CÂMARA MUNICIPAL DA MOITA

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1 REUNIÃO ORDINÁRIA X MANDATO Acta N.º03 de 01/02/12 Ao primeiro dia do mês de Fevereiro do ano dois mil e doze na sala Nobre de Reuniões do Edifício Sede do Município, pelas quinze horas, reuniu a Câmara Municipal da Moita sob a Presidência do Sr. Presidente João Manuel de Jesus Lobo e com a presença dos Srs. Vereadores António José Gonçalves Duro, Rui Manuel Marques Garcia (Vice-Presidente), Vivina Maria Semedo Nunes, Vitor Manuel Rodrigues Cabral, Joaquim Inácio Raminhos Cabaça, Carlos Alberto Picanço dos Santos e Maria João Aleixo Carvalho. De notar a ausência do Sr. Vereador Miguel Amoêdo Canudo, em virtude de falecimento de familiar. Declarada aberta a reunião pelo Sr. Presidente, foram discutidos os pontos infra indicados de acordo com a Ordem do Dia, previamente distribuída por todos os membros. Propostas: 1. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS RENOVAÇÃO DE CONTRATOS DE AVENÇA GESTÃO E UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO DA E.B. 2,3 JOSÉ AFONSO (APROVAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA DE VERBA MENSAL).6 3. ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS AO ATLETISMOITA/ PROTOCOLO PROMOÇÃO DA INTERCULTURALIDADE A NÍVEL MUNICIPAL II EDIÇÃO DESISTÊNCIA DE LOJA INTERIOR COM ACTIVIDADE DE BAR, SITO NO MERCADO FIXO DA MOITA PARECER SOBRE O NOVO EIXO RODOVIÁRIO DE LIGAÇÃO DO CONCELHO DO BARREIRO À PONTE VASCO DA GAMA, PROPOSTO PELA LUSOPONTE.8 7. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PERCURSOS PEDONAIS E CICLÁVEIS

2 PERÍODO ANTERIOR À ORDEM DO DIA O Senhor Presidente apresentou para conhecimento: - A relação dos actos praticados no uso da delegação e subdelegação de competências, no período compreendido entre 16 e 27 de Janeiro deste ano; - A posição actual do Orçamento da Receita do presente ano, o resumo da posição do Orçamento da Despesa, assim como o Resumo Diário da Tesouraria, da Câmara; - Plano de Saneamento Financeiro Relatório de Execução /7.º Semestre; - Informação sobre a deliberação da sessão extraordinária de 20 de Janeiro de 2012, da Assembleia Municipal da Moita, e por esta remetida; - Cópia da resposta do Governo à pergunta apresentada pelos Deputados Bruno Dias, Francisco Lopes e Paula Santos, sobre Eliminação das paragens da CP, longo curso em Setúbal e Alcácer do Sal e eliminação total dos comboios regionais na Linha do Sul, remetida pelo Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português; - Cópia da pergunta escrita apresentada pelo Deputado João Ferreira à Comissão das Comunidades Europeias sobre Sistema Integrado Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal ETAR Barreiro/Moita, enviada pelos Deputados do Partido Comunista Português ao Parlamento Europeu. Foram submetidas a votação as seguintes actas: - Acta nº 20 de Aprovada por maioria com a abstenção da Vereadora Maria João Carvalho, em virtude de não ter estado presente na reunião; - Acta n.º 21, de Aprovada por unanimidade: - Acta n.º 22, de Aprovada por maioria com a abstenção do Sr. Vereador António Duro, por ausência na reunião. Seguidamente o Sr. Presidente deu a palavra aos Srs. Vereadores que manifestaram essa intenção: Sr. Vereador Joaquim Raminhos Solicitou explicações sobre o atraso no pagamento, por parte da Câmara, aos projectos escolas artísticas do Município. Chamou ainda a atenção para as seguintes situações: - Existência de uma lagoa de água estagnada, podre, mais ou menos mal cheirosa (dependendo dos dias) no Parque das Salinas, em Alhos Vedros; Sr. Vereador António Duro Questionou sobre se existe alguma evolução no assunto das descargas de águas lixiviantes na Caldeira da Moita, por parte da AMARSUL. Às questões colocadas responderam: A Sr.ª Vereadora Vivina Nunes Explicou, em relação aos projectos escolas artísticas que efectivamente não houve disponibilidade de tesouraria para efectuar os pagamentos no final do ano transacto pelo que foram oficiadas as instituições de carácter social, as colectividades e associações, dando conhecimento e a informar que as transferências serão efectuadas tão breve quanto possível. O Sr. Vereador Carlos Santos Referiu que a nova estação elevatória (que visitaram) ainda não está em funcionamento levará mais uma semana ou duas -, e a estação velha teve um problema pelo que a

