CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR

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CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA JÚLIO DANTAS, LOTE 2, 1º ANDAR Localidade CASCAIS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R CAIXINHAS, 3 Localidade ÁGUAS DE MOURA. Freguesia POCEIRÃO E MARATECA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DA MATERNIDADE, 50, Localidade PORTO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DE ENTRECAMPOS, 54, 2 D Localidade LISBOA. Freguesia ALVALADE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada ESTRADA MUNICIPAL 513, 70 Localidade VALES DO RIO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA JÚLIO DANTAS, LOTE 2, R/C Localidade CASCAIS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada QUINTA DA LAMEIRA, S/N, Localidade ESPARIZ. Freguesia ESPARIZ E SINDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA VERA CRUZ, 1C, 2º Localidade PORTO. Freguesia BONFIM

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA MANUEL PEREIRA ROLDÃO, 16 Localidade MARINHA GRANDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DE PONTELHAS, 154, 1º DRT Localidade LEÇA DO BALIO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVENIDA DE ROMA, 31 A 31D, 1ºP4 Localidade LISBOA.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R LUIS DE CAMÕES, 12 Localidade MARINHA GRANDE. Freguesia MARINHA GRANDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R. DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA, 154, 5ºDTO, H.2 Localidade GONDOMAR

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada BECO DA FAZENDINHA, MIRAVENTOS, Nº 12, Localidade PALMELA.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada ESTRADA DE BENFICA, 429, 1º ESQ. Localidade LISBOA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada CERRADO DOS CIPRESTES, BL A3B, 1 DTO Localidade ALCÁCER DO SAL

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada CERCA DE BARRACÕES Localidade SANTA LUZIA ORQ

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R DR JOAQUIM FIADEIRO, 76 Localidade REGUENGOS DE MONSARAZ

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO MOREIRA, 302, 2º ESQ Localidade PORTO.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada COVÃO FUNDO,, Localidade MARMELETE. Freguesia MARMELETE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVENIDA INFANTE SANTO, 66, 7º B ESQ Localidade LISBOA.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R AFONSO DE ALBUQUERQUE, 6, 2 ESQ Localidade AGUALVA-CACÉM

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVª. DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, 162, R/C DTO Localidade CASCAIS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AV MANUEL DA MAIA, 48, 5 ESQ Localidade LISBOA.

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Freguesia REPESES E SÃO SALVADOR

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada MONTE DO RABADÃO, PALVARINHO,, Localidade SALGUEIRO DO CAMPO

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DAS CAMELIAS, 125, RC ESQUERDO Localidade MAIA. Freguesia AGUAS SANTAS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada URB. PARQUE DA FLORESTA, LOTE 119, VALE DO POÇO Localidade BUDENS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA CARLOS MALHEIRO DIAS, 128, 2º Localidade PORTO.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada PRACETA ANTÓNIO RAMALHO, 51, 4.º DT.º Localidade SENHORA DA HORA

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada BALSA,, Localidade GRÂNDOLA. Freguesia GRANDOLA

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Freguesia MONTIJO E AFONSOEIRO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA CAPITÃO MANUEL BALEISÃO DO PASSO, LT13, 2ºDTO,, Localidade MAFRA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DA COSTA, Nº213, Localidade LEIRIA. Freguesia MARRAZES E BAROSA

Ficha de trabalho Workshop do curso de Peritos RCCTE da UFP

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO CANAVIAL, 5, 6º ANDAR ESQUERDO Localidade RIO DE MOURO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AV. WENCESLAU BALSEIRO GUERRA,, 115, 1º A Localidade PAREDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada URB QUINTA DAS OLIVEIRAS, LT 18, 1 DTO Localidade PORTIMÃO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada TAVAGUEIRA,, Localidade GUIA ABF. Freguesia GUIA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada CASARÃO CINZENTO - CALDAS DE MONCHIQUE,, Localidade CALDAS DE MONCHIQUE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DR. LACERDA E ALMEIDA, Nº4, CV E Localidade LISBOA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DR. JOÃO BAPTISTA JACQUET, LOTE 25,, Localidade PAREDE

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA JOÃO FANDANGO, 12, RC DTO (LOJA A) Localidade LOURES

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R DAMIAO DE GOIS, 11, 2 ESQ Localidade LISBOA.

