Montagem de SPDA e Aterramento



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20 m. 20 m. 12. Seja L a indutância de uma linha de transmissão e C a capacitância entre esta linha e a terra, conforme modelo abaixo:

Transcrição:

Executamos obras com uma equipe especializada e experiente, qualificada na área de sistem as de SPDA e aterramento. O SPDA e o aterramento é de fundamental importância para a proteção de pessoas e de sistemas elétricos. Quando corretamente executado e dimensionado, ele viabiliza o escoamento para a terra de sobtensões e sobrecorrentes indesejáveis e perigosas a pessoas e equipamentos. Um aterramento pode ser substituído desde uma simples haste até complexas malhas de terra, sendo necessário, em alguns casos, realizar o tratamento químico de solo com produtos específicos. Um projeto de para-raios conforme a norma técnica NBR 5419 garante a diminuição dos efeitos nocivos dos raios, e protege melhor as pessoas e as edificações. A norma técnica de para-raios NBR 5419 determina por cálculos complexos quando se deve instalar para-raios em edificações residencial, condomínio, comercial, industrial e agrícola no país, levando em considerações: a finalidade do espaço, o índice isoceraunico do Município, o tipo de material da construção, o volume de pessoas, a quantidade média de raios na Região e as dimensões de cada edificação (altura x comprimento x largura). Em Regiões com muitas chuvas, principalmente com altos índices de raios, edificações de condomínio ou comercial ou industrial ou com grande fluxo de pessoas, é certeza da necessidade de para-raios. Somente um engenheiro ou um técnico eletricista, atualizado na área, poderá promover com segurança o melhor tipo de projeto de para-raios a ser utilizado. ATENÇÃO: Conforme NBR 5419 os sistemas de para-raios não são específicos para proteção de equipamentos eletroeletrônicos (computadores, central de pabx, CFTV, alarmes, portão automatico, painel de comando, PLC, Data Center, elevadores, geradores etc), devemos para isto seguir normas técnicas próprias, por exemplo: a NBR 5410, que trata de instalações elétricas de baixa e média tensão, dentre outras: - NBR 5410:04 - Instalações elétricas de baixa tensão; - NBR 5419:05 - Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas; - NBR 13534:95 - Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde requisitos para segurança; - NBR 13570:96 - Instalações elétricas em locais de afluência de público; - NBR 14306:99 - Proteção elétrica e compatibilidade; eletromagnética em redes internas 1 / 5

de telecomunicações em edificações Projeto; - NBR 14639:01 - Posto de serviço Instalações elétricas; - NBR 5422:85 - Projeto de linhas aéreas de transmissão e subtransmissão de energia elétrica procedimento; - NBR 5433:82 - Redes de distribuição aérea rural de energia elétrica padronização; - NBR 5434:82 - Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica padronização; - NBR 14039:05 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kv a 36,2 kv; - NBR 9153:85 - Conceituação e diretrizes de segurança de equipamento elétrico utilizado na prática médica aspectos básicos procedimento; - NBR NM 60335-1:03 - Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares Parte 1: Requisitos Gerais (IEC 60335-1:1991 3ª edição, MOD) DIVISÃO DE UM SISTEMA DE PARA RAIOS Os sistema de para-raios se dividem em 03(três) partes principais: subsistema de captação, subsistema de descidas e subsistemas de aterramentos. Os subsistemas de captação de para-raios podem ser compostos por captor ou captores tipo Franklin, o que determina o numero de captores de para-raios é o tamanho da edificação; a largura x comprimento x altura do captor de para-raios em relação ao solo. Atualmente a norma técnica permite considerar a ponta de um tubo metálico como captor de para-raios, assim como uma torre metálica também pode ser considerada um captor de para-raios. Basicamente, toda e qualquer parte metálica que possa ser atingida por uma descarga atmosférica, deve ser considerada no projeto do sistema de para-raios, assim sendo será naturalmente um captor de para-raios, por exemplo: ruflos, chaminés, tanques metálicos, guarda-corpo, heliporto, escadas, estruturas metálicas de galpões, telhas de metal, mastros de antenas etc, em alguns casos o projetista não instala o subsistema de captação, pois já existe naturalmente, apenas interliga ao subsistema de descidas ou subsistemas de aterramentos. Por fim, outra forma de se obter um bom meio de captação de para-raios é instalar cabos de cobre nú com 35mm2 de seção, em torno de todo perímetro da edificação, mais cabos transversais, formando uma grande gaiola de faraday ou através de fitas de alumínio com no mínimo 70mm2 de seção, tudo conforme determina a norma técnica de para-raios NBR 5419:05. NOTA: toda estrutura a ser protegida por sistema de para-raios, que tenha mais de 10mts de 2 / 5

