REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR. Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

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1 REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Aprovado na 91ª Sessão do CONSUPE em , com modificações inseridas na 96ª Sessão do CONSUPE em , na 100ª Sessão do CONSUPE em , na 103ª Sessão do CONSUPE em , na 106ª Sessão do CONSUPE em e na 111ª Sessão do CONSUPE em 23/07/2007. Regula as modalidades de atividades complementares de integralização curricular da instituição, de acordo com a Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, - Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional - e dá outras providências. Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. As atividades complementares de integralização curricular, presentes nas estruturas curriculares dos Cursos de Graduação do UniRitter, são ações pedagógicas que objetivam o aprofundamento das temáticas estudadas e o enriquecimento das vivências acadêmicas. 1º. As atividades complementares têm como objetivo atender às demandas dos estudantes e desenvolver suas potencialidades individuais, com especial atenção ao conhecimento científico-tecnológico. Art. 2º. São princípios orientadores das atividades complementares: I - diversificação das opções oferecidas aos acadêmicos, a fim de que possam atender às necessidades da educação profissional; II flexibilização curricular em termos de conteúdo, metodologia, dinâmica e processo, em diferentes modalidades de atividades; III - inserção das atividades complementares juntamente com outras atividades acadêmicas na estrutura curricular dos diferentes Cursos; IV integração dos Cursos de graduação da Instituição, de maneira a permitir que os estudantes possam participar das diversas ofertas do UniRitter; V - aproveitamento de atividades desenvolvidas em outras instituições de ensino superior, desde que autorizadas previamente pela Coordenação do Curso por serem pertinentes e coerentes com as atividades de graduação, a fim de superar a formação endógena; VI - possibilidade do desenvolvimento da autonomia do acadêmico na busca de sua formação na graduação; VII - incentivo à formação continuada dos futuros profissionais. Art. 3º. São consideradas atividades complementares aquelas de extensão universitária, monitoria e iniciação científica realizadas, na instituição ou fora dela, durante o período de graduação, desde que cursadas durante o período de integralização curricular em um Curso de Graduação e com temática afim.

2 2 Parágrafo único. O reconhecimento de certificados emitidos por outras instituições ficará a cargo da Coordenação do Curso, segundo os critérios gerais estabelecidos neste regulamento. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Art. 4º. As atividades complementares do UniRitter obedecem a este Regulamento Institucional, e à legislação em vigor aplicável a cada um dos Cursos de graduação, com prevalência desta última sempre que houver alguma contradição. Parágrafo Único. As atividades complementares internas do UniRitter observarão o disposto na Diretriz Institucional Administrativa n. 2, de (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Art. 5. O estudante deve arquivar os certificados a que fizer jus em virtude da participação em atividades complementares externas e internas que ainda não tenham sido apresentadas para validação. 1º. Até o início do penúltimo semestre do curso, impreterivelmente, o estudante deve apresentar os certificados de atividades complementares externas para análise da Coordenação do Curso, que se pronunciará, em até 30 (trinta) dias, sobre a validade e o cômputo das mesmas, comunicando ao acadêmico do cumprimento ou da necessidade de complementação da carga horária certificada. 2º. Ao início do último semestre da graduação, o estudante concluinte deve encaminhar à Coordenação os certificados de todas as atividades porventura faltantes para o cômputo final das horas-atividade. 3º. A colação de grau é condicionada à realização do número indicado de horas em atividades complementares de cada Curso de Graduação. Capítulo II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 6º. No Centro Universitário Ritter dos Reis são aceitas como atividades complementares as seguintes modalidades (com redação alterada na 111ª Sessão do CONSUPE em 23/07/2007): I disciplinas regulares (com redação alterada na 111ª Sessão do CONSUPE em 23/07/2007). II - monitorias de ensino; III - monitorias e/ou bolsas de extensão (com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ); IV cursos complementares; (inciso com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) V - cursos de extensão; VI - cursos de línguas e linguagens; VII - iniciação científica; VIII - seminários bibliográficos; IX - eventos acadêmicos, culturais e técnico-científicos; X - participação em apresentação de trabalhos de conclusão de curso de graduação e de monografias de cursos de graduação e de Pós- Graduação;

