Sindicato Nacional dos Servidores da SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO-SEDE-FINALIDADE. SEÇÃO I Denominação e Sede

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sindicato Nacional dos Servidores da SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO-SEDE-FINALIDADE. SEÇÃO I Denominação e Sede"

Transcrição

1 ESTATUTO DO SINDSUSEP Sindicato Nacional dos Servidores da SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO-SEDE-FINALIDADE SEÇÃO I Denominação e Sede Artigo 1º - O Sindicato Nacional dos Servidores da Superintendência de Seguros Privados, representado pela SINDSUSEP, entidade sindical representativa de classe com base extensiva a todo o território nacional, sem fins lucrativos, constituído por tempo indeterminado, para defesa dos interesses coletivos e individuais dos servidores nas atividades de controle, regulação e fiscalização do mercado de seguros privados, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta do quadro permanente, ativos, inativos e pensionistas regidos pela Lei nº11.890/2008 c/c Lei nº 9.015/95 da Superintendência de Seguros Privados SUSEP. Parágrafo único - Tem sede e foro na cidade do Rio de Janeiro RJ, na Av. Presidente Vargas nº 962, sala 1101 e 1102 Centro CEP: SEÇÃO II Finalidades Art.2º - O Sindicato tem por objetivos permanentes a representação, a defesa dos direitos e a promoção dos interesses sócio-econômicos e profissionais dos integrantes da categoria e das reivindicações de seus filiados, inclusive como representante processual ou substituto processual, destacando-se: a) representar a categoria dos servidores nas atividades de controle, regulação e fiscalização do mercado de seguros privados, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta do quadro permanente, ativos, inativos e pensionistas regidos pela Lei nº /2008 c/c Lei nº 9.015/95, nas relações funcionais e nas negociações de natureza salarial, inclusive, em seu favor, intervir e praticar todos os atos na esfera judicial ou extrajudicial; b) assistir seus filiados nas questões que envolvam interesses jurídicofuncionais; c) celebrar contratos de trabalho, participando, obrigatoriamente, das negociações coletivas tendentes a assegurar a dignidade da carreira, a melhoria das condições de trabalho e a sobrevivência condigna de seus integrantes, sob pena de nulidade; 1

2 d) Substituir processualmente seus filiados, inclusive em Ações de Cumprimento; nas hipóteses previstas em Lei, e zelar pela valorização de seus filiados; e) representar os integrantes da categoria profissional perante qualquer entidade, instituição e o Poder Público; f) prestigiar e cooperar com órgãos e entidades representativas das categorias profissionais de seus filiados; g) eleger ou designar os representantes da respectiva categoria; h) cooperar e estabelecer intercâmbio com entidades congêneres e afins e i) promover estudos e debates sobre questões de caráter cultural, social ou econômico de interesse nacional. CAPÍTULO II DOS FILIADOS SEÇÃO I Das categorias de Filiados dos Direitos e Deveres Art.3º - As categorias de filiados são: a) Efetivos e b) Especiais 1º - Os servidores nas atividades de controle, regulação e fiscalização do mercado de seguros privados, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta, regidos pela Lei nº /2008 c/c Lei nº 9.015/95 integrantes do quadro permanente da Superintendência de Seguros Privados, ativos ou inativos, os licenciados e os cedidos a outros órgãos, adquirem a condição de filiados efetivos, mediante a assinatura e entrega do requerimento de filiação ao Sindicato. 2º - Os licenciados e cedidos, quando não receberem seus proventos pela SUSEP, deverão manter em dia o pagamento de sua contribuição mensal, a fim de permanecerem com seus direitos. 3º - Os pensionistas da SUSEP adquirem a condição de filiados especiais, mediante a assinatura e a entrega do requerimento de filiação ao Sindicato. 4º - O filiado especial não poderá exercer cargo de administração sindical ou de representação, mas terá direito a voto. Art.4º - Os filiados se obrigam ao pagamento de uma contribuição estabelecida de 0,5% (meio por cento) do total dos vencimentos/proventos, mediante o desconto em folha de pagamento. Parágrafo único Além da contribuição definida pelo caput, poderá ser criada contribuição especial, temporária, de 0,5% (meio por cento) mediante proposta da Diretoria, aprovada em Assembleia Geral específica, convocada para este fim, para suprir necessidades urgentes e/ou transitórias, a qual será, ou não, 2

