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1 7 - Bibliografia BATES, R. J.; "Introduction to T1/T3 networking". Artech House, Inc HEYWOOD, P.; "E1 Circuits: Does Less Bandwidth Mean Better Quality?". Data Communications, February, JOHNSON, J. T.; "HDSL: An Extra Boost on the Local Loop". Data Communications, September,21, RICKARD, N.; "Bridging Between E-1 and T-1". Telecommunications, January, TAYLOR, K. M.; "A New Analysis Plan: Buy Now, Play Later". Data Communications, February, RENPAC PROTOCOLO X.25 url: PENTA2.UFRGS.BR/EDUARDO/RENPAC.HTML /RENPAC.X.25.HTML... [TAR 84] TAROUCO, Liane M. R. - Redes de Comunicação de Dados - 3a Ed. - Rio de Janeiro - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Fábio de Moura 1067/95-9 Rafael G Rech 2455/ Copyright: José Pina Miranda Maria João Frade 37

2 6 - EXEMPLO: Escolha do Grupo O grupo optou pelo serviço FastNet, fornecido pela Embratel e baseado no protocolo Frame Relay. Fatores que influiram na decisão: O frame relay mostrou-se mais eficiente que os demais protocolos. Segundo [TAN96]: "Se a rede requer suporte a múltiplas classes de Qos para diferentes aplicações concorrentes, ATM é uma boa escolha. Para conectar-se a outras redes via serviço público, ou se é necessário um nível adicional de multiplexação, SMDS e FR são boas escolhas. Mas se a eficiência é o que importa e não é necessário suporte para aplicações multimídia, FR é uma escolha sólida." O X.25 e o SMDS suportam apenas o tráfego de dados, enquanto o FR mostrou capacidade para suportar também vídeo de baixa qualidade. É claro que o ATM suporta dados, voz e video, mas, devido ao alto custo, esse protocolo fica difícil para justificar economicamente em muitos casos. O X.25 já funciona na maioria das plataformas de hardware. Para o FR, poucas mudanças no hardware são necessárias. Já a migração para o SMDS, e também para ATM, geralmente requer novo hardware e software. O SMDS, apesar de ser mais aceito na Europa, apresenta um crescimento limitado nos EUA, ao contrário do FR, que cresceu de forma fenomenal nos últimos anos. Adotado tanto por grandes corporações na construção de redes privadas virtuais, como por pequenas empresas para conectar escritórios remotos sem o gasto de uma linha privada. 36

3 No Serviço ATM Net, os diferentes sinais de telecomunicações são multiplexados nas dependências do cliente e transmitidos em forma de um ou mais agregados de tráfego através de Circuitos Virtuais Permanentes (CVPs). O Serviço ATM Net se destina a atender necessidades de comunicação de voz, dados, vídeo ou multimídia, através do transporte de um agregado de tráfego entre as dependências do cliente. Pode ser usado quando[atm 98] É necessário conexão à velocidades muito altas. Velocidades de interconexão da LAN nativa de 100 Mbps (e superiores). Padrões de uso NxDS1 que justificam uma linha privada dedicada DS3. Múltiplos níveis de QoS são necessários dentro do canal virtual e da corrente de tráfego do circuito. Interconexão de múltiplos serviços (de FR até SMDS). Linha privada, frame relay e SMDS interagem. Principais aplicações Dentre as várias aplicações suportadas pelo Serviço ATM Net, podemos destacar as seguintes: Vídeo conferência em LANs. Suporte a processamento distribuído de dados em faixa-larga. Consulta a bancos de dados e vídeo. Acesso remoto a supercomputadores. CAD/CAM interativo. Tele educação. Telemedicina. 35

