Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA"

Transcrição

1 Tabela I ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA Possíveis Saídas Profissionais: As engenheiras e os engenheiros electrotécnicos podem exercer a sua actividade profissional em: a) projecto de instalações eléctricas, sistemas e equipamento eléctrico e electrónico; b) especificação de produtos e soluções de sistemas de energia eléctrica, telecomunicações e automação industrial; c) projectar, instalar e manter sistemas de automação industrial, controlo e instrumentação; d) instalação e manutenção de sistemas eléctricos de energia e equipamentos electrónicos e de telecomunicações; e) gestão e supervisão de processos produtivos e equipas de trabalho; f) especificação e desenvolvimento de software para aplicações de engenharia e; g) programação de sistemas automáticos e reconfiguráveis Curso Provas de ingresso Electrotécnica e de Computadores Electrotécnica Electrotécnica e de Computadores Electrotécnica e de Computadores Porto Nova de Lisboa 18 Português Uma das seguintes provas:

2 Tabela II ENGENHARIA GEOLÓGICA Possíveis saídas profissionais: As/Os profissionais de Geológica podem exercer a sua actividade profissional como: a) Técnico/a em empresas e laboratórios (públicos privados) nas áreas de geotecnia, hidrologia, exploração de recursos, caracterização e defesa ambiental, controle de qualidade, geoquímica, geofísica, recursos minerais metálicos e não metálicos, recursos energéticos, recursos hídricos, solos, geoquímica e geofísica aplicadas (nomeadamente ao ambiente, engenharia e arqueologia), geologia marinha, cartografia, topografia, fotogeologia, detecção remota e sistemas de informação geográfica.e afins; b) técnico/a de campo em laboratórios e empresas (públicos privados); c) técnico/a de parque/reserva natural; d) técnico/a em serviços de administração central, local e regional e; e) centros de investigação. Curso Provas de ingresso Geotécnica e Geoambiente Geológica Geológica Geológica e de Minas Geológica Instituto Politécnico do Porto Nova de Lisboa Técnica de Lisboa Évora Uma das seguintes provas: Uma das seguintes provas:

3 Tabela III BIOLOGIA Possíveis Saídas Profissionais: Consideram-se actividades profissionais no domínio da Biologia das Ciências Biológicas as que versam sobre: a) Estudo, identificação e classificação dos seres vivos e seus vestígios; b) Estudos ecológicos, de conservação da natureza, de aspectos biológicos do ambiente, do ordenamento do território e de impacte ambiental; c) Gestão e planificação da exploração racional de recursos vivos; d) Estudos, análises biológicas e tratamento de poluição de origem industrial, agrícola urbana; e) Estudos e análises biológicas e de controlo da qualidade de águas, solos e alimentos; f) Organização, gestão e conservação de áreas protegidas, parques naturais e reservas, jardins zoológicos e botânicos e museus cujos conteúdos são dedicados fundamentalmente à Biologia similares; g) Estudos e análises de amostras e materiais de origem biológica; h) Estudo, identificação e controlo de agentes biológicos patogénicos, de parasitas e de pragas; i) Estudo, desenvolvimento e controlo de processos e técnicas biológicas de aplicação industrial, nomeadamente de bioquímica industrial alimentar; j) Estudo, identificação, produção e controlo de produtos e materiais de ordem biológica, e de agentes biológicos que interferem na conservação e qualidade de quaisquer produtos e materiais; l) Estudos de genética humana, animal, vegetal e microbiana; m) Estudo e aplicação de processos e técnicas de biologia humana, nomeadamente no domínio das análises clínicas e nos domínios biomédicos e farmacêuticos; n) Ensino da Biologia a todos os níveis, bem como educação ambiental e para a saúde; o) Investigação científica fundamental aplicada em qualquer área da Biologia; p) Consultadoria, peritagem, gestão e assessoria técnica e científica em assuntos e actividades do âmbito da Biologia. Cursos s Provas de ingresso Biologia Aplicada Biologia Biologia Biologia Minho Porto Uma das seguintes provas:

4 Biologia Lisboa

5 Tabela IV ENGENHARIA CIVIL Possíveis saídas profissionais: Os engenheiros e as engenheiras civis podem exercer a sua actividade profissional na: a) elaboração de projectos da especialidade de engenharia civil (infra-estruturas, edifícios, pontes, vias de comunicação, obras hidráulicas, etc.); b) gestão e fiscalização de empreendimentos de construção; c) promoção imobiliária; d) administração pública; e) fabrico de materiais e componentes da construção; f) trabalho em laboratórios da área da construção e; g) investigação Curso Provas de ingresso Civil Ciências Civil da Civil Civil Civil do Minho Nova de Lisboa de de Nova de Lisboa 10 Um Geometria dos seguintes Descritiva conjuntos: Um dos seguintes conjuntos: Matemática Física e Química 07 Física e Química Matemática Geometria Descritiva

6 Curso s Provas de ingresso Tabela V ENGENHARIA MECÂNICA Possíveis Saídas Profissionais: As engenheiras e os engenheiros mecânicas/os podem exercer a sua actividade profissional em: a) indústrias do frio, climatização; b) indústrias transformadoras em geral; c) concepção, projecto e fabrico de ferramentas, máquinas e equipamentos; d) desenvolvimento de produto; e) projecto e instalação de redes de gás; f) projecto, fabricação e construção de estruturas metálicas; g) projecto, instalação e manutenção de equipamentos e unidades industriais, de unidades de tratamento de efluentes e resíduos; h) indústrias alimentares, de bebidas e tabaco; i) indústrias da madeira e seus derivados; j) projecto e construção naval; l) projecto e construção aeronáutica; m) indústria de moldes; n) projecto de automação; o) ensino e; p) centros de investigação.

