LIVRO DE PROGRAMA E RESUMOS

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1 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Instituto de Educação Julho, 2010 LIVRO DE PROGRAMA E RESUMOS Organizadores: Leandro S. Almeida / Bento D. Silva / Susana Caires Universidade do Minho, Campus de Gualtar / 19-20, Julho de 2010

2 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Instituto de Educação Julho, 2010 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Instituto de Educação Julho, 2010 Presidente Leandro S. Almeida, Univ. Minho Comissão Organizadora Bento D. Silva, Univ. Minho Cristina Joli, Univ. São Francisco Gina C. Lemos, Univ. Évora Paula Loução, Univ. Minho Rosário Bermejo, Univ. Múrcia Susana Caires, Univ. Minho PROGRAMA Comissão Científica Acácia A. Santos, Univ. São Francisco Adelinda Candeias, Univ. Évora Alfonso Barca, Univ. Corunha Ana Paula Noronha Fagundes, Univ. São Francisco Ana Serrano, Univ. Minho Cristiano Gomes, Univ. Federal de Minas Gerais Denise Fleith, Univ. Brasília Diana Vieira, Instituto Politécnico do Porto Fátima Morais, Univ. Minho Feliciano H. Veiga, Univ. Lisboa Fernanda Leopoldina Viana, Univ. Minho Filomena Ponte, Univ. Católica Portuguesa João Lopes, Univ. Minho José F. Cruz, Univ. Minho Lúcia C. Miranda, ISET-Porto Luisa Faria, Univ. Porto Luís de Miranda Correia, Univ. Minho Marcelino Pereira, Univ. Coimbra Margarida Pocinho, Univ. Madeira Maria Adelina Guisande, Univ. Santiago de Compostela Maria do Céu Taveira, Univ. Minho Maria Dolores Prieto, Univ. Múrcia Maria Iolanda Ribeiro, Univ. Minho Marsyl Mettrau, UNIVERSO-RJ Mercedes Ferrando, Univ. Múrcia Orlanda R. Cruz, Univ. Porto Pedro Rosário, Univ. Minho Raquel Guzzo, PUC-Campinas Ricardo Primi, Univ. São Francisco Teresa Medeiros, Univ. Açores Secretariado NEDUM - Núcleo de Estudantes de Educação da Universidade do Minho Colaboração/Apoios Reitoria da Universidade do Minho FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia Fundação Calouste Gulbenkian IE - Instituto de Educação CIEd - Centro de Investigação em Educação Departamento de Psicologia da Educação e Educação Especial Ficha Técnica Título: I Seminário Internacional Contributos da Psicologia em Contextos Educativos Livro de Programa e Resumos Organizadores: Leandro S. Almeida; Bento D. Silva & Susana Caires Editor: Centro de Investigação em Educação (CIEd) Universidade do Minho / Braga 1000 exemplares Design: ANACMYK / Execução Gráfica: Minhografe Artes Gráficas, Lda / Parada de Tibães - Braga Layout (CD): Luis Valente ISBN (Actas-CD): Julho de 2010 Universidade do Minho, Campus de Gualtar / 19-20, Julho de 2010

3 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Campus de Gualtar Julho, 2010 Dia 19 (2ª feira / lunes) 9:00 - Sessão de Abertura Dia 20 (3ª feira / martes) 9:00 - Conferência 3 / Anfiteatro CM 9:30 - Conferência 1 / Anfiteatro CM 9:45 - Sessão de Posters 2 10:30 - Comunicações Mesa 1: Anfiteatro CM Mesa 2: Auditório IE Mesa 3: sala 16 Mesa 4: sala 17 Mesa 5: sala 20 10:00 - Comunicações Mesa 23: Anfiteatro CM Mesa 24: Auditório IE Mesa 25: sala 16 Mesa 26: sala 17 Mesa 27: sala 20 11:15 - Intervalo 11:15 - Intervalo 11: 45 - Comunicações Mesa 6: Anfiteatro CM Mesa 7: Auditório IE Mesa 8: sala 16 Mesa 9: sala 17 Mesa 10: sala 20 Mesa 11: sala 21 11:30 - Comunicações Mesa 28: Anfiteatro CM Mesa 29: Auditório IE Mesa 30: sala 16 Mesa 31: sala 17 Mesa 32: sala 20 Mesa 33: Sala 21 12:30 - Contacto com os autores dos posters 13:00 - Pausa para almoço 13:00 - Pausa para almoço 14:30 - Conferência 2 / Anfiteatro CM 14:30 - Comunicações Mesa 34: Anfiteatro CM Mesa 35: Auditório IE Mesa 36: sala 16 Mesa 37: sala 17 Mesa 38: sala 20 15:15 - Sessão de Posters 1 15:30 - Comunicações Mesa 12: Anfiteatro CM Mesa 13: Auditório IE Mesa 14: sala 16 Mesa 15: sala 17 Mesa 16: sala 20 17:00 - Intervalo 17:30 - Comunicações Mesa 17: Anfiteatro CM Mesa 18: Auditório IE Mesa 19: sala 16 Mesa 20: sala 17 Mesa 21: sala 20 Mesa 22: sala 21 19:00 - Contacto com autores dos posters e Programa Social 16:00 - Encerramento / Anfiteatro CM 5

4 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Instituto de Educação Julho, 2010 Dia 19 de Julho, Segunda-feira 9:00 SESSÃO DE ABERTURA 9:30 CONFERÊNCIA 1 ANFITEATRO CM Creatividad y alta habilidad Mª Dolores Prieto Sánchez (Univ. Murcia) 10:15 - COMUNICAÇÕES MESA 1: ANFITEATRO CM El alumno con altas habilidades: Líneas de investigación desarrolladas en el grupo de altas habilidades de la Universidad de Murcia (España) Coord.: Prof. Doutora Rosario Bermejo García (Univ. Murcia) Rasgos de personalidad en alumnos de alta habilidad versus habilidades medias Rosario Bermejo, Carmen Ferrándiz, Gloria Soto & Marta Sáinz (Univ. Murcia) Creatividad y alta habilidad Mercedes Ferrando, Marta Sáinz, Mª Dolores Prieto & Daniel Hernández (Univ. Murcia) Inteligencia emocional en alumnos de alta habilidad: Estudios realizados por el grupo de investigación de altas habilidades de la Universidad de Murcia Marta Sáinz, Mª Carmen Fernández, Daniel Hernández & Mercedes Ferrando (Univ. Murcia) Claves para el proceso de screening en la identificación de alumnos de altas habilidades desde el modelo de las inteligencias múltiples Daniel Hernández Torrano, Carmen Ferrándiz, Rosario Bermejo & Laura Llor (Univ. Murcia) MESA 2: AUDITÓRIO IE Bullying no contexto escolar: Denúncia e reacção numa comparação entre géneros Beatriz Pereira, Vânia Pereira, Vânia Gonçalves, Alberta Silva (Univ. Minho) Bullying escolar: Diferenças entre sexos e fases do desenvolvimento Andrêze Cristine N. Silva, Eduarda R. Freitas, Juliana C. Oliveira, Karen C. A. Lamas, Lara C. Almeida, Lívia C. Teodorico, Mariana F. Carvalho, Priscila S. Moreira, Priscila Aparecida M. Costa, Lelio M. Lourenço & Altemir José G. Barbosa (UFJF/Brasil) Tipos de indisciplina escolar y rendimiento académico Concepción Gotzens, Cándido Genovard & Mercè Clariana (Univ. Autònoma de Barcelona) Levantamento bibliométrico sobre bullying e fobia social Francesca S. Tavares & Lélio M. Lourenço (Univ. Fed. Juiz de Fora) 7

5 MESA 3: SALA 16 Avaliação da satisfação e eficácia do programa de educação parental na perspectiva de famílias brasileiras Narjara M. Garcia, Maria Angela M. Yunes & Ana T. Almeida) (Univ. Fed. Rio Grande & Univ. Minho) A unidimensionalidade da razão nos campos da subjetividade e da cultura familiar contemporânea Romilson M. Siqueira (Univ. Fed. Goiás) Famílias e família: A avaliação integrativa do papel parental Maria H. Figueiredo, Zaida B. Charepe, Pedro Miguel A. Melo & Sílvia Carla C. Silva (Esc. Sup. Enfermagem do Porto, Univ. Católica Portuguesa & Unidade Local de Saúde de Matosinhos) MESA 4: SALA 17 Avaliação psicoeducacional da vivência acadêmica na formação universitária Lariana Paula Pinto, Acácia Aparecida A. Santos, Jocemara F. Mognon, & Thalyta H. Lemos (Univ. São Francisco Itatiba) Avaliação dos hábitos de estudos na universidade: Uma investigação com estudantes da UFAM Suely Mascarenhas & Fabiana Soares Fernandes (Univ. Fed. Amazonas) Qualidade subjetiva do sono e depressão em uma amostra universitária Juliana O. Gomes & Makilim N. Baptista (Univ. São Francisco) Variáveis intervenientes na adaptação académica no 1º ano do Ensino Superior Margarida Pocinho, Carla Faria, Fábia Sousa & Marlene Rodrigues (Univ. Madeira) MESA 5: SALA 20 A utilização de estratégias pedagógicas no ensino de alunos com baixo rendimento académico/escolar: Estudo com professores do 1º Ciclo do Ensino Básico Vítor Sil & João A. Lopes (Instituto Piaget & Univ. Minho) Sistema integrado de atendimento psico-pedagógico: Programa de atendimento ao aluno com severas dificuldades de aprendizagem Edla Grisard, Idonézia B. Collodel, Cinthia Beatriz S. Bittencourt & Odair Figueiredo (Univ. Fed. Santa Catarina, Univ. Desenv. Alto Vale do Itajaí, UNIDAVI, SC) Marcadores do processamento cognitivo-linguístico em português europeu para crianças em idade escolar com perturbações da linguagem Anabela Cruz Santos, Julia Evans & Luís Miranda Correia (San Diego State Univ. & Univ. Minho) Defesa dos direitos dos alunos com Dificuldades de Aprendizagem Específicas: Um estudo sobre a Perspectivas dos pais Judite Marília Fernandes Ferreira & Ana Paula Loução Martins (Associação de Pais e Amigos da Criança, Barcelos & Universidade do Minho) 11:15 INTERVALO 11:45 COMUNICAÇÕES MESA 6: ANFITEATRO CM Diferenças de gênero verificadas a partir da escala QEAP-44 quanto ao estilo de atribuições causais para a aprendizagem: Uma investigação com estudantes do ensino superior dos municípios de Humaitá e Apuí-Amazonas Rebeka S. Aguiar, Suely Aparecida N. Mascarenhas, Alfonso Barca Lozano & Fabiana S. Fernandes (Univ. Fed. Amazonas & Univ. Corunha) Psicologia escolar na educação superior: Perspectivas contemporâneas de intervenção e pesquisa Claisy Marinho-Araujo, Grazielle T. Barbado, Marina L. C. Branco & Helena M. Galvão (Univ. Brasília) Responsabilidade social na educação superior: Contribuições da psicologia escolar Juliana Eugênia Caixeta, Cynthia Bisinoto E. Oliveira & Maria do Amparo Souza (Univ. Brasília & Univ. Católica Brasília) Contribuições da psicologia escolar à promoção do sucesso acadêmico na educação superior Cynthia Bisinoto, Claisy Marinho & Leandro Almeida (Univ. Brasília & Univ. Minho) MESA 7: AUDITÓRIO IE Envolvimento dos alunos nas escolas: Diferenciação e promoção Feliciano H. Veiga (Univ. Lisboa) Perfis motivacionais em adolescentes: Relações com o autoconceito, a auto-estima e o rendimento académico Francisco Peixoto, Maria de Lourdes Mata & Vera Monteiro (ISPA, Lisboa) As metas académicas e o rendimento escolar em adolescentes Lúcia Miranda (ISET), Leandro S. Almeida (Univ. Minho), Sofia Miranda (E.B. 2,3 Barbosa de Bocage) & Ana Isabel S. Almeida (ISMAI) Influência da auto-estima, da auto-eficácia e das atribuições causais no sucesso escolar Margarida Dias Pocinho & Nádia Sousa Calaça (Univ. Madeira) Auto-eficácia e autorregulação em estudos sobre a aprendizagem de língua estrangeira por estudantes do ensino superior Soely A. J. Polydoro & Ana Cecília M. Maciel (Univ. Estadual de Campinas) MESA 8: SALA 16 Identificação de dotação e talento: Aspectos psicométricos Altemir José G. Barbosa, Andrêze Cristine N. Silva & Juliana Célia de Oliveira (Fapemig, Propesq-UFJF, Proexc-UFJF/Brasil) Alunos com altas habilidades: Valor preditivo dos critérios de identificação Ana P. Antunes & Leandro S. Almeida (Univ. Madeira & Univ. Minho) Inteligência e superdotação de mães e filhos Mariângela M. F. Macedo & Marsyl B. Mettrau (Univ. Salgado de Oliveira, RJ) Altas habilidades/superdotação, desenvolvimento do raciocínio moral em contexto escolar Marsyl B. Mettrau & Mariângela M. F. Macedo (Univ. Salgado de Oliveira, RJ) Altas habilidades, talento e excelência: Do ensino fundamental à universidade Marsyl Bulkool Mettrau (Univ. Salgado de Oliveira/Universo, RJ) MESA 9: SALA 17 Estrategia de aprendizaje para generar los hechos numéricos de multiplicación del 9 a partir de la suma y resta de números conocidos Pablo Verismo, Sonia Alfonso, Elena Gayo, Ángeles Conde, & Manuel Deaño (Univ. Vigo-Campus Ourense) Las Tablas Mágicas: Estrategia de aprendizaje para generar los hechos numéricos de la multiplicación Elena Gayo, Sonia Alfonso, Pablo Verismo, Ángeles Conde, & Manuel Deaño (Univ. Vigo - Campus Ourense) El Tren Matemático: Estrategia de aprendizaje para comprender el valor relativo de los números Elena Gayo, Pablo Verismo, Sonia Alfonso, Ángeles Conde, & Manuel Deaño (Univ. Vigo - Campus Ourense) Ambiente de aprendizagem, motivação e resultados em matemática Lourdes Mata, Vera Monteiro, & Francisco Peixoto (ISPA, Lisboa) 8 9

