ASER-Secretaria de Esportes

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2 2 INTERESSE PÚBLICO 26 de Dezembro de 2006 ASER-Secretaria de Esportes e Recreação, atua em vários segmentos e frentes de trabalho que buscam oferecer, através do Esporte e do Lazer, mais felicidade e uma melhor qualidade de vida aos nossos cidadãos de todas as idades. A melhoria da saúde física e mental, a conscientização de cidadania, a elevação da auto-estima, a melhoria da intelectualidade, a disciplina e a socialização, são alguns dos resultados obtidos com a prática regular de atividades físicas e esportivas. Para isto, a SER atua em várias frentes de trabalho que são: 1- ESCOLA DE INICIAÇÃO ESPORTIVA: Projeto que dá acesso à prática e ao aprendizado de 10(dez) modalidades esportivas para mais de crianças e jovens de ambos os sexos na faixa etária de 06 a 14 anos, distribuídas nas Praças de Esportes Centro, João Aranha e Poliesportivo do Monte Alegre. A SER oferece ainda outras atividades para as mais variadas faixas etárias. público, milhares de pessoas. Veja a relação dos eventos, com o período de realização e o número aproximado de participantes diretos (exceto público): 3- EQUIPES DE COMPETIÇÃO: A Administração Municipal, através da SER, mantém convênio com algumas instituições esportivas como a AEP, Paulínia Racing Bicicross e Paulínia F.C., que recebem subvenção social para a manutenção e custeio de parte das despesas necessárias para se manter as Equipes de Competição e de Alta Performance, que representam o município em dezenas de competições a nível regional, estadual e nacional. Uma destas competições, que envolve mais de 350 atletas em 24 modalidades esportivas e 41 equipes, são os JOGOS REGIONAIS DO ESTA- DO, onde Paulínia se mantém na 3ª Colocação na classificação Geral, ficando atrás, por poucos pontos, apenas das duas maiores cidades de nossa região que são Campinas e Americana. Muitas são as modalidades em que nosso município participa e se destaca a nível regional e estadual: bicicross, natação, atletismo, futebol, ciclismo, futsal, ginástica artística, handebol, malha, bocha, tênis de mesa, vôlei de areia, xadrez, damas, tênis de campo, basquetebol, taekwondo, karatê, judô, capoeira, voleibol, hóquei e nas competições para Portadores de Deficiência(Atletismo e Natação). Eis a fotos de alguns dos momentos de nossas equipes em competições e eventos durante o ano de 2006: 2- REALIZAÇÃO DE EVENTOS: Durante o ano de 2006, a SER organizou e sediou Eventos Esportivos e de Recreação e Lazer, que envolveram entre participantes diretos e EXPEDIENTE: A publicação do Semanário Oficial do Município de Paulínia obedece à Lei Nº de 09/11/93, que cria a Imprensa Oficial do Município de Paulínia. Este Semanário veicula atos oficiais do Município, e outros atos de interesse do Executivo e da Câmara Municipal. Sua produção está sob a responsabilidade do Gabinete do Prefeito (Serviço de Expediente e Assessoria de Imprensa), Secretaria de Planejamento e Coordenação (Serviço de Informática) e Secretaria de Negócios Jurídicos. Tiragem desta edição: exemplares. Impressão: Jornal Cidade de Rio Claro Ltda.

3 26 de Dezembro de 2006 INTERESSE PÚBLICO 3 5- ATIVIDADES PARA O PÚBLICO ADULTO E " MELHOR IDADE": 4- PRAÇAS DE ESPORTES: A SER também prepara, mantém e disponibiliza as Praças Esportivas para o uso da população em prática de esportes e de lazer, além de ceder suas instalações para a realização de eventos de entidades oficiais dos mais variados segmentos, tais como igrejas, clubes, associações e outros órgãos da Administração que solicitam os espaços para seus Eventos e atividades. Com o objetivo e a preocupação de possibilitar mudanças nas condições de vida e no comportamento dos indivíduos adultos e da melhor idade (3ª idade), a SER também atua hoje com centenas de pessoas em atividades físicas, tais como hidroginástica, aulas de alongamento, ginástica localizada e relaxamento (voltadas a 3ª idade), promovendo desta forma o aumento da capacidade muscular e melhorando também o equilíbrio, a flexibilidade, a coordenação motora e a velocidade na marcha. Esta melhoria da condição física está diretamente ligada ao objetivo principal do projeto que é a elevação e o fortalecimento da auto-estima, autonomia e auto-percepção, num processo rumo ao à longevidade e um envelhecimento saudável. "VENHA CONOSCO: PRATIQUE ESPORTES" SER - SECRETARIA DE ESPORTES E RECREAÇÃO - AS PRAÇAS ESPORTIVAS de propriedade da municipalidade e sob a responsabilidade da SER são as seguintes: Ginásio Municipal de Esportes "Vicente Amatte" (Centro), Estádio Municipal do Centro e Pista de Atletismo, Conjunto Aquático da Praça Centro, Ginásio Municipal de Esportes "Agostinho Fávaro" (João Aranha), Estádio Municipal do João Aranha, Praça de Esportes "Irmãos Vedovello" - Monte Alegre, Praça Poliesportiva "Etori Di Blásio" (Monte Alegre), Praça de Esportes João Aranha - Praça César Bierrenbach, Conjunto Aquático "Waldemar Perissinotto" - P.Cesar Bierrenbach, Praça de Esportes "João Julião" - Bairro Santa Cecília, Praça de Esportes "Vereador Jose Motta" - Jd. Itapoan, Praça de Esportes "Alberto Pazzetti" - Morumbi, Praça de Esportes do Jd. Planalto, Praça de Esportes Betel, Campo de Futebol Fazenda Santa Terezinha, Conjunto Aquático "Almir Beraldo" - (Em processo de Licitação para Reforma) A partir do dia 03 de janeiro e até o reinício das Aulas de Iniciação Esportiva, que será no dia 12 de fevereiro, as Piscinas do Conjunto Aquático Centro estarão abertas para o público em geral, de 3ª feira a domingo das 09:00 às 19:00 horas. Para a utilização das piscinas é obrigatória a realização de exame médico.

4 4 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO Nº 5.483, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE AS DATAS DE VENCIMENTO DO PAGA- MENTO DO IMPOSTO PREDIAL E TERRITORIAL URBANO - IPTU PARA O EXERCÍCIO DE 2007, E DÁ OUTRAS PRO- VIDÊNCIAS" O cidadão, Prefeito do Município de Paulínia, usando das atribuições legais, e especialmente atendendo ao disposto no Artigo 168 da Lei Complementar nº 16, de 30 de dezembro de 1999 (Código Tributário do Município de Paulínia), D E C R E T A: Artigo 1º - O vencimento para pagamento de Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU do exercício de 2007 em uma única vez (cota única), com desconto de 10% (dez por cento), dar-se-á em 15 de março de Parágrafo único - Fica facultado ao contribuinte o pagamento do imposto em uma vez (cota única) até 30 de março de 2007 sem o desconto mencionado no "caput"deste artigo. Artigo 2º - O contribuinte que optar pelo pagamento parcelado do imposto poderá fazê-lo em até 10 (dez) parcelas, todo dia 15 de cada mês, a partir de 15 de março de Parágrafo único - Quando o vencimento ocorrer em sábado, domingo, feriado ou dia santificado, será prorrogado para o primeiro dia útil seguinte. Artigo 3º - O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Palácio Cidade Feliz, 20 de dezembro de Lavrado e publicado no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JUNIOR Secretário de Negócios Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 34 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "ALTERA O ARTIGO 64 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 17, DE 09 DE OUTUBRO DE 2001, O ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DA ADMINISTRA- ÇÃO DIRETA DA MUNICIPALIDADE DE PAULÍNIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei Complementar: Artigo 1º - O 3º do artigo 64 da Lei Complementar nº 17, de 09 de outubro de 2001, passa a vigorar com a seguinte redação: " 3º - As licenças referidas nos incisos VI e VIII, ambos do caput deste artigo, somente serão concedidas mediante minucioso e fundamentado atestado fornecido por junta médica oficialmente instituída pelo Município. Artigo 2º - Ficam acrescidos os seguintes parágrafos no artigo 64, da Lei Complementar nº 17, de 09 de outubro de 2001: " 4º - A cada dois meses de licenciado com base no inciso VI, ou no inciso VIII, ambos do caput deste artigo, o servidor será submetido a exame pela junta médica que atestou a causa da licença, e o laudo indicará, fundamentadamente, a manutenção da licença ou o retorno do servidor à ativa. 5º - Durante a licença concedida com base nos incisos referidos no 4º, o servidor licenciado não fará jus aos benefícios próprios da ativa, dentre os quais os seguintes, instituídos por legislação federal aplicável ou municipal: I - adicional de insalubridade; II - adicional de periculosidade; III - adicional noturno; IV - adicional de risco; V - prêmio-motorista; VI - prêmio-produtividade; VII - auxílio-alimentação; VIII - auxílio-transporte; IX - hora-atividade; e, X -vantagem por assessoria técnica pedagógica. 6º - Não depende de laudo médico a licença com base nos incisos VII e IX, do caput deste artigo, mas de documentação comprobatória do evento a que se referem aqueles incisos." Artigo 3º - As despesas com a execução desta Lei Complementar, correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário. Artigo 4º - Esta Lei Complementar entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.841, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE DOAÇÃO ONEROSA DE ÁREA DE TERRENO, NOS TERMOS DA LEI Nº 2.719, DE 14 DE ABRIL DE 2005, À EMPRESA CRB SERVIÇOS LOGÍSTICOS LTDA., PARA POSSIBILITAR A INSTA- LAÇÃO DA MESMA NO MUNICÍPIO DE PAULINIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS ". A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a efetuar a outorga da doação onerosa para fins de desenvolvimento sócio-econômico, nos termos do disposto na Lei Municipal nº 2.719, de 14 de abril de 2005, da área de terreno pertencente ao patrimônio disponível do Município, do Centro Industrial de Paulínia abaixo descrita e caracterizada, à empresa CRB Serviços Logístico Ltda., legalmente inscrita no CNPJ sob o nº / , para possibilitar a instalação da mesma no Município de Paulínia, a saber: LOTE 13-A-2, oriundo da subdivisão do lote 13-A, do Loteamento denominado CENTRO INDUSTRIAL DE PAULINIA, situado nesta cidade, com as seguintes medidas e confrontações: inicia-se em um ponto comum entre o lote 13-A-1, a Avenida 01 e o lote em questão; daí segue em linha reta por uma distância de 134,84m, confrontando com a Avenida 01; daí deflete a direita e segue em linha reta numa distância 158,57m, confrontando com o lote 11G; daí deflete à direita e segue em linha reta numa distância 86,61m. confrontando com o lote 12; daí deflete à direita e segue em linha reta por uma distância de 141,27m, confrontando com o lote 13-A- 1, chegando ao ponto inicial e fechando uma área de ,00m². Artigo 2º - A doação onerosa, nos termos previstos no artigo 1º desta Lei, será outorgada através de escritura pública, devendo constar obrigatoriamente da mesma os encargos do donatário, o prazo para o seu cumprimento e a cláusula de retrocessão, sob pena de nulidade do ato, conforme estabelecido no artigo 99, inciso I, alínea "a", da Lei Orgânica do Município. Artigo 3o - Nos termos do artigo 4º da Lei 2.719/2005, fica estabelecido o prazo de dois (02) anos para a empresa donatária cumprir integralmente o plano implantação do projeto, conforme cronograma constante do Protocolado Administrativo nº / 2003, sendo possível a prorrogação de tal prazo uma única vez por 180 (cento e oitenta) dias, pelo Poder Executivo. Artigo 4º - As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação própria do orçamento, suplementada se necessário. Artigo 5º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.842, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PARQUE DO CINE- MA E DAS COMUNICAÇÕES NO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1o - Fica criado o Parque do Cinema e das Comunicações no Município de Paulínia no Complexo Rodoviária-Shopping, localizado na Av. Prefeito José Lozano Araújo, nº Jardim Nossa Senhora Aparecida. Parágrafo único - O projeto será implantado, inicialmente, nas edificações já existentes e em construção no Complexo Rodoviária Shopping. Artigo 2o - O Parque do Cinema e das Comunicações no Município de Paulínia se destinará a oferecer à população espaço onde possam ser desenvolvidas atividades diversificadas, nos campos da cultura, lazer, entretenimento e educação, dentre outras. Artigo 3º - O Parque será vinculado às Secretarias Municipais de Cultura, de Educação e de Turismo e Eventos. Parágrafo único - A Coordenação do Parque caberá à Secretaria Municipal de Cultura. Artigo 4º - As Secretarias Municipais mencionadas no artigo 3 deverão disponibilizar os recursos materiais e humanos para o adequado funcionamento do Parque e correto desempenho de suas atividades, conforme solicitação da Coordenação. Artigo 5º - O Parque poderá abrigar os seguintes setores: I - estúdios de imagem e som, obedecendo as mais apuradas técnicas, como isolamento térmico, tratamento acústico, camarins e sanitários; II - estacionamento para carros e amplas áreas para movimentação de veículos de carga e descarga de materiais para cenários e equipamentos para filmagens, fixações e gravações; III - setor de apoio próximo aos estúdios, que deverá abrigar oficinas elétrica e hidráulica, de marcenaria, serralheria, carpintaria,