3 situação do Parque das Salinas, em Alhos Vedros, ter-se-á agravado, porém espera-se que em breve esteja resolvida. Mais, adiantou, alguns dos prédios dos Brejos Faria (junto à Piscina de Alhos Vedros e ao aqueduto), têm, indevidamente, a rede de esgotos doméstica ligada à rede de águas pluviais e a desaguar para o Parque das Salinas. O assunto está a ser resolvido com os construtores e por aí, acrescentou, o problema deverá ficar também resolvido. No que concerne à Caldeira da Marginal explicou: - As águas lixiviadas que saem da AMARSUL, que é uma empresa com 51% do Ministério do Ambiente, ADP/AGF, 49% dos Municípios, vão desde 1997, encaminhadas por um emissário da Câmara de Palmela para a ETAR da Auto-Europa. A ETAR da Auto-Europa é desde há cinco anos gerida no âmbito do sistema multimunicipal SIMARSUL -, que é 51% do Ministério do Ambiente/ADP e 49% das Câmaras. Esta ETAR não tem capacidade para, com um pico de trabalho, tratar com os parâmetros devidos aquilo que vem das águas lixiviadas da AMARSUL (não tem capacidade porque tem todo o Parque Industrial da Auto-Europa) e quando existe um caudal enorme da AMARSUL que deveria fazer uma coisa de uma forma permanente que é fazer um pré tratamento com um processo que se chama osmose inversa (que é o processo mais caro), quando isso não acontece há este problema e as águas vêm, naturalmente, através de uma vala emanilhada do Concelho de Palmela e vêm depois drenando ao longo do caminho no município da Moita, em valas de areia e até à Caldeira. E isto acontece há trezentos ou quatrocentos anos, antes de existir Auto-Europa. Mais, dizer que foi desde que se criou a AMARSUL e a SIMARSUL que o Ministério do Ambiente, depois das soluções institucionais dos sistemas multimunicipais criados e depois das soluções técnicas encontradas, nunca houve tantas multas às Autarquias e aos sistemas porque andavam a drenar, em singelo, todas as águas lixiviadas e todos os esgotos para o Rio Tejo. Foi desde que isso foi encontrado que mais intervieram. Entretanto, como isto estava a acontecer agora de uma forma mais visível, visto que com a intervenção que foi efectuada na Caldeira, mais pessoas olham para aquilo que acontecia já há bastantes anos, naturalmente haverá mais comentários - e com toda a razão, porque aquilo que está a ser feito ainda por cima por parte das empresas do ambiente chama-se crime. E há notificações da Comunidade, há multas de milhares de euros que estes sistemas têm que pagar, e tudo isto está a correr ao mesmo tempo que a AMARSUL (e isto foi dito numa Assembleia) tinha acabado de adjudicar a solução técnica que era construir um emissário que levasse as águas lixiviadas da AMARSUL para um emissário da SIMARSUL que está na Barra Cheia, que depois encaminhava as águas lixiviadas nos percursos todos dos emissários que estão construídos, para a ETAR gerida pela SIMARSUL, da Moita/Barreiro/Quimiparque. Entretanto, e segundo o director técnico de desenvolvimento da AMARSUL a obra do emissário foi consignada e até dia 16 ou 17 de Janeiro foi feita com o seguinte lapso: é que um emissário da AMARSUL, para ligar ao emissário da SIMARSUL, tem que ser contratualizada a ligação e a gestão e o município da Moita tem feito todas as semanas faxs, mails, contactos telefónicos para o Sr. Presidente da AMARSUL, para o Sr. Presidente da SIMARSUL, para protocolar esta questão. Porque, continuou, a AMARSUL não pode despejar um efluente sem que o mesmo tenha os parâmetros adequados a ser recebidos pelo emissário e a ser recebidos para ser tratados pela ETAR Moita/Barreiro/Quimiparque. Mais informou que estas questões foram colocadas pelo Sr. Presidente da Câmara da Moita numa reunião de accionistas da AMARSUL havida a semana transacta. Explicou ainda que esta questão implica o envolvimento de diversas entidades que estão a ser prejudicadas. E então, chamam-se as populações, chamam-se os dois municípios. Isto implica contratualizar/protocolizar uma coisa que envolva a AMARSUL que despeja os efluentes de uma forma indevida, a SIMARSUL que não os pode receber porque não têm os parâmetros adequados e podem ser penalizados e a autoridade que superintende isto tudo que é a autoridade de recursos hídricos. E isto começou a ser feito agora. Mas é assim: isto que está a ser feito agora é um crime, mas aquilo que acontecia há dez, vinte, trinta, trezentos ou quatrocentos anos, o crime era muito maior. Agora, depende de nós ser tolerantes ou não com esta situação e ter alguma sensatez, com esta solução. Mais, disse, incomoda-me que as coisas sejam escritas e formuladas de determinada maneira quando nós e todos nós estamos aqui representando partidos diferentes, temos Órgãos e temos sítios onde podemos questionar esta situação de uma forma muito mais precisa. Aquilo que está a ser feito, da forma como está a ser feito, com cartazes que estão a ser afixados e determinadas observações, continuou, não revelam má informação, revelam, na minha opinião, má formação. Isto porque, os administradores da AMARSUL e da SIMARSUL, quem os colocou lá, foi o Partido Socialista. Sr. Vereador António Duro Referiu não perceber a incomodidade que está a ser revelada pelo Sr. Vereador Carlos Santos. Mais, disse:

4 A incomodidade que está a revelar tem que ver com o facto de isso ter sido revelado pelo Partido Socialista. Eu pessoalmente também fui apanhado de surpresa quando aqui da Câmara me ligaram que uma jornalista da Antena 1 queria falar comigo. E se ela queria falar comigo, eu tinha que falar com ela. Agora o Sr. Vereador sabe que eu tinha falado consigo e com outro membro da Assembleia Municipal, particularmente, falamos no corredor, junto ao Gabinete da Assembleia Municipal, deu-nos essa explicação, que em quinze dias o assunto ficaria resolvido e portanto, ninguém levantou onda alguma, foi tudo feito com a máxima transparência. Não me parece, nunca foi minha intenção, quem ouviu as minhas palavras, até do comunicado do Partido Socialista, que haja alguma acusação à Câmara Municipal. O que há aqui evidentemente, é uma agressão ambiental. São as pessoas que vêm ter connosco, e nós vemos, eu sou das pessoas que faz muitas caminhadas, com a minha mulher, e passamos a ponte do açude para o lado de lá e quando ela fazia o reparo eu, porque falei com o Vereador Carlos Santos na altura, expliquei que o problema ficaria resolvido aquando da ligação dos esgotos. Efectivamente nunca valorizei muito, mas a partir da altura em que dizem que os esgotos já estão ligados, e aquilo começou a aparecer, e que realmente aquilo é intolerável, eu estou-me nas tintas para se quem está na AMARSUL é do Partido Socialista ou de outro. O que é facto é que temos uma situação e estamos cá para isto: para apertar, para exigir, em defesa do nosso ecossistema, em defesa da nossa população, que resolvam o problema. Eu não estou a acusar a Câmara de nada. Essa coisa de dizer que o Estado tem 51%, todos nós sabemos, e são esses organismos que têm que resolver o problema. E se nós fizermos como o Sr. Vereador Carlos Santos diz que faz, que é agir com passividade, acreditando nós falámos nisto há dois meses e dever-se-ia resolver em quinze dias. Mas já passaram dois meses. O que lhe posso garantir é que certamente os vereadores do Partido Socialista, no mínimo uma vez por mês, enquanto o problema não estiver resolvido, vão levantar isso. E vamos passar a levantar isso nas sessões públicas para que as pessoas saibam, porque temos que exigir. A Câmara tem que tomar posição. Não o fez, fê-lo mal. Devia fazer um comunicado à população, em meu entender, dizendo, realmente, de quem são as responsabilidades e o que se está a passar, porque se a Câmara não tem responsabilidades tem que se cingir ao papel que lhe compete que é o papel de denunciar e informar a população e é o papel de exigir, de quem de direito, que resolva a situação. O Sr. Presidente Reforçou as explicações dadas e disse que não foi efectuado um comunicado porque efectivamente se acreditou que o assunto ficaria resolvido em duas ou três semanas. Acrescentou ainda que esta situação já se colocava em 2009, altura em que a Câmara enviou um ofício ao Sr. Presidente do Conselho de Administração da AMARSUL, Eng.º Emídio Xavier, (Julho/2009) a informar do estado das águas lixiviantes que saíam do Aterro Sanitário de Palmela, sem tratamento e eram descarregadas no rio da Moita. Mais, informou de algumas insistências levadas a cabo pela Câmara, quer para a AMARSUL, quer para a SIMARSUL, para que o problema se resolva. Ou seja, para que se resolva um problema que é da responsabilidade de duas entidades que são tuteladas pela mesma entidade, que por sua vez é a mesma que tutela a entidade que aplica as multas. Sr. Vereador Joaquim Raminhos Chamou para as condições de salubridade existentes no Parque das Salinas, em Alhos Vedros - águas paradas, mosquitos, mau cheiro. Mais sugeriu que o espaço seja tornado atractivo, por exemplo proporcionando a abertura de um bar ou outro espaço que sirva de encontro ou convívio entre a população. Em relação à questão das águas lixiviantes descarregadas para o rio, referiu que se deveria exigir uma data em concreto (e não mais quinze dias, mais três semanas) para resolução do problema. Por outro lado, disse, como a Câmara também se encontra prisioneira no assunto, foi deixando arrastar a situação. Mais disse não achar que isto esteja bem assim, temos que ser um bocadinho mais determinados. Por outro lado há também aqui, um não assumir de responsabilidades. E se calhar estamos aqui prisioneiros, por causa da multa, e não apontamos o dedo aos responsáveis que têm que assumir as suas responsabilidades. Eu acho que aqui os responsáveis acabam por querer salvar-se num regime de impunidade e sugiro que a Câmara seja mais determinada e tome uma posição. Chamou ainda a atenção para o facto de que a Câmara da Moita tratou o seu espelho d água, fizeram-se esforços, gastou-se dinheiro, e agora vai tudo por água abaixo porque alguém anda um bocadinho em pinpong a mandar para aqui e a mandar para ali e não assume as suas responsabilidades. O Sr. Presidente da Câmara Disse que a Câmara não está prisioneira do que quer que seja. Porventura acreditámos numa relação institucional e que ela funcionasse

