RUA ANTÓNIO PINTO MACHADO, 96 4100. PORTO COMUNICADO OFICIAL FUTEBOL DE SETE / CINCO Circular n.º 167 (RECTIFICADA) = 2016/2017= Para o conhecimento e orientação dos Clubes Filiados, SAD s, SDUQ s, Árbitros, Órgãos de Comunicação Social e demais interessados, divulgamos: ASSUNTO: REGULAMENTOS ESPECIAIS LIGA RECRETIVA CARLOS ALBERTO / A.F. PORTO ÉPOCA 2016/2017 COMPETIÇÃO ESCALÃO LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO / A.F. PORTO PRÉ OFICIAL FUT.7 LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO / A.F. PORTO PRÉ OFICIAL FUT.7 LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO / A.F. PORTO PRÉ OFICIAL FUT.5 (RECTIFICADA) SUB.11 SUB.9 SUB.7 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Porto e A.F.P., 18 de Outubro de 2016
LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO SUB.11-1- 2016/2017 FUTEBOL DE SETE Regulamento Especial CAPÍTULO I 1- ORGANIZAÇÃO TÉCNICA Generalidades 01.01 A LIGA RECREATIVA LIGA CARLOS ALBERTO A.F. PORTO / PRÉ OFICAL, vulgo LIGA CARLOS ALBERTO, tem por fim a formação e desenvolvimento dos jovens atletas. 01.02 Nesta competição, inscreveram-se voluntariamente quatorze (14) equipas. 01.03 A distribuição dos clubes pelas respectivas séries será feita pela Associação de Futebol do Porto, levando sempre que possível em linha de conta, a maior proximidade geográfica. 01.04 Esta competição é disputada em duas fases. Na I fase, os Clubes são divididos em duas series de sete equipas cada uma, que jogam entre si, a duas voltas, por pontos, a classificação geral de cada série. 01.05 Na II fase, os clubes são divididos em duas Sub. Series de sete, novamente sendo: Sub. Serie 01 Apuramento de Campeão, composta pelos três primeiros classificados de cada série, e ainda o melhor quarto classificado das duas series da I Fase, e Sub. Serie 02 Apuramento do 8º ao 14º classificado da classificação final. TEMPO DE JOGO 01.06 Os encontros terão a duração de 50 minutos, divididos em duas partes de 25 minutos cada uma, separados por um intervalo que não deve exceder os 3 minutos. 01.07 As bolas a utilizar são n.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.08 As equipas têm direito a um minuto de tempo morto em cada uma das duas partes. 01.08.01 Os elementos oficiais de cada equipa, solicitam ao árbitro o período do tempo morto, que só poderá ser concedido na primeira paragem (lançamento lateral, lançamento de baliza, falta ou golo) e desde que posse da bola esteja em poder da equipa que o solicitou. 01.08.02 O período de tempo morto é respeitado com as duas equipas colocadas na sua zona técnica do banco de suplentes. 01.08.03 Não poderá haver lugar a substituições no decorrer do período de tempo morto. 01.08.04 Não existe possibilidade de tempo morto durante o prolongamento, se este for jogado. 01.08.05 Se uma equipa não tiver pedido tempo morto na primeira parte, só tem direito a um período de tempo morto na segunda parte. RECINTO DE JOGO 01.09 A todos os participantes é exigido indicação de recinto próprio/cedido para realização dos seus jogos na condição de visitado. 01.10 O terreno de jogo terá de ter as medidas regulamentares para futebol sete, ou seja: Comprimento: Minino 45 Máximo 75 metros. Largura: Minino 40 Máximo 55 metros. 01.11 As balizas serão com as seguintes medidas oficiais de futebol de sete 6x2 metros. FICHA TÉCNICA / IDENTIFICAÇÃO DE JOGADORES E AGENTES DESPORTIVOS 01.12 A AF Porto fornece a ficha de identificação dos 14 jogadores e agentes desportivos, que deverá ser apresentada devidamente preenchida, à equipa de Arbitragem, juntamente com os cartões licenças para identificação (ou em documento munido de foto, auxiliado por credencial do Clube a atestar sob compromisso de honra a identidade dos atletas).
