PROF. DRA. ISABELLA PARANAGUÁ EMAIL: isabellaparanagua@uni9.pro.br
MARIA HELENA DINIZ: O CONJUNTO DE NORMAS APLICÁVEIS ÀS RELAÇÕES E INTERESSES ECONÔMICOS RESULTANTES DO CASAMENTO, ENVOLVENDO QUESTÕES SOBRE PROPRIEDADE, FRUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E DISPONIBILIDADE DE BENS DE AMBOS OS CÔNJUGES OU DE CADA UM DELES, DESDE A CELEBRAÇÃO DO MATRIMÔNIO ATÉ SUA DISSOLUÇÃO. TIPOS: 4 REGIMES 1. COMUNHÃO PARCIAL DE BENS 2. COMUNHÃO UNIVERSAL DE BENS 3. PARTICIPAÇÃO FINAL NOS AQUESTOS 4. SEPARAÇÃO DE BENS (ART. 1.658 A 1.688)
NÃO ESCOLHENDO O REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS, O CASAL DEVE, POR MEIO DE INSTRUMENTO PÚBLICO (PACTO ANTENUPCIAL) DELIBERAR SOBRE O QUE LHES CONVIER. MOMENTO DO PACTO ANTENUPCIAL: PROCESSO DE HABILITAÇÃO DO CASAMENTO, OU SEJA, ANTES DA SUA CELEBRAÇÃ (ART. 1.640, p. único c/c art. 1.653) SUAS CLÁUSULAS NÃO PODEM CONTRARIAR DISPOSIÇÃO ABSOLUTA DE LEI (ART. 1.655)
A escolha deve ser exteriorizada no pacto antenupcial. Caso os nubentes não escolha nenhum regime específico, aplica-se o regime supletivo, que é o da comunhão parcial de bens. Mudança após o casamento: Admite-se a mudança do regime depois do casamento, desde que preenchidos os requisitos pela lei. Quanto ao regime de separação legal/obrigatória de bens as opiniões divergem.(art. 1.655, CC)
EXTENSÍVEL PARA UNIÃO ESTÁVEL ENUNCIADO N. 492 DO FÓRUM PERMANENTE DE PROCESSUALISTAS CIVIS: O PACTO ANTENUPCIAL E O CONTRATO DE CONVIVÊNCIA PODEM CONTER NEGÓCIOS PROCESSUAIS QUESTÕES RELACIONADAS A DÍVIDAS, À ADM. E DISPOSIÇÃO DE BENS- NÃO PODE SER AFASTADA PELA VONTADE DAS PARTES (ART. 1.639 a 1.652) ART. 734 NCPC PROCEDIMENTO ESPECIAL DE JURISDIÇÃO VOLUNTÁRIA, CUJOS EFEITOS TERÃO POR TERMO INICIAL A DATA DO TRÂNSITO EM JULGADO DA DECISÃO JUDICIAL QUE O MODIFICOU (STJ, RESP N. 1.300.036/MT)
NA UNIÃO ESTÁVEL, SALVO CONTRATO ESCRITO ENTRE OS COMPANHEIROS, APLICA-SE ÀS RELAÇÕES PATRIMONIAIS, NO QUE COUBER, O REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS. EFICÁCIA IMEDIATA SEM PREJUDICAR TERCEIROS (PROV. N.37/14, CNJ)
a) LIBERDADE DA ESCOLHA b) VARIABILIDADE c) MUTABILIDADE CONTROLADA
ART. 1640: REGRA= REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS LIMITAÇÃO À LIBERDADE DE ESCOLHA IMPOSIÇÃO DO REGIME DA SEPARAÇÃO DE BENS ÀS PESSOAS MAIORES DE 70 ANOS E A TODOS QUE DEPENDEREM DE SUPRIMENTO JUDICIAL PARA CASAR. CONSTITUCIONALIDADE DUVIDOSA STJ: A RESTRIÇÃO AOS ATOS PRATICADOS POR PESSOAS COM IDADE IGUAL OU SUPERIOR A 60 (SESSENTA) ANOS REPRESENTA OFENSA AO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA OSCILAÇÃO JURISPRUDENCIAL
ARTS. 1.642 A 1.643- LIBERDADE ÀS PARTES a. LIBERDADE PARA ADM. DOS BENS PRÓPRIOS E OS ATOS DE DISPOSIÇÃO E DE ADM. NECESSÁRIOS AO DESEMPENHO DE SUA PROFISSÃO, DESDE QUE NÃO ENVOLVAM A ALIENAÇÃO OU ONERAÇÃO DE GRAVAME REAL SOBRE OS BENS IMÓVEIS A ELES PERTENCENTES. b. O EMPRESÁRIO CASADO PODE, P.EX., ALIENAR OU INSERIR ÔNUS REAL SOBRE IMÓVEL PERTENCENTE A SUA EMPRESA INDEPENDENTEMENTE DO CONSENTIMENTO DE SEU CONSORTE. (ART. 978) c. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL É INDISPENSÁVEL A OUTORGA UXÓRIA PARA EFEITOS DE DOAÇÃO, CONSIDERANDO QUE O PATRIMÔNIO DA EMPRESA INDIVIDUAL E DA P.FÍSICA NADA MAIS SÃO DO QUE A MESMA REALIDADE (RESP, N. 594.832/RO. 2005)
CÔNJUGE QUE SE ACHAR PRETERIDO PODE DEMANDAR INVALIDAÇÃO DOS CONTRATOS DE FIANÇA E AVAL. AUTORIZADO A REIVINDICAR E DESONERAR BENS IMÓVEIS QUE TENHAM SIDO GRAVADOS OU ALIENADOS SEM SUA OUTORGA OU SUPRIMENTO JUDICIAL, ASSIM COMO BENS COMUNS, MÓVEIS OU IMÓVEIS, QUE TENHAM SIDO DOADOS OU TRANSFERIDOS PELO OUTRO CONSORTE AO CONCUBINO, DESDE QUE CONSIGA PROVAR QUE NÃO FORAM ADQUIRIDOS PELO ESFORÇO COMUM DESTES.
