DELIBERAÇÃO Nº 101/2014



Documentos relacionados
RESOLUÇÃO Nº 598, DE 7 DE JUNHO DE 2014

Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Vitória

RESOLUÇÃO Nº 439, DE 21 DE SETEMBRO DE 2010

RESOLUÇÃO N. 58, DE 20 DE JULHO DE 2010.

RESOLUÇÃO CFN N 521/2013

RESOLUÇÃO Nº 152/2011

Coordenadoria Geral do Sistema de Infra-estrutura e Logística DECRETO Nº DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

DECISÃO COREN-SP/DIR/02/2011 Homologada através da Decisão COFEN nº 0215/2011, de 09/11//2011.

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

RESOLUÇÃO CRM-PR n.º 190/2013

RESOLUÇÃO CRM-PR nº 197/2015

RESOLUÇÃO Nº 545, DE 22 DE JANEIRO DE 2015

DELIBERAÇÃO N.º 806/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/DIR/2012

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO CEARÁ Autarquia Federal criado pela Lei Nº 5.905/73 Filiado ao Conselho Internacional de Enfermeiros Genebra

DELIBERAÇÃO PLENÁRIA CAU/GO Nº 16, DE 24/03/2015.

RESOLUÇÃO N 47, DE 9 DE MAIO DE 2013

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos:

Resolução CREF10 nº 018/ Dispõe sobre o sobre normas, pagamentos e concessão de diárias do CREF10

RESOLUÇÃO CRCPR Nº. 746/2013 (Ata 1.264ª)

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

*DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo Estadual.

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE CLÁUDIA CONTROLE INTERNO

Art. 3º. A concessão de diárias fica condicionada a existência de disponibilidade orçamentária e financeira.

CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL DA 17ª REGIÃO. RESOLUÇÃO Nº 109/2014 De 25 de outubro de 2014

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Departamento de Logística e Serviços Gerais LEGISLAÇÃO

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Portaria nº 37, de 13 de abril de 2009.

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 008/ PGJ

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 5, DE A COMISSÃO DIRETORA DO SENADO FEDERAL, no uso de sua competência regimental e regulamentar, RESOLVE:

Prefeitura do Município de Foz do Iguaçu

PORTARIA Nº 979/2009. RESOLVE editar a seguinte Portaria:

REPUBLICADA POR ERRO MATERIAL RESOLUÇÃO N. 102/TCE-RO/2012

Código: MAP-DIFIN-003 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX. Custo

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE

REGULAMENTO DE VIAGENS, CONCESSÃO DE DIÁRIAS E DESPESAS

CONSIDERANDO que deve haver compatibilidade entre o motivo do deslocamento e o interesse público;

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2013.

LEI Nº 1326/2014 De 10 de dezembro de 2014

Universidade Estadual de Maringá

DEFENSORIA PÚBLICA-GERAL DE MATO GROSSO DO SUL

DECRETO Nº 596/2009 D E C R E T A

*DECRETO Nº 2.101, DE 18 DE AGOSTO DE 2009.

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Nobres CNPJ: /

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE DIÁRIAS E PASSAGENS

I - Proposto: pessoa que viaja e presta contas da viagem realizada;

Diário Oficial Eletrônico

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014.

SISTEMA DE CONCESSÃO DE DIÁRIAS E PASSAGENS - SCDP

RESOLUÇÃO N. 006, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2010, DO REITOR DA UFTM.

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009

SOLICITAÇÕES DE DIÁRIAS/PASSAGENS - SERVIDORES DA UFPB -

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011)

DECRETO Nº , DE 22 DE JULHO DE 2008 DODF de

RESOLUÇÃO Nº 40/2012, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2012

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FAPERN

Presidência. Diretoria Administrativa. Diretoria Financeira. Diretoria de Aposentadoria e Pensões. Diretoria de Assuntos Jurídicos.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

A CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO, ESTADO DO PARANÁ decretou e eu PREFEITO MUNICIPAL sanciono a presente LEI: SEÇÃO I.

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCO SISTEMA CONTÁBIL Nº 004/2014, DE 2 DE MAIO DE 2014 VERSÃO 02 CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA

ESTADO DO MARANHAO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE DO PINDARÉ GABINETE DO PREFEITO CAPÍTULO I DA FINALIDADE

Poder Judiciário INSTRUÇÃO NORMATIVA N9 5G, DE J^ DE FEVEREIRO DE suas atribuições e com fundamento nos arts. 53 a 57 da Lei n9 8.

