Geossintéticos Normas Vigentes IGS Brasil ABNT/CEE 175 Delma Vidal (ITA) Jefferson Lins (USP S.Carlos) CEE-175 Comissão de Estudo Especial de Geossintéticos Características requeridas emprego 18 normas publicadas + projetos Instalação Barreiras Geossintéticas Análise Durabilidade 1
Emprego Parte 1 - Geotêxteis e Produtos Correlatos Requisitos Procedimentos Fabricantes Distribuidores Geotêxtil Geogrelha Geotira Georrede Geoespaçador controle da fabricação informações usuários e projetistas Emprego Parte 1 - Geotêxteis e Produtos Correlatos Programa Controle Qualidade Matéria prima Processo de fabricação Produto Durabilidade Bobinas Marcar Identificar Embalagens Proteger Declaração de desempenho Requisitos 2
Emprego Parte 1 - Geotêxteis e Produtos Correlatos Características de controle (CC) (VN, VT) Funções Método de ensaio (ver NOTA 1) Frequência mínima Viscosidade intrínseca do produto acabado (ver NOTA 2) (dl/g, -dl/g) D, F, P ASTM D 4603 Min 1/lote Resistência à tração (ver NOTA 3) (kn/m, -kn/m) Em ambas as direções D,F,P,R,S NBR ISO 10319 Min 1/lote Alongamento na carga máxima(ver (%, +/-%) NOTA 3) Em ambas as direções D,F,P,R,S NBR ISO 10319 Min 1/lote Puncionamento estático (kn,-kn) P, R, S NBR ISO 12236 Min 1/lote Perfuração dinâmica (mm, +mm) F, R, NBR ISO 13433 1 a cada 6 meses Características de proteção (%, +%) P NBR ISO 13428 1 a cada ano Abertura de filtração característica (mm, +/-mm) F, S NBR ISO 12956 1 a cada ano Permeabilidade normal ao plano (mm/s, -mm/s) F, S NBR ISO 11058 1 a cada ano Capacidade de fluxo no plano (m 2 /s, -m 2 /s) D NBR ISO 12958 1 a cada ano Emprego Parte 1 - Geotêxteis e Produtos Correlatos NOTA 1: O uso de ensaios alternativos para o controle de parâmetros é aceitável desde que o fabricante possa provar a validade do método alternativo por meio de uma correlação estatística robusta NOTA 3: Os produtos geotêxteis objeto desta Norma devem apresentar, na direção de menor resistência, valor declarado para a resistência à tração maior ou igual a 5 kn/m com 95% de confiança (valor médio menos o valor de tolerância), valor este considerado mínimo necessário, pela experiência do mercado, para sobreviver aos esforços de instalação na situação de menor solicitação. Este valor não pode ser diretamente considerado na especificação de projeto - o projetista deverá dimensionar e especificar o geotêxtil de acordo com as necessidades da obra em que o produto será aplicado. 3
DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO PRODUTO A Descrição Nome comercial do produto Tipo: Geotêxtil não tecido Indicar o tipo conforme NBR ISO 10 318 Fabricante: EMPRESA A Emprego Endereço Parte 1 - Geotêxteis CNPJ doe fabricante Produtos ou do importador Correlatos Nome ou marca identificatória do fabricante Endereço completo CNPJ Controle de fabricação certificado: Número do certificado de controle de fabricação (se houver) Atende a NBR ISO 10320 e a NBR XXXX Normas ou recomendações atendidas Apto a desempenhar as funções: P Funções que pode desempenhar(ver Tabela 1, item 5.3) Polímero principal: polipropileno (PP) Declaração do polimero componente principal Caracteristicas de Controle Resistência à tração (NBR ISO 10319): MD VN kn/m (-VT kn/m) CMD VN kn/m (-VT kn/m) Alongamento (NBR ISO 10319): MD VN % (+/-VT%) CMD VN % (+/-VT%) Resistência à perfuração dinâmica (NBR ISO 13433): VN mm (+VT mm) Eficiência de proteção (EN 14574): VN N (±VT N) Valores declarados das características de controle: Valores médios (valores de tolerância) Durabilidade Indicar as condições de durabilidade baseadas noitem 5 -A ser coberto no dia da instalação -Previsto para ser durável por um mínimo de 25 anos em solos e água