OS ITENS NECESSÁRIOS À MANUTENÇÃO DOMÉSTICA TAMBÉM PODEM SER LIVREMENTE ADQUIRIDOS PELOS CONSORTES, AINDAQUE HAJA NECESSIDADE DE SE CONTRAIR EMPRÉSTIMO PARA TANTO, CUJO PAGAMENTO OBRIGARÁ A AMBOS SOLIDARIAMENTE (ART. 1.644) ARTS. 1.645 E 1.646- MATÉRIA PROCESSUAL- DIREITO DE REGRESSO AO TERCEIRO PREJUDICADO. ENUNCIADO 340 JORNADA DE DIREITO CIVIL/CJF: NO REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS É SEMPRE INDISPENSÁVEL A AUTORIZAÇÃO DO CÔNJUGE, OU SEU SUPRIMENTO JUDICIAL, PARA ATOS DE DISPOSIÇÃO SOBRE BENS IMÓVEIS.
SOBRE AS AÇÕES JUDICIAIS ENVOLVENDO ESTES BENS E DIREITOS- TAMBÉM DEMANDAM AUTORIZAÇÃO DOV OUTRO CONSORTE SE O CÔNJUGE FIGURAR NO POLO ATIVO, A MERA AUTORIZAÇÃO DO OUTRO INTEGRARÁ SUA CAPACIDADE PROCESSUAL (CPC/2015 ART. 73, CAPUT) SE FIGURAR NO POLO PASSIVO, ESTE DEVERÁ LITIGAR AO SEU LADO, EM LITISCONSÓRCIO NECESSÁRIO, NÃO BASTANTO A MERA VÊNIA (ART. 73, P. 1, NCPC)
OS CONSORTES TAMBÉM SERÃO PROIBIDOS DE CELEBRAR CONTRATO DE COMPRA E VENDA ENTRE SI, TENDO POR OBJETO BENS INCLUÍDOS NA COMUNHÃO (ART. 499,CC) PROIBIDOS DE FAZER DOAÇÃO QUE NÃO SEJA REMUNERATÓRIA, DE BENS MÓVEIS OU IMÓVEIS COMUNS, OU DOS QUE POSSAM INTEGRAR FUTURA MEAÇÃO, SALVO SE CASADOS SOB REGIME SEPARATISTA, NÃO OBSTANTE SEJAM VÁLIDAS AS DOAÇÕES NUPCIAIS FEITAS AOS FILHOS QUANDO CASAREM OU ESTABELECEREM ECONOMIA SEPARADA (ART 1.647, P ÚNICO, CC). ENTRE SI, PORÉM, SOMENTE A DOAÇÃO DE BENS EXCLUÍDOS DA COMUNHÃO PODE OCORRER (ART. 544,CC)
REGIME DA COMUNHÃO UNIVERSAL: O ACERVO PATRIMONIAL É COMUM A AMBOS, O QUE SERIA OCIOSO DOAR. REGIME DA SEPARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE BENS: O CÔNJUGE NÃO CONCORRE NA SUCESSÃO. NO DA COMUNHÃO PARCIAL, APENAS CONCORRE SE O AUTOR DA HERANÇA NÃO HOUVER DEIXADO BENS PARTICULARES.