01.13 Todos os atletas, Treinadores/monitores e Dirigentes participantes são portadores de cartão/licença a levantar nos serviços da AF Porto, após inscrição. 01.14 A falta de identificação de qualquer elemento participante inviabiliza a participação deste no jogo. 01.15 No final de cada jogo, é obrigatória a assinatura do responsável de cada equipa da respectiva ficha de jogo. 01.16 É obrigatória indicação de treinador na ficha técnica e presença desde o início até ao final do encontro. 01.17 A A.F. Porto, considera válida, e poderá emitir licença aos Treinadores que demonstrem as seguintes competências: 01.17.01 Curso de Treinadores de Futebol Grau I; 01.17.02 Licenciatura na área de Desporto; 01.17.03 Outa qualificação/competência académica na área de desporto, sendo que, para este caso, é submetida em primeira instância à aprovação da Direcção da A.F. Porto -2- DESEMPATES 01.18 Se houver equipas empatadas, proceder-se-á em conformidade com o estabelecido no Regulamento de provas Oficias (RPO/AFP). JOGADORES 01.19 Podem ser utilizados nesta competição, atletas considerados Benjamins. Além destes podem igualmente ser utilizados atletas da categoria Traquinas, desde que habilitados com subida de categoria no exame médico desportivo. 01.20 Os Clubes com mais de uma equipa em competição nesta prova são obrigados a fixar os jogadores em cada equipa, sendo que, para o efeito devem remeter à A.F. Porto até ao dia 19 de Outubro de 2016 a respectiva listagem em ofício timbrado, carimbado e assinado pelos seus legais representantes. Durante o decorrer da I Fase não pode haver troca de jogadores nestas equipas. 01.21 É expressamente vedada a participação de jogadores da categoria Petizes, nesta competição. 01.22 No caso de os Clubes pretenderem efetuar alterações nos planteis entre o interregno da I Fase, deverão, novamente, remeter relação nos termos do número anterior antes do início da II Fase. 01.23 É expressamente proibido aos jogadores o uso de chuteiras com PITONS DE ALUMÍNIO. 01.24 É obrigatório aos atletas, o uso de caneleiras. 01.25 Podem ser utilizados sete substitutos, que podem entrar no terreno de jogo a qualquer momento, junto à linha de meio campo. Os jogadores substituídos podem continuar a participar no jogo na qualidade de substitutos. 01.26 Os atletas participantes na LIGA CARLOS ALBERTO terão a licença tipo, devidamente identificada para esta competição. 01.27 Os atletas participantes nesta competição, não podem participar nas competições oficiais de Futebol de Sete. EQUIPAMENTOS 01.28 Cada equipa deve indicar até 10 dias antes do início da competição, as cores dos seus equipamentos (principal/alternativo). 01.29 Cada equipa deverá ter sempre disponível, um (1) jogo de coletes. COMPETÊNCIAS DO CLUBE ORGANIZADOR DE JOGO 01.30 Indicar à AF Porto o Responsável/coordenador (Nome, contacto, e.mail) da jornada, juntamente com representação se possível, da AF Porto e que agilizarão todos os mecanismos para o normal desenrolar do evento.
01.31 Fornecer as bolas necessárias para a realização do evento com as seguintes características. N.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.32 Desde que não prejudique o normal desenvolvimento dos encontros, sob autorização do Árbitro, poderão decorrer atividades lúdicas no extremo do terreno de jogo onde se realizarão os jogos da LIGA CARLOS ALBERTO. 01.33 Colocar à disposição de pelo menos um Técnico de saúde (Enfermeiro/Fisioterapeuta/Massagista), para qualquer eventualidade, independentemente de cada Clube participante se apresentar e igual forma. 01.34 Ter disponíveis balneários para as equipas participantes. -3- ARBITRAGEM E LEIS DE JOGO 01.35 A AF Porto disponibilizará a presença de um Árbitro dentro da disponibilidade existente no Conselho de Arbitragem. 01.36 No caso da falta de Árbitros, compete aos dois Clubes promover árbitros suficientes para a realização dos jogos. 01.37 No caso do exposto no número anterior, compete igualmente aos dois Clubes o envio dos resultados no prazo de 48 horas para provas@afporto.pt e webmaster@afporto.pt. 01.38 Nos jogos do das competições de Sub.11, não é aplicada a lei do fora-de-jogo. PONTUAÇÃO 01.35 Os jogos desta categoria serão pontuados da seguinte forma: Vitória 3 Pontos Empate com golos 2 Pontos Empate sem golos.....1 Ponto Derrota. 0 Pontos CAPÍTULO II 2- PRÉMIOS 02.01 A Associação de Futebol do Porto instituirá para o vencedor A LIGA RECREATIVA PRÉ OFICAL A.F. PORTO, denominada LIGA CARLOS ALBERTO, os seguintes prémios: a) Taça para o clube Vencedor; b) 20 Medalhas para o Clube Vencedor; = FIM DO REGULAMENTO =
LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO SUB.9-4- 2016/2017 FUTEBOL DE SETE Regulamento Especial CAPÍTULO I 1- ORGANIZAÇÃO TÉCNICA Generalidades 01.01 A LIGA RECREATIVA LIGA CARLOS ALBERTO A.F. PORTO / PRÉ OFICAL, vulgo LIGA CARLOS ALBERTO, tem por fim a formação e desenvolvimento dos jovens atletas. 01.02 Nesta competição, inscreveram-se voluntariamente sessenta (60) equipas. 01.03 A distribuição dos clubes pelas respectivas séries será feita pela Associação de Futebol do Porto, levando sempre que possível em linha de conta, a maior proximidade geográfica. 01.04 Esta competição é disputada em duas fases. Na I fase, os Clubes são divididos em quatro series de dez equipas cada uma, que jogam entre si, a duas voltas, por pontos, a classificação geral de cada série. 01.05 Na II fase, os clubes são divididos em dez Sub. Series de seis equipas, sendo: Sub. Serie 01 Apuramento de Campeão, composta pelo primeiro classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 02 Apuramento do 7º ao 12º classificado da classificação final, composta pelo segundo classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 03 Apuramento do 13º ao 18º classificado da classificação final, composta pelo terceiro classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 04 Apuramento do 19º ao 24º classificado da classificação final, composta pelo quarto classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 05 Apuramento do 25º ao 30º classificado da classificação final, composta pelo quinto classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 06 Apuramento do 31º ao 36º classificado da classificação final, composta pelo sexto classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 07 Apuramento do 37º ao 42º classificado da classificação final, composta pelo sétimo classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 08 Apuramento do 43º ao 48º classificado da classificação final, composta pelo oitavo classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 09 Apuramento do 49º ao 54º classificado da classificação final, composta pelo nono classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 10 Apuramento do 55º ao 60º classificado da classificação final, composta pelo décimo classificado de cada série da I Fase; TEMPO DE JOGO 01.06 Os encontros terão a duração de 40 minutos, divididos em duas partes de 20 minutos cada uma, separados por um intervalo que não deve exceder os 3 minutos. 01.07 As bolas a utilizar são n.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.08 As equipas têm direito a um minuto de tempo morto em cada uma das duas partes. 01.08.01 Os elementos oficiais de cada equipa, solicitam ao árbitro o período do tempo morto, que só poderá ser concedido na primeira paragem (lançamento lateral, lançamento de baliza, falta ou golo) e desde que posse da bola esteja em poder da equipa que o solicitou. 01.08.02 O período de tempo morto é respeitado com as duas equipas colocadas na sua zona técnica do banco de suplentes. 01.08.03 Não poderá haver lugar a substituições no decorrer do período de tempo morto. 01.08.04 Não existe possibilidade de tempo morto durante o prolongamento, se este for jogado. 01.08.05 Se uma equipa não tiver pedido tempo morto na primeira parte, só tem direito a um período de tempo morto na segunda parte. RECINTO DE JOGO 01.09 A todos os participantes é exigido indicação de recinto próprio/cedido para realização dos seus jogos na condição de visitado. 01.10 O terreno de jogo terá de ter as medidas regulamentares para futebol sete, ou seja: Comprimento: Minino 45 Máximo 75 metros. Largura: Minino 40 Máximo 55 metros. 01.11 As balizas serão com as seguintes medidas oficiais de futebol de sete 6x2 metros.
