Audiência Pública 02 de 2011 Empresa: ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 2155ANTAQ, DE 19 DE JULHO DE 2011, QUE APROVA A NORMA PARA OUTORGA DE AUTORIZAÇÃO A PESSOA JURÍDICA QUE TENHA POR OBJETO O TRANSPORTE AQUAVIÁRIO, CONSTITUÍDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E COM SEDE E ADMINISTRAÇÃO NO PAÍS, PARA OPERAR NAS NAVEGAÇÕES DE LONGO CURSO, CABOTAGEM, APOIO MARÍTIMO E APOIO PORTUÁRIO.<br /><br /><a href="http://www.antaq.gov.br/portal/pdf/audiencia/aud022011/anexoi.pdf" target="_blank">anexo I</a> < a href="http://www.antaq.gov.br/portal/pdf/audiencia/aud022011/anexoii.pdf" target="_blank">anexo II</a><br /><br /> ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 2155ANTAQ, DE 19 DE JULHO DE 2011, QUE APROVA A NORMA PARA OUTORGA DE AUTORIZAÇÃO A PESSOA JURÍDICA QUE TENHA POR OBJETO O TRANSPORTE AQUAVIÁRIO NAS MODALIDADES DE LONGO CURSO E DE CABOTAGEM OU PARA OPERAR NAS NAVEGAÇÒES DE APOIO MARÍTIMO E APOIO PORTUÁRIO, CONSTITUÍDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E COM SEDE E ADMINISTRAÇÃO NO PAÍS, PARA OPERAR NAS NAVEGAÇÕES DE LONGO CURSO, CABOTAGEM, APOIO MARÍTIMO E APOIO PORTUÁRIO. O marco regulatório das atividades da navegação marítima hoje vigente contempla diversos textos legais que necessitam ser interpretados e integrados de forma harmônica de modo a permitir o desenvolvimento da atividade marítima como um todo. Nesta ótica há que ser considerado que, diferentemente das navegações de longo curso e cabotagem, que, por práticas e costumes comerciais seculares, sempre se caracterizaram pela realização do transporte de pessoas ou coisas, mediante contrato típico de transporte (Cód. Civil Brasileiro, art. 730 e seguinte), as navegações de apoio marítimo e apoio portuário, têm como características básicas a realização de fainas que não estão amparadas por contratos de transporte, como se verifica das definições que a Lei no. 9.432/97 apresenta para estas duas modalidades de navegação. Aliás a navegação de apoio marítimo opera, praticamente no mundo todo, mediante contratos de afretamento e é remunerada, não pelas fainas que realizam, que são diversas, pela disponibilização da embarcação para o afretador, normalmente uma empresa dedicada à exploração e produção de hidrocarbonetos no mar. A navegação de apoio portuário, por sua vez, é remunerada pelas manobras que realiza no porto. Desta maneira, em ambos os casos não há atividade ou contrato de transporte. Tendo em vista estes fatos e acreditando que a proposta ora formulada além de estar de acordo com os diversos textos legais em vigor representa uma interpretação harmônica e integrada dos mesmos, sugerimos que a mesma seja adotada pois assim ficará claro, na totalidade do texto, que as empresas que se dedicam às navegações de apoio marítimo e apoio portuário não estão obrigadas a ter a atividade de transporte aquaviário consignada em seus atos societários.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO CAPÍTULO I DO OBJETO Art. 1º A presente Norma tem a finalidade de estabelecer critérios e procedimentos para a outorga de autorização a pessoa jurídica que tenha por objeto realizar o transporte aquaviário nas modalidades de navegação de longo curso, cabotagem, apoio marítimo e apoio portuário, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no País. Art. 1º A presente Norma tem a finalidade de estabelecer critérios e procedimentos para a outorga de autorização a pessoa jurídica que tenha por objeto realizar o transporte aquaviário nas modalidades de longo curso e de cabotagem ou para operar nas navegações de apoio marítimo e de apoio portuário, constituída nos termos da legislação brasileira e com sede e administração no País. O marco regulatório das atividades da navegação marítima hoje vigente contempla diversos textos legais que necessitam ser interpretados e integrados de forma harmônica de modo a permitir o desenvolvimento da atividade marítima como um todo. Nesta ótica há que ser considerado que, diferentemente das navegações de longo curso e cabotagem, que, por práticas e costumes comerciais seculares, sempre se