PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL VIGÊNCIA: MAIO DE 2015 à MAIO DE 2016. Empresa: LOIO SORVETES LTDA (FILIAL) Responsável Técnico: Dr. José Virgílio C. de Castro CRM: 604/AM Reg.13/177
P C M S O PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO (Período de Abrangência : 05/2015 à 05/2016) Empresa: LOIO SORVETES LTDA - FILIAL.
SUMÁRIO 1 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO... 5 2 APRESENTAÇÃO... 6 3 RISCOS AMBIENTAIS... 7 3.1 - Trabalhadores não expostos aos riscos ocupacionais previstos nos quadros I e II da NR 07... 7 3.2 - Trabalhadores expostos aos riscos ocupacionais previstos nos quadros I e II da NR 07... 7 4 EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS... 8 4.1- Exames médicos preconizados... 8 4.1.1 Exame issional... 9 4.1.2 Exame Periódico... 9 3.1.3 Exame Retorno ao Trabalho... 10 3.1.4 Exame Mudança de Função... 10 4.1.5 Exame Demissional... 10 5 EXAMES COMPLEMENTARES... 11 6 RESUMO DOS EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS... 12 7- ASO - ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL... 13 7.1 - O ASO deverá conter no mínimo:... 13 7.4 - Modelo do ASO... 14 8 PRIMEIROS SOCORROS... 15 9 PROGRAMAS DE PREVENÇÃO... 15 9.1 Programa de Conservação Auditiva PCA... 15 9.2 - Controle das colaboradoras grávidas... 16 9.3 - Gerenciamentos das Lesões por Esforços Repetitivos (L.E.R.) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT)... 16 9.4 - Portadores de Doenças Potencialmente Incapacitantes... 16 10 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO CAT... 17 10.1 Fluxograma de agravos a saúde... 18 11 RELATÓRIO ANUAL DO PCMSO... 19 11.6 Modelo de Relatório Anual... 19 12 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES... 20 13- MEDIDAS PREVENCIONISTAS A SEREM ADOTADAS... 21 14 - VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO... 22
1 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO EMPRESA: LOIO SORVETES LTDA (FILIAL) C.N.P.J.: 34.502.161/0002-83 ENDEREÇO: AVENIDA CONSTATINO NERY N 1308 BAIRRO: SÃO GERALDO CIDADE / ESTADO: MANAUS - AM CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADE ECONÔMICA (CNAE): 47.29-6 ATIVIDADE PRINCIPAL: Comércio varejista de produtos alimentícios em geral GRAU DE RISCO: 2 Nº DE FUNCIONÁRIOS PREVISTOS: 07 funcionários HORÁRIO DE TRABALHO: 16h00min às 23h00min 5
2 APRESENTAÇÃO O Programa de Controle de Saúde Ocupacional PCMSO prioriza o atendimento dos interesses da saúde de todos os trabalhadores, a partir de método de estudo epidemiológico prevencionista, diante dos riscos ambientais a que se submetem, quando em atividade laborativa, a eles direta ou indiretamente expostos. O PCMSO possui extrema intimidade com o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA e a ele vincula a partir de interesses definidos pelas NR 07 e NR 09, da Portaria n.º 24 de 29/12/1994. É parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no campo da saúde dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR s. O referido programa deverá considerar as questões incidentes sobre o indivíduo e a coletividade de trabalhadores, privilegiando o instrumental clínico epidemiológico na abordagem da relação entre sua saúde e o trabalho. Este programa define regras, procedimentos, modelos de planilhas, formulários, ou seja, uma rotina preestabelecida adequada à realidade técnica, administrativa operacional de caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores. O programa tem periodicidade anual, contendo os parâmetros mínimos e as diretrizes gerais, conforme são estabelecidos pela NR07 e devidamente adequados às necessidades da empresa, onde são classificados os funcionários da empresa, a partir de suas atividades, mapeamentos de riscos, medições ambientais, análises ergonômicas e análises de riscos físicos, químicos e biológicos. O PCMSO deverá obedecer a um planejamento em que estejam previstas as ações de saúde a serem executadas durante o ano de 2015/2016. 6