3 incorporada no desconto em folha da mensalidade citada no caput, por maioria simples. Art.5º - O filiado em dia com suas contribuições e obrigações tem direito a: a) participar de Assembléias Gerais; b) votar para cargo eletivo e ser votado, desde que esteja filiado ao Sindicato há mais de 120 (cento e vinte) dias da data da eleição, excetuado a primeira eleição da criação do SINDSUSEP, e os filiados que tenham entrado em exercício funcional neste período, desde que apto com suas obrigações estatutárias. c) obter apoio do Sindicato, quando em risco seus legítimos interesses no âmbito da administração pública, desde que decorrentes da sua relação de trabalho com a Superintendência de Seguros Privados. d) encaminhar qualquer assunto à deliberação plebiscitária, por meio de documento subscrito por, no mínimo, 25 % (vinte e cinco por cento) dos filiados, colhidos no prazo de até 30 (trinta) dias da primeira assinatura no documento; e) convocar Assembléia mediante documento subscrito por, no mínimo 25 % (vinte e cinco por cento) do quadro de filiados, cujas assinaturas tenham sido coletadas no prazo de 30 (trinta) dias da primeira assinatura; f) propor, por escrito, medidas de interesse dos filiados e g) utilizar os serviços e instalações do Sindicato na forma estabelecida pelo Regimento Interno. Art.6º - São deveres dos Filiados; a) Observar as disposições deste Estatuto, do Regimento Interno e das deliberações do SINDSUSEP; b) Manter o mais elevado espírito de colaboração com os objetivos do Sindicato, participando de suas reuniões e atividades; c) Zelar pelo patrimônio do Sindicato; d) Zelar pelos princípios da Administração Pública, pelo bom nome das carreiras e do SINDSUSEP; e) Manter atualizados seus dados cadastrais junto à Secretaria do SINDSUSEP; f) Efetuar, nas épocas próprias, as contribuições devidas. 3

4 Art.7º - O filiado que optar por desfiliar-se do SINDSUSEP: 1º- Deverá preencher um formulário específico, ficando ciente de que o SINDSUSEP deixará de representá-lo nas ações judiciais ou coletivas. 2º- Aqueles que se desfiliarem do SINDSUSEP terão carência de 180 (cento e oitenta) dias para o usufruto dos benefícios oferecidos pelo SINDSUSEP, inclusive do direito de participar das ações judiciais patrocinadas pelo Sindicato. 3º- Os casos omissos relativos à filiação serão submetidos à Diretoria e ao Conselho Arbitral para a devida deliberação. SEÇÃO II Das Penalidades Art.8º - Os filiados, por infração do presente Estatuto, são passíveis das seguintes punições: a) Advertência; b) Suspensão de até 90 (noventa) dias; c) Eliminação do quadro social. Parágrafo único Tais penalidades serão aplicadas conforme as previsões contidas no Regimento Interno. Art.9º Na aplicação das penalidades observar se ão critérios de graduação compatíveis com os atos praticados, assegurado o amplo direito de defesa. Art.10 As penalidades serão aplicadas pela Diretoria e/ou pelo Conselho Arbitral, sendo sempre cabível recurso à Assembléia Geral. Art.11 Os filiados que tenham sido eliminados do quadro social poderão reingressar no SINDSUSEP, desde que se reabilitem no Juízo da Assembléia. 4

5 CAPITULO III DO SINDSUSEP SEÇÃO I Dos Deveres e das Condições para Seu Funcionamento Art São deveres do SINDSUSEP; a) Colaborar com os poderes públicos e demais entidades associativas no desenvolvimento da solidariedade social da classe trabalhadora; b) Manter serviços de Assistência Jurídica para os filiados em eventos e ações decorrentes do desempenho de suas atividades profissionais. c) Zelar pela defesa dos interesses da categoria, recorrendo às esferas competentes, jurídicas ou administrativas, em situação de litígio; d) Promover a conciliação nas negociações junto aos representantes do Governo, resguardando os interesses da categoria. Art. 13 São Condições para Funcionamento do SINDSUSEP; a) A observância das leis e dos princípios de moral e compreensão dos deveres cívicos; b) A inexistência do exercício de cargos eletivos cumulativamente com empregos remunerados pelo SINDSUSEP, ou por entidade de grau superior; c) A gratuidade do desempenho das funções pertinentes aos cargos eletivos do Sindicato, ressalvada a hipótese do afastamento do trabalho para este exercício, na forma do que dispõe a Lei. Art. 14 Na consecução de seus objetivos o SINDSUSEP atuará sem vinculação a partidos políticos e nem a entidades religiosas. Parágrafo único O SINDSUSEP poderá utilizar os meios de comunicação, imprensa escrita e falada, se for o caso, para divulgar e zelar pelo bom nome das carreiras da SUSEP. 5

6 SEÇÃO II DOS ÓRGÃOS DO SINDSUSEP Art São Órgãos do SINDSUSEP a) A Assembléia Geral; b) A Diretoria; c) O Conselho Fiscal; d) O Conselho Arbitral SEÇÃO III DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS Art A Assembléia Geral é o poder soberano do SINDSUSEP e será constituída pelos filiados em pleno gozo dos seus direitos. Art A Assembléia Geral ordinária ou extraordinária será convocada na forma do presente Estatuto. Art Compete à Assembléia Geral, sem prejuízo de outras atribuições previstas em Lei e da sua soberania sobre os outros órgãos da Administração do SINDSUSEP: a) Deliberar sobre assuntos de interesses relevantes para os filiados, especialmente aqueles relativos a acordos e dissídios coletivos, greves e posicionamentos públicos da categoria profissional; b) Alterar o Estatuto, bem como aprovar o Regimento Interno; c) Eleger ou destituir os membros da Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Arbitral; d) Funcionar como órgão de última instância nas divergências entre os demais órgãos do SINDSUSEP e dos filiados; e) Julgar as irregularidades, denunciadas por qualquer poder social, tomando providências cabíveis; f) Julgar os recursos dos filiados e dos demais membros punidos, na forma deste Estatuto e os membros do Conselho Arbitral; g) Sugerir aos demais poderes sociais a adoção de medidas estatuárias; h) Resolver os casos omissos e a dissolução do SINDSUSEP; i) Aprovar operações que envolvam responsabilidades financeiras do SINDSUSEP envolvendo aquisição e venda de bens imóveis de qualquer valor ou, nos demais casos, os que ultrapassem a (dez mil) UFIR RJ, ou outro índice oficial que venha substituí lo. 6