5 Em relação ao Parque das Salinas, em Alhos Vedros e à envolvente à Caldeira, na Moita, está prevista a utilização da Casa do Sal para concessões de cafetaria. Aguarda-se apenas que o espaço envolvente fique com condições a nível de salubridade e ambientais para que a atractividade se concretize. Não havendo mais intervenções passou-se de seguida ao período da ordem do dia. PERÍODO DA ORDEM DO DIA As propostas abaixo transcritas, numeradas de um a três, foram apresentadas pelo Sr. Vice-Presidente. 1. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS RENOVAÇÃO DE CONTRATOS DE AVENÇA Nos termos do nº 8, do artº 26º da Lei nº 64-B/2011, de 30 de Dezembro, da alínea a) do nº 2 do artº 22, da Lei nº 55-A/2010, de 31 de Dezembro conjugado com o disposto no nº 4 do mesmo artigo e do nº 1, do artº 6º do Decreto-lei nº 209/2009, de 3 de Setembro, na redacção dada pelo artigo 20º da Lei nº 3- B/2010, de 28 de Abril, a celebração e renovação de contratos de avença dependam de parecer favorável do órgão executivo relativamente à verificação do requisito referido na alínea a) do nº 2, do artigo 35º da Lei nº 12-A/2008 de 27 de Fevereiro, alterada pela Leis nº (s) 64-A/2008, de 27 de Fevereiro e 3-B/2010, de 28 de Abril. Assim, propõe-se que a Câmara Municipal delibere emitir parecer favorável, nos termos e para os efeitos da alínea a) do nº 2 do artº 22º da Lei nº 55-A/2010, de 31 de Dezembro, conjugado com o disposto no nº 4 do mesmo artigo e o disposto no nº 8 do artº 26º da Lei nº 64-B/2011, de 30 de Dezembro, à renovação dos abaixo indicados contratos de prestação de serviço, na modalidade de avença: - António José Cardoso Ventura, Enfermeiro, com efeitos a 1 de Janeiro de 2012, por um ano; - Carlos Manuel Guerreiro Jorge, Técnico Grafista, com efeitos a 21 de Março de 2012, por um ano; - Célia Maria Ferreira Monteiro, enfermeira, com efeitos a 1 de Maio de 2012, por um ano; - Cláudio Sérgio Nunes dos Santos, Projeção de cinema montagem e operações de som e luz, com efeitos a 7 de Maio de 2012, por um ano; - Flávio Miguel Fernandes Martins, Projeção de cinema montagem e operações de som e luz, com efeitos a 7 de Maio de 2012, por um ano; - Hugo Miguel Borges Andrade, Projecção de cinema montagem e operações de som e luz, com efeitos a 7 de Maio de 2012, por um ano; - Guilherme Anes Batista, Informatização dos serviços, com efeitos a 1 de Junho de 2012, por um ano; - Jorge Manuel Teodósio Ramos, Projectos desportivos, com efeitos a 15 de Abril de 2012, por um ano; - José Luis Damas Lopes, Desenvolvimento de programas/projectos desportivos, com efeitos a 31 de Março de 2012, por um ano; - José Manuel Santos Nunes de Matos, Arquitecto, com efeitos a 2 de Janeiro de 2012, por um ano. - Maria João de Oliveira Roupiço Henriques Simões, Produção executiva e direção de cena do Fórum José Manuel Figueiredo, com efeitos a 7 de Maio de 2012, por um ano; - Sónia de Jesus da Fonseca Tavares, no apoio à direção artística do Fórum José Manuel Figueiredo, designadamente ao nível da produção, gestão de serviço educativo e de promoção e divulgação, com efeitos a 7 de Maio de 2012, por um ano; - Susana Andreia Cruncho Lourenço, mediadora CLAII, com efeitos a 7 de Junho de 2012, por um ano; Os encargos financeiros foram previstos e contemplados no orçamento, e encontram-se devidamente cabimentados nas rubricas dos serviços, respeitantes a Pessoal em regime de Tarefa ou Avença. Em cumprimento do nº 2 do artº 22º e nº 1 do artº 19º da Lei nº 55-A/2010, de 31 de Dezembro e nº1 e 2 do artº 26º da Lei nº 64-B/2011, de 30 de Dezembro aos valores pagos por contratos de aquisição de

