sidente Rebdlo Albuquerque vencido Velloso vencido Figueindo Araujo

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1 ANNO 1. SEGUND\-FEIRA 24 DE DEZEMBRO DE N.«83. ^ ms== ===í_^.!!! II-. I. II 4 Na causa Civel de appellação entre partes anthori appellante Patrício José da Silva, e reo appellado Fran- j cisco GonsalVes d'oliveira, foi por sentença do Juiz' Municipal da 2.' Vara desta Cidade julgada a final provada a Excepção a fl. 7 v. do reo Oliveira, recebida a fl. 30, julgado improcedente a acção intentada contra o Excepiente, e deixando direito salvo ao Exceuto, para que o encaminhe contra quem de direito for, pagas pelo mesmo as custas, da qual appelando o author para o Tribunal da Relação, foi por accordão de 10 de Março deste anno mandado que o sobredito Juiz admitia o reo Excepiente a contrariar o Libello, e depois proseguir nos ulteriores termos da causa até decisão final, pagas pelo appellado as custas. A este accordão veio o dito apellado com em bargos nos próprios autos, os quaes forão despresados pela maneira seguinte. Accordão. Accordão em Relação &c. Que sem embargo dos embargos, que não recebem, attutp a sua matéria em liada ruflingeiite do accordão embargado, este se curapia. como nelle se contem, e pague o Embargante as custas. Maranhão 20 de Novembro de 1849: Pre«- sidente Rebdlo Albuquerque vencido Velloso vencido Figueindo Araujo Franco Vieira. Na causa Civel de appellação entre partes reo apipellante Santiago Orsy. e author appellado Manoel Raimundo Gomes, foi por sentença do Juiz Municipal da Cidade do Pará de 14 de Abril de 1848 coudemnadô 0 reo a que abra mão da escrava Quiteria mandandb que ella seja entregue ao author, seu legitimo serihor em quanto o contrario se não mostrar, e que o dito reo pague ao author os dias de serviço da es- Ciava cm questão, e as pe'das e damnos que se li- (jüidaieui na execução da dita sentença; Em virtude pois desta decisão appellou o dito reo para o Tribunal da Relação aond^pòr accordão de 22 de Maio deste-annofoi coutanaila por alguns de seus fundamentns e ser çoníomneaos autos e o Direito, condemnado~õ~ãppellante""nas custas. Este accordão foi embargado nos próprios autos pelo dito appellante. e seus embargos forão a íiual despresados da maneira seguinte. ACCORDAO. Accordão em Relação &c. One vistos e relatados os autos; sem embargo dos embargos que não leeebem por sua matéria e autos, c-mpra-se o accordão embargado e pague o embargante as cnstíis em dubro, Maranhão 20 de Novembro da Pre- 110 o seu civallo e deram-lhe as boas vindas, agitando no ar os chapéus e gritando: Yiva o rei! O rei esta morto! respondeu com Voz grave Ia Rouarie. Naquelle instante um grupo de cavalléiros, composto do marquez de Perbruck, do baraó dé Piradeze, de Ia Chataigneraíe, de Tinteniac, de Tuffin, de Paulo líoberlin e de Tiago Peregrino, párou atraz de lá Rouarie e silenciosamente tirou o chapéu á senhora Moellien. La Rouarie aptsou-se e os outros imitaram o seu exemplo. Está morto o rei?! repetiu Theresa MoSlIien com a voz espavòrida. Sim, respondeu Ia Rouarie, morreu senlenciado pelos seus sílbditos. Morreu assassinado! exclamaram os ínrs. de Perbruck e de Parádeze. Morreu no cadafalso! disse Ia Chataigneraíe, com aceno de iucsprimivel raiva. Elle morreu, exclamou Theresa,-e aqui estais vós seis: seis cavalheiros que andam vagabundos durante a noite! Entaõ.onde estará o exercito que vos tinham prometido? Entaõ, onde estavao esses soldados que deviam sair do chaõ só com a ameaça de om crime destes? Onde estaó os vosso* soldados, senhores? E na falta dos vossos soldados, omle estaò as feridas que devieis ter recebido nos combates? Dom a ouvis, Ia Rouarie, exclamou com vivacidade lá Chataigncrali;; -é tempo de nos pôr-m* 107 carvalho. Más õ animal, picado nas ventas pelas folhas do matinho, recuou, levantou-se e quâii deitava ao chaô o cavâlleiro. Digo-vos que o Vi honlcm á noite em Nantes, replicou o Jeronimo, que era o quarto daquella pequena comitiva; e repilo-vos que ajustou com os seus cúmplices um encontro no solar de Ia Rouarie. Teve uma entrevista com o marquez de Perbruck, bairaõ de Paraleze e o moço h Chataigiieraie, em caza de meu pai. Foi o Paulo, meu irmaõ, quem os lã levou, e elles foram-se outra Vez embora; accompanhados por elle e pelo peqiieno Tiago Peregrino, que ainda naõ largou o Sr. de Perbruck desde que, ha mais de um mez, se acha doente. ' E seu filho, que diabo é feito delle? disse Morillon, mettendo o cavalto a passo. Nunca niais se ouviu fallar nelle, respondeu o Jeronimo.. _ Felizmente, tornou Morillon, temos segundo exemplar. Vamos e nao nos esqueçamos de que ajustei encontrar-me com o cidadão Saturnino na fazenda de Lefort e de sua irman Maria Joana. Irá elle lá? perguntou elle ao Jeronimo. O Silvestre hade lá conduzil-o, respondeu em voz surda o Jeronimo. Ah! o rapaaote agora entregou-s" de todo aos nobres e é capas de arriscar a pelie para que elles consigam tutlo que elle julgar que lhes seja favorável, Ah! disse Morillon, se eu deste modo enrgar aos meus fins, b.idu ser uma historia admirável!