6 MESA 10: SALA 20 Conhecimentos, percepções e práticas dos professores face à perturbação de hiperactividade e défice de atenção Ana Cariano & Ema P. Oliveira (Univ. Beira Interior) PHDA: O olhar de pais e professores Sofia Pereira & Glória Franco (Univ. Madeira) Atuação do psicólogo escolar na prevenção de problemas de comportamento Aline Maira da Silva & Enicéia Gonçalves Mendes (Univ. Fed. de São Carlos) A avaliação neuropsicológica e o diagnóstico do TDAH Cristina Lúcia M. Coelho & Claudio L. Bastos (Univ. Fed. Fluminense) A mentira na adolescência: Uma análise baseada no contexto social Marina Martins & Carolina Carvalho (Univ. Lisboa) MESA 11: SALA 21 Avaliação de um programa tutorial integrado no currículo: Contribuições para a transição e adaptação ao ensino superior Carla Faria, Augusta Manso, Diogo Lamela, Emília Moreira, José Melo de Carvalho & Alice Bastos (Instit. Polit. Viana do Castelo) Interferência dos factores psicossociais e curriculares no rendimento académico: Um estudo com estudantes de Enfermagem Beatriz Rodrigues Araújo & Leandro S. Almeida (Univ. Católica Portuguesa & Univ Minho) Regulação emocional e expressividade emocional dos alunos em contexto do ensino superior Maria João Beja & Maria Glória Franco Aprender psicologia com base em problemas Ana Cristina Ferreira de Almeida (Univ. Coimbra) Os estudantes não tradicionais no ensino superior: Contributos da investigação sobre aprendizagem de pessoas adultas Augusta Manso & Luísa Aires (Inst. Polit. Viana do Castelo & Univ. Aberta) Formação continuada de educadoras de educação infantil para o atendimento de crianças com necessidades especiais no município de Dourados Mato Grosso do Sul Morgana de Fátima A. Martins (Univ. Fed. Grande Dourados) Dos Espaços das Crianças à intervenção psicológica na identificação de género: Implicações sócio-educativas de interacções e diferenças de género feminino Judite Maria Zamith Cruz (Univ. Minho) 13:00 PAUSA PARA ALMOÇO 14:30 CONFERÊNCIA 2 ANFITEATRO CM Aspectos psicométricos nos instrumentos de avaliação em larga escala usados na pesquisa em psicologia educacional Ricardo Primi (LabAPE, Univ. São Francisco, Brasil) 15:15 - SESSÃO DE POSTERS 1 (encontro dos congressistas com os autores será a partir das 19hs) O papel da creche e dos seus profissionais: Ideias de auxiliares de educação e educadoras de infância Pilar Carvalho & Teresa Leal (Univ. Porto) Percepção de ameaça, ansiedade do rendimento e competências atencionais em contextos desportivos: Importância do que e como jovens atletas pensam em situações de competição José Fernando A. Cruz, Luís Alves, Carlos Pereira & Manuela Amaral (Univ. Minho) Impacto de um programa de formulação de objectivos na competição desportiva no rendimento individual e colectivo: Um estudo de caso no andebol juvenil José Fernando A. Cruz, Manuela Peixoto & Mário Borges (Univ. Minho) Mitos sociais e dilemas docentes na identificação das altas habilidades/superdotação Sonia Maria L. Azevedo & Marsyl Bulkool Mettrau (Univ. Salgado Oliveira/Universo, RJ) O envolvimento parental no 2º e 3º ciclos: Um estudo na RAM Fátima Raquel Rodrigues & Maria João Beja (Univ. Madeira) Abordagens às estratégias e práticas de aprendizagem e estudo dos alunos António Madaleno & Maria João Beja (Univ. Madeira) Diagnóstico do fenômeno mobbing em contextos educativos formais da educação básica e superior: Uma investigação no sul Amazonas Tatiane A. Romano, Suely A. N. Mascarenhas & Fabiana S. Fernandes (Univ. Fed. Amazonas) Sintomatologia psicopatológica no ensino superior: Estudo exploratório com estudantes da Universidade da Beira Interior Paulo F. E. Pessoa & Ema P. Oliveira (Univ. Beira Interior) Diferenças na autoeficácia para escolha profissional entre estudantes brasileiros de ensino médio Rodolfo Augusto M. Ambiel & Ana Paula P. Noronha (Univ. São Francisco) Motivação e desempenho escolar no segundo ciclo do ensino básico: Contributos da adaptação do Questionário de Objectivos de Realização Ana Sofia Bastos & Paulo C. Dias (Univ. Católica Portuguesa) Avaliação de enfoques de aprendizagem e atribuições causais: Uma investigação com estudantes da UFAM Suely Mascarenhas, Alfonso Barca Lozano & Fabiana S. Fernandes (Univ. Fed. Amazonas, & Univ. Coruña) Diferença de gênero verificada na escala QEAP-44 quanto aos enfoques de aprendizagem: Uma investigação com estudantes do ensino superior dos municípios de Humaitá e Apuí-Amazonas Rebeka S. Aguiar, Suely Aparecida N. Mascarenhas, Alfonso Barca Lozano & Fabiana Fernandes (Univ. Fed. Amazonas & Univ. Corunha) Motivação para aprendizagem na universidade relações com a ansiedade Katya L. Oliveira, Sueli Edi R. Guimarães & José A. Bzuneck (Univ.Estadual de Londrina) Inventário de processos de auto-regulação da aprendizagem para alunos do 1º CEB: Construção e validação Sónia Mendes & Pedro Rosário (Univ. Minho) 10 11

7 Ansiedade académica: Identificando situações geradoras e sintomas entre universitários de cursos de formação de professores Evely Boruchovitch, Danielle R. Ganda & Elizabeth Mercuri (Univ. Estadual de Campinas) Efeitos de procedimentos de intervenção na utilização de estratégias de aprendizagem, nas autopercepções de desempenho e na compreensão leitora de alunos brasileiros Maria Aparecida M. Gomes (Esc. Sup. Educação Física de Jundiaí) & Evely Boruchovitch (Univ. Estadual de Campinas) Estratégias autoprejudicadoras de futuros professores Janete Aparecida Da Silva Marini & Evely Boruchovitch (Univ. Estadual de Campinas) A promoção do sucesso no primeiro ano do ensino superior: O papel do professor Carina Guimarães, Pedro Rosário & Luisa Trigo (Univ. Beira Interior, Univ. Minho & Univ. Católica Portuguesa) Insucesso e evasão no ensino superior: Impacto das vivências acadêmicas em alunos do 1º ano da Universidade Federal de Sergipe Maristela L. Alencar, Eliane Gerk & Sandra Maria C. Aquino (Univ. Fed. Ceará & Univ. Estácio de Sá & Univ. Fed. Sergipe) Avaliação do raciocínio mecânico e do raciocínio espacial em estudantes brasileiros Diego Vinícius da Silva, M. Cristina R. A. Joly & Anelise Silva Dias (Univ.São Francisco) Estudo do Funcionamento Diferencial do Item para a Escala de Competência em Estudo ECE (Sup) M. Cristina R. A. Joly, Leandro S. Almeida, Anelise S. Dias, Silvia C. Monteiro, Armanda Sofia Pereira & Bendita Donaciano (Univ.São Francisco, Univ. Minho & Univ. Pedagógica de Moçambique) Auto-eficácia na formação superior e processo de estudos de licenciados Soely A. J. Polydoro & Tânia Maria S. Rose (Univ. Estadual de Campinas & Univ. Fed. São Carlos) Percepção dos pais dos alunos de (in)sucesso acerca do percurso escolar dos filhos e análise das variáveis associadas Adriana Rodrigues, Pedro Rosário & Eugénia Ribeiro (Univ. Minho) Cartas do Gervásio ao seu umbigo: Análise categorial dos constructos de alunos novel através do sistema de classificação dos constructos pessoais Adriana Rodrigues, Pedro Rosário, Eugénia Ribeiro, Carla Magalhães & Tânia Nunes (Univ. Minho) Características psicométricas do inventário de metas académicas em alunos do ensino básico e secundário Lúcia Miranda (ISET), Leandro S. Almeida (Univ. Minho) & Ana Isabel S. Almeida (ISMAI) A avaliação da criatividade dos alunos pelos seus docentes: Um estudo nos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico Ivete Azevedo & Mª Fátima Morais (Torrance Center Portugal & Univ. Minho) Caracteristicas psicometricas do questionário das atribuições causais para os resultados escolares Lúcia Miranda (ISET), Leandro S. Almeida (Univ. Minho) & Ana Isabel S. Almeida (ISMAI) Preditores da auto-eficácia de estudantes universitários portugueses Rute F. Meneses, Cristina Miyazaki & José Pais-Ribeiro (Univ. Fernando Pessoa, Fac. Medicina de São José do Rio Preto, SP & Univ. Porto) 12 Formação de professores: Estratégias de aprendizagem e motivação para aprender Neide B. Cunha & Evely Boruchovitch (Univ. Estadual de Campinas) A percepção do ambiente de ensino pelos professores da ESAH Maria Olímpia Almeida de Paiva & Abílio Afonso Lourenço (Esc. Sec. Alexandre Herculano, Porto) A percepção do clima de escola pelos alunos da ESAH Abílio Afonso Lourenço & Maria Olímpia Almeida de Paiva (Esc. Sec. Alexandre Herculano, Porto) (In)Sucesso a matemática no 6.º e 9.º anos de escolaridade: Auto-regulação e abordagens à aprendizagem Salgado, A., Rosário, P., Fernandes, L. M., Monteiro, A.P., & Canelas, C. (Univ. Minho) Uso da TRI para uma medida de avaliação da compreensão em leitura Acácia Aparecida A. Santos, Lucas F. Carvalho, Rebecca M. Monteiro & Adriana R. Alcará (Univ. São Francisco, Itatiba) Avaliação dos conhecimentos e atitudes dos professores perante a sexualidade na deficiência mental Paula C. Ferreira, Eleonora V. Costa & Filomena E. Ponte (Univ. Católica Portuguesa) A (in)sustentabilidade de um programa de intervenção precoce Maria Manuela Araújo & Filomena E. Ponte (Univ. Católica Portuguesa) Afectividade e sexualidade na pessoa com deficiência mental Ana Rita Peixoto, Eleonora V. Costa & Filomena Ermida Ponte (Univ. Católica Portuguesa) Vínculos afetivos professor-aluno: Entrelaços para uma aprendizagem significativa Eli Andrade Rocha Prates (Centro Universitário Adventista de São Paulo, UNASP) 15:30 COMUNICAÇÕES MESA 12: ANFITEATRO CM Interculturalidades e igualdade racial na educação: Sujeitos e projetos Maria das Graças Gonçalves (Univ. Fed. Fluminense, RJ) Projecto Começar Bem do 4º para o 5º ano: Do apoio à transição à prevenção do bullying na escola Filipe Gomes, (EB2,3 EB2,3 do Caniçal, Madeira) Diagnóstico do fenômeno bullying em contextos educativos formais da educação básica e superior: Uma investigação no sul Amazonas Tatiane A. Romano, Suely A. N. Mascarenhas & Fabiana Soares Fernandes (Univ. Fed. Amazonas) Da violência física à violência simbólica: Expressões e inversões na hierarquia professor-aluno Marília Etienne Arreguy (Univ. Fed. Fluminense) Indisciplina e violências nas actividades de enriquecimento curricular Monique Montenegro & Fabiana Maria Roque Chaves (Univ. Lisboa & Univ. Nova Lisboa MESA 13: AUDITÓRIO IE Interacción y construcción de conocimiento en entornos virtuales de la UNED (España) y la UnB (Brasil) Wilsa Ramos, Maria Fernanda González, Silviane Barbato & Angelica Guedes (UNED, España & UnB, Brasil) Necessidades educativas especiais: Trabalho educativo utilizando a tecnologia assistida como ferramenta Dorcely I. B. Garcia, Maria Teresa C. Gonzaga & Maria Júlia L. Ribeiro, Marlene Ap. W. Simionato, Valéria Cristina Sanzovo (Univ. Estadual de Maringá) 13