altura em relação ao solo deve receber um cabo em torno de todo perímetro, como complemento do sistema de para-raios, sendo uma exigência da NBR 5419:05, norma técnica de para-raios. Os subsistemas de descidas de para-raios podem ser compostos por cabos de cobre nú com 16mm2, caso a edificação tenha até 20mts de altura, acima disso devem ser utilizados cabos para-raios de cobre nú com 35mm2 ou fitas de alumínio com 70mm2, com todas as descidas interligadas por aneis a cada 20 mts, conforme determina a norma técnica NBR 5419:05. Os pilares das estruturas metálicas, desde que a condução elétrica seja garantida, também poderão ser utilizados com descida natural de para-raios, evitando gastos com cabos de cobre nú ou fitas de alumínio, e melhorando a manutenção do sistemas de para-raios, pois será mais difícil de sofrer vandalismos ou furtos de cabos de para-raios. NOTA: em muitas instalações de para-raios é aconselhável a utilização das fitas de alumínios ou dos aços das estruturas metálicas ou do concreto armado devido aos casos frequentes furtos de cabos de para-raios. Outra dica; no mínimo devem ser feitas duas descidas de para-raios, por edificação, mesmo que seja uma pequena construção. Quando as edificações com para-raios forem muito amplas (shopping centers, galpões de logísticas, grandes industrias), com mais de 40 (quarenta) metros de largura dever-se-á instalar diversas descidas de para-raios dentro do volume a proteger. Os subsistemas de aterramentos de para-raios podem ser formados pela própria estrutura de aço contida nas fundações, sapatas, colunas e baldrames das edificações, seja o alicerce de um condominio, ou clube ou industria ou igreja ou fazenda ou sitio ou chácara ou de uma simples residência. A quantidade de metal existente nas fundações do concreto armado é muito grande e encontra-se protegida contra a corrosão, devido estar envelopada no concreto que é higroscópico e apresenta alta condutibilidade, maior que a terra preta de jardim, considerado um dos solos mais condutores nos projetos de para-raios. Outra forma de obter-se um bom aterramento, seja de para-raios, ou sistema elétrico é a utilização de haste de alta camada, ou seja; com 254 micros de cobertura de cobre sobre uma barra redonda de aço de no mínimo 2,40m de comprimento x 5/8, conhecida por haste copperweld, as quais deverão ser cravadas ao solo, no mínimo 02 (duas), por determinação normativa e no máximo o numero suficiente para obter uma boa drenagem ao solo das correntes elétricas oriundas do subsistema de captação de para-raios. Para determinar esta medida são utilizados medidores tipo terrometros, que simulam a descarga atmosférica em menor proporção e depois comparam com a tensão residual que o solo conseguiu drenar através do subsistema de aterramento de para-raios. 3 / 5

NOTA: mais importante que um bom aterramento de para-raios, com medição ôhmica bem baixa (NBR 7117:81 Medição da resistividade do solo pelo método dos quatro pontos Wenner), é a equalização dos aterramentos, como terra único (Teoria do Barco) e a instalação do BEP (Barra de Equalização de Potenciais) conforme determina a norma técnica de instalações de baixa e medias tensões para-raios NBR 5410. É proibido por norma técnica a utilização de alumínio dentro do solo no aterramentos de para-raios ou aterramento elétrico ou simples interligações. Características - Instalação dos subsistemas de captação, descidas e aterramento - Especificação e instalação de SPDA interno (protetores contra surtos e transientes) - Avaliação de projetos de SPDA - Continuidade elétrica em malha de aterramento - Resistividade do solo - Certificação e acompanhamento de instalação de SPDA - Continuidade elétrica em armaduras de aço - Inspeção de SPDA - Projeto de SPDA - Emissão de laudos - Resistência elétrica em malha de aterramento Benefícios - Montagem feita por um profissional qualificado da TSE Energia & Automação - Montagem feita em conformidade com a NBR 5419 e NBR 5410 - Aumento da confiabilidade do sistema - Proteção de estruturas e pessoas - Melhoria da performance do sistema elétrico 4 / 5

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