3 3 XI - prática complementar; XII - intercâmbios educacionais; XIII - produção bibliográfica, técnica e/ou artístico-cultural; XIV - participação em concursos; XV - viagens orientadas de estudos; XVI - visitas orientadas; XVII - participação em órgãos colegiados. Art. 7º. A matrícula em disciplinas regulares da instituição e de outras instituições de ensino superior será considerada atividade complementar, desde que observados os requisitos específicos de cada curso e atendidos os seguintes critérios: I ser cursada durante o período de vinculação ao curso de graduação; II - ser da área de conhecimento do curso ou de área afim; III - não ter sido aproveitada como disciplina do currículo regular, nem integral, nem parcialmente; IV - não ter sido aproveitada como prática profissional, quando houver, ou como qualquer outra modalidade existente no curso de graduação em questão; V - ter registro de freqüência e aproveitamento. 1º. Poderão ser consideradas, nessa modalidade, disciplinas opcionais do próprio curso, cursadas além do mínimo obrigatório exigido na estrutura curricular do mesmo, e disciplinas do mesmo curso de graduação em outra Instituição, em caso de transferência. 2. Cumpridos esses requisitos, as disciplinas pa ssam a compor o histórico escolar do aluno como atividades complementares de acordo com a carga horária certificada. Art 8º. A matrícula em disciplinas regulares do UniRitter e em disciplinas opcionais do próprio Curso como atividades complementares submetem-se à rotina regular de matrícula das demais disciplinas da graduação e são cobradas em boleto bancário único. Parágrafo Único. O valor cobrado pela Instituição corresponde ao número de créditos/horas curriculares específicos da disciplina escolhida e ao valor do crédito do Curso de origem da oferta. Art. 9º. As disciplinas de outros Cursos e disciplinas opcionais do próprio Curso (para além do mínimo obrigatório exigido na estrutura curricular do mesmo) terão os registros acadêmicos idênticos os das disciplinas regulares dos cursos de graduação, com a emissão de folha de chamada (Demonstrativo Semestral de Freqüência) e da folha de notas (Demonstrativo Semestral de Avaliação). Art. 10. As monitorias de ensino são atividades vinculadas ao ensino de graduação realizadas por alunos junto a disciplinas, seqüências, departamentos, eixos temáticos, núcleos, laboratórios e acervos, Comissão Própria de Avaliação e Núcleo de Apoio ao Discente. 1º (revogado na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) 2º (revogado na 96ª. Sessão do CONSUPE de )

4 4 3º. A monitoria de ensino, para ser considerada atividade complementar, deve submeter-se à especificação e à aprovação de cada Curso e à autorização da Coordenação Administrativa do UniRitter. Art. 10-A. A monitoria de ensino pode implicar no desenvolvimento das seguintes atividades: (artigo incluído na 96ª. Sessão do CONSUPE de ). I - levantamento e montagem de materiais para aula; II apoio das atividades do professor em sala de aula; III - catalogação e registro de atividades curriculares; IV atividades de apoio pedagógico aos alunos da graduação do UniRitter; V outras atividades compatíveis com suas funções. 1º. Os monitores de ensino, vinculados ao desenvolvimento das atividades elencadas no inciso IV, serão escolhidos dentre os estudantes que já cursaram anteriormente a disciplina e com habilidades para o exercício da função, por indicação dos professores. 2º. Os monitores de ensino que desenvolverem as atividades elencadas no inciso IV terão acompanhamento, controle e avaliação pelo Programa Progredir, vinculado ao Núcleo de Apoio aos Discentes/NAD. Art. 10-B. Os monitores de ensino poderão ter os seguintes benefícios: (artigo incluído na 96ª. Sessão do CONSUPE de ). I - remuneração através de bolsa-auxílio, quando o aluno exercer, pelo menos, 20 horas semanais; II desconto do valor correspondente a um módulo de 2 (dois) créditos mensais em sua mensalidade escolar durante todo o período em que estiver exercendo suas funções. Parágrafo Único. O benefício referido no inciso II poderá ser revisto pela Coordenação, a qualquer tempo, em função de interesses administrativos. Art. 11. As monitorias de ensino têm rotinas de inscrição, registro e certificação específicos. 1º. Os certificados, atendendo à peculiaridade de cada campi, são expedidos ou pela Coordenação Administrativa ou pela Coordenação Setorial de Extensão. 2º. O deferimento do aproveitamento das atividades de monitoria é feito pela Coordenação do Curso e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. 3º Quando o aluno realizar atividades de monitorias vinculado ao NAD, o cômputo das horas em atividades complementares ficará a cargo deste órgão. Art. 12. As monitorias e/ou bolsas de extensão são atividades realizadas por alunos do UniRitter, vinculadas aos programas/projetos de extensão, incluindo-se nesta modalidade as atividades vinculadas à Ritter Júnior e aos núcleos (com redação dada na 96ª Sessão do CONSUPE de e alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ) 1º (revogado na sessão do CONSUPE de )