7 Mecânica Mecânica Mecânica Mecânica Mecânica Minho Porto Nova de Lisboa 18 Português

8 Tabela VI ENGENHARIA INFORMÁTICA Possíveis Saídas Profissionais: As/Os profissionais de engenheira informática podem exercer a sua actividade profissional em: a) consultoria e assessoria de projectos informáticos em diversos domínios industriais; b) análise, concepção, implementação, teste e manutenção de aplicações de software; c)desenvolvimento de aplicações e portais Web; d) administração de sistemas e parques computacionais e; e) planificação e implementação de redes de comunicação por computador. Curso Provas de ingresso Informática informática e computação de Computadores e Telemática Minho Porto 18 Português Informática Informática Lisboa

9 Tabela VII ENGENHARIA BIOLÓGICA Possíveis Saídas Profissionais: Os engenheiros e as engenheiras biológicos/as podem exercer a sua actividade profissional em: a) indústrias alimentares (cerveja, vinho, lacticínios, bolachas, massas, sumos, óleos alimentares...); b) indústria farmacêutica (antibióticos, esteróides,...); c) indústrias da celulose, dos curtumes, da cortiça, da madeira; d) indústrias químicas, em geral (orgânicas e inorgânicas); e) indústrias de água, estações de tratamento de água (ETA S) e estações de tratamento de águas residuais (ETAR S); f) empresas de tratamento de resíduos sólidos; g) laboratórios de análises; h) empresas de consultadoria; i) empresas de comercialização de material científico e tecnológico e; j) instituições de investigação científica. Curso Provas de ingresso Informática informática e computação de Computadores e Telemática Minho Porto 18 Português Informática Informática Lisboa

10 TABELA VIII B ESTÃO INDUSTRIAL Possíveis Saídas Profissionais As/Os profissionais de engenharia e gestão industrial podem exercer a sua actividade profissional em: a) projecto/organização de sistemas produtivos ; b) planeamento da produção; c) planeamento das necessidades de materiais; d) planeamento das necessidades de capacidade; e) programação da produção; f) gestão de inventários; g) logística e distribuição; h) estudo de implantações (layt); i) gestão de projectos; j) garantia da qualidade; l) optimização industrial; m) marketing; n) avaliação e gestão de investimentos; o) ergonomia, higiene e segurança industriais; p) manutenção industrial; q) projecto assistido por computador; r) fabrico assistido por computador; s) produção integrada por computador; t) automação e robótica e; u) inovação tecnológica.

11 Curso Provas de Ingresso e Gestão Industrial Industrial e Gestão e Gestão Industrial e Gestão Industrial e Gestão Industrial Minho Porto Nova de Lisboa 04 Economia 18 Português 04 Economia 04 Economia

12 Tabela IX Química Possíveis Saídas Profissionais Os/As profissionais de química podem exercer a sua actividade profissional em: a) indústria química, áreas relacionadas; b) laboratórios de análises e de controlo de qualidade (nas áreas industrial, alimentar, ambiental, etc) e; c) empresas de serviços: consultadoria; assessoria técnico-comercial, marketing. Cursos Provas de Ingresso Minho Uma das seguintes provas: Porto Química Química Química Química Química Aplicada Nova de Lisboa Uma das seguintes provas: Uma das seguintes provas:

13 Tabela X FÍSICA Possíveis Saídas Profissionais: Os/As profissionais de física podem exercer a sua actividade profissional em: a) cargos técnicos de nível intermédio (laboratórios do estado, escolas, controlo de qualidade, hospitais, serviços financeiros, seguradoras, indústrias, tecnologia de informação); b) actividades de investigação em laboratórios de I&D, no sector dos serviços e no sector financeiro, em empresas de desenvolvimento e teste de software, em empresas de desenvolvimento e manutenção de instrumentação, em unidades de saúde e; c) actividades de ensino e difusão de ciência no sistema de ensino, em centros interactivos de divulgação de ciência e em museus de ciência. Curso Provas de ingresso Física Minho Física Física Física Física Porto Lisboa

14 Tabela XI Matemática Possíveis Saídas Profissionais: As/Os profissionais de Matemática podem exercer a sua actividade profissional em: a) funções de apoio técnico e de gestão em empresas industriais; b) empresas de serviços e; c) instituições administrativas, nomeadamente, em: gabinetes de planeamento, empresas de consultoria, bancos, seguradoras, empresas de sondagens e estudos de mercado, empresas de transportes e logística, empresas de informática Cursos s Provas de Ingresso Matemática Minho Matemática Matemática Matemática Matemática Porto Nova de Lisboa

CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS

CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS CURSO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS Língua Estrangeira (I/II/III) Matemática A Física e Química A Biologia e Geologia Biologia/ Física/ Química/ Geologia a) Psicologia B/ Língua Estrangeira (I/II/III)* b)

Leia mais

Tabela das correspondências dos cursos de engenharia professados em escolas nacionais e as especialidades estruturadas na Ordem

Tabela das correspondências dos cursos de engenharia professados em escolas nacionais e as especialidades estruturadas na Ordem Tabela das correspondências dos cursos de engenharia professados em escolas nacionais e as especialidades estruturadas na Ordem [de acordo com a alínea h) do artigo 147º do Estatuto da Ordem dos Engenheiros,

