Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rondônia Presidente do Conselho Regional do SENAI-RO Denis Roberto Baú

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3 Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rondônia Presidente do Conselho Regional do SENAI-RO Denis Roberto Baú Diretor Regional do SENAI-RO Silvio Liberato de Moura Filho Diretora de Operações do SENAI-RO Adir Josefa de Oliveira Gerente de Educação Profissional - GETEP - SENAI-RO Catarina Augusta Vaquer Araújo Equipe Técnica da Educação Profissional - GETEP - SENAI-RO Marcela Barbosa Vieira Maria do Carmo Goes Silva Simone Rocha Dione Martins Magalhães José Luis Queiroz Ervamary Robaina Otalício Santana Barbosa

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5 Manual de Estágio 2009 SENAI/RO FICHA TÉCNICA Diretora de Operações do SENAI-RO Gerência de Educação Profissional Revisão Editorial Colaboração Editoração Adir Josefa de Oliveira Catarina Augusta Vaquer Araújo José Roberto de Mello e Silva Ariela de Moraes Catarina Augusta Vaquer Fabiany Andrade Francisca Fernandes Noé Cardoso Maria Batista Nely Alves Monteiro Katya L. Barros Rosana Palla Marques Ervamary Robaina Otalício Santana Barbosa 2ª Edição do. Ficha Catalografica S491m Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Manual do aluno./serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Porto Velho, RO: SENAI, p Educação. I. Título. NIT Núcleo de Informação Tecnológica / SENAI RO DEPARTAMENTO REGIONAL DE RONDÔNIA Rua Rui Barbosa, nº Arigolândia Porto Velho/RO Telefone (69) CDU: 37(035)

6 Prezado aluno, O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI/ RO tem um compromisso muito importante com os seus alunos: formar profissionais bem preparados em termos de competências profissionais através de conteúdos programáticos de qualidade e adequados aos requisitos do mercado de trabalho. Esse compromisso incentiva-nos a manter um envolvimento muito próximo com você, aluno. Visando isso, o SENAI/RO alinhado com a Lei n , de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes preparou para você aluno este manual, que contempla orientações para desenvolvimento do Estágio em suas Unidades SENAI em todo o Estado de Rondônia.

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8 Sumário APRESENTAÇÃO... 9 HISTÓRICO DO SENAI VISÃO DO SENAI MISSÃO DO SENAI DO REGIME ESCOLAR O SENAI É ASSIM DA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL POLÍTICA DA QUALIDADE E MEIO AMBIENTE RELACIONAMENTO COM EMPRESAS E COMUNIDADE RECURSOS FÍSICOS O QUE O SENAI ESPERA DE VOCÊ DO CORPO DISCENTE (ALUNO) SÃO DIREITOS DO DAS SANÇÕES DA FAMÍLIA DO EDUCANDO Subseção I Subseção II Subseção III Subseção IV

9 SEÇÃO II DOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO DA FREQUÊNCIA DA SEGUNDA CHAMADA Das Normas de Convivências NÃO É PERMITIDO AO ALUNO ALGUMAS DICAS PARA ESTUDAR EM CASA RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES REFERÊNCIAS

10 APRESENTAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), criado pelo Decreto-Lei Federal nº 4.048, desde 22/01/1942, é uma entidade privada sem fins lucrativos, com sede e foro na capital da República e com Regimento aprovado pelo Decreto Federal nº 494 de 10/01/1962. Nos termos do At.14 do Regimento referido caput, o SENAI, para realização das suas atividades finalísticas, corporifica órgãos normativos e de administração, de âmbitos nacional e regional que atuam em continuo processo de interação. SENAI-DR/RO em por missão a promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e transferências de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Rondoniense. Este Manual foi elaborado especialmente para você, aluno do SENAI DR/RO. Seu objetivo é mais do que coletar dados e informar procedimentos escolares. Queremos que ele seja utilizado como meio de interação entre o aluno e os órgãos administrativos deste Departamento Regional. Esperamos que você encontre aqui respostas às dúvidas que possam surgir durante a sua estada em nossa Escola, no curso que escolheu para a sua iniciação/realização profissional. Aqui você encontrará as Normas ditadas no Regimento Padrão das Escolas SENAI-RO, bem como receberá juntamente com este o Calendário Escolar. 9