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico

PORTARIA ABHA Nº 002/2015, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CREA-SP

RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE ITU FILIADO A FESSPMESP

ATO Nº 017 DE 07 DE JULHO DE 2006

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DA PRESIDÊNCIA *RESOLUÇÃO N.º 41/2013-TJ, DE 17 DE JULHO DE 2013

Portaria nº 09, de 26 de março de 2015

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013.

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 04 DE NOVEMBRO DE Art. 1º Aprovar, na forma do Anexo, a Norma de Capacitação de Servidores da APO.

ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras

LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense - Reitoria

REVISÕES C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO. Rev. TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data. 0 C Emissão inicial. DD MAC MAC RPT 30/03/12

INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI - 04

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/UNIR/PRAD/ DE 15 DE OUTUBRO DE 2013.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO SOFIN CONCESSÃO DE DIÁRIAS OU HOSPEDAGEM E PASSAGENS PARA BANCA EXTERNA DE CONCURSOS

Confira a autenticidade no endereço

Resolução 146/Reitoria/Univates Lajeado, 26 de novembro de 2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

REGIMENTO INTERNO CAP. I - DA COOPERATIVA. Art. 02: A UNIMED JUIZ DE FORA tem a seguinte estrutura organizacional:

O TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA OITAVA REGIÃO, no uso de suas atribuições legais, e

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

Programa CI-BRASIL RN-009/2010

Transcrição:

DELIBERAÇÃO Nº 101/2014 Ementa: Dispõe sobre o pagamento de jetons e diárias no Conselho Regional de Farmácia do Estado do Espírito Santo e revoga as Deliberações n.º 14 e 16 de 2014. O PLENÁRIO DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO CRF/ES, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Interno, CONSIDERANDO que a Lei Federal n.º 11.000/04 conferiu autonomia aos Conselhos Federais de Profissionais Regulamentadas para fixação de verbas referentes a diárias, jetons e auxílio de representação daqueles que exercem funções nos quadros da Autarquia; CONSIDERANDO as disposições contidas nas Resoluções n.º 598/2014 e a necessidade de se adequar as Deliberações n.º 014/2014 e 016/2014; CONSIDERANDO que as funções públicas da Lei Federal nº 3.820/60 são investidas através de escrutínio direto, sendo gratuitas e honoríficas; CONSIDERANDO os princípios da moralidade, legalidade, impessoalidade, publicidade e eficiência que obrigam os entes administrativos e definem procedimentos de gestão àqueles que detêm a guarda de dinheiros públicos; CONSIDERANDO o Acórdão do Tribunal de Contas da União nº 520/2007, constante da Ata nº 14/2007 - Plenário, referente à Sessão Administrativa do dia 11/04/07, reformando o entendimento daquela Corte referente ao Acórdão nº 745/2007 - Plenário (Sigiloso), proferido nos autos do TC - 16.955/2004-1, que determina aos Conselhos Federais de Fiscalização de Profissões Regulamentadas que normatizem e publiquem anualmente o valor das diárias, jetons e auxílios de representação, com base no 3º, do artigo 2º da Lei Federal nº 11.000/04;

CONSIDERANDO, ainda, que o Superior Tribunal de Justiça declarou a natureza indenizatória da ajuda de custo denominada Jeton e por via de consequência afastou a incidência do Imposto de Renda (Resp. 501.172 e 672.723), e Em conformidade com a Deliberação tomada em Sessão Plenária Ordinária nº 713, realizada em 08 de dezembro de 2014, RESOLVE: Artigo 1º É garantido aos detentores das funções públicas gratuitas da Lei Federal n.º 3.820/60 a percepção de verbas públicas, constante de diárias e jetons, pagos na forma prevista nesta Deliberação. Artigo 2 A percepção de diárias e jetons não configura salário ou subsídio, vez que se refere ao exercício de função pública administrativa gratuita, adistrita ao mandato previsto na Lei Federal nº 3.820/60, tratando-se, portanto, de indenização que visa restituir custos de transporte e a recomposição do prejuízo sofrido por Conselheiro, em razão do labor no exercício do mandato, especialmente durante o período de trabalho e descanso. DA CONCESSÃO DE JETON Artigo 3 É garantido àquele investido nas funções públicas gratuitas da Lei Federal n 3.820/60, quando do comparecimento e participação integral e efetiva da Sessão Deliberativa Plenária Ordinária ou Extraordinária, a percepção de jeton no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais), por sessão administrativa. Parágrafo Primeiro Entende-se por participação integral e efetiva, a faculdade de votar e o comparecimento na instauração da sessão, com tolerância de 30 minutos, permanecendo até o seu encerramento. Parágrafo Segundo - A Diretoria reunir-se-á, ordinariamente, no máximo uma vez por semana e, extraordinariamente, por convocação do Presidente ou da maioria dos seus membros, aplicando-se o percentual de 50% (cinquenta por cento) do disposto no caput deste artigo por reunião em que haja atos deliberativos ou decisões lavradas em ata. Artigo 4 O pagamento de jeton não configura salário ou subsidio, não gerando qualquer vínculo trabalhista, sendo medida administrativa aplicável ao exercício do mandato da função pública gratuita administrativa.