7 j) Definir o percentual de contribuição mensal dos filiados. k) Delegar competência ao presidente para homologar acordos decorrentes do processo de negociação salarial; Parágrafo único As Assembléias Gerais serão presididas pelo presidente do SINDSUSEP, na ausência ou impedimento deste, pelo seu substituto imediato ou pelo Diretor Administrativo-Financeiro e, na ausência e impedimento desse, por filiado indicado pelo plenário, salvo nos casos previstos nas letras a e b do artigo 23. SEÇÃO IV CONVOCAÇÃO, INSTALAÇÃO E QUORUM Art. 19 A Assembléia Geral Ordinária reunir se á anualmente, até o último dia útil de maio, para apreciar a prestação de contas e o balanço patrimonial e financeiro apresentados pela Diretoria, mediante prévio parecer do Conselho Fiscal. Parágrafo único Bienalmente a Assembléia Geral Ordinária elegerá os membros do Conselho Arbitral e Conselho Fiscal. Art. 20 A Assembléia Geral Extraordinária reunir se á, por convocação do Presidente, a fim de deliberar sobre matéria para que for expressamente convocada, cabendo a iniciativa a: a) Qualquer Diretor; b) Qualquer membro do Conselho Fiscal ou do Conselho Arbitral; c) Filiados, por meio de requerimento assinado por, no mínimo, 25 % (vinte e cinco por cento) de assinatura de sócios efetivos. Parágrafo único Na falta de convocação pelo Presidente, no prazo de 15 (quinze) dias contados da entrega do requerimento na Secretaria do SINDSUSEP, a Assembléia será convocada por aqueles que deliberarem realizá la. Art. 21 A convocação da Assembléia Geral far se á por meio de Edital publicado com antecedência mínima de 03 (três) dias, afixado em lugares visíveis aos filiados nos locais de trabalho, e por intermédio de e mail ou, alternativamente, por via postal, para os filiados que não possuem correio eletrônico. 1 o A Assembléia Geral será instalada no dia, hora e local determinados no Edital, com a presença de mais da metade dos filiados, ou trinta minutos após, com qualquer número. 2 o O presente Estatuto somente poderá ser alterado em Assembléia Geral Extraordinária, convocada especialmente para esta finalidade, com a presença de, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) dos filiados com direito a voto e, pelo 7

8 menos, com o voto favorável de 2/3 dos filiados votantes presentes, cujo Edital deverá ser publicado com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. Art. 22 As deliberações da Assembléia Geral serão tomadas, em primeira convocação, por maioria simples dos filiados com direito a voto e, em segunda convocação, por maioria simples dos filiados presentes, salvo nas hipóteses previstas nos parágrafos deste artigo. 1 o A destituição dos membros da Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Arbitral dar se á pelo voto favorável de 2/3 (dois terços) dos filiados presentes, sendo obrigatório o quórum mínimo de 50% (cinquenta por cento) dos filiados. SEÇÃO V DA PRESIDÊNCIA DAS ASSEMBLÉIAS Art. 23 As Assembléias Gerais serão presididas pelo Presidente do SINDSUSEP, salvo: a) As convocadas pelo Conselho Fiscal e durante o processo de apreciação e votação das contas do exercício social anterior, quando serão presididas pelo Presidente do Conselho Fiscal; b) As convocadas pelo Conselho Arbitral, quando serão presididas pelo Presidente do Conselho Arbitral; SEÇÃO VI COMPOSIÇÃO DA MESA DA ASSEMBLÉIA Art. 24 A Mesa será composta pelo Presidente do Sindicato, pelo Presidente do Conselho Arbitral e pelo Presidente do Conselho Fiscal, conforme art. 23, que será secretariado por um filiado indicado pelo plenário. Art. 25 As atas das Assembléia Gerais serão assinadas por quem a presidir, em conjunto com o membro que a secretariar. 8