5 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 5 alvenaria, área para pintura, ateliê de costura, depósito para roupas e adereços, móveis e cenários, sala de efeitos especiais, sala de desenho e projetos, almoxarifado, abrigo para viaturas e área de uso múltiplo; IV - cidade cenográfica que abrigará a reconstituição de cidades com seus diversos detalhes - ruas e praças, cenários estes que reproduzirão arquiteturas e paisagens urbanas contemporâneas ou do passado e poderão servir de atração turística, a exemplo da cidade cenográfica da TV Globo, localizada na periferia do Rio de Janeiro, que recebe número considerável de visitantes, dispondo de serviços para atendimento a turistas; V - setor de pós-produção, com maquinário de cinema e vídeo, sala de telecine, sala de montagem para filmes em 35mm e sala para filmes de 15mm, ilhas de edição analógica e digital, estúdio de áudio, estúdio concentrado com ramificações para cinema e vídeo, departamento de pesquisa tecnológica e banco de imagens e som; VI - centro de treinamento técnico para formação de mão-de-obra, incluindo um conjunto de salas de aulas, estúdios, pequenos auditórios, administração, depósitos, oficina, zeladoria, copa e sanitários; VII - administração e manutenção do Parque com escritórios, abrigo para viaturas, máquinas, produtos químicos e adubos, área de manutenção e limpeza, almoxarifado, sanitários e vestiários; VIII - Museu do Cinema e das Comunicações, que incluirá salões de exposições, videoteca, salas de projeções, filmoteca, auditórios, administração, depósitos, oficina, zeladoria, copa e sanitários; IX - serviços e espaço de escritórios onde poderão ser instaladas empresas produtoras que desenvolverem projetos no Município; X - áreas para a instalação de restaurantes, bares e lojas, para atender as necessidades locais e turísticas. Artigo 6º - Para a implantação do Parque, a Prefeitura poderá firmar convênios e celebrar Termos de Parceria com entidades públicas e privadas nacionais e internacionais, bem como lançar programas de incentivo. Artigo 7º - As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário. Artigo 8 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.843, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A AUTORIZAÇÃO PARA CONCES- SÃO DE SUBVENÇÕES SOCIAIS, INSTITUI PRÊMIOS PARA OS PARTICIPANTES DO CARNAVAL NAS CA- TEGORIAS QUE ESPECIFICA E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado, em atendimento do estabelecido no artigo 26 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, a conceder subvenções sociais no exercício de 2007 às entidades abaixo relacionadas, referentes ao Carnaval de 2007 e de 2008: 1º GRUPO: 2º GRUPO: Parágrafo Único - Os Recursos de que trata esta Lei, mantém adequação orçamentária e financeira com a Lei Orçamentária e compatibilidade com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Artigo 2º - A dotação destinada às subvenções às entidades relacionadas acima, foi consignada no orçamento de 2007, sendo suplementada se necessário. Artigo 3º - Os recursos de que trata a presente Lei, somente serão liberados às entidades que preencherem as condições exigidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e conforme disponibilidade financeira da Prefeitura Municipal de Paulínia. 1º - As entidades beneficiadas deverão, até o dia 31 de janeiro do exercício subseqüente ao da concessão da subvenção, prestar contas dos recursos recebidos, de acordo com a Instrução Normativa nº 02/2002 e Aditamento nº 04/2005 do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, diretamente à Secretaria Municipal de Recursos. 2º - A aplicação das subvenções será fiscalizada pela Secretaria Municipal de Turismo, concomitantemente com a Secretaria Municipal de Recursos. Artigo 4º - Fica instituído, no âmbito do Município de Paulínia, prêmio em pecúnia e troféu aos seguintes participantes do carnaval: a)escolas de samba campeãs do 1º Grupo: Campeã - R$30.000,00 (trinta mil reais), Vice-Campeã - R$15.000,00 (quinze mil reais); b) Escola de samba campeã do 2º Grupo: R$15.000,00 (quinze mil reais); c) Escola de samba do 3º Grupo: não haverá premiação em pecúnia, somente troféu; d) Blocos: R$50.000,00 (cinqüenta mil reais), assim subdivididos: R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por bloco participante, totalizando R$40.000,00 (quarenta mil reais) e R$10.000,00 (dez mil reais) para premiações, sendo R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para o 1º lugar; R$3.000,00 (três mil reais) para o 2º lugar e R$2.000,00 (dois mil reais) para o terceiro lugar; e) Corte do Momo: Rei Momo - R$5.000,00 (cinco mil reais), Rainha - R$5.000,00 (cinco mil reais), 1ª Princesa - R$2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), 2ª Princesa - R$2.500,00 (dois mil e quinhentos reais). Artigo 5º - As despesas com a execução desta Lei correrão por conta da seguinte rubrica orçamentária, consignada no orçamento vigente: Secretaria de Turismo e Eventos Secretaria de Turismo e Eventos Artigo 6º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.844, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO MUSEU DO CINE- MA E DAS COMUNICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1o - Fica criado o Museu do Cinema e das Comunicações do Município de Paulínia - Cinecom, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cultura. Artigo 2o - O Museu do Cinema e das Comunicações do Município de Paulínia - Cinecom será instalado no prédio atualmente utilizado como sede da Administração Municipal, e terá por finalidade captar, organizar, preservar e divulgar registros iconográficos e sonoros, através da produção audiovisual e da comunicação social, que documentam a história social e cultural do Município e do País, bem como realizar eventos culturais relativos às artes e veículos da imagética e do som, nos termos de seu Regimento que será aprovado por norma regulamentadora. Artigo 3º - O Museu do Cinema e das Comunicações do Município de Paulínia - Cinecom tem as seguintes atribuições: a) realizar pesquisas para coleta de materiais, informações, documentos e registros de natureza histórica da memória cultural e social do Município de Paulínia e do Brasil; b) coletar material que irá constituir seu acervo, mediante compra, doações e legados; c) zelar pela guarda, preservação, processamento técnico, difusão ou disseminação das informações contidas em seus acervos; d) difundir a cultura cinematográfica, audiovisual, sonora, radiodifundida, direta ou indiretamente, através da projeção de filmes e outros materiais audiovisuais, bem como exposição e digitalização de gravações fonográficas; e) produzir ou reproduzir material sonoro, fotográfico, cinematográfico e televisivo que irá constituir seu acervo; f) promover o registro de depoimentos e fatos da vida cultural e social do Município de Paulínia e do Brasil; g) propor medidas de caráter regulamentar para as atividades técnicas do Museu, relativas à sua área de atuação; h) zelar pela conservação do aparelhamento técnico pertencente ao Museu, promovendo a manutenção e reparos quando necessários; i) organizar e manter atualizada documentação sobre sua área de atuação, com filmoteca, biblioteca, fototeca, discoteca e hemeroteca; j) editar livros, revistas e outras publicações dedicadas a temas de sua especialidade; k) atender o usuário e fornecer, com autorização da direção, repro-

6 6 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 duções de fotos, "slides" e material impresso, gravado, fixado ou audiovisual, para pesquisas e estudos; l) expor permanentemente, pública e didaticamente seu acervo; m) realizar exposições temporárias, temáticas, comemorativas ou especiais; n) treinar monitores para acompanhar visitantes nas exposições permanentes e nas temporárias, e promover projetos educativos e atividades especiais, visando o estabelecimento de vínculos permanentes com a comunidade; o) promover e estimular a realização de estudos e pesquisas sobre matérias que constituem seu campo de atuação; p) promover cursos regulares ou periódicos de difusão, extensão e treinamento, conferências, bem como congressos, simpósios e seminários sobre temas ligados ao seu campo de atuação; q) efetuar intercâmbio com entidades culturais e congêneres, mediante acordo de divulgação de suas atividades e das peças que constituem seu acervo; r) ceder as instalações e os equipamentos a terceiros, exclusivamente para fins de produção local e difusão cultural. s) realizar oficinas de treinamento de artistas e técnicos; t) participar do Sistema Brasileiro de Museus; u) celebrar parcerias, convênios e vínculos provisórios, na forma da lei, com entidades públicas e privadas para o atendimento de suas atribuições e finalidades. Parágrafo único - Todas as atividades desenvolvidas pelo Cinecom deverão ser aprovadas, previamente, pela Secretaria Municipal de Cultura, devendo ser compatíveis com a política cultural da Prefeitura Municipal, obedecidas suas normas regulamentares, tendo como preocupação básica a integração das suas diversas atividades, a relação com seus freqüentadores e a necessidade de uma permanente reavaliação de sua natureza e objetivos. Artigo 4º - Os recursos necessários à manutenção do Museu do Cinema e das Comunicações do Município de Paulínia - Cinecom, correrão a conta de dotações orçamentárias da Prefeitura Municipal de Paulínia, do Fundo Municipal de Cultura e de receitas próprias, dentre as quais contribuições voluntárias, doações, patrocínios, mecenato, verbas incentivadas Estaduais e Federais e ingressos de admissão a exposições e eventos. Parágrafo único - O Museu poderá se conveniar com outras instituições e aceitar atribuições e doações para seu acervo. Artigo 5º - Dentro de 180 (cento e oitenta) dias, a Prefeitura Municipal de Paulínia editará Decreto regulamentando esta Lei. Artigo 6 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.845, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PRÊMIO DO CINE- MA, DO AUDIOVISUAL E DAS COMUNICAÇÕES NO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊN- CIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1o - Fica instituído, no Município de Paulínia, o Prêmio Paulínia do Cinema, do Audiovisual e das Comunicações, destinado a incentivar e reconhecer o mérito da produção cultural de cinema, de audiovisual e de comunicação social, mediante a realização de evento cultural anual para a outorga de prêmio honorário à produção de obras nas áreas de cinema, vídeo, televisão, rádio e novas mídias, na forma desta Lei. Artigo 2o - Poderão ser candidatos ao prêmio instituído pela presente Lei, somente produtores, diretores, roteiristas, autores, artistas, técnicos, obras e produções das áreas de cinema, vídeo, televisão, rádio e novas mídias, sediados no Brasil, escolhidos pela Secretaria Municipal de Cultura, segundo critérios definidos pelo Regulamento. 1º - A regulamentação da premiação, a indicação dos candidatos a agraciados, bem como a outorga do Prêmio será feita pela Secretaria Municipal de Cultura. 2º - A escolha das obras, produções e pessoas agraciadas com o prêmio, será realizada mediante composição de Comissão Especial que deverá ser formada por no mínimo 09 (nove) membros, a serem nomeados pelo, sendo, obrigatoriamente: I - 03 (três) representantes da Prefeitura: o, um representante da Secretaria Municipal de Cultura e outro da Secretaria Municipal de Educação; II - 06 (seis) representantes das entidades representativas dos produtores, cineastas, artistas, distribuidores, programadores, radiodifusores e exibidores das áreas de cinema, de audiovisual e do rádio, com notória especialização nas respectivas áreas, estando impedidos de participar dessa Comissão quaisquer pessoas que pretendam, direta ou indiretamente, concorrer ao Prêmio; Artigo 3º - O Prêmio compreenderá as diversas categorias de premiação definidas no Regulamento. Artigo 4º - As despesas comprovadas, decorrentes do exercício das funções dos membros da Comissão Especial, efetivamente necessárias à organização da premiação, serão encargos da Prefeitura Municipal. Parágrafo único - As despesas de que trata o "caput" deste artigo deverão ser autorizadas pela Secretária Municipal de Cultura. Artigo 5º - Servirão de recursos para a organização do evento de entrega da premiação e confecção do prêmio, os valores orçamentários constantes de rubrica própria que deverá constar do orçamento. Artigo 6º - A Secretaria Municipal de Cultura fixará, num prazo de 180 (cento e oitenta dias), as demais diretrizes gerais do Prêmio e a regulamentação necessária. Artigo 7 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.846, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "ESTABELECE NOVA REDAÇÃO AO INCISO I DO ARTIGO 3º DA LEI MUNICIPAL Nº 1.315, DE 25 DE JULHO DE 1990 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: ARTIGO 1o - O inciso I do artigo 3º da Lei Municipal nº 1.315, de 25 de julho de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação: "I - a importância correspondente à diferença apurada entre o valor do benefício devido pelo INSS e o de sua remuneração, excluídos desta os benefícios próprios da ativa, dentre os quais os seguintes: a) adicional de insalubridade; b) adicional de periculosidade; c) adicional noturno; d) adicional de risco; e) prêmio-motorista; f) prêmio-produtividade; g) auxílio-alimentação; h) auxílio-transporte; i) hora-atividade; j) vantagem por assessoria técnica pedagógica." ARTIGO 2o - As despesas com a execução desta Lei, correrão por conta de verbas próprias do orçamento, suplementadas se necessário. ARTIGO 3o - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.847, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A AUTORIZAÇÃO PARA CONCES- SÃO DE SUBVENÇÃO SOCIAL E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado, em atendimento do estabelecido no artigo 26 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, a conceder subvenção social no exercício de 2006 à ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE PAULÍNIA - APAE, no valor de até R$ ,00 (vinte e três mil reais). Parágrafo Único - A despesa de que trata esta Lei, mantém adequação orçamentária e financeira com a Lei Orçamentária e compatibilidade com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Artigo 2º - Para atendimento ao disposto no artigo 1º, fica o Poder Executivo autorizado a abrir na Secretaria de Recursos, um crédito adicional especial até o valor de R$23.000,00 (vinte e três mil reais). Artigo 3º - Os recursos para cobertura do presente crédito adicional especial, são os resultantes da transferência recebida do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no valor de R$ ,00 (vinte e três mil reais), inclusive rendimentos. Artigo 4º - O recurso de que trata a presente Lei, somente será liberado à entidade se a mesma preencher as condições exigidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e conforme disponibilidade financeira da Prefeitura Municipal de Paulínia. Artigo 5º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos

7 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 7 LEI Nº 2.848, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "ALTERA O ARTIGO 3º DA LEI N 2.828, DE 16 DE OUTUBRO DE 2006, QUE 'DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DE PARCELAMENTO ESPECIAL DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO IV, VISANDO A RECUPERAÇÃO FISCAL NO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS'." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia, SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei : Artigo 1º - O artigo 3º da Lei Municipal nº 2.828, de 16 de outubro de 2006, passa a vigorar com a seguinte redação: "Artigo 3º - No PECT IV, obedecidas as regras e condições previstas na presente Lei e no Regulamento pertinente, o contribuinte poderá parcelar o seu débito para pagamento à vista ou em 60 (sessenta) parcelas iguais e sucessivas, com atualização monetária mensal, com base no INPC/IBGE, com exclusão de multas e juros, sendo, nesta hipótese, a primeira parcela com vencimento em 30 de novembro de 2006, no caso das adesões entre os dias 06 de novembro e 29 de novembro, ou em 31 de dezembro de 2006, no caso das adesões entre os dias 30 de novembro e 08 de dezembro, ficando as demais parcelas com vencimentos mensais, sempre no último dia do mês subseqüente." Artigo 2º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, retroagindo seus efeitos à data de 06 de novembro de "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.849, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO DE PESQUISAS, ESTUDOS SOCIAIS E DE POLÍTICAS PÚBLICAS - FUPESPP E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A Câmara Municipal APROVOU e eu, de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: ARTIGO 1º Fica extinta, em razão da decisão de seu Conselho Deliberativo, a FUNDAÇÃO DE PESQUISAS, ESTUDOS SOCIAIS E DE POLÍTICAS PÚBLICAS - FUPESPP. ARTIGO 2º - Fica, ainda, extinto o INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR FUPESPP, bem como os demais Órgãos, cargos, empregos e funções existentes na Fundação de Pesquisas, Estudos Sociais e de Políticas Públicas - FUPESPP. ARTIGO 3º - Para a efetivação dos atos complementares relativos à extinção da entidade referida no artigo 1º, ficam criados, junto à estrutura organizacional do Gabinete do Prefeito, os cargos de provimento em comissão abaixo elencados, em conformidade com a Lei Complementar nº 17, de 09 de outubro de 2001, a saber: ARTIGO 6º - Caberá ao Gestor Público da área pedagógica: I - Promover a notificação de todos os alunos do Curso de Administração, com habilitação em Comércio Exterior ou Administração Pública, ainda que com matrículas trancadas, para que manifestem sua opção de acordo com o disposto no artigo 7º desta Lei; II - Manter contato com as Instituições de Ensino Superior, de forma a viabilizar a transferência dos alunos, de acordo com a sua opção; III - Formalizar as manifestações de vontade dos alunos que importem em desistência quanto ao prosseguimento no curso; IV - Apresentar relatórios mensais das medidas acadêmicas adotadas, bem como emitir, semestralmente, parecer relativo ao atendimento pelos alunos das condições exigidas para a concessão dos benefícios previstos nesta Lei. ARTIGO 7º - O Poder Executivo envidará todos os esforços no sentido de possibilitar aos alunos matriculados no Curso de Administração, com habilitação em Administração Pública ou Comércio Exterior, a continuidade do curso em Instituição de Ensino Superior sediada no Estado de São Paulo, ficando facultado aos alunos o direito de optar pelo ingresso em outros cursos de graduação, desde que observado o disposto no parágrafo 6º deste artigo. 1º - O ingresso dos alunos em outras Instituições de Ensino Superior, dar-se-á mediante simples transferência ou processo seletivo, responsabilizando-se o Poder Executivo pelo reembolso das despesas relativas à transferência ou inscrição dos alunos em um único processo seletivo. 2º - Os alunos deverão manifestar-se, expressamente e por escrito, a respeito das opções previstas no "caput" deste artigo. 3º - Os alunos regularmente matriculados no Instituto de Ensino Superior FUPESPP no ano letivo de dois mil e seis, assim como aqueles que trancaram suas matrículas nesse mesmo ano letivo, terão o prazo máximo de 01 (um) ano, a contar da publicação da presente Lei, para manifestar-se a respeito das opções previstas no "caput" deste artigo. 4º - Os alunos que trancaram suas matrículas nos anos letivos de dois mil e quatro e dois mil e cinco deverão fazer sua opção no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, a contar da publicação da presente lei. 5º - Os alunos que não se manifestarem nos prazos previstos nos parágrafos 3º e 4º, renunciam, expressamente, aos benefícios previstos nesta lei. 6º - Caracterizar-se-á continuidade de estudos em outra Instituição de Ensino Superior, ainda que o aluno venha a optar por outro curso de graduação, desde que haja aproveitamento, por meio de equivalência, de pelo menos uma disciplina cursada pelo aluno no Instituto de Ensino Superior FUPESPP, exceção feita àqueles que atualmente estejam com suas matrículas trancadas e que não tenham obtido aproveitamento em qualquer das disciplinas cursadas. 7º - Caberá as Instituições de Ensino Superior, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o recebimento da documentação do aluno, exarar parecer conclusivo contendo a análise curricular das equivalências das disciplinas. 8º - Ao efetivar sua matrícula na Instituição de Ensino Superior, o aluno declara-se ciente da equivalência das disciplinas que lhe forem atribuídas. ARTIGO 8º - As despesas decorrentes das mensalidades devidas às Instituições de Ensino Superior até a conclusão do curso, serão suportadas, integralmente, pelo Município. 1º - O pagamento das referidas mensalidades será efetuado pelo Município, diretamente, às Instituições de Ensino Superior. 2º - Os pagamentos às Instituições de Ensino Superior ficam condicionados à comprovação, através de documento hábil, de freqüência mensal e de aproveitamento semestral. 3º - O Município não se responsabilizará pelo pagamento de taxas adicionais e ou mensalidades quando o aluno for reprovado por freqüência em qualquer disciplina ou reprovado em mais de duas disciplinas durante o curso. Parágrafo único - Os cargos de Assessores para Assuntos Especiais criados pelo "caput" deste artigo, exercerão as funções de Gestores Públicos, um para a área administrativa e outro para a área pedagógica. ARTIGO 4º - O Município de Paulínia fica sub-rogado em todos os direitos e obrigações da FUNDA- ÇÃO DE PESQUISAS, ESTUDOS SOCIAIS E DE POLÍTICAS PÚBLICAS - FUPESPP. ARTIGO 5º - Caberá ao Gestor Público da área administrativa: I - Identificar o acervo patrimonial da FUPESPP; II - Promover a rescisão de todos os contratos e convênios firmados pela FUPESPP com pessoas físicas e/ou jurídicas; III - Identificar o passivo fiscal e previdenciário da FUPESPP; IV - Apresentar relatórios mensais das medidas adotadas. 4º - O Município não se responsabilizará pelo pagamento de materiais e taxas escolares adicionais de qualquer espécie. 5º - O aluno perderá o direito aos benefícios ora concedidos, quando não lograr aprovação em pelo menos uma disciplina no semestre letivo que estiver cursando, bem como quando desistir, trancar sua matrícula ou deixar de freqüentar o curso em razão de medida similar por período superior a um semestre. ARTIGO 9º - O Município fornecerá, ainda, transporte gratuito de Paulínia às Instituições de Ensino Superior, desde que estejam sediadas em Municípios atendidos pelo sistema de transporte escolar gratuito do Município de Paulínia. ARTIGO 10 - Quando o curso superior escolhido pelo aluno não dispor de Línguas Estrangeiras em seu projeto pedagógico, ficará o Poder Executivo responsável pelo pagamento de 02 (dois) cursos livres de idiomas em escola de língua estrangeira, em período de tempo equivalente ao que lhe restava concluir no Instituto de Ensino Superior - FUPESPP.

8 8 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de º - O aluno deverá cursar, obrigatoriamente, os mesmos idiomas pelos quais optou, quando de sua matrícula no Instituto de Ensino Superior -FUPESPP. 2º - No caso do Curso Superior possuir em seu projeto pedagógico apenas 01 (uma) das disciplinas de língua estrangeira, o Poder Executivo ficará responsável pelo pagamento do curso livre referente ao outro idioma em escola de língua estrangeira, em período de tempo equivalente ao que lhe restava concluir no Instituto de Ensino Superior - FUPESPP. 3º - Ficam as escolas de idiomas obrigadas a comprovar, mensalmente, a freqüência dos alunos e, semestralmente, seu aproveitamento escolar. 4º - O Município não se responsabilizará pelo pagamento de mensalidades ou taxas adicionais quando o aluno for reprovado por freqüência ou aproveitamento em qualquer ciclo ou módulo dos referidos cursos de língua estrangeira. ARTIGO 11 - Fica incluso na grade de projetos do Plano Plurianual do Município, para os exercícios de 2006/2009, Lei n 2.753/05, o item constante dos Anexos I e II desta Lei. ARTIGO 12 - Fica excluído o item 03.01, sub-itens 03.01, 03.02, e do Plano Plurianual do Município, para os exercícios de 2006/2009, Lei n 2.753/05. ARTIGO 13 - Fica incluso na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO para o exercício de 2007, Lei n 2.810/06, o item 01.06, conforme o Anexo III desta Lei. ARTIGO 14 - Fica excluído o item 03.01, sub-itens 03.01, 03.02, e do Anexo I da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO para o exercício de 2007, Lei n 2.810/06. ARTIGO 15 - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir um crédito adicional especial, para o exercício de 2007, junto ao Gabinete do Prefeito, até o valor de R$ ,88 (sete milhões, vinte e quatro mil, oitocentos e vinte reais e oitenta e oito centavos), necessário para a cobertura das despesas com a execução desta Lei, suplementado se necessário, nos limites e condições da L.O.A. (Lei de Orçamento Anual). AÇÕES VOLTADAS AO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA GOVERNAMENTAL E RESPEC- ANEXO II PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO - PPA TIVAS UNIDADES EXECUTORAS INICIAL [ ] ALTERAÇÃO [ ] INCLUSÃO [X] EXCLUSÃO [ ] MUNICÍPIO : PAULÍNIA - SP UNIDADE EXECUTORA : GABINETE DO PREFEITO CÓDIGO DA UNIDADE : FUNÇÃO : ADMINISTRAÇÃO CÓDIGO DA FUNÇÃO : 04 SUBFUNÇÃO : ADMINISTRAÇÃO GERAL CÓDIGO DA SUBFUNÇÃO : 122 PROGRAMA : ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CÓDIGO DO PROGRAMA : 0003 AÇÕES ATIVIDADE : CONCLUSÃO DOS CURSOS DE GRADUÇÃO DOS ALUNOS -- MATRICULADOS NA FUPESPP CÓDIGO DA ATIVIDADE : ARTIGO 16 - Os recursos para a cobertura do presente crédito adicional especial serão os resultantes de anulações parciais de dotações do orçamento de 2007, discriminadas no Decreto de abertura do crédito. ARTIGO 17 - A presente Lei será regulamentada pelo Poder Executivo através de Decreto. ARTIGO 18 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário e, especialmente, as Leis Municipais nºs 2.254, de 17 de junho de 1999, 2.420, de 07 de novembro de 2000, 2.457, de 11 de maio de 2001 e 2.647, de 30 de setembro de "Palácio Cidade Feliz", 21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos ANEXO I ÓRGÃOS E PROGRAMAS POR OBJETIVOS E METAS Período 2006 a 2009 ANEXO III ÓRGÃOS E PROGRAMAS POR OBJETIVOS E METAS Exercício 2007

9 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 9 LEI Nº 2.850, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2006 "AUTORIZA A FILIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA À ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PRODUTORES - ANAMUP E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". Artigo 2º - A Receita será realizada mediante a arrecadação dos tributos, renda e outras receitas correntes, na forma da legislação em vigor, e das especificações constantes no anexo nº 02, da Lei nº 4.320/64, com o seguinte desdobramento: A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: ARTIGO 1º-Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a promover a filiação do Município de Paulínia à Associação Nacional de Municípios Produtores - ANAMUP, associação civil, sem fins lucrativos, que tem por finalidade a defesa e a representação dos interesses e direitos de seus associados, na esfera judicial e administrativa, perante assuntos que envolvam arrecadação tributária e administração financeira, conforme disposto no artigo 3º de seu Estatuto Social, com efeitos retroativos ao exercício anterior. Parágrafo único - A Prefeitura Municipal de Paulínia terá o direito de participar das assembléias a serem realizadas pela Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP, por intermédio de seus representantes. ARTIGO 2º- O Município contribuirá financeiramente, através de pagamentos anuais no valor de R$7.200,00 (sete mil e duzentos reais), que serão destinados à implementação, desenvolvimento e manutenção dos objetivos previstos no Estatuto Social da Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP. Parágrafo Único - No exercício de 2006, fica o Poder Executivo Municipal autorizado a efetuar o repasse adicional de R$14.200,00 (quatorze mil e duzentos reais), referente ao rateio complementar de despesas destinadas ao custeio de eventos promovidos pela Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP e à anuidade do exercício de ARTIGO 3º - As transferências de recursos para a Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP serão provenientes de dotação orçamentária própria do orçamento vigente, suplementadas se necessário. ARTIGO 4º - O Município consignará, obrigatoriamente, a contribuição financeira em seus orçamentos anuais. ARTIGO 5º - A Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP encaminhará à Prefeitura de Paulínia, anualmente, cópias de seus balancetes, balanços e relatórios de suas atividades. Artigo 3º - A despesa geral do Município está fixada em R$ ,00 (seiscentos e três milhões, oitocentos e cinqüenta mil, cento e quarenta reais), obedecendo o seguinte: ADMINISTRAÇÃO DIRETA Administração Direta ,00 ADMINISTRAÇÃO INDIRETA FUPESPP ,00 EMDEP ,00 INSTITUTO DE PREV. DOS FUNC. PÚBLICOS DO MUN. PAULINIA ,00 SUBTOTAL ,00 RESERVA ORÇAMENTÁRIA DO RPPS ,00 RESERVA DE CONTINGÊNCIA ,00 DESPESA TOTAL ,00 Artigo 4º - A despesa será realizada segundo a discriminação dos quadros Programas do Trabalho e Natureza de Despesas, que apresenta o seguinte desdobramento: Parágrafo único - O Poder Executivo Municipal deixará de repassar os recursos à Associação Nacional dos Municípios Produtores - ANAMUP se esta não remeter-lhe os relatórios contábeis de estilo. ARTIGO 6º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz",21 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.851, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A ESTIMATIVA DA RECEITA E A FIXAÇÃO DA DESPESA PARA O EXERCÍCIO DE 2007, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1º - Fica estimada para o exercício financeiro de 2007, a receita líquida em R$ ,00 (seiscentos e três milhões, oitocentos e cinqüenta e seis mil cento e quarenta reais), discriminadas pelos anexos desta Lei, como segue: ADMINISTRAÇÃO DIRETA Receita Bruta ,00 Deduções para o FUNDEF ,00 Receita Líquida ,00 ADMINISTRAÇÃO INDIRETA Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos do Município de Paulínia - PAULINIA PREVI ,00 Receita Líquida Total ,00

