelecer normas e taxas de uso. Artigo 12. Integra o Condomínio as unidades autônomas correspondentes a 96 (noventa e seis) áreas, número este que só poderá ser alterado, como disposto no inciso I, parágrafo único do artigo 27 desta Convenção. TÍTULO II DOS DIREITOS E DEVERES DOS CONDÔMINOS Artigo 13. É VEDADO aos Condôminos: I. Utilizar a respectiva parte pro diviso, bem como as partes pro indiviso do Condomínio para outro fim senão aquele a que se destina; II. Construir edificações fora das especificações estabelecidas no Regimento:

4 4 III. Usar as respectivas unidades autônomas, alugá-las ou cedê-las, a qualquer título, para atividades ruidosas, nocivas ou a pessoas de maus costumes ou para a instalação de qualquer atividade prejudicial à finalidade do Condomínio ou venha a comprometer o seu conceito e seu bom nome. Qualquer que seja o fim é proibido alugar a unidade-área para fins de semana ou temporada. VI. É expressamente vedado o exercício de atividades comerciais ou industriais ou afins nas unidades-área. Não se incluem à vedação o exercício de atividades comuns a profissionais liberais e autônomos, sem empregados, na forma em que dispuser o Regimento; V. Fracionar a respectiva unidade autônoma para fim de aliená-la, cedê-la ou alugá-la, dispondo separadamente sua fração ideal correspondente. Também é vedado permitir aos inquilinos ou cessionários sublocarem ou cederem, total ou parcialmente, as unidades autônomas, das quais fazem uso; VI. Colocar, manter, permitir que coloquem ou utilizem em sua unidade autônoma substância, objeto, produto, aparelhos ou instalações que possam causar dano, incômodo, expor ao perigo à segurança do Condomínio ou aos demais Condôminos. Isso também se aplica as áreas comuns do Condomínio que deverão estar sempre livres e desimpedidas; VII. Fazer reparos ou acréscimos nas vias de acesso, nas instalações hidráulicas ou elétricas, quando comuns, sem expressa autorização da Administração ou contrariando suas instruções; VIII. Promover a limpeza de sua unidade, de forma a prejudicar o asseio das demais unidades como também as partes comuns; XX. Lançar papéis, cinzas, líquidos, esgoto, materiais de construção ou qualquer outro detrito nas áreas comuns ou nas unidades sem construção; X. Utilizar os empregados do Condomínio para serviços de interesse particular; XI. Votar nas Assembléias Gerais quando estiver em atraso com as taxas do Condomínio ou outra contribuição; XII. Criar todo e qualquer animal exceto cão, gato, pássaros e peixes. Artigo 14. São DIREITOS dos Condôminos: I. Usar, gozar, fruir e dispor livremente de suas unidades autônomas (parte pro diviso e parte indivisa) de conformidade com sua destinação residencial, nos termos da lei, desta Convenção e do Regimento, desde que não causem danos ou incômodos aos demais Condôminos; II. Examinar, a qualquer tempo, os livros e arquivos da Administração, bem como a ela pedir esclarecimentos. Qualquer Condômino pode denunciar a Administração, a qualquer tempo e solicitar a realização de Assembléia Extraordinária, bem como sugerir providências úteis ao interesse comum; III. Comparecer às Assembléias, com direito a voz e voto, desde que em dia com as contribuições, como disposto nesta Convenção e no Regimento. O inquilino poderá participar, com direito a voz e voto, também, desde que esteja e dia com suas contribuições, daquelas Assembléias que deliberarem sobre o valor das despesas ordinárias de Condomínio, desde que não presente o titular da unidade autônoma, na forma prevista na Lei 8.245/91 c/c art. 24 da Lei 4.591/64. Artigo 15. São DEVERES dos Condôminos:

5 5 I. Identificar-se, bem como orientar seus convidados, familiares, empregados, prestadores de serviço a fazê-lo, para a entrada na área do Condomínio, conforme Regimento. Para o devido cumprimento do estabelecido, os Condôminos devem manter seus cadastros atualizados; II. Acatar e cumprir as deliberações das Assembléias Gerais e o disposto nesta Convenção, no Regimento; III. Contribuir para as despesas comuns, mediante taxas, quer ordinárias, quer extraordinárias, em quantia fixada pela Assembléia Geral e rateada em parcelas iguais pelas unidades-área, independentemente da diferença das respectivas metragens, conforme dispõe Regimento. a. Havendo desmembramento ou parcelamento da área, na forma permitida nesta Convenção e no Regimento, o proprietário deverá contribuir com tantas quantas forem as áreas criadas; b. No caso da união de áreas o proprietário pagará somente uma taxa desde que esta união resulte em registro único; c. À área resultante da união ou desmembramento só será