Ponderação Curricular



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Transcrição:

Ponderação Curricular Técnicos Superiores e Especialistas de Informática 1. Enquadramento A presente matriz de avaliação tem por base a ponderação curricular dos trabalhadores nas carreiras de Técnico Superior e Especialista de Informática, e foi elaborada nos termos do art. n. 43 0 da Lei n. 66- B/2007, de 28 de Dezembro, conjugado com o Despacho normativo n. 4- A/2010, de 8 de Fevereiro, publicado no DR, 2.~ Série, n. 26, de 8 de Fevereiro de 2010. 2. Metodologia a) Habilitações Académicas e Profissionais - HAP Os critérios a considerar na ponderação curricular, são os apresentados na seguinte tabela, considerando as habilitações legalmente exigidas à data da integração do trabalhador na respectiva carreira: w~ Habilitações académicas ou profissionais compatíveis 3 com as exigidas Habilitações académicas ou profissionais superiores às exigidas b) Experiência Profissional - EP Os critérios a considerar na ponderação curricular, são os apresentados na seguinte tabela, considerando o desempenho de funções, respeitante ao ano em análise: correspondem às do posto de trabalho ocupado ultrapassam as exigidas pelo posto de trabalho ocupado, e de especial relevância para a Câmara ou o 5 exercício de cargos dirigentes ou equiparados ou de funções de coordenação c) Valorização Curricular - VC ~a;~ Na valorização curricular é considerada a participação em acções de formação, estágios, congressos, seminários ou oficinas de trabalho, realizados nos últimos 5 anos, nelas se incluindo as frequentadas no exercício de cargos dirigentes ou de reconhecido interesse público ou social. Avaliação também das habilitações académicas, de acordo com o exigido pelo n. 3, do art. 6. do DN n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro de 2010. 1 de 6

Sem qualquer acção de formação e aperfeiçoamento profissional, estágios, congressos, seminários ou oficinas de trabalho realizadas nos últimos 5 anos Frequência de acções de formação e aperfeiçoamento profissional com relevância para as funções que exerce, com duração até 90h nos últimos 5 anos; Realização de estágio, com área relevo, nos últimos 5 anos; Participação em cinco conferências, congressos, seminários ou oficinas de trabalho nos últimos 5 anos Detentor do curso FORGEP, nos últimos 5 anos Frequência de acções de formação e aperfeiçoamento profissional com relevância para as funções que exerce, com duração superior a øoh nos últimos 5 anos; Realização de estágio, com área relevo, nos últimos 5 anos; Participação em mais de cinco conferências, congressos, seminários ou oficinas de trabalho nos últimos 5 anos Frequência com sucesso pós-graduação, mestrado ou doutoramento Detentor do curso FORGEP nos últimos 5 anos Nota: um dia de formação equivale a seis horas 1 d) Actividades Relevantes AR São calculadas através de actividades de interesse público e/ou social, aplicando-se a média aritmética, de acordo com a seguinte expressão: AR = AIP + AIS / 2 i. Actividades de Interesse Público - AIP O exercício de Actividades Relevantes de interesse público é quantificado em função do exercício de cargos ou funções de relevante interesse público, de acordo com o estipulado no art. 7. do DN n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro de 2010. es~t1s Não exerceu funções de relevante interesse público 3 público (titular de órgãos de soberania, titular de outros cargos políticos, cargos dirigentes, cargos ou funções em gabinetes de apoío a membros do Governo ou equiparados, cargos ou funções em gabinetes de apoio a titulares de demais órgãos de soberania, outros cargos ou funções cujo relevante interesse público seja reconhecido no respectivo 2 de 6

- ii. Actividades de Interesse Social AIS o exercício de Actividades Relevantes de interesse social é quantificado em função do exercício de cargos ou funções de relevante interesse social, de acordo com o estipulado no art. 8.0 do DN n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro de 2010. ~ Não exerceu funções de relevante interesse social 3 social (Cargos ou funções em organizações representativas dos trabalhadores que exercem funções públicas, designadamente a actividade de dirigente sindical, cargos ou funções em Associações 5 Públicas ou Instituições particulares de solidariedade social, outros cargos ou funções cujo relevante interesse social seja reconhecido no respectivo instrumento de designação ou vinculação s instrumento de designação ou de vinculação) e) Classificação e Avaliação Final (art. 9 do Despacho AI 2010) Normativo, n. 4- A avaliação de desempenho por ponderação curricular respeita a escala qualitativa e quantitativa prevista na Lei n. 66-B/2007, de 28 de Dezembro. Cada um dos elementos de ponderação curricular é avaliado com uma pontuação de 1, 3 ou 5, de acordo com os critérios aqui definidos. A avaliação final é expressa até às centésimas e, quando possível, às milésimas. A quantificação da avaliação, ponderação curricular (PC) é obtida pela média aritmética ponderada das pontuações obtidas nos parâmetros considerados, de acordo com a seguinte expressão: PC = 0,1HAP + 0,55 EP + 0,2 VC e 0,15 AR f) A ponderação curricular é solicitada pelo trabalhador através de requerimento apresentado ao Senhor Presidente da Câmara, o qual deve ser acompanhado do curriculum vitae e de toda a documentação comprovativa do exercício de cargos, funções ou actividades, bem como de outra (documentação) que o trabalhador considere relevante. 3 de 6