6 serviços de valor superior a 1500, será aplicada a redução nos termos previstos no citado artº 19º da Lei nº 55-A/2010 de 31 de Dezembro de Após a apresentação da proposta foi colocada à discussão e não havendo intervenções foi a mesma submetida a votação tendo sido aprovada por maioria com quatro abstenções dos vereadores Vitor Cabral, António Duro, Maria João Carvalho e Joaquim Raminhos. 2. GESTÃO E UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO DA E.B.2.3. JOSÉ AFONSO (APROVAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA DE VERBA MENSAL) No quadro da sua política de gestão e rentabilização dos equipamentos desportivos municipais e no âmbito do acordo de colaboração estabelecido entre a Escola Básica de 2º e 3º Ciclos José Afonso e a Câmara Municipal da Moita, que prevê e estabelece as condições de gestão e utilização do Pavilhão Desportivo da E.B.2,3 José Afonso e com o intuito de concretizar o estabelecido no ponto 2, da cláusula quinta desse mesmo acordo, proponho a aprovação da transferência de verba mensal apurada, relativa à percentagem de utilização do Pavilhão Desportivo em horário extracurricular. Considerando um estudo realizado (com base nos custos com pessoal e consumos mensais de electricidade, gás e água) e a percentagem de tempo de utilização que o Pavilhão Desportivo da E.B.2,3 José Afonso está afecto à Câmara Municipal da Moita, concluímos que o valor a transferir mensalmente para a Escola Básica de 2º e 3º Ciclos José Afonso é de (dois mil e quinhentos euros), perfazendo um total anual de (trinta mil euros). Este apoio financeiro tem cabimento na rubrica Instituições sem Fins Lucrativos Outros Após a apresentação da proposta foi colocada à discussão e não havendo intervenções foi a mesma submetida a votação tendo sido aprovada por unanimidade, com oito votos a favor. 3. ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS AO ATLETISMOITA/2012 A Câmara Municipal promove anualmente o Torneio de Atletismo Atletismoita. Este torneio decorre ao longo de toda a época desportiva e é organizado em conjunto com os Clubes do concelho que se dedicam a este desporto. Cada um dos clubes é responsável pela organização de uma das provas que decorre na sua área de influência. A Câmara Municipal tem o compromisso de apoiar cada prova com um subsídio de 900 (novecentos euros). Nesse sentido proponho:. Clube Desportivo Recreativo Ribeirinho ( ) 9º Corta Mato do Vale da Amoreira 900 (novecentos euros). Este apoio financeiro tem cabimento na rubrica 252/22/07 ATLETISMOITA Após a apresentação foi a proposta colocada a discussão e não havendo intervenções foi a mesma submetida a votação tendo sido aprovada por unanimidade, com oito votos a favor

7 A proposta abaixo transcrita foi apresentada pela Vereadora Vivina Nunes: 4. PROTOCOLO PROMOÇÃO DA INTERCULTURALIDADE A NÍVEL MUNICIPAL II EDIÇÃO Foi efetuada uma candidatura pela Câmara Municipal da Moita ao Programa Promoção da Interculturalidade a nível Municipal II edição, promovido pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, IP, no âmbito do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por esta autarquia através do Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante da Moita Vale da Amoreira, e que tem como objetivo melhorar o processo de integração da população imigrante nacional de países terceiros, recém-chegada e instalada no município, contribuindo para ultrapassar desvantagens específicas de processos de integração, bem como incentivar os movimentos de interação positiva entre a população autóctone e os cidadãos imigrantes. A candidatura em causa foi aprovada pelo ACIDI, IP. Assim, considerando que compete à Câmara Municipal, de acordo com o disposto nas alíneas b) e c) do n.º 4 do artigo 64.º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, republicada pela Lei n.º 5-A/2002,de 11 de Janeiro, na sua versão atual, no âmbito do apoio a atividades de interesse municipal: - Apoiar ou comparticipar, pelos meios adequados, no apoio a atividades de interesse municipal de natureza social; - Participar na prestação de serviços a estratos sociais desfavorecidos ou dependentes, em parceria com as entidades competentes da administração central, e prestar apoio aos referidos estratos sociais, pelos meios adequados; Nos termos do artigo 67.º do referido diploma, estas competências podem ser objeto de protocolo de colaboração a celebrar com instituições públicas, particulares e cooperativas, que desenvolvam a sua atividade na área do município. Proponho que a Câmara Municipal delibere assinar o Protocolo em causa. A proposta foi submetida a votação tendo sido aprovada por unanimidade, com oito votos a favor. A proposta seguinte foi apresentada pelo Sr. Presidente: 5. DESISTÊNCIA DE LOJA INTERIOR COM ACTIVIDADE DE BAR, SITO NO MERCADO FIXO DA MOITA No dia vinte e cinco de Janeiro do ano de dois mil e doze, foi recepcionado um requerimento em nome de Ana Luisa Oliveira Almeida, residente na Rua Dr. Alexandre Sequeira, n.º 23 r/c - Dtº, na Freguesia e Concelho da Moita, adjudicatária da loja interior, com a actividade de bar, sita no Mercado Municipal Fixo da Moita, no qual solicitava a desistência do direito ao uso da mesma. Assim, proponho: Que ao abrigo da alínea d) do n.º 1 do art. 8.º do Regulamento Municipal dos Mercados Fixos de Venda a Retalho, seja aceite a renúncia da titular. Foi a proposta colocada à discussão e não havendo intervenções foi a mesma submetida a votação tendo sido aprovada por unanimidade, com oito votos a favor