Artigo 5º - Deverá ser juntado ao processo de pagamento de jeton a lista de participação dos beneficiários, contendo identificação e assinatura, bem como ata da reunião de caráter obrigatoriamente deliberativo. Parágrafo Único Caso necessário, serão excluídos da referida ata, através da supressão/ocultação de caracteres ou mediante certidão com a inclusão da inscrição SIGILOSO, somente aqueles assuntos de natureza restrita a seus participantes. DA CONCESSÃO DE DIÁRIAS Artigo 6º Aos ocupantes de funções públicas da Lei Federal nº 3.820/60, bem como aos empregados, assessores e convidados, quando se deslocarem além do local em que tenham exercício ou trabalho para outro ponto do território, farão jus à percepção de diárias para cobrir despesas de hospedagem, alimentação e locomoção urbana. 1º - Aos Diretores e Conselheiros serão pagas diárias no âmbito da jurisdição do Conselho Regional de Farmácia no valor de R$ 302,00 (trezentos e dois reais) e o equivalente a 50% (cinqüenta por cento) quando não houver pernoite. 2º Aos empregados, assessores e convidados, desde que convocados para exercer atividade inerente às finalidades do Conselho Regional de Farmácia, é garantida a percepção de diária no valor de R$ 216,00 (duzentos e dezesseis reais) do estabelecido no parágrafo anterior. 3º - Serão pagas diárias fora do âmbito da jurisdição do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Espírito Santo, para pernoite, locomoção e refeição, no valor de R$ 719,00 (setecentos e dezenove reais), e o equivalente a 50% (cinqüenta por cento) quando não houver pernoite. 4º - No caso de empregado ou assessor ser convocado para acompanhar ou assessorar Diretor ou Conselheiro, fará jus à totalidade da verba mencionada no 1º deste artigo. 5º - As diárias referentes ao afastamento do beneficiário da sede do serviço ou cidade de origem que tenham início na sexta-feira, sábado, domingo ou feriado, serão expressamente motivadas pela autoridade convocante, configurando a autorização de pagamento pelo ordenador a aceitação da justificativa. 6º - Serão de inteira responsabilidade do beneficiário as eventuais alterações de percurso ou de datas e horários de deslocamento, quando não autorizados ou determinados pela Diretoria.

Artigo 7º - É garantida a percepção de diárias para desempenho de atividades no exterior, acrescendo-se 100% (cem por cento) ao valor previsto no 1º do artigo anterior. Parágrafo Único É pressuposto para realização de despesas com diárias para deslocamento internacional a autorização do Plenário conforme previsto na Resolução n.º 603/2014 ou norma que venha substituí-la, anexando-se ao processo de despesa a cópia da ata que registra a autorização para a respectiva execução. Artigo 8º - As diárias são devidas: I - por estrita necessidade de serviço; II - para participação em congresso ou evento similar, visando a apresentação de trabalho de caráter técnico ou científico; III - para participação de treinamento inerente à função; IV - por convocação para prestar depoimento fora da sede de serviço ou cidade de origem no desempenho de missão confiada pela autarquia convocante, seja na condição de testemunha, denunciado ou indiciado em processo judicial ou administrativo de sindicância ou disciplinar; V - como membro de comissão ou grupo de trabalho instituído pelo Conselho Federal de Farmácia; VI - para realização de trabalho ou procedimento inerente às funções exercidas no âmbito do órgão autárquico. Artigo 9º As diárias serão concedidas por dia de afastamento, incluindo-se o de partida e o de chegada. 1º - Nos casos em que, comprovadamente, durante o deslocamento se exigir pernoite na data de seu término, computar-se-á a data de efetiva chegada ao destino ou ao domicílio como data limite para o cálculo do período de deslocamento. 2º - Sempre que houver prorrogação de prazo de afastamento autorizado pela Diretoria, o beneficiário fará jus as diárias correspondentes ao período excedente, observados os requisitos da concessão inicial. 3º - O beneficiário fará jus somente à metade do valor da diária nos seguintes casos: I quando o afastamento não exigir pernoite fora da sede, exceto a hipótese prevista no 1º; II no dia de retorno a sede;

