VOLUME II Introdução e enquadramento

Documentos relacionados
Plano de Ordenamento do Parque Natural do Alvão

Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance

PLANO DE ORDENAMENTO DA PAISAGEM PROTEGIDA DO CORNO DO BICO. Programa de execução

Ordenamento do Espaço Rural

Plano de Ordenamento da Reserva Natural da Serra da Malcata

PLANO MUNICIPAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS ( ) CADERNOI INFORMAÇÃO DE BASE. Índice

Ciclo de Palestras ENCONTROS COM O ICNF

Case study. Integrar a Conservação da Biodiversidade no Modelo de Gestão Florestal BIODIVERSIDADE E CERTIFICAÇÃO FLORESTAL EMPRESA ENVOLVIMENTO

0 1 2 Km MAPA DO ENQUADRAMENTO GEOGRÁFICO DO MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO LIMITES ADMINISTRATIVOS ENQUADRAMENTO NACIONAL

Ordenamento e gestão do território Grandes empreendimentos obras públicas e construção sustentável

REGIÃO NORTE ÁREA METROPOLITANA DO PORTO REDE DE ÁREAS CLASSIFICADAS REDE DE PARQUES METROPOLITANOS anos de povoamento intenso

Plano de Pormenor da Praia Grande. Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território

Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico

O FENÓMENO DA DESERTIFICAÇÃO EM PORTUGAL CONTINENTAL

Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente

Utilização da COS no Município de LEIRIA. LUISA GONÇALVES

O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território

PAISAGEM E O.T. - DO VOLUNTARISMO À AÇÃO ORIENTADA

Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental

Planos de Ordenamento da Orla Costeira

Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios ÍNDICE ÍNDICE DE FIGURAS... 6 ÍNDICE DE QUADROS... 7 ÍNDICE DE GRÁFICOS...

Escola Secundária na Maia. Curso Profissional Técnico de Electrotecnia

Manutenção da Actividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas. Agro-Ambientais e Silvo-Ambientais

Relatório de Avaliação de Execução do PDM de VRSA em vigor

Seminário "Proteção do Solo e Combate à Desertificação: oportunidade para as regiões transfronteiriças"

Alterações Climáticas, Florestas e Biodiversidade

O SISTEMA DE PLANEAMENTO PORTUGUÊS Doutoramento em Arquitetura ULP

Recorrência de Incêndios Florestais: Concelho de Mondim de Basto

Estudos de Incidências Ambientais Projectos de Produção de Energia Eléctrica a partir de FER

PERFIL DE APRENDIZAGENS 7ºANO

Exemplos Práticos. do Ordenamento Florestal e do Planeamento da Defesa da Floresta Contra Incêndios na Revisão de PDMs da Região Centro

Ordenamento do território

OS SIG COMO SUPORTE À CARTOGRAFIA GEOLÓGICA E DE RISCOS

Planos Regionais de Ordenamento Florestal

No seguimento de uma estratégia definida pelo Município do Fundão para o concelho, despoletou-se o processo da Agenda 21 Local para o território

SUMÁRIO CONSTITUIÇÃO FEDERAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS ESCOLA BÁSICA 2/3 MARTIM DE FREITAS Ano letivo 2016/2017

É uma floresta de árvores originárias do próprio território. Neste caso, a floresta autóctone portuguesa é toda a floresta formada por árvores

Estudos iniciais. Definição do âmbito. Estudo de Impacte Ambiental Normas Técnicas

Os Recursos Geológicos na Região do Norte: Ambiente e Ordenamento do Território

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL

1. DEFINIÇÕES DAS CATEGORIAS DE AMEAÇA CONSTANTES NA NOVA REVISÃO DO LIVRO VERMELHO DOS VERTEBRADOS DE PORTUGAL (CABRAL et al.

Caracterização e Centro de Interpretação do Canhão Cársico de Ota Projeto 1ª fase: Caracterização e Plano de Ação. José Carlos Morais

Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhora e Senhores Membros do Governo

PROTEÇÃO DO ESPAÇO NATURAL

Agricultura e Alterações Climáticas em Portugal

Boas Práticas de Gestão Sustentável da Terra (GST) na Província do Huambo, Extensívo a Outros Locais do País Projecto ELISA

Revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa

Oleiros: floresta de oportunidades

BOLETIM MENSAL Nº 45 ABRIL DE VALONGO Parque das Serras do Porto

Agenda 21 Agricultura e Floresta. Seminário Temático O FUTURO DA AGRICULTURA, FLORESTA E DESPOVOAMENTO DA REGIÃO. Nordeste 21 PRÓXIMOS SEMINÁRIOS

SERVIÇO DOS ECOSSISTEMAS NAS CIDADES. biodiversidade e adaptação climática o serviço da qualidade de vida. Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro

Sumário. Abreviaturas Utilizadas nas Referências e nos Comentários CAPÍTULO I Princípios Fundamentais do Direito Ambiental...

