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Departamento de Sistemas de Computação - SSC. Sistemas Digitais. 2 o Semestre Projeto CPU. Data da apresentação: 26/27 de outubro

Transcrição:

TRABALHO DE LABORATÓRIO III CIRCUITOS SEQUENCIAIS 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com este trabalho que os alunos se familiarizem com os elementos básicos de memória (flip-flops). Este trabalho é considerado para avaliação de conhecimentos. Durante a aula o grupo completará a adenda ao relatório com as conclusões sobre a montagem, assim como alterações ao relatório, a qual entregará em papel ao docente no final da aula. Na secção 5 é explicada a estrutura que o relatório deverá seguir. Como preparação prévia, deve ser feita uma leitura cuidada ao documento Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx disponível na página da cadeira. Deve ter consigo nesta e nas aulas de laboratório seguintes cópias dos documentos Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx e Guia de Implementação de Circuitos na Placa de Desenvolvimento os quais deverá utilizar como manuais de utilização. 2. ANÁLISE DE UM CIRCUITO SEQUENCIAL BÁSICO O esquema da Figura 1 implementa uma máquina de estados constituída por 3 Flip-Flops (FF s) tipo JK (ambos com entradas de Set e Reset síncronas com o flanco ascendente de relógio) e lógica combinatória adicional. O esquema deste circuito está no ficheiro sequential.sch disponível na página da disciplina. Figura 1 - Circuito sequencial básico. 1 P á g i n a

2.1. Considere a entrada B=<B2,B1,B0>, que corresponde ao resto da divisão por 7, da soma do dígito menos significativo do número de aluno com menor valor (quando este número está representado em base 10) com o dia da semana do turno de laboratório e somando 1 ao valor obtido. Por exemplo, para um grupo formado pelos elementos 76149 e 77188, o qual realiza laboratório à terça-feira, a constante B é (9+3 mod 7) +1 = 6. De acordo com as suas previsões teóricas, construa a tabela de verdade do circuito indicando, para cada um dos estados (i.e., para cada valor possível à saída dos FFs), qual o estado seguinte (i.e., o valor à saída dos flip-flops após o próximo flanco de relógio), em função das entradas M e INI. Justifique. 2.2. Apresente a sequência de valores do circuito para os casos M=0 e M=1, indicando o valor inicial após a entrada INI estar ativa durante 1 ciclo de relógio. Explique a função da entrada M. 2.3. Usando o ambiente de projecto da Xilinx, faça uma simulação que permita verificar o funcionamento teórico previsto para o circuito em causa. Utilize o documento Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx (IAPX), acessível a partir da página web da disciplina, como manual de utilização das ferramentas. Sugere-se que efectue os seguintes passos: a) Siga o manual de forma a criar um projecto no ambiente Xilinx ISE e a simular o circuito exemplo indicado na página 6 do manual. Nota: não tem de apresentar a simulação deste circuito no relatório. b) Importe, através de Project Add Copy Of Source, o ficheiro sequential.sch disponível na página da disciplina. A Figura 3 ilustra o circuito importado, o qual é funcionalmente equivalente ao esquema da Figura 1. c) Seguindo uma metodologia semelhante à indicada em a), e recorrendo ao capítulo 7 do documento IAPX, crie um ficheiro de simulação em VHDL que permita testar o circuito, tendo como entrada B constante o valor calculado no ponto 2.1 e um pulso no sinal INI no início da simulação (durante pelo menos um período de clock). A simulação deve ilustrar o andamento das saídas Q2, Q1 e Q0 para os casos em que M=0 e M=1. Defina o valor de CLK baseando-se nos sinais IN3, IN2 ou IN1 no exemplo do capítulo 7 do IAPX. Simule o circuito. 2 P á g i n a

