HARDWARE E TIPOLOGIAS DE REDE

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1 HARDWARE E TIPOLOGIAS DE REDE Curso: Sistemas de Telecomunicações Janeiro de 2012 Formador: Cosmin Constantinescu Conteúdos Redes Redes mundiais WAN Redes locais Lan Tipos Tipologias de Rede Ethernet Token-ring Anel Bus Estrela Arvore Malha Protocolos de comunicação TCP/IP IPX/SPX NETBEUI Meios físicos de uma rede Placas de rede Modems Repetidores Bridges Routers Switches 1

2 Objectivos Instalar e efectuar a manutenção de redes. 1. Redes 2

3 Classificação das redes quanto à sua dimensão (1/4) LAN (Local Area Network) rede local confinada a uma sala ou, no máximo, a um edifício. CN (Campus Network) rede que interliga redes locais em edifícios próximos. Classificação das redes quanto à sua dimensão(2/4) MAN (Metropolitan Area Network) rede alargada a uma cidade ou região. WAN (Wide Area Network) rede alargada a um país ou até ao mundo inteiro... WLAN (Wireless Local Area Network) rede sem fios local confinada a uma sala ou, no máximo, a um edifício. 3

4 2. Tipologias de redes Tipos de Tipologias de Redes Existem várias formas de como as redes se encontram estruturadas / distribuídas: Bus (Barramento) Star (Estrela) Ring (Anel) Tree (Arvore) Malha Ethernet Token-Ring 4

5 Topologia em Barramento (Bus) Todos os computadores ligados a um cabo comum que tem as duas extremidades separadas. Topologia em Barramento (Bus) Vantagens Serem relativamente simples de montar, pelo que foi esta a solução que imperou durante vários anos a nível de redes locais; são pouco exigentes em termos do tipo de equipamento e comprimento de cabos, sendo por isso baratas. 5

6 Topologia em Barramento (Bus) Desvantagens Uma avaria no cabo backbone, ao qual se ligam os outros computadores, invalida o funcionamento da rede; Pouca possibilidade de expansão, já que se o cabo backbone não for suficiente para se poderem ligar mais, há que substituí-lo por outro; Topologia em Barramento (Bus) A remoção ou adição de um dispositivo à rede deve ser feita com todos os computadores desligados; Pode ser difícil detectar a origem de uma falha na rede. 6

7 Topologia em Estrela (star) Todos os computadores ligados a um dispositivo concentrador, que pode ser um hub ou um switch. Topologia em Estrela (star) Vantagens Muito fácil de montar e configurar; Não é necessário parar o funcionamento da rede para inserir ou remover dispositivos; É fácil detectar os dispositivos avariados. 7

8 Topologia em estrela (star) Desvantagens Requer mais cabo do que a topologia em bus; A avaria do concentrador implica a falha da rede; Devido ao custo do concentrador, é mais cara do que a topologia em bus. Topologia em anel (Ring) Todos os computadores ligados a um cabo comum fechado em anel. As mensagens passam de computador em computador até chegar ao destino. 8

9 Topologia em anel (Ring) Vantagens Muito boa para um pequeno número de postos com ligação a alta velocidade. A expansão da rede é facilmente conseguida. Ideal para o uso de fibra óptica, devido ao facto, de que cada posto poder estar directamente ligado ao outro. Topologia em anel (Ring) Desvantagens Os atrasos entre transmissões são grandes mesmo com o tráfego ligeiro. Necessidade de hardware adequado para a ligação dos computadores às redes. Para que a rede funcione é necessário que todos os computadores estejam ligados. A avaria de um computador pode invalidar a rede (depende do tipo de anel) e não é fácil identificar o posto avariado. 9

10 Topologia em árvore (tree) Várias sub-redes interligadas. A ligação entre elas pode ser feita a partir de um dispositivo centralizador ou a um cabo comum que tomará o nome de backbone. Topologia em árvore (tree) Vantagens Ligação ponto-a-ponto entre as sub-redes. Permite o controlo por parte de um servidor central que pode estar por detrás do dispositivo centralizador ou do backbone. Suportada pela grande maioria de fabricantes de hardware e software. 10