permitida a construção de uma única habitação, como disposto nesta Convenção e no Regimento. IV. Guardar decoro e respeito às normas gerais, no uso das coisas e partes comuns, não permitindo o uso das unidades-área de forma imprópria, ou que possa constituir afronta à privacidade e tranqüilidade de seus vizinhos ou do Condomínio, como um todo. V. Exercer, de forma gratuita, qualquer mandato que lhe for atribuído em eleição, pela Assembléia, bem como qualquer tarefa que lhe for cometida pela mesma ou pela Administração, na hipótese de ser indicado para ocupar comissão de trabalho, exceto o disposto no artigo 31, desta Convenção e quando o Condômino for contratado para exercer uma determinada função; VI. Permitir o ingresso, em sua unidade-área, de membros da Administração ou de seus empregados, quando isso se tornar indispensável à inspeção de obras relativas a construção ou realização de reparos em instalações, serviços em tubulações, nas unidades-área vizinhas; VII. Permitir a passagem por sua unidade-área, desde que não danifique e nem comprometa sua segurança e estabilidade, de rede de esgoto condominial e/ou de águas pluviais. De igual modo, permitir a inspeção dessa rede, sempre que necessário, pela Administração ou concessionária do serviço; VIII. Fornecer, com presteza, à Administração, dados e informes necessários à organização, manutenção e atualização do arquivo do Condomínio; IX. Colocar lixo, detritos ou quaisquer objetos, exclusivamente nos locais e horários próprios para a coleta e nas lixeiras de cada unidade-área, conforme disposto no Regimento; X. Pagar juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês e a correção monetária pelos índices aplicáveis, bem como a multa de 10% (dez por cento), pro-rata temporis, no primeiro mês, sobre as contribuições em atraso; XI. Apresentar à Administração qualquer projeto de edificação ou reforma em sua unidade autônoma, para confronto com as normas do Condomínio; XII. Comunicar, com urgência, à Administração, para as providências cabíveis, a existência de qualquer moléstia infecto-contagiosa de notificação compulsória;

6 6 XIII. Fazer constar, como parte integrante dos contratos de locação, cessão ou venda, a obrigatoriedade de respeitar todas as normas do Condomínio. Para tanto, deve ser disponibilizado, ao inquilino ou cessionário, um exemplar desta Convenção, do Regimento ou qualquer outra norma do Condomínio; XIV. Manter limpos e vegetação aparada nas unidades sem construção, tendo em vista a valorização do Condomínio, ficando isso a cargo do proprietário da área, sob pena de multa. Os proprietários das áreas vagas, em data a ser fixada pela Assembléia Geral, deverão fazer o passeio defronte à sua propriedade. XV. Sujeitar a permanência de animais domésticos no Condomínio às condições estabelecidas no Regimento. XVII. Todo proprietário, cessionário ou inquilino deverá respeitar a área de preservação permanente constante do memorial descritivo do Condomínio; TÍTULO III DA ESTRUTURA DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO Artigo 16. A Administração do Condomínio será exercida por Órgãos Colegiados de Administração Superior e pelo Síndico, com competências determinadas nesta Convenção e no Regimento. Artigo 17. São Órgãos Colegiados de Administração Superior: I. Assembléia Geral de Condôminos; II. Conselho Consultivo obrigatório; III. Conselho Fiscal obrigatório; Artigo 18. O Executivo será composto por um corpo de empregados remunerados, supervisionados por um Síndico, com atribuições definidas pelo Regimento. CAPÍTULO I DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS Artigo 19. A Assembléia Geral será composta de todos os proprietários e promissários compradores, com direito a voto, a qualquer título, de unidades autônomas pro diviso (unidadesáreas). Artigo 20. São da competência exclusiva da Assembléia Geral: I. Legislar sobre os interesses gerais, fixando a política genérica para a sua organização e funcionamento; II. Examinar, propor e deliberar sobre planos de obras, de investimentos e de administração do Condomínio. Artigo 21. As Assembléias Gerais serão Ordinárias e Extraordinárias. Artigo 22. A Assembléia Geral Ordinária será realizada uma vez por ano, até a primeira quinzena do mês de abril e a ela compete:

7 7 I. Conhecer, discutir e votar, anualmente, mediante proposta do Síndico, previamente examinada pelo Conselho Fiscal, o orçamento anual, bem como o valor das taxas de condomínio atribuídas a cada unidade autônoma; II. Conhecer, discutir e votar o parecer do Conselho Fiscal e as contas da Administração, relativos ao exercício anterior; III. Eleger o Síndico, subsíndico e os membros efetivos e suplentes dos órgãos colegiados, como consta dos artigos 31 e 38 a 40, desta Convenção. A posse dos mesmos será no dia de sua eleição; IV. Conhecer, discutir e votar as demais matérias constantes da ordem do dia. Artigo 23. As Assembléias Gerais Ordinárias, convocadas serão realizadas, em primeira convocação, com a presença de Condôminos que representem, pelo menos, 2/3 (dois terços) do total dos Condôminos, com direito a voto, tal como definidos nesta Convenção. Não sendo obtido quorum, será realizada em segunda convocação, com qualquer número de presença, na forma como determinar a convocação, observado o disposto no art. 27 e parágrafo único respectivo. Artigo 24. Compete às Assembléias Gerais Extraordinárias: I. Deliberar sobre matéria de interesse geral do Condomínio ou dos Condôminos e apreciar as demais matérias constantes da ordem do dia; II. Destituir, por maioria absoluta de votos, o Síndico, o Subsíndico, o Conselho Consultivo ou o Conselho Fiscal. Considera-se, para esse efeito, o número de Condôminos que, no momento da votação, preencha as condições para exercer o direito a voto, ou seja, estar em dia com suas obrigações; III. Receber pedido de renúncia do Síndico, do Subsíndico, do Conselho Consultivo e do Conselho Fiscal; IV. Na ocorrência da hipótese dos incisos II e III, na mesma reunião deverá ser eleita uma Comissão Provisória, até a eleição de novo Síndico, Conselho Consultivo, ou Conselho Fiscal e marcar a data para essa eleição, cujo prazo não poderá exceder a 60 (sessenta) dias. Artigo 25. As Assembléias Gerais Extraordinárias serão convocadas pelo Síndico, pelo Conselho Consultivo ou Fiscal ou por um número não inferior a 1/3 (um terço) dos Condôminos, com direito a voto. Artigo 26. As convocações indicarão, em resumo, a ordem do dia, a data, hora e local da realização da Assembléia e serão assinadas pelo Síndico ou pelo representante do Conselho Consultivo ou do Conselho Fiscal ou pelos Condôminos que a convocarem; Parágrafo primeiro. Entre a data da convocação e a da realização da Assembléia, deverá mediar, pelo menos, o prazo de 08 (oito) dias, devendo ocorrer, preferencialmente, nos fins de semana; Parágrafo segundo. As Assembléias Gerais Extraordinárias poderão ser convocadas com prazo mais curto daquele mencionado no parágrafo anterior quando houver comprovada urgência; Parágrafo terceiro. Será lícito, no mesmo anúncio, fixar o momento em que se realizará a Assembléia em primeira e em segunda convocação, mediando, entre ambas, o prazo de, no mínimo, meia hora. Da mesma forma, poderá o mesmo anúncio, convocar Assembléias Ordinárias e Extraordinárias, desde que conste, separadamente, a pauta de cada uma delas;

8 8 Parágrafo quarto. As convocações deverão ser feitas por carta protocolada em livro próprio do Condomínio, carta registrada ou correio eletrônico, com confirmação de recebimento. Para esse fim, os Condôminos deverão comunicar à Secretaria qualquer alteração do endereço para o qual desejar seja enviado as comunicações. Serão também disponibilizadas todas as informações no site do Condomínio Parágrafo quinto. Caso conste da pauta fixação ou alteração de taxas ordinárias de condomínio, as convocações deverão ser também, endereçadas aos inquilinos de unidades locadas, para os efeitos do disposto no artigo 83 da Lei nº 8.245/91 c/c art. 24 da Lei 4.591/64; Parágrafo sexto. Na hipótese de realização da Assembléia Geral Ordinária, deverá ser enviada a cada Condômino cópia do Balanço, do Relatório Anual e da Proposta Orçamentária com o parecer do Conselho Fiscal. Esses documentos deverão ser enviados, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, para propiciar o prévio conhecimento do que será discutido e votado na respectiva Assembléia. Parágrafo sétimo. As deliberações das Assembléias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, só atenderão aos assuntos constantes da convocação. Artigo 27. Nas Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias, os resultados das votações serão computados por maioria de votos, salvo o disposto no parágrafo único deste artigo, calculados sobre o número dos presentes, assinados no Livro de Presença. Parágrafo único. Será exigido quorum qualificado nos seguintes casos, que não sendo atingido prescindirá de nova convocação: I. 3/4 (três quartos) dos Condôminos, com direito a voto, para aprovar expansão, dissolução ou extinção do Condomínio; II. 3/4 (três quartos) dos Condôminos, com direito a voto, para alterar esta Convenção, ou a destinação da utilização do Condomínio, de