Figura 2 - Esquema eléctrico do circuito no Xilinx ISE, o qual é funcionalmente equivalente ao diagrama lógico apresentado na Figura 1. Note que no editor de esquemas do Xilinx ISE, para fazer a ligação entre dois fios, basta dar o mesmo nome aos dois. Assim os sinais Q no topo, correspondem às saídas Q que são geradas pelos flip-flops. Note ainda que as entradas e saídas do circuito são dadas pelo símbolo. 3. PROJETO DE UM CIRCUITO DE CONTROLO BÁSICO 3.1. Faça uma cópia do ficheiro sequential.sch (a que poderá chamar sequential2.sch) e, no Xilinx, inclua este ficheiro no projeto fazendo Project Add Copy Of Source, e modifique-o de forma a que as entradas B2, B1 e B0 deixem de ser entradas externas, mas passem a ser forçadas aos valores calculados na alínea 2.1 (o que pode ser feito recorrendo aos sinais VCC e GND). Faça o mesmo para o sinal M que deve forçar a zero. Em seguida, crie um símbolo para o circuito modificado (colocando View em modo Implementation, escolhendo o ficheiro sequential2.sch na janela superior e na janela inferior clicar em Design Utilities e em Create Schematic Symbol ), que terá apenas como entradas externas os sinais INI e CLK. 3.2. Com base no circuito obtido no ponto 3.1 e o mínimo de componentes adicionais, dimensione um contador BCD com um dígito decimal e que conte apenas de forma crescente. O contador deverá ter um sinal de inicialização INI (ou reset). Tenha em atenção que o valor inicial da contagem BCD (i.e., o valor 0 ) deverá surgir na saída quando o estado do circuito sequencial corresponder ao valor B calculado em 2.1. 3.3. Implemente o circuito obtido no ponto anterior em ambiente Xilinx. Para isto, em Project crie uma New Source tipo Schematic à qual poderá chamar bcd e adicione o símbolo criado no ponto 3.1 (escolhendo o tab Symbols e colocando em Symbol name filter o nome sequential2), bem como todos os componentes adicionais necessários ao projeto do contador BCD. Estabeleça as ligações necessárias entre os diversos componentes. Agrupe a saída do contador BCD num bus de 4 bits (para tal, desenhe um troço isolado de wire - 3 P á g i n a

ver ajuda em help ->help Topics -> Index -> net -> Adding - e em seguida transforme esse troço em bus ver ajuda em help ->help Topics -> Index -> bus -> creating. Poderá atribuir nomes às saídas isoladas (por exemplo S(3), S(2), S(1) e S(0)) e ao bus que neste caso ficará com o nome S(3:0) ver ajuda em help ->help Topics -> Index -> name -> nets e em help ->help Topics -> Index -> name -> bus. Aplique o mesmo processo para poder ver em simulação os estados do circuito, que deverá ter como entradas CLK e INI e saídas S(3:0) e Q(3:0), que deverão ser assinaladas com marcadores com o símbolo. Em seguida, verifique se o desenho tem erros, tal como indicado no manual IAPX e finalmente crie um ficheiro de simulação de forma a verificar o bom funcionamento do circuito. 4. TESTE DO CIRCUITO NA PLACA DE PROTOTIPAGEM Assume-se que os alunos já simularam exaustivamente e com sucesso o circuito projetado na alínea 3. Assume-se também que os alunos trazem o projeto (como todos os ficheiros auxiliares do Xilinx ISE e não o esquemático somente) Xilinx ISE do circuito da alínea 3 numa USB flash drive ou disco externo USB, já com o ficheiro de configuração.bit gerado. Para o teste do circuito projectado na alínea 3, foi disponibilizado um conjunto de ficheiros (disponíveis na página da cadeira): Nome do ficheiro Descrição sd.sch Esquema principal. Basys2.ucf Basys.ucf clk_div.vhd clk_div.sym disp7.vhd disp7.sym Ficheiro de configuração das portas para os alunos que têm laboratório no LSD1. Ficheiro de configuração das portas para os alunos que têm laboratório no LE3. Divisor de Frequência - especificação. Divisor de Frequência - símbolo. Bloco de controlo do display de 7 segmentos - especificação. Bloco de controlo do display de 7 segmentos - símbolo. Não modifique os nomes destes ficheiros. 4.1. Adicione ao projecto os ficheiros sd.sch, Basys2.ucf (ou Basys.ucf), clk_div.vhd e disp7.vhd com Project Add Copy of Source (os ficheiros com extensão.sym serão importados automaticamente). 4.2. Abra o esquema do módulo sd clicando duas vezes em cima do ficheiro sd.sch. Nota: se ao abrir o esquema lhe aparecer uma janela com a mensagem: Open Schematic File Errors Out-of-date Symbols clique em Update Instances e em OK. Este projecto não é mais do que uma interface para o aluno: as entradas e saídas já estão configuradas de acordo com o modelo do dispositivo utilizado na placa de desenvolvimento. Funciona como uma placa de prototipagem virtual. Nota: Não altere o conteúdo das caixas indicadas a vermelho nem os nomes dos marcadores de entrada/saída. 4 P á g i n a