11 Topologia em árvore (tree) Desvantagens Se o dispositivo centralizador ou o backbone falha, a rede também falha. Normalmente usa dispositivos caros, sobretudo na configuração com dispositivo centralizador. Topologia em malha Sem forma definida, todos os computadores estão ligados a todos os outros. 11

12 Topologia em malha Vantagens Estabilidade: a redundância das ligações garante que as mensagens têm sempre um caminho possível. Segurança: devido à existência de linhas dedicadas, apenas o destinatário recebe a mensagem que lhe é destinada. Topologia em malha Desvantagens Mais cabo necessário do que em qualquer outra topologia. Necessárias muitas portas de I/O, o que pode ser extremamente dispendioso. 12

13 Tecnologia Ethernet Designada por padrão IEEE Tecnologia desenvolvida pela Xerox, Intel e pela DEC, em meados da década de 70 Utiliza a técnica CSMA/CD Trata-se de uma técnica de controlo de acesso ao meio de comunicação Ethernet 10 Mbps Primeira especificação da tecnologia ethernet que permitia um débito binário de 10 Mbps 13

14 Ethernet 100 Mbps A necessidade crescente de largura de banda levou ao seu desenvolvimento, designada por Fast Ethernet Possibilita débitos de 100Mbps Ethernet 1 Gbps Esta tecnologia foi desenvolvida entre 1996 e 1999 Características Compatibilidade com tecnologia ethernet 10 e 100 Mbps Funcionamento em half-duplex e full-duplex Manutenção do método CSMA/CD 14

15 Ethernet 10 Gbps Neste momento encontra-se em estudo esta nova velocidade de tecnologia ethernet Tecnologia Token Ring Utiliza a técnica de acesso por token Os nós estão dispostos em anel e cada nó possui uma ligação física independente com o nó anterior e com o nó seguinte 15

16 3. Protocolos de comunicação Protocolo TCP/IP A sigla TCP/IP designa o par de protocolos mais conhecidos de um conjunto de muitos que dão suporte à Internet e, actualmente, a todas as redes locais e MAN que a ela têm acesso. OIP é responsável por endereçar os postos na rede identificando-os por números (os endereços IP) e pela formação dos pacotes devidamente endereçados. OTCP trata de criar uma ligação entre o emissor e o receptor; de controlar os erros, pedindo retransmissão dos pacotes recebidos com erros ou não recebidos e da recepção ordenada dos pacotes. 16

17 Protocolo IPX/SPX IPX é um protocolo proprietário da Novell. O IPX opera na camada de rede. O protocolo Novell IPX/SPX ou Internetwork Packet Exchange/Sequenced Packet Exchange' é um protocolo proprietário desenvolvido pela Novell, variante do protocolo "Xerox Network Systems" (XNS). IPX é o protocolo nativo do NetWare - sistema operacional cliente-servidor que fornece aos clientes serviços de partilha de ficheiros, impressão, comunicação, fax, segurança, funções de correio electrónico, etc. O IPX/SPX tornou-se proeminente durante o início dos anos 80 como uma parte integrante do Netware, da Novell. O NetWare tornou-se um padrão de facto para o Sistema Operativo de Rede (SOR), da primeira geração de Redes Locais. A Novell complementou o seu SOR com um conjunto de aplicações orientada para negócios, e utilitários para conexão das máquinas cliente. Protocolo NETBEUI (NetBIOS Enhanced User Interface) O NetBEUI é um protocolo da Microsoft, na qual, acompanha todos os seus sistemas operacionais e produtos de redes. Foi criado originalmente pela IBM, na época em que a IBM e a Microsoft possuíam uma parceria para a produção de sistemas operacionais e softwares. Ele é uma versão melhorada do protocolo NetBIOS utilizado por sistemas operacionais de rede tais como LAN Manager, LAN Server, Windows for Workgroups, Windows 95 e Windows NT. No início e na terminologia da IBM o protocolo foi chamado NetBIOS. NetBEUI tem sido trocado pelo TCP/IP nas redes modernas. 17