qualquer uma das unidades autônomas; III. 2/3 (dois terços) dos Condôminos, com direito a voto, para aprovar modificações na estrutura, no aspecto arquitetônico do Condomínio, bem como para a realização de benfeitorias voluptuárias ou de grande valor no Condomínio; IV. 2/3 (dois terços) dos Condôminos, com direito a voto, para deliberação sobre o destino das áreas de uso comum, no caso de modificação; V. 2/3 (dois terços) dos Condôminos, com direito a voto, para aprovar e/ou alterar o Regimento; VI. 2/3 (dois terços) dos Condôminos presentes, com direito a voto, para alienar qualquer patrimônio do Condomínio; Artigo 28. As deliberações das Assembléias Gerais obrigam todos os Condôminos, independentemente de seu comparecimento ou de seu voto, cumprindo ao Síndico executá-las e fazê-las cumprir. Parágrafo primeiro. Nos 8 (oito) dias que se seguirem à realização da Assembléia, o Síndico afixará, em lugar visível do Condomínio, as deliberações tomadas. Além dessa providência, os resultados das Assembléias deverão ser comunicados a todos os Condôminos, mediante correspondência.

9 9 Parágrafo segundo. Serão colocadas à disposição dos Condôminos, na Administração do Condomínio e no site cópia das atas das Assembléias Gerais. Artigo 29. Das Assembléias Gerais serão lavradas atas em livro próprio, aberto, encerrado e rubricado pelo Síndico. Essas atas deverão ser assinadas pelos presentes, sendo garantido aos Condôminos o direito de fazer constar suas declarações de voto por escrito ou reduzido a termo. Artigo 30. Poderão tomar parte das Assembléias, mas sem direito a voto ou manifestação, os Condôminos que estiverem em atraso no pagamento de taxas de condomínio, taxas extras, juros, multas e outras contribuições que lhes hajam sido impostas. A mesma vedação se aplica aos eventuais mandatários. Parágrafo único. É vedado ao Condômino votar em assunto no qual tenha particular interesse. CAPÍTULO II DO SÍNDICO Artigo 31. O Síndico será eleito pela Assembléia Geral - art. 22, III, dentre os Condôminos com direito a voto. Parágrafo primeiro. O mandato do Síndico é de 1 (um) ano, podendo ser reeleito e, durante este período, ficará isento da taxa ordinária de Condomínio, não ficando isento de taxas extras. Parágrafo segundo. Sendo o Síndico proprietário de mais de uma unidade, deverá informar à Assembléia que o eleger, fazendo constar na ata respectiva, qual delas ficará isenta da contribuição. Artigo 32. Além daquelas que lhes forem atribuídas, especificamente pela Assembléia Geral, são de competência do Síndico: I. Representar, ativa e passivamente, o Condomínio, judicial ou extra judicialmente; II. Cumprir e fazer cumprir esta Convenção e o Regimento, as deliberações da Assembléia e ainda atos e disposições regulamentares, superintendendo, fiscalizando e intervindo na gestão operacional do Condomínio, sempre com vistas ao interesse comum; III. Planejar e coordenar medidas de integração e boa convivência no Condomínio e deliberar sobre o atendimento a reivindicações de Condôminos; IV. Elaborar, segundo as necessidades de implementação do Regimento e da Convenção de Condomínio, normas internas e aditar, reformular e interpretar Regimentos gerais, resoluções e portarias destinados à observância da legislação ordinária do País e à execução das normas convencionais e regulamentares; V. Convocar as Assembléias Gerais nas datas e hipóteses previstas no Capítulo I do presente Título; VI. Determinar a contratação, nomeação, estabelecimento de funções, delegação de poderes e dispensa de quaisquer empregados, tendo em vista a perfeita execução dos serviços à Comunidade; VII. Elaborar as políticas, o planejamento anual e plurianual, juntamente com o orçamento anual para apresentação à Assembléia Geral;

10 10 VIII. Autorizar despesas de manutenção e de investimentos emergenciais, não previstas no orçamento aprovado pela Assembléia Geral, sem prejuízo para as demais despesas e dentro da disponibilidade de recursos financeiros. Essas despesas são tomadas ad referendum da primeira Assembléia Geral a ser realizada, à qual serão submetidas; IX. Julgar, juntamente com o Conselho Consultivo, atos de transgressão a esta Convenção, ao Regimento e outras normas, sejam de conhecimento próprio ou os encaminhados por Condôminos, aplicando as penalidades previstas nos respectivos instrumentos; X. Estabelecer, de acordo com o Regimento limites e critérios para evitar todo tipo de poluição, tais como ambientais, visuais e sonoras, subordinados à legislação que regula o controle do meio ambiente; XI. Elaborar proposta, no Relatório Anual, sobre os valores das taxas