9 SEÇÃO VII DAS DIRETORIAS Art. 26 O SINDSUSEP será administrado por uma Diretoria com mandato de 2 (dois) anos, eleitos pelos filiados, sendo compostas pelos seguintes membros: a) Presidente; b) Vice Presidente; c) Diretor Administrativo Financeiro d) Diretor Jurídico e) Diretor de Assuntos Institucionais e Parlamentares f) Diretor Social-Esportivo e de Comunicação g) Diretor de Aposentados e Pensionistas 1 o Serão eleitos ainda 03 (três) suplentes que assumirão os cargos vagos, excetuando se os cargos de Presidente e Vice Presidente. 2 o As deliberações da Diretoria serão tomadas em reunião por maioria simples de votos, exigindo se a presença de no mínimo 04 (quatro) Diretores, assegurado ao Presidente o voto de desempate. 3 o As atas de reunião de Diretoria serão assinadas por todos Diretores presentes. Art. 27 Compete privativamente à Diretoria: a) Gerir o SINDSUSEP de acordo com o seu Estatuto e seu Regimento Interno, administrar o patrimônio social e promover o bem geral dos filiados da categoria profissional que representa; b) Elaborar proposta e plano de ação para conquista de reivindicações a serem apresentadas à Assembléia Geral; c) Aplicação das penalidades aos filiados previstas neste Estatuto e em conformidade com o Regimento Interno; d) Deliberar sobre os casos omissos no presente Estatuto, cabível impugnação da decisão em Assembléia; e) Elaborar os regimentos de serviços necessários subordinados ao Estatuto; f) Cumprir e fazer cumprir as leis em vigor, bem como o Estatuto, Regimento Interno e resoluções próprias e das Assembléias Gerais; g) Reunir se em sessão, ordinariamente, mensalmente e, extraordinariamente, da maioria absoluta de seus membros. 9

10 h) Designar, dentre os seus membros, quem substituirá diretor afastado provisória ou definitivamente quando todos os suplentes estiverem efetivados como titulares. Art. 28 Compete ao Presidente, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Representar o SINDSUSEP ativa e passivamente perante terceiros, perante os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário podendo, nesta última hipótese, nomear procuradores, conferindo os poderes da cláusula ad judicia; b) Gerir o SINDSUSEP, apresentando relatório anual; c) Convocar sessões da Diretoria e da Assembléia Geral, presidindo aquela e instalando a última; d) Assinar as atas das Sessões e o orçamento anual, bem como rubricar os livros da Secretaria e da Tesouraria; e) Ordenar as despesas autorizadas, visar as contas a pagar e assinar cheques com o Diretor Administrativo Financeiro, observadas as limitações fixadas em Assembléia Geral e Regimento Interno; f) Admitir e dispensar empregados; g) Aprovar a propositura de ações judiciais sugeridas pela Diretoria Jurídica; h) Nomear comissões especiais, permanentes ou transitórias. Art. 29 Compete ao Vice Presidente, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Substituir, em eventuais ausências ou impedimento, o Presidente, em todas as suas atribuições; b) Participar da coordenação das atividades do SINDSUSEP redigir e ler as atas das Sessões da Diretoria. Parágrafo único Na hipótese de afastamento definitivo do Presidente e do Vice Presidente assumirá a Presidência o Diretor Administrativo Financeiro, até a eleição do novo Presidente e do Vice-Presidente, que deverá ocorrer em até 30 (trinta) dias do último afastamento. Art. 30 Compete ao Diretor Administrativo Financeiro, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Gerir os bens móveis e imóveis do SINDSUSEP; b) Administrar os recursos humanos do SINDSUSEP; c) Administrar e autorizar todo o movimento financeiro do SINDSUSEP d) Analisar e aprovar os balancetes mensais e balanço anual do fim do exercício; 10

11 e) Assinar, em conjunto com o Presidente, os documentos que envolvam responsabilidades financeiras do SINDSUSEP. Art. 31 Compete ao Diretor Jurídico, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Acompanhar e organizar todos os procedimentos judiciais do interesse do SINDSUSEP; b) Promover estudos sobre a viabilidade da propositura de ações, recursos e outros procedimentos para a defesa judicial e extrajudicial dos interesses do SINDSUSEP ou de seus filiados; c) Propor à Presidência do SINDSUSEP a interposição de ações judiciais, no interesse do SINDSUSEP ou de seus filiados. d) Acompanhar o andamento de medidas judiciais interpostas pelo SINDSUSEP. Art. 32 Compete ao Diretor de Relações Institucionais e de Assuntos Parlamentares, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Promover o intercâmbio entre o SINDSUSEP e as demais entidades sindicais; b) Manter atualizado o cadastro de entidades sindicais; c) Representar o SINDSUSEP, quando autorizado pelo Presidente, em fóruns, encontros, plenários ou reuniões de qualquer natureza, entre entidades sindicais ou trabalhadores do setor público ou privado. d) Coordenar a articulação parlamentar do SINDSUSEP, tanto no Congresso Nacional quanto nas Unidades da Federação; e) Acompanhar o andamento dos projetos legislativos de interesse da categoria; f) Representar o SINDSUSEP junto aos órgãos do Poder Executivo, quando autorizado pela Diretoria. Art. 33 Compete ao Diretor Social e de Comunicação, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Organizar e promover encontros, congressos e seminários, que integrem os filiados, contribuindo para o seu aprimoramento cultural e profissional; b) Detectar os interesses dos filiados, promovendo medidas que visem ao seu atendimento. c) Informar aos filiados os assuntos de interesse da categoria, especialmente quanto à atuação do SINDSUSEP; d) Conduzir as atividades de comunicação social do SINDSUSEP, visando a promover a boa imagem da entidade e da carreira junto aos órgãos de imprensa, entidades da sociedade civil e autoridades; 11

