VI REGATA DE BARCOS SOLARES



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Transcrição:

VI REGATA DE BARCOS SOLARES REGULAMENTO

O Que é? É uma regata de barcos movidos a energia solar e pretende ser um desafio à construção de protótipos de BARCOS FOTOVOLTAICOS que irão participar numa competição, na pista oficial fornecida pela organização, de acordo com uma distribuição por três escalões. A construção de barcos solares envolve várias áreas do conhecimento e é um excelente meio para que os alunos apliquem na prática os seus conhecimentos teóricos, desenvolvendo a sua capacidade criativa, a persistência, a organização e o trabalho de equipa. Pretende-se despertar o gosto pela investigação, pela tecnologia e pelo aproveitamento das energias renováveis. O objectivo será fazer um circuito de corridas, promovendo o espírito criativo e competitivo dos jovens, através da realização de pequenos projectos/trabalhos científicos em que serão atribuídos prémios às equipas vencedoras de cada escalão, no Troféu de Design e Construção e no Troféu de Performance em Corrida.

Onde e quando decorrerá? A regata terá lugar no lago dos jardins do Visionarium, Centro de Ciência do Europaque, em Sta. Maria da Feira, no dia 26 de Maio de 2012. De 21 a 25 de Maio as equipas poderão, caso pretendam, testar os seus modelos na pista aquática do Visionarium. O programa do evento será divulgado posteriormente. As inscrições deverão chegar ao Visionarium até ao dia 20 de Maio de 2012.

Regulamento Geral ESCALÕES A CONCURSO Escalão A : 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico Escalão B : 3º Ciclo do Ensino Básico Escalão C : Ensino Secundário e Profissional a) As equipas deverão ser constituídas por um professor e por 3 (mínimo) a 5 (máximo) alunos pertencentes a uma escola básica ou de uma escola secundária ou profissional ou de um centro de formação profissional, obrigatoriamente inseridos no mesmo Escalão. b) Cada equipa pode apresentar a concurso apenas um protótipo. c) Pista: As corridas serão realizadas num lago com luz solar directa, definindo um percurso em linha recta com cerca de 10 metros de comprimento, conforme mostra a Figura 1. Os barcos serão guiados através de um cabo, esticado a uma altura de cerca de 30 cm da superfície da água. A largada é dada com os motores ligados e os barcos presos pela bandeira da popa. No momento da largada um dos integrantes da equipa soltará a bandeira. Outro elemento da equipa apanhará o barco no outro lado da pista. Sendo assim, é obrigatória a presença de dois elementos da equipa durante as corridas.

d) Barcos: O casco dos barcos poderá ter qualquer tipo de forma e concepção (fundo plano ou em forma de V, monocasco, catamarã, trimarã ou outros) e ser feito a partir de qualquer material. Aconselha-se a utilização de materiais recicláveis, como garrafas e perfis de plástico, latas de alumínio, esferovite, placas de isolamento térmico ou madeiras leves, como a balsa. Não são permitidos cascos retirados directamente de quaisquer barcos de brinquedo (inclusive kits de montagem). Para assegurar que os barcos se movimentam sempre em linha recta, deverão ser instalados dois mastros, um na proa e outro na popa, que servem para envolver os cabo-guia na pista. No casco e no painel solar serão fixados os componentes eléctricos e mecânicos e o sistema de propulsão escolhido. É obrigatório instalar um interruptor para desligar o motor do barco.

Regulamento de Construção, Materiais e Especificações Técnicas por Escalão ESCALÃO A O presente regulamento é de cumprimento obrigatório. O comissário de pista deverá atribuir 5s de penalização por cada irregularidade encontrada no barco. No caso das condições de iluminação serem desfavoráveis vencerá o barco que se tiver deslocado uma maior distância durante 1 minuto. No caso de 2 ou mais barcos se deslocarem o mesmo, vencerá o que primeiro tiver atingido essa marca. 1. As células fotovoltaicas a utilizar terão de ser constituídas por silício (monocristalino, policristalino ou amorfo), limitando-se a sua quantidade apenas aos critérios dimensionais apresentados na figura 2. Os painéis solares e o interruptor on/off (se existir) podem ser amovíveis do barco propriamente dito. 2. A escolha de todos os outros materiais utilizados na construção do barco fotovoltaico é da exclusiva responsabilidade das equipas, nomeadamente o motor ou outros não específicos (colas, adesivos, tintas, etc.); os materiais estruturais têm de ser resultado de uma reciclagem e a superfície em contacto com a água deve partir do reaproveitamento de embalagens. Figura 2 Obrigatória! 30 cm

