MANEJO AUTOMATIZADO DA IRRIGAÇÃO

Documentos relacionados
CONTROLE AUTOMATIZADO DA IRRIGAÇÃO UTILIZANDO UM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ASSOCIADO A UM INVERSOR DE FREQUÊNCIA

CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA APLICAÇÕES

Controle de Processos Aula: Introdução ao controle de processos

Porque usar automação na irrigação Introdução

Fundamentos de Automação. Controle de Processos

HidroFarm HFM2010/HFM2030

Desenvolvimento de um sistema de irrigação automático

Laboratório 2: Introdução à Planta didática MPS-PA Estação Compacta da Festo

Redes para Automação Industrial. Capítulo 1: Automação Industrial. Luiz Affonso Guedes DCA-CT-UFRN

CONVERSORES DE FREQUÊNCIA

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW

Documento: Descritivo Simplificado do Projeto SPDMAI

Consultoria em Irrigação e Fertirrigação. 3ª Reunião do GIC. Ribeirão Preto-SP, 18 de Setembro de 2012

DGA21 SISTEMA FIXO COM SUPERVISÓRIO PARA DETECÇÃO DE GASES NOCIVOS E AMÔNIA IP 65. Manual

GPLUS IRRIGAÇÃO AUTOMATIZADA MANUAL DO USUÁRIO

INVERSORES DE FREQÜÊNCIA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. SDCD - Sistema Digital de Controle Distribuído

Concentradora ATC34C

Projeto de Automação I

SUMÁRIO. Parte I. Capítulo 4 - Gerenciamento de Sistemas de Eletrônica Embarcada... 23

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS

AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS

Identifique, no circuito, o sinal da carga em cada uma das placas do capacitor

UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO.

Eletropneumática. 23/03/2015 Prof. Fagner Ferraz 3

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DO PRIMEIRO SISTEMA FOTOVOLTAICO CONECTADO À REDE ELÉTRICA E INTEGRADO À EDIFICAÇÃO DA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Redes para Automação Industrial. Capítulo 1: Automação Industrial. Luiz Affonso Guedes 2006

DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPO AUTOMATIZADO PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS. Ituporanga/SC

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO AUTOMÁTICO E DE BAIXO CUSTO

Instrumentação Mecatrônica III. Professor: Anderson Borges /01

Manual DETECTOR NH (11) (62) (11) (62)

APOSTILA DE EXERCÍCIOS PARTE I

Título: MANUAL TÉCNICO DO CARTÃO PWAC III. Página: Página 1 de 6

APRESENTAÇÃO SOFTWARES

KIT DIDÁTICO PIC-2377

O que é instrumentação INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. Tubo de venturi. Ultrassônico carretel 22/2/2011. Introdução

Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700

Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2

Aluno: Aluno: Aluno: Aluno: PLANTA DE NÍVEL FESTO

X C B A N C O D E E N S A I O S

Gerenciamento de Energia. Soluções Schneider Electric voltadas à Eficiência Energética

Sistema Shaftless para Máquinas Gráficas

AUTOMAÇÃO DE AVIÁRIO UTILIZANDO A PLATAFORMA ARDUINO

Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

Catálogo de Produtos

7 Medição da Velocidade do Vento em um Túnel de Vento utilizando Fusão de Dados: Resultados Experimentais

SENSOR ULTRASSÔNICO DE PEQUENO PORTE APLICADO A BATIMETRIA MARIANO 3

Série 78 - Fonte chaveada. Características Relés temporizadores e de controle SÉRIE

Disciplina Eletropneumática e Hidráulica. Notas de Aula. Sensores. Prof. MSc. Fernando Fortunato Prof. MSc. José Junio Lopes

1. Introdução. 1.1.Objetivo

Amplificador Eletrônico pq 11

CURSO: ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO EMENTAS º PERÍODO

Sistema autônomo para eficientização na produção de energia elétrica através da luz solar

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA. Trena Ultrassônica

Secador de Ar Comprimido por Adsorção

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Utiliza sistema de gerenciamento embarcado, através de navegador Web, sem necessidade de instalação de software na máquina cliente;

P&ID - Piping & Instrument Diagram

II INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL. Prof. Eduardo Calsan Tecnologia em Polímeros

Saída 24 V DC, 12 W < 1 % < 1 % < 200 < 200 < 10 < 20 < 90 < 100

Medidor Trifásico SDM630D

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM ELETRÔNICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

SMC-B-STD GUIA DE UTILIZAÇÃO GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1

Medidor LCR de bancada Modelo 891

Introdução à robótica

Elementos de. sinais. Elementos de. Trabalho. Elementos de. Comando. Elementos de. Controle

ezap 900 Controlador Lógico Programável ezap900/901 Diagrama esquemático Apresentação Módulo ZMB900 - Características Gerais Dados Técnicos

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00)

i. Funções aritméticas: adição e subtração.

