Autorização de Viagem



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Transcrição:

1ª Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal Autorização de Viagem Viagem nacional Viagem internacional

1ª Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal Renato Rodovalho Scussel Juiz de Direito Simone Costa Resende da Silva Diretora-Geral Administrativa Cristina Ferreira Vitalino Diretora de Secretaria Sandra Brito Assessora Jurídica Eustáquio Coutinho Assessor Técnico Marcos Barbosa Supervisor da Seção de Apuração e Proteção Missão da 1ª VIJ Garantir os direitos da criança e do adolescente, no âmbito do Distrito Federal, por meio da prestação jurisdicional, assegurando-lhes condições para seu pleno desenvolvimento individual e social.

AUTORIZAÇÃO DE VIAGEM PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES VIAGEM NACIONAL A autorização não é necessária: - Se a criança estiver acompanhada de um dos pais, avós, tios ou irmãos maiores de 18 anos, comprovado documentalmente o parentesco direto até o terceiro grau, por certidão de nascimento (original ou cópia autenticada) da criança. - Se a criança estiver na companhia de pessoa maior, expressamente autorizada pelo pai, mãe ou responsável. A autorização será feita mediante documento escrito e com firma reconhecida em cartório por autenticidade ou semelhança. - Para o adolescente (maior de 12 anos). Neste caso, basta portar documento de identificação original (RG ou passaporte) ou certidão de nascimento original ou cópia autenticada. A autorização é necessária: - Somente para a criança (menor de 12 anos) que não estiver entre os casos descritos acima. Como requerer a autorização A autorização para que a criança viaje desacompanhada ou na companhia de terceiros poderá ser requerida por um dos genitores na 1ª Vara da Infância e da Juventude ou nos Postos Avançados de Atendimento. Neste caso, deverão ser apresentados os documentos de identificação originais ou cópias autenticadas. 01

VIAGEM INTERNACIONAL A autorização não é necessária: - Somente para a criança ou o adolescente que estiver viajando acompanhado de ambos os pais ou responsáveis. A autorização é necessária: - Para a criança (0 a 11 anos) ou o adolescente (12 a 17 anos) que não estiver viajando acompanhado de ambos os pais ou responsáveis. Criança ou adolescente que for viajar acompanhado de apenas um dos pais ou responsáveis A viagem deverá ser autorizada pelo outro expressamente, nos termos da Resolução N. 131 do Conselho Nacional de Justiça, com firma reconhecida por autenticidade ou semelhança. Criança ou adolescente que for viajar desacompanhado dos pais ou responsáveis Os pais deverão autorizar a viagem expressamente, nos termos da Resolução N. 131 do Conselho Nacional de Justiça, com firma reconhecida por autenticidade ou semelhança. Os guardiões por prazo indeterminado ou o tutor, ambos judicialmente nomeados em termo de compromisso, que não sejam os genitores, poderão autorizar a viagem da criança ou adolescente sob seus cuidados, nos termos do art. 7º da Resolução N. 131 do Conselho Nacional de Justiça. 02

Locais de atendimento para emissão de autorização de viagem 1ª VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (VIAGENS NACIONAIS E INTERNACIONAIS) SGAN 909, LOTES D/E, BLOCOS C/D - SEÇÃO DE APURAÇÃO E PROTEÇÃO HORÁRIO DE ATENDIMENTO: 2ª A 6ª FEIRA DAS 12H ÀS 19H TELEFONE: 3103-3250 POSTO DA RODOVIÁRIA INTERESTADUAL DE BRASÍLIA (VIAGENS NACIONAIS) HORÁRIO DE ATENDIMENTO: 2ª A 6ª FEIRA DAS 8H ÀS 20H SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS DAS 8H ÀS 20H TELEFONE: 3233-5279 FÓRUNS DAS CIRCUNSCRIÇÕES JUDICIÁRIAS (CIDADES SATÉLITES) (VIAGENS NACIONAIS) HORÁRIO DE ATENDIMENTO: 2ª A 6ª FEIRA DAS 12H ÀS 19H AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA (VIAGENS NACIONAIS E INTERNACIONAIS) HORÁRIO DE ATENDIMENTO: 2ª A 6ª FEIRA DAS 8H ÀS 20H SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS DAS 8H ÀS 20H TELEFONE: 3364-9477 / FAX: 3365-4521 / FAX CORPORATIVO: 3103-0283 Resolução N 131, de 26 de maio de 2011, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Dispõe sobre a concessão de autorização de viagem para o exterior de crianças e adolescentes brasileiros, e revoga a Resolução nº 74/2009 do CNJ. CONSIDERANDO as manifestações do Ministério das Relações Exteriores e do Departamento de Polícia Federal, que referem dificuldades para o cumprimento do regramento disposto na Resolução nº 74/2009 do Conselho Nacional de Justiça e sugerem alterações; CONSIDERANDO as dificuldades enfrentadas pelas autoridades que exercem o controle de entrada e saída de pessoas do território nacional, em especial com relação a crianças e adolescentes; CONSIDERANDO as diversas interpretações existentes a respeito da necessidade ou não de autorização judicial para saída de crianças e adolescentes do território nacional pelos Juízos da Infância e da Juventude dos Estados da Federação e o Distrito Federal; CONSIDERANDO a insegurança causada aos usuários em decorrência da diversidade de requisitos e exigências; 03