8 A proposta abaixo transcrita foi apresentada pelo Sr. Director do DPGU, Arq. Carlos Matos, por solicitação do Sr. Presidente. 6. PARECER SOBRE NOVO EIXO RODOVIÁRIO DE LIGAÇÃO DO CONCELHO DO BARREIRO À PONTE VASCO DA GAMA, PROPOSTA PELA LUSOPONTE. A Lusoponte, empresa concessionária dos atravessamentos entre as duas margens do Estuário do Tejo, apresentou em Abril de 2011 para análise do município da Moita uma proposta de estudo prévio, que consiste na construção de uma nova ligação rodoviária entre o Barreiro e a A12, de acesso à Ponte Vasco da Gama e aos concelhos do Montijo e Alcochete. Segundo a proposta, a definição e extensão do traçado terá cerca de 11 Km, medidos desde a rotunda 25 de Abril no Barreiro e o novo Nó proposto na A12, dos quais 4 Km se desenvolvem inteiramente sobre o plano de água, mais concretamente a Sul da Ilha do Rato (no troço compreendido entre a nova ETAR Barreiro Moita no concelho da Moita e o Cais Fluvial do Seixalinho, no concelho do Montijo). A largura da via proposta apenas para tráfego rodoviário é de 22,20 metros, para duas vias em cada sentido, para um custo total de investimento indicado entre 54 e 83 milhões de Euros, a suportar pela Lusoponte. Analisada esta proposta e no que concerne ao enquadramento territorial, aos impactes ambientais e de mobilidade metropolitana, conforme parecer que se anexa, conclui-se que os ganhos potenciais da proposta da Lusoponte estão muito longe de compensarem as perdas que desde já se anteveem ao nível do ambiente e do ordenamento do território, não só naquilo que diz respeito ao concelho da Moita, mas também a outros Municípios da Margem Sul. Por outro lado, tendo presente que a Bacia Moita Sarilhos é parte integrante e fundamental do património comum do Estuário do Tejo e existem soluções alternativas já devidamente estudadas e fundamentadas pela Estradas de Portugal, como é o caso do Traçado da ER 11-2 coincidente no nosso concelho com a CREM definida no PDM da Moita, é de relevar o facto de a referida proposta da Lusoponte nunca ter sido objeto de qualquer reflexão ou ser expressa nos instrumentos de gestão territorial de hierarquia superior. Assim, proponho que a Câmara Municipal rejeite a proposta apresentada pela Lusoponte e transmita a esta o parecer anexo. Mais proponho que se comunique a disponibilidade desta Autarquia para concertar eventuais soluções que tenham como princípios o enquadramento dos instrumentos de planeamento territorial em vigor ou em elaboração, como sejam o PROT-AML, o POE Tejo, o PGRH do Tejo ou o PRN. Intervieram, na análise da proposta: O Sr. Vereador Joaquim Raminhos Referiu identificar-se com a ideia de rejeitar a proposta da Lusoponte, uma vez ter sérias dúvidas sobre a utilidade desta via, nomeadamente para a população do Concelho da Moita: Em termos de desenvolvimento, considero que devemos defender a ideia de um desenvolvimento equilibrado para a nossa região. Conforme foi referido, esta bacia do Tejo onde nos situamos, é uma das mais sensíveis em termos ambientais, e isto é reconhecido quer em termos nacionais quer em termos europeus. Quando estamos a caminhar para a revitalização da vida no Tejo, nesta zona, conjugando com a entrada em funcionamento da ETAR Moita/Barreiro, vimos que este projecto pode vir a deitar tudo por água abaixo. Em termos de desenvolvimento da própria península, vejo com mais pertinência a ligação Barreiro/Seixal e o troço da Estrada Regional 11.2, que terá mais utilidade para a própria população e contribuirá para o aliviar da tal circulação que nós queremos evitar aqui dentro das localidades