12 e) Manter acompanhamento da posse de novos servidores com o intuito de apresentá los ao SINDSUSEP e torná los associados; f) Preparar a correspondência das atividades do SINDSUSEP; Art. 34 Compete ao Diretor de Aposentados e Pensionistas, sem prejuízo de outras atribuições que vierem a ser estabelecidas em Regimento Interno: a) Dar assistência, quando solicitado, aos aposentados filiados ao SINDSUSEP b) Propor ao Diretor Jurídico medidas judiciais e administrativas na defesa dos interesses dos filiados aposentados; c) Supervisionar a política assistencial aplicada aos interesses dos aposentados e pensionistas; d) Promover o intercâmbio entre servidores ativos, inativos e pensionistas da SUSEP. Art. 35 Os membros da Diretoria perderão seus mandatos nos seguintes casos: a) Mau uso ou dilapidação do patrimônio social; b) Grave violação deste Estatuto; c) Abandono, exoneração ou redistribuição do cargo efetivo na SUSEP; d) Abandono do cargo ocupado na Diretoria do SINDSUSEP por não comparecimento injustificado a três reuniões sucessivas. Parágrafo único A perda do mandato será declarada pela Assembléia Geral, assegurado ao interessado o pleno direito de defesa. Art. 36 O membro da Diretoria que incorrer em abuso, excesso, desvio ou omissão no exercício da gestão administrativa da entidade responde civilmente pelos danos causados ao patrimônio do SINDSUSEP. Art. 37 A renúncia de membro da Diretoria será encaminhada, pelo renunciante, por escrito, ao Presidente ou à Diretoria. 12

13 Art. 38 Na hipótese de perda de mandato, morte ou renúncia de qualquer membro da Diretoria, assumirá automaticamente o cargo vacante o Suplente que o substituirá em seu impedimento, conforme previsto neste Estatuto, e assim sucessivamente, até que se esgotem as substituições estatutariamente previstas. Parágrafo único - Não havendo suplente, convocar se á Assembléia Extraordinária para eleger o Diretor para o(s) cargo(s) vacante. Art. 39 Se ocorrer renúncia coletiva da Diretoria e/ou Conselho Fiscal e não houver suplente, compete ao Conselho Arbitral convocar Assembléia Geral a fim de que esta constitua uma Junta Diretora Provisória. Art. 40 A Junta Diretora Provisória, constituída nos termos do artigo anterior, efetuará todos os atos necessários à realização de novas eleições para investidura de cargos de Diretoria e/ou Conselho Fiscal, na forma da lei. SEÇÃO VIII DOS DELEGADOS SINDICAIS Art. 41 Os Delegados Sindicais são os representantes, nas dependências das unidades regionais da SUSEP nos Estados, dos filiados junto à Diretoria do SINDSUSEP, competindo-lhes promover o intercâmbio entre ambos para o atendimento dos objetivos institucionais da entidade. Parágrafo único O direito de voto, em nome do representado, exercido por parte do Delegado Sindical, em Assembléia Geral, somente é possível mediante apresentação do competente instrumento de mandato. Art. 42 Os Delegados Sindicais serão eleitos por votação secreta ou por aclamação, segundo decidirem os filiados em cada Estado, para, mandato de 02 (dois) anos, coincidindo com o mandato da Diretoria Executiva. Parágrafo único Na vacância do Delegado Sindical haverá nova eleição na respectiva representação no prazo de até 30 (trinta) dias. 13

14 SEÇÃO IX DO CONSELHO FISCAL Art. 43 O Conselho Fiscal terá poder de fiscalização e de tomada de contas do SINDSUSEP. Será composto de 03 (três) membros efetivos e 03 (três) suplentes eleitos na mesma eleição, não coincidente com o mandato da Diretoria. 1º - O Presidente do Conselho Fiscal será eleito pelos seus pares, juntamente com o Vice- Presidente e Secretário. 2º - O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente, mensalmente e extraordinariamente, sempre que for necessário. 3º - O Conselho Fiscal deliberará sempre com a presença de 03 (três) membros, sendo as decisões tomadas por maioria de votos. 4º - As atas de reunião do Conselho Fiscal serão assinadas pelos seus membros. 5º - Em caso de afastamento ou impedimento do Presidente, os demais membros, juntamente com o suplente em exercício, escolherão o Presidente interino enquanto perdurar o fato. Art. 44 Compete ao Conselho Fiscal: a) Emitir parecer sobre as contas apresentadas pela Diretoria, para apreciação em Assembléia; b) Manter permanente fiscalização dos livros, registros e outros documentos de escrituração; c) Convocar os membros da Diretoria e do Conselho Arbitral para esclarecimentos, quando necessário; d) Examinar a adequação das receitas e despesas quanto à aplicação das verbas orçamentárias. Art. 45 O Conselho Fiscal deliberará sempre com a presença dos 03 (três) membros, sendo as decisões tomadas pela maioria de votos, cujas atas serão assinadas pelos seus membros. Parágrafo único O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente, mensalmente e extraordinariamente, sempre que for necessário. Art. 46 Dar-se-á a vacância do cargo de Conselheiro Fiscal nas hipóteses de perda de mandato, morte ou renúncia de qualquer membro, sendo o cargo ocupado de forma seqüencial de acordo com os votos obtidos na última eleição. Caso não haja mais suplente serão convocadas novas eleições específicas para o cargo de Conselheiro Fiscal. 14