4 O SMDS não tem controle de congestionamento e é limitado ao transporte de dados. Com um crescimento limitado nos EUA, é possível que faça sucesso como uma classe de acesso ao ATM. Pode ser usado quando Conectividade multiponto é necessária para aplicações distribuídas e grupos de usuários. Esquema de endereçamento de rede pública é desejado. Comunicação inter-cliente e inter-parceiro é necessária. Ambientes de usuário dinâmico (grupos de usuários fechados e compartilhados). Velocidades de interconexão da LAN nativa que chegam até 16 Mbps ATM - Asynchronous Transfer Mode ATM é uma tecnologia de transmissão e comutação de informações que pode ser usada para transmissões de informações em aplicações de natureza e requisitos de performance distintos, desde as de tempo real até as de transmissão de dados entre computadores. A ATM pode ser aplicada tanto em redes Locais como em WANs. A ATM é baseada na técnica de comutação de pacotes e de multiplexação estatística de circuitos. As informações são agrupadas em pequenos pacotes de tamanho fixo e com identificadores de conexão, cujo fluxo ordenado construi um 'circuito virtual' que substitui o circuito de banda passante fixa das técnicas TDM e FDM. Assim a alocação dinâmica da largura de banda resolve o problema de sub utilização dos circuitos e a eficiência dos equipamentos de comutação ATM Net via EMBRATEL[EMB 98] ATM Net é um serviço público de telecomunicações prestado pela EMBRATEL em âmbito nacional, com a finalidade de prover transporte de múltiplos tipos de tráfego em alta velocidade, através de uma plataforma baseada na tecnologia ATM. 34

5 Dentre as aplicações suportadas estão: Interligação de redes locais (LAN's). Transferência de grandes volumes de dados. Consulta a Banco de Dados. Correio eletrônico. Integração de dados e voz corporativa. Suporte para aplicações distribuídas (CAD/CAM, Workgroups,etc..). Aplicações multimídia (ex: videoconferência). Benefícios Abrangência Nacional e Internacional. Conexão com outras redes públicas FR no exterior. Custos que dependem do efetivo volume de dados cursado na rede ou valor fixo mensal. Alta Qualidade e confiabilidade da rede, com rotas alternativas automáticas em caso de falhas. Supervisão e manutenção de redes oferecidas pela EMBRATEL a nível nacional. Equipamentos de moderna geração tecnológica, interligados por meios digitais de alta velocidade e qualidade. Facilidade na expansão da rede do cliente. Modalidades e velocidades diversas, especificamente voltadas para acomodar diferentes tipos de equipamentos e aplicações do usuário. Associação das características de alto desempenho dos serviços dedicados (circuitos dedicados) com a flexibilidade dos serviços comutados SMDS - Switched Multimegabit Data Service O SMDS usa o formato de célula ATM AAL3/4, que provê um nível adicional de multiplexação no campo MID e um CRC por célula, consumindo 4 bytes a mais por célula. A primeira célula do pacote tem 44 bytes de informação, incluindo os endereços do remetente e do destinatário e outros campos. Grande parte da flexibilidade do SMDS vem deste cabeçalho. Porém, esta flexibilidade reduz a eficiência, sendo que pacotes pequenos são tratados de forma ineficiente pelo AAL3/4. 33

6 compromete a fornecer banda passante contratada, ou seja, a entregar ao destino todos os quadros (frames) recebidos. É possível que o cliente transmita acima da banda contratada, possibilitando a complementação da banda até o valor nominal do circuito (esta complementação chama-se EIR - Excess Information Rate). Caso hajam recursos, a rede aceitará a transferência de dados acima da banda contratada, porém não haverá garantia de entrega destes quadros. O serviço FASTNET é oferecido nas velocidades de 64 Kbps a 2 Mbps e está disponível em todo o território nacional. Através de acordos com administrações no exterior, a EMBRATEL permitirá a conexão FR entre seus clientes no Brasil e seus parceiros na América do Sul, América do Norte, Europa e Ásia. Pode ser usado quando Consolidados vários protocolos (IP, IPX, SNA) sobre uma única tecnologia e circuito de acesso à rede. Tráfego apresenta taxa variada de bits (VBR Variable-bit Rate) e é muito repentino, não sensível à atraso. Vários locais (geralmente mais de três) precisam ser interligados. Priorização de múltiplos tráfegos no nível de sessão ou protocolo atavés de setagem do bit DE ou priorização PVC. Capacidade de gerenciamento "In-band" como SNMP é necessária. Conectividade internacional sobre equipamentos com fibra óptica. Principais aplicações Atende as necessidades de comunicação de dados entre duas ou mais dependências situadas em localidades distintas, e cuja principal característica seja o tráfego em rajadas (intermitente de alta velocidade com baixo tempo de resposta). 32