5 5 Art. 13. As monitorias de extensão e/ou bolsas de extensão são atividades com duração de, no mínimo, 1 (um) semestre, passível de renovação. Art. 14. O monitor e o bolsista de extensão podem receber o benefício de ter descontado o valor correspondente a um módulo de 2 (dois) e 3 (três) créditos mensais, respectivamente, em sua mensalidade escolar durante todo o período em que estiver exercendo suas funções (com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Parágrafo Único. O benefício exposto pode ser revisto pela Coordenação do Curso, a qualquer tempo, em caso de descumprimento dos deveres estabelecidos pela instituição ou em função de interesses administrativos. Art. 14-A. Os monitores de extensão vinculados à Ritter Júnior, com efetiva participação, farão jus a horas de atividades complementares correspondentes a: (artigo incluído na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) I Dois créditos para os monitores participantes da diretoria; II Um crédito para os demais participantes. Parágrafo Único. A atribuição de horas em atividades complementares é realizada pela Coordenação do Curso de Administração (incluído na 96ª.Sessão do CONSUPE de ). Art. 15. Para fins de cômputo como horas em atividades complementares, cada monitor ou bolsista de extensão pode computar até o número de horas efetivamente cumpridas por semestre, de acordo com a atribuição de horas do professor coordenador da atividade (com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Art. 16. As monitorias de extensão têm rotinas de inscrição, registro e certificação específicos. 1º. Os certificados, atendendo à peculiaridade de cada um dos campi, devem ser expedidos ou pela Coordenação Administrativa ou pela Coordenação Setorial de Extensão. 2º. O deferimento do aproveitamento é feito pela Coordenação do Curso e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Art 17. Os Cursos Complementares têm por objetivo aumentar a compreensão e habilidade em disciplinas específicas e são dirigidos ao estudante de graduação regularmente matriculado nos cursos do UniRitter. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) Art. 18. Os Cursos Complementares possuirão controle de freqüência e avaliação idênticas das disciplinas curriculares. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de )

6 6 Art. 19. A inscrição nos Cursos Complementares obedece a um limite mínimo de 15 vagas preenchidas por ordem de inscrição. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) Art. 20. O valor dos Cursos Complementares está vinculado ao valor dos créditos de origem do curso de graduação. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) Art. 21. Os cursos de extensão e as oficinas objetivam aumentar a compreensão e a habilidade do estudante em temas específicos. 1º. Os cursos possuem controle de freqüência, só sendo expedido certificado de conclusão apenas aos estudantes que obtêm freqüência mínima correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) das aulas. 2º. Nos cursos e oficinas que têm avaliação, o aluno só fará jus ao certificado se, cumulativamente com a presença, obtiver aproveitamento. Art. 22. Os cursos de línguas e linguagens, atividades vinculadas ao curso de Letras desta instituição e sujeitas a regulamento próprio, são considerados como atividades complementares para fins do art. 1 º, parágrafo único, deste regulamento. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Parágrafo Único. Também são computados como horas nessa modalidade cursos de língua estrangeira e portuguesa, se cursados durante a graduação, realizados em entidades e cursos reconhecidos pelo Curso de Letras dessa instituição. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Art. 23. As atividades de iniciação científica, sujeitas a regulamento próprio, são consideradas como atividades complementares para fins do art. 1 º, parágrafo único, deste regulamento. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Parágrafo Único: A atribuição de horas para atividades é realizada com base no atestado emitido pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (incluído na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Art. 24. Os seminários bibliográficos consistem na leitura de obras da área do Curso de Graduação ou correlata, sob a orientação de um professor. 1º. Os textos para a leitura são sugeridos pelos professores e indicados na inscrição da atividade. 2º. Ao final do semestre, o professor orientador avalia o grupo de alunos inscritos na atividade, que devem obter aproveitamento satisfatório. 3º. A carga horária dos seminários bibliográficos parte de 18 (dezoito) horas e pode ser multiplicada, de acordo com a complexidade e extensão da obra lida. 4º. A comprovação do seminário bibliográfico será feita mediante lançamento no histórico escolar do aluno. Art. 25. São considerados eventos acadêmicos, culturais e técnicocientíficos as seguintes modalidades:

7 7 I seminários; II simpósios; III congressos; IV encontros; V colóquios; VI painéis; VII palestras; VIII conferências; IX jornadas; X oficinas; XI - mostras e feiras; XII exposições; XIII - mini-cursos; XIV salões. Art. 26. A participação dos alunos nos mesmos pode realizar-se em três categorias: I - ouvinte ou participante; II - ministrante ou apresentador; III organizador ou colaborador. Parágrafo Único. Os alunos organizadores de eventos internos devem registrar essa categoria no formulário do Projeto de Evento. Art. 27. A atribuição de créditos/horas curriculares pela participação em cada um dos eventos dependerá de: I - autorização prévia; II - natureza do evento; III - duração; IV - categoria de participação; V - comprovação de freqüência e/ou relatório, conforme solicitação de cada Curso. Art. 28. Os eventos, tanto internos como externos, têm rotinas de inscrição, registro e certificação específicos, de acordo com a sua natureza e órgão promotor. 1º. Para que os eventos venham a compor a integralização curricular como modalidade de atividade complementar, o aluno deve requerer, em formulário próprio, o aproveitamento, anexando cópia do certificado correspondente. 2º. O aproveitamento é deferido pela Coordenação do Curso e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Art. 29. A participação na apresentação de trabalhos de conclusão de Curso de Graduação e de monografias de Pós-Graduação lato ou stricto sensu consiste em assistir e posteriormente elaborar relatório a partir da sessão pública de apresentação e defesa desses trabalhos, dentro de temáticas afins ao Curso de Graduação do aluno. Parágrafo Único. São consideradas nessa modalidade as seguintes apresentações: I - trabalhos de conclusão de Curso de Graduação;

8 8 II - monografias de especialização lato sensu; III - qualificação de projetos de stricto sensu; IV - defesa de dissertações de mestrado; V - defesa de teses de doutorado. Art. 30. Para validação como atividade complementar a participação na apresentação de trabalhos de conclusão de Curso de Graduação e de monografias de Pós-Graduação lato ou stricto sensu em cada um dos eventos mencionados dependerá de: I - comprovação de freqüência; II - relatório elaborado conforme roteiro institucional; III - apreciação do relatório. 1º. A comprovação da freqüência deve ser feita mediante registro em formulário institucional específico a ser retirado na Coordenação do Curso antes da realização da banca. 2º. O relatório é elaborado observando todos os requisitos exigidos no formulário institucional específico e entregue até 30 (trinta) dias após a realização da banca para apreciação. 3º. Tendo cumprido todos os requisitos acima, a Coordenação atribui 3 (três) horas curriculares pela participação certificada mediante registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Art. 31. A prática complementar consiste em estágio, realizado em instituições/empresas que disponibilizam esta oportunidade de experiência profissional. 1º. Para fins de reconhecimento como atividades complementares, a prática complementar requer autorização prévia da Coordenação do Curso e o aceite, via declaração da instituição/empresa, pública ou privada, das condições necessárias para essa atividade. 2º. Não é considerada atividade complementar a prática nos Cursos em que há determinação legal ou regimental em contrário. Art. 32. A prática complementar pode ser considerada atividade complementar no limite máximo de 72 (setenta e duas) horas curriculares. 1. A atribuição das horas/atividade depende da c omprovação da realização da atividade e de requisição de aproveitamento, em formulário próprio, anexando cópia do atestado correspondente, expedido pela instituição/empresa. 2º. O aproveitamento é deferido pela Coordenação do Curso e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Art. 33. Os intercâmbios educacionais são atividades bilaterais que compreendem convênios, algumas modalidades de estágios e demais atividades que envolvam relação de parceria entre o UniRitter e outras instituições ou empresas. Art. 34. Os programas de intercâmbios educacionais, para serem considerados atividades complementares, devem adequar-se ao: I - convênio existente; II - projeto do curso de graduação para o intercâmbio educacional.