SUMÁRIO. Prefácio Autores do Livro Capítulo 1 - Aspectos Hidráulicos e Elétricos Básicos

Controle de Acesso GS PROX CT. Cartão de Proximidade. gigasecurity.com.br. Rua José Pinto Vilela, 156 -Centro CEP:

SISTEMA FLEXÍVEL DE TREINAMENTO EM LINHAS DE PRODUÇÃO AUTOMATIZADAS (8 ESTAÇÕES)

Analisador de Energia RE6001 ANALISADOR DE ENERGIA. Prog

Multicalibrador portátil Modelo CEP6000

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos

CONTROLADOR DE TEMPERATURA DIGITAL MICROPROCESSADO XMT-904

INSTRUMENTAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA. Termômetro Digital

ANFW Painel Remoto Anunciador de Falhas

SISTEMA DE APLICAÇÃO DE CARGAS CÍCLICAS PARA ESTUDO DO COMPORTAMENTO DA VIA-FÉRREA

CALDEIRAS Winter 201 5

Painel de Monitoramento e Controle PASE Manual de Instalação Características:

Instrumentação Eletrônica TE149. Prof. Marlio Bonfim UFPR 2 semestre 2013

09/03/15. Revolução Industrial. Conceito: Automação Industrial. Revolução Industrial. Automação - Histórico. O que é Automação?

Sistema de Controle Um sistema de controle é realizado por meio de hardware e software. Este sistema processa os sinais de entrada e converte estes

Profª Danielle Casillo

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48)

Biopdi. Equipamentos científicos

SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Procuradoria Geral Departamento de Administração Coordenação de Arquitetura e Engenharia

Instrumento de análise Para a análise da qualidade de gás SF 6 Modelo GA11

Princípio de Funcionamento e Aplicação de Atuadores no Saneamento

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO

FOTOCÉLULAS CODIFICADAS IR/IT 2241

APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TELEMETRIA À ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS

Sensores autônomos de temperatura de baixo custo 1

Transcrição:

UFC MANEJO AUTOMATIZADO DA IRRIGAÇÃO ADUNIAS DOS SANTOS TEIXEIRA adunias@ufc.br

INTRODUÇÃO

AUTOMAÇÃO: CONCEITOS SENSORES ATUADORES CONTROLE MALHA ABERTA MALHA FECHADA ALGORITMOS DE CONTROLE

SENSORES TENSIÔMETRO CAPACITIVOS

TENSIÔMETROS TENSIÔMETRO ELETRÔNICO PARA O MANEJO DA IRRIGAÇÃO:

Determinação do potencial mátrico do solo utilizando o tensiômetro eletrônico P 2 2 P atm h H O m P P 2 P 1 P1 P atm 2 P h H O m P offset de pressão; FIGURA 6 -LAYOUT DO TENSIÔMETRO ELETRÔNICO INSTALADO. offset de pressão m 2 H O h

SENSOR CAPACITIVO

Considerando um capacitor de placas paralelas e planas, obtem-se a capacitância pela Equação apresentada abaixo. C * ab d Sendo ab, a área das placas; d, a distância que as separa e ξ, a permissividade do meio.

SENSOR CAPACITIVO Tabela 1 - Permissividade relativa de alguns constituintes do solo TABELA 1-Permissividade relativa de alguns constituintes do solo Material Permissividade Relativa Ar 1 Água (20 o C) 80 Gelo (-3 o C) 3 Basalto 12 Granito 7-9 Silte seco 3,5 Areia seca 2,5

SENSOR CAPACITIVO Figura 1 Esboço do Sensor capacitivo.

SENSORES CAPACITIVOS Figura 2 Sensor Capacitivo. Figura 3 Sensores capacitivos encapsulados e prontos para instalação.