7 Benefícios Tarifas proporcionais ao uso. Diversas classes de velocidade. Compatibilidade entre diferentes tipos de equipamento. Facilidade de expansão da rede do usuário. Multiplexação no acesso possibilitando chamadas simultâneas. Abrangência mundial. 5.3 FRAME RELAY (RETRANSMISSÃO DE QUADROS) O FR é baseado em LAPD, a versão ISDN do LAPB, e tem sido posicionado como um serviço de interconexão de LANs. Com a tecnologia FR, um nó final inteligente ( Rede local ) envia dados através de um canal X.25 adicionando um envelope Q.922A no quadro. O Q.922A é um subconjunto do protocolo Q.922. Como alternativa o nó inteligente pode enviar dados para a rede já encapsulado no quadro. Nas duas situações o quadro possui informações de roteamento não especificado no segundo nível do X.25, eliminado a necessidade da rede verificar o nível superior ou três. Uma das principais vantagens do FR é a eliminação de uma das camadas em comparação com o X.25. Esta nova realidade de perda de complexidade do processamento necessário em cada nó, resultará um menor retardo entre os nós que está entre milissegundos do X.25 para menos de 2 milessegundos no FR FASTNET via EMBRATEL[EMB 98] O serviço FASTNET é oferecido pela Embratel em âmbito nacional e internacional, e é baseado no protocolo frame relay (retransmissão de quadros). Por ser uma evolução do X.25, o FR dispensa uma série de controles de erro, maximizando a vazão e diminuindo o retardo, o que resulta em alta qualidade e melhor desempenho. O serviço FASTNET possibilita ao cliente contratar somente a banda média requerida pela sua aplicação (essa banda contratada chama-se CIR - Committed Information Rate). A rede se 31

8 aproximadamente 130 mil terminais: só perde para a planta telefônica básica, com seus 10 milhões de terminais RENPAC É O X.25 DA EMBRATEL A estrutura básica da RENPAC é composta de diversos centros de comutação de pacotes e centros de concentração interligados por meios de comunicação de alta velocidade. Por ser uma rede de pacotes, não há uma ligação física permanente entre os usuários que estão se comunicando. Os meios de comunicação são alocados somente durante a transferência de dados, o que possibilita o compartilhamento de recursos e diminui o custo final para a empresa contratante. Na contratação do serviço, devem ser definidos pelo usuário as características desejados do serviço, tais como velocidade de comunicação e outras facilidades como possibilidade de tarifação reversa, número coletivo, tamanho de pacote, etc... Os Serviços RENPAC são indicados para empresas de porte diversos, com necessidades de transferir informações entre dois ou mais pontos, de forma simultânea ou não, cujo volume de dados não justifique necessariamente a utilização de circuitos dedicados. De um modo geral, as aplicações típicas dos serviços RENPAC residem em sistemas interativos baseados em transações on-line, entre as quais destacam-se os sistemas de consulta a banco de dados públicos e privados, em nível nacional e internacional de reservas, de transferência eletrônica de fundos e para utilização de modernos sistemas de home baking. Empresas como a Algarnet, Proceda, GSI oferecem links de X.25 ao mercado e tem serviços equivalentes ao serviço RENPAC. Características técnicas/comerciais Disponível em todo Território nacional. Acesso a 150 redes de dados em mais de 70 países. Protocolos: X.25, X.28,X.32, SDLC, TCP/IP. Modalidade usada por nós RENPAC 3025: acesso dedicado, síncrono, protocolo X.25. Pode ser usado quando Tráfego é repentino e insensível à atraso. É necessário transporte confiável de dados a velocidades de 150 até bps. Meios de comunicação de má qualidade são usados. Controle de erros e de fluxo são necessários no protocolo. É necessária conectividade internacional com países e cidades onde não há fibra óptica. 30