caracterizaram pela realização do transporte de pessoas ou coisas, mediante contrato típico de transporte (Cód. Civil Brasileiro, art. 730 e seguinte), as navegações de apoio marítimo e apoio portuário, têm como características básicas a realização de fainas que não estão amparadas por contratos de transporte, como se verifica das definições que a Lei no. 9.432/97 apresenta para estas duas modalidades de navegação. Aliás a navegação de apoio marítimo opera, praticamente no mundo todo, mediante contratos de afretamento e é remunerada, não pelas fainas que realizam, que são diversas, pela disponibilização da embarcação para o afretador, normalmente uma empresa dedicada à exploração e produção de hidrocarbonetos no mar. A navegação de apoio portuário, por sua vez, é remunerada pelas manobras que realiza no porto. Desta maneira, em ambos os casos não há atividade ou contrato de transporte. Tendo em vista estes fatos e acreditando que a proposta ora formulada além de estar de acordo com os diversos textos legais em vigor representa uma interpretação harmônica e integrada dos mesmos, sugerimos que a mesma seja adotada pois assim ficará claro, na totalidade do texto, que as empresas que se dedicam às navegações de apoio marítimo e apoio portuário não estão obrigadas a ter a atividade de transporte aquaviário consignada em seus atos societários.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO CAPÍTULO II DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 2º Para os efeitos desta Norma, são estabelecidas as seguintes definições: II empresa brasileira de navegação: pessoa jurídica constituída segundo as leis brasileiras, com sede no País, que tenha por objeto o transporte aquaviário, autorizada a operar pela ANTAQ; II empresa brasileira de navegação: pessoa jurídica constituída segundo as leis brasileiras, com sede no País, que tenha por objeto realizar o transporte aquaviário nas modalidades de longo curso e de cabotagem, ou para operar nas navegações de apoio marítimo e de apoio portuário, autorizada a operar pela ANTAQ. O marco regulatório das atividades da navegação marítima hoje vigente contempla diversos textos legais que necessitam ser interpretados e integrados de forma harmônica de modo a permitir o desenvolvimento da atividade marítima como um todo. Nesta ótica há que ser considerado que, diferentemente das navegações de longo curso e cabotagem, que, por práticas e costumes comerciais seculares, sempre se caracterizaram pela realização do transporte de pessoas ou coisas, mediante contrato típico de transporte (Cód. Civil Brasileiro, art. 730 e seguinte), as navegações de apoio marítimo e apoio portuário, têm como características básicas a realização de fainas que não estão amparadas por contratos de transporte, como se verifica das definições que a Lei no. 9.432/97 apresenta para estas duas modalidades de navegação. Aliás a navegação de apoio marítimo opera, praticamente no mundo todo, mediante contratos de afretamento e é remunerada, não pelas fainas que realizam, que são diversas, pela disponibilização da embarcação para o afretador, normalmente uma empresa dedicada à exploração e produção de hidrocarbonetos no mar. A navegação de apoio portuário, por sua vez, é remunerada pelas manobras que realiza no porto. Desta maneira, em ambos os casos não há atividade ou contrato de transporte. Tendo em vista estes fatos e acreditando que a proposta ora formulada além de estar de acordo com os diversos textos legais em vigor representa uma interpretação harmônica e integrada dos mesmos, sugerimos que a mesma seja adotada pois assim ficará claro, na totalidade do texto, que as empresas que se dedicam às navegações de apoio marítimo e apoio portuário não estão obrigadas a ter a atividade de transporte aquaviário consignada em seus atos societários.