Modelo n.º 1. Revisão do Plano Diretor Municipal do Seixal. Lisboa Península de Setúbal Seixal

PLANO REGIONAL DE ORDENAMENTO FLORESTAL DO NORDESTE

Geografia (7.º,8.º e 9.º anos)

Nortenatur Gestão e Conservação de Habitats de S. Mamede e Nisa Projecto Life Natureza nº LIFE04/NAT/PT/000214

Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente PLANO DE ORDENAMENTO DO PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS 5. PLANO OPERACIONAL DE GESTÃO

Elementos lineares / paisagem a integrar na área útil da parcela

Transcrição:

#$ VOLUME I RELATÓRIO SÍNTESE VOLUME II Introdução e enquadramento Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 - Enquadramento das Políticas e Instrumentos de Ordenamento Territorial VOLUME III PATRIMÓNIO NATURAL Capítulo 3 Elementos Biofísicos Capítulo 4 - Flora Capítulo 5 - Fauna Capítulo 6 - Paisagem VOLUME IV PATRIMÓNIO CULTURAL Capítulo 7 Património Arquitectónico e Urbanístico Capítulo 8 Património Etnográfico VOLUME V SÓCIO-ECONÓMIA E DESENVOLVIMENTO RURAL Capítulo 9 - Demografia Capítulo 10 Povoamento Capítulo 11 Sócio-Economia e Desenvolvimento Rural i

VOLUME III PATRIMÓNIO NATURAL CAPITULO 3 Elementos Biofísicos 3.1. Clima 1 3.2 Geologia 4 3.3 Geomorfologia 8 3.3.1 Altimetria e Hipsometria 8 3.3.2 Hidrografia 10 3.3.3 Declives e Exposições 11 3.4 Uso do Solo 13 3.6 Vegetação 15 CAPITULO 4 Flora 4.1 Introdução 16 4.2 Enquadramento Geográfico 16 4.3 Algumas características da Flora do Alvão 17 4.4 Bioclimatologia 17 4.5 Enquadramento Fitogeográfico e Fitossociológico 20 4.5.1 Sintaxonomia das Comunidades Vegetais 22 4.5.1.1 Vegetação Rupícola e/ou Fissurícola 22 4.5.1.2 Vegetação Arbustiva 23 4.5.1.3 Vegetação Arbórea 23 4.5.1.4 Vegetação Herbácea 26 4.6 Identificação e Caracterização das Unidades de Vegetação 27 4.6.1 Vegetação Rupícola e/ou Fissurícola 27 4.6.2 Vegetação Arbustiva 29 4.6.3 Bosque de Folhosas (carvalhais e vidoais) 30 4.6.4 Áreas Agrícolas (incluem os lameiros e os campos 31 agrícolas) 4.6.5 Turfeiras e Cervunais 33 4.6.6 Vegetação Ripícola (Galerias Ripícolas e Herbáceas 33 Higrófilas) 4.6.7 Vegetação Aquática 35 4.6.8 Povoamentos de Coníferas 35 4.6.9 Plantações de eucaliptos (Eucalyptus globulus) 36 4.7 Caracterização da Relevância 38 4.7.1 Metodologia 38 4.7.2 Valoração dos Habitats Naturais 42 4.7.2.1 Resultados da Valoração das Unidades de 43 Vegetação ii