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12 HISTÓRICO DO SENAI O SENAI foi criado pelo decreto-lei nº 4.048, de 22 de janeiro de O instrumento legal veio assinado pelo então Presidente da República Getúlio Vargas e pelo seu Ministro da Educação e Saúde Gustavo Capanema. Publicado no Diário Oficial da União em 24 de janeiro do mesmo ano. Inicialmente teve a designação de Serviço Nacional de Aprendizagem dos Industriários, já em novembro de 1942 passou a ter a denominação de Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, conforme art. 1º do decreto-lei nº 4936 de 7 de novembro de Competia ao SENAI Organizar e administrar, em todo o país, escolas de aprendizagem para industriários (...) cuja finalidade era qualificar trabalhadores para as indústrias que se instalavam no país, com o advento da industrialização. O Regimento de 1942, entre as atribuições do Diretor do Departamento Nacional do SENAI, no art. 10º, alínea i informa: designar mediante aprovação do Conselho Nacional do SENAI, delegações para execução de serviços regionais nas unidades federativas onde não haja federação das indústrias. O Diretor do Departamento Regional de São Paulo recebeu a incumbência de organizar o SENAI na 10ª região, constituída dos Estados de Goiás, Mato Grosso, e territórios de Ponta Porã e Guaporé que passou a ser chamado de Rondônia, desde Na segunda metade da década de 50 decidiu-se implantar uma escola do sistema em Porto Velho; considerando, dentre muitos aspectos, o fator de ser uma área de segurança nacional e de antever o desenvolvimento que hoje se verifica nesta região. Para tanto, recebeu apoio do Conselho Nacional da Entidade para realizar o empreendimento. 11

13 O projeto foi elaborado em São Paulo de onde veio a estrutura metálica, por via aérea, tendo em vista que o transporte marítimo e fluvial iria consumir muito tempo, à época. A área pleiteada, para receber a escola, pertencia à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cuja administração cedeu-a por um período de 20 anos, inicialmente. No ano de 1960, instaladas várias máquinas e equipamentos, foram efetuados um recrutamento de alunos para o curso preparatório, os quais no ano seguinte comporiam as turmas de aprendizes dos cursos regulares, como: MECÂNICA DE MANUTENÇÃO E MARCENARIA/CARPINTARIA. Os primeiros aprendizes vieram das cidades vizinhas de Rio Branco (AC), Guajará-Mirim (RO) e do país vizinho à Bolívia. Participaram dos cursos do SENAI, amparados pelo regime de internato, mantido pelo Departamento Nacional que manteve convênio com o Colégio Dom Bosco para abrigar os bolsistas. O Departamento Regional de São Paulo implantou e administrou com a denominação de Escola SENAI, até o ano de 1962, quando passou os encargos ao recém criado Departamento Regional do Amazonas, por ser o mais próximo. A partir daí recebeu a denominação de Centro de Formação Profissional Marechal Rondon (homenagem ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon). Ressalta-se que o quadro de instrutores para formação profissional, no início, foi composto por profissionais ex-alunos do SENAI de São Paulo e de Mato Grosso. Em 1964, foi implantado o curso de mecânica de automóveis e, em 1967, iniciado o atendimento de adultos com 12