2 sidente Rebello -Continiio-~rcttos9^nFigmiredo Araujo Franco Vieira. No processo crime de recurso sobre petição de JÉrbeas Gorpus de Isidoro Jo»é de Oliveira, residente no Termo da Villa do ltapucurú-miriin, foi por sentença do Juiz de Direito daquella Villa, de 17 de Setembro deste anno, mandado que o dito paciente Isidoro José de Oliveira seja immediatamente posto em liberdade, pagas as custas pelo cofre do Miinicipio, e recorrendo o dito Juiz para o Tribunal da Relação, este profério o accórdão do theor seguinte. AeCORDAÕ. Accórdão em Relação &c. Que julgão improcedente o recurso ex oflicio, attentos os fundamentos produzidos na decisão fl. 9, e por que não se concluio a formação da culpa dentro do praso marcado no art. 148 g 3." do Código do processo criminal; não se mostiando que houvesse afluência de negocios públicos, ou outra difficuldade insuperável que a isso obstasse. 'Maranhão 20 de Novembro de 184* Presi den te Bebelío Fig ueiredo Albuquerque Coutinko. Na causa Civol de appellação entre partes appel- Jante a F. N., e appellado Antônio Bernardo da Silveira, foi por sentença do Juiz de Direito da Capítal de 11 de Outubro do anno passado, julgada a Jivstificação por sentença, assim do Justificante poder haver da Thesouraidu da Fazenda o valor de diversos objectos por elle fornecidos ás forças da Legalidade na.cidade de Caxias, pagas pelo mesmo as custas e -2- appellando o dito J;.iiz para o Tribunal da Relação, foi proferido o accórdão seguinte. Accordaõ. Accórdão em Relação &c. Que Tistos e exarainados os autos na forma da Lei: Julgão improctfen. te a appcilaçãc e coiilirtnào a sentença appellada pf(- gas as custas ex causa pelo a:>pellado a quem se entregarão os próprios independente de traslado. Ma., ranhão 1." de de Dezembro de 18 H>.--Presi<lente {{,.. bello V elloso Araújo Franco Vieira AlbuquerqU(> Fui presente Figueiredo. EXTKRIOR. G. Maziini a XI. Si. Tocqwville e Falloux. (Comirufado do n. 81.) Tudo isto, todos os chefes que acabo de nomear, os coronéis Prima, Medei, Besti, Pichat, o general em chefe Roselii, os chefes de intendencia Gaggiotti. e ao principio e Salvaili depois, os principies empregados no ministério da guerra, todos sabidos das entranhas do paiz representando o elemento i.udigena. Onde estarão pois os estrangeiros? Garibaldi e sua legiaõ, 8(0 homens; Arcioni e sua legiaõ de emigrados. 300 homens: Minara, morto pela liberdade, c seus atiradores lombardos. 500 homens. A legiaõ estrangeira. 100 homens; O punhado de bravos que defendeu o Vascello, debaixo das ordens de Mediei; Sete a oito olticiaes de eslad i maior. Eis-aqui tudor dons mil homens o muito; menos ainda do que isto. porque o corpo d'\vcioni compunha-se um terço pelo menos de soldados tirados das províncias romanas; porque o troço de cavallaria que fazia parte da legião Garibaldi, f comiiuuidades pelo bolonhez Masma, morto em combate, compu i.- No mesmo instante afastaram-se os cavalleiros, ao principio vagarosamente-; dahi a pouco "ouviu-se andar mjis rápido dos cavallos e por fim perdeuse o rumor no murmúrio e barulho dá tempestade, que continuava a bramir. A caminho! a caminho, Fontevieux.' disse no mesmo instante Theresa Moellien, é preciso chegar antes daquella á montanha de Hedée; Ia Rouarie hade por lá passar autes de entrar em casa. È preciso preveni!-o. Mas vós naõ podeis caminhar senhora, disse Jorge. È comvosco e de vós que estou a fallar, senhor; ide ja neste mesmo instante. E heide deixar-vos aqui só, Theresa 1 tornou desesperado o Jorge. Haveis de me deixar aqui, porque é essa a minha vontade, porque vol-o ordeno, porque disto depende a vida de Ia Rouarie, e mais do que a sua e a minha vida, depende a salvação da nossa cansa. Fontevieux naõ respondeu, mas tornou a pôr as pistollos á cinta, embrulhou-se no seu capote e estendeu a inaõ a Theresa. _ Adeus, senhora de Moellien, disse eritaõ: heide estar antes de amanhecer na monlánha de Hetlée e o aiarquez de Ia Rouarie hade ser avisado do seu perigo e da vossa morle,- e antes da noite, que vier depois, heide já ler voltado para ao pé desla arvore... pira aqui morrer também. Bem. Jorge, disse Theresa, ideq.ue vos heiée aguardar. 109 Na oceasiaô em que se iam ambos separar, ou-?fu-se passar pelo ar um som suava e longínquo, como o neturno grito de alguma fada aérea. È Ia Rouarie! exclamou Fontevieux. È elle! repetiu Theresa. E esperaram que outro signal lhes viesse confirmar aquella feliz chegada. Passado um momento, approximou-se o signal imperceptível e Fontevieux arriscou-se a responder-lhe, imitando o grito do mocho. Quantos seraõ? e como virõ? perguntou a Theresa. Fontevieux inclinou-se para o chaõ e escutou por algum tempo. São pelo menos oito ou dez cavallos, respondeu Fontevieux; alguns saõ certamente montados por camponezes, porque andam com passo travado. Os outros saõ anitnaes vigorosos, porque sapateam muito forte. Comtudo caminham de vagar e com prudepeja. Naõ vos ouviram? perguntou ella, E enlaõ deu também um longo grito qú" atravessou os ares e que parecia dominar a lormenia, EJlès oiíviram-vos, exclamou Fontevieux. '» cavallos andam mais depressa; eil-os a galope. Rouarie vem adiante de todos; bem conheço o narulho da sua carreira. liil o aqui! eil-o. aissielle erguendo-se..,,_,i. No mesmo infante fornou Theresa a acha to ja a sua forra na prosenra do seu amanií". u para junto >l<> Fonlevieu* ; descobriram p"'1"* ^ aabeçs no luouieuio cm ipto Ia ttouaue 1W I'