III quando for custeado por terceiros as despesas de pousada ou ficar hospedado em imóvel pertencente ou mantido pelo órgão autárquico. Artigo 10º Ao convocado pelo Conselho Regional de Farmácia residente na mesma localidade na qual serão realizadas reuniões plenárias ou qualquer outro evento, poderá ser concedido reembolso com os gastos com deslocamento e, se necessário, alimentação, desde que devidamente justificados e comprovados. Parágrafo Único A comprovação das despesas realizadas será através da apresentação das respectivas Notas Fiscais, devidamente preenchidas sem emendas, rasuras ou borrões, contendo data e nome do beneficiário. Artigo 11º - Os recursos administrativos necessários ao pagamento das despesas inerentes às diárias correrão à conta do orçamento do CRF-ES, cujos elementos de despesas são os seguintes:. 6.2.2.1.1.01.01.02.003 - Diárias de empregado. 6.2.2.1.1.01.04.04.002.001 - Diretoria. 6.2.2.1.1.01.04.04.003.002 - Plenário. 6.2.2.1.1.01.04.04.002.003 - Reunião Geral dos CRF s. 6.2.2.1.1.01.04.04.002.004 - Comissões. 6.2.2.1.1.01.04.04.002.005 - Outros tipos de diárias. DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 12º - O valor dos Jetons e Diárias poderá ser revisado pela Diretoria do Conselho Regional de Farmácia ou por solicitação do seu Plenário, a cada 2 (dois) anos, aplicando-se o mesmo índice de correção das anuidades cobradas pelos Conselhos de Farmácia, com base no percentual acumulado desde a sua última correção. Parágrafo Único Acaso verificada a insuficiência dos valores em vigência, desde que devidamente comprovada, a qualquer momento a alteração poderá ser excepcionalmente realizada mediante homologação pelo seu Plenário, por maioria absoluta. Artigo 13º - O Relatório de Viagem, conforme disposto no Anexo I da Resolução n.º 598/14 deverá ser entregue preenchido à Contabilidade do CRF/ES para que seja procedido o controle de utilização do bilhete de passagem, juntamente com todos os documentos que justifiquem o deslocamento tais como:

a) quando o transporte for subsidiado pelo Conselho Regional de Farmácia, se terrestre, o comprovante da passagem, se aéreo, o check-in (cartão de embarque) ou, ainda, quando for utilizado meio de transporte antes não mencionado, os comprovantes que a ele se relacionam; b) quando o deslocamento se der para participação em Congressos, Seminários, Conferências ou outros eventos similares, o folder do evento e cópia do certificado de participação; c) quando para participação ou realização de reuniões, documento convocatório ou que promova sua realização ou, ainda, convocação recebida para participação e lista de presença, contendo identificação do participante e assinatura; d) quando se referir a trabalho desenvolvido pelas Comissões Permanentes e Temporárias do Conselho Regional de Farmácia, a relação dos participantes contendo identificação e assinatura e ata resultante da reunião; e) não sendo possível cumprir a exigência da devolução do comprovante do cartão de embarque ou comprovante da passagem de que trata a letra a, por motivo justificado, a comprovação da viagem poderá ser feita por declaração de utilização da passagem emitida pela agência de viagens ou empresa aérea. Artigo 14º - A liberação de diárias e passagens fica condicionada a regularização de pendências anteriores, atendendo ao disposto no parágrafo anterior, bem como, aos dispositivos contidos nesta resolução. Parágrafo Único É de inteira responsabilidade da autoridade que autorizar a concessão de diárias e passagens na hipótese de descumprimento ao disposto no caput deste artigo. Artigo 15º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário; Vitória (ES), Sala das Sessões, 08 de dezembro de 2014. DR. GILBERTO DA PENHA DUTRA PRESIDENTE DO CRF-ES