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO CAPÍTULO III DA AUTORIZAÇÃO PARA OPERAR Art. 3º A autorização para operar nas navegações de longo curso, cabotagem, apoio marítimo e apoio portuário somente poderá ser outorgada a pessoa jurídica constituída nos termos da legislação brasileira, com sede e administração no País, que tenha por objeto realizar o transporte aquaviário na modalidade de navegação pretendida, e que atenda aos requisitos técnicos, econômicos e jurídicos estabelecidos nesta Norma, na legislação complementar e nas normas regulamentares pertinentes e, quando for o caso, nos Tratados, Convenções e Acordos Internacionais, enquanto vincularem a República Federativa do Brasil. Art. 3º A autorização para operar nas navegações de longo curso, cabotagem, apoio marítimo e apoio portuário somente poderá ser outorgada a pessoa jurídica constituída nos termos da legislação brasileira, com sede e administração no País, que tenha por objeto realizar o transporte aquaviário nas modalidades de longo curso e de cabotagem, ou para operar nas navegações de apoio marítimo e de apoio portuário, e que atenda aos requisitos técnicos, econômicos e jurídicos estabelecidos nesta Norma, na legislação complementar e nas normas regulamentares pertinentes e, quando for o caso, nos Tratados, Convenções e Acordos Internacionais, enquanto vincularem a República Federativa do Brasil. O marco regulatório das atividades da navegação marítima hoje vigente contempla diversos textos legais que necessitam ser interpretados e integrados de forma harmônica de modo a permitir o desenvolvimento da atividade marítima como um todo. Nesta ótica há que ser considerado que, diferentemente das navegações de longo curso e cabotagem, que, por práticas e costumes comerciais seculares, sempre se caracterizaram pela realização do transporte de pessoas ou coisas, mediante contrato típico de transporte (Cód. Civil Brasileiro, art. 730 e seguinte), as navegações de apoio marítimo e apoio portuário, têm como características básicas a realização de fainas que não estão amparadas por contratos de transporte, como se verifica das definições que a Lei no. 9.432/97 apresenta para estas duas modalidades de navegação. Aliás a navegação de apoio marítimo opera, praticamente no mundo todo, mediante contratos de afretamento e é remunerada, não pelas fainas que realizam, que são diversas, pela disponibilização da embarcação para o afretador, normalmente uma empresa dedicada à exploração e produção de hidrocarbonetos no mar. A navegação de apoio portuário, por sua vez, é remunerada pelas manobras que realiza no porto. Desta maneira, em ambos os casos não há atividade ou contrato de transporte. Tendo em vista estes fatos e acreditando que a proposta ora formulada além de estar de acordo com os diversos textos legais em vigor representa uma interpretação harmônica e integrada dos mesmos, sugerimos que a mesma seja adotada pois assim ficará claro, na totalidade do texto, que as empresas que se dedicam às navegações de apoio marítimo e apoio portuário não estão obrigadas a ter a atividade de transporte aquaviário consignada em seus atos societários.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO II DOS REQUISITOS TÉCNICOS Art. 5º A fim de obter a autorização para operar na navegação pretendida, a empresa requerente, estabelecida na forma do art. 3º desta Norma, deverá atender aos seguintes requisitos técnicos, alternativamente: III apresentar contrato e cronograma físico e financeiro da construção ou reforma de embarcação, adequada à navegação pretendida, em estaleiro brasileiro, bem como comprovar que, pelo menos, 10% (dez por cento) do peso leve da embarcação ou o somatório dos pesos leves das embarcações, no caso de construção seriada, estejam edificados em estaleiro brasileiro, em sua área de lançamento, e bem assim apresentar declaração assumindo o compromisso de encaminhar à ANTAQ, trimestralmente, relatório firmado pelo representante legal da requerente, informando a evolução da construção ou reforma, bem como o andamento da execução financeira. III apresentar contrato e cronograma físico e financeiro da construção, adequada à navegação pretendida, em estaleiro brasileiro, bem como comprovar que, pelo menos, 10% (dez por cento) do peso leve da embarcação ou o somatório dos pesos leves das embarcações, no caso de construção seriada, estejam edificados em