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Classificações dos últimos colocados pelo contingente geral Código Instit.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Classificações dos últimos colocados pelo contingente geral Código Instit. Classificações dos últimos s pelo contingente geral 0110 8031 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo Ciências Farmacêuticas (Pretórios) PM 15 15 1 0 154,0 0 0110 8085 Universidade dos Açores - Angra

Leia mais

Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior ª Fase

Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior ª Fase Universidade dos Açores - Faculdade de Ciências Agrárias e do Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) PM 15 12 114,5 3 Universidade dos Açores - Faculdade de Ciências Agrárias e do Medicina Veterinária

Leia mais

Listagem de UC por curso

Listagem de UC por curso Listagem de UC por curso Semestre * 2015-16 Escola Superior de Tecnologia e Gestão Administração Pública Direito Administrativo Contabilidade Financeira Introdução aos Estudos das Organizações Fundamentos

Leia mais

1 - Aplicativos de Design (Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio);

1 - Aplicativos de Design (Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio); 1 - Aplicativos de Design (Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio); Análise de e Tecnologia da Informação e Tecnologia da Informação - Bacharel com habilitação em e Tecnologias e Tecnologia

Leia mais

Curso de Especialização Tecnológica em Automação e Manutenção Industrial

Curso de Especialização Tecnológica em Automação e Manutenção Industrial Curso de Especialização Tecnológica em Automação e Manutenção Industrial Época Normal** Época de Recurso** Finalistas/Trabalhador Automação e Instrumentação 18/Abr 10h * 23/Mai 10h * 04/Jul 10h * Inglês

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - CAMPUS AGRESTE CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL GRADE VÁLIDA PARA OS INGRESSANTES EM 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - CAMPUS AGRESTE CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL GRADE VÁLIDA PARA OS INGRESSANTES EM 2006. 1 o ANO 2 o ANO 3 o ANO 4 o ANO 5 o ANO 1 o Semestre 2 o Semestre 3 o Semestre 4 o Semestre 5 o Semestre 6 o Semestre 7 o Semestre 8 o Semestre 9 o Semestre 10 o Semestre e integral 1 CIVL 0080 Geometria

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia Civil

Currículo do Curso de Engenharia Civil Currículo do Curso de Engenharia Civil Engenheiro Civil ATUAÇÃO O curso de graduação em Engenharia Civil tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista,

Leia mais

Curso Grau Duração (semestres) Curso Grau Duração (semestres) Curso Grau Duração (semestres) Faculdade de Arquitetura www.fa.up.pt Arquitetura Mestrado Integrado 10 Arquitetura Doutoramento 6 Faculdade

Leia mais

Currículos dos Cursos UFV ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberg

Currículos dos Cursos UFV ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberg 108 ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberg bohnen@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2012 109 Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das atividades profissionais previstas

Leia mais

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA.

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA. Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA A01 Agricultura - aspectos gerais A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA B10 Geografia B50 História C EDUCAÇÃO, EXTENSÃO E INFORMAÇÃO C10 Educação

Leia mais

Catalogo de requisitos - Processo Seletivo

Catalogo de requisitos - Processo Seletivo Catalogo de requisitos - Processo Seletivo 006-01-2016 HABILITAÇÃO COMPONENTE TITULAÇÃO Informática Redes de Comunicação de Dados Administração de Sistemas de Informação Análise de Sistemas Análise de

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberg

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberg UFV Catálogo de Graduação 2013 103 ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberg bohnen@ufv.br 104 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das

Leia mais

Horário - 1º Semestre de 2017

Horário - 1º Semestre de 2017 1º Período 07:00 08:40 Cálculo I Cálculo I Geografia Geral Cálculo I 08:50 10:30 GAAV GAAV GAAV Laboratório de Programação de computadores I T1 (Lab. DEMAT) 10:40 12:20 Português Instrumental Programação

Leia mais

Titular de CET e de CTeSP /2017

Titular de CET e de CTeSP /2017 Acesso CTesP e CET Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Lic. em Biologia e Geologia Lic. em Geologia Lic. em Matemática Lic. em Física Lic. em Ciências do Mar Lic. em Meteorologia, Oceanografia

Leia mais

Currículos dos Cursos UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer

Currículos dos Cursos UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer 100 Currículos dos Cursos UFV ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2012 101 Engenheiro Ambiental ATUAÇÃO O curso de Engenharia Ambiental da UFV habilita

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia Civil

Currículo do Curso de Engenharia Civil Currículo do Curso de Engenharia Civil Engenheiro Civil ATUAÇÃO O curso de graduação em Engenharia Civil tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista,

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental

Currículo do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental Currículo do Curso de Engenharia Agrícola e Engenheiro Agrícola e ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrícola e o desempenho de atividades de engenharia, referentes à aplicação de conhecimentos científicos

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR 2005 DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar Periodização das Disciplinas comuns às Ênfases

ESTRUTURA CURRICULAR 2005 DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar Periodização das Disciplinas comuns às Ênfases ESTRUTURA CURRICULAR 2005 DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar Periodização das Disciplinas comuns às Ênfases 1º PERÍODO 1 02010-9 Introdução à Computação 4-2 06216-2 Leitura e produção de textos para

Leia mais

Lista das Disciplinas e Perfis Disciplinas a Tempo Parcial

Lista das Disciplinas e Perfis Disciplinas a Tempo Parcial Disciplinas a Tempo Parcial Departamento de Ciência e Tecnologia - Praia Crítica de Produtos Multimédia Comunicação e Multimédia 5 Geofísica Geociência e Ambiente 4 Geologia e Geotecnia Ambientais Geociência