18 Protocolo NETBEUI (NetBIOS Enhanced User Interface) Ao contrário do TCP/IP, o NetBEUI foi concebido para ser utilizado apenas em pequenas redes, e por isso acabou tornando-se um protocolo extremamente simples, que tem um bom desempenho e não precisa de nenhuma configuração manual, como no TCP/IP. Em compensação, o NetBEUI pode ser utilizado em redes de no máximo 255 microcomputadores e não é roteável, ou seja, não é permitido interligar duas redes com ele. É possível manter o NetBIOS activo junto com o TCI/IP ou outros protocolos, neste caso os clientes tentarão se comunicar utilizando todos os protocolos disponíveis. Apesar de suas limitações, o NetBEUI ainda é bastante utilizado em pequenas redes, por ser fácil de instalar e utilizar, e ser razoavelmente rápido. 4. Meios Físicos de uma Rede 18

19 Placas de Rede As placas de rede são periféricos de entrada e saída. São utilizadas para interligar um computador a uma rede local informática. Tipos de Ligação da Placa de Rede Ligação com ficha BNC. Ligação com ficha de 15 pinos. Ligação com ficha Rj45. Ligação com ficha Rj11. Ligação com ficha SC (fibra óptica). Ligação sem fios: Infravermelhos Ondas de rádio Microondas Ondas de satélite 19

20 Tipos de Ligação da Placa de Rede Ficha BNC Ficha RJ45 e RJ11 Ficha 15 Pinos Ficha SC Fibra Óptica Modems O modem é um periférico de entrada e saída. Tem como função converter os sinais digitais do computador em sinais capazes de serem transmitidos pelas linhas telefónicas. 20

21 Categorias dos Modems Modem analógico utilizado em linhas telefónicas analógicas. Modem digital utilizando em linhas telefónicas digitais (RDIS). Modem cabo utilizado para interligar um computador ao circuito de televisão por cabo. Repetidores Regenera os sinais em termos de forma e amplitude. Frequentemente, existem outros aparelhos como os hubs que desempenham também esta função. 21

22 Switch Dispositivo centralizador que permite a ligação dedicada entre dois quaisquer postos ligados a ele. Nunca há colisões porque os switches são fullduplex! Bridge As bridges permitem a segmentação das redes, ou seja, a criação de sub-redes (ou segmentos), ao isolar as sub-redes e permitindo a passagem de frames de uma sub-rede (ou segmento) para outra apenas quando o emissor e o receptor estão em sub-redes (ou segmentos) diferentes. 22

23 Bridge Router Os routers são dispositivos de encaminhamento de mensagens entre redes diferentes e, eventualmente, quando entre emissor e receptor existem vários caminhos possíveis. Fazem-no através de uma tabela de routing, espécie de mapa da rede que os permite localizar os computadores e routers a que está ligado. 23

24 Router Gateways Os gateways são todos aqueles dispositivos que permitem o acesso de uma rede ao seu exterior (o que pode englobar switches, bridges e routers) 24

25 5. Cablagem de rede estruturada Conceitos básicos O conceito de cablagem estruturada está associado à necessidade de planear os sistemas de cablagem de dados e voz (ligações telefónicas); A instalação de cablagens é um processo dispendioso e de preferência na fase final de construção dos edifícios, ou em remodelações profundas; O ideal é que o sistema de cabos seja capaz de prolongar a sua vida para além da dos equipamentos activos, permitindo a evolução técnica destes sem necessidade de substituição das cablagens; O sistema de cablagens não deve ser projectado para as necessidades do equipamento activo a colocar, é necessário ver mais além, quer em termos tecnológicos quer em termos das necessidades do cliente; Sendo um sistema que se destina a ser reutilizado em evoluções futuras dos sistemas de comunicação é fundamental seguir normas e documentar da melhor forma possível todo o sistema de cablagens: notoriamente as normas ANSI TIA/EIA-T568A, ISO/IEC e EN 50173; Além destas normas existe um conjunto de "boas práticas" que derivam em grande parte do "bom senso". 25