FICHA TÉCNICA / IDENTIFICAÇÃO DE JOGADORES E AGENTES DESPORTIVOS 01.12 A AF Porto fornece a ficha de identificação dos 14 jogadores e agentes desportivos, que deverá ser apresentada devidamente preenchida, à equipa de Arbitragem, juntamente com os cartões licenças para identificação (ou em documento munido de foto, auxiliado por credencial do Clube a atestar sob compromisso de honra a identidade dos atletas). 01.13 Todos os atletas, Treinadores/monitores e Dirigentes participantes são portadores de cartão/licença a levantar nos serviços da AF Porto, após inscrição. 01.14 A falta de identificação de qualquer elemento participante inviabiliza a participação deste no jogo. 01.15 No final de cada jogo, é obrigatória a assinatura do responsável de cada equipa da respectiva ficha de jogo. 01.16 É obrigatória indicação de treinador na ficha técnica e presença desde o início até ao final do encontro. 01.17 A A.F. Porto considera válida, e poderá emitir licença aos Treinadores que demonstrem as seguintes competências: 01.17.01 Curso de Treinadores de Futebol Grau I; 01.17.02 Licenciatura na área de Desporto; 01.17.03 Outa qualificação/competência académica na área de desporto, sendo que, para este caso, é submetida em primeira instância à aprovação da Direcção da A.F. Porto. -5- DESEMPATES 01.18 Se houver equipas empatadas, proceder-se-á em conformidade com o estabelecido no Regulamento de provas Oficias (RPO/AFP). JOGADORES 01.19 Podem ser utilizados nesta competição, atletas considerados Traquinas. Além destes podem igualmente ser utilizados atletas da categoria Petizes, desde que habilitados com subida de categoria no exame médico desportivo. 01.20 Os Clubes com mais de uma equipa em competição nesta prova são obrigados a fixar os jogadores em cada equipa, sendo que, para o efeito devem remeter à A.F. Porto até ao dia 19 de Outubro de 2016 a respectiva listagem em ofício timbrado, carimbado e assinado pelos seus legais representantes. Durante o decorrer da I Fase não pode haver troca de jogadores nestas equipas. 01.21 No caso de os Clubes pretenderem efetuar alterações nos planteis entre o interregno da I Fase, deverão, novamente, remeter relação nos termos do número anterior antes do início da II Fase. 01.22 É expressamente proibido aos jogadores o uso de chuteiras com PITONS DE ALUMÍNIO. 01.23 É obrigatório aos atletas, o uso de caneleiras. 01.24 Podem ser utilizados sete substitutos, que podem entrar no terreno de jogo a qualquer momento, junto à linha de meio campo. Os jogadores substituídos podem continuar a participar no jogo na qualidade de substitutos. 01.25 Os atletas participantes na LIGA CARLOS ALBERTO terão a licença tipo, devidamente identificada para esta competição. 01.26 Os atletas participantes nesta competição, não podem participar nas competições oficiais de Futebol de Sete. EQUIPAMENTOS 01.27 Cada equipa deve indicar até 10 dias antes do início da competição, as cores dos seus equipamentos (princ i- pal/alternativo). 01.28 Cada equipa deverá ter sempre disponível, um (1) jogo de coletes. COMPETÊNCIAS DO CLUBE ORGANIZADOR DE JOGO 01.29 Indicar à AF Porto o Responsável/coordenador (Nome, contacto, e.mail) da jornada, juntamente com representação se possível, da AF Porto e que agilizarão todos os mecanismos para o normal desenrolar do evento.
01.30 Fornecer as bolas necessárias para a realização do evento com as seguintes características. N.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.31 Desde que não prejudique o normal desenvolvimento dos encontros, sob autorização do Árbitro, poderão decorrer atividades lúdicas no extremo do terreno de jogo onde se realizarão os jogos da LIGA CARLOS ALBERTO. 01.32 Colocar à disposição de pelo menos um Técnico de saúde (Enfermeiro/Fisioterapeuta/Massagista), para qualquer eventualidade, independentemente de cada Clube participante se apresentar e igual forma. 01.33 Ter disponíveis balneários para as equipas participantes. -6- ARBITRAGEM E LEIS DE JOGO 01.34 A AF Porto disponibilizará a presença de um Árbitro dentro da disponibilidade existente no Conselho de Arbitragem. 