CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA

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Transcrição:

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Turma 2124 Trabalho Trimestral de Física Cortina Elétrica Bruno Rafael da Rosa Reis (05) Daniel Borges Almeida (08) Douglas Lopes Martins(09) Felipe André Dorscheid (11) Prof. Luiz André Mützenberg (orientador) Novo Hamburgo, 18 de agosto de 2006.

SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1 - INTRODUÇÃO 3 2 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4 3 - DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL 8 4 - ANÁLISE DOS DADOS ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 5 - CONCLUSÃO 11 6 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 12

1 - INTRODUÇÃO Nós, alunos da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, do 1º ano, do curso de Eletrotécnica, tínhamos como objetivo construir uma cortina elétrica, que no mínimo, fosse aberta e fechada por meio de um motor, e esse controlado por um controle remoto. Não se sabe ao certo quando que o homem começou a usar a cortina, muito menos quem a inventou. Apesar disso, ela vem sofrendo modificações ao longo do tempo, como por exemplo, a cortina elétrica. Nesse relatório relataremos a teoria e a pratica da realização do projeto, com algumas mudanças do anteprojeto, isto para aperfeiçoar a eficiência da cortina elétrica que o grupo realizou. Esperamos esclarecer o leitor sobre os passos da construção da cortina elétrica e as teorias aplicadas nela.

2 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 - Peças utilizadas 2.1.1 - Motor Faz o movimento do eixo que encaixa na caixa de redução. 2.1.2 - Caixa de redução É um conjunto de engrenagens de onde sai um eixo que tem sua rotação menor e torque maior do que o eixo motor, na qual a caixa esta ligada. Sua função é reduzir a velocidade do eixo do motor, só que fazendo um movimento com rotação menor e força maior do que a do eixo do motor. 2.1.3 - Sistema eletrônico Recebe o sinal do controle remoto do carrinho, e leva esse sinal para o motor.

5 2.1.4 - Trilho Uma barra de alumínio que tem encaixes para roldanas de cortina. É muito usado em residências. 2.1.5 - Roldanas Cada roldana é composta por um arame em forma de U com um rodízio em cada extremidade.tem como função segurar o tecido da cortina e ao mesmo tempo deixar ela fazer o movimento de ida e vinda sobre o trilho 2.1.6 - Polias Esta nas extremidades da base superior da cortina, inclusive no eixo da caixa de redução. Quando o eixo da caixa de redução gira, a polia que esta acoplada nela também é movimentada. 2.1.7 - Corda É movimentada pelo eixo da caixa de redução, ou seja, a polia que esta acoplada nele. Ela passa pelas quatro polias da cortina, em conseqüência disso, quando a corda se movimenta as outras polias também se movimentam, propiciando assim total movimento da corda. A corda esta amarrada a ultima roldana horizontal da direita do tecido da cortina. 2.1.8 - Atílho Mais conhecido por borracha de dinheiro. Faz parte da corda. Sua função é esticar a corda durante seu movimento 2.1.9 - Tecido Parte fundamental para a apresentação de uma cortina. É com ele que a janela é sobreposta ou aberta totalmente.

6 2.1.10 - Retângulo de madeira É a base da cortina. É nela que esta fixada a caixa de redução, o trilho, as roldanas e o motor. Em outras palavras, seria a janela. 2.1.11 - Apoio de madeira Para a base da cortina ter equilíbrio, foi feito um apoio, também feito de madeira, que se baseia em duas tabuas, pregadas uma em cada extremidade do retângulo (extremidades do lado maior). E para fixar perfeitamente em equilíbrio, foi pregado mais um apoio em forma de triangulo retângulo em um lado de cada extremidade, este sobre a tabua de equilíbrio citada acima. 2.2 - Funcionamento O funcionamento da cortina é simples. O controle remoto passa os sinais para o sistema eletrônico. E esse sistema transmite o sinal para o motor, que reagirá, fazendo o movimento ordenado. O eixo do motor, que tem uma grande rotação e pouca força, está acoplado a uma CD (caixa de redução), que por sua vez tem um eixo do lado oposto da CD, com o movimento do eixo do motor, as engrenagens da CD são acionadas, e o eixo da CD fica em movimento continuo. E esse movimento é de baixa rotação e bastante força. No eixo da CD, esta acoplado uma polia, que faz o movimento na mesma direção do eixo da CD. Também há polias nas quatro extremidades horizontais da base da cortina, que estão em paralelo com a polia da CD. Uma corda passa pelas polias, que também esta presa a ultima roldana horizontal da direita do tecido da cortina. Quando o motor é ligado, seu movimento faz o eixo da CD girar, que por sua vez também gira a polia. Esta polia faz a corda se movimentar, que em conseqüência, também movimenta as outras polias. A ultima roldana do tecido da cortina é movimentado pela corda, que em conseqüência também gira as outras roldanas e o tecido da cortina. E é este jogo que faz o tecido da cortina sobrepor, ou expor por completo a base da cortina, ou seja, a abertura da janela.