26 Cablagem em níveis hierárquicos #1 Devem ser definidos vários níveis de circulação de informação; Este tipo de organização facilita a gestão e a manutenção, correspondendo directamente às características físicas da distribuição espacial dos nós de rede a interligar; Trata-se de uma estrutura em árvore em que as ligações aos nós de um dado nível confluem num único nó do nível superior. Cada nível é portanto uma estrutura em estrela que interliga um ou mais centros de distribuição de cablagens a vários centros de distribuição em nível hierárquico imediatamente abaixo; Estes centros de distribuição, normalmente designados de "distribuidores" são normalmente colocados em armários apropriados, conhecidos por armários de distribuição; Cablagem em níveis hierárquicos #2 Nível de "campus - (subsistema de backbone de campus) assegura a interligação entre diferentes edifícios, é por isso o topo da hierarquia. Trata-se de uma estrutura em estrela centrada num distribuidor de "campus" que irradia ligações para os distribuidores de nível inferior (distribuidores de edifício). A ligação de todo o sistema ao exterior (internet) é normalmente implementada no distribuidor de "campus". É genericamente o local adequado para instalar recursos que serão partilhados por todos os nós do "campus". Nível de edifício - (subsistema de backbone de edifício) faz a interligação entre os distribuidores de edifício e os distribuidores de piso. Por norma cada piso tem o seu próprio distribuidor, em casos de pisos muito pequenos é possível usar um mesmo distribuidor para mais do que um piso. Também é aceitável que um dos distribuidores de piso seja simultaneamente o distribuidor de edifício. Nível de piso - (subsistema de piso ou subsistema horizontal) faz a interligação entre os distribuidores de piso e as tomadas de rede que estão espalhadas pelas várias zonas do piso. Pode existir (quando se justifique) um nível inferior designado subsistema de zona ou subsistema de área de trabalho. Caso exista os distribuidores de zona estarão ligados ao distribuidor de piso e as tomadas de rede da zona passam a estar ligadas ao distribuidor de zona. 26

27 Regras #1 Localização dos serviços de rede - o acesso aos serviços deve ser realizado em sentido ascendente, ou dito de outro modo os clientes de um serviço devem situar-se em níveis inferiores ao da localização do serviço. Esta regra prende-se com a racionalização da utilização da rede, minimizando os percursos da informação. Capacidades das cablagens - a capacidade de transporte de informação das interligações nos vários níveis deve ser crescente no sentido ascendente. O aumento da capacidade não significa necessariamente a utilização de um tipo de cabo diferente (fibra óptica), a montagem de cabos em paralelo, passíveis de serem agregadas ("trunking"), produz o mesmo efeito. Distribuidores de piso Por cada 1000 m2 de área bruta deve existir pelo menos um distribuidor de piso (ISO/IEC 11801); Se possível os distribuidores de piso devem ter uma localização central relativamente ao piso de forma a minimizar o comprimento da cablagem horizontal. O raio de acção do distribuidor de piso ou de zona não deve ultrapassar 80 metros. Esta regra é válida mesmo para cablagem de fibra óptica (TIA/EIA-T568A). Regras #2 Comprimento dos cabos de interligação de distribuidores e tomadas de rede - para cabos de cobre, nunca pode exceder 90 metros em nenhum caso. Para fibra óptica não deve exceder 90 metros na cablagem horizontal (piso e zona), nas interligação de pisos (backbone de edifício) não pode exceder 500 metros e na interligação de edifícios (backbone de campus) não pode exceder 1500 metros. Ligações redundantes - embora seja contrário ao principio da estrutura hierárquica, para garantir redundância nas comunicações podem ser instalados cabos a interligar distribuidores de edifício, ou até mesmo distribuidores de piso. Tomadas de rede - por cada 10 m2 de área devem existir duas tomadas de rede (ISO/IEC 11801), este é um valor indicativo pois poderá variar conforme o tipo de utilização que o espaço irá ter. Arquitectura óptica centralizada - nesta variante prevista para cablagens totalmente ópticas os distribuidores de piso são eliminados, sendo a distribuição para todo o edifício realizada do distribuidor de edifício, neste caso o comprimento máximo dos cabos passa de 90 para 500 metros. Número de ligações por armário - o número de ligações concentradas em cada distribuidor não deve ser muito elevado para não tornar a sua instalação demasiado complexa. Num distribuidor de piso não se deve exceder as 250 ligações no respectivo armário, em caso de necessidade podem ser colocados dois armários lado a lado. 27