3 , m s«s quisi lohlhvj,. d-iudigonas; porque que, ení todos ^s«e»^ lugares deestrangeiros que concorreram para a def de Roma o mt»t lrf ; j ^ ^ ^^ cqnlra, b J, a 1:500 homens, no meio de n vo J ii.ar os c mi sej;1 anterior ao cerco? Cita. sem tradição,.mor ado djde %J%n^* 0Jgamsam o terror; citai os «*c._.oi-eito sem experiência, snu uau.v»», -...,_ «dons pois^.ui zsju ^ 1^ ^ Si.o do fogo, que tiveram durante dous mezes, vos a trazer eternamente a mascara dos imposto. it,ixo 30:000 soldados da França. Ül ' u'do isto vos era conhecido, pelo menos podia A bandeira republicana içada em Roma pelo, J0 e por tanto devia sel-o, meus senhores; e representantes do povo, dizíamos nós n uma àasnw- 1.,... _..s «,10.nríi n triumnho duma Ctudo vós lancastes inpudenteinente á lace da oscom tuuo vua,.,, ;r,.11 rnmn orova se S que a idéia, por muito tempo suilocad por vo, ao de ^^ ^ ^ _, sangue, naõ era de Roma; e destas pala as de tmmp conseluída pela immensa maioria, e cuuiputos inventos detlure.melado da vosa dadd c.«^ ^ do e0 do B.trangeito,4 principio do hera soore o uo...«., "«- Saa.eoW.8J ^^^^ J0 «IZ 1 ft..,...;.,,ir. n«meus oassos, consigiiduw umui mum sobre o<,«o arbitrário de algumas pessoas, da santa,,!,,,,«homens, Igualdade, que Deus impo, a todos os sobre os privilégios e sobre o despotismo Nos no DodPtnos ser republicanos sem ser e sem nos inost.ar- «os que os podorc. derrubadas!... Não somos o goveroo governo da Nação aceusaçaõ por vos, u-^ ^ ',,:,,, apoias- verno d'um partido, mas o.guvauu "»;" "...,. <Vi,t,m7a. a rennbíica H,,, restabelecer o antigo throuo do ppa, vos'.p' nem fra a rap b,ca e. er- U sobre as bayooetas dos austríacos e do, lm,»a mem ^ ^.^^ 0 g0 ern0 da republica e foite, nh0e8, -i». d> todas as nossas províncias en- por tanto Asmnculales detoaasas «o P " nao teme..,. ATCn,lan^ roscoii o.. - o eus membros como Nestas linhas estava contido o programma repu blicano e jamais foi violado como os vos os «,,- tros da França, pelos homens que entre nos admi lustraram a republica.,. Nós, éramos fortes; fortes pela affeiçao da gente de hem -e os homens do mal são mui raros entre nos -tos ^fpela adíesao dos nosos cancidadao. sem do ro modo que vós o sois. meus senhores Paia 8" en "rmosqnão tínhamos oeaaeoaionde d o talia é destbvvh a ^«0^1.1 fanrnr r/j^i.ido em estado de cerco, de dissolver as guardas nàcionaes. ue Ílhafas primes, de lançar nellas ootóuj -«. coj os outros, os -presentantes do povo. jeedenard^ portacão centenas de opera, os, de se roaear u j, de soldados píira comprimir o resto da popujçao. a nossa capital estava satisfeita, penso eu,^apesa. do pe tprnativa de caluinuiar o vmui j. ar»r nue! <u vn. refutar 3 vós. mesmos, declarar que s de sacrifícios que ioda a muda. a oe ejmo -^e tranquilla, calma, quando a V^«" ^cufí. to debaixo dos aossos muros pod, J^oo^e, ^ tentes a um golpe de mão, se em w* contentes..,. : m,io f p «pte mil residi;:: «herdade e receia n,n,goj da P «tarnaoo o de resistência aos.njogoj^^." «^ teren.irou.lo. relaç^ com o v s ;» ~ ; Ê mister estabelecer In-m faeto a taj ^0. J1 os tr6s tre,cãrtleaes,.garraoo. eo, J-y ^.Ji cn-pado *"«^lii: t'su 'tí,rrí>o«der-vos: JT piração, o fl«í "'.cesso.1 pi, ae9 reoatir çst,,ar^,,7a resoonder-vos: E' ttrm^csr 6.o" Za.»boni, culpado por outros naõ esteja,..! liah.s.udos a iei»pooo piraçao, e nm oiiicmi, nrocesso-, quando deserção, estavam umeameute P-oce, o Mr. de Corcelles foi visitar as p.»oe^ c oco,...,-.no.o homens, "fim íirtiulfc <l'uma i» -^»';:^ ::,:f^-^^.-^' ^'.-'asc,^i,oüies er8,n Lido,, o, wf«i%:: z"s,sr. *;- centrados no 9 de Janeiro «o.«t-.... v0veiutitl, (los ^^»^r,o0;4iba9nlila ao silencio de Roma. Não recordaremos ao povo, _ ^d^^j^ cww 0 se ordem ue no IA, e po. V- A rmiblic«, um Maveroo Os homens mais conti ar os»«^ ^ n MS lmiaili.mn P-taleon. p=va, ta^ eüps copava o podei e exuavd uu ^,.. _. Ninguém absoluto os homens da crença re ibj«eram suspeitos, que a republrca nu uj q«e p!as J» de nl íiaüa sonha em aceusar as vo.sas revo u^ chia, olhava as opin,õe:.^ ^ ^;,fl. gonese não traduzem cm factos perigo^», i r0so por natureza e o*.^^ b^n tava nose respe.tava-nas, os p. igos o p.r. alguns daquelles»» «f»»"^0 0 Lpecpodíamos interpor a nossa palavra e ^ Lculo da vossaforça brutal irr.tava a mult-(. ^ lia áreacçao.