4.7.3 Valoração Ecológica das Espécies (VEE) de flora 46 4.7.3.1 Resultados da Valoração Ecológica das Espécies 46 florísticas 4.7.4 Caracterização das Espécies de flora de Conservação 57 Prioritária para a área 4.7.5 Aplicação do Valor Florístico às Unidades de Vegetação 71 CAPÍTULO 5 Fauna 5.1 Introdução 73 5.2 Metodologia 73 5.2.1 Identificação dos Biótopos da Fauna 74 5.2.2 Valoração das Espécies de Vertebrados 74 5.2.3 Valoração Faunística dos Biótopos 78 5.3 Caracterização da fauna do Parque Natural do Alvão 79 5.3.1 Caracterização Faunística 79 5.3.1.1 Ictiofauna 81 5.3.1.2 Herpetofauna 82 5.3.1.3 Avifauna 83 5.3.1.4 Mamofauna 87 5.3.2 Caracterização da Relevância 93 5.3.2.1 Identificação dos biótopos da fauna 93 5.3.2.2 Valoração Ecológica das Espécies 97 5.3.2.3 Valoração dos Biótopos da fauna 100 5.3.2.4 Relevância dos biótopos da fauna 121 5.4 Conclusões 123 CAPÍTULO 6 Paisagem 6.1 Introdução 124 6.2 Metodologia 126 6.3 Unidades de Paisagem 128 6.4.Tipologias Homogéneas de Paisagem/ Unidades 130 Características de Paisagem 6.5 Zonas Homogéneas de Qualidade da Paisagem 140 6.5.1 Conceitos e Objectivos 140 6.5.2 Avaliação da Qualidade da Paisagem 141 6.6 Zonas Homogéneas de Fragilidade da Paisagem 151 6.6.1 Conceitos e Objectivos 151 6.6.2 Avaliação da Fragilidade da Paisagem 151 6.6.3 Síntese Preliminar da Fragilidade da Paisagem 154 6.7 Pontos Fortes e Pontos Fracos 158 6.7.1 Pontos Fortes 159 6.7.2 Pontos Fracos 160 Anexos do Capítulo 4 Anexos do Capítulo 5 iii

#%#$ & Figura 3.1 Carta de Hipsometria do PNAL 9 Figura 3.2 Modelo digital de terreno do PNAL 10 Figura 3.3 Carta de hidrografia do PNAL 11 Figura 3.4 Carta de declives do PNAL 12 Figura 3.5 Carta de exposições do PNAL 13 Figura 3.6 Carta de uso do solo do PNAL 14 Figura 3.7 Carta de Vegetação do PNAL de 2004 15 Figura 4.1 Pisos bioclimáticos da Península Ibérica 17 Figura 4.2 Localização da Região Mediterrânica e Eurosiberiana 19 Figura 4.3 Carta Biogeográfica de Portugal 20 Figura 5.1 Área de distribuição da gralha-de-bico-vermelho no PNAL 85 Figura 5.2 Área de ocorrência confirmada da toupeira-de-água no PNAL 88 Figura 5.3 Área de ocorrência confirmada do morcego-de-bigodes no PNAL 89 Figura 5.4 Área de ocorrência do Lobo na Região do Alvão 91 Figura 6.1 Metodologia da Caracterização da Paisagem 126 Figura 6.2 Unidades de Paisagem, segundo IDAD/ICN (1995) 127 Figura 6.3 Unidades de Paisagem, segundo Sarmento (2001) 128 Figura 6.4 Ribeira de Olo 142 Figura 6.5 Ribeira do Arnal 142 Figura 6.6 Lameiros 143 Figura 6.7 Áreas Agrícolas 143 Figura 6.8 Vidoal 144 Figura 6.9 Folhosas a compartimentar prados de lima 144 Figura 6.10 Lamas de Olo 145 Figura 6.11 Ermelo 145 Figura 6.12 Catedral do Arnal 146 Figura 6.13 Fisgas de Ermelo 146 Figura 6.14 Barragem Cimeira 148 #'& Tabela 3.1 Valores anuais de precipitação em Vila Real (2000 e 2003) 2 Tabela 3.2 Temperatura Média do Ar em Vila Real 3 Tabela 4.1 Caracterização climática e bioclimática das localidades no 18 Parque do Alvão Tabela 4.2 Classe de significância das Unidades de Vegetação 43 Tabela 4.3 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das 46 comunidades rupícolas e/ou fissurícolas Tabela 4.4 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das 47 comunidades arbustivas (Matagais) Tabela 4.5 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora do bosque de 50 folhosas (carvalhais, vidoais) Tabela 4.6 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das áreas 52 agrícolas (incluí os lameiros e campos agrícolas) iv