9 Circuito Virtual Comutado ou Chamada Virtual (CVC/CV) - requer procedimentos de conexão/desconexão de chamadas cada vez que se deseja estabelecer comunicação. Circuito Virtual Permanente - permite o estabelecimento automático de ligação entre dois determinados usuários Estrutura Tarifaria Compõe-se de assinatura, volume de tráfego e tempo de utilização. E aplicado um valor adicional mensal no caso de contratação de determinadas facilidades opcionais Facilidades Opcionais Canal lógico adicional Grupo fechado de assinantes Tarifação reversa Numero coletivo Comunicação com outros Serviços Possibilita a comunicação com qualquer outro usuário dos Serviços RENPAC Acesso Internacional Através do no internacional INTERDATA, o usuário RENPAC 3025 pode se comunicar com redes de dados de outros países Renpac 3028 Renpac 3028: usa o protocolo X.28 (assíncrono) e indicado para a ligação de computadores de menor porte - e, portanto, para menor volume de dados - que os do acesso 3025 aos nos de rede, em ate 2,4 Kbps Renpac 2000 Renpac 2000: prevê o uso da linha telefônica com modems e transmite em 1,2 Kbps, com o protocolo X Renpac 1000 Renpac 1000: e o mais lento acesso a Renpac, pois prevê a ligação do usuário aos nos de rede via telex, cuja velocidade de transmissão e de apenas 50 bauds por segundo - também com o protocolo X.28. Apesar da lentidão na transmissão dos dados, esse tipo de acesso não deve ser desprezado, pois o parque da rede nacional de telex e o segundo maior do pais, com 29

10 O protocolo X.25 oferece importantes funções para o usuário no meio físico de acesso a RENPAC: controle de erro e múltiplas ligações lógicas simultâneas. Algumas informações adicionais: Categoria de terminais Requisitos de Software/Hardware Formas de Acesso Classes de Velocidade Tipos de Ligação Estrutura Tarifaria Facilidades Opcionais Comunicação com Outros Serviços Acesso Internacional Categoria de terminais Atende aos terminais síncronos que operam em modo pacote, conforme recomendação X.25 do CCITTT, incluindo computadores, controladoras, terminais inteligentes e microcomputadores Requisitos de Software/Hardware Os equipamentos conectados diretamente a RENPAC devem possuir internamente o protocolo X.25. Pode-se, como alternativa, converter o protocolo original do usuário com o uso de adaptadores externos. Em ambas as hipóteses, e preciso que o software/hardware X.25 seja previamente aprovado pela Embratel Formas de Acesso São utilizados acessos de uso exclusivo, incluindo Linha Privada de Comunicação de Dados, modens e porta RENPAC Classes de Velocidade 2400 bps, síncrona 4800 bps, síncrona 9600 bps, síncrona Tipos de Ligação Podem ser de duas naturezas : 28