estaleiro brasileiro, em sua área de lançamento, e bem assim apresentar declaração assumindo o compromisso de encaminhar à ANTAQ, trimestralmente, relatório firmado pelo representante legal da requerente, informando a evolução da construção, bem como o andamento da execução financeira. Sugerese que seja criado um inciso específico para as situações de reforma substituindo se este termos pelas expressões jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação própria de modo a que a norma esteja adequada à legislação do AFRMM e por serem estas obras típicas da construção naval: IV apresentar contrato e cronograma físico e financeiro firmado com estaleiro brasileiro para jumborização, conversão, modernização, ou reparação de embarcação própria, adequada à navegação pretendida, em estaleiro brasileiro, bem como comprovar que, pelo menos, 10% (dez por cento) da obra contratada, estejam realizadas, e bem assim apresentar declaração assumindo o compromisso de encaminhar à ANTAQ, trimestralmente, relatório firmado pelo representante legal da requerente, informando a evolução da obra, bem como o andamento da execução financeira.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO II DOS REQUISITOS TÉCNICOS 1º A autorização de que trata o caput deste artigo também poderá ser fornecida pela ANTAQ para obtenção de financiamento com recursos do Fundo de Marinha Mercante FMM para a construção de embarcação adequada à navegação pretendida, em estaleiro brasileiro, e para préregistro de embarcação em construção, em estaleiro brasileiro, no Registro Especial Brasileiro REB, nos termos do art. 4º, 1º do Decreto nº 2.256, de 17 de junho de 1997, e nestes casos, sem direito de afretamento de embarcação, enquanto não for comprovado que a construção de embarcação, objeto do financiamento ou do pré registro no REB, encontrase com 10% (dez por cento) do peso leve edificados, em estaleiro brasileiro, em sua área de lançamento, o que deverá ser feito por intermédio dos documentos e na forma indicad 1º A autorização de que trata o caput deste artigo também poderá ser fornecida pela ANTAQ para obtenção de financiamento com recursos do Fundo de Marinha Mercante FMM para a construção de embarcação adequada à navegação pretendida, em estaleiro brasileiro, e para préregistro de embarcação em construção, em estaleiro brasileiro, no Registro Especial Brasileiro REB, nos termos do art. 4º, 1º do Decreto nº 2.256, de 17 de junho de 1997, e nestes casos, sem direito de afretamento de embarcação, enquanto não for comprovado que a construção de embarcação, objeto do financiamento ou do pré registro no REB, encontrase com 10% (dez por cento) do peso leve edificados, em estaleiro brasileiro, em sua área de lançamento, o que deverá ser feito por intermédio dos documentos e nas formas indicadas nos incisos III e IV deste artigo; Adequação do texto à sugestão dos incisos III e IV sugerido.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO II DOS REQUISITOS TÉCNICOS 5º A empresa requerente, respaldada no inciso III do caput deste artigo, deverá apresentar os seguintes documentos, quando couber: V contrato de construção ou reforma devidamente assinado entre as partes, acompanhado de relatório, firmado pelo representante legal da requerente, informando a evolução da construção ou reforma e o andamento da execução financeira; V contrato de construção ou de jumborização, conversão, modernização ou reparação devidamente assinado entre as partes, acompanhado de relatório, firmado pelo representante legal da requerente, informando a evolução da construção ou da jumborização, conversão, modernização ou reparação e o andamento da execução financeira; Sugerese que seja criado um inciso específico para as situações de reforma substituindo se este termos pelas expressões jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação própria de modo a que a norma esteja adequada à legislação do AFRMM e por serem estas obras típicas da construção naval. SEÇÃO II DOS REQUISITOS TÉCNICOS 7º A autorização com base em reforma de embarcação estabelecida no inciso III do caput deste artigo não concede à empresa o direito ao afretamento. 