Leia mais

Engenharia Agronómica Ano Disciplina Ep. TE/DA Ep. F

Engenharia Agronómica Ano Disciplina Ep. TE/DA Ep. F Engenharia Agronómica Física 05/09 :00 G-S5/0 /09 :00 G-S5/0 Informática 06/09 4:00 G-S/0 /09 :00 G-S/0 Mesologia 08/09 08:0 G-S/0 9/09 4:00 G-S/0 Topografia e Cartografia 0/09 08:0 G-S/0 /09 4:00 G-S/0

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO Licenciatura em Engenharia Ambiental e de Gestão de Desastres ( LEBA-GD ) 1 A UNIVERSIDADE

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 1º TERMO Aulas Teóricas Práticas Total Comunicação e Expressão 40-40 Cálculo Diferencial e Integral I 80-80 Fundamentos da Administração 40-40 Introdução

Leia mais

96 Currículos dos Cursos do CCA UFV ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL. COORDENADOR Francisco de Assis de Carvalho Pinto

96 Currículos dos Cursos do CCA UFV ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL. COORDENADOR Francisco de Assis de Carvalho Pinto 96 Currículos dos Cursos do CCA UFV ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL COORDENADOR Francisco de Assis de Carvalho Pinto facpinto@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2015 97 Engenheiro Agrícola e ATUAÇÃO Compete

Leia mais

Engenharia Ambiental. Consolidação da Profissão e Perspectivas. Prof. Marcelo Zaiat EESC-USP

Engenharia Ambiental. Consolidação da Profissão e Perspectivas. Prof. Marcelo Zaiat EESC-USP Engenharia Ambiental Consolidação da Profissão e Perspectivas Prof. Marcelo Zaiat EESC-USP zaiat@sc.usp.br Engenharia Ambiental Que curso é esse? O que faz esse profissional? Qual a estrutura do curso?

Leia mais

Universidade dos Açores

Universidade dos Açores Universidade dos Açores Licenciatura em Engenharia e Gestão do Ambiente: Duração: 3 anos Grau: Licenciatura Responsável: Professor Doutor Rui Bento Elias Objectivos: Na sequência da adequação dos cursos

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ana Augusta Passos Rezende

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ana Augusta Passos Rezende UFV Catálogo de Graduação 2014 223 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ana Augusta Passos Rezende ana.augusta@ufv.br 224 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Ambiental ATUAÇÃO O curso de Engenharia

Leia mais

Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar. Cafelândia

Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar. Cafelândia Escola Técnica Estadual Professora Helcy Moreira Martins Aguiar - Cafelândia AVISO DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA

Leia mais

Áreas disciplinares da Universidade de Lisboa homologadas pelo Senhor Reitor, nos termos do Despacho Interno R , de 19 de março

Áreas disciplinares da Universidade de Lisboa homologadas pelo Senhor Reitor, nos termos do Despacho Interno R , de 19 de março da Universidade de Lisboa Faculdade de Belas-Artes Belas-Artes - Arte e Multimédia Belas-Artes - Ciências da Arte e do Património Belas-Artes - Desenho Belas-Artes - Design de Comunicação Belas-Artes -

Leia mais

Disciplinas do Curso Superior em Engenharia Civil. CEFET-MG / Unidade Curvelo

Disciplinas do Curso Superior em Engenharia Civil. CEFET-MG / Unidade Curvelo 1 Disciplinas do Curso Superior em Engenharia Civil CEFET-MG / Unidade Curvelo PRIMEIRO PERÍODO Aulas semana Cálculo I 90 6 Contexto Social e Profissional do Eng. 30 2 Desenho Técnico 30 2 Geometria Analítica

Leia mais

2º Período Eixo Disciplina CH/aula Pré-requisito Co-requisito 2 Física I 60 Cálculo I 7 Introdução à Prática Experimental 30 X X

2º Período Eixo Disciplina CH/aula Pré-requisito Co-requisito 2 Física I 60 Cálculo I 7 Introdução à Prática Experimental 30 X X ENGENHARIA DE MINAS Atualização em abril/2016 Válida para 1º/2016 MATRIZ CURRICULAR 1º Período 6 Contexto Social e Profissional do Engenheiro de 30 Minas 2 Química 60 Laboratório de Química 6 Português

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : GEOLOGIA. CRÉDITOS Obrigatórios: 207 Optativos: 16. 1º Semestre

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : GEOLOGIA. CRÉDITOS Obrigatórios: 207 Optativos: 16. 1º Semestre Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:10:03 Curso : GEOLOGIA

Leia mais

Sessão: ENSINO SECUNDÁRIO

Sessão: ENSINO SECUNDÁRIO Sessão: ENSINO SECUNDÁRIO Gabinete de Psicologia Externato de Penafirme Carla Duarte Ensino Básico Do 1º ao 9º ano Ensino Secundário anos lectivos: 10º, 11º 1º ano Licenciatura anos Ensino Superior Mestrado

Leia mais

Geometria Analítica e Álgebra Linear (40h) Química Analítica (60h); Química

Geometria Analítica e Álgebra Linear (40h) Química Analítica (60h); Química INSTITUTO FEDERAL GOIANO CÂMPUS RIO VERDE DIRETORIA DE ENSINO QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE DISCIPLINAS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO (atualizado em julho de 2015) DISCIPLINAS SITUAÇÃO DA EQUIVALÊNCIA Fundamentos

Leia mais

Catálogo de Requisitos de Titulação. Habilitação: Segurança do Trabalho

Catálogo de Requisitos de Titulação. Habilitação: Segurança do Trabalho Habilitação: Segurança do Trabalho Aviso: Este catálogo pode ter sofrido alterações. A versão oficial encontra-se para consulta na Unidade Escolar. Gerado em 24/06/2016 Pág. 2/6 Segurança do Trabalho Análise

Leia mais

Ano Letivo 2015/2016. Datas dos Exames das Épocas de Recurso e Especial. Unidades Curriculares do DM

Ano Letivo 2015/2016. Datas dos Exames das Épocas de Recurso e Especial. Unidades Curriculares do DM Ano Letivo 2015/2016 Datas dos Exames das Épocas de Recurso e Especial Unidades Curriculares do DM Data Hora Disciplina Regime Época Curso/Menor 01-07-2016 09:00 Matemática 2º Semestre Época de Recurso

Leia mais

Curso de Engenharia Civil Nome do Curso

Curso de Engenharia Civil Nome do Curso Curso de Engenharia Civil Nome do Curso CÂMPUS FLORIANÓPOLIS MATRIZ CURRICULAR 1ª Fase Carga horária total: 396h Cálculo A 108 ------ Projeto Integrador I (PI 1) 36 ------ Geometria Analítica 54 ------

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos FUPAC Unidade de Barão de Cocais MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Fundação Presidente Antônio Carlos FUPAC Unidade de Barão de Cocais MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2012 1º PERÍODO Pré Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 4 Introdução ao Cálculo 4 Introdução à Engenharia de Produção Introdução à Programação para Engenharia

Leia mais

ENGENHEIRO AGRÔNOMO: ATRIBUIÇÕES, FORMAÇÃO, PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO

ENGENHEIRO AGRÔNOMO: ATRIBUIÇÕES, FORMAÇÃO, PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO ENGENHEIRO AGRÔNOMO: ATRIBUIÇÕES, FORMAÇÃO, PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO 0110113 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AGRONÔMICA PIRACICABA 22/02/2016 ATRIBUIÇÕES Biológicas (23%) 1. Biologia Geral 2.

Leia mais

VAGAS SEGUNDOS CICLOS

VAGAS SEGUNDOS CICLOS VAGAS SEGUNDOS CICLOS 2014-2015 CICLO DE ESTUDOS FACULDADE(S) / UNIVERSIDADE(S) EM COLABORAÇÃO TOTAL DE VAGAS VAGAS 2º ANO FACULDADE DE BELAS ARTES Arte e Design para o Espaço Público 21 5 Desenho e Técnicas

Leia mais

A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Área Disciplinar: Ciências Agrárias

A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Área Disciplinar: Ciências Agrárias A área disciplinar de Ciências Agrárias inclui as seguintes áreas científicas e unidades curriculares: Áreas Científicas Actividades Agrárias Agricultura, Silvicultura e Pescas Fitotecnia Geral Biologia

Leia mais

Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017

Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017 Definição de propinas para cursos técnicos superiores profissionais 2016/2017 Curso Nome do Curso PROPINA ESAC T205 Agrotecnologia 750 ESAC T228 Análises Agroalimentares 750 ESAC T279 Avicultura 750 ESAC

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR Éder Teixeira Marques

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR Éder Teixeira Marques ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR Éder Teixeira Marques eder@ufv.br 68 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro Civil ATUAÇÃO O curso de graduação em Engenharia Civil tem como perfil do formando egresso/profissional

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO 1º TERMO Aulas Teóricas Práticas Total Comunicação e Expressão 36-36 Direito 36-36 Cálculo Diferencial e Integral I 72-72 Fundamentos da Administração

Leia mais

RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA

RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA APÊNDICE I RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA Agrimensor Engenheiro Aeronáutico Engenheiro Agrícola Engenheiro Agrimensor Engenheiro Agrônomo Engenheiro Ambiental Engenheiro

Leia mais

O valor da água como bem público

O valor da água como bem público Universidade de Lisboa Institituto de Ciências Sociais O valor da água como bem público Anexo III Administração Pública da Água - Orgânica João Howell Pato Doutoramento em Ciências Sociais Especialidade:

Leia mais

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INDICADORES DO MERCADO DE EMPREGO SÍNTESE SETEMBRO-2007 SETEMBRO/06 AGOSTO/07 SETEMBRO/07 VARIAÇÃO % V.A. % V.A. % V.A. % Mês Homólogo Mês Anterior DESEMPREGO REGISTADO 7946

Leia mais

EAS- GRADE DE HORÁRIOS - 1º Período Tempos SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA

EAS- GRADE DE HORÁRIOS - 1º Período Tempos SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA EAS- GRADE DE HORÁRIOS - Período 2013.1 NAI I NAI I Introdução a Julio Introdução a Julio Química Química Introdução á Computação Introdução á Computação Química Química Ativida Pré-Cálculo Ativida Pré-Cálculo

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DO BARREIRO ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE INSTITUTO POLITÉCNICO DE

Leia mais

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br 172 Currículos dos Cursos do CCE UFV Currículo do Curso de Engenharia Engenheiro ATUAÇÃO Na Resolução n 1010, de 22.08.2005, que dispõe sobre

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CAMPUS: CAMPINAS HORÁRIOS DO 1º SEM/2017

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CAMPUS: CAMPINAS HORÁRIOS DO 1º SEM/2017 AGRUPADOR: 045AG01S (S11/S12) ENEC00064 CIENCIAS DO AMBIENTE 2 2 01 045GA01S ENEC00198 FISICA GERAL I 4 4 01 T 045GA01S ENEC00207 GEOMETRIA ANALITICA VETORES I 4 4 01 045GA01S ENEC00278 CALCULO DIFERENCIAL

Leia mais

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO

CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE FÍSICA DISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DISCIPLINA:

Leia mais

ANEXO III da Lei nº /2005 Progressão por Capacitação (Redação dada pela Lei nº de 2005

ANEXO III da Lei nº /2005 Progressão por Capacitação (Redação dada pela Lei nº de 2005 ANEXO III da Lei nº 11.091/2005 Progressão por Capacitação (Redação dada pela Lei nº 11.233 de 2005 TABELA PARA PROGRESSÃO POR CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NÍVEL DE NÍVEL DE CARGA HORÁRIA DE CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA AGRÍCOLA. CRÉDITOS Obrigatórios: 264 Optativos: 6. 1º Semestre

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA AGRÍCOLA. CRÉDITOS Obrigatórios: 264 Optativos: 6. 1º Semestre Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:18:33 Curso : ENGENHARIA

Leia mais

LISTA DE ENTIDADES QUALIFICADAS - VALE I&DT

LISTA DE ENTIDADES QUALIFICADAS - VALE I&DT s de 1623 VIBEST - LABORATÓRIO DE VIBRAÇÕES E MONITORIZAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO 1625 1627 UNIDADE DE TECNOLOGIA DA CORTIÇA - DEPARTAMENTO

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Engenharia Civil Cabo Frio SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Civil da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólidos conhecimentos tecnológicos

Leia mais

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INDICADORES DO MERCADO DE EMPREGO SÍNTESE JANEIRO/07 DEZEMBRO/07 JANEIRO/08 VARIAÇÃO % V.A. % V.A. % V.A. % Mês Homólogo Mês Anterior DESEMPREGO REGISTADO 8895 100,0 8773

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E DESEMPENHO DA PESQUISA CIENTÍFICA NO BRASIL. Simon Schwartzman. Quadros do capítulo II

ORGANIZAÇÃO E DESEMPENHO DA PESQUISA CIENTÍFICA NO BRASIL. Simon Schwartzman. Quadros do capítulo II ORGANIZAÇÃO E DESEMPENHO DA PESQUISA CIENTÍFICA NO BRASIL Simon Schwartzman Quadros do capítulo II Quadro II.1 - Campos de especialização das unidades de pesquisa a) Unidades de pesquisa em ciências biológicas

Leia mais

Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Industria Brasileira

Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Industria Brasileira Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Industria Brasileira INSTITUTOS SENAI de INOVAÇÃO ISIs Especializados em uma área de conhecimento transversal; Atendem a diversos setores industriais em todo

Leia mais

Diplomados pela U.Porto inscritos nos centros de emprego do Continente a 31 de Dezembro de 2009

Diplomados pela U.Porto inscritos nos centros de emprego do Continente a 31 de Dezembro de 2009 pela U.Porto inscritos nos centros de emprego do Continente a 31 de Dezembro de 2009 Universidade do Porto. Reitoria Serviço de Melhoria Contínua. 3 de Maio de 2010 (versão 16fev2011) 1 Índice Introdução

Leia mais

Universidade de Coimbra. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Engenharia Química (DEQ / FCTUC)

Universidade de Coimbra. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Engenharia Química (DEQ / FCTUC) Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Engenharia Química (DEQ / FCTUC) Dia Aberto à Inovação e Transferência de Tecnologia DEQ, 4 de Abril de 2006 Licenciatura em Engenharia

Leia mais

DISCIPLINA Turmas DIA TURNO Períodos SALA ÁLGEBRA II LM11 2 N ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EC11 EP11 6 N ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO

DISCIPLINA Turmas DIA TURNO Períodos SALA ÁLGEBRA II LM11 2 N ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EC11 EP11 6 N ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO ÁLGEBRA II LM11 2 N 1234 1202 ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EC11 EP11 6 N 1234 1202 ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EQ11 2 T 1234 2209 ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EE11 EP12 LF11 2 M 45 1203 ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO EE11

Leia mais

Ensino. _ Estudantes Inscritos

Ensino. _ Estudantes Inscritos Ensino _ Estudantes Inscritos Universidade do Porto. Reitoria Serviço de Melhoria Contínua. 5 de Setembro de 2007 Índice Estudantes... 3 Estudantes inscritos Evolução 2002/2003 a 2006/2007... 3 Quadro

Leia mais

Universidade Estatal Russa de petróleo e gás "Gubkin" (RGUNIG) Custos de mestrados

Universidade Estatal Russa de petróleo e gás Gubkin (RGUNIG) Custos de mestrados Universidade Estatal Russa de "Gubkin" (RGUNIG) Custos de mestrados-- Código Mestrado Perfis Duração Custo anual em rublos - MBA Administração de negócios na indústria de petroleelos e gás. - MBA Administração

Leia mais

DISCIPLINA: Introdução à Engenharia Ambiental. Assunto: Atribuições do Engenheiro Ambiental

DISCIPLINA: Introdução à Engenharia Ambiental. Assunto: Atribuições do Engenheiro Ambiental Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departamento de Estudos Básicos e Instrumentais DEBI Curso de Engenharia Ambiental DISCIPLINA: Introdução à Engenharia Ambiental Assunto: Atribuições do Engenheiro

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

GRADE CURRICULAR ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA. Primeiro Período

GRADE CURRICULAR ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA. Primeiro Período GRADE CURRICULAR ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA Primeiro Período Algoritmos e Programação 60 20 80 4 Obrigatória Desenho Técnico 20 20 40 2 Obrigatória Fundamentos de Cálculo 80-80 4 Obrigatória Geometria