8 Estudo correlacional entre visualização espacial, raciocínio e desempenho em tecnologias da informação com estudantes brasileiros Diego Vinícius da Silva, M. Cristina R. A. Joly & Gerardo Prieto (Univ. São Francisco & Univ. Salamanca) Uma intervenção psicopedagógica no contexto da inclusão: Jogos eletrônicos e avaliação interativa Cristina Lúcia M. Coelho, Daniel Pagnin, Claudio Lyra Basto & Arina Martins (Univ. Fed. Fluminense) Um blog no ensino da psicologia: Buscando novas práticas para educar e incluir Lucia de Mello, Souza Lehmann, Cristina Lúcia Coelho, Ceciliane Dias Gomes (Univ Fed. Rio de Janeiro& Univ. Fed. Fluminense) MESA 14: SALA 16 Avaliação do engagement no trabalho do professor Regina Capelo & Margarida Pocinho (Univ. Cádiz & Univ. Madeira) Programas de intervenção em contexto educativo: Contributos da psicologia nas escolas da Madeira Renato Gil Carvalho, Carla Silva, & Margarida Pocinho (Secretaria Regional de Educação e Cultura / Univ. Madeira) Uma proposta de intervenção ao nível da relação escola-família: Programa de promoção do envolvimento parental Renato G. Carvalho, Carla Faria, Nádia Sousa Calaça, Margarida Pocinho (Univ. Madeira) Ser Feliz António Pereira, Luísa Silvestre & Vera Melo (Inst. Sup. Ciências Educativas/Univ. Extremadura) Squeak e dificuldades de aprendizagem específicas ao nível da leitura: Estudo de caso Eliana Clélia Leal Faria (Univ. Minho) Relação entre a compreensão de leitura e a consciência fonológica Acácia A. A. Santos, Thatiana Helena Lima, Fernando José Silveira, Nubiorlândia R. P. Oliveira, & Érika M. Leme (Univ. São Francisco/Itatiba) MESA 15: SALA 17 Cartas infantis e socialização Celia Maria Escanfella & Ana Lucia R. Sanches (Centro Universitário SENAC, SP/Brasil) Comunidades de aprendizagem: Uma proposta educativa fundamentada na teoria sociocultural de Vigotsky Mafalda Catela (ISLA, Leiria) Intervenção na comunidade em contexto de jardim-de-infância tendo por base a pedagogia de projecto António Fernando S. Portelada (Esc. Sec. de Tondela) Cristina Maria C. Figueiredo (Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros) & Isabel Cristina N. Borges (Agrupamento de Escolas de Penacova) Promover e facilitar entre os mais pequenos: Promoção de competências em idade pré-escolar Vieira, J., Marques, J., Coelho, C., Oliveira, R., Campos, D., Gonçalves, L., Gomes, D. (Univ. Porto) & Senra, N. (ESE, Porto) & Ana Isabel Pinto (Univ. Porto) Recursos psicoeducacionais para o educador em Sala 21e aula: Escala de estratégias e motivação para o aprendizado Katya L. Oliveira, Sueli Edi R. Guimarães, & José A. Bzuneck (Univ. Estadual de Londrina) A influência do processo grupal na alfabetização: A experiência de oficinas em dinâmica de grupo em Minas Gerais Dinazilda Cunha de Oliveira MESA 16: SALA 20 Aprender para educar: Uma experiência de treino em habilidades sociais em contexto educativo Isabel Silva & Glória Jólluskin (Univ. Fernando Pessoa) História de (in)sucesso escolar e ajustamento psicológico no final do secundário Maria João Carapeto & Guillem Feixas (Univ. Barcelona) Grupos de ajuda mútua como estratégia de promoção da esperança nas mães de crianças com doença crónica Zaida B. Charepe, Maria Henriqueta Figueiredo, Margarida Maria S. Vieira & Luís Miguel V. A. Neto (Univ. Católica Portuguesa, Esc. Sup. Enfermagem do Porto & Univ. Lisboa) Religiosidade e bem-estar em alunos do ensino básico e secundário e do superior Ana Veríssimo Ferreira & Félix Neto (Univ. Porto) Por qué son eficientes los modelos de intervención educativa basados en procesos cognitivos? Sonia Alfonso Gil & Manuel Deaño Deaño (Univ. Vigo) 17:00 INTERVALO 17:30 COMUNICAÇÕES MESA 17: ANFITEATRO CM Contributos da Psicologia para a promoção de competências emocionais e empreendedoras Maria Cristina C. S. Faria (Inst. Politécnico de Beja) Contributos da psicologia do desenvolvimento moral para a educação para a cidadania Maria José D. Martins (ESE Instituto Politécnico de Portalegre) Vamos viver as emoções! Programa de intervenção em contexto institucional Sara Berény T. L. Domingues & Maria Adelina A. B. Ducharne (Univ. Porto) Compreender as competências sócio-emocionais em crianças com necessidade educativas especiais institucionalizadas Glória Franco & Adelinda Candeias (Univ. Evora & Univ. Madeira) Auto-regulação emocional, raciocínio, perfeccionismo e rendimento académico em alunos do 9º ano de escolaridade Sara Fernandes & Ema P. Oliveira (Univ. Beira Interior) MESA 18: AUDITÓRIO IE Estudo comparativo entre alunos superdotados e não-superdotados em relação à criatividade, inteligência e percepção de clima de Sala 21e aula para criatividade Fernanda C. Gonçalves & Denise S. Fleith (Univ. Brasília) Como pensam os professores portugueses a criatividade? Alguns dados de um estudo sobre representações em contexto educativo. Mª de Fátima Morais & Ivete Azevedo (Univ. Minho & Torrance Center Portugal) 14 15

9 Sobredotação, psicanálise e educação: O desejo de saber e a demanda do outro na constituição do sujeito sobredotado Cássio Eduardo S. Miranda & Ruth Helena P. Cohen (FAPEMIG/UFRJ & UFRJ) Uma abordagem integratista da criatividade: Teoria das nove dimensões da pessoa criativa Jorge Elói (Univ. Évora) MESA 19: SALA 16 A inclusão escolar da criança autista: Análise de relacionamentos em sala Graça D. Santos & Susana B. Sardinha (Univ. Évora) Interacções mãe-criança surda durante a leitura de livros de histórias: Dois estudos de caso Leandra Coelho & Margarida Alves Martins (ISPA, Lisboa) Incluir, colaborar e participar: Desafios da inclusão de estudantes surdos no ensino regular Joaquim Melro & Margarida César (Univ. Lisboa) Pessoas com necessidades especiais: Grupo psicopedagógico para pessoas com transtorno mental Kátia R. Wutzke, Maria Teresa C. Gonzaga, Maria Júlia L. Ribeiro, Marlene Ap. W. Simionato & Valéria Cristina Sanzovo (Univ. Estadual de Maringá) MESA 20: SALA 17 A formação do psicólogo para atuar com pessoas com deficiência em contextos educativos Nadja Carolina S. P. Caetano & Enicéia G. Mendes (Univ Fed. São Carlos, Univ. Estadual do Piauí, Fund. Amparo a Pesquisa do Estado do Piauí) A defectologia soviética de l. S. Vygotski: Contribuições para a formação e a atuação de psicólogos e professores Sonia Mari Shima Barroco (Univ. Estadual de Maringá) A atuação do psicólogo escolar: O que pensam os professores? Laís M. Vilas Boas & Ana Clara Manhães Mendes (Univ. Brasilia) Contribuições dos estágios para a prática da psicologia escolar Rita de Cássia A. Marinho (Univ. Estadual de Campinas) A percepção dos alunos sobre o papel do psicólogo escolar: Um estudo nos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico da R.A.Madeira Ana Sofia Camacho & Maria Glória Franco (Univ. Madeira) MESA 21: SALA 20 A informação ocupacional e medida de interesse de estudantes de Ensino Médio Ana Paula P. Noronha, Camélia Santina M. Mansão, Fernanda Ottati, Luana Luca, Patrícia Carla S. Freitas, & Érica O. Cezar (Univ. São Francisco) Análise de interesses profissionais em alunos do ensino médio: estudo de correlação entre dois instrumentos Ana Paula P. Noronha, Lariana Paula Pinto, Marina G. A. Gurgel, Marlene A. Silva, & Geruza O. A. Pereira (Univ. São Francisco) Percepção dos professores, pais e alunos moçambicanos sobre o desenvolvimento vocacional na adolescência Ana Daniela Silva, Maria do Céu Taveira & Jorge Wiliams Nhaposse (Univ. Minho & Univ. Pedagógica de Maputo) Estudo do Career Exploration Survey com Estudantes do Ensino Secundário Moçambicano Camilo Ussene & Maria do Céu Taveira (Univ. Pedagógica, Moçambique & Univ. Minho) Características vocacionales de los estudiantes de psicología identificadas con el SDS M. Carmen Torres-Maroño (Univ. Santiago de Compostela) MESA 22: SALA 21 Treino de competências de investigação em psicologia: Relato de uma experiência Rute F. Meneses (Univ. Fernando Pessoa) Perdão aos outros na adolescência Maria da Conceição Pinto, Ana Veríssimo Ferreira & Félix Neto (Univ. Porto) Oficina lúdica: Uma estratégia metodológica para formação continuada em serviço Ana Clara M. Mendes, Claisy Marinho-Araujo, Juliana M. Mendes, Laís M. Vilas Boas & Lígia C. Libâneo (Univ. Brasilia) 19:00 PROGRAMA SOCIAL (CONTACTO COM OS POSTERS E SEUS AUTORES) Dia 20 de Julho, Terça-feira 9:00 CONFERÊNCIA 3 ANFITEATRO CM Psicologia e o Status Quo: Reflexões sobre o papel da Psicologia e o enfrentamento da realidade concreta Raquel S. Guzzo (Pontifícia Univ. Católica de Campinas) 9:45 SESSÃO DE POSTERS 2 (ENCONTRO DOS CONGRESSISTAS COM OS AUTORES DOS POSTERS ÀS 12:30 HORAS) Adaptação e validação do Questionário de Motivação para a Prática Deliberada para o contexto académico: Uma análise em alunos de engenharia com desempenho excelente Sílvia Monteiro, José F. A. Cruz, Leandro S. Almeida & Rosa M. Vasconcelos (Univ. Minho) Escala de competências de estudo: Resultados de um estudo de validação no Instituto Politécnico de Leiria Graça Seco, Leandro S. Almeida, Sandra Alves, Patrícia Pereira, Luís Filipe, Susana Fonseca & Virgínia A. Martins (Inst. Polit. Leiria & Univ. Minho) Adaptação da escala Reading Strategy Use (RSU) para a população portuguesa Iolanda Ribeiro, Gabriela Ferreira, Íris Oliveira, Magda Saraiva, Paula Miranda & Rui Paulo (Univ. Minho) Propriedades psicométricas da versão portuguesa do Self-Regulation Strategy Inventory-Self Report Iolanda Ribeiro, Bruno Xavier, Diana Pereira, Diana Teixeira, Joana Santos, & Sofia Ferreira (Univ. Minho) Relações de variáveis associadas à família e ao grupo de pares com a auto-estima de adolescentes Francisco Peixoto, Sofia Campos, Lourdes Mata & Vera Monteiro (ISPA, Lisboa) As percepções dos educadores de infância acerca da intervenção precoce Maria Marlene Rodrigues & Maria João Beja (Univ. Madeira) 16 17

