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1 1.1. Totais Brasil Final numbers of IES in Brazil 1.2. Tendências principais das IES e respectivos cursos de Educação Física Dados por região, 2003 Main trends of IES and physical education undergraduate programs Data per region, 2003 Região Norte Acre / Amapá / Amazonas / Para / Rondônia / Roraima 5.20 DACOSTA, LAMARTINE (ORG.). A TLAS DO ESPORTE NO BRASIL. RIO DE JANEIRO: CONFEF, 2006

2 Região Nordeste Alagoas / Bahia / Ceará / Maranhão / Paraíba / Pernambuco / Piauí / Rio Grande do Norte / Sergipe Região Centro-Oeste Distrito Federal / Goiás / Mato Grosso / Mato Grosso do Sul / Tocantins DACOSTA, LAMARTINE (ORG.). A TLAS DO ESPORTE NO BRASIL. RIO DE JANEIRO: CONFEF,

3 Região Sudeste Espírito Santo / Minas Gerais / Rio de Janeiro / São Paulo Região Sul Paraná / Rio Grande do Sul / Santa Catarina 5.22 DACOSTA, LAMARTINE (ORG.). A TLAS DO ESPORTE NO BRASIL. RIO DE JANEIRO: CONFEF, 2006

4 1.3. Tendências principais das IES e respectivos cursos de Educação Física Dados totais Brasil, 2003 Main trends of IES and P. E. undergraduate programs Summary data Brazil, 2003 Tendências identificadas: (i) As regiões Sul e Sudeste somada percentualmente apresentam 70% Cursos e 75% de IES em todo Brasil. (ii) O número de cursos de Educação Física no Brasil é 42% maior do que o número de IES. (iii) Na região Sudeste tem o número percentual de IES maior do que o número percentual de cursos. (iv) Na Região Norte, 60% dos cursos estão nas capitais, possivelmente devido à carência do interior dos estados da região, onde não há infraestrutura para se ter um campus ou um local adequado para o desenvolvimento do curso (salas de laboratório, piscinas, pistas, ginásios, etc). (v) A Região Nordeste apresenta um número maior de cursos no interior dos estados por causa do Estado do Piauí que tem a Universidade Estadual do Piauí com 26 núcleos de graduação em cidades do interior. Estes cursos terminam quando da conclusão curricular, tornando estes números sazonais, e, portanto produzindo as mesmas condições da Região Norte onde a concentração dos cursos se dá nas capitais. (vi) A Região Centro-Oeste, tem 54% de suas IES nas capitais, tendo começado um processo de interiorização nos últimos cinco anos. (vii) Nos estados afluentes e de melhor qualidade de vida, os cursos de Educação Física estão no interior dos estados, como é o caso da Região Sul com 85% dos cursos fora das capitais e da Região Sudeste com 75%. (viii) O número de IES privadas no Brasil é de 74,2% contra um total de 25,8% de cursos de entidades públicas federais, estaduais e municipais. Isto sugere que a Educação Física no ensino superior prende-se à expectativas de retornos em imagem, valorização local e/ou em ativos financeiros. (ix) A proporção relativa de IES públicas é maior no Norte e Nordeste onde há um total de 60% e 77,78% respectivamente, contra 40% e 22,3% das escolas privadas destas mesmas regiões. Isto sugere que o governo é o grande incentivador das escolas de Educação Física, como forma de desenvolver a região: uma única IES abre vários cursos de graduação nestes estados. (x) No Sul e Sudeste, somam-se 20,8% e 17% de cursos de Educação Física em IES públicas contra 79,3% e 83% das privadas. No Sul e Sudeste a Educação Física em geral já se tornou uma atividade econômica (ver seção Cenários neste Atlas), tendendo a abrir mercado para as IES e para os profissionais que se formarem. (xi) No estado de São Paulo há 105 IES de Educação Física, sendo apenas uma federal e 89 privadas, confirmando a relação do porte das atividades econômicas da região e a expansão de IES. (xii) Nas regiões Norte e Nordeste, as IES públicas abrem vários cursos em cidades diferentes, característica encontrada nas regiões Sul e Sudeste com relação as IES privadas. (xiii) No Brasil, 45,79% dos cursos tem menos de 3 anos de atividade, ou seja, praticamente metade das escolas existentes no país: são 187 escolas que ainda não formaram alunos até a presente data. Fazendo-se um exercício, verifica-se que nos últimos 17 anos houve um crescimento de 30% do número de novas escolas de Educação Física, contra 46% nós últimos 3 anos, ou seja, este é o ápice do desenvolvimento histórico do ensino superior da Educação Física no Brasil. Constitui a Região Nordeste um expressivo exemplo: há 61,43% de cursos com menos de três anos, contra 21,43% dos cursos iniciados nos últimos 17 anos. (xiv) No concernente a alunos e formandos em Educação Física pode-se chamar a atenção para a média de formandos nos últimos 5 anos que é de 5.156,06 alunos e alunos em Desde que 50% das escolas existentes ainda não formaram turmas, este número no mínimo será triplicado nos próximos anos. (xv) No primeiro quadro que mostra a distribuição geográfica das 404 IES de Educação Física do país, pode-se observar um dado muito significativo: o número de IES existentes nas regiões é quase o mesmo do número de profissionais. Assim, na região Sudeste encontra-se 49% das IES e 47% dos profissionais; na região Sul, há 21% das IES e 18% dos profissionais; na região Centro-Oeste, há 8% das IES e 10% de profissionais; na região Nordeste, há 17% das IES e 21% de profissionais; na região Norte, temos 5% das IES e 4% de profissionais. Tais números sugerem que o mercado absorve os profissionais de sua própria região, ou seja: os profissionais estudam e se empregam nas suas próprias regiões. DACOSTA, LAMARTINE (ORG.). A TLAS DO ESPORTE NO BRASIL. RIO DE JANEIRO: CONFEF,

5 5.24 DACOSTA, LAMARTINE (ORG.). A TLAS DO ESPORTE NO BRASIL. RIO DE JANEIRO: CONFEF, 2006

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