14 os cursos de Qualificação e treinamento Industrial, ministrados no terceiro turno, variando sempre o elenco de cursos de acordo com a demanda por mão-de-obra na região. A partir de 1980, com a preparação de um supervisor de segurança, passou se a ministrar cursos de suprimento, cursos estes que complementam as habilidades profissionais nessa área. Desde esta época as empresas começaram a tomar consciência da segurança no trabalho como ponto chave para complementar as habilidades de seus trabalhadores. Tal necessidade não foi sentida só na capital, mas também, em vários municípios de Rondônia. Com as empresas do interior buscando cada vez mais os serviços do SENAI, foi firmado um convênio com o governo para ministrar cursos de Qualificação Profissional em Unidades Móveis Rodoviárias, suprindo assim, em parte, as carências dos municípios do interior. Em 1981, com o acentuado desenvolvimento do território, este passa a condição de Estado e, alguns anos depois, começam o trabalho dos empresários para que se crie a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, o que ocorre em 27 de junho de 1986, tendo sido eleito Presidente da Diretoria provisória, o industrial Frederico Simon Camelo. Aprovado, pela Confederação Nacional da Indústria CNI, o pedido de filiação da nova mentora do seguimento industrial do Estado, foi empossada oficialmente a diretoria da FIERO, em 17 de fevereiro de 1987, pelo Ministro do Trabalho Sr. Dr. Almir Pazzianoto, contando com a participação do então governador do Estado de Rondônia Profº Ângelo Angelim, do Presidente da CNI Sr. Senador Albano Franco, do Presidente da FIESP Sr. Mário Amatto e de vários deputados estaduais e federais, além de representantes do mundo empresarial e outras autoridades. 13

15 Considerando a criação da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia FIERO, o Presidente da Confederação Nacional da Indústria, na qualidade de Presidente do Conselho Nacional do SENAI, pelo ato nº 01/87 ad referendum, de 22/01/87, cria no Estado de Rondônia o Conselho e o Departamento Regional do SENAI, junto à Federação das Indústrias do Estado, reconhecida pelo Ministério do Trabalho, com sede na Cidade de Porto Velho. VISÃO DO SENAI Ser líder em educação profissional e provedor de soluções tecnológicas para a indústria com reconhecimento da sociedade. MISSÃO DO SENAI Promover e ofertar a educação profissional, a inovação, os serviços técnicos e tecnológicos, contribuindo para elevar a competitividade da indústria rondoniense, oportunizando o acesso ao emprego e a melhoria da renda para a sociedade. 14

16 IMPORTANTE!!! Todos os itens referenciados neste manual, fazem parte do Regimento Padrão das Escolas SENAI-RO DO REGIME ESCOLAR Art. 96. A escola DR-RO estrutura e fará a previsão de ofertas de cursos formação inicial e continuada ou qualificação profissional, denominados cursos livres, considerando as demandas existentes, sua capacidade instalada, a disponibilidade dos recursos humanos e as especificidades dos cursos a serem oferecidos no período. Art. 97. Para os cursos de educação profissional e nível médio, as Escolas SENAI DR-RO seguirão o calendário unificado e definido e validado conjuntamente. Art.98. O período letivo terá como referência a carga horária prevista para cada módulo/curso, devendo prolongarse sempre que necessário para que integralize a carga horária estabelecida para o curso. O SENAI É ASSIM O SENAI é uma instituição privada, de âmbito nacional, que atua no campo da Educação Profissional, prestando assistência técnica e tecnológica, produzindo e disseminando informações, além de gerar e difundir tecnologia. É mantida e administrada pela Indústria, com recursos das empresas industriais. Em Rondônia, o sistema SENAI está presente em várias regiões do Estado, onde, através de suas Escolas de Formação Profissional, Parcerias e suas Unidades Móveis, atende as mais diversas áreas industriais. 15

17 Empresas, trabalhadores e jovens em busca de profissionalização, são seus clientes preferenciais, sendo que as indústrias têm prioridade no atendimento de suas necessidades de treinamento. DA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Art Os cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, aperfeiçoamento e especialização profissional básica, visa qualificar jovens e adultos, independentemente de escolaridade prévia e de regulamentação escolar. Art O acesso aos programas e cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional se dá o interesse do candidato que, tendo atendido os pré-requisitos estabelecidos, formalize sua matrícula visando a participação do curso desejado. Paragrafo único. Quando identificada a necessidade, a Escola SENAI DR-RO, poderá realizar processo seletivo para acesso aos cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional. POLÍTICA DA QUALIDADE E MEIO AMBIENTE O SENAI-RO, no cumprimento de sua missão, promove o contínuo aprimoramento dos serviços educacionais e tecnológicos, direcionando esforços para: Atendimento à legislação aplicável aos seus processos; Prevenção da poluição e de acidentes no trabalho;. Atendimento às necessidades e expectativas dos clientes. 16