Figura 4 Sensor retirado do solo. Figura 6 Sensores instalados no solo a duas profundidades. Figura 5 Sensores preenchidos com solo.

Calibração em laboratório Umidade (cm 3 cm -3 ) 0,50 0,45 0,40 0,35 0,30 0,25 0,20 0,15 0,10 0,05 0,00 θ = 8556,6f -1,5189 R 2 = 0,9845 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500 5000 Frequência (khz) Figura 7 Dispersão, em tempo real, dos dados do teor de água do solo versus respostas dos sensores TOPDEA a 10 cm de profundidade (Cruz, 2009).

Validação da calibração em campo Figura 8 Dispersão dos valores reais e estimados da umidade do solo com a resposta dos sensores TOPDEA a 10 cm de profundidade (Cruz, 2009).

ATUADORES VÁLVULAS SOLENÓIDE - AC (24 VOLTS) SOLENÓIDE DC LATCH (9 VOLTS) BOMBAS CONTROLE ON/OFF INVERSOR DE FREQUÊNCIA

VARIÁVEL A CONTROLAR TEMPO DE IRRIGAÇÃO/DESLIGAMENTO: TIMER UMIDADE DO SOLO/TENSÃO DE ÁGUA NO SOLO

CONTROLE MALHA ABERTA O controle em malha aberta consiste em aplicar um sinal de controle prédeterminado, esperando-se que ao final de um determinado tempo a variável controlada atinja um determinado valor ou apresente um determinado comportamento. Neste tipo de sistema de controle não são utilizadas informações sobre evolução do processo para a determinar o sinal de controle a ser aplicado em um determinado instante. Mais especificamente, o sinal de controle não é calculado a partir de uma medição do sinal de saída.

MALHA FECHADA CONTROLE No controle em malha fechada, informações sobre como a saída de controle está evoluindo são utilizadas para determinar o sinal de controle que deve ser aplicado ao processo em um instante específico. Isto é feito a partir de uma realimentação da saída para a entrada. Em geral, a fim de tornar o sistema mais preciso e de fazer com que ele reaja a perturbações externas, o sinal de saída é comparado com um sinal de referência (chamado no jargão industrial de set-point) e o desvio (erro) entre estes dois sinais é utilizado para determinar o sinal de controle que deve efetivamente ser aplicado ao processo. Assim, o sinal de controle é determinado de forma a corrigir este desvio entre a saída e o sinal de referência. O dispositivo que utiliza o sinal de erro para determinar ou calcular o sinal de controle a ser aplicado à planta é chamado de controlador ou compensador.

ALGORITMOS DE CONTROLE BALANÇO HÍDRICO NO SOLO LÓGICA DIFUSA REDE NEURAL ARTIFICIAL

APLICAÇÃO MALHA FECHADA COM FIOS: CANAFISTOLA, Francisco José Firmino ; TEIXEIRA, A. S. et al. Controle de malha fechada para irrigação de precisão. ITEM. Irrigação e Tecnologia Moderna, Brasília, v. 67, p. 82-85, 2005.

APLICAÇÃO REDE DE SENSORES SEM FIO

Rede de Sensores Sem Fio: Módulo mestre; Módulo válvula; Módulo bomba; Módulo multihop; Modulo sensor Transceptor; Memória; Processador; Bateria; Sensor de umidade

Rádio sensor com bateria de 12 volts Figura 10 9 Rádio sensor montado. e conectado a bateria.

Transceptor 20,5 mm (a) (b) Figura 11 Transceptor da Laipac, modelo TRF 2.4 GHz vista de frente (a) e vista do conector (b).

Figura 12 Desenho esquemático do módulo sensor.

Figura 13 - Painel solar instalado no campo. Figura 14 - Circuito para regular a passagem de tensão do painel solar para a bateria.

MÓDULO VÁLVULAS Acionamento automático das válvulas Figura 15 Placa inferior de acionamento das válvulas Figura 16 Vista superior da placa base de acionamento das válvulas

Figura 17 - Módulo de acionamento das válvulas e módulo mestre

MÓDULO BOMBAS Acionamento automático da bomba Figura 18 - Placa de acionamento do conjunto motobomba.

Figura 19 Módulos multihops instalados acima da plantação de milho.