11 Abrangência: Nacional e Internacional Custos: Tarifas Renpac Depende principalmente do volume de dados Aplicação: Aplicações de baixo e médio tráfego entre diversos pontos Aplicações interativas Transferência de pequenos arquivos Através de diferentes formas de acesso, protocolos e classes de velocidade, pode-se chegar a inúmeras aplicações: Sistemas de consultas a informações, Controle de estoque, Reserva de passagens, Transferência eletrônica de fundos, Sistemas time-sharing, Sistemas de entrada remota e dados, Aplicações de batch-remoto Algumas vantagens Tarifas proporcionais ao uso - o custo final para o usuário e, principalmente, função do volume de dados efetivamente transmitidos. Interligação com rede telefônica e telex - maior disponibilidade geográfica dos serviços. Conversão de velocidade - viabiliza a interconexão de diferentes equipamentos. Acesso internacional - possibilita a comunicação com redes de dados de outros países. Facilidades opcionais - permitem ajustar as características básicas dos serviços as necessidades especificas do usuário Renpac 3025 O serviço RENPAC 3025 destina-se aos terminais de dados que operam em modo pacote, ligados a RENPAC de acordo com o protocolo padrão X.25. Computadores em geral, controladoras de comunicação, terminais inteligentes e microcomputadores podem assumir as características deste serviço, a partir de implementações internas do protocolo ou através do uso de conversores externos. A ligação destes equipamentos ao Serviço 3025 e realizada por acessos dedicados de uso exclusivo. O protocolo X.25 permite a ligação lógica entre os assinantes durante a comunicação, sem que haja conexão física permanente entre os terminais de dados. Obtem-se, deste modo, um compartilhamento de recursos da Rede que resulta em otimização do uso e redução de custos, uma vez que os meios de transmissão são utilizados durante a efetiva transferencia de dados. 27

12 Ainda existe a possibilidade de um acesso internacional através de um gateway conectado às principais redes de outros países. No caso de computadores que utilizam transmissão síncrona e que não tenham o protocolo X.25 implantado, a conexão com a RENPAC é através de conversores. Existem dois tipos de facilidades oferecidas na RENPAC: A primeira é o grupo fechado de assinantes. Essa facilidade permite que seja bloqueada a comunicação de qualquer participante do grupo com qualquer outro assinante da rede que não pertença ao grupo. Um assinante pode pertencer a até 100 grupos. A outra facilidade é a tarifação reversa, que consiste no fato de que a cobrança de uma chamada é imputada ao assinante chamado, desde que esse concorde e tenha esta opção também. Isso permite a empresas com muitas filiais Ter um controle único de chamadas SERVIÇOS RENPAC: Serviço 3025 serviço 3028 Serviço 2000 Serviço Iterconexão dos Serviços RENPAC: Sobre o Servico RENPAC Características: Rede publica de comunicação de dados; Ligações comutadas; Acessos a rede: dedicados, via rede telefônica e via rede telex; Velocidades de acesso: 300, 1200, 2400, 4800, 9600, 19.2K, 48K, 64Kbps; 26

13 5.2 - REDE NACIONAL DE COMUNICAÇÃO DE DADOS POR COMUTAÇÃO DE PACOTES A RENPAC, consiste no estabelecimento da comunicação entre dois assinantes, possibilitando a transmissão simultânea, em ambos os sentidos, de dados segmentados em pacotes. O tamanho default do pacote pela RENPAC é de 128 octetos. A RENPAC é composta por nós de comutação nas principais cidades brasileiras, que, além dos usuários locais, atendem também usuários distantes via circuito de dados interurbano TIPOS DE ACESSO: Dedicado: Os ETD's estão diretamente conectados á RENPAC através de circuitos de uso exclusivo, urbanos ou interurbanos Comutado: Utilizam como suporte as redes públicas de telefonia e telex, envolvendo os respectivos procedimentos normais de ligação sempre que uma conexão com a RENPAC é desejada. A seguir uma tabela com as principais características dos dois tipos de serviços: ASSÍNCRONO Até 300 bps duplex 2 fios(v.21) (X.3, X.28, X.29) Até 1200 bps duplex 4 fios (V.23) DEDICADO 2400 bps duplex 4 fios (V.26) SÍNCRONO 4800 bps duplex 4 fios (V.27) (X.25) 9600 bps duplex 4 fios (V.29) TELEX 50 bps COMUTADO Até 300 bps duplex 2 fios(v.21) TELEFÔNICO Até 1200/75 bps duplex 2 fios (V.23) Quando o acesso é síncrono usa-se o protocolo X.25, enquanto que nos acessos assíncronos, onde poderão ser conectados terminais operando no modo caracter, trabalhar-se-á de acordo com os protocolos X.3, X.28 e X.29. Neste caso, os terminais serão atendidos pela rede através de um PAD (Packet Assembly Disassembly). O PAD, empacota e desempacota pacotes para que os terminais assíncronos possam ter acesso aos serviços da rede. 25