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R CORREIA TELES, 105, RC ESQ Localidade LISBOA. Freguesia CAMPO DE OURIQUE

Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA CAMILO CASTELO BRANCO, 194, 3º D Localidade SETÚBAL

Transcrição:

Nº CER CE0000039148429 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE FRACÇÃO/EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO SEM SISTEMA(S) DE CLIMATIZAÇÃO Morada / Localização Rua Quinta Alves da Silva, Lote 63, D Localidade Setubal Freguesia SETUBAL (NOSSA SENHORA DA ANUNCIADA) Concelho SETUBAL Região Portugal Continental Data de emissão 07/12/2010 Nome do perito qualificado Imóvel descrito na sob o nº 1ª 1659 Data de validade Luis Pedro Alves Lopes Cabaça 15/10/2020 N.º de PQ PQ01132 Conservatória do Registo Predial de Setubal 6316 Art. matricial nº Fogo/Fracção autón. D Este certificado resulta de uma verificação efectuada ao edifício ou fracção autónoma por um perito devidamente qualificado para o efeito, em relação aos requisitos previstos no Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE, Decreto-Lei 80/2006 de 4 de Abril), classificando o imóvel em relação ao respectivo desempenho energético. Este certificado permite identificar possíveis medidas de melhoria de desempenho aplicáveis à fracção autónoma ou edifício, suas partes e respectivos sistemas energéticos e de ventilação, no que respeita ao desempenho energético e à qualidade do ar interior. Para verificar a validade do presente certificado consulte www.adene.pt. 1. ETIQUETA DE DESEMPENHO ENERGÉTICO INDICADORES DE DESEMPENHO CLASSE ENERGÉTICA Necessidades anuais globais estimadas de energia primária para climatização e águas quentes 3,2 kgep/m².ano Valor limite máximo regulamentar para as necessidades anuais globais de energia primária para climatização e águas quentes (limite inferior da classe B ) 5,2 kgep/m².ano Emissões anuais de gases de efeito de estufa associadas à energia primária para climatização e águas quentes 2. 6 toneladas de CO2 equivalentes por ano DESAGREGAÇÃO DAS NECESSIDADES NOMINAIS DE ENERGIA ÚTIL Necessidades nominais de energia útil para... Valor estimado para as condições de conforto térmico de referência Valor limite regulamentar para as necessidades anuais Aquecimento 65,9 kwh/m².ano 56,4 kwh/m².ano Arrefecimento 27,8 kwh/m².ano 32 kwh/m².ano 26 kwh/m².ano 32,7 kwh/m².ano Preparação das águas quentes sanitárias NOTAS EXPLICATIVAS As necessidades nominais de energia útil correspondem a uma previsão da quantidade de energia que terá de ser consumida por m² de área útil do edifício ou fracção autónoma para manter o edifício nas condições de conforto térmico de referência e para preparação das águas quentes sanitárias necessárias aos ocupantes. Os valores foram calculados para condições convencionais de utilização, admitidas como idênticas para todos os edifícios, de forma a permitir comparações objectivas entre diferentes imóveis. Os consumos reais podem variar bastante dos indicados e dependem das atitudes e padrões de comportamento dos utilizadores. As necessidades anuais globais de energia primária (estimadas e valor limite) resultam da conversão das necessidades nominais estimadas de energia útil em kilogramas equivalente de petróleo por unidade de área útil do edifício, mediante aplicação de factores de conversão específicos para a(s) forma(s) de energia utilizada(s) (0,290 kgep/kwh para electricidade e 0,086 kgep/kwh para combustíveis sólido, líquido ou gasoso) e tendo em consideração a eficiência dos sistemas adoptados ou, na da sua definição, sistemas convencionais de referência. As emissões de CO2 equivalente traduzem a quantidade anual estimada de gases de efeito de estufa que podem ser libertados em resultado da conversão de uma quantidade de energia primária igual às respectivas necessidades anuais globais estimadas para o edifício, usando o factor de conversão de 0,0012 toneladas equivalentes de CO2 por kgep. A classe energética resulta da razão entre as necessidades anuais globais estimadas e as máximas admissíveis de energia primária para aquecimento, arrefecimento e para preparação de águas quentes sanitárias no edifício ou fracção autónoma. O melhor desempenho corresponde à classe A+, seguida das classes A, B, B, C e seguintes, até à classe G de pior desempenho. Os edifícios com licença ou autorização de construção posterior a 4 de Julho de 2006 apenas poderão ter classe energética igual ou superior a B. Para mais informações sobre o desempenho energético, sobre a qualidade do ar interior e sobre a classificação energética de edifícios, consulte www.adene.pt 1/5