15 SEÇÃO X DO CONSELHO ARBITRAL Art. 47 O Conselho Arbitral é composto por 03 (três) membros, efetivos e 03 (três) suplentes eleitos pela Assembléia Geral, para mandato de dois anos, não coincidente com mandato da Diretoria. 1º - O Presidente do Conselho Arbitral será eleito pelos seus pares, juntamente com o Vice- Presidente e Secretário. 2º - O Conselho Arbitral reunir-se-á ordinariamente, trimestralmente e extraordinariamente, sempre que for necessário. 3º - O Conselho Arbitral deliberará sempre com a presença de 03 (três) membros, sendo as decisões tomadas por maioria de votos. 4º - As atas de reunião do Conselho Arbitral serão assinadas pelos seus membros. 5º - Em caso de afastamento ou impedimento do Presidente, os demais membros, juntamente com o suplente em exercício, escolherão o Presidente interino enquanto perdurar o fato. Art. 48 O Conselho Arbitral é competente para: a) Disciplinar, coordenar e efetivar todo processo eleitoral relativo aos órgãos do SINDSUSEP; b) Dar posse à Diretoria, e ao Conselho Fiscal do SINDSUSEP; c) Julgar recursos interpostos contra decisão da Diretoria ou do Conselho Fiscal que afete interesses individuais do filiado. Art Compete privativamente ao Presidente do Conselho Arbitral presidir; a) As Assembléias Gerais quando convocadas nos termos previstos na letra b do artigo 23; b) As reuniões do Conselho Arbitral.... Art. 79 Este Estatuto entra em vigor na data de sua aprovação pela AGE, notadamente com relação as alterações e aprovações do artigos 1º caput, 2º alínea a, 3º 1º, 43º e 47º. 15

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o - A (o) também designada (o) pela sigla, (se usar sigla), fundada (o) em de de é uma associação, sem

Leia mais

SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO. Título I Da finalidade, sede e duração

SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO. Título I Da finalidade, sede e duração SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO Título I Da finalidade, sede e duração Art. 1º. A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, fundada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI Reconhecida pela SEC/SC - Portarias 0390/86 e 0424/92 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI-ETEVI-FURB-BLUMENAU-SC CAPÍTULO I

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ)

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Capítulo I Da Associação Art. 1º - A Associação Cecília e João (ACJ), entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede em

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO Art. 1º - O presente Regimento tem por finalidade estabelecer normas para o funcionamento do Conselho Deliberativo da Associação Atlética Banco do Brasil São

Leia mais

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ)

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, REGIME JURÍDICO, DURAÇÃO, SEDE E FORO Art. 1 - A Associação Nacional de Pesquisa

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES Art. 1º A Associação dos Moradores e Adquirentes do Condomínio Alto da Boa Vista é uma sociedade

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PARANATINGA SISEMP SISEMP

SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PARANATINGA SISEMP SISEMP SISEMP ESTATUTO ESTATUTO CAPÍTULO I Da denominação, constituição, sede e foro, natureza, jurisdição, duração e fins. Art. 1º - O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Paranatinga MT - SISEMP,

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. CNPJ. 61.849.352/0001-00

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. CNPJ. 61.849.352/0001-00 ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS CNPJ. 61.849.352/0001-00 Artigo 1º - A Sociedade Brasileira de Biologia celular (S.B.B.C.) é uma Sociedade Juridica

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Estatuto da Associação de Pais e Professores do CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS TÍTULO I DO CENTRO E SEUS FINS Artigo 1 O Centro de Gestão e Tratamento de Resíduos Químicos é um órgão auxiliar, de natureza técnica e científica,

Leia mais

Modelo de estatuto de Associação

Modelo de estatuto de Associação Modelo de estatuto de Associação CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa

Leia mais

SINDICATO DAS LAVANDERIAS E SIMILARES DO RIO GRANDE DO SUL SINDLAV/RS ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I Constituição e Finalidades do Sindicato

SINDICATO DAS LAVANDERIAS E SIMILARES DO RIO GRANDE DO SUL SINDLAV/RS ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I Constituição e Finalidades do Sindicato SINDICATO DAS LAVANDERIAS E SIMILARES DO RIO GRANDE DO SUL SINDLAV/RS ESTATUTO SOCIAL Capítulo I Constituição e Finalidades do Sindicato Capítulo II Dos Associados dos Direitos e Deveres Capítulo III Da