01.35 No caso da falta de Árbitros, compete aos dois Clubes promover árbitros suficientes para a realização dos jogos. 01.36 No caso do exposto no número anterior, compete igualmente aos dois Clubes o envio dos resultados no prazo de 48 horas para provas@afporto.pt e webmaster@afporto.pt. 01.37 Nos jogos do das competições de Sub.9, não é aplicada a lei do fora-de-jogo. PONTUAÇÃO 01.35 Os jogos desta categoria serão pontuados da seguinte forma: Vitória 3 Pontos Empate com golos 2 Pontos Empate sem golos.....1 Ponto Derrota. 0 Pontos CAPÍTULO II 2- PRÉMIOS 02.01 A Associação de Futebol do Porto instituirá para o vencedor A LIGA RECREATIVA PRÉ OFICAL A.F. PORTO, denominada LIGA CARLOS ALBERTO, os seguintes prémios: a) Taça para o clube Vencedor; b) 20 Medalhas para o Clube Vencedor; = FIM DO REGULAMENTO =
LIGA RECREATIVA CARLOS ALBERTO SUB.7-7- 2016/2017 FUTEBOL DE CINCO Regulamento Especial CAPÍTULO I 1- ORGANIZAÇÃO TÉCNICA Generalidades 01.01 A LIGA RECREATIVA LIGA CARLOS ALBERTO A.F. PORTO / PRÉ OFICAL, vulgo LIGA CARLOS ALBERTO, tem por fim a formação e desenvolvimento dos jovens atletas. 01.02 Nesta competição, inscreveram-se voluntariamente trinta e quatro (34) equipas. 01.03 A distribuição dos clubes pelas respectivas séries será feita pela Associação de Futebol do Porto, levando sempre que possível em linha de conta, a maior proximidade geográfica. 01.04 Esta competição é disputada em duas fases. Na I fase, os Clubes são divididos em quatro series de dez equipas cada uma, que jogam entre si, a duas voltas, por pontos, a classificação geral de cada série. 01.05 Na II fase, os clubes são divididos em três Sub. Series de seis equipas, sendo: Sub. Serie 01 Apuramento de Campeão, composta pelo primeiro e segundo classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 02 Apuramento do 13º ao 24º classificado da classificação final, composta pelo terceiro e quarto classificado de cada série da I Fase; Sub. Serie 03 Apuramento do 25º ao 34º classificado da classificação final, composta pelo quinto e sexto classificado de cada série da I Fase. TEMPO DE JOGO 01.06 Os encontros terão a duração de 40 minutos, divididos em duas partes de 20 minutos cada uma, separados por um intervalo que não deve exceder os 3 minutos. 01.07 As bolas a utilizar são n.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.08 As equipas têm direito a um minuto de tempo morto em cada uma das duas partes. 01.08.01 Os elementos oficiais de cada equipa, solicitam ao árbitro o período do tempo morto, que só poderá ser concedido na primeira paragem (lançamento lateral, lançamento de baliza, falta ou golo) e desde que posse da bola esteja em poder da equipa que o solicitou. 01.08.02 O período de tempo morto é respeitado com as duas equipas colocadas na sua zona técnica do banco de suplentes. 01.08.03 Não poderá haver lugar a substituições no decorrer do período de tempo morto. 01.08.04 Não existe possibilidade de tempo morto durante o prolongamento, se este for jogado. 01.08.05 Se uma equipa não tiver pedido tempo morto na primeira parte, só tem direito a um período de tempo morto na segunda parte. RECINTO DE JOGO 01.09 A todos os participantes é exigido indicação de recinto próprio/cedido para realização dos seus jogos na condição de visitado. 01.10 O terreno de jogo terá de ter as medidas regulamentares para futsal, ou seja: Comprimento: 40 metros. Largura: 20 metros. 01.11 As balizas serão com as seguintes medidas oficiais de futsal 3x2 metros. FICHA TÉCNICA / IDENTIFICAÇÃO DE JOGADORES E AGENTES DESPORTIVOS 01.12 A AF Porto fornece a ficha de identificação dos 12 jogadores e agentes desportivos, que deverá ser apresentada devidamente preenchida, à equipa de Arbitragem, juntamente com os cartões licenças para identificação (ou em documento munido de foto, auxiliado por credencial do Clube a atestar sob compromisso de honra a identidade dos atletas). 01.13 Todos os atletas, Treinadores/monitores e Dirigentes participantes são portadores de cartão/licença a levantar nos serviços da AF Porto, após inscrição.