10 10 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006

11 Art. 4º - O objetivo do Plano Diretor é ser um instrumento para a definição de uma estratégia para o estabelecimento de claros princípios de ação para o conjunto dos agentes envolvidos na construção XV - implantar processo permanente de planejamento e do correspondente sistema de práticas e rotinas de acompanhamento do Plano Diretor, consolidado em subseqüentes revisões e adaptações. 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 11 da cidade, servindo de base para a sua gestão. Art. 5º - A política urbana deve se pautar pelos seguintes princípios: I - função social da cidade; II - função social da propriedade; III - sustentabilidade; e, IV - gestão democrática e participativa. Artigo 5º - O Poder Executivo é autorizado, nos termos da Constituição Federal e Lei de Diretrizes Orçamentárias a: I - Efetuar antecipação da receita orçamentária (A.R.O.), conforme legislação; II - Realizar operações de crédito até o limite estabelecido pela legislação em vigor; III - Abrir créditos adicionais suplementares até o limite de 25% (vinte e cinco por cento) do orçamento das despesas, nos termos da Legislação vigente; IV - Transpor, remanejar ou transferir recursos, dentro de uma mesma categoria de programação, de uma categoria para outra, ou de uma unidade orçamentária para outra, em atendimento às necessidades da administração; V - Contingenciar parte das dotações, quando a evolução da receita comprometer os resultados previstos. Parágrafo 1º - Não onerarão o limite previsto no inciso III, os créditos destinados a suprir insuficiência nas dotações orçamentárias relativas a pessoal, inativos e pensionistas, dívida pública, precatórios judiciais e despesas à conta de recursos vinculados. Parágrafo 2º - Fica o Poder Legislativo autorizado a proceder à transposição parcial de recursos de uma atividade para outra e de um elemento de despesa para outro, conforme disposto na Lei Federal nº 4320/64. Artigo 6º - Esta Lei entrará em vigor em 1º de janeiro de 2007, revogando-se as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 22 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.852, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 "INSTITUI O PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE PAULÍNIA". A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia, SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Art. 1º - Em atendimento às disposições do Artigo 182 da Constituição Federal, do Capítulo III da Lei nº , de 10 de julho de Estatuto da Cidade - e da Lei Orgânica do Município de Paulínia, fica aprovado, nos termos desta lei, o Plano Diretor do Município de Paulínia. TÍTULO I APRESENTAÇÃO Art. 2º - O Plano Diretor é o instrumento legal básico da política de desenvolvimento do Município que tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade, da propriedade urbana e garantir o bem estar de seus habitantes. Art. 3º - O Plano Diretor, abrangendo a totalidade do território, estabelece as diretrizes de atuação dos agentes públicos e privados para a elaboração e consolidação do planejamento municipal, visando o desenvolvimento sustentável. Parágrafo único - Entende-se por desenvolvimento sustentável a compatibilização do desenvolvimento econômico e social com a preservação ambiental, garantindo a qualidade de vida e o uso racional dos recursos ambientais naturais ou não. Art. 6º - As funções sociais da cidade no município de Paulínia correspondem ao direito à cidade para todos e todas, o que compreende os direitos à terra urbanizada, à moradia, ao saneamento ambiental, à infra-estrutura e serviços públicos, ao transporte coletivo, à mobilidade urbana e acessibilidade, ao trabalho, à cultura e ao lazer. Art. 7º - A propriedade imobiliária cumpre sua função social quando, respeitadas as funções sociais da cidade, for utilizada para: I - habitação, especialmente as de Interesse Social; II - atividades econômicas geradoras de emprego e renda; III - proteção do meio ambiente; e, IV - preservação do patrimônio cultural. Art. 8º - A gestão da política urbana se fará de forma democrática, incorporando a participação dos diferentes segmentos da sociedade em sua formulação, execução e acompanhamento. Art. 9º - São objetivos gerais da política de planejamento e gestão urbana: I - garantir o direito universal à moradia digna, democratizando o acesso a terra e aos serviços públicos de qualidade; II - compatibilizar a ordenação do crescimento das diversas áreas da cidade com a oferta de moradias, o saneamento, o sistema viário e de transportes coletivos, e os demais equipamentos e serviços urbanos; III - promover da distribuição justa e equilibrada da infra-estrutura e dos serviços públicos, repartindo as vantagens e ônus decorrentes da urbanização; IV - promover as políticas setoriais, compatibilizando o desenvolvimento urbano com a proteção do meio ambiente, através de sua utilização racional, voltada à conservação e recuperação do patrimônio natural, em benefício das atuais e futuras gerações; V - fomentar a saúde, educação, cultura, turismo, esporte, lazer e assistência social; VI - estimular a população para a defesa dos interesses coletivos, reforçando o sentimento de cidadania e o reencontro do habitante com a cidade; VII - buscar a compatibilização do desenvolvimento local com o dos municípios vizinhos, visando à efetiva integração regional; VIII - estimular o desenvolvimento econômico, do comércio, de serviços e de indústrias, sem prejuízo de políticas específicas de incentivo à agricultura tradicional do Município; IX - estimular parcerias entre os setores público e privado em projetos de urbanização e de ampliação e transformação dos espaços públicos da Cidade, mediante o uso de instrumentos para o desenvolvimento urbano atendendo às funções sociais da cidade; X - contribuir para a construção e difusão da memória e identidade, por intermédio da proteção do patrimônio histórico, artístico, urbanístico e paisagístico, utilizando-o como meio de desenvolvimento sustentável; XI - fortalecer a gestão ambiental local, visando o efetivo monitoramento e controle ambiental; XII - estimular parcerias com institutos de ensino e pesquisa visando à produção de conhecimento científico e a formulação de soluções tecnológica e ambientalmente adequadas às políticas públicas; XIII - promover a inclusão social, reduzindo as desigualdades que atingem segmentos da população e se refletem no território, por meio de políticas públicas sustentáveis; XIV - criar mecanismos de planejamento e gestão participativa no planejamento urbano, na fiscalização de sua execução e nos processos de tomada de decisão; e,

12 12 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 TÍTULO II DO CONSELHO DA CIDADE DE PAULÍNIA Art Fica criado o Conselho da Cidade de Paulínia, órgão de natureza permanente, consultiva e propositiva, que será responsável pelo levantamento e diagnóstico situacional do Município, objetivando articular políticas de desenvolvimento e a participação autônoma e organizada de todos os seus integrantes. Art O Conselho da Cidade de Paulínia contribuirá para a promoção do desenvolvimento sustentável no Município. Parágrafo único - Para os efeitos desta Lei, o desenvolvimento sustentável consiste no desenvolvimento local socialmente justo, ambientalmente equilibrado e economicamente viável, de forma a assegurar qualidade de vida para as presentes e futuras gerações, garantindo o direito: I - à terra urbana; II - à moradia; III - ao meio ambiente; IV - ao saneamento ambiental; V - à infra-estrutura urbana; VI - ao transporte; VII - aos serviços públicos; VIII - ao trabalho; IX - ao lazer; X - à identidade cultural; e, XI - à segurança pública. Art Lei ordinária estabelecerá as competências, atribuições e composição do Conselho da Cidade de Paulínia. TÍTULO III DO MEIO AMBIENTE Art A Política Municipal do Meio Ambiente trata da política pública de gestão e proteção ambiental, do sistema hídrico, mananciais, de áreas verdes, de áreas de proteção ambiental, fragmentos de mata, proteção do solo, agropecuária. Art A Política Municipal do Meio Ambiente tem como objetivo geral a melhoria da qualidade de vida dos habitantes do Município, mediante proteção, preservação, conservação, controle e recuperação do meio ambiente, obedecendo ao critério de sustentabilidade, considerando-o um patrimônio público a ser defendido e garantido às presentes e futuras gerações. Art Para a consecução da Política Municipal de Meio Ambiente deverão ser estabelecidos mecanismos de: I - gestão, controle e fiscalização, conectando-se com as demais pastas da municipalidade; II - capacitação e qualificação do poder público, para uma administração sistêmica, que incorpore o diálogo intersetorial entre as secretarias municipais e o setor produtivo; III - ações ambientais educadoras e sustentáveis, e adotar medidas visando à conscientização da população para a defesa ambiental, bem como o estímulo à pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, orientados para o uso racional dos recursos naturais; IV - incentivo à participação da população na definição e monitoramento de planos de desenvolvimento e de gestão ambiental para: a) Reduzir a poluição dos cursos d'água; b) Prevenir inundações; c) Reduzir a poluição e a degradação do solo; d) Controlar a poluição sonora em áreas urbanas; e) Proteger os cursos d'água, os mananciais, as Áreas de Proteção Permanente - APP's e as matas ciliares; f) Proteger as áreas verdes com vegetação de grande porte, arborizar praças públicas e outros equipamentos públicos; g) Proteger o patrimônio histórico, cultural, natural, paisagístico e artístico de interesse local. V - articulação à incorporação da Sociedade Civil organizada nas ações de controle e valorização do meio ambiente do Município, particularmente a iniciativa privada, em empreendimentos de interesse comum; VI - incrementar as ações de fiscalização dos filtros de ar instalados nas indústrias; VII - criar normas técnicas e políticas públicas de Meio Ambiente; e, VIII - permitir o acompanhamento "on-line" dos andamentos dos processos administrativos pelo sítio da Prefeitura na Prefeitura para eliminar "interferências políticas". Art Os instrumentos básicos para o cumprimento da Política do Ambiente Natural do Município, além de outros previstos nas legislações Federal, Estadual e Municipal são: I - planos, programas e projetos específicos de interesse ambiental, visando a instrumentalizar o sistema de informações para o planejamento e sua democratização, transformando a informação em bem público; II - Educação Ambiental, transversal e multidisciplinar. III - incentivos fiscais e orientação de ação pública que estimulem as atividades destinadas a manter o equilíbrio ambiental; IV - formas de compensação ou retribuição pelo aproveitamento econômico ou social dos recursos ambientais que visem disciplinar seu uso, assim como obter meios para a conservação ambiental; V - controle e a fiscalização das atividades impactantes ao meio ambiente; VI - poder de polícia administrativa, inerente ao desempenho da gestão ambiental; e, VII - gerenciamento do sistema de coleta de resíduos sólidos do Município. Art Além das ações do poder de polícia administrativa inerente às atividades da Secretaria Municipal da Defesa e do Desenvolvimento do Meio Ambiente - SEDDEMA, a fiscalização das questões ambientais poderá ser feita mediante convênio com os órgãos competentes do Estado. CAPÍTULO I ÁREA DE ESPECIAL INTERESSE AMBIENTAL Art Lei ordinária disciplinará a criação de Áreas de Especial Interesse Ambiental. Art As áreas de especial interesse ambiental terão particular atenção quanto a sua proteção, preservação, conservação, controle e recuperação do ambiente. Art São diretrizes relativas à política de áreas de especial interesse ambiental: I - implantação de parques lineares, parques de fundo de vale, vias verdes e EPL - Equipamentos Públicos de Lazer; II - implantação de áreas verdes nas áreas de transição entre as zonas industriais e residenciais; III - minimização dos impactos negativos das atividades de mineração e movimentos de terra; IV - estabelecimento de controle de uso e ocupação do solo compatível; e, V - planejamento e a implantação de atividades turísticas. CAPÍTULO II DAS ÁREAS VERDES Art Os espaços e sistemas de lazer de propriedade da Prefeitura deverão ser cadastrados e submetidos a um programa permanente de manejo, ficando prevista, ainda, a implantação de um Centro de Educação Ambiental. Parágrafo Único - Os Parques Municipais deverão ser tratados com finalidades ecológica, educacional e de lazer. Art As áreas com vegetação nativa arbórea de propriedade particular, em área urbana, desde que preservadas, poderão ser beneficiadas com incentivos fiscais. Art Em caso de necessidade do corte de vegetação nas áreas verdes existentes, deverá ser apresentado projeto de manejo a ser analisado pelos órgãos municipal e estadual competentes. Art Nas áreas particulares que margeiam os córregos, rios, nascentes e lagos, deverá haver recomposição com espécies nativas específicas de mata ciliar regional. Art Deverá ser criado um programa de implantação de parques pomares silvestres nas áreas verdes públicas situadas fora de preservação permanente. CAPÍTULO III DO SISTEMA HÍDRICO Art São objetivos relativos aos Recursos Hídricos: I - realizar o controle da exploração e de eventual contaminação potencial ou real da água subterrânea, mediante medidas de quantificação, monitoramento e legislação específica pertinente; II - executar o monitoramento dos corpos d'água superficiais do Município, a fim de subsidiar a adoção de medidas de intervenção e descontaminação, propiciando condições de vida aquática e de provisionamento de mananciais; III - fiscalizar o lançamento de resíduos sólidos; IV - implantar as normas técnicas para a aprovação de obras de movimentação de terra que provoquem erosão e ou assoreamento dos corpos d'água; V - estabelecer normas de controle do uso e ocupação do solo, nas áreas de proteção permanente dos mananciais; VI - implantar áreas verdes em cabeceiras de drenagem, às margens de corpos d'água e estabelecer programas de recuperação, com o apoio da iniciativa privada; VII - consolidar e fortalecer o Município no Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí; VIII - promover o tema Gestão de Recursos Hídricos no planejamento pedagógico da rede pública de ensino, através de programa de educação ambiental, visando a sensibilização da importância dos cursos d'água da micro-bacia, na qualidade de vida do Município; IX - ordenar a ocupação de nascentes, córregos e rios mediante adoção de políticas públicas próprias; e, X - promover maior controle nas licenças para construção de condomínios verticais ou horizontais. CAPÍTULO IV DO SANEAMENTO AMBIENTAL INTEGRADO Art A política de saneamento ambiental integrado tem como objetivo manter o meio ambiente equilibrado, alcançando níveis crescentes de salubridade, por meio da gestão ambiental, do abastecimento de água potável, da coleta e tratamento do esgoto sanitário, da drenagem das águas pluviais, do manejo dos resíduos sólidos e do reuso das águas, promovendo a sustentabilidade ambiental do uso e da ocupação do solo. Art Essa política deverá ser desenvolvida de forma participativa, intersetorial abrangendo as diversas secretarias do poder executivo e o legislativo, instituições de ensino e pesquisa e outros segmentos da sociedade civil.