10 A avaliação lúdica e qualitativa de dinâmicas familiares na infância Sofia Borges & Vera Melo (Univ. Extremadura) Proceso de gestión del docente experto en relación a la disciplina escolar M.del Mar Badia Martín, Concepción Gotzens Busquet & M.Teresa Dezcallar Sáez (Univ. Autónoma de Barcelona) Adaptação e validação da Escala de Competências de Estudo para alunos de engenharia e tecnologias: Uma análise em alunos de engenharia com desempenho excelente Sílvia Monteiro, Leandro S. Almeida & Rosa M. Vasconcelos (Univ. Minho) Contributos da metodologia sociodramática para a formação dos educadores sociais Sofia Veiga, Ana Bertão & Vítor Franco (ESE, Inst. Polit. Porto & Univ. Évora) A promoção da Saúde Escolar mediante o estresse da avaliação académica Giselle Melo (Univ. Castelo Branco, Rio de Janeiro) As implicações da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) na aprendizagem escolar Elisabete Ribeiro, Filomena Ermida da Ponte & Beatriz Araújo (Univ. Católica Portuguesa) Desenvolvimento intelectual, actividades extra-curriculares e desempenho académico em estudantes do Ensino Superior Fábia Sousa & Maria João Beja (Univ. Madeira) Percepção de ameaça, ansiedade e rendimento em contextos de formação e iniciação desportiva: A importância do clima motivacional, objectivos de realização, medo de falhar e estratégias de regulação emocional Maria Manuela G. Peixoto & José Fernando A. Cruz (Univ. Minho) Clima motivacional, objectivos de realização, ansiedade e percepção de ameaça na formação desportiva: Relações e diferenças em função do género e do escalão competitivo. Sandra Catarina Lopes & José Fernando A. Cruz (Univ. Minho) Interacção adulto-criança: Da instrução ao conflito cognitivo na evolução das concepções sobre a escrita em crianças de idade pré-escolar Tiago Almeida & Ana Cristina Silva (ESE, Inst. Polit. Lisboa & ISPA, Lisboa) Questionário de Competências Empreendedoras (QCE): Aplicação a estudantes do ensino superior Maria Cristina C. Sousa Faria (Inst. Polit. Beja) Escala de avaliação de competências parentais para a idade pré-escolar (EACP) Isabel Cristina Cruz & Margarida Pocinho (Univ. Madeira) Inventário de factores de stress nos alunos do 12º ano: Construção e validação de instrumento Cândida Silva & Susana Caires (Esc. Sec. José Régio & Univ. Minho) A experiencia da gravidez precoce: Mães fora de tempo Dina P. Carvalho (Univ. Católica Portuguesa, Braga) Os adolescentes e a parentalidade precoce Dina P. Carvalho (Univ. Católica Portuguesa, Braga) Promoção do clima psicossocial da escola: Um projecto de investigação-acção Marisa Carvalho (Agrup. Escolas de Toutosa) & Maria Céu Taveira (Univ. Minho) A implementação de decisões vocacionais no ensino secundário: Contributos para uma intervenção concertada Marisa Carvalho (Agrup. Escolas de Toutosa) & Maria Céu Taveira (Univ. Minho) Questionário de Motivação Escolar (QME) para a população portuguesa: Arquitectura e qualidades psicométricas Pedro Miguel G. Cordeiro & Ana Paula Couceiro Figueira (Univ. Coimbra) A resiliência das famílias com necessidades de cuidados especiais Cláudia Cristina V. C. O. Ferreira Augusto (Univ. Minho) Projecto Histórias da Escola para Desafiar a Indisciplina : Promoção da reflexão e debate sobre a indisciplina através da leitura e análise de histórias Filipe Gomes (EB2,3 Caniçal, Madeira) Exploração vocacional de universitários: Novo estudo de validação do Modelo de Exploração Vocacional de Stumpf, Colarelli & Hartman (1983) Maria do Céu Taveira, Liliana Faria, Nazaré Loureiro, & Joana Pinto (Univ. Minho & ISLA, Leiria) Motivação para a leitura: Um estudo com alunos do 1º ciclo do ensino básico Carla Peixoto, Emília Moreira & Augusta Manso (ESE Inst. Polit. Viana do Castelo) Validação da escala de estilos de pensar e criar: Estudo preliminar Margarida Pocinho & Soraia Garcês (Univ. Madeira) Estudos preliminares de adaptação da Escala de Concepções Pessoais de Inteligência (ECPI) com alunos do 4º ano de escolaridade Sofia Oliveira & Paulo C. Dias (Univ. Católica Portuguesa, Braga) Escala de Envolvimento dos Alunos na Escola: Adaptação Portuguesa da Student Engagement in School Scale Feliciano H. Veiga (Univ. Lisboa) & Zoran Pavlovic (Univ. Lubliana) Caracterização dos níveis de criatividade numa amostra de sujeitos surdos Sara Ibérico Nogueira, Paula Frango & Leonor Almeida (Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias) Escala de estratégias metacognitivas de leitura numa segunda língua com estudantes universitários: Adaptação para o contexto português Iolanda Ribeiro, Carla Pereira, Daniela Silva, Elsa Silva, Liliana Mota & Nuno Sousa (Univ. Minho) Metais pesados e desenvolvimento psicológico: Relevância de um problema ecológico dos nossos dias Valéria Oliveira, Leandro S. Almeida & Daniela P. S. Almeida (Univ. Fed. Amazónia, Univ. Minho & Hospital S. João-Porto) Intervenção nas competências de compreensão leitora: Avaliação de um programa de intervenção no 4º ano de escolaridade Olinda Vinhas & Teresa Leal (Univ. Porto) Construção de uma prova de Matemática para o 1º Ciclo do Ensino Básico José Maurício H. Bueno & João A. L. Lopes (Univ. Minho) 18 19

11 10:00 COMUNICAÇÕES MESA 23: ANFITEATRO CM A relação entre o envolvimento paterno e o desenvolvimento da competência social em crianças de idade pré-escolar Andreia Afonso, Manuela Veríssimo, Patrícia Borges, Inês Pessoa e Costa, & Marília Fernandes (ISPA, Lisboa) Impacto de um programa de literacia familiar com pais de crianças em idade pré-escolar Joana Cruz & Iolanda Ribeiro (Câmara Municipal de Matosinhos & Univ. Minho) Educação parental e dança inclusiva: Experiências de promoção da inclusão Joana Xavier, Carolina Silva & Ana P. Antunes (Univ. Madeira) Tensões e ganhos associados à gestão entre trabalho e família: Experiências parentais de casais trabalhadores Susana Caires, Carla Martins, Marisa Fonseca, Eva Martins, Ana Osório, Vera Mateus & Quéli Maciel (Univ. Minho) MESA 24: AUDITÓRIO IE Crenças e rendimento escolar - Coord.: Prof. Doutora Luisa Faria (Univ. Porto) A influência das crenças de eficácia individual e colectiva no rendimento escolar: Estudo com alunos do ensino público e privado Sílvia Pina Neves & Luísa Faria (Univ. Porto) Análise qualitativa de percepções de alunos do ensino secundário sobre a auto-eficácia académica individual e colectiva de pares e escolas Marisa Costa & Luísa Faria (Univ. Porto) Percepções de alunos do ensino secundário sobre os factores promotores do sucesso: Comparações entre ensino público e privado Ana Cristina Costa & Luísa Faria (Univ. Porto) Qualidades psicométricas do questionário de concepções pessoais de competência: Estudo-piloto no ensino secundário português Luís Mouta Dias & Luísa Faria (Univ. Porto) Diferenças na competência percebida no ensino secundário português Joana Stocker & Luísa Faria (Univ. Porto) MESA 25: SALA 16 NEE: A inclusão de alunos surdos nas escolas regulares Coord. Filomena Ponte (Univ. Católica Portuguesa, Braga) Surdez infantil e dificuldades de aprendizagem Fausto Fernandes & Filomena Ermida da Ponte (Hospital de Guimarães & Univ. Católica Portuguesa, Braga) As diferenças de desempenhos escolares de alunos surdos com e sem implantes cocleares Maria Luísa Colmenero & Filomena Ermida da Ponte (Univ. Católica Portuguesa, Braga) Gestuário multimédia: Um instrumento estratégico para a aprendizagem da língua gestual portuguesa Guilherme L. Pereira & Filomena Ermida da Ponte (Esc. Sec. Póvoa de Lanhoso & Univ. Católica Portuguesa, Braga) MESA 26: SALA 17 Concepções de professores acerca dos comportamentos problemáticos em Sala 21e aula: Um estudo no ensino básico Susana Marinho & João A. Lopes (Univ. Fernando Pessoa & Univ. Minho) Inteligência emocional dos professores e a vulnerabilidade ao stress em contexto escolar Sousa, R. L., & Franco, M. G. (Univ. Madeira) Filmes sobre professor: Análise da utilização e contribuição para a identidade de alunos/professores em formação Lindsey Ferrari do Prado Moura, Leíze Ruama Sena Carvalho Cunha & Ronaldo Nunes Linhares (Univ. Tiradentes) Os efeitos da resolução criativa de problemas matemáticos numa turma de 6º ano Joana Carmo & Sara Bahia (Univ. Lisboa) MESA 27: SALA 20 Modelo de atendimento à diversidade: Práticas eficazes no ensino da leitura junto de alunos com dificuldades de aprendizagem específicas Paula Marisa F. V. Alves, Ana Paula Loução Martins, & Luís Augusto de Miranda Correia (Inst. Politéc. Bragança & Univ. Minho) Impacto e adequação de um programa de treino da consciência fonológica em idade pré-escolar Maria Sónia T. G. Domingos & Teresa B. Leal (Univ. Porto) Competências de literacia, de numeracia e sociais em dois períodos do desenvolvimento da criança: No pré-escolar e no 1º ano de escolaridade Aguiar, T. & Leal, T. (Univ. Porto) Experiências literácitas na educação pré-escolar e o desempenho na leitura no 1º e 2º anos de escolaridade Patrícia Pinto & João Lopes (Câm. Municip. Matosinhos & Universidade do Minho) 11:15 INTERVALO 11:45 COMUNICAÇÕES MESA 28: ANFITEATRO CM Violência entre pares e vinculação na adolescência: Um estudo com estudantes do 7º ano de escolaridade Maria Duarte & Madalena Melo (Univ. Évora) O bullying na escola: A prevalência e o sucesso escolar Paulo Costa & Beatriz Pereira (Univ. Minho) Vivência de bullying em crianças com necessidades educativas especiais e estratégias de intervenção António Fernando S. Portelada (Esc. Sec. com 3º ciclo de Tondela) A (in)disciplina: Imagens e interacções Ana Paula M. R. S. Gonçalves(Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa) A interferência da língua (gestual) portuguesa na aprendizagem da língua inglesa escrita Rosa Barros & Filomena Ermida da Ponte (Esc. Sec. Caldas das Taipas & Univ. Católica Portuguesa, Braga) 20 21

12 MESA 29: AUDITÓRIO IE Leitura e compreensão: Um estudo de activação semântica em alunos do 9º ano Ana Cristina P. Cortiço & Óscar C. Sousa (Agrupamento de Escolas de Abrantes & Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias) Uma abordagem cognitiva da escrita: Um estudo das estratégias utilizadas por alunos quando escrevem Ana Gouveia & Óscar C. Sousa (Esc. EB2,3 João Villaret, Loures & Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias) Língua portuguesa e ortografia: Questões de regularidade/irregularidade Óscar C. Sousa (Univ. Lusófona de Humanidades e Tecnologias) MESA 30: SALA 16 A poesia como dimensão motivacional Ana Regina F. do Vale Pires (ESE Jean Piaget, Canelas) Um olhar para a diversidade da escola regular: Reflexões sobre a educação inclusiva Elizabeth Lima & Rossana Guimarães C. Moraes (Univ. Estadual de Maringá) Desenvolvimento regional e intervenção comunitária: Análise estrutural das redes sociais da sub-região NUT-III Tâmega Fátima Lobo & Lucília Rebelo (Univ Católica Portuguesa, Braga) Efeitos na análise da melhoria das habilidades cognitivas sociais de interacção psicosocial em cooperação entre pares em crianças escolarizadas inglesas no último ano da escola primária Elijah W. Debora & Madeira Milton (Univ. Fernando Pessoa) MESA 31: SALA 17 Os aspectos afectivos dos professores, auto-conceito e rendimento escolar dos alunos Maria Glória Franco & Maria João Beja (Univ. Madeira) Vivências e percepções dos orientadores cooperantes no acompanhamento dos estágios pedagógicos: Implicações para a formação Hiolanda Esteves, Susana Caires, Maria Alfredo Moreira & Diana A. Vieira (Esc. Sec. Felgueiras, Univ. Minho & Inst. Politécn. Porto) Conflito(s) na classe docente em contexto escolar: Que visão? Que estratégias de resolução? Um estudo com professores do 1º ciclo do ensino básico da R.A.M. Elsa Nóbrega & Maria Glória Franco (Univ. Madeira) A escolha profissional dos homens pela docência na escola primária Amanda Oliveira Rabelo (ESE Almeida Garrett) MESA 32: SALA 20 Avaliação de cursos EFA: Da construção do instrumento à apresentação dos resultados Elisabete Vinha, Nelson Lima Santos & Selma Rodrigues (Univ. Fernando Pessoa) Estudo-piloto sobre o desenvolvimento de competências na formação EFA e importância das mesmas para a profissão Selma Rodrigues, Nelson Lima Santos & Elisabete Vinha (Univ. Fernando Pessoa) Educação e formação de adultos (EFA): Das questões conceptuais à proposta de um referencial de competências Nelson Lima Santos, Elisabete Vinha & Selma Rodrigues (Univ. Fernando Pessoa) Influencia de las competencias transversales sobre las exigencias del mercado de trabajo en el Turismo Helder T. R. C. Melim (Doutorando Univ. Cadiz) MESA 33: SALA 21 Bateria Aurora : Estudos exploratórios de adaptação e validação em Portugal Ana Salgado, Virgínia A. Martins, Leandro S. Almeida & Luís de Miranda Correia (Univ. Minho) Competência emocional e satisfação com o voluntariado: Que inter-relações em voluntários portugueses? Fernanda Bouças & Luísa Faria (Univ. Porto) Os verbos operativos na melhoria cognitiva e aprendizagem dos alunos António Paulo & Alcina Sousa (Dir. Reg. Educação da Madeira & Univ. Madeira) A mediação escolar nas narrativas de alunos do ensino secundário Elisabete Pinto da Costa & Teresa Barandela (Instituto de Mediação da ULP) 12:30 DISCUSSÃO DOS POSTERS DA SESSÃO DE POSTERS 2 (CONTACTO COM OS AUTORES DOS POSTERS) 13:00 PAUSA PARA ALMOÇO 14:30 COMUNICAÇÕES MESA 34: ANFITEATRO CM Concepções de pais de crianças em idade pré-escolar sobre a aprendizagem da leitura e escrita Patrícia Pacheco & Lourdes Mata (ESE Torres Novas & ISPA, Lisboa) Representações parentais de educação e de escola: Relações com o sucesso e com o insucesso escolar Maria do Sameiro Araújo, Leandro S. Almeida & Eugénia M. Ribeiro (Univ. Minho) Motivação para a matemática e para a língua portuguesa Vera Monteiro, Lourdes Mata, Francisco Peixoto (ISPA, Lisboa) Leitura oral de palavras nos dois primeiros anos de escolaridade Laura D. Romeira & Margarida Alves Martins (ISPA, Lisboa) Concepções dos educadores e práticas de literacia no jardim-de-infância Liliana Marques & Lourdes Mata (Univ Técnica de Lisboa & ISPA, Lisboa) MESA 35: AUDITÓRIO IE Representação da vinculação a pais, pares e professores: Estudos preliminares do IPPA-r para crianças do ensino básico Tânia Figueiredo (Colégio Nossa Senhora da Assunção, Anadia) & Teresa Sousa Machado (Univ. Coimbra) Vinculação e problemas de comportamento num grupo de crianças do ensino básico em risco ambiental Sofia L. Vieira (Colégio S. Pedro, Coimbra) & Teresa S. Machado (Univ. Coimbra) As vozes dos pais sobre o dia-a-dia dos filhos após o divórcio Marta Schwingel & Carolina Carvalho (Univ. Lisboa) 22 23