18 RELACIONAMENTO COM EMPRESAS E COMUNIDADE O SENAI desenvolve seu trabalho em estreito relacionamento com as Indústrias, por meio de permanente contato de sua equipe com os membros da comunidade Industrial. Atende a demanda do Estado se adequando as necessidades sempre que solicitado. RECURSOS FÍSICOS As escolas SENAI/RO têm suas instalações voltadas para o pleno desenvolvimento da aprendizagem dos alunos, tendo em suas instalações, laboratórios de informática, salas de aula, núcleo de informação tecnológica (biblioteca) e oficinas diversificadas, aptas ao desenvolvimento do processo de forma qualitativa e dentro das normas regulamentadoras legais. O QUE O SENAI ESPERA DE VOCÊ Vamos passar juntos muitas horas durante o ano. Precisamos, então, conviver da melhor forma possível, num ambiente harmônico e respeitoso. As regras de convivência fazem parte da vida e em qualquer lugar onde estivermos, seja em casa, nas ruas, nos programas de lazer ou no trabalho, sem perder de vista o nosso papel de cidadão com direitos e deveres. DO CORPO DISCENTE (ALUNO) Art O corpo discente (alunos) das Escolas SENAI DR/RO é constituído pelos alunos regularmente matriculados nos diversos cursos e programas de educação profissional e tecnológica oferecidos pela instituição. 17

19 SÃO DIREITOS DO Art São direitos Corpo Discente (ALUNO) I. Ter livre acesso as informações necessárias a sua educação, desenvolvimento pessoal, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. II. Obter informações sobre as atividades desenvolvidas na instituição, normas e regulamentos aplicáveis a comunidade escolar; III. Receber educação de qualidade, conforme politicas e diretrizes institucionais, considerados ainda o descrito no contrato/termo de Compromisso e na Responsabilidade e na Legislação em vigor; IV. Ser respeitados por todos agentes do processo educativo em sua singularidade pessoal e cultural; V. Receber acompanhamento pedagógico sistematizado; VI. Ter resguardado seus direitos de defesa; VII. Ser representado no colegiado de Educação da Escola SENAI DR/RO; VIII. Ter acesso as dependências da unidade escolar seguindo as normas determinadas pela instituição para o acesso e permanência. Art São deveres Corpo Discente (ALUNO) I. Respeitar as normas institucionais, administrativas e regimentais da instituição de ensino; II. Empenhar-se na autoeducação e no aproveitamento de todos os recursos disponíveis ao seu progresso intelectual e profissional; III. Comparecer as aulas devidamente uniformizados com calça jeans e camiseta da escola e sapato fechado; IV. Respeitar as diferenças individuais relacionadas 18

20 com etnia, credos, opções políticas e culturas diferenciadas; V. Participar de todas as atividades curriculares que concorram para aprimoramento da sua formação profissional e educação para a cidadania; VI. Relacionar-se com respeito e cortesia com colegas, funcionários e demais agentes do processo educativo; VII. Respeitar as normas disciplinares, de segurança e de prevenção de acidentes, conforme as características do curso; VIII. Manter a Escola informada sobre aspectos que não possam ser negligenciados, com relação à sua saúde e integridade física e mental; IX. Manter a Escola informada sobre os motivos de eventuais X. Ausências e mudanças de residência e ou local de trabalho; XI. Zelar pelo patrimônio da unidade escolar e pelo material que lhe for confiado, colaborando na sua conservação e manutenção e, em caso de negligência ou de dano intencional, ressarcir o prejuízo causado; XII. Conhecer e cumprir este Manual, outras normas e regulamentos vigentes na instituição de ensino; XIII. indenizar prejuízo causado por danos às instalações ou equipamentos por perda de qualquer material de propriedade da Escola, quando ficar comprovada a sua responsabilidade. 19