13 26 de Dezembro de SEÇÃO I DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA Art O serviço de abastecimento de água objetiva assegurar a todo cidadão sua oferta para uso residencial e outros em quantidade suficiente para atender as necessidades básicas e qualidade compatível com os padrões consagrados de potabilidade. Art As ações e investimentos do serviço de abastecimento d'água do Município devem orientar-se segundo as seguintes diretrizes: I - garantir atendimento eficaz dos sistemas públicos de abastecimento de água a toda a população municipal; II - ampliar o sistema de armazenamento de água; III - promover a preservação, recuperação e aproveitamento múltiplo dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos do município; IV - difundir a prática do reuso da água, otimizando o uso da água potável para fins nobres; V - apoiar o controle à institucionalização e ao monitoramento da abertura de poços profundos de captação para preservação da qualidade e quantidade da água subterrânea, através de parcerias com as empresas perfuradoras, e dos poços rasos, por convênios com a concessionária; VI - conscientizar a população para a necessidade de diminuir o consumo e racionalizar o uso da água, através de campanhas de educação e ações técnicas específicas; VII - implantar sistema de coleta de águas pluviais no Bairro São José; VIII - prever para o Sistema de Tratamento e Distribuição de Água deverá compreender ações voltadas ao crescimento da cidade; IX - implantar projetos de limpeza, recuperação e despoluição de rios e córregos, identificando eventuais elementos que culminem com suas respectivas degradações ambientais; X - pesquisar a origem do desperdício da água tratada; XI - monitorar e melhorar o dimensionamento do fornecimento de água; XII - adotar programa de ampliação do tratamento da água para iluminar o tratamento químico; XIII - licenciar pesquisas; e, XIV - estipular a outorga de água tratada no município até seus os limites territoriais. SEÇÃO II DO ESGOTO SANITÁRIO Art Deverá ser assegurada a toda a população do Município o acesso a um sistema de coleta e tratamento adequado dos esgotos, de acordo com as diretrizes de: I - implantação e instalação de Estações de Tratamento de Esgoto - ETEs, conjuntamente com uma política integradora de saneamento ambiental; II - universalização da rede coletora de esgoto; III - priorização do atendimento às áreas de vulnerabilidade ambiental, social e de alta densidade populacional. SEÇÃO III DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Art O Poder Executivo realizará a coleta e remoção de todos os resíduos sólidos do município, na freqüência compatível com as características físicas e sociais de cada área do Município, e adotará as medidas necessárias para: I - ampliar o programa de Educação Ambiental na rede pública de ensino, voltada para gestão integrada de resíduos sólidos e para a dimensão sócio-ambiental do consumo sustentável; II - estimular o programa de coleta seletiva para reciclagem, preferencialmente em parceria com associações de bairros, escolas, condomínios e ONG's; III - conscientizar a população para a necessidade de minimizar a produção dos resíduos sólidos; IV - promover a divulgação do programa de gestão diferençada para coleta de resíduos domiciliares, industriais e hospitalares; V - reservar áreas para implantação de novos aterros sanitários; VI - ampliar as ações de fiscalização nos aterros sanitários para coibir a entrada de munícipes; VII - instalar lixeiras nas ruas; VIII - implantar calendário de limpeza e conservação das praças que estabeleça manutenções quinzenais; IX - ampliar as ações de fiscalização de terrenos baldios, em especial quanto à limpeza semestral, impedindo o depósito de lixo e/ou entulho; e, X - adequar as ações municipais aos princípios e diretrizes da Política Estadual de Resíduos Sólidos. SEÇÃO IV DO CONTROLE DE ZOONOSES Art O Poder Executivo deverá disciplinar a criação, propriedade, posse, guarda, uso e transporte de animais no Município, mediante registro na Vigilância Sanitária responsável pelo controle de zoonoses ou em estabelecimentos veterinários devidamente credenciados por esse mesmo órgão. 1º - O registro previsto no caput deste artigo deverá ser formalizado gratuitamente no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a contar da publicação de legislação ordinária específica, sob pena de multa; 2º - Caninos, felinos e eqüinos soltos deverão ser recolhidos pelo Poder Executivo, que deverá promover o tratamento e a vacinação dos animais doentes, a castração e a erradicação de cães e gatos, se necessário, após 60 (sessenta) dias de seu recolhimento; Art Caberá ao Poder Executivo promover a dedetização e a desratização das áreas públicas. CAPÍTULO V DA DRENAGEM URBANA Art O serviço urbano de drenagem pluvial deverá assegurar, através de sistemas físicos naturais e construídos, o escoamento das águas pluviais em toda a área do município, de modo a manter o equilíbrio entre absorção, retenção e escoamento, propiciando segurança e conforto a todos os seus habitantes. Art São diretrizes para o sistema de drenagem urbana: I - controlar o processo de impermeabilização do solo; II - proteger os cortes e aterros contra a erosão; III - escoamento rápido das águas de chuvas evitando-se inundações e empoçamento de água nas vias; IV - disciplinar a ocupação nas cabeceiras e várzeas das bacias do Município, preservando a vegetação existente e visando a sua recuperação; V - implementar a fiscalização do uso do solo nas faixas sanitárias, várzeas e fundos de vale; e, VI - definir mecanismos de fomento para usos do solo compatíveis com áreas de interesse para drenagem, tais como parques lineares, áreas de recreação e lazer, e manutenção da vegetação nativa. Art São prioritárias, para as ações de implantação e manutenção do sistema de drenagem, as áreas onde há problemas de segurança, notadamente à margem de cursos d'água e outras áreas baixas onde haja risco de inundações. Art O Poder Executivo promoverá articulações com os Municípios vizinhos para a realização de ações de interesse comum nas bacias regionais. TÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO URBANO CAPÍTULO I DA MOBILIDADE URBANA Art Deverá ser implantada Política Municipal de Mobilidade Urbana através de um Plano Diretor de Transportes que tratará do movimento das atividades de comunicação, pelo deslocamento de pessoas ou veículos de um ponto a outro dentro de espaço urbano, abrangendo a rede viária, o transporte público e privado, coletivo e individual, bem como os seus espaços complementares, devendo: I - respeitar o direito fundamental do cidadão ao transporte; II - garantir a circulação das pessoas e dos bens necessários ao funcionamento do sistema social e produtivo; III - priorizar as intervenções físicas sejam estas do tipo implantação ou pavimentação de vias, nos locais onde trarão maior benefício à população; IV - conceber as ações municipais de modo a garantir a prioridade do transporte coletivo público frente ao transporte individual no sistema viário; V - desenvolver os meios não motorizados de transporte, estimulando a circulação de pedestres e ciclistas com segurança; VI - reconhecer a importância dos pedestres; VII - proporcionar mobilidade às pessoas com deficiência e restrição de mobilidade; VIII - utilizar os instrumentos urbanísticos previstos nesta Lei, quando da implantação de todo e qualquer empreendimento habitacional, comercial, industrial ou de outra natureza acarretar aumento significativo de demanda de circulação e transporte, visando transferir os custos desse impacto para o empreendedor; IX - estimular a circulação dos pedestres em relação aos veículos e dos veículos coletivos em relação aos particulares, priorizando os investimentos e o uso do sistema viário para o pedestre e o meio de transportes coletivos; X - priorizar investimentos no sistema viário, no que tange aos equipamentos de gerenciamento do trânsito, sinalização, operação, fiscalização e infra-estrutura propriamente dita, visando a sua estruturação e integração municipal e regional; XI - adequar obras de complementação do sistema viário estrutural para melhoria da fluidez e da segurança do trânsito; XII - estabelecer uma política de planejamento, integrando os Sistemas Viário e de Operação de Transportes aos Sistemas Intermunicipal, Estadual e Federal; XIII - disciplinar a circulação do transporte de carga que utiliza a malha viária no município, minimizando a sua interferência na área urbanizada principalmente para cargas perigosas; XIV - minimizar os efeitos nocivos gerados pelos veículos automotivos; como a poluição sonora, atmosférica e acidentes; XV - criar anel viário para que o transporte de cargas seja retirado da área urbana do município;

14 14 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 XVI - planejar o sistema viário segundo critérios de conforto e segurança, da defesa do meio ambiente, obedecidas as diretrizes da estrutura urbana; XVII - estabelecer mecanismo de controle e participação da sociedade, tanto na formulação quanto na implementação da política do transporte e circulação; XVIII - contribuir para ampliar a inclusão social, principalmente das pessoas com deficiência permanente; XIX - estabelecer a segurança do cidadão em seu deslocamento como critério de eficiência da política de Transporte e Circulação independentemente do modo de transporte que utiliza, combatendo todas as formas de violência no trânsito; XX - estabelecer diretrizes e procedimentos que possibilitem a mitigação do impacto da implantação de empreendimentos pólos geradores de tráfego, quanto ao sistema de circulação e de estacionamento, harmonizando-os com o entorno, bem como para a adaptação de pólos existentes, eliminando os conflitos provocados; XXI - criar condições para que a iniciativa privada possa, com recursos próprios, viabilizar a implantação de dispositivos de sinalização e obras viárias, necessários ao sistema viário, inclusive, em decorrência dos empreendimentos mencionados no inciso anterior; XXII - incentivar a integração intermodal do transporte de cargas e de passageiros; XXIII - ordenar um sistema de circulação de cargas, de forma a minimizar a interferência com o sistema viário intra-urbano, em especial na área central; e, XXIV - criar novas vias de acesso ao Bairro do João Aranha. SEÇÃO I DO SISTEMA VIÁRIO Art O Sistema Viário têm os seguintes objetivos: I - assegurar o fácil deslocamento de pessoas e bens no Município; II - ampliar a acessibilidade às diversas áreas da cidade, com especial atenção para os setores descentralizados de comércio e serviços que propiciem a consolidação dos subcentros urbanos; III - garantir a fluidez adequada aos veículos conforme o tipo de via; IV - garantir sinalização e fiscalização viárias eficientes; V - impedir a interferência de veículos pesados na área viária central; VI - criação e construção de Avenida Perimetral, fazendo com que os veículos pesados passem por fora dos bairros; VII - promover a construção de uma passarela na Rodovia SP- 332, defronte ao Condomínio Residencial Okinawa; VIII - ampliar o sistema de sinalização de tráfego; IX - implantar lombadas para redução de velocidade dos veículos; X - implantar semáforos nos principais cruzamentos do Município; XI - criar via de acesso entre os Bairros Monte Alegre e o Parque da Represa; XII - criar outras vias de acesso entre o João Aranha, Parque da Represa, Santa Cecília, Betel, Marieta Dian, São José e Jardim Amélia; XIII - recuperação de calçadas; e, XIV - adequação dos recuos de construções particulares ao caráter de utilização predominante em cada região. Art O Plano Diretor de Transportes deverá: I - proceder ao enquadramento das vias existentes nas categorias estabelecidas nesta Lei; II - definir as diretrizes para a expansão da rede viária; e, III - estabelecer os padrões geométricos correspondentes a cada categoria de via, a serem adotados como referência para a expansão do sistema viário e ampliação das vias existentes. Art São prioridades da política viária do município: I - a criação de um anel viário que permita fluir tráfego de veículos de carga sem adentrar às vias urbanas do município, exceto os necessários ao abastecimento interno que, obrigatoriamente, serão cadastrados junto à Secretaria Municipal de Fiscalização; e, II - a criação de vias de acesso unindo os extremos da cidade. SUBSEÇÃO I DO TRANSPORTE PÚBLICO Art O Sistema de Transporte Público de Passageiros é formado pelo Serviço de Transporte Coletivo, Escolar e Táxi e tem os seguintes objetivos: I - garantir transporte coletivo urbano eficiente e seguro entendo-o como agente de desenvolvimento urbano e integração social, aprimorando-se sua integração físico-tarifária; II - promover a contínua melhoria dos serviços objetivando o aumento da oferta e aumento da velocidade operacional do sistema; III - estabelecer um novo padrão de atendimento que considere o desenvolvimento tecnológico de veículos e equipamentos e garanta qualidade, quantidade adequada e preço socialmente justo; IV - desenvolver ações para a melhoria da qualidade do transporte de escolares através da adoção de novas tecnologias veiculares e capacitação de condutores. V - otimizar as taxas de ocupação do sistema de transporte público de passageiros; VI - integrar o sistema de transporte coletivo urbano ao setor de serviços, assegurando que itinerários estabelecidos facilitem ao munícipe o seu acesso à escola, posto de saúde, farmácias, correios, bancos, lazer; VII - conciliar os traçados das linhas de transporte coletivo às vias com melhores condições de fluidez e segurança, menor intensidade de uso residencial e maior acessibilidade a comércio e serviços; VIII - compatibilizar os serviços de transporte intermunicipal de curta distância ao sistema de transporte coletivo urbano do Município; IX - garantir condições de acesso a todas as pessoas com deficiência, contribuindo assim para a integração e o exercício de seus direitos de cidadania; X - desenvolver ações visando ganhos de eficiência do transporte coletivo diminuindo o custo de prestação do serviço, buscando novas formas de financiamento para o setor, que resulte na redução do gasto dos usuários; XI - obter uma tarifa socialmente justa, que garanta a mobilidade e acessibilidade principalmente dos setores mais carentes da população; XII - estabelecer política de controle efetivo, adequado e rigoroso para aperfeiçoamento da qualidade do transporte urbano no município dentro do princípio da isonomia, redefinindo trajetos de linhas e estabelecimento de convênios para o pagamento de bilhete único; XIII - aumentar a oferta de transporte coletivo nos finais de semana; XIV - delimitar via exclusiva para tráfego de transporte coletivo; XV - implantar novo terminal de transporte coletivo em local adequado; XVI - ampliar o horário de atendimento (das 5 da manhã até 0h); e, XVII - dotar os pontos de ônibus de coberturas e bancos adequados. SUBSEÇÃO II DO TRANSPORTE DE CARGAS Art O Sistema de Transporte de Cargas compreende: I - as rotas percorridas; II - os veículos utilizados; III - os pontos de carga e descarga; e, IV - os terminais de carga e descarga, públicos ou privados. Art Constituem objetivos do Sistema de Transporte de Cargas: I - normatizar a circulação e o funcionamento do transporte de cargas atendendo as Legislações Federal e Estadual, visando minimizar os efeitos do tráfego de veículos de carga nos equipamentos urbanos e na fluidez do tráfego; II - indicar áreas para implantação de terminais de carga visando a integração intermodal; III - elaborar o Plano de Transporte de Cargas e de Terminais Multimodais definindo rotas, tipo de veículos, horários de circulação e localização dos pontos de carga e descarga e dos terminais públicos e privados, inclusive para cargas perigosas, compatíveis com os Sistemas Viário e de Circulação e com as atividades geradoras de tráfego; e, IV - incentivar a criação de terminais próximos a entroncamentos rodoviários não congestionados e distantes das zonas residenciais. TÍTULO V DO DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO CAPÍTULO I DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Art Para o Desenvolvimento Econômico no Município deverão ser perseguidos os seguintes objetivos: I - desenvolver relações regionais, nacionais e internacionais com associações e instituições multilaterais, bem como com organismos governamentais, no intuito de estabelecer parcerias e convênios de interesse da cidade; II - pugnar pela manutenção das indústrias instaladas no Município; III - priorizar incentivos para a instalação da indústria do entretenimento e do turismo no Município; IV - fortalecer as atividades comerciais e de serviços de qualquer porte e segmento; V - incorporar parcelas da população à produção econômica formal, organização e regulamentação das atividades do setor informal, utilizando mecanismos de apoio dos órgãos e entidades do governo; VI - promover a qualificação profissional da população com a criação de ambientes para disseminar o conhecimento; VII - estimular a implantação e dinamização de micros, pequenas e médias empresas; VIII - efetivar o apoio ao micro-crédito para produção econômica, associado a programa de capacitação profissional e empresarial à divulgação e ao fortalecimento de Banco Cidadão e o Banco do Povo;