28 Tipos de cabo Actualmente, existem duas opções base: cobre ou fibra óptica. Estas duas opções têm grandes implicações, nomeadamente sob o ponto de vista de evolução técnica. O cabo de cobre 5E parece estar no limite da sua capacidade máxima com o valor actual de 1 Gbps. Os cabos de fibra óptica estão muito longe de ver a sua capacidade esgotada. A fibra óptica tem um custo ligeiramente mais elevado e maiores dificuldades na instalação. A norma ISO/IEC só aceita cabos de cobre no subsistema horizontal, não em níveis superiores. Segundo a norma TIA/EIA-T568A ainda é admissível a utilização de cabo de cobre em "backbone" desde que os pares possuam blindagem individual (STP). Os cabos de cobre 5E nunca podem ultrapassar um comprimento total de 100 metros. Os cabos de fibra óptica multimodo podem ter um comprimento total até 2000 metros. Os cabos de fibra óptica monomodo podem ter um comprimento total superior a meia centena de quilómetros. Cabos de cobre do tipo 5E #1 Trata-se de cabos constituídos por 8 condutores de cobre entrançados dois a dois, constituindo assim quatro pares. Os oito condutores são identificados por um código de cores, em que cada par entrançado possui uma cor própria: VERDE; LARANJA; AZUL e CASTANHO. Em cada par os dois condutores usam a cor que os identifica, mas um dos condutores do par possui também riscas brancas. As normas EIA/TIA 568A (AT&T 258B) e EIA/TIA 568B (AT&T 258A) definem duas alternativas para utilização dos 4 pares, nomeadamente a forma de ligação aos conectores ISO 8877 (RJ45): NOTAS: É absolutamente indiferente qual das duas normas é adoptada, mas é aconselhável usar a mesma norma em todo o conjunto de cablagem estruturada. Todos os cabos tem de ser montados sob a mesma normas nas duas extremidades. 28

29 Cabos de cobre do tipo 5E #2 Para a montagem do conector (macho ou fêmea) é necessário desentrançar os pares, a zona desentrançada não deve exceder 12 mm. No contexto da cablagem estruturada os conectores ISO 8877 macho servem unicamente para construir chicotes ou "patches", trata-se de um cabo solto com dois conectores ISO 8877 macho nas extremidades. Os chicotes podem ter vários comprimentos, normalmente entre 0,5 metros e 5 metros. Os chicotes são usados para interligar a cablagem estruturada aos equipamentos activos. Uma vez que a norma ISO/IEC indica um comprimento máximo de 90 metros para os segmentos de cobre 5E, indica também um comprimento máximo de 10 metros para o conjunto dos dois chicotes ligados nas extremidades do segmento. No limite é possível um comprimento de cabo entre dois equipamentos activos de 100 metros. A utilização que vai ser dada a cada par depende da tecnologia que vai ser usada sobre o sistema de cablagem, por exemplo as redes Ethernet a 10 Mbps (10baseT) e 100 Mbps (100baseTX) usam os pinos 1 e 2 para emitir dados (TX) e os pinos 3 e 6 para receber dados (RX). As redes Ethernet a 1 Gbps usam quatro pares bidireccionais, pinos 1 e 2 para o canal A, pinos 3 e 6 para o canal B, pinos 4 e 5 para o canal C e pinos 7 e 8 para o canal D. Cabos de cobre do tipo 5E #3 Os conectores ISO 8877 fêmea (figura acima) são usados em: equipamentos activos: computadores, comutadores de rede, concentradores. extremidades das ligações entre distribuidores do sistema de cablagem estruturada, estes conectores são agrupados em painéis conhecidos por painéis de interligação ("patch panels"). tomadas de rede, ou seja terminação do subsistema horizontal ou de zona. A interligação destes conectores entre si é assegurada pelos chicotes referidos atrás. Ao contrário do que acontece para os conectores ISO 8877 macho, no caso dos conectores ISO 8877 fêmea não existe uma forma generalizada de ligação do cabo ao conector. Existem vários modelos, sendo que muitos exigem ferramentas especializadas fornecidas pelo fabricante. Seja qual for a forma de aplicação o código de cores (568A ou 568B) deve estar definido de forma bem clara e deve ser metodicamente respeitado nas duas extremidades do segmento e de uma forma geral em toda a instalação deve ser adoptada uma das duas normas. 29