14 um CLEAR CONFIRMATION e ainda informa ao ECD remoto que o circuito virtual foi cancelado. O ECD remoto então informa ao seu ETD com um CLEAR INDICATION. Este ETD então responde com um CLEAR CONFIRMATION. O pacote CLEAR INDICATION pode conter ainda o motivo do cancelamento (número ocupado, defeito,...). A respeito do pacote de dados, o campo Q (1 bit) é usado como um qualificador de dois níveis de pacotes, para identificação aos níveis de protocolos mais altos. O campo MAIS (1 bit) é usado para indicar que o pacote faz parte de um conjunto de pacotes que representam um registro lógico fragmentado. O campo P(R) indica o número de seqüência do próximo pacote que pode ser transmitido e funciona também como um ACK implícito até o pacote P(R)-1. O campo P(S) é um número de seqüência inserido pelo emissor do pacote para identificá-lo. CONTROLE DE FLUXO Para prevenir o congestionamento na rede, é utilizado o mecanismo de janela. O tamanho da janela corresponde ao número máximo de pacote não confirmados que um ECD pode ter em um canal lógico em um determinado instante. Geralmente, o tamanho da janela é 2. Isso significa que ao enviar um pacote contendo um dado P(R), o ETD ou a rede estão informando que estão aptos a receber os pacotes P(R), P(R)+1,..., P(R)+W-1, onde W é o tamanho da janela. Um pacote RNR(Receive Not Ready), informa que o receptor está impedido momentaneamente de receber pacotes. Os pacotes RR e REJ são usado de maneira semelhante ao nível 2, exceto que só o ETD pode enviar pacotes de REJ ao ECD. Existem também os pacotes de controle, os quais não têm números de seqüência. Estes pacotes são confirmados por um pacote especial. Como não há números de seqüência, apenas um pacote de controle pode ficar esperando por confirmação. Um pacote RESET reinicializa um circuito virtual particular. Isto é, remove-se todos os pacotes do circuito e P(R) e P(S) são zerados. A seqüência de pacotes é: RESET REQUEST (ETD ECD), RESET CONFIRM (ECD ETD) e RESET INDICATION (ECD ECD). O pacote de RESTART é semelhante ao CLEAR, porém cancela TODOS os circuitos virtuais do ETD e não apenas um como no pacote CLEAR. 24

15 A seguir estão os códigos de todos os tipos de pacotes: Do ECD para o ETD Do ETD para o ECD Código INCOMING CALL CALL REQUEST CALL CONNECTED CALL ACCEPTED CLEAR INDICATION CLEAR REQUEST ECD CLEAR ETD CLEAR CONFIRMATION CONFIRMATION DADOS ECD DADOS ETD XXXXXXX0 INTERRUPÇÃO ECD INTERRUPÇÃO ETD CONFIRM. INT ECD CONFIRM. INT ETD RR ECD RR ETD XXX00001 RNR ECD RNR ETD XXX00101 REJ ETD XXX01001 RESET INDICATION PEDIDO DE RESET CONF. RESET ECD CONF. RESET ETD INDICAÇÃO DE RESTART PEDIDO DE RESTART CONF. RESTART ECD CONF. RESTART ETD Os endereços dos ETDs originador e destino têm comprimento variável, assim, temos que incluir o tamanho do endereço no pacote CALL REQUEST. O campo de facilidades é usado para requisitar características especiais para o circuito virtual, tais como tarifação reversa. Como o número de facilidades requeridas é variável, também deve-se colocar o número de facilidades no pacote CALL REQUEST. A comunicação funciona da seguinte maneira: um pacote de CALL REQUEST é enviado. O ECD propaga este pacote pela rede até o nó onde está localizado o ETD destino, o qual recebe um pacote INCOMING CALL. Se ele aceitar a chamada, ele envia um pacote de CALL ACCEPTED, que chega ao originador como CALL CONNECTED. A partir de então eles podem trocar pacotes de dados. A qualquer momento pode-se cancelar o circuito virtual. Para tanto, qualquer ETD deve enviar um pacote de CLEAR REQUEST. O ECD local correspondente responde com 23