4 Le-se no Publicaãor Maranhense. PERNAMBUCO. -6 Illm. e Exm. Sr. Todas as Povoaeões desta 1'rovinei > estíio tranquillas, com quanto mal intencionados procurem incutir terrores nos habitantes, já espalhando noticias de invasões de Pedro Ivo e seu bando, já emprestando ã Presidência intenções de fazer uin recrutamento exagerado A pequena povoaçãode «Capoeiras» que pertence à Comarca do Bonito, ehe situada á beira da mala em que se achão os bandidos, commandados por Caetano Alves da Silva, foi acommettida ás três horas da madrugada do dia k do corrente pelos ditos bandidos, que se retirarão ás 10 horas do dia, depois de a terem saqueado. O Destacamento de 1. p Linha que ahi se achava foi sorprehendido, e pôde escapar com o favor da noite, deixando três mortos. De nenhuma outra oceurrencia desagradável tenho noticia Deus Guarde a V. Ex. Palácio do Governo de Pernambuco 15 de Dezembro de 1849 Illm.e Exm Sr. Presidente da Província do Maranhão. Honorio Hnrmeto Carneiro Leão. Em França cahio o ministério Dufaure. Os novos ministros são: Guerra, o general d'haupoul-negócios Estrangeiros o.sr, de Ray noval Interior o Sr. Fernando Barrot Finanças o Sr. Achilles Fould Iristruccão o Sr. publica Parieu Justiça o Sr. Routher Marinha o' contra Almirante Roman Desfossés Obras publicas Biueau Commercioe Agricultura Dumas (do Instituto ) Importação. Manifesto da. carga que descarrega neste porto a Barca Americana Lusitânia vinda de Baltemor. 200 Barris com breu, 300 barricas com farinha de trigo, 40 caixas com chá, 600 rtsmas de papel de embrulho, a caixas com chapeos de palha, 25 barris com banha; 306 taboas de pinho, 40 saccas com pimenta, i barrica com casliçaes de vidro. Manifesto da carga do Vapor S. Sebastião vindo dos Portos do Sul. Rio-de-Janeiro <í caixotes com livros, 7 ditos com rape, 1 dito com impressos, 5 volumes com mercadorias, 1 embrulho e 1 caixa com chapeos, 1 pacote com JjuMa 1 fitas. caixa e 3 caixotes com rape, 1 dito com dros. Pernambuco 5 vi- caixas com rape, 3 ditas com lüzcílgcls. Exportação, Manifesto da cargi qne trouxe de New-York e leva para o Pará o Brigue Escuna Arcelina w.?í BDarricas m.fa'inha de trigo, 25 barris banha de Porco, com 1*. caixas com chá, 5 ditas de com spermaoete, vellas 20 ditas e 36 fardos coro fazendas, caixas com conservas, 10 1 dita com tintas, 50 i caixa com lagosta, presuntos, 1 dita com garrafas de menta ortelan 2 ditas oi- com ditas de amargo, 6 ditas com jos, 1 dita com objeetos quei- de danguerotipo, 1 com embrulho papel, 1 dilo com 150 sacos vazios. 1 dito com raizes de flores, h caixas com chapeos de ris com palha, 100 bar- pólvora; 2 dites com 6500 pesos bespanhoes caixas com ditos mexicanos. pannoes, i Beccbeo neste porto. 45 Garrafoens e 5 pipas com genebra, 100 caixas com sabão, 10 ditas com vellas margarinas 3a caixas 2 fardos e 1 pacote com fazendas, 1 embrulho com rape, 9 caixas com chnpéos, 1 quarlolla eom óleo, 10 canast:as com alhos., ENTRADA DO DIA 22. Por.TOS-DO-stx Vapor Nacional S. Sebastião, coram A. X. de N. Torrezão, sahio do Rio-de-Janeiro no 1 do corrente, passageiros para esta província Joaquim Antônio Ribeiro, 2 escravos a Raimundo Carlos Ribciro, para o Pará Fr. Gregorio de «ene,'cândido Mar" tins Santos Vianna Júnior, duas praças de pret e a, escrava Margarida. ' üsrara«)s< (MlMTiCI FitfflSS, tratada sobre uiu plano muito metodici com numerosos exercícios d'ortiiographia, SYMA- XE E PONTUAÇÃO, tirados dos melhores authores e distribuídos na ordem das regras, por M. RO Eli, Inspector geral da Universidade de França, 6 M. CHAPSAL, professor de Grammalica geral. Está-se imprimindo nesta lypographfa uma traducçao fiel desu grammalica, adoptacla para uso das Esclio- Ias pela luspetloria da Instrucçaõ publica desla Proviucia, cuja Iraducção é feita sobre a nova edicoão de 1849 augmentada de Perguntas por A. Mauvy, Director, piefeito dos estudos, e professor de litteratura francesa no atheneo-rcal ds Hassell. abaixo assignado retira-se para a VÜJulíê 0 8. Bento; e' não desejando faltar ao honesto dever, de despedir-se das pessoas de sua a mizade, o faz por este meio por não o puder pessoalmente. Deixa outro sim encarregado de seos negorios nesta Cidade, aossrs. Manoel Felix Pereira Guimarães, e João Ribeiro Pontes Junior. Maranhão 22 de Dezembro de 18/i9. José Ferreira da Costa. (1) da bahia, novo, e ia experimentado, Rvpk vende-se no armazém de João d'oliveira Santos & C.\ Beeeod'AIfandega n. 5. As pesscias que quizerem fazer uzo deile, podetn dirigir-se ao lugar designado, onde poderão verilicar-se da qualidade Preço do meio grtísso... 1:280 Ide indo li no princeza... 1:0ü0 de um escravo próprio para servico de caza <jue seja de bons costumes; quem Precisa-se o tiver pata alugar falle na Botica Francesa rua do sol. ('2) Maranhão: Imnrpsso na Typ. de 1. A.». it<- Uiigilliinrt Anuo da 1*'';)