naturais com 4<pH<9 e temperaturas do solo <25 o C Condições de armazenamento: Recomendações do fabricante de como o produto deve ser armazenado Dados do Lote de fabricação: Dados da unidade identificação do lote: massa por unidade de área (NBR ISO 9864): (em g/m 2 ) massa nominal bruta: (em kg) Comprimento: (em m) Largura: (em m) Emprego Parte 2 - Barreiras Geossintéticas Características de Controle (CC) Método de ensaio (VN, VT) Frequência mínima (ver NOTA 1) Espessura nominal NBR ISO 9863-1 (mm, -mm) 1 por bobina Densidade ISO1183-2 ou ASTM D1505 ou ASTM D792 (g/cm 3, -g/cm 3 ) 1 a cada 90t Resistência à tração na ruptura NBR 15856 (kn/m 2, - kn/m 2 ) 1 a cada 9t para PE e PP 1 a cada 18t para PVC Deformação na ruptura NBR 15856 (%, +/-%) a 1 a cada 9t para PE e PP Resistência ao puncionamento estático (ver NOTA 2) ASTM D4833 ou NBR ISO 12236 (N,- N) ou (kn,-kn) 1 a cada 18t para PVC 1 a cada 20t NOTA 1: quando um fabricante opera mais que uma linha de produção no mesmo local a frequência de ensaios é por linha de produção. 4
Emprego Parte 2 - Barreiras Geossintéticas Características de Controle (CC) NOTA Método 2: de ensaio (VN, VT) Frequência mínima (ver NOTA 1) Espessura nominal NBR ISO 9863-1 (mm, -mm) 1 por bobina Considerando ISO1183-2 ouque os fabricantes brasileiros têm um amplo Densidade histórico ASTM D1505 de resultados ou (g/cm utilizando 3, -g/cm a ASTM 3 ) 1 a D4833 cada 90t e ainda muitos projetos ASTM nod792 país se baseiam em recomendações americanas, o resultado da resistência ao puncionamento Resistência à tração na ruptura NBR 15856 (kn/m 2, - kn/m 2 1 a cada estático 9t para pode PE e PP ser apresentado com base neste método de) ensaio, 1 a cada lembrando 18t para PVC que os resultados de ensaios realizados pelos dois Deformação na ruptura NBR 15856 (%, +/-%) a 1 a cada métodos 9t para podem PE e PP ou não ser correlacionáveis, mas serão sempre 1 a diferentes. cada 18t para PVC Resistência ao puncionamento ASTM D4833 ou (N,- N) ou 1 a cada 20t estático (ver NOTA 2) NBR ISO 12236 (kn,-kn) Emprego Parte 2 - Barreiras Geossintéticas Característica Polímero Método de ensaio Frequência 1 Critério aceitação Teor de negro de fumo PE, fpp ASTM D 4218 1 a cada 9t para entre 2 e 3% para HDPE e LLDPE Aditivados com negro de fumo HDPE e 1 a cada 20t para LLDPE e fpp entre 2 e 15% para fpp Dispersão de negro de fumo PE Aditivado com negro de fumo Tempo de oxidação indutiva PE ASTMD3895 ou ASTMD5885 ASTM D 5596 1 a cada 20t produzidas 1 a cada 90 t produzidas a cada 10 vistas pelo menos 9 nas categorias 1 ou 2 e no máximo 1 na categoria 3 (considerar apenas aglomerados esféricos) mínimo 100 min para ASTM D3895 mínimo 400 min para ASTM D5885 aproximadamente Resistencia ao stress crack HDPE ASTMD5397 1 a cada 180t produto deve suportar mais de 500h de produzidas solicitação Resistencia a oxidação PE, fpp EN 14575 1 a cada 5 anos 2 resistência à tração retida > 75% após ensaio a 85 o C por 90 dias Resistência à lixiviação PVC Método A da EN14415 1 a cada 5 anos 2 resistência à tração retida > 75%, com perda de massa < 5% e sem sinal visível de degradação Peso molecular médio do PVC ASTM D2124 1 a cada 5 anos mínimo 400 plastificante Resistência à perda de voláteis PVC ASTM D1203 1 a cada 5 anos máximo de 0,5% para espessura 1mm 5