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado de Fiscais de Tributos, Auditores

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02. CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02. CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres ESTATUTO CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02 CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres pág.03 CAPÍTULO III Dos órgãos da Associação e sua administração pág.06

Leia mais

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO LEI N 3934 DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO E REORGANIZAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM E DÁ OUTRA PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim,

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO SEÇÃO SINDICAL DO SINDICATO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (ADUFES S.SIND) REGIMENTO TITULO I - DA ORGANIZAÇÃO, SEDE E FINS

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Objetivos e Duração. Art 1 - Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ (ABEBÊ) foi constituída

Leia mais

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO Art. 1 o. Sob a denominação APA de Jaboticabal - Associação Protetora dos Animais de Jaboticabal - fica fundada nesta cidade, onde terá sua sede,

Leia mais

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado.

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA Artigo 1º A associação denomina-se ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA, com sede no Hospital de São Sebastião, EPE,, concelho de Santa Maria da Feira, podendo ser transferida

Leia mais

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P Legenda: Texto em negrito: cláusulas que devem necessariamente constar do estatuto, por força da Lei nº 9.790/99 Texto em

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO II

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - AMMAR CAPÍTULO II ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃQ, SEDE, OBJETIVOS E DURAÇÃO Art.1 - Sob a denominação de AMMAR - Associação dos Moradores da Marina Porto

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Duração e Finalidade

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Duração e Finalidade ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Duração e Finalidade Artigo 1º - A ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL, adiante denominada simplesmente

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO

FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO CAPÍTULO I Da Denominação, Natureza Jurídica, Sede, Duração e Finalidades. ARTIGO 1º O Fundo de Saúde dos Servidores do Poder Judiciário

Leia mais

ETEC Prof. Horácio Augusto da ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO

ETEC Prof. Horácio Augusto da ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO Page 1 of 10 ETEC Prof. Horácio Augusto da Silveira ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO CÁPITULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Art. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Técnica Estadual

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I. Da Associação e seus fins

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I. Da Associação e seus fins ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I Da Associação e seus fins Art. 1º - A Associação Brasileira de Arte Fotográfica, ABAF, fundada em 9 de fevereiro de 1951, no Rio de Janeiro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS Capítulo I Da denominação e sede Art. 1º A Associação dos Amigos do Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas,

Leia mais

Código: ESGE Revisão: 03 Páginas: 08 ESTATUTO SOCIAL GRÊMIO ESTUDANTIL

Código: ESGE Revisão: 03 Páginas: 08 ESTATUTO SOCIAL GRÊMIO ESTUDANTIL GRÊMIO ESTUDANTIL Paulo Medeiros Prudêncio Júnior 0 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJETIVOS Art. 1º - O Grêmio Estudantil Paulo Medeiros Prudêncio Júnior, fundado no ano de 1997, com sede no

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela

Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela Capítulo I Da denominação, da sede, fins e duração ART. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração Art. 1º - A Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1. O presente Regimento tem por objetivo regulamentar as questões internas de funcionamento dos órgãos de direção, dos grupos de trabalho, assim

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP abril de 2012 Núcleo Regional dos Açores da Associação Portuguesa

Leia mais

Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM.

Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM. Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM 1 Estatuto CASFAM CAPITULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJETO CAPITULO I

Leia mais

Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso

Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Norte Responsável: Dra. Janaína Gomes Claudino Criação do Conselho Municipal do Idoso Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS Art. 1º A Associação Comunitária dos Moradores da Vila Basevi é uma ONG Organização Não Governamental,

Leia mais

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput).

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput). MODELO DE ESTATUTO DE FUNDAÇÃO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Fundação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos 1, com autonomia administrativa

Leia mais

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, DURAÇÃO E FÓRUM. Art. 1º A Associação Capixaba de Pebolim também chamada em sua forma abreviada de ACP, sediada à rua Prefeito

Leia mais

Associação de Estudantes

Associação de Estudantes DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ESCALADA, PAMPILHOSA DA SERRA Ano Letivo 2014/2015 Associação de Estudantes Objetivos A. Representar

Leia mais

Sindicato dos Despachantes Aduaneiros ESTATUTO SOCIAL CAPITULO I SEÇÃO I DOS OBJETIVOS

Sindicato dos Despachantes Aduaneiros ESTATUTO SOCIAL CAPITULO I SEÇÃO I DOS OBJETIVOS Sindicato dos Despachantes Aduaneiros ESTATUTO SOCIAL CAPITULO I SEÇÃO I DOS OBJETIVOS Art.1 O SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS, sucessor do SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS DE PARANAGUÁ, por

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV Estatuto ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, OS FINS E A SEDE DA ASSOCIAÇÃO. Art. 1º - A associação é denominada Sociedade Brasileira de Fisiologia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES Art.1º- O presente Regimento Interno elaborado na forma do artigo 35 (Trinta e cinco) do Estatuto tem por

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE SEÇÃO I Da Instituição: Art. 1º - O presente Regimento Interno, regula as atividades e as atribuições do Conselho Gestor na Unidade de Saúde, conforme