ART. 1.648: POSSIBILIDADE DE SUPRIMENTO JUDICIAL QUANDO LHE FOR NEGADA INJUSTAMENTE OU IMPOSSÍVEL DE SER CONCEDIDA A ANUÊNCIA DO OUTRO. ART. 1.651: ATRIBUI AO CONSORTE PODERES RELATIVOS PARA GERIR E ALIENAR OS BENS COMUNS E PARTICULARES DO OUTRO QUE PORVENTURA SE VIR IMPEDIDO DE EXERER A ADMINISTRAÇÃO DO PATRIMÔNIO QUE LHE INCUMBIR. ART. 1.652: LIMITES E CARACTERÍSTICAS DA RESPONSABILIDADE DAQUELE, DURANTE PERÍODO QUE DURAR O IMPEDIMENTO. INCIDÊNCIA DESSAS DISPOSIÇÕES NA U.ESTÁVEL É CONTROVERSA POIS INEXISTINDO REGISTRO FORMAL DESSAS UNIÕES O QUE COMPROMETERÁ SIGNIFICAMENTE A PUBLICIDADE DO ATO, PODENDO GERAR PREJUÍZOS A TERCEIROS.
INTERVENÇÃO PROPORCIONAL DO ESTADO NÃO EXISTE LIMITAÇÃO PARA NÚMERO DE FILHOS NEM PARA AS PARTES POREM FIM À UNIÃO CPC 2015- COIBE A PRÁTICA DE ALGUMAS COMARCAS DE MARCAR AUDIÊNCIA PRÉVIA DESTINADA À TENTATIVA DE RECONCILIAÇÃO DO CASAL, NAS AÇÕES DE SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO HOJE: EXISTE APENAS AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO OU MEDIAÇÃO DE CONFLITO.
1. SISTEMAS COMUNITÁTIOS: COMUNHÃO PARCIAL E UNIVERSAL DE BENS (ARTS. 1.658/ 1.666 E 1.667/1.671) 2. SEPARATISTAS: SEPARAÇÃO DE BENS, CONVENCIONAL OU OBRIGATÓRIA (ARTS. 1.687, 1.688 E 1.641) 3. PARTICIPACIONISTAS: PARTICIPAÇÃO FINAL DOS AQUESTOS (ARTS. 1.672/1.686) POSSIBILIDADE DAS PARTES CRIAREM UM ESTATUTO ESPECÍFICO (ART. 1.655)
Lei 6.515/77: regra Não precisa de pacto antenupcial Não precisa registro no Registro de Imóveis Adesão por mero termo- habilitação, salvo se as partes tiverem interesse na pactuação específica sobre a adm. E disposição livre de bens de seus respectivos patrimônios particulares (Art. 1.640, p. único c/c 1.665)
REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS Regimes de Bens Patrimônio Individual Patrimônio Individual Patrimônio Comum 19
Existem 3 massas de patrimônio: - Bens exclusivos do marido. - Bens exclusivos da mulher. - Bens comuns do casal (advindos da constância do casamento). Existem bens incomunicáveis. É o regime aplicado também na união estável, se não houver disposição em contrário.
Art. 1.660. Entram na comunhão: I - os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges; presunção absoluta II - os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de trabalho ou despesa anterior; descoberta de tesouro, lucro obtido com jogos de azar, loterias, apostas e assemelhados durante a união III - os bens adquiridos por doação, herança ou legado, em favor de ambos os cônjuges; situação regida pelo Direito das Obrigações ou Sucessões, podendo estabelecer cotas em proporções não necessariamente idênticas entre os consortes.
IV - as benfeitorias em bens particulares de cada cônjuge; V - os frutos dos bens comuns, ou dos particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do casamento, ou pendentes ao tempo de cessar a comunhão. Frutos= benefícios que a coisa principal produz periodicamente ATENÇÃO: Valorização das cotas sociais de sociedades empresárias adquiridos/constituídos antes do casamento: Jurisprudência dominante: tais acréscimos não são frutos por isso não comunicam. Fenômeno meramente econômico
Art. 1.659. Excluem-se da comunhão: I - os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar; II - os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares; HAVENDO AQUISIÇÃO DE BENS DURANTE O CASAMENTO PAGOS PARCIALMENTE MEDIANTE SUB-ROGAÇÃO DE PATRIMÔNIO PARTICULAR DE UM DOS CÔNJUGES, SOMENTE O QUINHÃO PROPORCIONAL À SUB-ROGAÇÃO SERÁ EXCLUÍDO DA PARTILHA- E DESTINADO EXCLUSIVAMENTE A UM DOS CÔNJUGES-, DEVENDO A DIFERENÇA SER DIVIDIDA À RAZÃO DE 50% PARA CADA UM DOS CONSORTES. RESP 963.983/RN
III - as obrigações anteriores ao casamento; Proveito econômico? O entendimento que melhor se coaduna com a essência do regime da comunhão parcial de bens, no que se refere aos direitos trabalhistas perseguidos por um dos cônjuges em ação judicial, é aquele que estabelece sua comunicabilidade, desde o momento em que pleiteados. Assim é porque o fato gerador de tais créditos ocorre no momento em que se dá o desrespeito, pelo empregador, aos direitos do empregado, fazendo surgir uma pretensão resistida. STJ- RESP 1024169/RS
IV - as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal; V - os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão; VI - os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge; Como as pessoas costumam viver e adquirir bens justamente com a renda proveniente de suas respectivas remunerações, vem-se reconhecendo que apenas o direito à percepção salarial propriamente dito é que se encontra ao abrigo da norma, mas não os valores recebidos e o patrimônio eventualmente adquirido com ele. VII - as pensões, meios-soldos, montepios e outras rendas semelhantes.