15 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 15 IX - ampliar as parcerias existentes com o SEBRAE com ações conjuntas visando a criação de incubadora de empresas; X - constituir parcerias com entidades como SESC, SENAI e SENAC, entre outras, para assessorar micros, pequenas e médias atividades produtivas e qualificar a mão de obra local; XI - utilizar benefícios fiscais para estimular o surgimento de pequenos negócios; XII - estimular o desenvolvimento de atividades peculiares em cada comunidade de baixa renda, levando em consideração suas origens e aptidões; XIII - priorizar a absorção da mão-de-obra local; XIV - incentivar a diversificação das indústrias visando a expansão da área industrial com criação de pólo farmacêutico; XV - fortalecer a Associação Comercial; XVI - implantar um Mercado Municipal; XVII - viabilizar o desenvolvimento sustentável, valorizando o meio ambiente, os recursos naturais e o homem, aproveitando as novas oportunidades de negócios daí decorrentes. CAPÍTULO II DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL SEÇÃO I DA HABITAÇÃO Art Para a Habitação o Plano Diretor tem como objetivos: I - incluir nos programas de assistência social, alternativas de adaptação de melhoria das condições de moradia; II - estabelecer critérios que garantam o acesso dos moradores antigos da cidade, da mulher, do idoso e dos portadores de necessidades especiais à habitação popular; III - dar prioridade de acesso à terra e à moradia para população de baixa renda já estabelecida no município, mediante o barateamento da produção de novas unidades, a regularização fundiária e urbanística de assentamentos precários; IV - prover recursos financeiros, institucionais, técnicos e administrativos para investimentos em habitações de interesse social, diretamente pelo Poder Público, ou por meio de parcerias com entidades técnicas e comunitárias sem fins lucrativos, inclusive promovendo sua captação em fontes privadas e governamentais, fora do Município; V - coibir as ocupações em áreas de risco ambiental, áreas de preservação ambiental e outras áreas não edificáveis, a partir de ações integradas dos setores municipais responsáveis pelo planejamento, controle urbano, defesa civil, obras e serviços públicos e as redes de agentes comunitários ambientais e de saúde; VI - desenvolver projetos habitacionais com construções verticais para melhor ocupação da área física da cidade; VII - estabelecer critérios rígidos para concessão de direito à moradia popular; e, VIII - priorizar a construção de loteamentos fechados, independentemente do padrão habitacional. SEÇÃO II DA EDUCAÇÃO Art Para a Educação os objetivos são: I - garantir o acesso e a permanência de todas as crianças na rede pública municipal, proporcionando-lhes ensino de qualidade e alimentação adequada; II - incentivar e promover a qualificação profissional da população jovem do município; III - garantir o acesso do idoso ao ensino, qualquer que seja o nível. IV - elaborar Plano de Educação; V - garantir acesso e permanência a todas as crianças a creches e escolas municipais, com atendimento inclusivo a crianças portadoras de necessidades especiais; VI - possibilitar a criação de cursos abertos para alfabetização do adulto, bem como para propiciar a ele acesso continuado ao saber; VII - desenvolver programas educativos, especialmente nos meios de comunicação, sobre o processo de envelhecimento; VIII - criar e implantar Centro de Estudos para o desenvolvimento de atividades extra-escolares monitoradas, contendo laboratórios, bibliotecas, atividades rurais; IX - erradicar o analfabetismo, através de programas, mantendose classes de alfabetização para adultos; X - criar programa de educação sobre a geografia e a história do município; XI - promover programas para a integração família / escola / comunidade; XII - garantir infraestrutura física adequada, equipamentos, recursos e materiais básicos necessários ao desenvolvimento e à prática de modalidades esportivas e atividades culturais e de lazer; XIII - desenvolver o projeto Museu de Arte Jovem; XIV - expandir o Programa de Apoio à Educação da Língua Portuguesa - PAELP; XV - implantar Bibliotecas nas escolas municipais; XVI - desenvolver o Programa de Qualidade nos Ensinos Fundamental e Infantil através das seguintes medidas: a) diminuição do número de alunos por sala; b) melhora da qualidade dos prédios; c) capacitação profissional do professor mediante cursos de reciclagem e de novas técnicas de ensino; d) capacitação profissional dos educadores atuantes em creches; e, e) programas de atuação conjunta entre pais e alunos. XVII - adoção de exame vestibular para os cursos profissionalizantes. SEÇÃO III DA SAÚDE Art Caberá ao Município garantir o direito à saúde a todos os munícipes, em conformidade com o artigo 196 da Constituição Federal. Art Para a Saúde, as diretrizes são as seguintes: I - garantir o acesso da população aos equipamentos, que deverão estar distribuídos de forma regionalizada e hierarquizada no espaço do município; II - colocar à disposição do usuário, em unidades de saúde localizadas próximas de seu domicilio, as ações e serviços de saúde de menor grau de complexidade; III - estender o Programa Saúde da Família a todos os munícipes; IV - manter programas de atenção permanente a grupos populacionais com risco específico, à mulher, à criança e ao idoso; e, V - realizar estudos para detectar o perfil epidemiológico da população, com vistas à pesquisa à reabilitação e ao tratamento de doenças. Parágrafo único - Para adequação do Sistema Público de Saúde às demandas da população paulinense, deverá o Poder Executivo adotar as seguintes medidas: I - implantar o Programa de Qualidade de Gestão em Saúde Pública; II - adequar, reformar e ampliar o Centro de Geriatria; III - criar unidades de Pronto Atendimento nos Bairros São José, Planalto e Monte Alegre; IV - promover a reforma e ampliação do Hospital Municipal; V - incrementar o Programa Saúde em Casa para pessoas acamadas; VI - construir Centro de Atendimento em Odontologia; VII - criar o Centro de Especialidades Clínicas; e, VIII - transformar o CETREIM em um Complexo de Reabilitação com unidades específicas para atendimento de clientela de 0 a 18 anos e de adultos. SEÇÃO IV DO ESPORTE Art Caberá ao Município de Paulínia, no setor de Esportes, objetivando um pleno desenvolvimento físico, mental e social de todos os habitantes do Município, adotar medidas que visem: I - proporcionar atividades de esportes e lazer prioritariamente aos jovens e adolescentes, e, sobretudo aqueles que se encontram em situação de risco social, no que diz respeito ao envolvimento com a criminalidade, nos bairros onde residem; II - criar um calendário esportivo para o município, com a participação de todos os setores envolvidos, em especial as associações de esportes e sociedades de bairros; III - recuperar e conservar as áreas públicas, espaços funcionais e equipamentos de esportes, adequando-os à realização de eventos e espetáculos esportivos, com a finalidade primordial de promover o desenvolvimento das atividades comunitárias, no campo desportivo, da recreação e do lazer; IV - promover programas esportivos destinados a adultos, portadores de necessidades especiais, idosos e gestantes; V - criar clubes esportivos municipais, objetivando a integração social, com a finalidade primordial de promover o desenvolvimento das atividades comunitárias no campo esportivo. VI - adotar programas de valorização e incentivo do esporte para a população; VII - adquirir e implantar equipamentos de ginástica para as praças públicas; VIII - criar espaços para esportes radicais; IX - implantar faixas exclusivas para caminhadas; X - criar faixas exclusivas para ciclovias; XI - construir arquibancadas para os campos de futebol; XII - formalizar convênios com entidades desportivas para fomento do esporte; XIII - adotar projetos de inclusão social através do esporte; XIV - implantar Programa de Patrocínio a Atletas - Bolsa Atleta - para jovens integrantes da Rede Municipal de Ensino que se destaquem em quaisquer modalidades esportivas, com requisito de assiduidade e aproveitamento escolar; XV - implantar Cartão Esportivo, para utilização dos espaços públicos desportivos; XVI - criar Programa Esporte-Prevenção para Adultos; XVII - incentivar a capacitação profissional dos profissionais da área de esportes;

16 16 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 XVIII - construir o Centro Esportivo no bairro de Betel; XIX - ativar o Centro Esportivo do Monte Alegre; XX - construir as coberturas nas piscinas para aulas de natação em qualquer horário visando o atendimento da demanda; XXI - descentralizar as Escolinhas de Esportes para outros bairros; XXII - reformar o Poliesportivo do Monte Alegre; XXIII - interar as Secretarias Municipais para realização de campanhas que foquem o esporte; XXIV - construir e implantar estrutura completa no Jd. Planalto, Vila Nunes e Jd. Primavera; XXV - melhorar e ampliar os equipamentos esportivos existentes nos Bairros João Aranha, Itapoan, Morumbi e Vila Bressani; e, XXVI - criar Academia Municipal de Ginástica. SEÇÃO V DA CULTURA Art O Plano Diretor sugere para a Cultura promover, implementar e incentivar as atividades culturais e, principalmente: I - estimular ações que ocupem diferentes espaços e equipamentos da cidade para atividades culturais, possibilitando o enriquecimento e novas significações dos espaços urbanos; II - formular programas de valorização de bens culturais, material e imaterial, que auxiliem na construção de uma identidade entre o cidadão e a cidade, através do resgate da sua história; III - promover festivais culturais e artísticos garantindo, de preferência, a participação de artistas e conjuntos locais; IV - garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais; V - valorizar o Conselho Municipal de Cultura; VI - incentivar, no âmbito dos movimentos de idosos, o desenvolvimento de atividades culturais, com participação no processo de produção, elaboração e fruição dos bens culturais; e, VII - implantar o Pólo Cinematográfico de Paulínia, Projeto "Magia do Cinema". SEÇÃO VI DO TURISMO Art Caberá ao Município propor e implementar ações estratégicas para exploração do Turismo, criando programas específicos, para: I - integrar as ações de promoção ao turismo com programas de geração de trabalho e renda e conscientização ambiental; II - aproveitar o patrimônio natural; III - estimular o turismo ecológico; IV - desenvolver e ampliar as ofertas turísticas para os segmentos de lazer, negócios, terceira idade e cinema; V - implantar espaço permanente para eventos e entretenimento dotado de recinto de exposições, área de recreação, alimentação e comércio de bens e serviços; VI - retomar o turismo industrial; VII - participar em eventos e congressos para divulgação do turismo em Paulínia; VIII - melhoria do atendimento ao turista da 3ª idade; IX - otimizar a utilização do Centro Cultural Parque Brasil 500; X - divulgar Paulínia na região; XI - criar calendário anual de eventos e festividades; XII - retomar as festas do Peão e Paulitália; XIII - desenvolver ações de pesquisa para a identidade de Paulínia; XIV - regular o regime de contratação da arte popular e a concessão de instrumentos do turismo (de barco à alimentação); XV - desenvolver programas de capacitação de servidores públicos e utilizar campanhas conscientização da população relativamente à importância do "bem receber"; XVI - elaborar cartilhas de turismo para alunos da 1ª à 4ª séries da Rede Municipal de Ensino; XVII - elaborar programas de conscientização de turismo para alunos da 5ª à 8ª séries da Rede Municipal de Ensino; XVIII - elaborar manual de turismo para os professores da Rede Municipal de Ensino; XIX - capacitar os guias turísticos; e, XX - dar maior autonomia ao Conselho de Turismo de Paulínia com designação e posse de seus conselheiros. SEÇÃO VII DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Art São diretrizes inerentes às ações da Secretaria da Criança e do Adolescente: I - implementação do Programa CRIANÇA-URGENTE, desenvolvido por educadores de rua, em sistema de rodízio, durante as 24 horas do dia, através de uma central de rádio, mediante ações conjuntas da Secretaria da Criança e do Adolescente com as Secretarias Municipais de Promoção Social, Saúde e acompanhamento do Ministério Público e do Conselho Tutelar; II - geração de oficinas para menores assistidos; III - criação e implantação do Centro de Referência da Criança e do Adolescente para fins de atuação preventiva; e, IV - estudo da possibilidade de re-implantação dos Projetos SOL e PAI (Programa de Atendimento Integral). SEÇÃO VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Art A Secretaria de Obras e Serviços Públicos é o órgão responsável por planejar, executar, manter, fiscalizar e promover o controle tecnológico de obras e serviços de engenharia, incluindo a conservação de prédios, equipamentos e serviços públicos. Art Para consecução de suas atribuições, cabe à Secretaria de Obras e Serviços Públicos, de forma direta ou indireta: I - elaborar e executar projetos de obras de edificação, saneamento, drenagem e pavimentação; II - manter e conservar: a) vias e logradouros públicos; b) redes de drenagem e esgoto; c) guias, sarjetas e valas; d) iluminação pública; e) atualizada a planta cadastral do município; f) a manutenção de quadras e ginásios esportivos será realizada mediante ação conjunta com a Secretaria de Esportes e Recreação. III - promover: a) a pavimentação, operação tapa-buracos e a retirada de entulhos; b) a conservação de praças e parques e manutenção de prédios públicos; c) a limpeza urbana mediante coleta domiciliar, destinação final de resíduos e varrição de vias públicas; d) a execução de trabalhos topográficos, indispensáveis às obras e aos serviços a cargo da prefeitura; IV - executar, direta ou indiretamente, as atividades concernentes à construção e à manutenção de obras e serviços de engenharia; V - construção de anel viário e abertura de avenidas; VI - revitalização do centro da cidade; VII - construção das edificações necessárias à realização de projetos cinematográficos; e, VIII - conclusão do Teatro Municipal. SEÇÃO IX DA DEFESA CIVIL Art Para consecução de seus objetivos, a Secretaria de Defesa Civil será estruturada com: I - sede própria; II - capacitação do efetivo para pronto atendimento nas ações desenvolvidas; III - aquisição de viaturas capacitadas para atendimento de população; IV - informatização da Secretaria; e, V - atuação de guardas mirins como agentes propagadores das ações da Defesa Civil. SEÇÃO X DA SEGURANÇA PÚBLICA Art Cabe ao Poder Público Municipal interceder junto ao Governo do Estado e apoiá-lo, quando couber, na solução dos problemas referentes à segurança pública, tendo em vista a relevância das condições de garantia para o desenvolvimento social da comunidade. Parágrafo Único - Para aprimoramento da política de segurança pública em âmbito municipal, o Poder Executivo deverá adotar as seguintes diretrizes: I - criar Centro de Formação e Treinamento da Guarda Municipal de Paulínia; II - aumentar o número de viaturas para patrulhamento urbano; III - implantar Postos da Guarda Municipal nos Bairros; IV - adotar ações de patrulhamento preventivo, inclusive noturno; V - intensificar as rondas no entorno de todas as escolas, quadras esportivas e praças públicas existentes no município; VI - aprimorar o treinamento e o condicionamento físico do efetivo da Guarda Municipal; VII - implantar ações de fiscalização através de câmeras de monitoramento; VIII - implantar patrulhamento municipal com bicicletas; e, IX - criar canil. SEÇÃO XI DA PROMOÇÃO SOCIAL Art Para consecução das ações inerentes à Promoção Social, deverá o Poder Executivo: I - promover a realização de oficinas de capacitação profissional para famílias de baixa renda; II - criar Casa do Artesão e Centro de Capacitação Profissional para fomento das atividades comerciais e desenvolvimento do Turismo;