3. DESCRIÇÃO SUCINTA DO EDIFÍCIO OU FRACÇÃO AUTÓNOMA Fracção de habitação de um edifício multifamiliar, composto por 2 pisos. A fracção possui fachadas nas orientações Noroeste, Sudeste e Sudoeste, com obstáculos/edifícios que provocam sombreamento. A fracção é de tipologia T4, composta por uma sala, uma cozinha, quatro quartos e quatro instalações sanitárias. Possui sistema de aquecimento e de produção de águas quentes através de caldeira abastecida a gasóleo. Possui sistena de arrefecimento através de sistema multi-split, tipo bomba de calor, composto por uma unidade exterior e 7 unidades interiores. A fracção encontra-se localizada na periferia de zona urbana, na zona clinática de Inverno I1, zona climática de verão, V2 Sul, a uma altitude de 54 metros. Possuí ventilação natural, com uma taxa de renovação horária nominal de 1,00 Rph. Área útil de pavimento 180,97 m² Pé-direito médio ponderado 2,95 m Ano de construção 2006 4. PROPOSTAS DE MEDIDAS DE MELHORIA DO DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR Sugestões de medidas de melhoria (implementação não obrigatória) (destacadas a negrito aquelas usadas no cálculo da nova classe energética) Redução anual da factura energética Custo estimado de investimento Período de retorno do investimento 1 Introdução de protecção solar interior nos vãos envidraçados orientados a Noroeste e Sudeste 2 Instalação de sistema solar térmico individual As medidas de melhoria acima referidas correspondem a sugestões do perito qualificado na sequência da análise que este realizou ao desempenho energético e da qualidade do ar interior do edifício ou fracção autónoma e não pretendem por em causa as opções e soluções adoptadas pelo(s) arquitecto(s), projectista(s) ou técnico(s) de obra. Legendas Redução anual da factura energética Custo estimado de investimento Período de retorno do investimento mais de 1000 /ano mais de 5000 inferior a 5 anos entre 500 e 999 /ano entre 1000 e 4999 entre 5 e 10 anos entre 100 e 499 /ano entre 200 e 999 entre 10 e 15 anos menos de 100 /ano menos de 200 mais de 15 anos SE FOREM CONCRETIZADAS TODAS AS MEDIDAS DESTACADAS NA LISTA, A CLASSIFICAÇÃO ENERGÉTICA PODERÁ SUBIR PARA... Pressupostos e observações a considerar na interpretação da informação apresentada: 1) Introdução de protecção solar interior nos vãos envidraçados orientados a Noroeste e Sudeste ; 2) Instalação de um sistema solar de aquecimento de AQS, composto por colectores solares planos perfazendo uma área de 5,00 m2, com certificação Solar Keymark ou Certif, o instalador dos mesmos é acreditado pela DGGE e deverá existir um contrato de manutenção mínimo de 6 anos. O depósito de acumulação deverá possuir 300 l de capacidade. 5. PAREDES, COBERTURAS, PAVIMENTOS E PONTES TÉRMICAS PLANAS PAREDES da solução máximo regulamentar Parede Exterior (PE1) - Parede simples de alvenaria de tijolo furado cerâmico com 22 cm de espessura, isolamento térmico constituído por placas de poliestireno expandido (EPS), sistema tipo DRYVIT com 6 cm de espessura. O revestimento exterior é constítuido por reboco com 2 cm de espessura e pedra calcária escacilhada com 2 cm (no piso térreo) de espessura. O revestimento Interior é constítuido por estuque projectado com 1 cm de espessura. Espessura verificada no local de 0,33 m. (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). Parede Exterior (PE2) - Parede simples de alvenaria de tijolo furado cerâmico com 22 cm de espessura, isolamento térmico constituído por placas de poliestireno extrudido (EPS), tipo sistema DRYVIT com 6 cm de espessura. O revestimento exterior é constítuido por reboco com 2 cm de espessura e pintura plástica. O revestimento Interior é constítuido por estuque projectado com 1 cm de espessura. Espessura verificada no local de 0,31 m. (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). Parede Interior em Contacto com ENU - (Arrecadação) - Parede simples de alvenaria de tijolo furado. O revestimento exterior e interior é constituído por reboco e estuque projectado, com pintura a tinta plástica. Espessura verificada no local de 0,20 m. (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). Parede Interior em Contacto com ENU - (Zona Técnica) - Parede dupla de alvenaria de tijolo furado. O revestimento exterior e interior é constituído por reboco e estuque projectado, com pintura a tinta plástica. Não foi possível verificar a espessura no local, tendo-se adoptado uma espessura de 0,31 m. (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). 0,45 1,8 0,45 1,8 1,16 1,8 0,63 1,8 2/5