5 t# yao, sendo toda a força de 120 homens. Não temos, dias consagrados á celebração dos principies e mais au* ainda detalhe exacto desta acção, ficando para quando j gustos mysterins de nossa santa Religião..:...mnu íla-lfl nn rnnhiii.imi.ntn rln niililít-n Infrlivinonto mirem II I Pi OVÍllCÍal. Olie nretendêo e livennos, dá-lo ao conhecimento do publico. Infelizmente porem a Lei Provincial, que pretendêo (P. do Porto.) tornar exeqüível entre nós a cessação do trabalho nos Domingos, e «'outros dias (2) tornou-se, pela maneira porque se acha concebida, uma Lei verdadeiramente Telegrapla» C»ii>iiner»3al Portuense. absurda, e vexatória, como passamos à demonstrar. BARRA DO PORTO. Diz ella no artigo,1." Fica geralmente, prohibido d'ora em diante todo o trabalho nos Domingos, Dias Sendo de reconhecida utilidade os signaes por ffleio de Corpus _^ Christi, _.; Natal. Quinta e Sexta-feira maiores, de balões pretos agora usados no Telegiapho Commer-j e os ( os Oragos das Frcguczias, mas tão somente ciai Portuense; e conbecendo-se que.resultarão ainda [nestas.» maiores vantagens da sua ampliação. Segundo a disposiçã J deste artigo á ninguém é permitticlo trabalho algum nosdias nelle designados, ainda Faz-se publico a todos os navegantes, Que do 1.* de Dezembro de 1849 em diante se fa no interior de suas cazas. rão os signaes seguintes: Não exceptuando esta Lei certos trabalhos urgentes, e outros motivados por forca maior, torna-se ab- 2 Balões juntos no topo do mastro Conserve-se rto N. surda; e não limitando a prohibição do trabalho ao tiabalho sujeito simplesmente á iuspecção publica torna-se 3 ditos dito dito Conserve^se ao S. 3 ditos dito no lais vexatória, e inquisitorial. da verga Ha 12 pís de anua Pode-se, por exemplo, prohibir a demolição de 2 ditos dito dito lia 11 pés de água prédios, que ameacem perigo imroinente? Pode-se prohibir o trabalho tendente á impedir ou extinguir inceu- 2 ditos dito no topo do mastro e 1 no lais da dios? Pode-se prohibir verga lia 10 pés de água a salvação de navios em perigo, encalhados, naufragados, e dos seus carregamentos? 1 dito no lais da verga Ha 9 pés de água Podem-se prohibir as operações cirúrgicas? Signaes já em uzo. Pode-se prohibir o trabalho nas lojas ou officinas Balão no topo, e 2 se parados no lais da verga ditos no lais da verga Venha para a barra. Poderá ser Pilotado a- proximando-se. 1 dito no topo do mastro, e outro no lais da verga JSão pode ser pilotado 1 dito no tono do mastro Faca-se ao mar. Potto 21 de Novenbro de Pela Coinmissno 'feíegrapho encarregada do Commercial, E. m Moser. (Do Nacional.) Analyse jurídica de nossa Lei Provincial n. 253 do 1. de Dezeinbro de * usando do direito, que nos confere ó artigo S." 3.» do Código Criminal vamos analysar a nossa famesa Lei Provincial acima citada. A idéa da cessação do trabalho no sétimo dia é sem duvida uma idéa muito religiosa, santa, e nobre, uma idea tão antiga como a existência do mundo, e d ella trata a Biblia em diversos lugares (1) Antes mesmo do estabelecimento do Christran.smo jà era rigorosamente observado entre diversos povos o preceito divino da cessação do trabalho e do commercio no sétimo dia. e boje é geralmente observado em todos os paiz.es onde impera o Christianismo, e mesmo ein outros menos civilisados, supposto que com mais ou menos devoção neste ou u'aquelle Paiz.. Por motivos meramente religiosos é que a Igreja Cathnlica \postolica Romana trausferio para o Domingo a ct,ssacào do trabalho, assim como o vedou em outios i,, nc o3(.3o Exoilo-can. 20 v. 11, c cap. SI r.- 17,.»nuR. u(<i o l>:-u:omnnniiii no oip. à. v. i-i...» «...., f.,,.fi, V(fe S-ilil...)..- u... i. n iii-é ilo ilcsranco do senhor leu l>«'<>s. M'iie íuo uni»...ni..,jil; ir-ui li. i. (.i.i "o '"-"'"..,,,., eiii o teu escravo, nem v,t da, u..,s porus para dentrot [wra que descance o teu cscidiu, 0 a lua especialmente incumbidas dos arranjos para o enterro dos mortos? Pode-se prohibir, que os Escrivães traballiem em seus cartórios quando não ha feriados ptira files em matei ia crime, quando as nossas leis fallào de certas cansas, que se podem tratar até em tempo de ferias? Pode-se vedar um trabalho nrgeniè no Correio, na Sejretaria da presidência, na Thesouraria, Alfaudega etc? É as Assembléãs Provinciaes podem legis lar sobre repartições, e objectos geraes? Estes e outros trabalhos urgentes e de força maior* qne não podião ser vedados, não fôrão comtudo txc«*ptuadosi Tão rigoroso não foi JESUS CHR1STO, que sendo aceusado por seus inimigos de haver com seus discípulos transgredido o Sabbado, fazendo nelle certos trabalhos eactos-^curando salvando vidas etc, respondeo-lhes=que cousas «avião para as quaes nenhum dia ou horaera impropria=e que demais o Sabbado havia sido feito em contemplação do homem, e não o homem em contemplação do Sabbado=» Nem se argumente Que os trabalhos, que não forão exceptuados estão por sua naturesa exceptuados, ou pelo menos na mente do legislador pois a lei, que ora analysamosé bastante clara, e te rui io ante para admittir taes excepeões Fira geralmenteprohibido todo o trabalho nos.domingos ete; e. onde a lei não distingue não devemos nós distinguir. Outra consideração á fazer sobre o artigo 1.» é que não limitando a prohibição do trabalho ao trabalho sujeito simplesmente á inspecção ocular do publico è sua disposição vexatória, é inquisitorial. E com efleito, nenhum senhor pôde empregar hoje seus escravos no interior de suas casas em qualquer serviço, embora urgente; do mesmo modo nenhum patrão á seus caixeiros em serviços relativos ao seu commercio e estabeleciinento; e pois o que fizer o contrario arrisca-se á vero interior de suas casas constantemente invadido pelos desalmadòs agentes da policia a pretexto de denuncias senão dos escravos, que são prohibidas por lei e dos caixeiros. que temerão coiíi ellas ser despedidos por seus amos, bem que não julguemos nenhum 'deite capaz de denunciar á estes, de outras quaesquer (2)0 pmli'r civil ii ;, píulc obrigar ninguém A cumprir preceito* religioso» "i-eceitwi de crenr,;, i!'.' consrcncii c ei. cuntícv"i.