Tabela 4.7 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das turfeiras 53 e cervunais Tabela 4.8 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das 54 comunidades ripícolas Tabela 4.9 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora das 55 comunidades aquáticas Tabela 4.10 Valores Ecológicos das Espécies (VEE) de flora dos 55 povoamentos de coníferas Tabela 4.11 Classes de Significâncias das Comunidades Vegetais 56 identificadas Tabela 4.12 Classes finais de significância das Unidades de Vegetação 70 Tabela 5.1 Espécies com estatuto de conservação desfavorável 83 (SNPRCN, 1990) Tabela 5.2 Espécies incluídas em Convenções e Directivas comunitárias 84 Tabela 5.3 Espécies com estatuto de conservação desfavorável 86 (SNPRCN, 1990) Tabela 5.4 Espécies incluídas em Convenções e Directivas comunitárias 86 Tabela 5.5 Espécies definidas como de conservação prioritária para a 97 área Tabela 5.6 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo aquático e 102 ribeirinho Sistema Lótico Tabela 5.7 Valor Ecológico das Espécies de fauna do Biótopo aquático e 105 ribeirinho sistemas lênticos Tabela 5.8 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo rupícola 107 Tabela 5.9 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo terrenos 109 de Uso Agrícola Tabela 5.10 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo matagais 112 Tabela 5.11 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo turfeiras 114 Tabela 5.12 Valor Ecológico das Espécies de Fauna do Biótopo bosque 116 de folhosas Tabela 5.13 Valorização Ecológica das Espécies de Fauna do Biótopo 117 plantações de coníferas Tabela 5.14 Valorização Ecológica das Espécies de Fauna do Biótopo 119 plantações de eucaliptos Tabela 5.15 Níveis de relevância dos biótopos da fauna 120 Tabela 6.1 Tipologias Homogéneas de Paisagem 130 Tabela 6.2 Avaliação da Qualidade da Paisagem 141 Tabela 6.3 Avaliação da Fragilidade da Paisagem 151 Tabela 6.4 Avaliação Preliminar da Fragilidade da Paisagem 153 v

#$ (%#& Gráfico 3.1 Quantidade de precipitação mensal em 2002/03 3 Gráfico 3.2 Quantidade de precipitação mensal em 2001/02 3 Gráfico 3.3 Quantidade de precipitação mensal em 2000/01 3 Gráfico 5.1 Riqueza específica por grupo faunístico para a área do PNAL 79 Gráfico 5.2 Riqueza específica total e número de espécies de 98 conservação prioritária por grupo faunístico no PNAL Gráfico 5.3 N.º de espécies por biótopo 99 Gráfico 5.4 Valor faunístico dos biótopos 99 Gráfico 5.5 Percentagem de espécies prioritárias por biótopo 100 # & Carta 3.1 Carta de Geologia do PNAL 7 Carta 4.1 Unidades de Vegetação 36 Carta 4.2 Significância das Unidades de Vegetação 71 Carta 5.1 Biótopos da Fauna 95 Carta 5.2 Relevância dos Biótopos da Fauna 121 Carta 6.1 Tipologias Homogéneas de Paisagem 138 Carta 6.2 Zonas Homogéneas de Qualidade da Paisagem 149 Carta 6.3 Zonas Homogéneas de Fragilidade da Paisagem 152 vi

&#$& #$& AP CCDR DA DH EB EC ENCNB ENDS ER ICN IDAD INE IUCN LV PBH PDM PDTVD PIOT-ADV PNAL PNPOT PNPPFCI POA POPNAL PROF PROT PROZED SAU SNPRCN UA VC VEE VFB Áreas Protegidas Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Directiva das Aves Directiva Habitats Estatuto Biogeográfico Estatuto de Conservação Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável Estatuto Regional Instituto de Conservação da Natureza Instituto de Ambiente e Desenvolvimento Instituto Nacional de Estatística International Union for Conservation of Nature Estatuto no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal Plano de Bacia Hidrográfica Plano Director Municipal Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território do Alto Douro Vinhateiro Parque Natural do Alvão Plano Nacional de Ordenamento do Território Plano Nacional de Prevenção e Protecção da Floresta contra os Incêndios Florestais Plano Operacional do Ambiente Plano Ordenamento do Parque Natural do Alvão Plano Regional de Ordenamento Florestal Plano Regional de Ordenamento do Território Plano Regional de Ordenamento do Território da Zona Envolvente do Douro Superfície Agrícola Utilizada Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza Valor da Conservação Valor Ecológico das Espécies Valorização Faunística dos Biótopos vii