9 9 Parágrafo Único. A participação em programas de intercâmbios educacionais têm rotina de inscrição, registro e certificação específica. Art. 35. Para que os intercâmbios venham a compor a integralização curricular como modalidade de atividade complementar, o aluno deve requerer o aproveitamento, em formulário próprio, anexando os documentos comprobatórios correspondentes. Parágrafo Único. O aproveitamento é deferido pela coordenação do Curso e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Art. 36. São consideradas atividades complementares as produções do aluno de cunho bibliográfico, técnico e artístico-cultural. 1º. A produção discente de cunho bibliográfico pode constituir-se em publicação de textos em Cadernos de Pesquisa Discente, anais, boletins, jornais e outros meios de expressão e divulgação. 2º. A produção discente de cunho técnico ou artístico-cultural pode constituir-se na participação em exposições, programação de eventos, confecção de maquetes, criação ou apresentação literária, musical, teatral e outras. Art. 37. A atribuição de créditos/horas curriculares pelas publicações discentes será feita de acordo com o seguinte critério: (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) I até 10 horas-aula para publicações realizadas em jornais e revistas; II até 20 horas-aula para publicações realizadas em periódicos científicos, e/ou capítulos de livros; II até 30 horas-aula para publicações de livros; Parágrafo único. A carga horária poderá ser acrescida de mais 10 horasaula, caso a publicação tenha ISBN ou ISSN. Art. 38. Para que as diferentes produções bibliográficas, técnicas e artístico-culturais venham a compor a integralização curricular como modalidade de atividade complementar, o aluno deverá requerer o aproveitamento, em formulário próprio, anexando os documentos comprobatórios correspondentes. Parágrafo Único. O aproveitamento é deferido pela Coordenação do Curso de acordo com a relevância do conteúdo, forma e veículo, e implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) Art. 39. A participação discente em concursos na área afim é reconhecida como atividade complementar (com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ). 1º. Esses concursos podem ser de âmbito interno, local, regional, nacional e internacional. 2º. A atribuição de horas/aula em atividades complementares pela participação em concursos está condicionada à comprovação de participação e implica a definição, pela Coordenação, de critérios distintos, considerando a

10 10 dimensão e abrangência do concurso, o nível de participação, bem como o resultado ou premiação. Art. 40. As viagens orientadas de estudos constituem-se em oportunidades de aprimoramento e atualização através de visitas a países, regiões ou cidades que estejam desenvolvendo soluções novas ou relevantes para a formação do acadêmico. Art. 41. Para o aproveitamento como atividades complementares as viagens orientadas devem observar os seguintes requisitos: I - ter sua inscrição no campus de oferta das mesmas, na respectiva Secretaria; II - ser acompanhadas por um professor. Art. 42. A atribuição de horas curriculares pela participação em viagens orientadas é feita de acordo com projeto específico, o que implica considerar: I - a questão geográfica e o deslocamento; II - o roteiro prévio; III o comprovante de freqüência; IV - o relatório final; V - a avaliação pelo professor responsável. Art. 43. As horas curriculares de cada viagem e o valor da viagem serão definidos pelos respectivos projetos, em função de suas características e dimensões. 1º. As viagens orientadas possuem um sistema de registro próprio, independente do sistema de matrícula e registro acadêmico regular dos Cursos de Graduação. 2º. O aluno que obtiver freqüência e aproveitamento satisfatórios, registrados em folha institucional de Registro de Freqüência e Aproveitamento, tem o registro automático da modalidade no histórico escolar para a integralização curricular. Art. 44. As visitas orientadas referem-se à visitação de obras fundamentais, cidades, conjuntos históricos, regiões, empresas e instituições públicas e privadas que desenvolvem atividades profissionais relevantes para a formação do acadêmico. 1º. São consideradas como atividades complementares as visitas orientadas, não podendo integrar as atividades obrigatórias de nenhuma disciplina ou fazer parte das atividades de prática profissional (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ). 2º. As visitas devem ser propostas e orientadas por um professor da instituição, sendo recomendado o acompanhamento direto de um responsável da instituição. 3º. Antes de realizar uma visita orientada, ofertada ou proposta por outra instituição ou empresa o aluno deve consultar a coordenação do Curso ou retirar os formulários de presença e orientação para elaboração de relatório. 4º. A elaboração de relatório e o comprovante de presença são indispensáveis para a atribuição de horas em atividades complementares e