À esquerda do esquema estão as interfaces de entrada correspondentes aos vários interruptores disponíveis na placa. À direita tem as saídas correspondentes aos 4 displays de 7 segmentos (acendem o símbolo hexadecimal correspondente ao número binário de 4 bits respectivo) e aos leds simples. No esquema pode deixar os sinais dos botões de entrada que não usa no ar (o programa elimina-as automaticamente). No entanto, para todas as interfaces de saída (caixa vermelha à direita), deve ligar todas as entradas que não usa a Gnd. Utilize o símbolo Gnd para fixar sinais a 0, e o símbolo Vcc para fixar sinais a 1. Crie um símbolo para o esquema do circuito projectado na secção 3 e adicione-o ao esquema do ficheiro sd.sch. NOTA: Serão penalizados os trabalhos que insiram o esquema da secção 3 directamente no ficheiro sd.sch. 4.3. Realize as seguintes ligações no editor de esquemas: a) Ligue o sinal de relógio CLK ao sinal clk_slow; este sinal tem uma frequência de 0,8Hz, o que permite visualizar as mudanças de estado. b) Ligue o relógio do display de 7 segmentos (unidade disp7) à saída clk_disp da unidade clkdiv. c) Ligue a entrada INI ao buffer do botão de pressão 0, pressure0. d) Ligue os sinais Q2, Q1 e Q0 aos buffers dos LEDs Led2, Led1 e Led0, respectivamente. e) Ligue os sinais S(3), S(2), S(1) e S(0) ao primeiro dígito do display de 7 segmentos, i.e., aos portos disp1_3, disp1_2, disp1_1 e disp1_0 da unidade lógica disp7, respectivamente. f) Active a escrita no primeiro dígito do display de 7 segmentos, colocando a entrada aceso1=1. Desligue ainda os restantes dígitos colocando aceso2=aceso3=aceso4=0. 4.4. Implemente o circuito na placa de desenvolvimento. Para tal, siga as instruções no guia Guia de Implementação de Circuitos na Placa de Desenvolvimento. Note que o interruptor da placa deve estar na posição ON. Nota: durante a síntese do circuito na placa de desenvolvimento, a ferramenta poderá indicar um conjunto de avisos (warnings) e erros. Os erros deverão ser todos corrigidos; os warnings podem em geral ser ignorados, sendo que alguns são originados pelo facto de ter entradas/saídas no ar. 4.5. Verifique o funcionamento correcto do circuito. Mostre-o ao docente. Comente. 4.6. Explique o que acontece nos LEDs e o porquê dos caracteres que visualiza nos displays. 5. TRABALHO A DESENVOLVER NA AULA Como foi referido, o trabalho referido nos pontos 2, 3 e 4 (incluindo o ficheiro.bit) devem ser preparados em casa. Na aula, deverá ser testado o ficheiro.bit na placa e caso funcione, poderá ser pedido para os alunos efetuarem uma modificação ao circuito, e fazer a respetiva simulação e programação na placa. 5 P á g i n a