ordinárias, extraordinárias e de investimentos a serem submetidas à Assembléia Geral Ordinária ou alteração de valores, convocando-se, para essa última hipótese, a Assembléia Geral Extraordinária. X. Consideram-se como ordinárias aquelas taxas que constituam fundos necessários para manter os gastos comuns; extraordinárias, aquelas que, embora previsíveis, não podendo ser quantificadas a priori, sendo destinadas à execução de obras, reparos ou encargos não previstos no orçamento anual; de investimentos, aquelas dirigidas a obras novas, grandes reformas e aquisição de bens imóveis; XIII. Prestar contas, à Assembléia Geral e aos Conselhos Fiscal e Consultivo. XIV. Assinar balanço geral em conjunto com o Contador. XV. Disponibilizar todas as informações tais como prestações de contas, convocações, aviso no site do Condomínio. Parágrafo único. O subsíndico deverá dar assessoria ao síndico na execução de suas atribuições e no caso de ausência deste, substituí-lo interinamente. CAPÍTULO III DO CONSELHO CONSULTIVO Artigo 33. O Conselho Consultivo será composto de, até 3 membros, eleitos ou indicados entre os Condôminos com direito a voto, exercendo de forma gratuita a representação da vontade dos mesmos, com a finalidade de assessorar o Síndico a administrar e a solucionar os problemas que digam respeito ao Condomínio. Parágrafo primeiro. O Conselho Consultivo será formado pelos Condôminos com maior número de votos em eleição direta simples, ou por indicação de, no mínimo 10 Condôminos, observado o disposto no Regimento. Parágrafo segundo. Não poderão ser eleitos para membros do Conselho Consultivo parentes do Síndico, até o 2º grau civil, consangüíneos ou afins, bem como aqueles que estejam em débito com o Condomínio. Parágrafo terceiro. Compete ao Conselho Consultivo, julgar, juntamente com o Síndico, atos de transgressão a esta Convenção, ao Regimento e outras normas, sejam de conhecimento próprio

11 11 ou os encaminhados por Condôminos, aplicando as penalidades previstas nos respectivos instrumentos. Artigo 34. Os Conselheiros eleitos ou indicados para um mandato de 1 (um) ano, permitida sua recondução ao cargo, deverão reunir-se sempre que necessário, levando ao Síndico a responder as consultas feitas. Artigo 35. O Conselho Consultivo poderá convocar a Assembléia Geral, desde que haja concordância da maioria de seus membros. CAPÍTULO IV DO CONSELHO FISCAL Artigo 36. O Conselho Fiscal será composto de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) suplentes, eleitos pela Assembléia Geral Ordinária dentre os Condôminos, com direito a voto, exercendo a função de forma gratuita e com mandato por 1 (um) ano, podendo ser reeleitos. Parágrafo primeiro. Os suplentes serão convocados nos casos de ausência ou impedimento de qualquer Conselheiro efetivo. Parágrafo segundo. Não poderão ser eleitos para membros do Conselho Fiscal parentes do Síndico, até o 2º grau civil, consangüíneos ou afins, bem como aqueles que estejam em débito com o Condomínio. Artigo 37. Compete ao Conselho Fiscal: I. Examinar, acompanhar, controlar e avaliar os balancetes mensais e balanços anuais, assim como os demonstrativos financeiros que os acompanharem, emitindo pareceres sobre eles; II. Apreciar a prestação de contas, o balanço geral e o relatório a ser submetido à Assembléia Geral Ordinária; III. Emitir parecer sobre as propostas de políticas, planos anuais ou plurianuais, bem como sobre os orçamentos a serem submetidos ao exame e votação da Assembléia Geral; IV. Apreciar o cálculo das despesas ordinárias, extraordinárias e de investimentos a serem apresentados pelo Síndico e que servirá de base para a fixação das contribuições dos Condôminos para o custeio de gastos previstos no orçamento a ser apresentado à Assembléia Geral; V. Sugerir ao Síndico medidas que julgar necessárias para manter a clareza, correção e transparência das finanças, colaborando para a efetivação dessas medidas; VI. Comunicar aos Condôminos qualquer irregularidade verificada na condução do movimento financeiro e, se entender conveniente, exigir a convocação de uma Assembléia Geral Extraordinária para apreciar essas irregularidades e decidir a respeito; VII. Indicar e escolher empresas especializadas em auditoria para o fim de possibilitar a contratação de Auditoria Externa, que deverá proceder ao acompanhamento, quando necessário. Parágrafo primeiro. Sempre que houver divergência grave entre o Conselho Fiscal e o Síndico, a critério daquele, o assunto deverá ser encaminhado a uma Assembléia Geral Extraordinária, convocada com prévia comunicação aos Condôminos das razões do ato.