17 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 17 III - adequar os critérios de inclusão nos programas sociais através de fiscalização rigorosa dos assistidos; IV - adequar a estrutura da Secretaria de Promoção Social às necessidades da população; V - incrementar as ações de investigação social mediante revisão dos atuais beneficiários dos programas sociais para fins de atendimento exclusivo aos necessitados; VI - criar centros comunitários nos Bairros Parque da Represa, Cooperlotes, Bom Retiro e São José; e, VII - privilegiar a Promoção Social. TÍTULO VI DO ORDENAMENTO TERRITORIAL Art O ordenamento do território tem como objetivo último garantir o desenvolvimento sustentável, atual e futuro, e a correspondente qualidade de vida geral das populações. Art São objetivos do Ordenamento Territorial: I - estabelecer normas de uso e ocupação do solo, planejando a adequada ocupação do espaço físico, disciplinando o seu uso, com a indicação de vetores de crescimento e adensamento, definição de parâmetros urbanísticos, em função de política urbana compatível com a vocação do município; II - simplificar as regras relativas aos parâmetros urbanísticos e de edificação nas áreas de loteamentos expressamente declaradas de interesse social pelo Poder Executivo; III - ocupar preferencialmente os vazios urbanos e áreas intersticiais urbanas, mediante a produção de lotes ou conjuntos habitacionais, respeitadas as restrições ambientais, em especial quanto ao abastecimento de água e esgotamento sanitário; IV - ampliar e descentralizar as oportunidades de desenvolvimento das atividades econômicas no território, prevendo espaço para a geração de emprego e renda, priorizando sua localização próxima aos núcleos urbanos; V - definir o potencial de uso e ocupação do solo a partir da sustentabilidade do ambiente; VI - otimizar a ocupação dos espaços e o uso dos equipamentos públicos urbanos e comunitários instalados, bem como a estrutura viária; VII - democratizar o acesso à propriedade rural e urbana, promovendo, nos termos da legislação pertinente, a regularização fundiária nas terras públicas rurais produtivas; VIII - recuperar para a coletividade a valorização imobiliária decorrente da ação do Poder Público; IX - estimular o desenvolvimento de projetos compatíveis com as potencialidades turísticas, de lazer, cultura e educação, capazes de irradiar efeitos dinamizadores para toda a região; X - garantir a preservação do patrimônio natural, histórico e cultural do município, representativo e significativo da memória urbana e rural; e, XI - dar prioridade e garantir o tratamento urbanístico das áreas de re-qualificação e interesse social. CAPÍTULO I DO ZONEAMENTO Art O zoneamento institui a divisão do território em zonas ou áreas especializadas de usos e ocupação do solo, de forma predominante, devidamente delimitadas por lei, que estabelece as regras gerais de uso e ocupação do solo para cada uma dessas zonas. Art Para a defesa e preservação dos aspectos ambientais, dos seus panoramas, das construções e dos monumentos típicos, históricos, artísticos ou tradicionais da cidade, o Poder Público Municipal poderá se valer dos instrumentos jurídicos e urbanísticos previstos em lei, especialmente da desapropriação, do tombamento, e da transferência do direito de construir. Art São objetivos do zoneamento: I - redefinição dos usos e índices urbanísticos, estabelecendo-se novos parâmetros para reforma, ampliação e ocupação de vazios, buscando a adequação do tecido urbano; II - controle e direcionamento do adensamento urbano, em especial nas áreas centrais mais bem urbanizadas, adequando-o à infraestrutura disponível; III - garantia da utilização dos imóveis não edificados, sub-utilizados e não utilizados; IV - contribuição com o desenvolvimento econômico sustentável; V - ordenação do adensamento construtivo; VI - a não saturação do sistema viário; VII - ampliação da disponibilidade de equipamentos públicos, os espaços verdes e de lazer; VIII - implantação de novos usos e atividades, inclusive o habitacional; IX - re-qualificação da paisagem; X - estabelecimento de controle ambiental eficiente; XI - valorização e proteção do patrimônio cultural; XII - potencialização da diversidade da atividade industrial; XIII - incentivo do monitoramento e o controle ambiental; XIV - urbanização e a regularização fundiária dos núcleos habitacionais de baixa renda; XV - definição de ZEIS (Zonas Especial de Interesse Social); e, XVI - fiscalização rigorosa os novos loteamentos e parcelamentos de solo. Parágrafo único - No prazo de 12 (doze) meses da publicação desta Lei, deverá ser regulamentado, por leis específicas, o zoneamento, o loteamento e parcelamento do solo, uso e ocupação. TÍTULO VII DO USO E DA OCUPAÇÃO DO SOLO Art O uso do solo fica classificado em: I - residencial - uso destinado à moradia unifamiliar ou multifamiliar; II - não-residencial - uso destinado ao exercício de uma ou mais das seguintes atividades: industrial, comercial, de prestação de serviços e institucional; e, III - misto - usos residencial e não-residencial. Art O uso e a ocupação do solo estarão vinculados à análise do impacto de vizinhança, impacto ambiental e sujeitos a exigência de laudos técnicos, em função de suas potencialidades como geradores de: I - incomodidades; II - interferência no tráfego; e, III - impacto à vizinhança. SEÇÃO I DOS USOS GERADORES DE INCOMODIDADES Art Os fatores de incomodidades a que se refere o artigo anterior, para as finalidades desta Lei, definem-se: I -poluição sonora: geração de impacto causada pelo uso de máquinas, utensílios ruidosos, aparelhos sonoros ou similares no entorno; II - poluição atmosférica: lançamento na atmosfera de matéria ou energia provenientes dos processos de produção ou transformação; III - poluição hídrica: lançamento de efluentes que alterem a qualidade da rede hidrográfica ou a integridade do sistema coletor de esgotos; IV - geração de resíduos sólidos: produção, manipulação ou estocagem de resíduos sólidos, com riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública; e, V - vibração: impacto provocado pelo uso de máquinas ou equipamentos que produzam choques repetitivos ou vibração sensível. Art A análise técnica do nível de incomodidade não dispensa o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o licenciamento ambiental, nos casos que a Lei os exigir. SEÇÃO II DOS USOS GERADORES DE INTERFERÊNCIA NO TRÁFEGO Art Para os fins desta Lei são considerados Usos Geradores de Interferência no Tráfego as seguintes atividades: I - geradoras de carga e descarga; II - geradoras de embarque e desembarque; III - geradoras de tráfego de pedestres; e, IV - caracterizadas como Pólos Geradores de Tráfego. Art A análise dos Usos Geradores de Interferência no Tráfego será feita pelo órgão municipal competente. Parágrafo único - Os parâmetros para enquadramento como Uso Gerador de Interferência no Tráfego e as exigências da análise técnica serão definidos pela legislação municipal. Art A análise técnica dos Usos Geradores de Interferência no Tráfego não dispensa o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o licenciamento ambiental, nos casos que a Lei os exigir. SEÇÃO III DOS USOS GERADORES DE IMPACTO À VIZINHANÇA E DOS EMPREENDIMENTOS DE IMPACTO Art Usos Geradores de Impacto à Vizinhança são todos aqueles que possam vir a causar alteração significativa no ambiente natural ou construído, ou sobrecarga na capacidade de atendimento da infraestrutura básica, quer se instalem em empreendimentos públicos ou privados. CAPÍTULO I DA OCUPAÇÃO DO SOLO Art A ocupação e o uso do solo deverão ser regidos por lei especifica que determinará suas prioridades. Parágrafo Único - São parâmetros urbanísticos reguladores da ocupação do solo: I - coeficiente de aproveitamento; II - taxa de ocupação; III - taxa de permeabilidade do solo; IV - recuo; e, V - gabarito. CAPÍTULO II DO PARCELAMENTO DO SOLO Art O parcelamento do solo será regulado em Lei Municipal específica.