21 DAS SANÇÕES Art O educando que infringir as normas disciplinares da unidade escolar contidas neste Manual, respeitado os princípios do contraditório e da ampla defesa, estará sujeito a aplicação das penalidades cabíveis, a saber: I. advertência oral; II. advertências por escrito; III. suspensão das atividades escolares. Parágrafo Único: O desligamento do curso só ocorrerá depois de ouvir a comissão de docentes especialmente designada pelo diretor da escola, para a apuração dos fatos. Art Toda e qualquer penalidade somente poderá ser aplicada se a decisão estiver fundamentada na legislação vigente, desde que salvaguardados: I. O direito a ampla defesa e recurso a órgãos superiores, quando for o caso a representação ou assistência dos pais ou responsáveis, nos casos de educandos com idade inferior a 18 anos. DA FAMÍLIA DO EDUCANDO Art São direitos da família do aluno: I. Ter acesso às informações necessárias ao acompanhamento escolar e ao desenvolvimento da aprendizagem do aluno; II. Participar de eventos, reuniões e assembleias que propiciem a busca de soluções para os problemas ou necessidades do aluno; 20

22 III. Ser ouvida em seus interesses, expectativas e problemas que ocorram para a compreensão do desenvolvimento do aluno. Art São deveres da família do aluno: I. Colaborar com a escola nas ações educativas voltadas ao respeito às normas de liberdade e convivência; II. Auxiliar o educando na interpretação e cumprimento das normas escolares. Subseção I Do Acesso aos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Art O acesso aos cursos de educação profissional técnica de nível médio das Escolas SENAI DR/RO poderá se dar por diferentes estratégias, incluindo a possibilidade de realização de processo seletivo, observadas as exigências legais e os requisitos de acesso definidos no projeto pedagógico de curso. Art Poderão pleitear matrícula nos cursos de educação profissional técnica de nível médio alunos transferidos de curso similar ou alunos que formalizaram trancamento de curso e que desejam reintegrar-se ao mesmo, observando a existência de vagas e o prazo limite para a conclusão de curso estabelecido na legislação vigente. 21

23 Subseção II Da matrícula nos cursos de educação profissional técnica de nível médio Art A matrícula nos cursos de educação profissional técnica de nível médio das Escolas SENAI DR/RO dar-se-á por : inicial, subsequente (rematrícula) ou matrícula por transferência. 1. A matrícula poderá ser efetivada pelo aluno ou por procurador por ele designado. 2. Quando se tratar de aluno menor de idade, a matrícula deverá ser efetivada com assistência do seu responsável legal. Art A matrícula deverá ser realizada e ou renovada por período letivo, conforme calendário escolar definido pela Escola SENAI DR/RO. Art A formalização da matrícula implica em direitos e deveres entre as partes e a aceitação pelo matriculado das condições estabelecidas no Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, nas disposições contidas neste Regimento e nos demais documentos normativos da instituição. Art No ato da matrícula o interessado deverá apresentar, ao setor responsável, os documentos de identificação exigidos e outros que comprovem os pré-requisitos necessários, conforme definido no projeto pedagógico de curso. Art O aluno ou seu responsável legal, se menor, ou seu procurador, que não efetivar matrícula no período definido terá a sua matrícula trancada automaticamente por um semestre/ 22

24 módulo, observados os critérios e procedimentos próprios definidos neste Regimento. Art A matrícula por transferência poderá ser concedida a interessados oriundos de outros cursos de educação profissional técnica de nível médio, seja da mesma ou de outras Escolas SENAI DR/RO do SENAI ou ainda de instituição de ensino congênere, nacional ou estrangeira, respeitadas a legislação vigente. Parágrafo único. O candidato deverá solicitar sua matrícula no curso pleiteado mediante requerimento e anexação de documentos comprobatórios necessários para análise e parecer da equipe multidisciplinar. Art A concessão de matrícula para interessados oriundos de outros cursos ou instituições de ensino deverá observar os seguintes requisitos: I. comprovação de que a instituição e o curso de origem do interessado estão devidamente regulares, na forma da legislação vigente; II. compatibilidade entre áreas e eixos tecnológicos dos cursos de origem e o pleiteado; III. compatibilidade do período ou módulo a ser cursado; e IV. existência de vaga no mesmo curso ou em curso afim ao pleiteado. Subseção III Do cancelamento de matrícula nos cursos de educação profissional técnica de nível médio 23