6 6 pessoas! Não é isto um despropósito,, um vexame inqualificavel? De certo que sim. Aduresadalci ainda é maior em relação aos escravos, que muito terão que soffrer com a perda dos Domingos, se seus senhores condoídos de sua sorte não lhes derem outros dias equivalentes aos Domingos em que possão ganhar para si. Art Jslojas, earmasens de.seccosema- thadns, e tis Officinas de qualquer naluresa estarão -ekculas fepor todo o espaço d,aquetles dias. Eis-alii uma disposição verdadeiramente improficua. De que serve ordenar-se~-que se conservem fechadas as íejas. armazéns, Cofficinas sem a prohi bicão de vendér-sé em qualquer lugar, e por qualquer parte cousas que nellas existão? Quantas lojas, armazéns, quitandas e olhcinas não lia por ahi que tem outras communicàções não consideradas portas de entrada para o publico por onde se podem vender livremente as cousas nelías existentes? E taes vendas estão prolíibídasfiéla lei? Não certamente; e querer o contrario é querer uma verdadeira extorsão. Estão pi ohibídas as vendas de fazendas, e de quaesquer gêneros em taboleiros ambulantes ou! nos corredores tias casas particulares? Não certamente, e querer o contrario é querer uma verdadeira extorsão. Ora determinando o art. 214 do Código Criminal Que as disposições sobre a entrada na casa do cidadão não comprehendem as casas publicas de estalagem, e de jogo, e as lojas de bebidas, tabernas, e outras semelhantes em quanto estiverem abertas» éclaro que uma vez fechadas ás portas dellas. que servem de entrada única e franca para o publico está satisfeita a disposição do art da Lei, que anâlysamos, e por tanto a venda das cousas existei.tes nas casas que se manda conservar fechadas não é prohibida, com tanto qnè ngo seja feita pelas portas cónsideradas de entrada livre para o ' publico: isto não tem rèplica. ' ; '!'.;.:: ' ' - :'! Quando fosse vedado vender-se ainda pelos lugares de n3o communicação para o publico, o que negamos Bâo podiãò jamais os compradores soffrer pena alguma. Isto não obstante, somos informados, que os soldados d? policia, alguns dos quaes disfarçados, tem Ousado revistamos Domingos as vasilhas e mais objectos, que levão os negros, para verem se comprarão ou- se vão comprar alguma cousa; e outros ha, que ate tem querido prender á aquellcs que elles suspeitão de quererem comprar, por estarem próximos ás quitandas, embora fecha das as portas destas T As próprias pretas, que vendem pelas ruas. e os negros qiie conduzem canecos d'agoa tem sido vexados pela policia 1' Sèritiores da policia, ponde um termo á estes, éâ outros excessos! Vede que adei provincial não os autliòrisa, neto impõe pena de prisão á pessoa alguma, e somente à de multa, e esta apenas para os infractores de suas disposições... Art Aí quitandas ou mercados de eomestieéts estaràõ abertas iomentè até no medo dia. Esta disposição quanto ás quitandas é utíl, porque nas tardes e noites dos Domingos, e Dias santos de guarda erão muitas dellas verdadeiro valhacouto'de negros, e dqs marinheiros dos navios mercantes e dos vasos de guerra aqui estacionados, os quaes erobriagavão-se, e fazião alii con^ imundos alaridos, pois é incontestável, que entre nós é quási nenhuma a acção de nossa - policia. Más o que são quitandas entre nós? Pelo Aviso' n. frl de 31 de Julho de 1844, do Ministério da Fazenda, se «levem entender por quitandas-aquéllascâzasem qüe prin- «ipalmente se vendem verduras, frutas, carv"o, lenha, ovos, e outras miudezas semelhantes, ainda que nellas lambem se vendao alguns gêneros comestíveis da terra, como farinha, arroz, milho etc, por peso tíu medida em pequena quaatidade» Segundo a doutrina deste Aviso quitandas são as nossas chamadas liarracas pois o que entre nós se charoa -quitanda tem n*oufra.s partes do Império a denomitiáção de taliemrí. Seja como for, ê necessário emenderas palavras conforme a significação, que tem ao lugar onde são empregadas, e parece-nos, que nas palavras mercados de comestíveis e^tão couipreliendidas as nossas chamadas barracas. Útil foi também a providencia de se conservarem a- bertas até ao meio dia as nossas quitandas e barracas pois é extraordinária a classedas pessoas necessitadas, è por tanto nem todos se poderiao prover nas vésperas dos dias de cessação do trabalho, e do commercio dos generos de que podião precisar nestes dias, e mesmo assim" algumas famílias sè verão embaraçadas para obsequiarem as pessoas que chegarem inesperadamente ás suas cazas depois do meio dia, ou que as forem visitar á noite. Ny0 sabemos em verdade porque se prohibi) ( ainda que ju. direcíamente) a venda de certos gêneros de uso diário e doméstico. ' Nesta capital não será talvez tão espinhosa a comprehensão desta lei; porém no interior da onde cazas ha, província que se podem considerar á um tempo loja quitanda barraca e botica, por conterem em si o que se acha nestas cazas, haverá sem duvida bastante difficuldade cm conciliar para com ellas as disposições dos 1 c J 2. do artigo 1. «è a doartigo 2. «E' portanto evidente, que esta lei da maneira porq le se acha con ebiiki pode ser muito vexatória, e tornar-se um iustrumanto de persiguição. Art. 2. A probibição do % 1,» não è evlensiva aos cortes de carne verde, boticas, e pai (irias. Esta excepçüo com quanto expressa não é a única nem firma a regra geral das cazas que se podem conservar aliei - tas iio$ dias designados no art. I. E com eitcito, nas vras-lojas armazéns pala- de seceps e molhados olüciuas de qualquer natureza quitandas e mercados de comestiveis não se achao comprehendidas as caras de talágens hotéis botequins pasto es- propriamente ditos cazas de bilhar édvutros jogos lícitos casas de reírescos -e de recreios públicos etc; e querer o contrario é querer uma extorsao dosdínheiros públicos; e haveria até uma verdadeira barbaridade eui mandar-se fechar