12 12 Parágrafo segundo. O membro do Conselho Fiscal que divergir de decisões e pareceres deste, poderá emitir, por escrito, ao pé do mesmo parecer, seu voto discrepante, devendo esclarecer à Assembléia Geral os motivos e fundamentos de sua discordância. CAPÍTULO IV DO PROCESSO ELETIVO Artigo 38. Pode candidatar-se aos cargos eletivos qualquer Condômino, desde que esteja em dia com as contribuições ordinárias e extraordinárias. Parágrafo único. O disposto acima não se aplica ao inquilino e cessionário. Artigo 39. Para esse efeito, cada Condômino disporá de tantos votos quantas forem as unidades autônomas (áreas) de que seja titular. Parágrafo primeiro. Na hipótese de se tratar de Pessoa Jurídica ou a unidade pertencer a mais de uma pessoa, os direitos de Condômino serão exercidos por um único representante, com prévia e expressa comunicação à Administração. Parágrafo segundo. Os direitos de voz e voto nas Assembléias deverão ser exercidos pessoalmente pelo Condômino. Parágrafo terceiro. É permitido o voto por procuração, desde que o procurador represente apenas 1 (um) outorgante, por Assembléia. Parágrafo quarto. O Condômino, em condições de votar, interessado em fazer-se representar por mandato deverá entregá-lo antes de iniciada a Assembléia, sob pena de não ser admitida a representação, devendo constar em ata. Artigo 40. Os votos serão abertos e os resultados serão computados, conforme artigo 27 desta Convenção. Parágrafo primeiro. Em caso de empate para o cargo de Síndico, será feita nova votação, tendo como candidatos somente aquelas pessoas; Parágrafo segundo. Para os órgãos colegiados tomará posse aqueles que obtiverem o maior número de votos; Parágrafo terceiro. Caso haja somente um candidato para cada cargo, será dispensada a votação, entretanto, devendo constar em ata ; Parágrafo quarto. Não havendo candidatos para os cargos eletivos, será feito sorteio entre os Condôminos enquadrados no artigo 38. TÍTULO IV DO PATRIMÔNIO Artigo 41. Constitui o Patrimônio do Condomínio:

13 13 I. As reservas, constituídas pelo montante de recursos mantidos em conta própria, destinados à recomposição do Patrimônio e ao atendimento de eventuais despesas extraordinárias, não previstas no orçamento, desde que ouvido o Conselho Consultivo. O limite máximo do Fundo de Reserva será correspondente ao valor total de uma arrecadação mensal da taxa ordinária de Condomínio e seu limite mínimo corresponderá à 1/4 (um quarto) do valor máximo, observado o disposto no Regimento; II. Todas as áreas reservadas na respectiva Planta Original do loteamento, e outras que vierem a ser agregadas por aquisição a qualquer título e que se destinem ao uso e fruição comum de todos os Condôminos, tais como: parques, áreas destinadas a esporte e lazer e de preservação ecológica, as quais, divididas em frações ideais, se incorporam, em co-propriedade, às pro diviso (unidades-área); III. Todas as acessões e benfeitorias de qualquer tipo ou natureza, já existentes ou as que venham a ser edificadas nas áreas referidas no item anterior. As construções, nas unidades-área - pro diviso ou nas áreas comuns - pro indiviso - devem observar os limites e as condições fixadas no Código de Obras; IV. As ruas, alamedas, acostamentos, passagens de pedestre, praças, parques, jardins, bosques e áreas verdes constantes da Planta do Condomínio, conforme consta do Registro de Imóveis; V. Todos os bens móveis, semoventes, veículos, máquinas e equipamentos adquiridas legalmente, e que estejam em nome do Condomínio; Parágrafo primeiro. O Patrimônio poderá ser acrescido por aquisição de qualquer espécie, por ampliação das instalações, por doações ou adjudicações recebidas. Parágrafo segundo. A alienação de qualquer bem imóvel que componha o Patrimônio do Condomínio dependerá de prévia autorização da Assembléia Geral, que deliberará por maioria de 2/3 dos Condôminos, com direito a voto. Parágrafo terceiro. O Patrimônio do Condomínio será segurado contra incêndio ou qualquer outro risco. Parágrafo quarto. Ocorrido o sinistro, competirá ao Síndico tomar as medidas cabíveis para a devida reparação, recebendo a indenização da Seguradora, promovendo processo de licitação para substituição do sinistrado e acompanhando os trabalhos de reconstrução. Parágrafo quinto. Se a indenização paga pela Seguradora não for suficiente para atender às despesas, concorrerão os Condôminos para o pagamento do excedente. TÍTULO V DO ORÇAMENTO DO CONDOMÍNIO Artigo 42. Constituem receitas do Condomínio: I. Ordinárias - as contribuições mensais de todos os Condôminos, sem quaisquer concessões a título de isenção ou outra qualquer vantagem especial bem como as multas e juros de mora cobrados sobre as contribuições dos Condôminos; II. Extraordinárias - as derivadas de aplicações financeiras; as multas por inobservância desta Convenção, do Regimento e outras normas; o resultado positivo de alienação de bens; as provenientes de quaisquer promoções: festivas, esportivas e outras.