30 Cabos de cobre do tipo 5E #4 Cabo directo ou normal (Straight-through) Vs Cabo cruzado (Crossover) Aprincipaldiferença entre um cabo cruzado e um cabo directo, é que no cabo cruzado os fios estão dispostos de forma diferente nas extremidades (troca dos pares 1-2 com os pares 3-6). Quando utilizar um cabo normal ou um cabo cruzado? Para ligar 2 computadores em rede directamente um ao outro, teremos que usar um cabo cruzado (há actualmente algumas placas a gibabit que já fazem a troca dos pares de fios MDI-X). No caso de ter 2 pc s e por exemplo um Hub ou um Switch, então o cabo a usar é um cabo directo ou straight-through. Por norma a regra diz que em equipamentos iguais usamos um cabo crossover e em equipamentos diferentes usamos um cabo directo. A norma utilizada para fazer cabos directos é a TIA/EIA T568A. Para fazer cabos cruzados usamos a norma TIA/EIA T568A num dos lados e a norma TIA/EIA T568B na outra extremidade. Cabos de fibra óptica #1 Cabos de fibra óptica Os cabos de fibra óptica são constituídos por um conjunto de revestimentos mais ou menos rígidos que têm como objectivo dar suporte mecânico e proteger várias fibras ópticas colocadas no seu interior. O raio de curvatura de um cabo de fibra óptica e as tensões de tracção a que pode ser sujeito são mais criticas do que acontece para os cabos de cobre. O conjunto de revestimentos existentes destina-se a reduzir os riscos de os limites máximos serem ultrapassados. As fibras ópticas classificam-se de acordo com o seu diâmetro pois este vai influenciar fortemente as características que se consegue obter na transmissão de sinais luminosos. Nas fibras mais espessas o fenómeno da dispersão modal leva a que existam vários feixes de luz paralelos, causando sobreposição de sinal e afectando negativamente quer a taxa de transmissão máxima, quer o alcance máximo. 30