Figura 20 Módulo mestre Figura 21 Módulo instalado na estação base

Módulo Mestre EEPROM para armazenamento temporário de dados coletados e parâmetros de funcionamento Comunicação: Transmissão e Recepção. Memória Transceptor Microcontrolador Recarregável; Longa duração; Pequena; Fácil Substituição; Baixo Custo. Solar Bateria Eólica Rede Bateria Sensores Interface IPIP Internet Internet Processamento e Controle da: -Comunicação; -Coleta e armazenamento de dados; - Suprimento de Energia. Umidade e Temperatura do Solo Figura 22 Componentes do módulo sensor.

M.4 M.2 M.3 M.1 M1: Módulo Mestre M2: Módulo válvula M3: Módulo Casa de Bombas M4: Módulo remoto Figura 23 Esquema de funcionamento do sistema automático. 34

Topologia de comunicação Módulo Sensor Módulo Mestre 10 cm 25 cm Módulo Multihop Figura 24 Esquema de Comunicação da RSSF no campo.

Topologia de comunicação Módulo Sensor Módulo Mestre 10 cm 25 cm Módulo Multihop Figura 24 Esquema de Comunicação da RSSF no campo.

Módulo Mestre Conexão Serial Alimentação Figura 25 Interface de controle e aquisição dos dados.

Figura 26 Rádio sensor.

Figura 27 Módulos sensores instalados na área de milho com 15 DAP.

Processo de comunicação Figura 28 Esquema de comunicação no campo.

Figura 29 Esquema de comunicação no campo.

Módulo mestre Figura 30 Módulo mestre de coleta de dados

Figura 31 Módulos sensores instalados no campo.

Figura 31 Módulos sensores instalados no campo.

Figura 32 - Módulos sensores instalados no campo e módulo mestre na estação base

INTERFACE

INTERFACE CLÁSSICA

Interface de controle e aquisição de dados Figura 33- Tela principal da interface

Figura 34 Interface de aquisição dos dados.

Figura 35 Planilha de cálculo da irrigação.

INTERFACE PARA AUTOMAÇÃO

Formulário Um - Gerenciador RSSF Figura 6. Seleção do menu principal projeto.

Figura 7. Páginas de controles do Formulário Um-Gerenciador RSSF.

Figura 8. Página de controle dos módulos remotos.

Figura 8. Página de controle dos módulos cavaletes e casas de bombas.

M.2 M.3 M.1 M1: Módulo Mestre M2: Módulo Solenóide M3: Módulo Casa de Bombas Figura 9. Esquema de funcionamento da bomba hidráulica e da solenóide.

Figura 10. Página de controle para a confecção de relatórios.

Formulário Dois - Configurações: Módulo Remoto. Figura 11. Formulário de configuração dos módulos remotos.

Tempo Intervalo Tempo Acordado de Estabilização Automático Acordado de Soneca Estendido M.2 M.1 M1: Módulo Mestre M2: Módulo de Leitura. Figura 12. Esquema de funcionamento da bomba hidráulica e da solenóide.

Formulário Três - Configurações: Cavalete Figura 36 - Formulário de configuração dos módulos cavaletes (Rocha Neto, 2009).

Formulário Quatro - Gerenciamento Agendado Figura 37. Tela para agendamento dos períodos de acionamento dos cavaletes.

Formulário Cinco - Gerenciamento Automático Figura 38. Tela de parâmetros para o cálculo da lâmina de irrigação.

M1: Módulo Mestre M2: Módulo de Leitura M3: Módulo Solenóide M4: Módulo Casa de Bombas M.3 M.4 M.2 M.1 T ( h) CC atual xel( m) xee( m) Q ( mm) (4) ( L/ h) xe a Figura 39. Esquema de funcionamento da bomba hidráulica e da solenóide.

Formulário Seis - Módulo Remoto Figura 40. Gerenciamento dos módulos remotos.

Formulário Sete Cavaletes Figura 41. Gerenciamento dos módulos cavaletes.

Formulário Oito - Casa de Bombas Figura 42. Gerenciamento dos módulos cavaletes.

EXEMPLO DE DADOS

Monitoramento da umidade através da RSSF Figura 43 Variação da umidade volumétrica do solo ao longo do dia pelo módulo 36 durante o manejo (Rebouças, 2010).

Figura 44. Monitoramento da umidade na camada de 0 a 15cm do solo (Oliveira, 2008).

Figura 45. Variação na umidade do solo em função do tempo.

Obrigado!