13 A PAR: Ensinar os pais pela ludicidade Maria Augusta G. Araújo, Maria da Conceição Azevedo & Maria Emília Nabuco (Univ. Trás-os-Montes e Alto Douro) Coaching parental: A devolução do protagonismo aos pais Sandra Belo & Ângela Coelho (Family Coaching) MESA 36: SALA 16 Seminário de gestão pessoal da carreira: Avaliação de um programa de intervenção psicológica no ensino superior Joana C. Pinto & Maria do Céu Taveira (Univ. Minho) Valor identitário e psicossocial do trabalho em estudantes do Ensino Superior Policial: Relações com a idade, ano de estudos e rendimento António M. Diniz (Univ. Évora) & Maria Isaura Almeida (Inst. Sup. Ciências Policiais e Segurança Interna, Lisboa) Monitorização do esforço de aprendizagem no Processo de Bolonha: Contribuições para a transição para o ensino superior Alice Bastos, Carla Faria, Emília Moreira, José Melo de Carvalho & Carolina Silva (Inst. Polit. Viana do Castelo & Univ. Porto) A utilização do computador na confrontação de escritas inventadas: Contributo para a evolução das concepções sobre a escrita Tiago Almeida & Ana Cristina Silva (ESE, Lisboa & ISPA, Lisboa) A tecnologia da informação e a mediação pedagógica numa perspectiva Freireana como ferramentas para a formação de educadores do campo em Pernambuco Adriana R. Paiva, Gilvani Alves P. Torres & Ana Maria S. Pereira (SEE/PE, UP/FPCE UPE FCT) Eficacia de las estrategias de imagen en los sujetos con baja capacidad de imagen Rocío Gómez-Juncal, María José Pérez-Fabello & Alfredo Campos (Univ. Vigo & Univ. Santiago de Compostela) Potencialidade do e-learning na educação cognitiva e na educação para a diversidade Jorge Elói (Univ. Évora) Aprendizaje incidental de listas mixtas de palabras, realizado por sujetos bajos en viveza de imagen Rocío Gómez-Juncal, María José Pérez-Fabello & Alfredo Campos (Univ. Vigo & Univ. Santiago de Compostela) 16:00 SESSÃO DE ENCERRAMENTO O papel da auto-eficácia nas vivências académicas de estudantes do ensino superior Diana Aguiar Vieira (Inst. Politécn. Porto), Soely Polydoro (UNICAMP) & Susana Caires (Univ. Minho) Transição para o mundo de trabalho: Empreender e inovar em Enfermagem José Lopes, & Rita Fernandes (Univ.Trás-os-Montes e Alto Douro) MESA 37: SALA 17 As diferenças cognitivas segundo o género na adolescência: Resultados numa amostra estudantil Portuguesa Gina C. Lemos, Leandro S. Almeida & Ricardo Primi (Univ. Évora, Univ. Minho & Univ. São Francisco) A influência da família no regresso à escola na idade adulta: Se os outros conseguem eu também consigo! Carlos Badalo & Margarida César (Univ. Lisboa) Contributos da psicologia para a educação visual Sara Bahia & José Pedro Trindade (Univ. Lisboa & Externato de Penafirme) A educação para o empreendedorismo: O caso de um programa de promoção da atitude empreendedora através da metodologia de abordagem por projecto Narciso Moreira & Armanda Pereira (Univ. Minho) Avaliação da eficácia de um programa de prevenção psicoeducativo Joana Santos (Univ. Católica Portuguesa) MESA 38: SALA 20 TIC e Processos de Auto-Regulação da Aprendizagem José Carlos Ferreira Lima & Bento Duarte da Silva (Univ. Minho) O uso de blogues como interface cognitiva em contexto de Sala 21e aula: Percepções de professores e alunos Ana Judite Sousa & Bento Duarte Silva (Univ. Minho) 24 25

14 I SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONTRIBUTOS DA PSICOLOGIA EM CONTEXTOS EDUCATIVOS Universidade do Minho, Campus de Gualtar Julho, 2010 RESUMOS Universidade do Minho, Campus de Gualtar / 19-20, Julho de 2010

15 Dia 19 de Julho, Segunda-feira 9:00 SESSÃO DE ABERTURA 9:30 CONFERÊNCIA 1 ANFITEATRO CM Creatividad y alta habilidad Mª Dolores Prieto Sánchez (Univ. Murcia) Estudiar la creatividad en el contexto escolar es un tema de gran complejidad que exige de los investigadores el estudio de la validez de dicho constructo definiendo sus dimensiones y cuestionando la posibilidad de su evaluación a través de los instrumentos psicológicos que se utilicen. En respuesta a este requisito, trataremos de valorar las habilidades cognitivas descriptivas del pensamiento divergente (fluidez, flexibilidad, originalidad y elaboración), utilizando diferentes instrumentos de corte psicométrico y cognitivo (Almeida, Prieto, Ferrando, Oliveira y Ferrándiz, 2007). Con el planteamiento metodológico se intenta contrastar el desempeño en tests de pensamiento divergente y en tests de pensamiento convergente (raciocinio, factor g) para aumentar la comprensión del constructo que estamos evaluando con las pruebas usadas internacionalmente para evaluar la creatividad. Este estudio toma una muestra de alumnos de Educación Secundaria (N= 600; chicos y chicas de edad media 14 años y 6 meses) impartidos por tres grupos: alta, media y baja inteligencia; y alta, media y baja creatividad. Para evaluar la inteligencia se utilizó el DAT (razonamiento verbal; cálculo; razonamiento abstracto; velocidad y precisión; razonamiento mecánico; relaciones espaciales; y ortografía); para la evaluación de la creatividad se consideró el TTCT (Test de Pensamiento Creativo de Torrance, 1974) valorando la fluidez (o el número de ideas), la flexibilidad (variedad de las perspectivas representadas en las ideas), la originalidad (la infrecuencia estadística) y la elaboración (ideas más allá de lo requerido por el estímulo). El análisis de datos incide en la correlación entre las dimensiones de creatividad y la inteligencia, así como análisis de varianza. Los resultados que se puedan generar nos ayudarán a diseñar un modelo para evaluar, enseñar y fomentar los mecanismos para lograr un potencial cognitivo que repercutirá positivamente a lograr el éxito académico y social de los estudiantes. 10:15 - COMUNICAÇÕES MESA 1: ANFITEATRO CM El alumno con altas habilidades: Líneas de investigación desarrolladas en el grupo de altas habilidades de la Universidad de Murcia (España) Coord.: Prof. Doutora Rosario Bermejo García (Univ. Murcia) Rasgos de personalidad en alumnos de alta habilidad versus habilidades medias Rosario Bermejo, Carmen Ferrándiz, Gloria Soto & Marta Sáinz (Univ. Murcia) El objetivo general del trabajo es explorar y describir los rasgos de personalidad de una muestra de alumnos de alta habilidad versus habilidades medias. Se analiza la existencia de diferencias en personalidad en función del la excepcionalidad de los alumnos (alta habilidad vs. alumnos de habilidades medias), del sexo y del nivel educativo. La muestra de participantes estuvo compuesta por 565 alumnos (53.8% chicos, 46.5% chicas) con edades comprendidas entre los 11 y 18 años (M = 14.06, DT = 1.08) pertenecientes a 54 centros de Enseñanza Secundaria de carácter público, privado y concertado de la Región de Murcia. De ellos, un 64.6% fueron identificados siguiendo el proceso de identificación de alumnos de alta habilidad (superdotados y talentos) propuesto por Castelló y Batlle (1998). El instrumento utilizado fue el cuestionario de personalidad BFQ-NA (Big Five Questionnaire de Personalidad para niños y adolescentes, Barbaranelli, Caprara, y Rabasca, 1998), cuya adaptación al español fue hecha por Del Barrio, Carrasco y Holgado (2006) y que evalúan las dimensiones de conciencia, apertura, amabilidad, extraversión e inestabilidad emocional. Los resultados mostraron 29