16 1) PEDIDO DE CHAMADA 8 bits 0001 Grupo Canal lógico Identificador do tipo pacote Comprimento end. Originador Comprimento end. Destino Endereço originador Endereço destino 00 Comprimento facilidades Facilidades Dados do usuário 2) PACOTE DE CONTROLE 8 bits 0001 Grupo Canal lógico Identificador do tipo pacote Informação adicional 3) PACOTE DE DADOS 8 bits Q 001 Grupo Canal lógico P(R) MAIS P(S) 0 Dados do usuário O primeiro passo para a comunicação é o envio de um pacote de pedido de chamada (CALL REQUEST) à rede. 22

17 Fase de Desconexão O processo começa com o envio de um frame de comando DISC. Ao receber o comando DISC, o receptor envia uma resposta, um comando UA, e começa a desconexão. O mesmo acontece ao receber um UA para quem enviou um DISC. RECUPERAÇÃO DE ERROS Temporizador T1 e Parâmetro N2 Um mecanismo importante do nível 2 é o procedimento de temporização que mede o tempo entre o envio de um comando e a recepção de seu ack. Se a medida exceder um valor pré estabelecido (T1), o comando é retransmitido com o bit P em 1 para pedir um ack imediato. O número de possíveis retransmissões do mesmo frame também é um valor pré estabelecido (N2). Se o número de retransmissões do mesmo frame extrapolar o valor de N2, um procedimento de reset será iniciado O NÍVEL 3 O fato de haver comutação de pacotes requer que os dados sejam entregues em formatos e de acordo com certas regras. A primeiro passo é estabelecer um circuito virtual permanente ou temporário. Podem ser estabelecidos vários circuitos virtuais com um ou mais usuários. O gerenciamento disto fica a cargo do nível 3, o nível de pacotes. Existe na recomendação X.25 a opção de um serviço de datagramas onde os pacotes de informação não precisam ser precedidos do estabelecimento de um circuito virtual. Para permitir que haja múltiplos circuitos virtuais simultâneos, são usados canais lógicos, atribuídos a cada um dos circuitos virtuais, no seu estabelecimento. ESTRUTURA DOS PACOTES Cada pacote deve ter no mínimo três octetos: um identificador geral de formato, um identificador de canal lógico e um identificador de tipo de pacote. A seguir são apresentados os tipos de pacotes definidos: 21

18 Informação Como os frames de supervisão e os não numerados não carregam informação, com exceção do frame com função FRMR, eles não são transmitidos com o campo informação. O conteúdo e o tamanho deste campo é dependente do nível 3, o que significa que seu tamanho e estrutura variam de acordo com o tamanho e o tipo do pacote que está contido nele. FCS - Verificação de Seqüência do Frame O campo FCS é transmitido com todos os formatos de frames e funções. O seu conteúdo será o resultado de cálculos feitos, no transmissor do frame, usando um gerador polinomial nos campos de endereço, controle e informação. Quando o frame chega ao seu destino, o receptor realiza outra série de cálculos, usando além dos campos já citados, o próprio FCS do frame que chegou. O resultado para um frame livre de erros é o número decimal PROCEDIMENTOS DO NÍVEL 2 É dividido em 3 fases: Conexão Transferência de Informação Desconexão Fase de Conexão O link ETD/ECD é estabelecido com um frame SABM. Como esse frame é transmitido como um comando precisa receber uma resposta do receptor, a qual deve ser um frame UA. O mecanismo de seqüenciamento do frame V(R) e V(S) são fixados em zero dos dois lados do link ETD/ECD. Uma transferência de um frame de informação só pode ocorrer depois de completada essa fase. Fase de Transferência de Informação Uma vez que o link ETD/ECD esteja estabelecido, não há impedimentos para a transferência de informação. Um frame I não contém apenas informação do usuário, mas leva também bits de controle, os quais são usados para manter a seqüência dos frames e, portanto, a inteligibilidade da informação contida neles. 20

19 CONSTRUÇÃO DO FRAME Um frame X.25 é dividido nos seguintes campos: 8 bits 8 bits 8 bits n bits 16 bits 8 bits FLAG ENDEREÇO CONTROLE INFORMAÇÃO FCS FLAG Flag Um frame sempre começa e termina com um flag. O flag é um padrão de 8 bits ( ) que delimita um frame, mas que não tem nenhuma significância com respeito ao conteúdo do frame. Endereço É usado para indicar se um frame é uma resposta a um comando ou um comando. Adicionalmente os 8 bits de endereço identificam qual dos lados do link ETD/ECD enviou o comando ou a resposta. O ETD adota o papel principal quando envia um frame de comando e o papel secundário quando recebe um comando e envia uma resposta. O mesmo ocorre com o ECD. Controle O campo de controle diferencia o formato do frame, sua função e o número de seqüência da transmissão. A tabela abaixo ilustra a codificação de cada função do frame: Formato Função Campo de Controle Tipo Informação I 0 N(S) P N(R) Comando RR P/F N(R) Supervisão RNR P/F N(R) Comando/Resposta REJ P/F N(R) SABM P Comando DM F Resposta Não-Numerado DISC P Comando UA F Resposta FRMR F Resposta 19

20 O NÍVEL 2 A tarefa do nível 2 é pegar as facilidades de transmissão oferecidas pelo link físico e transformá-lo numa linha livre de erros de transmissão para o próximo nível acima, o qual é o nível de pacotes. Isto é conseguido através dum agrupamento de bits em porções estabelecidas, chamados frames ou quadros. Depois de divididos em frames, estes são transmitidos seqüencialmente e são processados frames de acknowledgement enviados pelo receptor. O protocolo escolhido para formar as bases do nível 2 do X.25 foi o HDLC (High Level Data Link Control). Como resultado disso, os frames do nível 2 do padrão X.25 são muito similares aos do HDLC. Entretanto, o protocolo HDLC não se enquadrava exatamente nos requisitos da interface do nível 2 de uma rede de comutação de pacotes, então foi definido pelo CCITT um protocolo que atendesse exatamente os requisitos, o LAP (Link Access Procedure). Mais tarde, em 1980, foram feitos refinamentos nesse protocolo dando origem ao LAPB (Link Access Procedure Balanced) o qual é usado hoje em dia no nível 2 da norma X.25. FORMATO DOS FRAMES OU QUADROS Frames Não-Numerados (frames U): transmitidos para fazer a conexão ou desconexão lógica entre ETD e ECD Frames de Informação (frames I): transmitidos para carregar dados do usuário. Frames de Supervisão (frames S): transmitidos para manter o link ETD/ECD livre de erros, controlando o fluxo de frames I que estão sendo transmitidos e rejeitando frames errados. FUNÇÕES DOS FRAMES Frames U Modo Balaceado Assíncrono (SABM) Ack Não-Numerado (UA) Modo de Desconexão (DM) Desconexão (DISC) Rejeição de Frame (FRMR) Frames S Receptor Pronto (RR) Receptor Não-Pronto (RNR) Rejeição (REJ) Frames I Carregar dados do usuário 18

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