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8 3 - DESENVOLVIMENTO 3.1 - Experimento Coletamos alguns pedaços de madeiras, sendo um deles na forma de um retângulo, de dimensões de 73 centímetros de comprimento e 53 centímetros de largura. Foi serrado o trilho de alumínio, para que ficasse na medida aproximada do comprimento do retângulo, que foi pregado na face do mesmo. Foi usado como base para sustentar o retângulo de madeira, duas outros pedaços madeira de 31 centímetros de comprimento cada, que foram pregados nas extremidades da parte inferior do lado maior da base, do lado oposto ao trilho. Para ajudar na sustentação do retângulo de madeira, foram serrados dois triângulos retângulos, que seriam pregados no retângulo de madeira e na base de forma perpendicular para que seus catetos ficassem apoiados no retângulo e na base. Uma toalha de tecido foi ajustada ao comprimento e altura do retângulo de madeira e furada em vários pontos no seu comprimento. Foram usados arames em forma de U, própria para instalar rodízios nas extremidades. Colocou-se dois rodízios em cada extremidades dos arames e apertava-se eles com um alicate para fixar os rodízios. Foram usados 13 pares desses suportes. Dois pequenos quadrados foram pregados nas laterais superiores esquerda e direita do retângulo de madeira. E nessas madeiras foram instaladas três polias na parte superior, na altura do trilho, duas polias na frente e uma. Outra polia seria a do eixo da caixa de redução. Ligou-se a caixa de redução ao motor (motor temporário, pois estava sem o sistema eletrônico). Colocouse a polia no eixo da caixa de redução, feito por uma tampinha de garrafa pet, perfurada no centro. Uma corda foi passada pelas polias, passando também pelo primeiro suporte

9 horizontal da direita do trilho. Na parte de trás da base, onde se liga a polia do motor à outra polia do eixo horizontal, a corda foi amarrada com alguns atílhos. O carrinho de controle remoto foi desmontado, e usamos apenas a parte eletrônica, o motor e o controle remoto. Instalamos todos esses componentes e enfim a cortina obteve sucesso em seu funcionamento. 3.2 - Testes Não há muitos tipos de testes para se fazer em uma cortina elétrica, a não ser o dela funcionar. Apertou-se o botão do controle que move a cortina, e ela executou o que foi proposto, abrir e fechar a janela com o tecido. Se ficasse segurando o botão, mesmo após ela estar aberta ou fechada, o motor funcionava, sem falhas, as roldanas do suporte do trilho apenas patinavam. 3.3 - Ajustes Durante todo o processo de montagem da cortina ouve muitas falhas e algumas coisas que ficariam inúteis e ou estragariam tudo. Aqui a lista delas: - Quando foram serrados os triângulos retângulos foram serrados quatro e isso seria algo muito exagerado e deixaria a cortina muito esquisita, por isso usamos apenas dois desses retângulos. - Um terceiro prego ajustaria o nosso trilho de alumínio, ele seria pregado no meio, mas ele rachou o trilho, por isso o descartamos na segunda montagem. - Quando usamos os arames na forma de U pela primeira vez usamos 18, mas com observações, notamos que não eram necessários tantos, por isso substituímos por 13 dessas peças. - A polia do motor foi a nossa segunda maior dificuldade.tentamos vários meios entre eles: o mesmo tipo das outras polias, um ferro, vários tipos de objetos de plástico, entre outros. A idéia que teve bom resultado foi a da tampinha de garrafa pet, que foi perfurada no centro e colada-a no eixo da caixa de redução. - Tivemos que fazer ranhuras nas polias para fazer atrito onde a corda passava; pois sem o atrito, a polia girava e a corda não se movimentava.

10 - A maior dificuldade que o grupo teve foi o de encontrar o carrinho e acoplá-lo para que a cortina funcionasse. Depois que o achamos e o desmontamos a placa eletrônica foi parafusada no suporte de madeira e após os fios ligados ela não funcionou. Depois de algum tempo, deduzimos que o plugin estava com problemas, então o trocamos por outro, com isso conseguimos ajustar os sinais eletrônicos e finalizamos o trabalho.

4 - CONCLUSÃO O objetivo proposto foi realizado, se destacando pela eficácia do movimento da cortina e também pela durabilidade dos material que foram utilizados no experimento. Abrangemos vários conhecimentos sobre mecânica, eletricidade, atrito, etc. Notamos que não foi fácil realizar o projeto, e também tivemos que efetuar varias modificações para a conclusão da proposta estabelecida. Alem disso, o trabalho trimestral exercitou nossa força e determinação de fazer projetos e trabalhos, deixando os componentes do grupo mais experientes e criativos para os futuros desafios.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] [2] [3] [4], BONJORNO, Regina Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter; BONJORNO, Clinton Marco. Física Completa. 2. ed. São Paulo: FTD. 551p. MAIA Raul. Sistema de Ensino Integrado. 4. ed. São Paulo: Difusão cultural do livro, 165p. NETTO, Luiz Ferraz. Máquinas Simples. On line: <www.feiradeciencias.com.br > Acessado em: 13 de ago, 2006. MÜTZENBERG, Luiz André. Trabalhos Trimestrais e Aulas de Física. On line: < http://ead.liberato.com.br/~mitza/> Acessado em: 1 de ago. de 2006.