9 O Sr. Vice-Presidente Referiu ser inaceitável que o ordenamento do território de uma área da importância e da dimensão da Área Metropolitana de Lisboa e o Estuário do Tejo enquanto unidade ambiental, que seja uma empresa ou os interesses empresariais a presidir a propostas e a intenções por esse território. E a verdade é que esta proposta surge e tem como único fundamento, a necessidade de rentabilizar a ponte Vasco da Gama. Mais, disse ser estranho que esta proposta apareça, agora, quando temos um Plano Regional de Ordenamento do Território, em vigor desde 2002, Ordenamento esse que andou em discussão para a sua alteração/revisão de 2006 até 2010, teve um profundo envolvimento de todas as autarquias, de todas as empresas que aqui actuam ao nível de transportes, ao nível de acessibilidades, a diversos níveis, de todas as entidades da administração central ou central regionalizada (descentralizada), que têm intervenção nesta área, e isto nunca apareceu. E é ainda mais estranho continuou, quando o texto que é apresentado pela Lusoponte, de introdução a esta proposta, refere que isto já andava a ser estudado, que era um projecto que eles tinham. Mais questionou, se estando em projecto porque não disseram nada a ninguém. Portanto, é também, por essa via, inaceitável. Mais, e admitindo ainda que tudo isto não tivesse sido equacionado, mas apresentando-se agora, com evidência, como um benefício que não pudéssemos dispensar, seria então de pensar. Mas não parece. Aquilo que se trata é apenas encurtar, num limite de pouco mais de 10 km uma ligação que hoje já existe, é feita por auto-estrada, está perfeitamente enquadrada e até é gratuita (neste momento) a ligação Barreiro-Ponte Vasco da Gama. Referiu ainda que os outros municípios ponderarão. Para nós, esta área do Estuário do Tejo é a nossa sala de estar, é a nossa principal riqueza ambiental, é para lá que todo o Concelho está virado. E o impacto de uma coisa destas é de tal forma assustador que em circunstância alguma posso encarar que isto seja uma solução viável. O Sr. Vereador António Duro Referiu ter sido muito útil a apresentação efectuada pelos técnicos e grosso-modo está de acordo com o que foi dito pelo Sr. Vice-Presidente. Mais referiu que não encontra na proposta algum interesse para o Concelho da Moita, antes pelo contrário um prejuízo evidente. A necessidade que existe no Município, em relação a trânsito, disse, é retirar o tráfego do centro das vilas e torná-las mais seguras e aprazíveis. Mais, disse que o Município da Moita, neste projecto, é o parente pobre, pois não teria qualquer entrada ou saída da via. Realçou os autarcas da CDU que não foram atrás dos seus colegas da CDU de duas câmaras muito interessadas neste projecto, lamentando que estas decisões habilidosas venham dividir autarcas e venham dividir uma associação de municípios do distrito de Setúbal que devia ter um papel forte a dizer, e importante, defendendo a península e a região como um todo e não umas partes em detrimento das outras e isso eu lamento profundamente que autarcas esclarecidos como eu acho que existem sejam levados a pôr-se uns contra os outros defendendo apenas o interesse da sua rua. Sr. Vereador Vitor Cabral Salientou que, no caso desta obra avançar, o Concelho da Moita é claramente o perdedor, principalmente devido ao impacto ambiental que poderia ou poderá ter. Fez alusão a algumas questões de carácter colocadas aquando da construção da Ponte Vasco da Gama e referiu ser com muito agrado que agora se vêem as colónias de flamingos e outras aves que por ali pululam. Referiu ainda que o Sr. Presidente, nas negociações que tiver, deverá manifestar abertura no sentido de procurar outras soluções ou procurar até outros benefícios para o Concelho da Moita, mormente a questão de incluir numas negociações até, porque não, a construção da CREME. Mais, sendo um dado adquirido que a terceira travessia do Tejo não vai ser construída antes de dez, quinze anos, presume, também não se sabendo se a ligação ao Seixal irá ser feita ou não, acha que para o concelho da Moita poderá ser muito vantajoso se houver alguma maleabilidade nas negociações. Sra. Vereadora Maria João Referiu não ter dúvidas em tudo o que já foi dito e mencionou parecer-lhe que somente a freguesia da Baixa da Banheira teria algumas vantagens neste projecto quem mora nesta freguesia debate-se frequentemente com a opção de ir para o outro lado por uma ou outra ponte. Mais, disse sentir que está em falta o relatório técnico ou estudo (que certamente a Lusoponte já terá mandado fazer) que demonstre qual o impacte ambiental da construção. Porque, salientou, não lhe