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO Artigo 1º - Sob a denominação de "ABEL - Associação Brasileira

Leia mais

DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DO IDOSO. Art. 2º. Compete ao Conselho Municipal de Direitos do Idoso:

DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DO IDOSO. Art. 2º. Compete ao Conselho Municipal de Direitos do Idoso: PROJETO DE LEI Nº 2.093/09, de 30 de junho de 2.009 Dispõe sobre criação do Conselho Municipal de Direitos do Idoso e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, faz saber

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Farroupilha Regimento Interno da Comissão de Avaliação

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA O Secretário Executivo do SINDCONTAS, no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto da entidade, convoca todos os filiados para comparecer a Assembléia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE TÍTULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO Art. 1º O CONSEPE é o órgão colegiado superior que supervisiona e

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO BANCO DO BRASIL AAPBB ESTATUTO SOCIAL

ASSOCIAÇÃO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO BANCO DO BRASIL AAPBB ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO BANCO DO BRASIL AAPBB ESTATUTO SOCIAL Capítulo I DA ASSOCIAÇÃO Art.1 - A Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil, também designada pela sigla

Leia mais

"DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta "DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO Este Regimento Interno dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO

Leia mais

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO LEI Nº 2.998/2007 REGULAMENTA O CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO URBANO - COPLAN, CRIADO NO ARTIGO 2º, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 037/2006, DE 15 DE DEZEMBRO, QUE DISPOE SOBRE NORMAS DE

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidades Artigo 1º - A Associação dos Ex-Alunos da

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO Art. 1º Este Regulamento Interno disciplina as normas relativas ao funcionamento da Comissão Própria

Leia mais

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres )

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres ) Regulamento Interno Capítulo I (Constituição e âmbito) Art. 1.º - O presente Regulamento Interno, tem como finalidade completar pormenorizadamente os Estatutos da ASTA Associação de Artes e Sabores do

Leia mais

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Capítulo 1. Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1º A Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto.

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto. ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem Capítulo I Denominação, sede e objeto Artigo 1 É constituída por tempo indeterminado, com sede em Lisboa, na Rua Rodrigo

Leia mais

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES ESTATUTOS TÍTULO I DO NOME, DA NATUREZA, DO OBJETO, DA SEDE e DO FORO Art. 1º - O INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS Regimento Interno da ANPAP Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 19 de outubro de 2013, durante o XXII Encontro Nacional

Leia mais

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº 54.796.016/0001-81 ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA REALIZADA EM 06 DE OUTUBRO DE 2004. Aos (6) seis dias

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS 01 ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS ÍNDICE CAPÌTULO I PÁG. 2...DAS FINALIDADES II PÁG. 2...DA CONSTITUIÇÃO E SEDE III PÁG. 3...DOS ASSOCIADOS IV

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL ESTATUTO SOCIAL 1 ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E TEMPO DE DURAÇÃO Artigo 1º - Fica constituída a ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Artigo 1º - O Comitê de Pessoas ( Comitê ) de Lojas Renner S.A. ( Companhia ), órgão estatutário, de caráter consultivo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ Capítulo I Nome, Constituição e Objetivo Art. 1º - A ADIBERJ é uma sociedade civil de natureza religiosa constituída

Leia mais

FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL

FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL dezembro/2008 Capítulo I Da competência do Conselho Fiscal Art. 1º Como órgão de controle interno da EFPC, compete ao Conselho Fiscal, na forma estabelecida no

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO Capítulo I da Finalidade Art. 1o. - Este Regimento Interno complementa e disciplina disposições do Estatuto da Associação Brasileira de Manutenção

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO.

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. Estado do Rio Grande do Norte Município de Mossoró CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. REGIMENTO

Leia mais

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007 MODELO O conteúdo do Anteprojeto de Lei abaixo apresentado representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, inciso I, da

Leia mais

ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO OBASP

ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO OBASP ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO DA ASSOCIAÇÃO E SEUS FINS OBASP Art 1º - A ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO também designado pela sigla OBASP, é uma pessoa jurídica

Leia mais

ESTATUTOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO JARDIM FLORENÇA

ESTATUTOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO JARDIM FLORENÇA CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Foro, Prazo de Duração e Área de Atuação Artigo 1º - Sob a denominação de Associação de Moradores do Jardim Florença, fica constituída, nos termos da legislação em vigor,

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri. Estatuto

Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri. Estatuto Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE Estatuto Art. 1º A FUNDAÇÃO CASA GRANDE MEMORIAL DO HOMEM KARIRI, com sede na Casa Grande da Rua Jeremias Pereira, N. 444,

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades Art. 1º A Associação dos ex alunos do Centro Universitário do Distrito Federal doravante

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1 - A Comissão de Ética no Uso de Animal da Universidade Federal do Pampa (Unipampa/CEUA),

Leia mais

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 Aprova o Estatuto da Fundação Cidade das Artes. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que dispõe o Decreto

Leia mais

NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES

NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES 1 NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES Art. 1 o O Núcleo de Jovens Empreendedores da Associação Comercial e Empresarial de Suzano

Leia mais