31 Cabos de fibra óptica #1 Fibra óptica multimodo Trata-se de fibras comparativamente mais espessas (diâmetro de 50 ou 62,5 microns), embora sob o ponto de vista da cablagem estruturada sejam a opção prevista para distâncias inferiores a 2 Km, podem existir outras limitações derivadas das tecnologias que vão ser usadas sob a fibra. A tecnologia ethernet gigabit sobre fibra (1000baseSX e 1000baseLX) coloca maiores restrições, estando limitada a 220 metros ou 550 metros respectivamente para fibras de 62,5 ou 50 microns. Para ultrapassar estas limitações é necessário usar a variante 1000baseLX sobre fibra óptica monomodo. Fibra óptica monomodo Trata-se de fibras comparativamente mais finas (diâmetro inferior a 10 microns), que praticamente eliminam o fenómeno da dispersão modal, permitem por isso alcances muito superiores. Sob o ponto de vista técnico da fibra óptica monomodo o alcance pode atingir quase uma centena de quilómetros, mas há outras restrições. Embora o alcance seja muito elevado, é necessário olhar às opções tecnológicas que vão usar a fibra, a tecnologia ethernet 1 Gbps sobre fibra monomodo (1000baseLX) permite um comprimento máximo de 5 Km. As normas de cablagem estruturada não prevêem cablagens de comprimento superior a 3 Km pois saem fora do âmbito do "campus". Cabos de fibra óptica #2 Conectores de fibra óptica A interligação de fibras ópticas é bastante mais complicada do que para cabos de cobre. Para garantir a passagem do sinal óptico de uma fibra para a outra estas têm de ser encostadas topo a topo, mas é necessário realizar um polimento prévio dos topos das fibras. Tudo se torna complicado devido à espessura muito reduzida da fibra. Para se conseguir o resultado pretendido a fibra já sem protecção é inserida num cilindro com um furo muito fino e depois é colada, usando uma cola ou a quente. Posteriormente o topo do cilindro (juntamente com a fibra) é polido. Dois cilindros destes perfeitamente encostados são então capazes de assegurar uma transmissão do sinal óptico entre as duas fibras. Todas as terminações de cabos de fibra óptica são realizadas deste modo, logo não existem terminações em ficha fêmea, todas as terminações são em ficha macho. A interligação de fibras recorre a um encaixe fêmea duplo que garante o encosto perfeito entre os cilindros das fichas macho. 31

32 Cabos de fibra óptica #3 Dois cilindros destes perfeitamente encostados são então capazes de assegurar uma transmissão do sinal óptico entre as duas fibras. Todas as terminações de cabos de fibra óptica são realizadas deste modo, logo não existem terminações em ficha fêmea, todas as terminações são em ficha macho. A interligação de fibras recorre a um encaixe fêmea duplo que garante o encosto perfeito entre os cilindros das fichas macho. Cabos de fibra óptica #4 Além dos conectores SC da figura acima, ainda são usados conectores ST de secção circular. Para garantir comunicações "full-duplex", a interligação de dois nós necessita de duas fibras, em cada nó será usada uma fibra para emissão (fibra TX) e outra fibra será usada para recepção (fibra RX). É necessário assegurar que as fibras não são trocadas identificando-as com cuidado as extremidades dos cabos com números. As fichas SC duplex têm a vantagem de não permitir nunca uma troca acidental das fibras. Os chicotes de fibra usados nos distribuidores são normalmente duplos e no caso de não usarem fichas SC duplex usam normalmente cores diferentes para os conectores de cada uma das fibras. Nas ligações de "backbone" (de "campus" ou de edifício) devem usar-se cabos de várias fibras de forma a poder acomodar necessidades futuras em termos de fluxos de dados. 32