10 parece que a entidade em questão tenha avançado para esta obra sem mandar fazer um estudo que lhe sirva de sustentação negocial. O Sr. Vice-Presidente Salientou que no caso de ser efectuada a obra, um estudo de impacto ambiental realizado por entidades independentes terá sempre que ser exigido, não serão aceites apenas estudos feitos apenas pelo interessado. O Sr. Presidente Referiu considerar legítimo o interesse da Lusoponte em aumentar o seu tráfego, o que não está correcto e não é legítimo é esta pesca à linha feita aos municípios sem o envolvimento das estruturas de planeamento e de estratégia nacional e regional, quando elas estão em desenvolvimento e não estão fechadas, como é o caso do Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo e o Plano de Gestão da Bacia Hidrográfica do Tejo e quando o PROT ainda não está aprovado e há um ano esteve em discussão pública (parece até não ser de boa fé). E o que é pretendido é fazer uma pesca à linha aos Municípios para chegar ao ponto em que um Município vai ficar sozinho e esse município, disse, chama-se Município da Moita. O que nós queremos, acrescentou, é mostrar a disponibilidade desta Autarquia para concertar eventuais soluções que tenham como princípios o enquadramento dos instrumentos de planeamento territorial em vigor ou em elaboração, como sejam o PROT-AML, o POE Tejo, o PGRH do Tejo ou o PRN. A proposta foi submetida a votação tendo sido aprovada por unanimidade, com oito votos a favor. A solicitação do Sr. Presidente, pela Arq.ª Sofia Amaral e pelo Técnico de Urbanismo Silvio Santos foi feita a apresentação do programa infra referido. 7. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PERCURSOS PEDONAIS E CICLÁVEIS Consciente da necessidade de incentivar modos de deslocação mais económicos e sustentáveis, alternativos ao uso do automóvel e complementares ao transporte coletivo, a Câmara Municipal da Moita elaborou um programa estratégico orientado para a promoção de um uso mais intensivo da bicicleta em articulação com as deslocações pedonais, que designou por Programa Municipal de Percursos Pedonais e Cicláveis (PMPPC). Nos dias de hoje, onde se fazem sentir cada vez mais constrangimentos financeiros à mobilidade dentro e fora do concelho da Moita, cujo território se caracteriza por alguma dispersão urbana, pelo uso massivo do automóvel e por uma limitada oferta de transportes coletivos, é o momento de repensar o atual sistema de deslocações e fomentar alternativas válidas de transporte mais económicas, menos poluentes e que possam ajudar a um aumento da qualidade de vida da população considerando que a mobilidade é condição essencial para garantir esse objetivo. Dadas as características naturais do concelho da Moita, pelos seus valores paisagísticos e por apresentar uma topografia maioritariamente plana, estão reunidas as condições ótimas para promover as deslocações a pé ou de bicicleta, quer seja numa vertente de recreio e lazer, quer seja numa vertente mais vocacionada para as deslocações quotidianas casa-trabalho ou casa-escola, ainda que em complemento do transporte coletivo e em especial do comboio. Atualmente, tem-se mesmo verificado um crescimento do número de pessoas que se deslocam nestes modos a par com uma forte adesão que se faz sentir nas ciclovias já existentes, onde a ligação Moita-Gaio-Rosário é um bom exemplo. O Programa Municipal de Percursos Pedonais e Cicláveis vem assim dar expressão a uma vontade do município da Moita em incrementar o uso destes modos de transporte, servindo para orientar todas as suas ações, presentes e futuras, que possam incidir sobre as infraestruturas urbanas, nomeadamente ao propor a criação de condições de segurança e de conforto, de medidas de acalmia de tráfego e ao incentivar que as deslocações a pé e de bicicleta se possam compatibilizar entre si nos mesmos espaços canais, para que o uso da bicicleta se possa tornar mais atrativo em face à insegurança que ainda se faz sentir nas vias partilhadas com o automóvel

11 Este programa define e caracteriza uma rede concelhia interurbana de vias pedonais e cicláveis, integrando elementos complementares como passagens desniveladas e parqueamentos de bicicletas, mas também visa em simultâneo ações de incentivo, facilitação, discussão e pedagogia em torno desta temática, podendo ser consultados os seus principais elementos constituintes aqui: Programa Estratégico Mapa Plantas: Planta 1 - Planta dos Percursos Planta 2 - Planta dos Percursos Prioritários Planta 3 - Planta dos Parqueamentos para Bicicletas Planta 4 - Planta de Caraterização dos percursos Tabela E nada mais havendo a tratar foi pelo Sr. Presidente encerrada a reunião, sendo a respectiva acta aprovada em minuta. Eram dezanove horas. E eu, Alda Maria Fernandes Mouzinho, Coordenadora Técnica nesta Câmara Municipal, redigi a presente acta que assino com o Sr. Presidente da Câmara. Todas as intervenções feitas aquando da apresentação das propostas, encontram-se devidamente gravadas em CDs, ficando os mesmos a fazer parte integrante desta acta. O PRESIDENTE DA CÂMARA A COORDENADORA TÉCNICA

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