COBERTURAS da solução máximo regulamentar Cobertura Exterior Plana (Perdas) - Laje de betão armado, camada de forma em argamassa de argila expandida, caixa de ar ventilada e drenada, isolamento térmico de poliestireno expandido (EPS), barreira de vapor em película de PVC, lajeta contínua armada de protecção do isolamento térmico, impermeabilização com telas betuminosas, rufos e capeamentos em chapa de zinco. Não foi possível verificar a espessura, tendo sido adoptado o valor de 0,20 m (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). Cobertura Exterior Plana (Ganhos) - Laje de betão armado, camada de forma em argamassa de argila expandida, caixa de ar ventilada e drenada, isolamento térmico de poliestireno expandido (EPS), barreira de vapor em película de PVC, lajeta contínua armada de protecção do isolamento térmico, impermeabilização com telas betuminosas, rufos e capeamentos em chapa de zinco. Não foi possível verificar a espessura, tendo sido adoptado o valor de 0,20 m (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). 0,29 1,25 0,28 1,25 PAVIMENTOS da solução máximo regulamentar Pavimento Interior em Contacto com ENU (Arrecadação) - Laje de betão armado, caixa de pavimento preenchida com argila expandida, revestimento em pedra ou madeira. Não foi possível verificar a espessura, tendo sido adoptado o valor de 0,20 m (Descrição de acordo com a Ficha Técnica da Habitação). 1,89 1,25 PONTES TÉRMICAS PLANAS da solução máximo regulamentar 6. VÃOS ENVIDRAÇADOS Factor solar * da solução máximo regulamentar Vão simples inserido na fachada orientada a Sudeste, normalmente sombreado, em caixilharia metálica de correr, com corte térmico, sem classificação de permeabilidade ao ar, com vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vão simples inserido na fachada orientada a Noroeste e Sudeste, fortemente sombreado, em caixilharia metálica de correr, com corte térmico, sem classificação de permeabilidade ao ar, com vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vãos simples inseridos nas fachadas orientadas a Noroeste e Sudeste, fortemente sombreados, em caixilharia metálica de abrir, com corte térmico, sem classificação de permeabilidade ao ar, com vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vãos simples inseridos na fachada orientada a Noroeste, normalmente sombreados, em caixilharia metálica de abrir, com corte térmico, sem classificação de permeabilidade ao ar, com vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vãos simples inseridos na fachada orientada a Noroeste, normalmente sombreados, em vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vãos simples inseridos na fachada orientada a Sudeste, fortemente sombreados, em vidro duplo colorido (6mm+8mm), com lâmina de ar de 9 mm, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 3,01 W/m2.ºC. Vão simples inserido na fachada orientada a Noroeste, fortemente sombreados, em vidro simples fosco, sem protecção solar exterior, com coeficiente de transmissão térmica superficial (U) igual 4,50 W/m2.ºC. 0,7 0,56 Sugestões de medidas de melhoria associadas Proposta 1 Introdução de protecção solar interior nos vãos envidraçados orientados a Noroeste e Sudeste *Nota: Apenas vãos envidraçados com área superior a 5% da área útil de pavimento do espaço que servem, não orientados a Norte e considerando o(s) respectivo(s) dispositivo(s) de protecção 100% activos (portadas, persianas, estores, cortinas, etc.) 3/5