16 diferencias estadísticamente significativas en algunos de los rasgos de personalidad entre alumnos con y sin alta habilidad. También resultaron significativas las diferencias halladas en personalidad entre alumnos con superdotación, alumnos con talento y alumnos de habilidades medias. Creatividad y alta habilidad Mercedes Ferrando, Marta Sáinz, Mª Dolores Prieto & Daniel Hernández (Univ. Murcia) El objetivo es examinar el pensamiento creativo en alumnos de altas habilidades versus habilidades medias; además, se estudian las diferencias en creatividad según el tipo de talento (verbal, matemático, espacial, lógico). La muestra fue de 839 alumnos (483 chicos y 386 chicas; 187 son de altas habilidades), con edades entre 5-12 años. La identificación se hizo según los criterios de Castelló y Batlle (1998). Los resultados indican que los alumnos de altas habilidades obtienen mayores puntuaciones en creatividad; existen diferencias estadísticamente significativas para los perfiles de talento lógico *matemático *espacial [F(1,761)=5, p=,026 =; parcial η 2 =,007] y el talento verbal*matemático*espacial [F(1,761) = 3,61, p =,058 =; parcial η 2 =,005]. Con relación a la puntuación total de la creatividad, la prueba univariable mostró diferencias estadísticamente significativas para los perfiles de talento lógico*verbal [F(1, 757) = 4,62; p =,032; parcial η 2 =,006], lógico*espacial [F(1, 757) = 4,35 ;p =,037; parcial η 2 =,006] y lógico*matemático*espacial [F(1, 757) =,8,41 ;p =,004; parcial η 2 =,011]. Inteligencia emocional en alumnos de alta habilidad: Estudios realizados por el grupo de investigación de altas habilidades de la Universidad de Murcia Marta Sáinz, Mª Carmen Fernández, Daniel Hernández & Mercedes Ferrando (Univ. Murcia) El objetivo del trabajo es presentar los principales estudios realizados por el equipo de investigación sobre Altas Habilidades de la Región de Murcia sobre Inteligencia Emocional (IE) y alumnos con Altas Habilidades. A todos los participantes se les aplicó el EQ:i-YV (alumnos) o el EQ-i:YV-O (padres y profesores). El primer estudio se hizo en Inglaterra con una muestra de 95 alumnos (79 de habilidad media y 16 altas habilidades de años) con el objetivo de estudiar diferencias en IE según habilidad (superdotados versus no superdotados), edad y género Los datos indican que los superdotados fueron superiores en adaptabilidad y en el total de la IE (Ferrando y Bailey, 2006). Una segunda investigación se centró en estudiar el perfil emocional de alumnos con altas habilidades (superdotados, talentos y talentos académicos) y habilidades medias. Objetivos: establecer diferencias en función del perfil cognitivo (altas habilidades versus habilidades medias); diferencias entre superdotados y diferentes tipos talentos; y diferencias por sexo. La muestra fue de 1574 alumnos (1392 de habilidades medias y 182 de altas habilidades) edades entre 6 y 17 años. Los datos indican que el grupo de altas habilidades logró puntuaciones más elevadas en todas las dimensiones de la IE; excepto en manejo de estrés (Ferrando, 2006; Prieto, et al., 2009). El objetivo del tercer trabajo fue estudiar las diferencias entre una muestra española y una inglesa. Se estudió el efecto de la IE de alumnos de alta habilidad versus habilidades medias, a través del análisis de las diferencias de género y región (Inglaterra-España). La muestra total fue de 474 alumnos (española y británica). Las edades entre 6 a 12 años (chicos y chicas). Los datos no mostraron diferencias estadísticamente significativas en la auto-percepción de los superdotados españoles y británicos de su IE total (Prieto et al., 2008). El cuarto trabajo consistió en estudiar la competencia socio-emocional valorada por los alumnos, padres y profesores; la auto-percepción de los alumnos con alta habilidad; y su participación o no en programas de enriquecimiento; y estudiar la percepción que padres y alumnos de alta habilidad tiene sobre su competencia socio-emocional según nacionalidad. Los datos fueron recogidos en dos países diferentes (España y Portugal). La muestra estuvo compuesta por 238 alumnos de entre 6 y 16 años (M = 10,99, SD = 2,03). De ellos, 152 fueron identificados como superdotados y talentos (130 españoles y 22 portugueses) y 86 españoles de habilidades medias. De los españoles de alta habilidad, 66 asistían a los programas de enriquecimiento extracurricular. También participaron en el estudio 126 padres y 118 maestros. La muestra de españoles de altas habilidades se seleccionó según los criterios de Castelló y Batlle (1998), mientras que los portugueses se seleccionaron según el modelo de ANEIS (Associação Nacional para o Estudo e a Intervenção na Sobredoção; Miranda y Almeida, 2002). Los datos indican diferencias respecto a la alta habilidad versus habilidad media, nacionalidad, sexo y asistencia o no a talleres de enriquecimiento (Sáinz, 2008). Claves para el proceso de screening en la identificación de alumnos de altas habilidades desde el modelo de las inteligencias múltiples Daniel Hernández Torrano, Carmen Ferrándiz, Rosario Bermejo & Laura Llor (Univ. Murcia) El objetivo del trabajo es analizar la contribución de la teoría de las inteligencias múltiples en el estudio de la configuración cognitiva de una muestra de alumnos nominados con altas habilidades. Los participantes fueron 566 estudiantes (53.5% chicos y 46.5% chicas) con edades comprendidas entre 11 y 18 años (M = 14.06; DT = 1.08). Se utilizaron tres cuestionarios basados en la teoría de las inteligencias múltiples en los que alumnos, padres y profesores, respectivamente, respondieron a 28 ítems en una escala likert de cuatro puntos, evaluando así las múltiples habilidades de los estudiantes. Las habilidades evaluadas fueron las inteligencias lingüística, lógico-matemática, espacial, corporal, musical, naturalista y social. Para analizar la estructura interna de las escalas fundamentadas en la teoría de las inteligencias múltiples se llevaron a cabo tres análisis factoriales exploratorios con el método de extracción de componentes principales con rotación varimax, uno por cada escala. Los resultados sugieren la existencia de dos factores que recogen las habilidades de los alumnos semejantes en las tres escalas. Un factor de inteligencia académica, que representa la percepción de cada uno de los informadores sobre la habilidad para resolver problemas relacionados con el mundo académico. Otro factor de inteligencia no académica, que representa la percepción de cada uno de los informadores sobre la habilidad para resolver problemas menos relacionados con el contexto escolar. Para analizar si los factores académico y no académico de cada una de las escalas se pueden agrupar en dos factores generales que recojan (a) la información académica de alumnos, padres y profesores, y (b) la información no académica de alumnos, padres y profesores, se realizó una matriz multimétodo-multirasgo. Los resultados confirmaron la proximidad de los factores de la misma naturaleza (i.e, factor de inteligencia académica para alumnos, padres y profesores; factor de inteligencia no académica para alumnos, padres y profesores). Finalmente, se exponen algunas claves basadas en la teoría de las inteligencias múltiples para el proceso de screening en la identificación de alumnos de altas habilidades. MESA 2: AUDITÓRIO IE Bullying no contexto escolar: Denúncia e reacção numa comparação entre géneros Beatriz Pereira, Vânia Pereira & Vânia Gonçalves, Alberta Silva (Univ. Minho) O bullying define-se pelo abuso sistemático de poder, é um comportamento agressivo entre pares, intencional e continuado. Alguns estudos revelaram que os rapazes e as raparigas apresentam idêntica percentagem de vitimização por bullying indirecto (isolamento social e exclusão intencional dos grupos de pares), e os rapazes apresentam também uma percentagem bastante alargada de vitimização através de formas directas de bullying (agressão física). Esses estudos revelam que o bullying ocorre principalmente nos anos escolares iniciais e que o tipo de agressão usada varia com a idade e com o género. Devido à ansiedade e insegurança sentidas pelas vítimas de bullying, estes, podem não se atrever a contar a alguém o sucedido, com medo de que esta sua acção possa ter consequências vingativas por parte do(s) agressor(es). Os objectivos deste estudo foram analisar as diferenças entre rapazes e raparigas quanto às várias formas de bullying e ainda, atendendo ao género, averiguar se as vítimas de bullying denunciam a situação a alguém e como reagem perante a agressão a outros. Foi aplicado um questionário adaptado de Olweus (1989) em 13 agrupamentos de escolas de Bragança do nordeste transmontano. Participaram neste estudo 3891 alunos do 1º ao 6º ano de escolaridade em Portugal. Neste estudo verificaram-se diferenças significativas para a agressão física mais frequente entre os rapazes assim como a agressão verbal. Relativamente às denúncias de situações de bullying, são os rapazes que mais denunciam, existindo diferenças significativas, apenas no que se refere à denúncia aos amigos. Quanto ao comportamento dos observadores perante situações de bullying, há uma maior percentagem de raparigas a afirmar ajudar, chamando alguém mesmo quando não conhecem as vítimas, sendo estas diferenças significativas. Os rapazes dizem ajudar em maior percentagem que as raparigas, apenas, quando se trata de amigos

17 Bullying escolar: Diferenças entre sexos e fases do desenvolvimento Andrêze Cristine N. Silva, Eduarda R. Freitas, Juliana C. Oliveira, Karen C. A. Lamas, Lara C. Almeida, Lívia C. Teodorico, Mariana F. Carvalho, Priscila S. Moreira, Priscila Aparecida M. Costa, Lelio M. Lourenço & Altemir José G. Barbosa (UFJF/Brasil) Para analisar a relação entre bullying e sexo em diferentes fases de desenvolvimento, aplicou-se um questionário em 692 estudantes do ensino fundamental de escolas públicas brasileiras (9 18 anos), sendo 51% do sexo feminino, 35,6% crianças e 64,4% adolescentes. Aproximadamente 30% deles se envolveram diretamente com bullying - vítimas (19,2%), agressores (6,9%) ou vítimas agressivas (5,1%) - num intervalo de três meses. Foram encontradas diferenças significativas entre os sexos quanto ao tipo de envolvimento em bullying, uma vez que foi detectado um escore superior de alunas vitimizadas, enquanto entre os alunos há um maior número de agressores. Encontraram-se, também, diferenças significantes no que se refere ao envolvimento em bullying nas duas fases de desenvolvimento: há mais crianças vítimas; e mais adolescentes agressores. Quanto ao tipo de agressão, os meninos são agredidos tanto de forma física quanto relacional, sendo a última a mais comum entre as meninas. Tanto adolescentes quanto crianças sofrem mais comumente agressão relacional. Vítimas e vítimas agressivas sofrem os mesmos tipos de agressões. Os resultados obtidos ajudam a compreender melhor a relação entre fase do desenvolvimento, sexo e bullying, permitindo o planejamento de ações para combater e prevenir esse tipo de agressividade entre estudantes. Tipos de indisciplina escolar y rendimiento académico Concepción Gotzens, Cándido Genovard & Mercè Clariana (Univ. Autònoma de Barcelona) En general, los programas de formación sobre disciplina escolar dirigidos a profesores se centran en problemas de comportamiento graves (agresiones a compañeros y a docentes, los problemas de acoso, etc). Estos problemas no suelen ser, afortunadamente, los más frecuentes. Existe otra tipología de problemas de comportamiento que, siendo abundante, es regulable por los docentes y dentro del marco escolar. Estos comportamientos disruptivos, que denominamos instruccionales, se diferencian en algunos aspectos de interés psicoeducativo de los denominados comportamientos de indisciplina convencionales. Con el propósito de verificar el carácter diferencial de ambos tipos de disciplina, llevamos a cabo un estudio con 456 alumnos, de edades comprendidas entre los 16 y 30 años, cuyos resultados -recogidos mediante un cuestionario diseñado por nosotros mismos-, mostraron diferencias estadísticamente significativas en las relaciones observadas entre los comportamientos disruptivos instruccionales y el rendimiento de los alumnos, frente a la falta de significación hallada al compararlo con los comportamientos disruptivos convencionales. Levantamento bibliométrico sobre bullying e fobia social Francesca S. Tavares & Lélio M. Lourenço (Univ. Fed. Juiz de Fora) O presente trabalho tem por objetivo proporcionar o diálogo entre as diferentes compreensões acerca da associação entre Fobia Social e do Bullying, verificando as características das pesquisas existentes e possibilidades de pesquisas futuras. Levantamento bibliográfico feito na base de dados Periódicos CAPES através de busca eletrônica de artigos indexados nas bases de dados LILACS (Literatura Latino-Americana de Ciências da Saúde), MEDLINE (Literatura Internacional em Ciências da Saúde), Web of Science, PsycINFO e SCIELO (Scientific Eletronic Library Online), a partir do cruzamentoo das palavras-chave Bullying e Fobia Social, Bullying e Ansiedade Social, Violência Escolar e Fobia Social e Violência Escolar e Ansiedade Social, no período de 2005 a Foram encontrados 65 artigos com a população adulta e analisados através da leitura de seus resumos disponíveis. Verificou-se que 56 artigos foram classificados como estudos empíricos e quantitativos. Somente 10 foram sobre sintomas da violência sobre a saúde física ou psicológica. Este trabalho mostrou a escassez de artigos relacionados ao tema e a necessidade de pesquisas envolvendo a associação entre a Fobia Social na idade adulta e o histórico de bullying na infância e adolescência. 32 MESA 3: SALA 16 Avaliação da satisfação e eficácia do programa de educação parental na perspectiva de famílias brasileiras Narjara M. Garcia, Maria Angela M. Yunes & Ana T. Almeida) (Univ. Fed. Rio Grande & Univ. Minho) Ações com foco no exercício da parentalidade ainda são escassas e realizadas de forma assistemática no Brasil. Diante desta realidade, foi desenvolvido um projeto de doutoramento que tem por base um programa já realizado na Espanha, intitulado Crescer Felizes em Família, direcionado para famílias com filhos menores de 6 anos. Com o objetivo de avaliar a satisfação e eficácia do programa na ótica das famílias participantes, foi aplicado, ao final das atividades, um questionário de avaliação para os pais (Almeida et al., 2008). Aderiram ao programa 35 famílias, consideradas de alto risco, em situação de pobreza e com histórico de violência nas relações. Estes grupos, na sua maioria, foram representados pela figura materna. Destas, apenas 12 obtiveram taxas de participação superiores a 80%. Para efeitos do presente estudo foram consideradas as respostas deste grupo mais assíduo e participativo. Os resultados obtidos permitem evidenciar que a proposta grupal foi satisfatória para estas famílias, principalmente no que se refere aos conteúdos, a interação e apoio prestado pelo grupo. A maioria das famílias afirmou que o programa teve um impacto significativo na educação parental, pois pensa nas sessões diante da necessidade de resolução de um problema e sente-se capaz de arranjar melhores soluções para a educação das crianças. Globalmente, os resultados da realização deste programa apontam que a educação para a parentalidade deve ser um direito de apoio e um serviço prestado às famílias brasileiras. A unidimensionalidade da razão nos campos da subjetividade e da cultura familiar contemporânea Romilson M. Siqueira (Univ. Fed. Goiás) O tema da unidimensionalidade, a partir dos aspectos que configuram a família e a sociedade contemporâneas, possibilita o estudo e a compreensão de questões universais que marcam o tempo histórico em que vivemos, ou seja, a compreensão do procedimento racional marcado pelas características da (des)razão. No estudo da relação entre indivíduo/sociedade, a família é, portanto, mais um emblema que expressa uma forma de proceder no entendimento da razão na sociedade moderna: autoridade, fetichismo, individualismo, hegemonia e contrahegemonia. Logo, questões como universalidade e particularidade tornam-se imprescindíveis na abordagem de como os indivíduos se constituem como sujeitos. São estes nexos internos que ampliam a capacidade de compreender a relação entre lógico-histórico e as formas como a família engendra, ao mesmo tempo, padrões de reprodução e contestação da lógica unidimensionalisada. Famílias e família: A avaliação integrativa do papel parental Maria H. Figueiredo, Zaida B. Charepe, Pedro Miguel A. Melo & Sílvia Carla C. Silva (Esc. Sup. Enfermagem do Porto, Univ. Católica Portuguesa & Unidade Local de Saúde de Matosinhos) Apresentamos a construção do modelo de cuidados de enfermagem, definindo as áreas de atenção no contexto da Enfermagem de Família, numa perspectiva multiversa do sistema familiar. Esta investigação reporta-se a um estudo qualitativo, centrado no paradigma construtivista. Utilizou-se a metodologia de investigação acção, sendo a amostra constituída pelos enfermeiros de um Centro de Saúde da Zona Norte de Portugal. Dos resultados emergiu o Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar. As áreas de atenção integram as dimensões da estrutura, desenvolvimento e funcionamento do sistema familiar. O papel parental enquanto área de atenção da dimensão de desenvolvimento engloba as seguintes categorias avaliativas: conhecimento do papel (aprendizagem cognitiva e comportamental) comportamentos de adesão (desenvolvimento efectivo das tarefas associadas ao papel), consenso do papel (aceitação sobre as expectativas associadas ao papel), conflito do papel (expectativas incompatíveis no desempenho de um papel ou de papeis familiares) e saturação do papel (recursos insuficientes para o desempenho adequado do papel). A avaliação integrativa e colaborativa das diversas categorias, permite a identificação dos recursos/ necessidades da família no âmbito do papel parental, que emerge da interdependência contextual e relacional da estrutura familiar, crenças e valores e ainda do seu padrão transacional. 33