depois do meio dia as cazas de hospedaria. E còusa hotavel, os escriptorio* podem estar abertos, mas éprohibido trabalhar nelles por virtude do arligo 1. \ Que destempero! Art. 3. * Os infractores desta Lei teràõ a mu'ia de dez mitreis, e na reincidência o duplo: esta multa fará parte da renda municipal dõ Termo em que residirem as pessoas multadas. Antes de tudo damos graças á Providencia por não se ter lembrado a nossa Asseuibléa Provincial de impor ao infractores da Lei que anâlysamos pena-s de prisão, o p < se haver contentado com uma pequena- multa, porque iiu contrário maior seria o mal. 4 primeira consideração á fazer é quem são os /,, fraetom? São infractores tanto os que trabalhão como os que mandãp trabalhar? O escravo que trabalha ordem por de seu,senhor, o caixeiio de seu- amo, o discípulo do seu mestre etc devem pagar, a multa ou som ente ordena quem, p trabalho ou ambos o que obedece, e o que ordena? Eis ahi uma não pequena complicação na imposição, pratica das multas. A segunda consideração à fazer sobre este artigo é como se entende o duplo da multa nas reincidências? Qiiem jà foi multado n'um dia pode ser novamente multado no mesmo dia, se continuar á infringir durante elle a Lei - quando não se tratar de diversa disposic o da que deo lugar á multa? Quem multado na primeira vez em dez mil reis, na segunda,em vinte, na terceira ejn quanto scrà? Em trinta? Não por certo, porque trinta não é b duplo de dsz, nem tão pouco quarenta; deve ser portanto em vinte igualmente- Depois da primeira multa todas as que se seguirem serão de vinte, hajão quantas reincidências houverem; ainda que da lettra e espirito da lei collige-se que não ha multa depois da reincidência ou da segunda infracçãoda lei! Cumpre todavia notar, que não ha reincidência senão na repetição da infracção d'uma disposição dada: a->sim pode-se ser multado três vezes, e pagar-se apenas dez mil reis de cada vez, quando forem diversas as db^oai-

7 --'^ções transgredidas; um indivíduo pode ser urultatlo, por! hbo '<!òm azeitonas, 1 canastra com rifadas e nózesf, exemplo, por estar trabalhando, e pode ser multado depois por ler loja ou oflicina aberta. 1 caixote com 2 mangas de vidro. A hora meio dia em que se devem fedi ar as quitandas e mercados de comestíveis è outra arma para ití- porto o Paiackò Americano =Gàrlahd^ 'vindo Müàifcstò da carga que perlendc descarregar neste justas multas, pois não havendo uma bitola invariável das de Salem. horas, e achando-se os Relógios de nossas Igrejas com dores de barriga quasi sempre, teráõ os 300 Barricas com farinha de trigo, 58 pacotes pobres quitantleirosoude comprarem o seu caldeirão para saberem com 60 peças de cabo. (wro&imàdamente quando é meio dia, ou de serem victitnas dos desatinados agentes da policia, seus mortaes inijnigos.,. A' fé de Christão, que duvidamos, que uma só Câmara Municipal seja capaz de arrecadar as multas pelas Infracçoes desta Lei, que estamos analysando, pois irinumeras são as duvidas* que ella offerece na sua execução pratica, e por tanto os Juizes e Tribunaes não deixarão de áttender as considerações dos cidadãos multados, Eis ahi o resultado de leis feitas k esmo, e precipitadaniente! E' de absoluta necessidade, que S. Exe. expeçà quanto antes um regulamento adequado à boa execução da sobreditá Lei: aliás será ella uma verdadeira maquina infernal, e o. tempo mostrará se estamos em erro. Coin este regulamento, e com a prafie* adquirida tomarà então a nova Assembléa Provincial em melhor consideração a idéa da cessação do trabalho em certos dias. Ainda teremos occasião dé fazer'outras reflexões sobre este assumpto. Ims»ortaçaõ. Manifesto dd carga da Barca Portugueza *±Carolina= vinda do Porto. 3 Caixas com livros e impressos, 1 dita com raizes de llores, 4 ditas com espingardas, fitas e retrós, 1 dita com macela, 1! dita com riscados d'algodáo, 8, ditas cotu tamancos, 1 dita com enxertos de niacieira e Pereira, 3 ditas com chapeos de Braga, 4 ditas com íexaduras, 3 barris com enxadas, 31 eunbetes com foucese machados, 5 caixas com rápé, 1 dita cot» albardoens, 1 dita com retrós, 2 ditas com.cera eni velhis, 1 dita com estopa e pano dè linho, 1 dita e 11 barris com peixe, 120 barris com chumbo, 2 ditos com paios, 1 resina de papel dê erabiulho, 119 cadeiras, e 9 camapés. 1 marquezá, 2 mezas, 14 barris com repolho, 5 ditos cottí presüntiis, 2^ Barris e 44 pipas com tinho, 2 pipas còm vinagre, 8 barris com azeite, 2 latas com sálpicoens, e 12 ancoretas, 2 embrulhos com panos de linho, coudeca com latas de doce, 1 dita com linha de unho, 40 barricas com baealliao, 52 canastras e caixaens com castaohas, 393 canastras com batatas 169 ditas com maçãs, 541 aneoretas «50 bstfis' eóa* a- zeitonas, 1 caixão com agoa das caldas, 1 dito com palheta fatça, 1 lata com colleção de musica, 1 embrulho e 3 pares dei meias de seda. 1 dito e 1 caixote com obras de prata, 1 cunhete e 1 embrulho com meias de linho. 2 caixoeiis com fio para fogueteiro, 1 ancoreta com carne de porco. 2 caixas com nozes; 3 ditas com ligos, SditaS com plantas.4 condcca com miudezas, 1 amarrado com arcos de páo. sacas com tremoç?s. 1 golpelha de ligos, 1 eunhete com diversas fazendas, 1 porção e 25 canastras com sehollas. Declarações. 1 Cunhete, 1 embrulho. 1 caixa, ignoro, 1 saro «om barretee, 1 canastra com castanhas, 1 barril^ Manifesto da carga dá Brigue Escuna Brazileiro =Laura= vindo do Pará. 355 Sacas com cacau, 400 estacas de Acapú. 260 sacas com borracha, 20 paneiros com urucu, 56 peçás de Piassaba, 188 alqueires com tapiòca, 40 roí- ÍOs de salca 2 caixas com cuias, calçado de borracha, borrachinbas e 1 busto, 3 Caixas com queijos, 10 caixas com livros. 