7º A autorização com base em contrato de jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação estabelecida no inciso IV do caput deste artigo não concede à empresa o direito ao afretamento. Sugerese que seja criado um inciso específico para as situações de reforma substituindo se este termos pelas expressões jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação própria de modo a que a norma esteja adequada à legislação do AFRMM e por serem estas obras típicas da construção naval.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO II DOS REQUISITOS TÉCNICOS 8º O atraso superior a 25% (vinte e cinco por cento) do prazo de reforma previsto no cronograma estabelecido no inciso III do caput deste artigo, limitado a 24 (vinte e quatro meses), sujeitará a empresa à penalidade prevista no artigo 22, IX desta Norma, salvo motivo de força maior ou caso fortuito, devidamente comprovado. 8º O atraso superior a 25% (vinte e cinco por cento) do prazo de execução do contrato de jumborização, conversão, modernização ou reparação previsto no cronograma estabelecido no inciso III do caput deste artigo, limitado a 24 (vinte e quatro meses), sujeitará a empresa à penalidade prevista no artigo 22, IX desta Norma, salvo motivo de força maior ou caso fortuito, devidamente comprovado. Sugerese que seja criado um inciso específico para as situações de reforma substituindo se este termos pelas expressões jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação própria de modo a que a norma esteja adequada à legislação do AFRMM e por serem estas obras típicas da construção naval. SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS Art. 6º A empresa requerente deverá comprovar ter boa situação econômicofinanceira, devendo apresentar: I patrimônio líquido mínimo de: c) R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais), para a navegação de apoio marítimo; c) R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais), para a navegação de apoio portuário e de apoio marítimo; Sugerese a manutenção do valor de patrimônio líquido até então vigente vez que o mesmo está compatível com o risco associado à atividade marítima. Afora isso, esta exigência estímula o desenvolvimento das pequenas e médias empresas que possuem eficiente gestão econômica e financeira.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS Art. 6º A empresa requerente deverá comprovar ter boa situação econômicofinanceira, devendo apresentar: I patrimônio líquido mínimo de: d) R$ 1.250.000,00 (um milhão e duzentos e cinquenta mil reais), para a navegação de apoio portuário. Suprimir. Apoio Portuário está incluido no novo item "c" sugerido. SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS 2º A pessoa jurídica ficará dispensada do requisito estabelecido no inciso I do caput deste artigo quando tenha por objeto operar: 2º A pessoa jurídica ficará dispensada do requisito estabelecido no inciso I do caput deste artigo quando operar: Sugerese a supressão da sentença tenha por objeto pois normalmente o objeto da empresa está associado à atividade por ela desenvolvida e não ao porte dos equipamentos por ela utilizados.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS 2º A pessoa jurídica ficará dispensada do requisito estabelecido no inciso I do caput deste artigo quando tenha por objeto operar: I na navegação de cabotagem, exclusivamente com embarcações de porte bruto inferior a 5.000 TPB; I na navegação de cabotagem, exclusivamente com embarcações de porte bruto inferior a 1000 TPB; Sugerese a manutenção dos atuais critérios (TPB) vigentes pois adequados aos riscos associados a atividade marítima. SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS 2º A pessoa jurídica ficará dispensada do requisito estabelecido no inciso I do caput deste artigo quando tenha por objeto operar: II nas navegações de apoio portuário ou de apoio marítimo, exclusivamente com embarcações com potência de até 2.000 HP. II nas navegações de apoio portuário ou de apoio marítimo, exclusivamente com embarcações com potência de até 800 HP. Sugerese a manutenção dos atuais critérios (HP) vigentes pois adequados aos riscos associados a atividade marítima.