18 MESA 4: SALA 17 Avaliação psicoeducacional da vivência acadêmica na formação universitária Lariana Paula Pinto, Acácia Aparecida A. Santos, Jocemara F. Mognon, & Thalyta H. Lemos (Univ. São Francisco Itatiba) A vida acadêmica proporciona não só a preparação formal para seguir uma carreira, como também o amadurecimento pessoal, sendo ambos favorecidos por aspectos do cotidiano universitário. Nesse contexto, o estudo objetivou verificar a relação entre a Escala de Avaliação da Vida Acadêmica (EAVA) e o Questionário de Vivência Acadêmica - versão reduzida (QVA-r). Participaram 146 estudantes de uma universidade particular do nordeste do Brasil, sendo 65,1% (n=95) do sexo masculino, com média de idade de 21 anos (DP= 7,21), de cursos de diferentes áreas de conhecimento. Os instrumentos foram aplicados coletivamente em sala de aula. Os resultados indicaram haver correlações significativas e positivas entre todos os fatores da EAVA com duas dimensões do QVA-r (estudo e institucional). Os fatores compromisso com o curso e habilidade do estudante apresentaram correlações significativas com duas dimensões do QVA-r (pessoal e carreira). O fator envolvimento em atividades não-obrigatórias correlacionou-se com duas das dimensões do QVA-r (pessoal e interpessoal). Por fim, o fator condições para o estudo e desempenho acadêmico da EAVA correlacionou-se com a dimensão pessoal do QVA-r. Os resultados encontraram respaldo na literatura, mas sugere-se que novos estudos sejam feitos ampliando o conhecimento da vida acadêmica e o seu impacto na formação universitária. Avaliação dos hábitos de estudos na universidade: Uma investigação com estudantes da UFAM Suely Mascarenhas & Fabiana Soares Fernandes (Univ. Fed. Amazonas) Este estudo, uma dimensão do Projeto de pesquisa em andamento: Avaliação dos enfoques de aprendizagem e de variáveis cognitivas e contextuais interferentes no rendimento de universitários do ensino superior do Amazonas e de Rondônia realizado com apoio do CNPq através dos Processos / e /2009-2, objetiva a apresentação e a discussão de conceitos que caracterizam os hábitos de estudos na universidade partir de um instrumento próprio, aplicado em contexto universitário amazônico. Para o trabalho toma-se em consideração uma amostra de n=518 universitários da UFAM, com faixa etária compreendida entre 18 e 60 anos, média 24,75 DP 6,85. O Instrumento utilizado é a Questionários de auto-avaliação dos hábitos de estudos (Hernádez-Pina, 1994). Os dados foram tratados e analisados estatisticamente com apoio do programa SPSS para Windows basicamente fiabilidade e análise fatorial. Os indicadores relacionados aos hábitos de estudos dos universitários revelam medidas fiáveis, referendando resultados obtidos em outras investigações neste domínio. Tais resultados sinalizam para um perfil de hábitos de estudos que pode ser entendido adequado para o ensino superior, por outro lado sinaliza para a larga margem para atuação dos serviços de orientação educativa na universidade. Qualidade subjetiva do sono e depressão em uma amostra universitária Juliana O. Gomes & Makilim N. Baptista (Univ. São Francisco) Este trabalho teve como objetivo comparar a qualidade de sono e a sintomatologia depressiva em estudantes que exercem ou não atividades laborais. Aplicou-se a Escala de Depressão (EDEP) e o Índice de Qualidade de Sono de Pitsburg (IQSP) em 213 universitários com idade média de 20,8 anos (DP=3,9), com predominância feminina (60,1%). Os participantes que não trabalhavam (30,5%) apresentaram maior sintomatologia depressiva ao mesmo tempo em que relatavam qualidade ruim de sono (p 0,05). O índice de correlação entre a EDEP e IQSP foi considerado alto (r=0,60; p 0,001) na amostra geral. A magnitude da correlação entre a EDEP e IQSP passou a ser considerada moderada (r=0,57; p 0,001) para as pessoas que não trabalham e permaneceu alta (r=0,67; p 0,001) em relação ao grupo de trabalhadores. O controle da variável sexo, por meio da correlação parcial, gerou resultados semelhantes nas correlações, indicando que não há interferência do sexo nos resultados. A análise da variância gerou dois grupos, os quais se diferenciaram significativamente os que apresentaram alterações marcantes no sono e os de qualidade de sono boa, em relação ao trabalho. Uma vez que os participantes eram todos de período noturno na universidade, estes resultados sugerem que sintomas somáticos possam ter interferido nas respostas. Variáveis intervenientes na adaptação académica no 1º ano do Ensino Superior Margarida Pocinho, Carla Faria, Fábia Sousa & Marlene Rodrigues (Univ. Madeira) A democratização do ensino conduz cada vez mais alunos ao ensino superior. Grande parte deles chega à universidade pelas razões erradas e com expectativas elevadas, estando criadas as condições para desencadear uma 34 má adaptação ao ensino superior. Torna-se essencial avaliar as variáveis envolvidas na adaptação académica de forma a promover uma intervenção mais eficaz. O presente estudo apresenta os resultados de uma investigação realizada na Universidade da Madeira, com uma amostra de 296 alunos de 1º ano, consoante o género, idade e curso, tentando encontrar as variáveis que determinam a adaptação destes alunos ao ensino superior. Usou-se o Questionário de Vivências Académicas (QVA-r). MESA 5: SALA 20 A utilização de estratégias pedagógicas no ensino de alunos com baixo rendimento académico/escolar: Estudo com professores do 1º Ciclo do Ensino Básico Vítor Sil (Instituto Piaget) & João A. Lopes (Univ. Minho) Neste estudo procura-se conhecer as opiniões e as percepções dos professores do 1ºCEB relativamente às dificuldades e ao desempenho dos alunos com baixo rendimento académico/escolar e saber quais as estratégias utilizadas no seu ensino. Para tal realizaram-se observações em contexto de sala de aula a 26 professores, dos quais 11 foram entrevistados, e aplicou-se um questionário a 604 professores desse ciclo, tendo como objectivos: a) saber quais as intervenções desenvolvidas pelos professores para dar uma resposta pedagógica e educativa adequadas às situações de insucesso escolar manifestadas pelos alunos com baixo rendimento académico/escolar; b) conhecer as opiniões dos professores acerca das estratégias que utilizam no ensino desses alunos; c) conhecer as percepções dos professores relativamente às dificuldades dos alunos, nomeadamente ao nível do desempenho na leitura, na escrita e na matemática. Os resultados revelaram que os professores: (i) percepcionam a importância pedagógica e instrucional de estratégias promotoras do sucesso desses alunos, apesar de nem sempre as utilizarem/aplicarem nas suas aulas; (ii) evidenciam dificuldades em ensinar esses alunos; (iii) identificam/caracterizam dificuldades demonstradas pelos alunos nos domínios da leitura, escrita e matemática; (iv) associam o fraco desempenho nesses domínios às frequentes situações de insucesso académico/escolar; (v) manifestam concordância com a retenção desses alunos. Sistema integrado de atendimento psico-pedagógico: Programa de atendimento ao aluno com severas dificuldades de aprendizagem Edla Grisard, Idonézia B. Collodel, Cinthia Beatriz S. Bittencourt & Odair Figueiredo (Univ. Fed. Santa Catarina, Univ. Desenv. Alto Vale do Itajaí, UNIDAVI, SC) Esta pesquisa verificou o impacto do programa Sistema Integrado de Atendimento PsicoPedagógico no desempenho escolar de 30 alunos de 1ª a 4ª série, entre 6 e 15 anos, da Rede Estadual de Educação no sul do Brasil. Na perspectiva bioecológica do desenvolvimento humano, em cooperação com as escolas e famílias, o SINAPSI atendeu alunos com severas dificuldades de aprendizagem, duas vezes por semana, em grupos. O método incluiu: jogos matemáticos, desafios cognitivos, contação de histórias no flanelógrafo, atividades de leitura e escrita contextualizadas, treino de habilidades sociais e auto-avaliação sistemática do educando. Os testes utilizados antes e depois do programa foram o Teste de Desempenho Escolar; Teste do Desenho de Silver. As famílias responderam o Inventário de Recursos do Ambiente Familiar para avaliação do suporte parental e as professoras um questionário elaborado pelo grupo de pesquisa. A estratégia mediadora utilizada revelou pós-programa um aumento significativo em termos estatísticos nas habilidades de previsão, observação, leitura, escrita e aritmética (p<0,05; p<0,01) e nas habilidades sociais. O desenvolvimento dos alunos foi reconhecido pelas famílias e escolas, que acompanharam o processo, receberam orientação e mudaram narrativas sobre as crianças. O método inovador do SINAPSI, portanto, se faz essencial na atual conjuntura educacional brasileira. Marcadores do processamento cognitivo-linguístico em português europeu para crianças em idade escolar com perturbações da linguagem Anabela Cruz Santos, Julia Evans, & Luís Miranda Correia (San Diego State Univ. & Univ. Minho) O objectivo desta investigação consistiu em desenvolver três provas no âmbito do processamento cognitivolinguístico, previamente identificadas como sendo eficazes na diferenciação entre crianças com e sem Perturbações 35