Assistentes Técnicos, Assistentes Operacionais, Técnicos de Informática e Agentes Municipais 1. Enquadramento A presente matriz de avaliação tem por base a ponderação curricular dos ~trabalhadores nas carreiras de Assistentes Técnicos, Assistentes J~9 V! Operacionais, nos termos dotécnicos art. n. de43. Informática da Lei n. e Agentes 66-B/2007, Municipais, de 28 edefoidezembro, elaborada conjugado com o Despacho normativo n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro, publicado no DR, 2.~ Série, n. 26, de 8 de Fevereiro de 2010. 2. Metodologia a) Habilitações académicas e profissionais - HAP Os critérios a considerar na ponderação curricular, são os apresentados na seguinte tabela, considerando as habilitações legalmente exigidas à data da integração do trabalhador na respectiva carreira: ena Habilitações académicas ou profissionais compatíveis 3 com as exigidas Habilitações académicas ou profissionais superiores às exigidas b) Experiência Profissional - EP A experiência profissional quantifica-se em função da média ponderada das pontuações obtidas nos parâmetros considerados de acordo com a seguinte expressão: EP= 0,5TS + 1,5DF/2 (.. Tempo de Serviço TS ~se Com menos de 20 anos de serviço completos na carreira Com mais de 20 anos de serviço na carreira 5 ii. Desempenho de funções - DF s~a~e~ia: S1 correspondem às do posto de trabalho ocupado ultrapassam as exigidas pelo posto de trabalho 4 de 6

ocupado, e de especial relevância para a Câmara c) Valorização Curricular - VC A valorização curricular traduz-se na participação em acções de formação nos últimos 5 anos, nelas se incluindo as frequentadas no exercício de cargos dirigentes ou de reconhecido interesse público ou social. Sem qualquer acção de formação ou frequência de 1 acções sem interesse para as funções que exerce. Acções de formação e aperfeiçoamento profissional com relevância para as funções que exerce, de 3 duração até 60h. Acções de formação e aperfeiçoamento profissional com relevância para as funções que exerce, de 5 duração superior a 60h Nota: um dia de formação equivale a seis horas jw d) Actividades relevantes AR São calculadas através de actividades de interesse público e/ou social, aplicando-se a média aritmética, de acordo com a seguinte expressão: AR = AIP + AIS / 2 i. Actividades de Interesse Público - AIP O exercício de Actividades Relevantes de interesse público é quantificado em função do exercício de cargos ou funções de relevante interesse público, de acordo com o estipulado no art. 7. do DN n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro de 2010. t~1myri~sf Não exerceu funções de relevante interesse público 3 público (titular de órgãos de soberania, titular de outros cargos políticos, cargos dirigentes, cargos ou funções em gabinetes de apoio a membros do Governo ou equiparados, cargos ou funções em 5 gabinetes de apoio a titulares de demais órgãos de soberania, outros cargos ou funções cujo relevante interesse público seja reconhecido no respectivo instrumento de designação ou de vincula ção) ii. Actividades de Interesse Social - AIS O exercício de Actividades Relevantes de interesse social é quantificado em função do exercício de cargos ou funções de relevante interesse social, de acordo com o estipulado no art. 8.0 do DN n. 4-A/2010, de 8 de Fevereiro de 2010. 5 de 6

~en Não exerceu funções de relevante interesse social 3 social (Cargos ou funções em organizações representativas dos trabalhadores que exercem funções públicas, designadamente a actividade de dirigente sindical, cargos ou funções em Associações 5 Públicas ou Instituições particulares de solidariedade social, outros cargos ou funções cujo relevante interesse social seja reconhecido no respectivo instrumento de designação ou vinculação e) Classificação e Avaliação Final (art. 9 do Despacho Normativo, n. 4- A/ 20 10) A avaliação de desempenho por ponderação curricular respeita a escala qualitativa e quantitativa prevista na Lei n. 66-B/2007, de 28 de Dezembro, Cada um dos elementos de ponderação curricular é avaliado com uma pontuação de 1, 3 ou 5, de acordo com os critérios aqui definidos. A avaliação final é expressa até às centésimas e, quando possível, às milésimas. A quantificação da avaliação, ponderação curricular (PC) é obtida pela média aritmética ponderada das pontuações obtidas nos parâmetros considerados, de acordo com a seguinte expressão: PC = 0,1HAP + 0,55 EP + 0,2 VC e 0,15 AR f) A ponderação curricular é solicitada pelo trabalhador através de requerimento apresentado ao Senhor Presidente da Câmara, o qual deve ser acompanhado do curriculum vitae, e de toda a documentação comprovativa do exercício de cargos, funções ou actividades, bem como de outra documentação que o trabalhador considere relevante. (.. Mafra, 09 de Dezembro 2014. 6 de 6