3. Os protótipos não poderão utilizar quaisquer dispositivos electrónicos ou fontes de energia eléctrica ou baseadas na queima de combustíveis fósseis. 4. A construção do barco fotovoltaico deverá assegurar que o mesmo é confinável, em funcionamento, a um rectângulo com as dimensões de 30 cm x 21cm x 15cm (CxLxA): 5. Pode ser utilizado qualquer sistema de propulsão, como hélices subaquáticas, hélices aéreas de avião ou rodas de pás. Se forem utilizadas hélices subaquáticas, estas poderão ter duas, três ou quatro pás, mas o seu diâmetro não poderá exceder os 35 mm. ESCALÃO B O presente regulamento é de cumprimento obrigatório. O comissário de pista deverá atribuir 5s de penalização por cada irregularidade encontrada no barco. No caso de as condições de iluminação serem desfavoráveis vencerá o barco que se tiver deslocado uma maior distância durante 1 minuto. No caso de 2 ou mais barcos se deslocarem o mesmo, vencerá o que primeiro tiver chegado a essa marca. 1. As células fotovoltaicas a utilizar terão de ser constituídas por silício (monocristalino, policristalino ou amorfo), limitando-se a sua quantidade apenas aos critérios dimensionais apresentados a seguir. Os painéis solares e o interruptor on/off (se existir) podem ser amovíveis do barco propriamente dito. 2. O conjunto de módulos fotovoltaicos constitui o painel solar, que poderá ter no máximo 350 centímetros quadrados de área fotossensível activa. Estão excluídas, do cálculo da área, as molduras ou reforços estruturais, e todas as partes que não produzam energia eléctrica. Os grupos deverão calcular correctamente a área fotossensível dos seus barcos e fornecer essa informação ao Júri da competição, que irá avaliar e verificar os barcos antes das corridas.

Figura 3 Obrigatória! 3. A escolha de todos os outros materiais utilizados na construção do barco fotovoltaico é da exclusiva responsabilidade das equipas, nomeadamente o motor ou outros não específicos (colas, adesivos, tintas, etc.). Não são permitidos cascos retirados directamente de quaisquer barcos de brinquedo (inclusive kits de montagem). 4. Os protótipos não poderão utilizar qualquer dispositivo electrónico ou qualquer fonte de energia eléctrica ou baseada na queima de combustíveis fósseis. 5. A construção do barco fotovoltaico deverá assegurar que o mesmo é confinável, em funcionamento, a um paralelepípedo com as dimensões de 55cm x 30cm x 20cm (CxLxA). 6. Pode ser utilizado qualquer sistema de propulsão, como hélices subaquáticas, hélices aéreas de avião ou rodas de pás. Se forem utilizadas hélices subaquáticas, estas poderão ter duas, três ou quatro pás, mas o seu diâmetro não poderá exceder os 35 mm. ESCALÃO C O presente regulamento é de cumprimento obrigatório. O comissário de pista deverá atribuir 5s de penalização por cada irregularidade encontrada no barco. No caso de as condições de iluminação serem desfavoráveis vencerá o barco que se tiver deslocado uma maior distância durante 1 minuto. No caso de 2 ou mais barcos se deslocarem o mesmo, vencerá o que primeiro tiver chegado a essa marca. 1. As células fotovoltaicas a utilizar terão de ser constituídas por silício (monocristalino, policristalino ou amorfo), limitando-se a sua quantidade apenas aos critérios dimensionais apresentados a seguir. Os painéis solares e o interruptor on/off (se existir) podem ser