Leia mais

CATÁLOGO DAS SEBENTAS, APONTAMENTOS E LIVROS (REQUISIÇÃO SEMESTRAL) 2015/2016

CATÁLOGO DAS SEBENTAS, APONTAMENTOS E LIVROS (REQUISIÇÃO SEMESTRAL) 2015/2016 CATÁLOGO DAS SEBENTAS, APONTAMENTOS E LIVROS (REQUISIÇÃO SEMESTRAL) 2015/2016 1º ANO 1101 Química RS110101 Sebenta Química Geral Teórica, Volume I, Capítulo 1-5 A; RS110102 Sebenta Química Geral Teórica,

Leia mais

FAHOR - FACULDADE HORIZONTINA

FAHOR - FACULDADE HORIZONTINA Ciências Econômicas - 1º Semestre de 2017 - Noturno EC2014 0096 - Economia Industrial 0094 - Economia Internacional II 0094 - Economia Internacional II 0093 - Econometria 0093 - Econometria 0097 - Trabalho

Leia mais

ETAPA 5. Anexo Pólos de Conhecimento: Beira Interior Alentejo interior

ETAPA 5. Anexo Pólos de Conhecimento: Beira Interior Alentejo interior ETAPA 5 Anexo Pólos de Conhecimento: Beira Interior Alentejo interior 1 Parceiros-chave pólos de conhecimento Beira Interior Instituto Politécnico da Guarda (IPG) que integra: Unidade de Investigação para

Leia mais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais SETEMBRO 2016 O SUCH hoje O SUCH - Serviço de Utilização Comum dos Hospitais, é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja Missão visa promover a redução

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA MECÂNICA. COORDENADOR Charles Luís da Silva

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA MECÂNICA. COORDENADOR Charles Luís da Silva UFV Catálogo de Graduação 2014 271 ENGENHARIA MECÂNICA COORDENADOR Charles Luís da Silva charles.silva@ufv.br 272 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Mecânico ATUAÇÃO O curso de Engenharia Mecânica

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO LICENCIATURA EM ENGENHARIA E GESTAO DE CONSTRUÇÃO CIVIL ( LEGCC ) 1 A UNIVERSIDADE

Leia mais

Horário 2017/1 Ensino de Graduação CEPLAN / UDESC

Horário 2017/1 Ensino de Graduação CEPLAN / UDESC HORÁRIO CEPLAN / UDESC - 1º SEMESTRE / 2017 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO HABILITAÇÃO MECÂNICA 1ª ENG Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado 1EDF103 1EDF103 1BAE103 G1 1BAE103 G2 1BAE103 1IEP003 1BAE103 1IEP003

Leia mais

Despacho VRT/RVC-04/2016

Despacho VRT/RVC-04/2016 Despacho VRT/RVC-04/2016 Considerando o disposto no artigo 37.º dos Estatutos da Universidade do Minho, aprovados pelo despacho normativo n.º 61/2008, publicado no Diário da República, n.º 236, de 5 de

Leia mais

OFERTA FORMATIVA 2012/2013

OFERTA FORMATIVA 2012/2013 OFERTA FORMATIVA 2012/2013 ENSINO SUPERIOR MUNDO DO TRABALHO Cursos Científico - -Humanísticos Cursos Tecnológicos Cursos Artísticos Especializados Cursos Profissionais Cursos de Educação e Formação ENSINO

Leia mais

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger

Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger 132 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2002 133 ATUAÇÃO O Engenheiro Ambiental deverá apresentar competência

Leia mais

INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO

INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO ANO LECTIVO 2008/2009 (2º SEMESTRE) APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA PROFª ANA AMBRÓSIO DE SOUSA LISBOA, MARÇO DE 2009 INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO ANO LECTIVO 2008/2009 2º SEMESTRE APRESENTAÇÃO

Leia mais

Disciplinas isoladas para o 1º semestre de 2017

Disciplinas isoladas para o 1º semestre de 2017 Curso: Engenharia de Telecomunicações Disciplinas isoladas para o 1º semestre de 017 Período Sigla P5 EE 01 Disciplina Circuitos Elétricos II créditos Pré e có-requisitos NB 003 - Cálculo III (PRÉ) EE

Leia mais

Concurso de Docentes Edital Nº

Concurso de Docentes Edital Nº Programa de provas para o Concurso de Docentes Edital Nº 424/14 UFPR Campus Avançado em Jandaia do Sul Rua Dr. João Maximiano, nº 426, Vila Operária Jandaia do Sul/PR CEP: 86900-000 Telefone: (43) 3432-4627

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA MECÂNICA. COORDENADOR Charles Luis da Silva

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA MECÂNICA. COORDENADOR Charles Luis da Silva UFV Catálogo de Graduação 2013 141 ENGENHARIA MECÂNICA COORDENADOR Charles Luis da Silva charles.silva@ufv.br 142 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro Mecânico ATUAÇÃO O curso de Engenharia Mecânica da

Leia mais

1º PERÍODO. Carga Horária e Creditação. Total (50') Física I 80 66, Laboratório de Física I 40 33,

1º PERÍODO. Carga Horária e Creditação. Total (50') Física I 80 66, Laboratório de Física I 40 33, 1º PERÍODO Física I 80 66,67 4 4 0 Laboratório de Física I 40 33,33 2 1 1 Laboratório de Computação 40 33,33 2 0 2 Introdução a Engenharia de Produção 60 50 3 3 0 Geometria Analítica 60 50 3 3 0 Química

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão!