25 Art O cancelamento de matrícula refere-se à formalização da desistência, por parte do aluno, de continuar participando do curso para o qual se matriculou respeitados os procedimentos institucionais. Art O aluno interessado em cancelar sua matrícula deverá formalizar sua solicitação mediante requerimento, devendo sanar pendencias com o NIT e financeiro/cobranças. Parágrafo único. Estando inadimplente, o aluno deverá fazer confissão de divida até o mês vigente, caso não seja feito, o aluno será encaminhado para o cadastro de inadimplência e sua desistência será formalizada. Art O cancelamento de matrícula implica na perda definitiva da vaga no curso em que o aluno estava matriculado. Parágrafo único. Caso o aluno tenha interesse em dar continuidade ao curso iniciado e posteriormente cancelado, deverá submeter-se a um novo processo seletivo, ressalvando-se os direitos legais de aproveitamento de estudos anteriores, conforme critérios definidos pela Instituição de Ensino e neste Regimento e nos seguintes casos, devidamente comprovados: I. educando convocado para o serviço militar; II. para tratamento de saúde prolongado; e III. em caso de gravidez, conforme a Lei no de 17 de abril de

26 Subseção IV Do trancamento de matrícula nos cursos de educação profissional técnica de nível médio e Aprendizagem Industrial Art O trancamento de matrícula é a formalização da suspensão temporária da participação do aluno no curso para o qual está matriculado. Parágrafo único. O trancamento de matrícula poderá ser requerido diretamente pelo aluno ou seu responsável legal, se menor de idade, ou ainda por seu procurador. Art O trancamento de matrícula deverá ser formalizado mediante requerimento junto à Secretaria Escolar, comprovando situação regular com o NIT SENAI DR/RO. Caso haja inadimplência financeira e o aluno não venha pagar, deverá se atualizada ate a data da solicitação de trancamento e efetuar o devido trancamento. Art O trancamento de matrícula poderá ser requerido após a conclusão do módulo básico e nos seguintes casos, devidamente comprovados: I. educando convocado para o serviço militar; II. para tratamento de saúde prolongado; e III. em caso de gravidez, conforme a Lei no de 17 de abril de 1975 Art O não comparecimento do interessado para renovação da matrícula nos prazos estabelecidos pela instituição implica no trancamento automático desta. 25

27 Art O trancamento de matrícula poderá ser mantido por, no máximo, 04 (quatro) semestres ou módulos, consecutivos, incluindo o da solicitação ou do trancamento automático. Art Findo o prazo limite de manutenção do trancamento, o interessado deve se rematricular em uma nova turma para dar continuidade ao curso, observando os prazos estabelecidos pela instituição. Parágrafo único. Caso o aluno não procure a Escola SENAI DR/RO para se rematricular, será considerado desistente e perderá o direito à vaga no curso. Art Ao solicitar reingresso no curso, o aluno deverá adaptar-se ao currículo que estiver em vigor, podendo solicitar aproveitamento de estudos, conforme previsto na legislação vigente e neste Regimento. Parágrafo único. no caso da necessidade de pagamento de o(s) componente(s) curricular(es) não faça mais parte do projeto pedagógico do curso, o aluno será responsável pelo custeio do(s) componente(s). Art As Escolas SENAI DR/RO resguardamse ao direito de alterar o turno ou suspender, temporária ou definitivamente, a abertura ou início de novas turmas do curso no qual o aluno requereu trancamento de matrícula, considerando as demandas do mercado de trabalho e/ou o não preenchimento do número mínimo de vagas oferecidas. 26

28 SEÇÃO II DOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO Art O sistema de avaliação será apresentado aos alunos quando de seu ingresso no curso e no decorrer do processo formativo, sempre que se fizer necessário. Art A avaliação da aprendizagem do aluno ocorrerá de forma contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais avaliações finais; Art Os critérios de desempenho qualitativo a serem considerados são: assiduidade e pontualidade, desenvolvimento cognitivo, cumprimento e qualidade das atividades, capacidade de produzir em equipe e autonomia, a saber: I. assiduidade e pontualidade - comparecimento em todas as aulas e chegada no horário pré-estabelecido nos locais onde as aulas serão ministradas; II. desenvolvimento cognitivo - capacidade de construir novos conhecimentos relacionando-os com os já adquiridos; III. cumprimento e qualidade das atividades - execução de atividades com requisitos estabelecidos no prazo determinado com propriedade, empenho, iniciativa, disposição e interesse; IV. capacidade de produzir em equipe - aporte pessoal com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal, no desenvolvimento de habilidades, hábitos, conhecimentos e valores; e 27