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO III DOS REQUISITOS ECONÔMICOFINANCEIROS 4º As empresas que não possuírem o Patrimônio Líquido exigido por ocasião do término do último exercício social, poderão apresentar balanço intermediário, comprovando que já possuem tal valor, constando a integralização do capital, com a cópia do livro diário e a alteração contratual devidamente atualizada e registrada na Junta Comercial. 4º As empresas que não possuírem o Patrimônio Líquido exigido por ocasião do término do último exercício social, firmarão Termo de Ajuste de Conduta TAC, comprometendose a sanar a deficiência até o término do exercício social seguinte ao da ocorrência, comprovandoa mediante a apresentação do respectivo balanço devidamente auditado. Considerando que o patrimônio líquido das empresas tem variação diária associada ao seu desempenho econômico e finaceiro e que medidas de redução dos custos administrativos podem ter reflexos positivos no equilíbrio da conta patrimônio líquido sugere se a adoção de termos de ajuste de conduta TAC ao invés da imposição imediata de aumento de capital social.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO I DAS CONDIÇÕES GERAIS DA AUTORIZAÇÃO Art. 9º A empresa brasileira de navegação, no prazo de 30 (trinta) dias da sua ocorrência, deverá informar, entre outros fatos relevantes: IV alterações de qualquer tipo na frota em operação, como por exemplo, a inclusão de embarcação, a entrada ou retirada de operação, a alteração ou perda de classe, a docagem, a alienação, bem como todo e qualquer sinistro que se verificar com a embarcação. IV alterações de qualquer tipo na frota em operação, como por exemplo, a inclusão de embarcação, a entrada ou retirada de operação. A redação sugerida considera que a sentença alterações de qualquer tipo na frota contempla as hipóteses de alteração ou perda de classe e alienação. A supressão da necessidade de comunicação de docagem considera que esta faina é atividade típica e regular que tem como objetivo manter as condições operacionais e de segurança da embarcação. Por sua vez a exclusão da obrigação de comunicação de sinistros considera que tais fatos já são comunicados à marinha do brasil, que é a autoridade competente para a apuração das responsabilidades decorrentes de tais fatos.
ABEAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE APOIO MARÍTIMO SEÇÃO II DAS INFRAÇÕES Art. 21. São infrações: II deixar de encaminhar relatório trimestral, firmado por representante legal da empresa brasileira de navegação, indicando a evolução da construção ou reforma da embarcação e o andamento da execução financeira, na forma do inciso III do art. 5º (Multa de R$ 2.000,00 por quinzena de atraso ou fração); II deixar de encaminhar relatório trimestral, firmado por representante legal da empresa brasileira de navegação, indicando a evolução da construção, jumborização, conversão, modernização ou reparação da embarcação e o andamento da execução financeira, na forma do inciso III do art. 5º (Multa de R$ 2.000,00 por quinzena de atraso ou fração); Adequação do texto à sugestão apresentada no art. 5 item IV. SEÇÃO II DAS INFRAÇÕES Art. 21. São infrações: IX apresentar atraso superior a 25% (vinte e cinco por cento) do prazo de construção ou reforma previsto no cronograma físico e financeiro da construção ou reforma de embarcação apresentada conforme alternativamente previsto no 5º e 7º do art. 5º, sem justificativa devidamente comprovada e aceita pela ANTAQ (Multa de até R$ 50.000,00); IX apresentar atraso superior a 25% (vinte e cinco por cento) do prazo de construção ou jumborização, conversão, modernização ou reparação previsto no cronograma físico e financeiro da construção ou jumborização, conversão, modernização ou reparação de embarcação apresentada conforme alternativamente previsto no 5º e 7º do art. 5º, sem justificativa devidamente comprovada e aceita pela ANTAQ (Multa de até R$ 50.000,00); Adequação do texto à sugestão apresentada no art. 5 item IV.