11 11 devem ser protocolados na Coordenação até 30 (trinta) dias após a realização da visita. 5º. A atribuição de horas em atividades complementares pela visita será definida previamente pelo Coordenador do Curso ou pelo Coordenador Setorial de Extensão, quando houver, que deve considerar os seguintes critérios: questão geográfica (deslocamento) roteiro prévio e relatório final. Art. 45. A participação em órgãos colegiados compreende a participação sistemática de alunos como representantes do corpo discente em reuniões de órgãos colegiados existentes no UniRitter, tais como: I - CONSUPE; II - CONSUN; III - Congregação; IV - Conselhos de Representantes de Turma; V - Conselho de Biblioteca; VI Departamentos; VII - Eixos Temáticos; VIII - Comissão de Avaliação. Art. 46. A atribuição de até 18 (dezoito) horas curriculares por semestre pela participação nos órgãos colegiados, regimentais ou curriculares, implica a comprovação de freqüência em 75% (setenta e cinco por cento) das reuniões realizadas por semestre. (com redação dada na 96ª. Sessão do CONSUPE de ) Parágrafo Único: Só fará jus às horas o representante oficial dos estudantes nominalmente vinculado com assento em órgão colegiado, conforme o disposto nos documentos institucionais. Art. 47. A participação em órgãos colegiados possui um sistema de registro próprio. 1º. Ao aluno que obtém freqüência satisfatória, registrada nas atas de reuniões, é conferido atestado que deve ser anexado ao pedido de aproveitamento como atividade complementar, requerido em formulário próprio, junto à secretaria acadêmica. 2º. O deferimento do aproveitamento implica o registro automático da modalidade no histórico escolar do aluno. Capítulo III DO CÔMPUTO DAS HORAS-ATIVIDADE Art. 48. Os acadêmicos devem cumprir suas horas-atividade respeitando um limite máximo de 50% (cinqüenta por cento) da carga horária total das atividades complementares para cada uma das modalidades certificadas pelo UniRitter/internas, bem como 50% para o conjunto das modalidades certificadas por outras instituições/externas (incluído na 100ª Sessão do CONSUPE em , com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em e na 111ª Sessão do CONSUPE em 23/07/2007).

12 12 Parágrafo Único: A carga horária cursada além do mínimo exigido para atividades complementares é certificada no histórico escolar do aluno (incluído na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Art. 49. Para fins de cômputo das horas-atividade, a Iniciação Científica por projeto concluído será computada a critério da Coordenação do Curso ou Coordenação Setorial de Iniciação Científica. Art. 50. As atividades complementares externas realizadas pelo estudante à época matriculado em outras instituições de ensino superior serão consideradas para o cômputo de suas horas-atividade, desde que versem sobre matéria afim ao seu atual curso de graduação no UniRitter, a critério da Coordenação do Curso (com redação alterada na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Parágrafo único: (excluído na 106ª Sessão do CONSUPE em ). Capítulo IV DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 51. Os casos omissos deste regulamento e não previstos em Regimento Interno de Curso de Graduação serão decididos pela Coordenação do Curso, com recurso à Pró-Reitoria de Ensino. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de ) Art. 52. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo CONSUPE. (com redação dada na 103ª Sessão do CONSUPE de )

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