6. ELEMENTOS A INCLUIR NO RELATÓRIO O relatório deve incluir apenas os seguintes elementos: 1. Cálculo do valor de B 2. Tabela de verdade do ponto 2.1 3. Resposta à pergunta 2.2 4. Impressão da simulação do ponto 2.3 c) e comentário curto 5. Descrição detalhada (incluindo tabelas de verdade e mapas de Karnaugh, se necessário) descrevendo como foi desenvolvido o circuito do ponto 3.2 6. Logigrama do Circuito do ponto 3.2 7. Impressão da simulação do circuito do ponto 3.2 e comentário curto. 8. Comentário sobre o funcionamento da simulação na placa durante a aula e sobre a eventual modificação ao circuito. A capa deve indicar Nota importante: os pontos 1., 3., 5. e 8. devem ocupar no máximo 3 páginas. Os pontos 2., 4., 6. e 7. devem ser colocados em anexo e usar o espaço mínimo que garanta a sua boa compreensão. 7. AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE LABORATÓRIO Na avaliação do trabalho de laboratório serão tidas em conta as seguintes componentes: Preparação e resposta às questões da secção 2. Projecto do circuito da secção 3. Simulação (pontos 2.5 e 3.3) e teste do circuito (secção 4). Estrutura, apresentação e qualidade do relatório. O relatório deverá usar o seguinte conjunto de regras: Páginas: Máximo de páginas A4 de acordo com o indicado no ponto 6, e uma página de capa com a indicação i) do turno (dia da semana e hora) de laboratório, ii) do nome do docente responsável pelo turno, e iii) do nome e iv) número dos elementos do grupo e v) número do grupo. Páginas numeradas, preferencialmente com cabeçalho, e margens não inferiores a 2cm. Letra da família sans-serif (Arial, Verdana, Helvetica, Tahoma, Cambria, Calibri ou Trebuchet MS). Não deverão ser usadas fontes das famílias cursive ou fantasy, excepto para representar símbolos. Pode, se desejar, usar uma fonte da família monospace (ex.: Courier) para indicar sinais físicos. Tamanho da letra de fácil leitura e nunca inferior a 10pt. Figuras e tabelas: As figuras (p. ex.: esquemas) poderão ser feitos num programa de edição de imagens (p. ex.: MS Visio, Omnigraffle, Inkscape,...) ou manuscritas, digitalizadas (com scan ou máquina fotográfica/telemóvel) e inseridas nos espaços correspondentes do relatório. No entanto as figuras deverão estar em estado apresentável (limpas, sem rabiscos ou rascunhos, facilmente perceptíveis e com tamanho de letra não inferior à do relatório). 6 P á g i n a

As figuras deverão ser necessariamente enumeradas, acompanhadas de legenda (a legenda deverá explicar sucintamente o que se observa na figura) e ser referenciadas no texto. A simulação dos Test Benches deve ser obrigatoriamente incluída no corpo do relatório (e não em anexo). Estas deverão ser numeradas usando uma legenda do tipo Figura e referenciadas no texto, explicando sucintamente o que se observa. Todos os esquemas no Xilinx ISE realizados no contexto da secção 3 e 4 devem ser incluídos no relatório (e não em anexo) de forma legível. Para fazer um print screen podem ser usados quaisquer programas adicionais, tal como a ferramenta de recorte do Windows (Snipping Tool). O não cumprimento das regras será penalizado na nota final do laboratório (ex: penalização de 0,5 valores por página adicional). O relatório deverá ainda ter a seguinte estrutura: 1. INTRODUÇÃO Breve introdução aos objectivos do trabalho realizado. 2. PROJECTO Respostas às perguntas da Secção 2.1 a 2.4 e projecto do circuito da secção 3 (alínea 3.1). Deverá incluir no relatório o esquema no Xilinx ISE do circuito da alínea 3.2. 3. TESTE DO CIRCUITO Apresentação das simulações do circuito da Figura 1 (alínea 2.5) e do circuito projectado na secção 3 (alínea 3.4). Apresentação dos comentários relacionados com as simulações. 4. IMPLEMENTAÇÃO DO CIRCUITO Respostas às perguntas da secção 4 do enunciado e comentários referentes à implementação do circuito na placa de desenvolvimento Basys/Basys2. 5. CONCLUSÕES Comentário acerca do trabalho realizado e dos resultados obtidos experimentalmente. 7 P á g i n a