amovíveis do barco propriamente dito. 2. O conjunto de módulos fotovoltaicos constitui o painel solar, que poderá ter no máximo 350 centímetros quadrados de área fotossensível activa. Estão excluídas, do cálculo da área, as molduras ou reforços estruturais, e todas as partes que não produzam energia eléctrica. Os grupos deverão calcular correctamente a área fotossensível dos seus barcos e fornecer essa informação ao Júri da competição, que irá avaliar e verificar os barcos antes das corridas. 3. A escolha de todos os outros materiais utilizados na construção do barco fotovoltaico é da exclusiva responsabilidade das equipas, nomeadamente o motor ou outros não específicos (colas, adesivos, tintas, etc.). Não são permitidos cascos retirados directamente de quaisquer barcos de brinquedo (inclusive kits de montagem). 4. Os protótipos não poderão utilizar qualquer dispositivo electrónico ou qualquer fonte de energia eléctrica ou baseada na queima de combustíveis fósseis. 5. A construção do barco fotovoltaico deverá assegurar que o mesmo é confinável, em funcionamento, a um paralelepípedo com as dimensões de 55cm x 30cm x 20cm (CxLxA). 6. Pode ser utilizado qualquer sistema de propulsão, como hélices subaquáticas, hélices aéreas de avião ou rodas de pás, SEM limites de diâmetro. Figura 4 Obrigatória!

Avaliação Os protótipos serão avaliados em condições de radiação Solar natural, na sessão de competição a realizar no dia 28 de MAIO de 2011, no VISIONARIUM, de acordo com os seguintes moldes: a) Avaliação da Performance em Corrida dos protótipos de todos os Escalões será baseada no resultado da competição em pista, a decorrer em moldes a comunicar pela Organização, em função do número de equipas a concurso. b) Avaliação do Design e Construção Escalão A a avaliação incide sobre a utilização exclusiva de embalagens recicladas, sua reconversão formal e tratamento gráfico e plástico dado aos materiais reciclados convertidos em peças estruturais. Escalões B e C a avaliação incide sobre as soluções técnicas adoptadas, a segurança para o utilizador e a escolha de materiais efectuada pela equipa, nomeadamente sobre a utilização de materiais recicláveis, ecológicos, de utilização corrente e de fácil acesso. Avalia-se, também, o design final, nomeadamente formato, cores, grafismo, bem como a relação forma/funcionalidade e hidrodinamismo. NOTA: a avaliação dos protótipos em cada um dos parâmetros é da exclusiva responsabilidade e competência do Júri e das suas decisões não cabe recurso.

PONTUAÇÃO/CLASSIFICAÇÃO A pontuação final dos protótipos resultará do somatório das pontuações em cada um dos parâmetros avaliados, de acordo com o seguinte esquema de pontuações: a) Performance em Corrida a. 1.º classif. 12 pontos b. 2.º classif. 9 pontos c. 3.º classif. 7 pontos d. 4.º classif. 5 pontos e. 5.º ao último 1 ponto b) Design e Construção b.1) Criatividade/Estética: Muito Bom 5 pontos (Escalão A _10 pontos) Bom 3 pontos (Escalão A _6 pontos) Regular 1 ponto (Escalão A _2 pontos) A pontuação final neste parâmetro resulta da média das pontuações atribuídas por cada elemento do júri, arredondada à segunda casa decimal. b.2) Entrevista/Domínio das soluções técnicas: Muito Bom 5 pontos Bom 3 pontos Regular 1 ponto A pontuação final neste parâmetro resulta da média das pontuações atribuídas por cada elemento do júri, arredondada à segunda casa decimal. c) Fórmulas de desempate: a equipa melhor classificada será a que apresentar o melhor resultado de performance/desempenho.

PRÉMIOS Serão atribuídos prémios nas categorias Troféu de Design e Construção e Troféu de Performance em Corrida em cada escalão de participação. Todas as equipas inscritas receberão um diploma de participação. Os prémios serão divulgados posteriormente. CONSTITUIÇÃO DO JÚRI A V Regata de Barcos Solares é promovida pelo Visionarium e pelo Instituto de Promoção Social de Bustos, cabendo a avaliação a um Júri designado e presidido pelo Visionarium e pelo Instituto de Promoção Social de Bustos. O Júri será constituído por um elemento de cada uma das seguintes entidades: Visionarium, Instituto de Promoção Social de Bustos e Entidade a designar. As decisões do Júri são tomadas por maioria e delas não caberá recurso. OUTROS Reserva-se os direitos da Organização à atribuição de prémios adicionais (menções honrosas) aos mencionados neste Regulamento, à alteração dos prémios a atribuir, bem como à não atribuição de prémio a trabalhos que não reúnam as condições mínimas exigidas a concurso nos diferentes escalões. A organização não comparticipará ou reembolsará a aquisição de qualquer material de que as equipas inscritas venham a necessitar para a construção dos seus protótipos.