7. CLIMATIZAÇÃO SISTEMA(S) DE AQUECIMENTO Sistema de aquecimento através de caldeira abastecida a gasóleo, com uma potência térmica de 27,1 kw, eficiência a 30% da carga nominal de 91,3 %, interligada a radiores distribuidos pelas várias divisões que compõem a fracção. SISTEMA(S) DE ARREFECIMENTO Necessidades anuais de energia útil 11922,1 kwh/ano Necessidades anuais de energia útil ou considerada solução prevista na legislação especifíca ou informação técnica complementar 8. PREPARAÇÃO DE ÁGUAS QUENTES SANITÁRIAS (AQS) SISTEMAS CONVENCIONAIS (USAM ENERGIA NÃO RENOVÁVEL) Caldeira (Roca Laia GTX), abastecida a gasóleo, com uma potência térmica de 27,1 kw, eficiência a 30% da carga nominal de 91,3 %. As redes de distribuição de AQS, não se encontram isoladas termicamente. 9. SISTEMAS DE APROVEITAMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS SISTEMA DE COLECTORES SOLARES PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA QUENTE SANITÁRIA Energia fornecida pelo sistema Sugestões de medidas de melhoria associadas Proposta 2 Instalação de um sistema solar de aquecimento de AQS, composto por colectores solares planos perfazendo uma área de 5,00 m2, com certificação Solar Keymark ou Certif, o instalador dos mesmos é acreditado pela DGGE e deverá existir um contrato de manutenção mínimo de 6 anos. O depósito de acumulação deverá possuir 300 l de capacidade. OUTROS SISTEMAS DE APROVEITAMENTO DE FONTES DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Energia fornecida pelo sistema 10. VENTILAÇÃO Descrição dos principais elementos e da forma como se processa a ventilação A fracção autónoma tem ventilação natural. O edifício encontra-se na região A, com rugosidade II (periferia de zona urbana), com uma altura inferior a 10 m, sem dispositivos de admissão nas fachadas, caixilharia sem classificação. A porta de entrada do fogo encontra-se bem vedada e a área de vãos é superior a 15% da área útil do pavimento. Classe de Exposição II (pág. 2488 RCCTE). OBSERVAÇÕES E NOTAS AO PRESENTE CERTIFICADO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR O presente Certificado Energético e da Qualidade do Ar Interior refere-se a um imóvel Existente no âmbito do Sistema de Certificação Energética. Os valores máximos para os coeficientes de transmissão térmica indicados no certificado apenas são aplicados a novos edifícios e que, para os edifícios existentes, devem ser tomados como referência para efeitos de oportunidades de melhoria. Como informação complementar a este certificado foram elaborados um Relatório de Peritagem e um Estudo de Medidas de Melhoria. 4/5

O Perito Qualificado esteve presente no imóvel para efectuar a vistoria no dia 25/09/2010 entre as 10:30 e as 14:00. 5/5