14 14 Artigo 43. Constituem despesas ordinárias do Condomínio: I. As relativas à conservação, limpeza, reparações e reconstruções das partes e coisas comuns; II. Os impostos e taxas que possam incidir sobre as partes comuns, separadamente; III. A remuneração dos empregados, bem como as relativas aos encargos sociais e previdenciários; IV. Os valores referentes ao consumo de energia elétrica e água, relativos às partes comuns; V. Manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos e mecânicos e de segurança, de uso comum; VI. Manutenção e conservação da Portaria; VII. As demais despesas que, não previstas nesta Convenção, interessarem à Comunidade condominial. Artigo 44. Compete à Assembléia Geral fixar o orçamento das receitas e das despesas, mediante proposta do Síndico cabendo aos Condôminos concorrer para seu custeio, até a data fixada pelo Regimento. Na ausência de fixação da data, os recolhimentos deverão ser efetuados até o dia 10 (dez) de cada mês vincendo. Artigo 45. O rateio das despesas extraordinárias será promovido igualmente entre os Condôminos, cabendo uma taxa a cada unidade-área, independentemente da sua efetiva ocupação ou área, na forma prevista inciso III do artigo 15 desta Convenção, salvo a existência de verba suficiente para custeá-las, como disposto no inciso II do artigo 42. Artigo 46. Correrão a cargo exclusivo de cada Condômino as despesas a que ele der causa por omissão, culpa ou dolo; Parágrafo único. O disposto neste artigo é extensivo aos prejuízos causados às partes comuns, por ação ou omissão dos Condôminos, na execução dos trabalhos de construção ou de reparação em suas unidades autônomas, inclusive em virtude de danos no transporte de material para elas, ou por danos causados por familiares, visitantes, serviçais, inquilinos ou animais. Artigo 47. O saldo remanescente do orçamento de um exercício será incorporado ao exercício seguinte, se outro destino não lhe for dado pelos Condôminos reunidos em Assembléia Geral. TÍTULO VI DAS PENALIDADES Artigo 48. As taxas e contribuições devidas e não pagas pelos Condôminos sofrerão reajuste pelos índices vigentes à época, juros legais e multas, contados da data do vencimento do respectivo prazo, na forma prevista no inciso X do artigo 15, desta Convenção. O Síndico providenciará cobrança do débito de forma amigável, seguida da judicial, hipótese em que, além da multa, dos juros moratórios e do reajuste, o débito será acrescido das custas judiciais e dos ônus decorrentes da sucumbência devida ao advogado do Condomínio.