Endereço CNPJ DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO Descrição Nome comercial do produto Tipo: Barreira geossintética polimérica (geomembrana) Indicar o tipo conforme NBR ISO 10 318-1 Nome ou marca identificatória do fabricante Endereço PRODUTO A Fabricante: EMPRESA A Emprego Parte 2 - Barreiras Geossintéticas completo Controle de fabricação certificado: Atende a NBR ISO 10320 e a NBR XXXX Apto a desempenhar a função Barreira de fluxo (B) Polímero principal: polietileno de alta densidade (HDPE) Caracteristicas de Controle Espessura (ABNT NBR 9063-1): VN mm (-VT mm) Densidade (ASTM D 792): VN g/cm 3 (-VT g/cm 3 ) Resistência à tração (ABNT NBR 15856): MD VN N/mm 2 (-VT N/mm 2 ) CMD VN N/mm 2 (-VT N/mm 2 ) Deformação (ABNT NBR 15856): MD VN % (+/-VT%) CMD VN % (+/-VT%) Resistência ao puncionamento estático: (ABNT NBR ISO 12236): VN kn (-VT kn) Durabilidade(análise considerando a NBR xxx e a ISO TS 13434) - A ser coberto em até um ano após a instalação - Este produto atende obras com vida de serviço de projeto prevista de até 25 anos, quando aplicado em solo e água naturais, com ph entre 4 e 9 e temperatura do solo inferior a 25 o C, desde que os cuidados durante a estocagem e instalação e o tempo de exposição ao intemperismo indicados sejam atendidos. Condições de armazenamento: Dados do Lote de fabricação: identificação do lote: massa por unidade de área (NBR ISO 9864): (em g/m 2 ) massa nominal bruta: (em kg) Comprimento: (em m) Largura: (em m) CNPJ do fabricante ou do importador Número do certificado de controle de fabricação (se houver) Normas ou recomendações atendidas Função que pode desempenhar Declaração do polímero componente principal Valores declarados das características de controle: Valores nominais (valores de tolerância) Indicar as condições de durabilidade baseadas no item 5.5 Recomendações do fabricante de como o produto deve ser armazenado Dados da unidade Barreiras geossintéticas - Instalação de geomembranas poliméricas Esta Norma estabelece requisitos a serem cumpridos por projetistas para a especificação e detalhamento dos projetos básico e executivo da instalação de geomembranas poliméricas utilizadas como barreira em dispositivos de estanqueidade em sistemas de revestimento permanente, em obras geotécnicas, hidráulicas e de proteção ambiental. Esta norma também estabelece procedimentos para as empresas que executam a instalação, com a finalidade de assegurar a correta execução dos serviços e a qualidade da obra como um todo. Este documento pode ser utilizado como referência pelos proprietários, gerenciadores e fiscalizadores das obras que utilizam geomembranas poliméricas. 6
Barreiras geossintéticas - Instalação de geomembranas poliméricas TERMOS DEFINIÇÕES OBRA I e II SRF SRC Dispositivos Fator de Redução REQUISITOS Projeto Básico Projeto Executivo Recebimento Armazenamento Ancoragem Barreiras geossintéticas - Instalação de geomembranas poliméricas Instalação Solda Controle qualidade L 100 mm 7
Geossintéticos Diretrizes para análise da durabilidade PROJETISTA MUDANÇAS PROPRIEDADES FATORES REDUÇÃO PARCIAIS VIDA SERVIÇO Geossintéticos Diretrizes para análise da durabilidade 6 Armazenamento e transporte 7 Instalação 8 Duração da obra 9 Tempo intermediário uso normal 10 Tempo vida serviço 11 Tempo falha 8
Geossintéticos Diretrizes para análise da durabilidade Fatores ambientais Intempéries Material enterrado Procedimento avaliação durabilidade Carregamento e danos mecânicos Efeitos químicos e biológicos Geossintéticos Diretrizes para análise da durabilidade Período de exposição na instalação para geotêxteis Aplicação Reforço ou outras aplicações onde resistência de longo prazo é um parametro significativo Outras aplicações Resistência mantida Tempo máximo de exposição após instalação >80% 1 mês a 60% a 80% 2 semanas <60% Coberto no dia da instalação >60% 1 a 4 meses a 20 a 60% 2 semanas <20% Coberto no dia da instalação a Tempos de exposição superiores a 4 meses poderão ser aceitos dependendo da estação e da localização da obra 9
jefferson@sc.usp.br delma@ita.br 10