CONSIDERANDO a necessidade de uniformização na interpretação dos arts. 83 a 85 do Estatuto da Criança e do Adolescente; CONSIDERANDO o decidido nos Pedidos de Providências nos 200710000008644 e 200810000022323; RESOLVE: Das Autorizações de Viagem Internacional para Crianças ou Adolescentes Brasileiros Residentes no Brasil Art. 1º É dispensável autorização judicial para que crianças ou adolescentes brasileiros residentes no Brasil viajem ao exterior, nas seguintes situações: I) em companhia de ambos os genitores; II) em companhia de um dos genitores, desde que haja autorização do outro, com firma reconhecida; III) desacompanhado ou em companhia de terceiros maiores e capazes, designados pelos genitores, desde que haja autorização de ambos os pais, com firma reconhecida. Das Autorizações de Viagem Internacional para Crianças ou Adolescentes Brasileiros Residentes no Exterior Art. 2º É dispensável autorização judicial para que crianças ou adolescentes brasileiros residentes fora do Brasil, detentores ou não de outra nacionalidade, viajem de volta ao país de residência, nas seguintes situações: I) em companhia de um dos genitores, independentemente de qualquer autorização escrita; II) desacompanhado ou acompanhado de terceiro maior e capaz designado pelos genitores, desde que haja autorização escrita dos pais, com firma reconhecida. 1º A comprovação da residência da criança ou adolescente no exterior far-seá mediante Atestado de Residência emitido por repartição consular brasileira há menos de dois anos. 2º Na ausência de comprovação da residência no exterior, aplica-se o disposto no art. 1º. 2º Na ausência de comprovação da residência no exterior, aplica-se o disposto no art. 1º. 04

Das Disposições Gerais Art. 3º Sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente brasileiro poderá sair do país em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior. Parágrafo único. Não se aplica o disposto no caput deste artigo, aplicando-se o disposto no art. 1º ou 2º: I) se o estrangeiro for genitor da criança ou adolescente; II) se a criança ou adolescente, nascido no Brasil, não tiver nacionalidade brasileira. Art. 4º A autorização dos pais poderá também ocorrer por escritura pública. Art. 5º O falecimento de um ou ambos os genitores deve ser comprovado pelo interessado mediante a apresentação de certidão de óbito do(s) genitor(es). Art. 6º Não é exigível a autorização de genitores suspensos ou destituídos do poder familiar, devendo o interessado comprovar a circunstância por meio de certidão de nascimento da criança ou adolescente, devidamente averbada. Art. 7º O guardião por prazo indeterminado (anteriormente nominado guardião definitivo) ou o tutor, ambos judicialmente nomeados em termo de compromisso, que não sejam os genitores, poderão autorizar a viagem da criança ou adolescente sob seus cuidados, para todos os fins desta resolução, como se pais fossem. Art. 8º As autorizações exaradas pelos pais ou responsáveis deverão ser apresentadas em duas vias originais, uma das quais permanecerá retida pela Polícia Federal. 1º O reconhecimento de firma poderá ser por autenticidade ou semelhança. 2º Ainda que não haja reconhecimento de firma, serão válidas as autorizações de pais ou responsáveis que forem exaradas na presença de autoridade consular brasileira, devendo, nesta hipótese, constar a assinatura da autoridade consular no documento de autorização. Art. 9º Os documentos mencionados nos arts. 2º, 1º, 4º, 5º, 6º e 7º deverão ser apresentados no original ou cópia autenticada no Brasil ou por repartição consular brasileira, permanecendo retida com a fiscalização da Polícia Federal cópia (simples ou autenticada) a ser providenciada pelo interessado. Art. 10. Os documentos de autorizações dadas pelos genitores, tutores ou guardiões definitivos deverão fazer constar o prazo de validade, compreendendo-se, em caso de omissão, que a autorização é válida por dois anos. Art. 11. Salvo se expressamente consignado, as autorizações de viagem internacional expressas nesta resolução não se constituem em autorizações 05

para fixação de residência permanente no exterior. Parágrafo único. Eventuais modelos ou formulários produzidos, divulgados e distribuídos pelo Poder Judiciário ou órgãos governamentais, deverão conter a advertência consignada no caput. Art. 12. Os documentos e cópias retidos pelas autoridades migratórias por força desta resolução poderão, a seu critério, ser destruídos após o decurso do prazo de dois anos. Art. 13. O Ministério das Relações Exteriores e a Polícia Federal poderão instituir procedimentos, conforme as normas desta resolução, para que pais ou responsáveis autorizem viagens de crianças e adolescentes ao exterior quando do requerimento da expedição de passaporte, para que deste conste a autorização. Parágrafo único. Para fins do disposto neste artigo, a Presidência do Conselho Nacional de Justiça poderá indicar representante para fazer parte de eventual Grupo de Trabalho a ser instituído pelo Ministério das Relações Exteriores e/ou Polícia Federal. Art. 14. Fica expressamente revogada a Resolução CNJ nº 74/2009, assim como as disposições em contrário. Art. 15. A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Ministro Cezar Peluso 06

Autorização de Viagem 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF Seção de Apuração e Proteção - SEAPRO Endereço: SGAN 909, Lotes D/E, Bloco C Telefone: 3103-3250 comissariado.vij@tjdft.jus.br

1ª Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal SGAN 909 LOTES D/E - Brasília/DF CEP: 70.790-090 Telefone: 3348-6600 Site: www.tjdft.jus.br/vij E-mail: vij@tjdft.jus.br PRODUÇÃO, REVISÃO E ACOMPANHAMENTO SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL 1ª VIJ-DF Coleção Conhecendo a 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF Adoção, Orientações às Gestantes, Guarda e Tutela Autorização de Viagem Medidas Socioeducativas Participação de Crianças e Adolescentes em Eventos Rede Solidária Anjos do Amanhã Voluntariado Serviços de Acolhimento Situação de Risco Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes PRODUÇÃO GRÁFICA: