PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO. Título

Documentos relacionados
Memorial Técnico Descritivo Projeto Elétrico da Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: Rua General Osório, 979 Canguçu RS

Padrão de Entrada de Energia Aéreo

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO)

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO Atendimento aos Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO

COMUNICADO TÉCNICO Nº 46

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PADRÃO DE ENTRADA COM CAIXA DE MEDIÇÃO COM LEITURA ATRAVÉS DE LENTE SÃO PAULO

CNPJ: / INSC. EST.: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA

Manual para Execução da Entrada de Serviço

Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada. Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria

Substituição do Transformador do Campus Provisório Rio Largo

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal

S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo

Aula 1 Filosofia de Projeto

ECOM EMPRESA DE CONSTRUÇÕES, CONSULTORIA E MEIO AMBIENTE LTDA.

PADRÃO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA PARA LOTEAMENTO ABERTO

COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL

MEMORIAL TÉCNICO: CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM MEDIÇÃO INDIRETA EM BT DE ENERGIA ELÉTRICA E ADEQUAÇÃO AS NORMAS VIGENTES

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m

Especificação de Serviço no. 75. Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Sistema de Medição Eletrônica Centralizada Predial

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: GUARITA E BALANÇA ELETRÔNICA PARA PESAGEM DE CAMINHÕES LOCAL: IMPLANTAÇÃO DE TRANSBORDO

MEMORIAL DESCRITIVO ILUMINAÇÃO EXTERNA RODOVIÁRIA

AGRUPAMENTOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS Critérios e Orientações

Título do Documento: Tipo: FECO-NT-01/14. Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura. Nota Técnica

O que é Aterramento? É A LIGAÇÃO INTENCIONAL DE UM EQUIPAMENTO OU UM SISTEMA À TERRA DE MODO A CRIAR UM CAMINHO SEGURO E DE BAIXA RESISTÊNCIA.

DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS - DPS Orientações para Instalação em Entradas de Serviço

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO DA LAGOA EEE LAGOA

ATERRAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO NTD

ID Padrão de Entrada Alternativo utilizando Caixa com Leitura através de Lente instalada no Alto do Poste. Instrução Técnica da Distribuição

Estruturas de Rede de Distribuição em Áreas com Riscos de Desmoronamento e de Queda de Árvores e Galhos

COMUNICADO TÉCNICO Nº 03

MEMORIAL DESCRITIVO SUPRIMENTO DE ENREGIA ELÉTRICA AO EDIFÍCIO CREA - PI INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA TENSÃO

DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS

Sistema Normativo Corporativo

Instalações Elétricas Industriais

Treinamentos Nexans 2016

Sumário. CÓDIGO: NTD DATA DE VIGÊNCIA: 10/07/2012 TÍTULO: Estrutura do SEMTS na Rede de MT VERSÃO NORMA: 1.1

CABOS DE POTÊNCIA COM ISOLAÇÃO EXTRUDADA DE POLIETILENO RETICULADO (XLPE) PARA TENSÕES ATÉ 1 Kv

CAMPUS BARRACÃO. MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE SERVIÇO COM POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 300kVA MAIO / 2018

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPA-CEAP Curso de arquitetura e urbanismo. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ELéTRICOS Parte ii Profº MSc.

Projetos Elétricos. Dimensionamento dos Condutores e Proteção.

CORD-FIOS E CABOS DE COBRE NU

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE IX MONTAGEM ELÉTRICA

Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Condutores Isolados e Acessórios

VISÃO GERA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE SPDA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS - CAMPUS SENADOR CANEDO-GO

NTC SCD / DMED PROCEDIMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE CUBÍCULOS BLINDADOS DE MÉDIA TENSÃO. Emissão: abril / 2017

Semi Condutora Interna e Externa na cor Preta, Isolação na cor Laranja e Cobertura na cor Preta

2. TOMADA DE ENERGIA:

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas

PADRÃO DE MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO PARA CONSUMIDORES TARIFA BRANCA

DEPARTAMENTO DE MANUTENÇÃO MEMORIAL TÉCNICO: CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO EM POSTE SIMPLES COM CABINA DE MEDIÇÃO INDIRETA DE ENERGIA ELÉTRICA EM BT RESUMO

Aterramento [4] Manutenção de. Prof.: Ari Oliveira

Cabo Voltalene. Qualidade e confiança para instalações de média tensão.

ELETRICIDADE E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

FINALIDADE RAMO DE ATIVIDADE. Pré-moldados CARGA INSTALADA

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO


ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ELÉTRICO

MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)

1. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Diretoria de Infraestrutura

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA

RECON MT. Até Classe 36,2kV

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

Especificação Técnica de Conexão no. 68. Versão no.01 data: 02/03/2016

Capítulo 2 - Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais 2.1. Simbologia Padronizada

Projetos Elétricos. Esquemas Unifilares e Multifilares Dimensionamento dos Condutores e Proteção.

Memorial Descritivo do Projeto Elétrico

Cabo Eprotenax Compact Ecoplus 3,6/6kV até 20/35kV. O cabo de média tensão com isolação livre de chumbo.

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA - PROJETO EM VIAS PÚBLICAS (MEDIA TENSÃO)

AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS NTC Critérios e Orientações

Cabo Sintenax Flex 0,6/1kV. Alta qualidade com toda segurança que sua instalação exige.

PROJETO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES IRT Curso Técnico em Telecomunicações 4ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral

O que é Padrão de Entrada?

DECISÃO TÉCNICA DT-127/2008 R-01 SISTEMA DE MEDIÇÃO ELETRÔNICA CENTRALIZADA PREDIAL

PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES

NORMA TÉCNICA CELG D. Ligações Especiais para Atendimento em Baixa Tensão NTC-74

η= = VALORES NOMINAIS DOS MOTORES POTÊNCIA CORRENTE (A) NO EIXO ABSORVIDA FP η (220 V) (CV) DA REDE (KW)

DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES

Mudança do Padrão de Entrada de Energia em Baixa Tensão

Dimensionamento de condutores

Memorial Descritivo e Especificações Técnicas. Instalação de Laboratórios de Informática

CISCEA. Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo PÁGINA: PLANILHA QUANTIDADE /ORÇAMENTÁRIA. 1 de 5 DATA:

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482

COMUNICADO TÉCNICO Nº 04 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO COLETIVO

Procedimento Técnico de Distribuição PTD Adequação do Sistema de Medição em Consumidores Livres e Especiais

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PT02

#e-book 6 A maneira certa de fazer uma instalação elétrica!

MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO

PROTEÇÃO CONTRA SURTOS SISTEMAS FOTOVOLTAICO

Instrução de Trabalho no. 82. Versão no.01 data: 02/03/2018

Eletricista Instalador Predial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora)

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

Cabo Multiplexado 0,6/1kV. O seu cabo para distribuição secundária de energia.

MÓDULO I FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE

Transcrição:

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título ATENDIMENTO DE LIGAÇÃO DE CONSUMIDORES JUNTO À FAIXA DE PRAIA DA ORLA MARÍTIMA Código NTD-00.074 Data da emissão 05.12.2005 Data da última revisão 18.01.2008 Folha 01 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas e Documentos Complementares 3 Definições 4 Condições Gerais 5 Condições Específicas 6 Vigência ANEXO A - Detalhe da ligação de consumidor cujo ponto de consumo não está situado junto à calçada da faixa de praia da orla marítima e possui uma duna frontal na frente. ANEXO B - Detalhe da ligação de mais de um consumidor atendido pelo mesmo ramal de ligação em painel de agrupamento de medições monofásicas cujos pontos de consumo não estão situados junto à calçada da faixa de praia da orla marítima. ANEXO C - Detalhe da ligação de mais de um consumidor atendido pelo mesmo ramal de ligação em painel de agrupamento de medições cujos pontos de consumo não estão situados junto à calçada da faixa de praia da orla marítima e possuem um duto subterrâneo comum. 1 OBJETIVO Esta Norma fixa os critérios a serem adotados para o atendimento de ligações de consumidores nas redes de distribuição pertencentes a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE-D, junto a faixa de praia da orla marítima. 2 NORMA COMPLEMENTAR Na aplicação desta norma devem ser observadas as disposições constantes nos regulamentos de instalações consumidoras e em particular as normas de segurança. As normas que complementam diretamente este texto são: a) CEEE-D RIC de BT - Regulamento de Instalações Consumidoras - Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição Rede de Distribuição Aérea; b) CEEE-D PTD-00.001 Padronização de Materiais para Redes Aéreas de Distribuição; c) CEEE-D PTD-00.006 Materiais para Redes Aéreas de Distribuição Especiais para Orla Marítima; e) NBR-7287 Cabos de Potência com Isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para tensões de 1 a 35 kv - Especificações. 3 DEFINIÇÕES Os termos técnicos utilizados nesta norma estão definidos no RIC de BT, e são complementados pelas seguintes definições: 3.1 Orla Marítima Faixa litorânea que tem, aproximadamente, 5 km de largura em relação ao mar, na qual há elevado índice de deposição de cloreto de sódio nos materiais e equipamentos de distribuição. 3.2 Junto à Orla Marítima Faixa litorânea que se estende desde o meio fio da calçada das ruas e avenidas localizadas junto a beira mar até a beira do mar.

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 2 3.3 Dispositivo de Proteção Contra Surtos (DPS) Dispositivo utilizado para limitar as sobretensões transitórias e escoar os surtos de corrente originários de descargas atmosféricas em rede de energia. 3.4 Dispositivo de Proteção à Corrente Diferencial-Residual Dispositivo utilizado para detectar fugas de correntes que possam existir em circuitos elétricos, desligando imediatamente a alimentação deles. 3.5 Projeto de Uso da Faixa de Praia Projeto apresentado pela Prefeituras Municipais para a liberação do uso da faixa de praia por parte da FEPAM, que deve conter uma planta baixa com a localização dos quiosques e a localização dos dutos a serem instalados para possibilitar a ligação elétrica dos mesmos. 3.6 Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) Fundação pública vinculada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Para que seja analisada a possibilidade de ligação de consumidores junto à faixa de paria da orla marítima, o interessado deve providenciar nas seguintes documentações: 4.1.1 Apresentação de projeto elétrico, acompanhado de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de projeto e execução da obra. 4.1.2 Autorização do poder público competente para instalação do cliente junto a faixa de praia da orla marítima (Prefeitura Municipal (PM), FEPAM, PATRIMÔNIO PÚBLICO DA UNIÃO, etc.) 4.1.3 Autorização da Prefeitura Municipal competente para a instalação de caixa de medição junto a vias públicas, praças, canteiros, etc. que se localizem entre a rede de distribuição da CEEE-D e o consumidor na beira da orla marítima. 4.1.4 Planta baixa aprovada pela FEPAM com a localização dos quiosques e dos dutos que vão permitir a ligação elétrica dos mesmos junto a faixa de praia. 4.2 A transposição de dunas executada por intermédio de furo direcional, com equipamento adequado, sem danificar seu entorno é permitido. 4.3 Outras formas de transposição de dunas, fica condicionado a liberação da FEPAM. 4.4 A distribuição da energia elétrica pode ser feita através de um duto coletivo, preferencial perpendicular à linha de costa, unindo o ponto de distribuição de responsabilidade da CEEE-D, localizado na via pública, antes das dunas, até um segundo ponto de distribuição, localizado na faixa de praia, a no mínimo, dois metros do pé da duna frontal. A partir deste ponto, o duto de distribuição deve ser paralelo à linha de praia, atendendo a diversos quiosques. 5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS A ligação dos consumidores é definida de acordo com a sua localização, a seguir explicitadas: 5.1 Consumidores localizados junto as calçadas da orla marítima e atendidos pela rede de baixa tensão da CEEE-D. 5.1.1 O mesmo deve ser ligado por ramal aéreo ou subterrâneo de acordo com a carga solicitada e de conformidade com o RIC de BT, ANEXO J.

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 3 5.1.2 Deve apresentar autorização da PM e FEPAM para a sua instalação neste local. 5.2 Consumidores não localizados junto às calçadas da orla marítima e atendidos pela rede de baixa tensão da CEEE-D. 5.2.1 O consumidor deve apresentar projeto detalhado da localização de sua instalação, da localização da medição, do trajeto da tubulação subterrânea com a identificação das caixas de passagem que ligam o quadro de medição até o ponto de consumo. 5.2.2 Deve apresentar as autorização e documentos mencionados no item 4.1. 5.2.3 O consumidor deve ser ligado por ramal aéreo ou subterrâneo de acordo com a carga solicitada e de conformidade com o RIC de BT, ANEXO J, além de que o seu ponto de medição deve estar situado junto à calçada da faixa de praia da orla marítima, não distante de mais de 30 metros da rede de BT da CEEE-D. 5.2.4 A ligação entre o ponto de medição até o ponto de consumo do consumidor deve ser feita através de um ramal de profundidade subterrâneo, com o condutor adequado a carga de modo que a queda de tensão máxima não seja superior a 2 %. 5.2.5 O condutor empregado no ramal de profundidade subterrâneo deve ser de cobre, sem emendas, com isolamento em XLPE, dotado de cobertura de PVC de acordo com a NBR 7287, para tensões de 0,6/1,0 kv. Pode ser empregado dois, três ou quatro condutores unipolares, porém quando utilizado cabo composto, o mesmo deve ser para quatro condutores. O neutro deve ser perfeitamente identificado. Em caso de identificação por cor, deve ser utilizado a cor azul-claro. 5.2.6 As caixas de passagem devem ser de concreto, com drenagem. Ter dimensões mínimas de 0,50 x 0,50 x 0,60 m. 5.2.7 A distância máxima entre caixas de passagem é de no máximo 50 m. 5.2.8 A seção mínima do condutor do ramal de profundidade é de 10 mm². 5.2.9 Os condutores dos ramais de profundidade subterrâneo devem ser individuais para cada consumidor. 5.2.10 O duto do ramal de profundidade subterrâneo pode ser individual ou coletivo, dependendo do caso e do projeto. 5.2.11 A seção mínima do eletroduto subterrâneo é de 50 mm² e deve ser de PVC rígido classe A. 5.2.12 O eletroduto utilizado na saída da saída da caixa de medição até a caixa de passagem e para proteger o condutor de aterramento, devem ser de PVC rígido classe A, conforme ANEXO J do RIC de BT, cujos diâmetros mínimos são respectivamente 25 mm e 20 mm. 5.2.13 Deve ser previsto junto a proteção geral do quadro de medição a instalação do Dispositivo de Proteção e Corrente Diferencial-Residual (DR) e do Dispositivo de Proteção Contra Surtos (DPS). NOTA: Para maiores informações, ver desenho do ANEXO A e C. 5.3 Mais de um consumidor atendido pelo mesmo ramal de ligação em painel de agrupamento de medidores, cujos pontos de consumo não estão situados junto as calçadas. 5.3.1 Os Consumidores devem apresentar projeto detalhado da localização de sua instalação, da localização da medição, do trajeto da tubulação subterrânea com a identificação das caixas de passagem que ligam o quadro de medição coletivo até o ponto de consumo. 5.3.2 Devem apresentar as autorização e documentos mencionados no item 4.1. 5.3.3 O painel do agrupamento de medidores deve estar situado junto a calçada da faixa de praia da orla marítima, devendo ser ligado por ramal aéreo ou subterrâneo de acordo com a carga total solicitada e de conformidade com o RIC de BT, ANEXO J, não podendo estar distante de mais de 30 metros da rede de BT da CEEE-D. 5.3.4 A ligação entre o painel do grupamento de medidores até os pontos de consumo devem ser feito através de ramais de profundidade subterrâneo, com o condutores adequados a carga de cada cliente de modo que a queda de tensão máxima não seja superior a 2 %.

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 4 5.3.5 O condutor empregado no ramal de profundidade subterrâneo deve ser de cobre, sem emendas, com isolamento em XLPE, dotado de cobertura de PVC de acordo com a NBR 7287, para tensões de 0,6/1,0 kv. Podem ser empregados dois, três ou quatro condutores unipolares, porém quando utilizado cabo composto, o mesmo deve ser para quatro condutores. O neutro deve ser perfeitamente identificado. Em caso de identificação por cor, deve ser utilizado a cor azul-claro. 5.3.6 As caixas de passagem devem ser de concreto, com drenagem. Ter dimensões mínimas de 0,50 x 0,50 x 0,60 m. A caixa de passagem junto a medição deverá ser projetada de acordo com o número de ramais de entrada que existirem, não podendo ser menor do que 0,50 x 0,50 x 0,60 m. 5.3.7 A distância máxima entre caixas de passagem é de no máximo 50 m. 5.3.8 A seção mínima dos condutores dos ramais de profundidade subterrâneo é de 10 mm². 5.3.9 Os condutores dos ramais de profundidade subterrâneo devem ser individuais para cada consumidor. 5.3.10 O duto do ramal de profundidade subterrâneo pode ser individual ou coletivo. 5.3.11 A seção mínima dos eletrodutos subterrâneos é de 50 mm² e devem ser de PVC rígido classe A. 5.2.11 Os eletrodutos utilizados na saída do painel do agrupamento de medições até a caixa de passagem e para proteger o condutor de aterramento, devem ser de PVC rígido classe A, conforme ANEXO J do RIC de BT, cujos diâmetros mínimos são respectivamente 25 mm para os ramais de profundidade e 20 mm para o terra. 5.2.12 Deve ser previsto junto a proteção geral do quadro de medição a instalação do Dispositivo de Proteção e Corrente Diferencial-Residual (DR) e do Dispositivo de Proteção Contra Surtos (DPS). NOTA: Para maiores informações, ver desenho do ANEXO B e ANEXO C. 6 VIGÊNCIA Esta Norma passa a vigorar a partir da data de sua aprovação, e anula as disposições que com ela colidirem. Elaborado pelo Departamento de Normalização/DPE. Responsável pela Elaboração da Norma Raul Fernando Ribeiro da Silva, Engenheiro Eletricista CREA RS N 032.661 Aprovado em 18 de Janeiro de 2008. Rogério Sele da Silva, Diretor.

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 5 ANEXO A DETALHE DA LIGAÇÃO DE CONSUMIDOR CUJO PONTO DE CONSUMO NÃO ESTÁ SITUADO JUNTO À CALÇADA DA FAIXA DE PRAIA DA ORLA MARÍTIMA E POSSUI DUNA FRONTAL NA FRETE

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 6 ANEXO B DETALHE DA LIGAÇÃO DE MAIS DE UM CONSUMIDOR ATENDIDO PELO MESMO RAMAL DE LIGAÇÃO EM PAINEL DE AGRUPAMENTO DE MEDIÇÕES MONOFÁSICAS CUJOS PONTOS DE CONSUMO NÃO ESTÃO SITUADOS JUNTO À CALÇADA DA FAIXA DE PRAIA DA ORLA MARÍTIMA

NTD-00.074 PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 18/01/2008 Folha 7 ANEXO C DETALHE DA LIGAÇÃO DE MAIS DE UM CONSUMIDOR ATENDIDO PELO MESMO RAMAL DE LIGAÇÃO EM PAINEL DE AGRUPAMENTO DE MEDIÇÕES CUJOS PONTOS DE CONSUMO NÃO ESTÃO SITUADOS JUNTO À CALÇADA DA FAIXA DE PRAIA DA ORLA MARÍTIMA E POSSUEM UM DUTO SUBTERRÂNEO COMUM