1 barrica com enxofre, í dita com* salitre, 1 caixa com mirinó; 12 barriquririhas com sardiuhas. Manifesto da carga do Brigue Escuna Brasileiro Josepliá^- vinda do Pará. 4:000 Alqueires dé castanha, 427 sacas e 47 Caixas com borracha', 2 caixas com buxo de peixe. Manifesto da cãrgd do fírig<ie ínglez =Zenobia=* vindo dè Pernambuco. 300 Tonelladás dè carvão, uma porção MoViiíicnfo do Porto. ENTRADA DÒ DIA 24. de taboas. Pernambuco Brigue ínglez Zenpna, em 6 dias de vlàgimii dê 327 torf. Cap. Joaõ Sfrwart corisign. ; ao mesmo Cap- 14 pessoas de trip. passou pelo pliarol clé Santa Anua as 10 horas da noite estava em boa luz de Itacnlomin de dia. 26, para Brigue Escuna Laura, com 7 dias de viagem,' de 163 Toneladas, Capitão Antônio Ferreira da Silva Santos 13 pessoas de tripulação, carga di- I vercos gêneros avistou o pharol de Itacolomin as 3 horas da mauhab, passajeiros, Alfere» Joaquim ;j José de Oliveira, e Francisco Mendes Pereira Junior, e José Furtado. 27,-j... ííavkê Brigiié Francéz Esmeralda, de 148 toneladas com 35 dias.de viage n consignado a Manoel Joaquim d'àzevedo, Capitão Lancelot com 6 pessoas'de. tripulação, carga vários gêneros. Passou pelos phàrões de dia, passageiros, francez Doval Antônio"'Rafael.' A para Brigue Escuna Nacional, Jozefa. em 10 dias dé viagem. Capitão Jos*é Manoel Barboza, 12 pessoas de tripulação, carga Vários gêneros, de 132 toneladas, cousignado a Gomes & Neves, passou pêlos pharoes de madrugada estava com boa luz. _.. * (Derinaudo Domingos Carpiriíèirò estando en- Bearregado, de receber cartas de Manoel Foutanve como lhe foi remetida uma carta pela Agencia de Pernambuco com uma pro

8 curaçaõ dentro para puder despachar huma caixa de fazendas que se acha na Alfândega desta Cidade com a marca M. F. e como esta carta naõ aparece nem na Agencia nem no correio roga-se a alguma pessoa que a tirasse por engano de hir entregar ao annunciante ou botala no correio protestando por qualquer que faça uzo da dita procuração quando naõ seja Manoel Fontam ou pessoa de sua ordem por prejuízo percas e danos, alem da causa crime que por direitos se deve intentar. M) IfjESTA lypographia se diz quem precisa de uma Hpessoa diligente, que saiba ler e escrever» e com boas abonações. (1.) Intonio Francisco de Oliveira, na caza n. 7 iídefronte do Theatro Uniaõ, continua a cohrir e concertar chapéus de sol. (1) SUPERIOR MPfim ÜF Despachado no dia 11 do corrente vende-se na Loja do Perequito na rua grande n. 27.(1; branco como de cores, e de papel regular, e simpies, Al-nasso, florette, de pezo. encorpado rfc. Bom sorhmento de objectos para Dezenho, como lapis finíssimos, crayons. carvões, lápis a pastel, sfu pinhos, compassos completos, papel encorpado gran- ÈLSILT" * **papelá0'ciail «* -8- Domingues Castro vende por preço razoavel uma preta robusta e.sadia, própria Joze para todo o serviço de caza e de rua, e umpreto próprio para serviço de roça: estes escravos vendem-se pur precisão dos seus senhor^ (3) pessoas que se julgarem Credorasà extinc As ta firma de Ramalho & G.* sirvam-se de apresentar Mias contas no p azo de dez dias ao abaixo assignado, Sócio Iiquidante, serem coiferidas, para e pagas. Maranhão 18 de Dezebmro de 18/f9. Agostinho Domingos Ramalho. (2) OAbaixoassigndieslàauthorizado para vender boas barcadas de pedra por preço iazoavel, quem preeizar derija-se ao mesmo na praia Grande, defronte do Sr. J. Bento Borges. Maranhão 18 de Dezembro de 18/i9. Antônio Luiz Pinto. (2) Posl-scriptum. MARANHÃO 28 DE DEZEMBRO DE lanpnriitra». Meias rebecas, próprias para meninos de pouca idade. Rebecas yiulletas, reguiares com caixa, ou sem ellas. ou Violas rçgulares. Uni Violoncello, ou rabecão pequeno, muito bom, a moderna com caixa. Um Contra baixo, ou Rabecão-grande, com caixa. Violões, ou Guittarras mui afflnadas. Todas as Gordas para estes instrumentos, mui boas. e novas. Arcos mui finos* resina, Surdinas, sedas para arcos, e Alamirés. Um fagote. muito bom. *, í com bandejas, 1 dita com Flautas. Flautins, porcelana e vidros Clarinettás.-e para cancheiros 2 ditas com lenços d-algudaõ, Requintas, Bocaes 1 dita para alguns com canibraias, 1 dita cn,n sedas, d'estes últimos instrumentos. Bom.sortimeotode gases, blond &c, 1 dita com papel para muzica. de papel Tmpenal, de fitas e cortes de vestidos, 1 caixa com fitas, 1 papel riscado, dita com de papel dourado, tanto candieiros, torcidas e vidros, 1 dita com sedas, artigos de Paris, instrumento de musica, oclos algodão, Iam. leques, gases, 600 Panciros com batatas. Manifesto da carga que pertende descarregar netie porto o Brigue Fnincez^Emieralda vindo do Uaere. 10 Caixas com chapeos para homens, 1 dita de ditos para meninos 1 dita de ditos para Sras 1 com dila torcidas, 2 ditas com vidros de tinta e obreiàs 1 dita com luvas e leques, 1 dita com agoa de colônia dita 1 com perfumarias 12 ditas com chrisiaes 1 te com lâmpadas, paço- solares e vidros. 1 caixa com candieiros, 1 dita com bengalas, pérolas, e botões, 2 ditas Exportação, Manifesto da carga qne conduz o Patacho Ilespaiúol Bomano-vindo de Havana. 1:543 Sacas com Arros. Estes, e outros muitíssimos objectos que com elles tem re ação achão-se á venda por preços módicos. P«?os á vista, no Deposito de Livros, papel etais Maranhão 18 de Dezembro de (2j 0"em tiver para vender falle nesta Typo-ra NOTICIA LOCAL. Na rua da cruz, ja perto da de SanfAnna, d'um quartinho alugado por um escravo alfaiate da Sra viuva Gadet, salna fétido taõ punido até a porta, que attrahio a attençao de algumas pessoas; e como desde véspera de natal se naõ tinha visto o dito escravo, p irlicipou-se á lohciaque mcootineote mandou abrir, e acharão o corpo do inquilino ja em putrefação, e segundo o exame dos facultativos parece qne esta morte foi de attaque a- popletico, o acontecida na noite do dia de natal, pois que este escravo veio nessa noite do sitio de sua Sra..Maranhão; Imjx de M;'K-i 'i; -IfiV,

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