33 Distribuidores e equipamentos de interligação Os distribuidores são os elementos centrais da cablagem estruturada em níveis hierárquicos, funcionam como interface entre os diferentes níveis. O equipamento necessário deve ser acomodado no interior de um armário apropriado conhecido por "bastidor" este armário contém réguas perfuradas verticais distantes entre sí de 19", este sistema permite a fixação do diverso equipamento e é conhecido por rack 19". A perfuração das duas réguas verticais serve para fixar diverso equipamento que já vem preparado para este tipo de montagem. De acordo com o espaçamento da furação do rack 19 ", o espaço vertical que cada equipamento ocupa mede-se em unidades de rack (1U = 1,75" = 4,445 cm) que corresponde a 3 furos na régua. A altura total do armário bastidor pode variar entre os 6U até 42U. Embora a largura (19") e a altura (unidades rack) estejam bem definidas, a profundidade do armário também pode ser importante. Pode ir dos 40 cm, vulgar nos armários de fixar na parede (murais) até 100 cm em alguns armários de pavimento. A profundidade do armário bastidor deve ser planeada em função do equipamento que vai ser instalado, há muitos equipamentos activos com profundidades superiores a 60 cm, nestes casos é conveniente optar por armários com rack duplo, um à frente e outro atrás, evitando que o equipamento seja fixo apenas na parte frontal. Painéis de interligação Os painéis de interligação ("patch panels") são os elementos mais importantes a instalar nos distribuidores. TODOS OS CABOS QUE ENTRAM NUM DISTRIBUIDOR TERMINAM NUM PAINEL DE INTERLIGAÇÃO DESSE DISTRIBUIDOR. Nos painéis de interligação de cobre para dados ISO 8877 (RJ45) e nos painéis de cobre para circuitos de voz os cabos são montados por cravagem ou outro método na parte traseira do painel ficando a respectiva ligação acessível na parte frontal nos conectores fêmea. Os painéis de interligação de fibra óptica usam adaptadores fêmea duplos pelo que a terminação dos cabos de fibra faz-se sempre em ficha macho. A parte traseira dos painéis de interligação de fibra possuem uma zona de arrumação que se destina a possibilitar a fixação sólida do cabo para evitar que acidentalmente se ultrapasse as especificações mecânicas da fibra. 33

34 Chicotes Os chicotes ("patches") são segmentos de cabo com fichas macho nas duas extremidades. Existem em vários comprimentos desde 0,5 metros. Os chicotes servem para: LIGAR OS PAINEIS DE INTERLIGAÇÂO AOS EQUIPAMENTOS ACTIVOS LIGAR AS TOMADAS DE REDE AOS POSTOS DE TRABALHO E OUTROS EQUIPAMENTOS FINAIS Equipamento activo Os equipamentos activos são constituídos por equipamento de nível 2 tal como concentradores e comutadores, equipamento de comutação de nível 3 (encaminhadores/routers/gateways) e servidores. Dada a existência de equipamento activo no distribuidor, é necessário proporcionar alimentação eléctrica no interior do distribuidor através de uma régua de tomadas eléctricas para montagem em rack 19". No sentido de proporcionar tolerância a falhas eléctricas locais também é boa ideia instalar uma UPS nos distribuidores mais importantes. Existem modelos de UPS específicos para montagem em distribuidor rack 19". Dado que o equipamento activo produz calor pode ser necessário dotar o distribuidor de um sistema de ventilação forçada, estes sistemas são normalmente instalados na parte superior e são controlados por termóstato pelo que só entram em funcionamento quando necessário. Para além deste equipamento de ventilação, o local onde o distribuidor é instalado pode necessitar de equipamento de refrigeração. 34

35 Distribuidores e equipamentos de interligação Localização dos distribuidores O ideal seria que os distribuidores fossem instalados em zonas técnicas exclusivas para o efeito. Estas zonas são designadas de sala de equipamento (ER - Equipment Room) e compartimento de telecomunicações (TC - Telecommunication Closets), os primeiros de maior dimensão (>15 m2) devem existir no rácio de um por edifício e destinam-se a acomodar o distribuidor de edifício. Os compartimentos de telecomunicações são de menor dimensão (cerca de 5 m2) devendo existir um em cada piso para acomodar o respectivo distribuidor de piso. Quando não existe um compartimento específico para o efeito pode optar-se pela utilização de zonas de arrumos existentes, ou até a utilização de uma zona pública no caso de um distribuidor mural. A localização física/geográfica de um distribuidor deve ser central relativamente ao nível hierárquico inferior, por exemplo um distribuidor de piso deve situar-se no centro desse piso, isso reduz o comprimento dos cabos com benefícios para as comunicações e para o custo do projecto. A colocação de distribuidores em locais de trabalho tais como gabinetes e escritórios deve ser de todo evitada pois os equipamentos activos e a ventilação produzem um nível de ruído sonoro incompatível e o acesso posterior ao equipamento colocado no distribuidor iria implicar uma perturbação nesses locais de trabalho. 35

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