29 V. autonomia - capacidade de tomar decisões e propor alternativas para solução de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento. Art Para evidenciar a aquisição de conhecimentos e competências requeridas, os instrutores poderão utilizar diferentes instrumentos técnicas de avaliação, tais como: I. testes e provas orais e escritas, com ou sem consulta; II. experiência em laboratórios; III. projetos integradores; IV. trabalhos de pesquisa individual ou coletiva; V. observação diária do instrutor; VI. entrevistas e arguições; VII. resoluções de exercícios; VIII. execução de experimentos ou projetos; IX. relatórios referentes aos trabalhos, experimentos, visitas técnicas; X. auto avaliação; XI. produção e apresentação de trabalhos científicos, artísticos e culturais;e XII. outros instrumentos que a experiência pedagógica indicar. Art Para expressar o desempenho do aluno devese utilizar um valor dentro da escala de 0,0 (zero) a 100 (cem), admitindo-se o fracionamento centesimal. Art A média ou nota final para aprovação do aluno em cada unidade curricular deve ser igual ou superior a 70 (setenta). 28

30 Art Para aprovação e certificação do aluno considera-se a(s) média(s) de aproveitamento obtida(s) pelo mesmo e o seu índice de frequência durante o curso. Parágrafo único. Será reprovado por falta o aluno que não apresentar a frequência mínima estabelecida, independente da nota ou média que, porventura, tenha alcançado nas avaliações. Art Os alunos de cursos de aprendizagem industrial ou de cursos de educação profissional técnica de nível médio que não alcançarem aproveitamento satisfatório em duas unidades curriculares poderão repeti-las em turmas do mesmo curso, dentro do mesmo período ou em período letivo posterior, desde que assumido o ônus financeiro decorrente, quando for o caso, e observados os critérios e procedimentos institucionalmente definidos. 1. Dependendo do número de alunos reprovados e a critério da gestão da Escola SENAI DR/RO poderá ser constituída turma específica para a oferta de uma ou mais unidades curriculares que integram o currículo do respectivo curso. Art O aluno de curso de educação profissional técnica de nível médio que for reprovado, por falta ou por média, em até 02 (duas) unidades curriculares de um módulo que possua 03 (três) ou mais componentes, poderá matricular-se no módulo subsequente, entretanto não poderá cursar unidades curriculares que guardem relação de pré-requisito com aquela(s) na(s) qual (ais) foi reprovado. Parágrafo único. O aluno reprovado, por falta ou por média, em até 02 (duas) unidades curriculares poderá matricularse para repetir a(s) unidade(s) curricular (es) na(s) qual(ais) foi 29

31 reprovado, em turma do mesmo curso e modalidade, conforme calendário de oferta definido pela Escola SENAI DR/RO. Art O aluno que for reprovado (por média), em três ou mais unidades curriculares de um módulo, com media menor que 60 (sessenta), não será encaminhado para apreciação do Conselho de Classe nem poderá matricular-se no módulo subsequente, admitindo-se aproveitamento de componentes. Parágrafo único. Em casos de módulos que contem até 02 (dois) unidade curricular, será considerado reprovado no modulo alunos que não alcançarem média em 01 (um) unidade curricular e não irá para o Conselho, admitindo-se o aproveitando do componente. DA FREQUÊNCIA Art A frequência às aulas e às demais atividades previstas para os cursos realizados em regime presencial, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória. Art A frequência mínima obrigatória para aprovação do aluno deve ser igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do número total de horas previstas para cada unidade curricular. Parágrafo único. É vedado a retirada de faltas. Art O aluno é o responsável exclusivo pelo controle de suas faltas, devendo monitorar para que as mesmas não ultrapassem o limite de 25% (vinte e cinco por cento) permitido em lei, sob pena de reprovação por falta. Salvo se invocar O art. 5º, VIII da Constituição Federal, que relata: Ninguém será privado de 30

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