01.14 A falta de identificação de qualquer elemento participante inviabiliza a participação deste no jogo. -8-01.15 No final de cada jogo, é obrigatória a assinatura do responsável de cada equipa da respectiva ficha de jogo. 01.16 É obrigatória indicação de treinador na ficha técnica e presença desde o início até ao final do encontro. 01.17 A A.F. Porto considera válida, e poderá emitir licença aos Treinadores que demonstrem as seguintes competências: 01.17.01 Curso de Treinadores de Futebol Grau I; 01.17.02 Licenciatura na área de Desporto; 01.17.03 Outa qualificação/competência académica na área de desporto, sendo que, para este caso, é submetida em primeira instância à aprovação da Direcção da A.F. Porto. DESEMPATES 01.18 Se houver equipas empatadas, proceder-se-á em conformidade com o estabelecido no Regulamento de provas Oficias (RPO/AFP). JOGADORES 01.19 Podem ser utilizados nesta competição, atletas considerados Petizes. 01.20 Os Clubes com mais de uma equipa em competição nesta prova são obrigados a fixar os jogadores em cada equipa, sendo que, para o efeito devem remeter à A.F. Porto até ao dia 19 de Outubro de 2016 a respectiva listagem em ofício timbrado, carimbado e assinado pelos seus legais representantes. Durante o decorrer da I Fase não pode haver troca de jogadores nestas equipas. 01.21 No caso de os Clubes pretenderem efetuar alterações nos planteis entre o interregno da I Fase, deverão, novamente, remeter relação nos termos do número anterior antes do início da II Fase. 01.22 É expressamente proibido aos jogadores o uso de chuteiras com PITONS DE ALUMÍNIO. 01.23 É obrigatório aos atletas, o uso de caneleiras. 01.24 Podem ser utilizados sete substitutos, que podem entrar no terreno de jogo a qualquer momento, junto à linha de meio campo. Os jogadores substituídos podem continuar a participar no jogo na qualidade de substitutos. 01.25 Os atletas participantes na LIGA CARLOS ALBERTO terão a licença tipo, devidamente identificada para esta competição. 01.26 Os atletas participantes nesta competição, não podem participar nas competições oficiais de Futebol de Sete. EQUIPAMENTOS 01.27 Cada equipa deve indicar até 10 dias antes do início da competição, as cores dos seus equipamentos (princ i- pal/alternativo). 01.28 Cada equipa deverá ter sempre disponível, um (1) jogo de coletes. COMPETÊNCIAS DO CLUBE ORGANIZADOR DE JOGO 01.29 Indicar à AF Porto o Responsável/coordenador (Nome, contacto, e.mail) da jornada, juntamente com representação se possível, da AF Porto e que agilizarão todos os mecanismos para o normal desenrolar do evento. 01.30 Fornecer as bolas necessárias para a realização do evento com as seguintes características. N.º 4 e, que terá a circunferência de 62/66 e o peso inicial de 340/390 grs. 01.31 Desde que não prejudique o normal desenvolvimento dos encontros, sob autorização do Árbitro, poderão decorrer atividades lúdicas no extremo do terreno de jogo onde se realizarão os jogos da LIGA CARLOS ALBERTO. 01.32 Colocar à disposição de pelo menos um Técnico de saúde (Enfermeiro/Fisioterapeuta/Massagista), para qualquer eventualidade, independentemente de cada Clube participante se apresentar e igual forma. 01.33 Ter disponíveis balneários para as equipas participantes.
-9- ARBITRAGEM E LEIS DE JOGO 01.34 A AF Porto disponibilizará a presença de um Árbitro dentro da disponibilidade existente no Conselho de Arbitragem. 01.35 As leis de jogo a adotar são as mesmas que regem o evento A Magia de Futebol de Rua. 01.36 No caso da falta de Árbitros, compete aos dois Clubes promover árbitros suficientes para a realização dos jogos. 01.37 No caso do exposto no número anterior, compete igualmente aos dois Clubes o envio dos resultados no prazo de 48 horas para provas@afporto.pt e webmaster@afporto.pt. PONTUAÇÃO 01.35 Os jogos desta categoria serão pontuados da seguinte forma: Vitória 3 Pontos Empate com golos 2 Pontos Empate sem golos.....1 Ponto Derrota. 0 Pontos CAPÍTULO II 2- PRÉMIOS 02.01 A Associação de Futebol do Porto instituirá para o vencedor A LIGA RECREATIVA PRÉ OFICAL A.F. PORTO, denominada LIGA CARLOS ALBERTO, os seguintes prémios: a) Taça para o clube Vencedor; b) 20 Medalhas para o Clube Vencedor; = FIM DO REGULAMENTO =