PARCIAL DE BENS O que comunica? Bens adquiridos na vigência do casamento a título oneroso, ainda que registrados por só um dos cônjuges; Doação ou legado em favor de ambos os cônjuges; Benfeitorias bens particulares; Frutos comuns ou particulares percebíveis na constância do casamento. O que não comunica? Bens anteriores; sucessão, doação ou sub-rogação; Obrigações anteriores ao casamento; Obrigações provenientes ato ilícito, salvo proveito casal; Bens de uso pessoal, livros e instrumentos de profissão; Pensões, montepios e semelhantes. 26
PARCIAL DE BENS FGTS Valor percebido na constância do casamento REsp 758.548 Verbas trabalhistas? Meação REsp 646.529 Incomunicabilidade de bens cuja causa seja anterior (ex.: Usucapião) Bens móveis presumem-se adquiridos na constância do casamento, salvo prova em contrário 27
Há existência de 1 só massa de patrimônio, composta pelos bens anteriores e posteriores ao casamento. Estão excluídos os bens gravados com cláusula de incomunicabilidade, as dívidas anteriores ao casamento (salvo as relativas aos preparativos e que tiverem revertido em proveito comum), as doações antenupciais feitas por um ao outro com cláusula de incomunicabilidade e os bens indicados nos incisos V a VII do art. 1659 do Código Civil.
O que comunica? Comunicabilidade de bens presentes e futuros e dívidas O que não comunica? Bens Doados/herdados cláusula de incomunicabilidade, bem como sub-rogados; Dívidas anteriores, salvo se proveito do casal ou como preparativo para o casamento; Doações antenupciais com cláusula de incomunicabilidade; Uso pessoal/proventos/pensões.
Art. 1.668. São excluídos da comunhão: I - os bens doados ou herdados com a cláusula de incomunicabilidade e os sub-rogados em seu lugar; II - os bens gravados de fideicomisso e o direito do herdeiro fideicomissário, antes de realizada a condição suspensiva; III - as dívidas anteriores ao casamento, salvo se provierem de despesas com seus aprestos, ou reverterem em proveito comum; IV - as doações antenupciais feitas por um dos cônjuges ao outro com a cláusula de incomunicabilidade; V - Os bens referidos nos incisos V a VII do art. 1.659.
Durante a constância do casamento, cada cônjuge administra seus próprios bens (tanto os particulares, quanto os que adquiriu durante o casamento). Quando da eventual dissolução do casamento, somase o que ambos os cônjuges adquiriram na constância do casamento e se divide esta massa de patrimônio por 2. Portanto, na constância do casamento, vigora uma espécie de separação total de bens, mas quando da dissolução, há comunicação do que foi adquirido a título oneroso na constância do casamento.
O casal vive como se fosse no regime de separação de bens e se divorcia como se fosse regime de comunhão parcial de bens; Administração exclusiva e dispensa de autorização conjugal; Ambos contribuem para a despesa do casal, salvo estipulação em contrário no pacto antenupcial; Na meação apura-se somente existência patrimonial que difere do patrimônio individual.
Existem 2 espécies: - Separação obrigatória, legal ou necessária (art. 1641 do Código Civil/02): maiores de 60 anos, pessoas que dependem de suprimento judicial para casar, etc. - Separação voluntária, convencional ou absoluta: ocorre por vontade dos nubentes. Existem 2 massas de patrimônios incomunicáveis, não importando o momento ou o título de sua aquisição.
Apenas existem bens particulares; Administração exclusiva e dispensa de autorização conjugal; Ambos contribuem para a despesa do casal, salvo estipulação em contrário no pacto antenupcial; Na meação apura-se somente existência patrimonial que difere do patrimônio individual. Art. 1.687. Estipulada a separação de bens, estes permanecerão sob a administração exclusiva de cada um dos cônjuges, que os poderá livremente alienar ou gravar de ônus real.