Instituto Politécnico de Setúbal. O Conhecimento como Paixão. A Engenharia como Profissão! O Conhecimento como Paixão A Engenharia como Profissão! Cursos de Engenharia Cursos de Tecnologia Engenharia do Ambiente Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

MEEC. Mestrado em Eng. Electrotécnica e de Computadores. Índice. MEEC Edição 2008/09 Instituto Superior de Engenharia do Porto

MEEC. Mestrado em Eng. Electrotécnica e de Computadores. Índice. MEEC Edição 2008/09 Instituto Superior de Engenharia do Porto Mestrado em Eng. Electrotécnica e de Computadores O Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores destina-se a complementar a formação de profissionais habilitados com o grau de Licenciado, fornecendo

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral do Ensino Superior. Estabelecimento Vagas 2.ª Fase

Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral do Ensino Superior. Estabelecimento Vagas 2.ª Fase Vagas.ª Fase Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 00 0 Ciências Agrárias 00 0 Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) 00 0 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 00 Energias Renováveis 00 Engenharia

Leia mais

ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA O quadro abaixo apresenta os ambientes organizacionais, com suas respectivas competências e cursos de capacitação relacionados, conforme Lei 11.091, de 12 de janeiro de 2005 e Portaria Nº 9, de 29 de junho

Leia mais

Mapa de testes finais e exames ano letivo 2013/2014

Mapa de testes finais e exames ano letivo 2013/2014 disc Unidade curricular Sala 1 contabilidade 35 2 1129 contabilidade geral I 15-01-2014 qua 04-02-2014 ter 07-07-2014 seg 01-09-2014 seg 1 contabilidade 35 2 1130 economia 22-01-2014 qua 08-02-2014 sáb

Leia mais

Acesso ao Ensino Superior 2004 Análise Descritiva

Acesso ao Ensino Superior 2004 Análise Descritiva Acesso ao Ensino Superior 2004 Análise Descritiva Reitoria da Universidade do Porto >> Gabinete de Comunicação e Imagem. 10 2004 ÍNDICE Introdução... 4 Cap. I 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Engenharia. Projecto Final e Tese I

Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Engenharia. Projecto Final e Tese I Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Engenharia Projecto Final e Tese I M E S T R A D O S E M E N G E N H A R I A : A M B I E N T E E U R B A N I S M O, B I O M É D I C A, C I V I L, C L Í N I

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. COORDENADOR Luciano José Minette

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. COORDENADOR Luciano José Minette UFV Catálogo de Graduação 2011 229 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COORDENADOR Luciano José Minette minetti@ufv.br 230 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro de Produção ATUAÇÃO O Curso de Engenharia de Produção

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung carlosfernandojung@gmail.com Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos

Leia mais

1.ª FASE (JUNHO) EXAMES A NÍVEL DE ESCOLA PARA N.E.E.

1.ª FASE (JUNHO) EXAMES A NÍVEL DE ESCOLA PARA N.E.E. 1.ª FASE (JUNHO) EXAMES A NÍVEL DE ESCOLA PARA N.E.E. quarta, 15 de junho 09:30 h 529 PLNM intermédio -NE 527 Português -NE 14:00 h 225 Filosofia -NE sexta, 17 de junho 09:30 h 325 Física e Química A -NE

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral do Ensino Superior

Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral do Ensino Superior Vagas.ª Fase Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) Ciências da Nutrição (Preparatórios) 9 Medicina Veterinária (Preparatórios) 9 Ciências Agrárias 9 Engenharia

Leia mais

3.ª Jornadas de Engenharia ISVOUGA Instituto Superior de Entre Douro e Vouga.

3.ª Jornadas de Engenharia ISVOUGA Instituto Superior de Entre Douro e Vouga. 3.ª Jornadas de Engenharia ISVOUGA Instituto Superior de Entre Douro e Vouga http://www.ua.pt/tema uma organização singular 16 departamentos engenharia eletrónica, telecomunicações e informática ambiente

Leia mais

Tabela de Pré-Requisitos. Interdisciplinar 36 Não há

Tabela de Pré-Requisitos. Interdisciplinar 36 Não há Nome da UC Categoria CH Total Pré-Requisitos Álgebra Linear Eletiva 72 Geometria Analítica Álgebra Linear Computacional Eletiva 72 Cálculo Numérico Álgebra Linear II Eletiva 72 Álgebra Linear Algoritmos

Leia mais

1ª ETAPA - TURMA D e K

1ª ETAPA - TURMA D e K CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I PF 3 CIÊNCIAS DO AMBIENTE PF 3 ÉTICA E CIDADANIA I PF 3 FÍSICA GERAL I PF 3 GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES PF 3 FÍSICA EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO, ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO

Leia mais

1ª ETAPA - TURMA D e K

1ª ETAPA - TURMA D e K CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I PAIE 3 CIÊNCIAS DO AMBIENTE PAIE 3 ÉTICA E CIDADANIA I PAIE 3 FÍSICA GERAL I PAIE 3 GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES PAIE 3 FÍSICA EXPERIMENTAL I PAIE 3 COMPUTAÇÃO, ALGORITMOS

Leia mais

Graduações em Russo (Bacharel em Ciências, Bacharel em Artes) CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICAS Código Graduações Duração Custo anual, rublos

Graduações em Russo (Bacharel em Ciências, Bacharel em Artes) CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICAS Código Graduações Duração Custo anual, rublos Graduações em Russo (Bacharel em Ciências, Bacharel em Artes) CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICAS Código Graduações Duração Matemática e mecânica 01.03.01 Matemática 01.03.02 Ciência da computação e matemática

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos Currículo do Curso de Engenharia de Engenheiro de ATUAÇÃO O Engenheiro de tem como campo profissional de atuação as indústrias que operam com processamento de alimentos, qualidade e conservação de matérias-primas

Leia mais