18 18 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 Art Para fins de garantia de execução das obras de infraestrutura nos loteamentos aprovados, poderão ser aceitas todas as garantias em direito admitidas. TÍTULO VIII ESTRATÉGIAS DA POLÍTICA TERRITORIAL Art Para o planejamento, controle, gestão e promoção do desenvolvimento urbano, o Município de Paulínia adotará os instrumentos de política urbana que forem necessários, em consonância com as diretrizes contidas na Política Nacional. CAPÍTULO I DO PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS, DO IPTU PROGRESSIVO NO TEMPO E DA DESAPROPRIAÇÃO COM PAGAMENTO EM TÍTULOS, DO DIREITO DE SUPERFÍCIE. Art Lei específica regulará a determinação de áreas de aplicação do parcelamento, edificação ou utilização compulsórios. Art Estão autorizados e deverão ser regulados por lei, os seguintes instrumentos urbanísticos: I - parcelamento, edificação ou utilização compulsórios; II - IPTU progressivo no tempo; III - desapropriação com títulos da dívida pública; e, IV - direito de superfície. CAPÍTULO II DOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL Art Lei específica instituirá o zoneamento ambiental do Município, como instrumento definidor das ações e medidas de promoção, proteção e recuperação da qualidade ambiental do espaço físico-territorial, segundo suas características ambientais. Parágrafo Único - O zoneamento ambiental deverá ser observado na legislação de Uso e Ocupação do Solo. Art Na elaboração do zoneamento ambiental, serão considerados, entre outros fatores: I - a Lista de Distâncias Mínimas entre usos ambientalmente compatíveis; II - a adequação da qualidade ambiental aos usos; III - a adequabilidade da ocupação urbana ao meio físico; IV - o cadastro de áreas contaminadas disponível à época de sua elaboração; e, V - criação de zona transição entre o uso industrial, residencial e mista, através de arborização com espécies nativas, conforme estudo a ser desenvolvido. CAPÍTULO III DOS INSTRUMENTOS DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Art O Município deverá incorporar as ocupações desordenadas, loteamentos irregulares, visando sua regularização urbanística e fundiária, mediante a utilização dos meios urbanísticos próprios: I - criação de Áreas Especiais de Re-qualificação e Interesse Social; II - concessão do direito real de uso; III - concessão de uso especial para fins de moradia; IV - usucapião especial de imóvel urbano; e, V - assistência técnica urbanística, jurídica e social, gratuita. Art O Município deverá articular os diversos agentes envolvidos no processo de regularização, como representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário, dos Oficiais Registrários, do Governo Estadual, bem como dos grupos sociais envolvidos, visando a equacionar e agilizar os processos de regularização fundiária. Art O Poder Público poderá promover plano de urbanização de áreas usucapidas, isolada ou coletivamente, habitadas por população de baixa renda, com a participação de seus moradores, visando à melhoria das condições habitacionais e de saneamento ambiental. TÍTULO IX SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, FISCALIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO POPULAR CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL Art O Sistema de Planejamento do Município será operacionalizado, de acordo com as seguintes diretrizes: I - integração e coordenação do desenvolvimento urbano, articulando o planejamento dos diversos agentes públicos e privados intervenientes no Município de Paulínia; II - instrumentalização do processo de planejamento municipal e elaboração e o controle de planos, programas, orçamentos e projetos; III - integração e coordenação do planejamento dos órgãos da Prefeitura Municipal; IV - maior efetividade, eficácia e eficiência na consecução das ações do Executivo Municipal de maior; e, V - implantação do planejamento como processo permanente e flexível, capaz de se adaptar continuamente às mudanças exigidas pelo desenvolvimento do Município. Art Os principais produtos do Sistema de Planejamento são: I - Plano Diretor de Desenvolvimento do Município; II - Planos Diretores Setoriais; III - Planos e Programas Setoriais; IV - Projetos Especiais; V - Plano Plurianual; VI - Lei das Diretrizes Orçamentárias; VII - Orçamento Programa; VIII - Programas Locais; e, IX - Legislação Urbanística Básica. Art O Plano Plurianual estabelecerá as diretrizes políticas, os objetivos, as estratégias de ação e as metas, inclusive aquelas relativas aos programas de duração continuada. Art Os planos e programas setoriais e locais conterão os objetivos, metas, diretrizes, ações, financiamento e vinculação orçamentária específicos para cada setor ou área da Administração Municipal e serão elaborados em consonância com o Plano Diretor e o Plano Plurianual. Art Através da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento serão exercidas funções de apoio técnico ao processo de planejamento da seguinte forma: I - elaboração, atualização, controle, acompanhamento e avaliação de planos, programas, projetos e atividades; II - articulação político-social, responsável pela facilitação da negociação entre a Administração Municipal e outros agentes do planejamento, públicos ou privados; III - sistemática orçamentária, responsável pela elaboração, controle, acompanhamento e avaliação dos orçamentos plurianuais e anuais de forma integrada e consistente com o planejamento substantivo; e, IV - autodesenvolvimento do planejamento, responsável pelo aperfeiçoamento, flexibilidade e adaptação do sistema às mudanças requeridas pela sociedade e pela Administração Municipal. Art Para garantir a efetiva participação da Sociedade Civil, respeitando a Lei Federal /01 - Estatuto da Cidade, o planejamento e a gestão da política urbana terão como objetivos: I - tornar transparentes e participativos os processos de planejamento e gestão da política urbana; II - criar canais de participação por parte dos cidadãos e das instâncias representativas dos vários segmentos da sociedade; III - identificar as prioridades sociais do Município e integrá-las às prioridades do Poder Executivo Municipal; IV - acompanhar e avaliar permanentemente a implementação e a gestão do Plano Diretor de Paulínia e legislação correlata, bem como o cumprimento dos vários programas, projetos e instrumentos a eles relacionados, propondo a sua atualização; e, V - evitar a descontinuidade do processo de planejamento e gestão urbanos e a descaracterização das diretrizes urbanísticas do Município através da gestão democrática. Art Compete ao Poder Executivo Municipal, no âmbito de suas ações de planejamento e gestão da política de desenvolvimento: I - promover a articulação entre Poder Executivo Municipal, Sociedade Civil, entidades e demais órgãos governamentais das esferas estadual e federal que tenham relação com a política urbana; II - implantar e gerenciar o Sistema de Informações Municipais, na forma prevista nas disposições finais e transitórias da presente Lei, proporcionando acesso amplo a documentos e Informações a todos os interessados, indistintamente; III - adequar a gestão orçamentária às diretrizes da política urbana estabelecidas no Plano Diretor; IV - ter suas políticas, estratégias, programas, projetos e ações coordenadas em conformidade com as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor; V - executar políticas e ações articuladas com os demais órgãos municipais e com outros organismos governamentais e não-governamentais, seja no âmbito da Região Metropolitana em que se insere o Município de Paulínia, seja nos âmbitos estadual ou federal; VI - promover a realização de audiências públicas, na forma da Lei. 1º - As gestões públicas de competência do Poder Executivo deverão ser baseadas nas seguintes ações: I - melhoria da programação, do planejamento e da divulgação das atividades da administração pública; II - investimento na melhoria da comunicação/atendimento prefeitura/munícipes;

19 26 de Dezembro de 2006 ATOS DO PODER EXECUTIVO 19 III - incentivo à participação popular nos conselhos municipais e audiências públicas; IV - aumento da participação popular na gestão dos serviços públicos; V - criação uma Secretaria de Atendimento à População; VI - instituição do Cartão de Cidadão Paulinense, com adoção de mecanismos de efetiva identificação dos moradores cidade, para fazer plano de atendimento às necessidades dos Paulinenses; VII - priorização dos bairros através da descentralização; e, VIII - valorização o Cidadão Paulinense. 2º - Para otimização tecnológica dos serviços públicos, deverá o Poder Executivo promover: I - implantação de banco de dados da Prefeitura integrando todas as unidades municipais mediante rede interna; II - ampliação dos serviços disponibilizados perante a Internet; III - disponibilização de pontos de Internet para cada residência do município; IV - implantação de sistema de Telefonia Central; e, V - informatização das secretarias municipais. CAPÍTULO II DO SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO Art O Executivo Municipal elaborará projeto de lei para implantação de um Sistema de Fiscalização. Art O Sistema de Fiscalização contará com corpo técnico especializado, compatível às suas funções fiscalizadoras de educação, prevenção e punição às transgressões, e englobará: I - Obras Particulares; II - Vigilância Sanitária; III - Tributária; IV - Meio Ambiente; V - Saneamento Básico; VI - Transportes; e, VII - Posturas. 1º - O Sistema de Fiscalização exercerá a sua função de forma descentralizada. 2º - O Município poderá criar convênios e parcerias para a implementação efetiva de fiscalização. Art Lei específica disciplinará as atividades do Sistema de Fiscalização, definirá e hierarquizará um subsistema de taxação das infrações através de Código de Normas Técnicas, que dará peso proporcional compatível às multas e taxas devidas ao Município por parte do infrator. CAPÍTULO III DA PARTICIPAÇÃO POPULAR Art Para garantir a gestão democrática da cidade, serão utilizados, entre outros, os seguintes instrumentos: I - audiências públicas e debates com participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade; II - publicidade dos atos praticados; III - acesso aos interessados dos documentos e informações relativos aos atos praticados, inclusive com divulgação pela internet; IV - conferências sobre assuntos de interesse urbano; V - iniciativa popular de projeto de lei, nos termos do art. 26, 3º, da Lei Orgânica do Município de Paulínia; VI - iniciativa popular de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano; e, VII - referendo popular e plebiscito, na forma da lei. Art A gestão orçamentária participativa será garantida por meio a realização de debates, audiências e consultas públicas sobre as propostas do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e do orçamento anual, como condição obrigatória para sua aprovação pela Câmara Municipal. Art A participação dos munícipes em todo processo de planejamento e gestão da Cidade deverá basear-se na plena informação, disponibilizada pelo Poder Executivo com antecedência. CAPÍTULO IV FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO Art Lei específica criará o Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano que será gerido pelo Conselho da Cidade de Paulínia. CAPÍTULO V SISTEMA MUNICIPAL DE INFORMAÇÕES Art O Município institucionalizará Sistema de Informações. Art O Sistema de Informações tem como objetivo fornecer informações para o planejamento, o monitoramento, a implementação e a avaliação da política urbana, subsidiando a tomada de decisões ao longo do processo. Art O Sistema de Informações deverá conter e manter atualizados dados, informações e indicadores sociais, culturais, econômicos, financeiros, patrimoniais, administrativos, físicoterritoriais, inclusive cartográficos, ambientais, imobiliários e outros de relevante interesse para o Município, devendo ser implantado em todas as Secretarias. Art O Sistema de Informações deverá obedecer aos princípios: I - da simplificação, economicidade, eficácia, clareza, precisão e segurança, evitando-se a duplicação de meios e instrumentos para fins idênticos; e, II - democratização, publicização e disponibilização das informações, em especial as relativas ao processo de implementação, controle e avaliação do Plano Diretor. TÍTULO X DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art Para fins de aprimoramento das ações municipais deverão ser promovidos: I - geoprocessamento com levantamento das áreas urbanas ocupadas, com: a) atualização da planta genérica de valores; b) recadastramento dos imóveis; e, c) levantamento dos espaços urbanos vazios. II - capacitação profissional dos servidores públicos; Art O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal, no prazo de 24 (vinte e quatro) meses da publicação desta Lei, os seguintes Projetos: I - Código do Meio Ambiente; II - Código de Obras; III - Código de Posturas; IV - Código Tributário Municipal; V - Código de Normas Técnicas; e, VI - disciplinamento das regras necessárias à implantação do Plano Diretor. Art O Plano Diretor terá vigência por um período de 10 (dez) anos a contar da data de vigência desta Lei, devendo ser revisto em 5 anos e atualizado periodicamente. Art São instrumentos de implementação do Plano Diretor: I - as Normas de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo, os Códigos de Obras e de Posturas; II - os Planos Setoriais de Educação, Saúde, Habitação, Drenagem, Transportes, entre outros; III - os Planos Temáticos de Conservação Ambiental, de Turismo, entre outros; IV - os Planos Urbanísticos de Renovação Urbana, de Reurbanização, entre outros; V - o Plano Plurianual de Investimentos, as Diretrizes Orçamentárias e os Orçamentos Anuais que, à semelhança do Plano Diretor, têm abrangência sobre todo o território e sobre todas as matérias de competência municipal; VI - o Código Tributário Municipal; VII - o Sistema de Planejamento e Desenvolvimento Municipal; VIII - Sistema de Fiscalização; e, IX - Leis Federais e Estaduais em vigor, respeitados os limites da autonomia municipal. Art No prazo de 12 (doze) meses da publicação desta Lei, será elaborado texto normativo para fins de incorporação de áreas limítrofes através de plebiscito (Marieta Dian, Recanto das Águas e Granja Coavi - Cooperativa Agrícola Viracopos). Art Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 22 de dezembro de Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos

20 20 ATOS DO PODER EXECUTIVO 26 de Dezembro de 2006 LEI Nº 2.853, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO PARCIAL DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA PRE- FEITURA MUNICIPAL DE PAULÍNIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: ARTIGO 1º - Ficam criados, junto à estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Educação, os seguintes Departamentos: I. Departamento de Curso Pré-Vestibular, cuja atribuição básica é preparar os alunos e ex-alunos da rede pública de ensino para participarem dos processos seletivos das Instituições de Ensino Superior do Brasil. LEI Nº 2.854, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 "DISPÕE SOBRE A AUTORIZAÇÃO PARA CONCESSÃO DE SUBVENÇÕES SOCIAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado, em atendimento do estabelecido no artigo 26 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, a conceder subvenções sociais no exercício de 2007 às entidades abaixo relacionadas: II. Departamento de Coordenação de Material Didático, cuja atribuição básica é supervisionar e coordenar o material didático necessário ao desenvolvimento do Curso Pré-Vestibular, atendendo às necessidades didáticas. III. Departamento de Processos de Seleção, cuja atribuição básica é organizar os procedimentos de seleção dos candidatos às vagas do Curso Pré-Vestibular, definindo critérios objetivos que serão estabelecidos através de Decreto do Chefe do Poder Executivo. ARTIGO 2º - Ficam criados e integrados à estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Educação, para desenvolvimento das atividades dos Departamentos criados pelo Artigo anterior, os cargos de provimento em comissão abaixo elencados, em conformidade com a Lei Complementar nº 17, de 09 de outubro de 2001, a saber: Parágrafo Único - Os Recursos de que trata esta Lei, mantém adequação orçamentária e financeira com a Lei Orçamentária e compatibilidade com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Artigo 2º - As dotações destinadas às subvenções às entidades relacionadas acima, foram consignadas no orçamento de 2007, podendo ser suplementadas ou reforçadas nos limites estabelecidos na Lei Orçamentária, se necessário, autorizando-se os repasses correspondentes. ARTIGO 3º - Fica incluso na grade de projetos do Plano Plurianual do Município, para os exercícios de 2006/2009, Lei nº 2.753/05, o item 04.04, conforme Anexos I e II desta Lei. ARTIGO 4º - Fica incluso na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, para exercício de 2007, Lei nº 2.810/06, o item 04.04, conforme Anexo III desta Lei. ARTIGO 5º - As disposições supervenientes serão regulamentadas através de Decreto. ARTIGO 6º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir um crédito adicional especial, para o exercício de 2007, junto à Secretaria Municipal de Educação, até o valor de R$ ,40 (um milhão, duzentos e dois mil, quatrocentos e noventa e três reais e quarenta centavos), necessário para a cobertura das despesas com a execução desta Lei, suplementado se necessário, nos limites e condições da L.O.A. (Lei de Orçamento Anual). ARTIGO 7º - Os recursos para a cobertura do presente crédito adicional especial serão os resultantes de anulações parciais de dotações do orçamento de 2007, discriminadas no Decreto de abertura do crédito. ARTIGO 8º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 22 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos Artigo 3º - Os recursos de que trata a presente Lei, somente serão liberados às entidades que preencherem as condições exigidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e conforme disponibilidade financeira da Prefeitura Municipal de Paulínia. Artigo 4º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. "Palácio Cidade Feliz", 22 de dezembro de 2006 Lavrada e publicada no Gabinete do Prefeito, na data supra. HAMILTON CAMPOLINA JÚNIOR Secretário dos Negócios Jurídicos LEI Nº 2.855, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 "AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CELEBRAR CONVÊNIO COM A ENTIDADE 'PAULÍNIA FUTEBOL CLUBE' E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." A Câmara Municipal APROVOU e eu, Prefeito do Município de Paulínia, SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei: ARTIGO 1o - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a celebrar convênio com a entidade PAULÍNIA FUTEBOL CLUBE, associação civil sem fins lucrativos, com sede nesta cidade à Rua Javaés, n 135, inscrita no CNPJ sob n /001-01, objetivando otimizar e incentivar o desenvolvimento de atividades de prática desportiva educacional, do desporto de participação e de alto rendimento, abrangendo as práticas formais e não formais na modalidade futebol, nos termos do instrumento em anexo, que integra esta Lei. ARTIGO 2º - Para a realização dos objetivos almejados pela cooperação associativa prevista nesta Lei, fica o Poder Executivo autorizado a disponibilizar o uso à entidade convenente, a título gratuito,

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