19 da Linguagem (PL) em Idade Escolar. O Teste de Não palavras, uma versão adaptada do Children s Non word Repetition Test (CNRep; Gathercole & Baddeley, 1996), a Tarefa de Processamento da Linguagem, uma versão adaptada de Competing Language Processing Task (CLPT; Gaulin & Campbell, 1994) e a Tarefa de Rechamada Frásica adaptada do Teste Clinical Evaluation of Language Fundamentals 3 (CELF-3; Semel, Wiig, & Secord, 1995). As provas foram adaptadas à realidade portuguesa e analisadas em termos psicométricos. A amostra consistiu em 150 crianças, dos 7 aos 11 anos de idade: 75 crianças identificadas com PL e 75 pares aleatórios da mesma idade cronológica e género. Os resultados do estudo comparativo indicam que existem diferenças significativas entre os grupos para as três provas, havendo também evidência de que o factor idade apresenta uma correlação positiva e forte no desempenho dos grupos. Os resultados indicaram que as provas mostram valores considerados bastante razoáveis para os parâmetros de análise ao teste e com valores preditivos elevados na discriminação das crianças com e sem Perturbações da Linguagem. Defesa dos direitos dos alunos com Dificuldades de Aprendizagem Específicas: Um estudo sobre a Perspectivas dos pais Judite Marília Fernandes Ferreira & Ana Paula Loução Martins (Associação de Pais e Amigos da Criança, Barcelos & Universidade do Minho) Esta comunicação tem por finalidade contribuir para a sistematização e o aprofundamento do conhecimento sobre o tema da defesa parental pelos direitos dos alunos com dificuldades de aprendizagem específicas. Analisaremos as conclusões de um estudo qualitativo que, sendo baseado em realidades múltiplas, teve por finalidade conhecer e analisar as atitudes, os comportamentos e as expectativas de um conjunto de cinco mães de alunos com dificuldades de aprendizagem específicas que frequentavam o primeiro ciclo do ensino básico. Assim, primeiro, apresentaremos as conclusões deste estudo, que mostra que as mães: a) não utilizam o termo dificuldades de aprendizagem específicas quando se referem ao insucesso académico dos filhos/filhas; b) têm poucos conhecimentos teóricos e legislativos sobre o tema das dificuldades de aprendizagem específicas; c) têm vontade em advogar pelos direitos dos filhos/ filhas, embora desconheçam como fazê-lo; d) não conhecerem associação de pais e/ou de profissionais que dedicadas à defesa dos interesses dos alunos com este tipo de necessidades educativas especiais. Por fim, debateremos as implicações destes resultados no processo de defesa dos direitos dos alunos com dificuldades de aprendizagem específicas que frequentam as escolas portuguesas. 11:15 - INTERVALO 11:45 - COMUNICAÇÕES MESA 6: ANFITEATRO CM Diferenças de gênero verificadas a partir da escala QEAP-44 quanto ao estilo de atribuições causais para a aprendizagem: Uma investigação com estudantes do ensino superior dos municípios de Humaitá e Apuí-Amazonas Rebeka S. Aguiar, Suely Aparecida N. Mascarenhas, Alfonso Barca Lozano & Fabiana S. Fernandes (Univ. Fed. Amazonas & Univ. Corunha) Este trabalho apresenta e discute diferenças de gêneros quanto às atribuições causais para a aprendizagem no ensino superior a partir de dados coletados no contexto do projeto de iniciação científica em andamento, PIBIC H005/ /FAPEAM/UFAM, tem o objetivo diagnosticar o estilo de atribuições causais na formação superior. Para o estudo toma-se em consideração uma amostra de n=300 estudantes com idade de 15 a 60 anos todos matriculados nas universidades públicas dos municípios de Humaitá e Apuí. Utilizou-se como instrumento para a coleta de dados Escala QEAP-44 (Barca & Porto, 2005). Os dados foram tratados e analisados estatisticamente com o apoio do programa SPSS. Os resultados indicam diferenças de gênero favoráveis ao sexo feminino: no item 4 quanto à capacidade (F=3,956; P=<,05); e no item 11 relativo à baixa capacidade (F=3,956; P=<,05) 36 e favorável ao sexo masculino no item 23 no que se refere à pouca sorte (F=4,936; P= <,05). Da análise dos dados apurados verifica-se a existência de diferenças de gêneros quanto ao estilo atribucional de estudantes o que coincide com conclusões de outras investigações presentes na literatura especializada. Psicologia escolar na educação superior: Perspectivas contemporâneas de intervenção e pesquisa Claisy Marinho-Araujo, Grazielle T. Barbado, Marina L. C. Branco & Helena M. Galvão (Univ. Brasília) A Psicologia Escolar no Brasil, enquanto campo de reflexão teórica, pesquisa e intervenção profissional, aponta para mediações psicológicas nos espaços educativos, de modo a contribuir para situações de sucesso no desenvolvimento pessoal e coletivo. Acompanhando inovadoras perspectivas de trabalho para a área está a expansão da ação e da pesquisa para o contexto da Educação Superior. Esse trabalho relata investigação em instituição pública de ensino superior da capital do país que contratou psicólogos escolares nos últimos 2 anos. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com esses profissionais para investigar concepções e competências acerca do perfil desejado para essa atuação. Os dados foram tratados por análise qualitativa, com o foco na abordagem dos núcleos de significação. Os resultados apontam para, ainda, algumas intervenções remediativas de atendimento a demandas emergenciais que envolvam orientação e acompanhamento a estudantes. Entretanto, já comparecem o foco em ações mais coletivas e institucionais como atuação junto a: políticas de formação de professores, projetos de inserção e permanência de alunos em condições especiais e amparados por ações afirmativas, atividades acadêmicas de coordenadores e gestores de cursos presenciais e a distância. Tais ações ilustram o espaço de pesquisa e intervenção que se abre, contemporaneamente, à Psicologia Escolar na Educação Superior. Responsabilidade social na educação superior: Contribuições da psicologia escolar Juliana Eugênia Caixeta, Cynthia Bisinoto E. Oliveira & Maria do Amparo Souza (Univ. Brasília & Univ. Católica Brasília) A Educação Superior é responsável pelo processo de formação humana, cidadã e profissional; pela investigação e produção de novos conhecimentos e pelo desenvolvimento da sociedade. Instituições de Educação Superior (IES) responsáveis são aquelas que se ocupam e se preocupam com o desenvolvimento das pessoas com as quais interagem, suas relações entre si e com o meio ambiente e, também, com o mercado de trabalho e com as comunidades globais. Dessa forma, ações de responsabilidade social indicam o comprometimento das instituições com sua função ética, política e social. Ancorando-nos em uma perspectiva institucional e preventiva de atuação em psicologia escolar, desenvolvemos uma pesquisa-ação em uma faculdade privada brasileira com o objetivo de planejar, executar e avaliar ações como trotes, cursos de extensão e de formação docente e técnica, apoio psicopedagógico, entre outras. O resultado da pesquisa foi a construção de uma proposta multinível de Responsabilidade Social que contempla diferentes dimensões da IES: Política de Ensino, Programa de Acompanhamento para o trabalho e Relacionamento com o mercado, Políticas de Inclusão, Políticas de Formação, Trote Solidário e Políticas de Comunicação. Neste trabalho apresentamos, ainda, a atuação da psicologia escolar no âmbito da formação continuada de docentes para atuação em IES socialmente responsáveis. Contribuições da psicologia escolar à promoção do sucesso acadêmico na educação superior Cynthia Bisinoto, Claisy Marinho & Leandro Almeida (Univ. Brasília & Univ. Minho) A promoção dos processos de aprendizagem e desenvolvimento humano é o eixo orientador da atuação da Psicologia Escolar nos diferentes espaços educativos. Na Educação Superior, contexto ao qual têm sido atribuídas expectativas crescentes quanto ao desenvolvimento social, econômico e cultural das nações, a Psicologia Escolar tem buscado contribuir para uma formação que atenda à necessidade de preparar profissionais competentes e, também, conscientes de seu papel ativo e transformador diante da realidade em que vivem. Um espaço privilegiado de inserção da Psicologia Escolar nas Instituições de Educação Superior tem 37

20 sido os serviços de apoio psicológico orientados à adaptação acadêmica e sucesso escolar dos estudantes Com o objetivo de conhecer as atividades desenvolvidas nestes espaços, realizaram-se entrevistas semiestruturadas com psicólogos e coordenadores de três serviços de uma universidade pública de Portugal. A análise temática das entrevistas apontou que cada serviço orienta-se por objetivos específicos, contudo, todos dirigem suas ações principalmente aos estudantes, sobressaindo as consultas psicológicas individuais. Identificam-se, também, projetos de sensibilização da comunidade às necessidades educativas especiais e de promoção da saúde, além de investigação científica e formação de psicólogos. Salienta-se que a contribuição da Psicologia Escolar na Educação Superior se amplia através de ações preventivas, institucionais e de larga abrangência. MESA 7: AUDITÓRIO IE Envolvimento dos alunos nas escolas: Diferenciação e promoção Feliciano H. Veiga (Univ. Lisboa) Procede-se à apresentação do projecto intitulado Envolvimento dos Alunos nas Escolas: Diferenciação e Promoção. A equipa é composta por 10 investigadores de 6 Faculdades. O envolvimento dos estudantes nas escolas (SES) tem sido visto como uma solução para os problemas do baixo desempenho académico e do abandono escolar. O objectivo geral deste projecto é o de estudar como é que o SES se relaciona com variáveis contextuais, pessoais, e escolares (rendimento e comportamento). Conceptualizaram-se dois estudos, um de tipo diferencial (Estudo 1), a incidir nas referidas variáveis, e outro de tipo quase-experimental (Estudo 2), para analisar os efeitos, no envolvimento, de um programa de intervenção denominado Modelo Comunicacional Ecléctico (Veiga et al., 2009). No estudo 1, a amostra incluirá cerca de 600 estudantes (do 6º, 7º, 9º e 10º ano). O estudo 2 terá alunos do 7º e do 9º ano, de quatro turmas, duas do grupo experimental e duas do grupo de controlo. Vários instrumentos serão utilizados, destacando-se o Student Engagement in School Scale (Lam & Jimerson, 2008). Com este projecto, pretende-se ir além das habituais pesquisas relacionais - a promoção do envolvimento dos alunos na escola é o objectivo da equipa. Perfis motivacionais em adolescentes: Relações com o autoconceito, a auto-estima e o rendimento académico Francisco Peixoto, Maria de Lourdes Mata & Vera Monteiro (ISPA, Lisboa) Em contexto académico as auto-representações estão normalmente associadas ao rendimento académico e à motivação (Marsh & Craven, 2005; Valentine & DuBois, 2005). Este trabalho tem como principais objectivos: 1) caracterizar os perfis dos alunos considerando as orientações motivacionais e o autoconceito académico; 2) relacionar os perfis motivacionais com outras dimensões do autoconceito, a auto-estima e o rendimento académico. Participaram no estudo 338 alunos do 9º ano de escolaridade, provenientes de 3 escolas de Lisboa. Destes, 242 nunca repetiram nenhum ano e 93 vivenciaram, pelo menos, uma situação de repetência. Na recolha de dados utilizámos uma escala de autoconceito e auto-estima (Peixoto & Almeida, 1999) e a adaptação portuguesa da escala de orientações motivacionais de Skaalvik (Peixoto et al., 2008; Skaalvik, 1997). Para obter os perfis motivacionais dos alunos, realizámos uma análise de clusters utilizando, como variáveis, as dimensões das orientações motivacionais e o autoconceito académico, optando por uma solução de 4 clusters. Seguidamente, realizámos MANOVAs e ANOVAs para analisar os efeitos dos perfis nas restantes dimensões do autoconceito, na auto-estima e no rendimento académico. Os resultados destas análises revelaram a existência de efeitos dos perfis tanto nas dimensões não académicas do autoconceito, como na auto-estima e no rendimento académico. 38 As metas académicas e o rendimento escolar em adolescentes Lúcia Miranda (ISET), Leandro S. Almeida (Univ. Minho), Sofia Miranda (E.B. 2,3 Barbosa de Bocage) & Ana Isabel S. Almeida (ISMAI) Alguns estudos revelam que na infância os alunos justificam de uma forma mais ou menos ingénua e optimista o seu interesse pela aprendizagem, já na transição para adolescência o discurso centra-se mais no rendimento escolar, emergindo também o impacto dos agentes de socialização. Os alunos aprendem e interiorizam que o sucesso escolar é muito valorizado na sociedade, por exemplo pais, professores e colegas. Nesta altura, ocorre um aumento da orientação motivacional extrínseca e um decréscimo progressivo na orientação motivacional intrínseca. Com base neste referencial, pretendemos com este estudo, investigar se alguma diferenciação ocorre nas metas académicas dos alunos durante a adolescência. O estudo considera as respostas de 1015 alunos (do 6º ano ao 12º ano de escolaridade) ao Inventário de Metas Académicas (IMA - Miranda & Almeida, 2005). Os resultados apontam para estabilidade ao longo dos anos de escolaridade nas metas orientadas para a aprendizagem e para os objectivos a longo prazo, por outro lado, as raparigas comparativamente aos rapazes, dão menor atenção ao feedback que recebem dos pares, professores e família, assim como aos objectivos a curto prazo, centrando-se mais em referentes pessoais e como tal são mais autoreguladas. Como noutros estudos, os resultados apontam para mudanças nos padrões de pensamento dos estudantes ao longo do seu processo de desenvolvimento e percurso escolar, passando os melhores alunos a se orientarem por metas de aprendizagem e voltadas para objectivos futuros por comparação com os alunos com menor rendimento que se centram em objectivos a curto prazo e no feedback que recebem dos outros significativos. Influência da auto-estima, da auto-eficácia e das atribuições causais no sucesso escolar Margarida Dias Pocinho, & Nádia Sousa Calaça (Univ. Madeira) A crescente relevância atribuída às variáveis motivacionais, ao longo das últimas décadas, foi imprescindível para que alguns investigadores da área da Psicologia Educacional envergassem pelo estudo das mesmas, particularmente pesquisas relacionadas com a motivação e sucesso académico. Por isso mesmo que este estudo debruça-se acerca das variáveis motivacionais e o sucesso académico de alunos do ensino básico e secundário. O objectivo deste estudo é abordar a possível relação entre a auto-estima, a auto eficácia, as atribuições causais e o sucesso académico de alunos que frequentam o 9º e 12º ano, sendo o objectivo último deste estudo observar as classificações dos exames nacionais de Português e de Matemática dos alunos nesta etapa do seu percurso escolar, para observar se as variáveis motivacionais influenciam o rendimento escolar dos mesmos e se existem diferenças entre alunos que residem no meio rural e no urbano. A amostra será constituída por aproximadamente 400 alunos que frequentam o 9º e 12º ano de algumas escolas da Madeira. Na presente investigação serão utilizados três instrumentos de avaliação psicológica, aferidos à população portuguesa, nomeadamente, o Questionário de Auto-Estima Global, de Rosenberg, (Rosenberg Self-Esteem Scale- RSES), adaptado à população portuguesa por Faria (2000), a Escala de Auto-Eficácia Académica, adaptado à população portuguesa por Pina Neves e Faria (2005) e o Questionário Atribuições Causais para o desempenho académico/inventário de Metas académicas, de Miranda e Almeida (2008). Os resultados preliminares serão discutidos. Auto-eficácia e autorregulação em estudos sobre a aprendizagem de língua estrangeira por estudantes do ensino superior Soely A. J. Polydoro & Ana Cecília M. Maciel (Univ. Estadual de Campinas) Este estudo, fundamentado na Teoria Social Cognitiva, teve como objetivo analisar o conteúdo da publicação científica dos últimos nove anos sobre o papel da autoeficácia e autorregulação na aprendizagem de línguas estrangeiras no ensino superior. O levantamento em banco de dados online referente ao período 39

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