15 15 Parágrafo primeiro. Após 60 dias da data de vencimento da contribuição ou taxa devida, será permitida a emissão e protesto de Letra de Câmbio ou outro título pagável à vista, pelo valor total da dívida, acrescida de todos os encargos previstos nesta Convenção. Parágrafo segundo. Todas as contribuições condominiais são de ônus exclusivo do Condômino em relação à sua unidade-área. O cometimento via contrato de locação de imóvel, ao inquilino, não retira essa obrigação. Artigo 49. Além das penalidades cominadas em lei, fica ainda o Condômino, que transitória ou regularmente perturbar o uso normal das áreas e coisa comuns ou der causa à despesas por sua ação ou omissão, sujeito a uma multa correspondente a até 2 (duas) vezes o valor da maior contribuição mensal do exercício, sem prejuízo das demais conseqüências civis e criminais de seu ato, ficando igualmente responsável, se esses atos forem praticados por seus visitantes, convidados, inquilinos, familiares, serviçais ou animais. Parágrafo primeiro. A gradação dessas multas será fixada pelo Regimento. Parágrafo segundo. A multa será imposta e cobrada pelo Síndico, com recurso do interessado para a Assembléia Geral. Esse recurso será recebido, com efeito, meramente devolutivo, conforme disposto no Regimento. Parágrafo terceiro. A multa prevista no caput deste artigo também se aplicará nos casos de violação do Regimento. Artigo 50. O Condômino inadimplente perde o direito de votar e ser votado nas Assembléias Gerais. TÍTULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Artigo 51. Fica estabelecido que a entrada no Condomínio só será permitida com a autorização do Condômino, regulada conforme estabelecido no Regimento; Parágrafo primeiro. Fica determinado que a Prefeitura de Esmeraldas poderá ter acesso dentro do Condomínio para fiscalizar, sem qualquer autorização, bem como ambulância, polícia e afins. Parágrafo segundo. O representante da empresa Bandeirantes Empreendimentos Imobiliários Ltda., Sr. Anderson Augusto Campolina, seus familiares, visitantes, serviçais ou prestadores de serviços terão direito ao acesso para sua propriedade por dentro do Condomínio, desde que sejam respeitadas as normas desta Convenção e do Regimento; Parágrafo terceiro. Poderá a empresa Bandeirantes Empreendimentos Imobiliários Ltda., empreendedora deste Condomínio, expandir o mesmo, desde que respeitada esta Convenção e demais normas do Condomínio, devendo o projeto ser previamente aprovado em Assembléia, conforme estabelecido no artigo 27, inciso I. Ressalta-se que caso haja expansão, a mesma deverá seguir o mesmo padrão do Condomínio Belvedere. Parágrafo quarto. Fica estabelecida que será proibida a entrada, pelas dependências do CONDOMÍNIO BELVEDERE, de qualquer pessoa, visitantes, empregados ou prestadores de serviços, caso a propriedade do Sr. Anderson venha a se tornar um estabelecimento público ou comercial.

16 16 Artigo 52. As unidades com frente para a Rua Antônio Ignácio Martins Ferreira (área 67, 68, 70, 01, 02, 03 e 04) não terão direito a voto nas deliberações do Condomínio e nem pagarão qualquer taxa, por não terem acesso ao mesmo. Parágrafo primeiro. Caso as unidades referidas no caput venham a ter qualquer tipo de acesso para dentro do Condomínio, ficam as mesmas obrigadas a participar do rateio das despesas, na forma disposta desta Convenção. Artigo 53. Não será permitida isenção ou outra qualquer vantagem especial, no que diz respeito ao recolhimento de taxas de manutenção ou quaisquer outras, ordinárias, extraordinárias e de investimentos, devidas por qualquer dos Condôminos, qualquer que haja sido o motivo de sua existência, exceto o disposto no parágrafo primeiro do artigo 31. Artigo 54. O Regimento Interno do Condomínio, submetido à Assembléia Geral nesta data, foi aprovado juntamente com a presente Convenção. Artigo 55. A presente Convenção, o Regimento e demais normas obrigam a todos os Condôminos, seus inquilinos ou ocupantes a qualquer título. Artigo 56. No caso de dissolução ou extinção do Condomínio, depois de feita a devida liquidação, o patrimônio remanescente será dividido por frações ideais. Artigo 57. Não será aceita, em qualquer hipótese, por quem quer que seja, a alegação de desconhecimento das normas estabelecidas nesta Convenção ou no Regimento, como justificativa de seu descumprimento. Tanto a presente Convenção quanto o Regimento estão disponíveis em Artigo 58. Fica eleito o foro da Comarca de Esmeraldas para conhecer e dirimir qualquer dúvida ou para qualquer ação ou execução decorrente da aplicação de qualquer dos dispositivos desta Convenção. Artigo 59. A presente Convenção, aprovada por maioria dos proprietários e promissários compradores até a presente data, depois de assinada, será encaminhada para registro, entrando em vigor na mesma data. Esmeraldas, 27 de setembro de Cornélio da Silva Oliveira M (SSPMG) Bandeirantes Empreendimentos Imobiliários Ltda Anderson Campolina M (SSPMG) Elaine Rodrigues Silva M (SSPMG) Geraldo Magela Silva Diniz M (SSPMG)

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