3 RISCOS AMBIENTAIS Consideram-se riscos ambientais os existentes nos locais de trabalho, que em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar dano à saúde do trabalhador. Classificam-se, segundo a legislação brasileira, em agentes químicos, físicos, biológicos, ergonômicos, mecânicos (acidentes). Todos os riscos inerentes às atividades exercidas serão apresentados no PPRA. 3.1 - Trabalhadores não expostos aos riscos ocupacionais previstos nos quadros I e II da NR 07 Enquadram-se neste grupo os trabalhadores que exercem suas atividades profissionais em ambientes de escritório, não expostos habitualmente aos riscos ou situações de trabalho que impliquem no desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional. A investigação da saúde desses trabalhadores será através da avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional, exame físico e mental, de acordo com a seguinte periodicidade: a) Semestral para trabalhadores que laborem em setores considerados de riscos. b) Anual, para trabalhadores menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade. c) A cada 2 anos, para trabalhadores entre 18 e 45 anos de idade. 3.2 - Trabalhadores expostos aos riscos ocupacionais previstos nos quadros I e II da NR 07 Neste grupo são enquadrados os trabalhadores que executam atividades em áreas que os exponham a algum risco ambiental identificado pelo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA (NR 09). Tais riscos ou situações de trabalho podem implicar no desencadeamento ou agravamento de doenças ocupacionais, ou ainda, aqueles que sejam portadores de doenças crônicas. A investigação da saúde desses trabalhadores será feita através de avaliação clínica realizada a cada ano, abrangendo anamnese ocupacional, exames físicos e mentais e dos exames complementares. 7
Obs.: I) Trabalhadores que executam suas atividades em área onde estão instaladas fontes radioativas e que pela natureza de suas atividades são dosimetrados, realizarão semestralmente Hemograma Completo. II) Trabalhadores que executam atividades que envolvam a fusão de chumbo, ou seja, são gerados vapores de chumbo, deverão ser submetidos semestralmente à dosagem de chumbo no sangue e na urina; III) Demais trabalhadores de acordo com análise individual. Periodicidade anual para todos os trabalhadores menores de 18 e maiores de 45 anos. Periodicidade bienal para todos os trabalhadores com idade entre 18 e 45 anos não enquadrados nas condições anteriormente estabelecidas. 4 EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS 4.1- Exames médicos preconizados Os Marcadores biológicos, exames médicos exigidos pela NR 07 e demais exames complementares indicados pelo médico coordenador, serão solicitados de acordo com análise clínica, caso a caso; levando-se em conta os levantamentos ambientais realizados, suas sugestões e demais recomendações pertinentes emitidas pela Associação Médica Brasileira. O que significa dizer que poderá haver a inclusão de alguns tipos de exames, bem como a exceção ou dilatação da periodicidade de outros. São esses os exames médicos obrigatórios: issional. Periódico. Retorno ao Trabalho. Mudança de Função Demissional. 8
4.1.1 Exame issional O exame médico admissional será realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades na empresa, investigando, sobretudo, a capacidade física e emocional do candidato frente às tarefas peculiares ao cargo que irá exercer, de modo a poder cumprilas sem perigo para ele, para os demais trabalhadores e sem dano à propriedade. O exame médico admissional abrange anamnese ocupacional e exame físico e mental, acrescido dos exames complementares. 4.1.2 Exame Periódico Os exames médicos periódicos visam detectar, o mais precocemente possível, os desvios de saúde do trabalhador, antes mesmo do aparecimento de manifestações clínicas, permitindo a correção dos fatores que tenham contribuído para a sua instalação. O exame médico periódico deverá ser realizado de acordo com os intervalos mínimos de tempo abaixo discriminados: a) para trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem no desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos: a.1) a cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho; a.2) de acordo com a periodicidade especificada no anexo nº 6 da NR 15, para os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas; b) para os demais trabalhadores: b.1) anual, quando menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade; b.2) a cada 2 anos, para os trabalhadores entre 18 anos e 45 anos de idade. 9
3.1.3 Exame Retorno ao Trabalho O exame médico do retorno ao trabalho deverá ser realizado obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho, de colaborador ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de doença ou acidente de trabalho, de natureza ocupacional ou não, e em caso de parto. Além da avaliação clínica e anamnese funcional poderá ser incluído a realização de procedimentos médicos adequados a sua função, quando indicados pelo médico coordenador. 3.1.4 Exame Mudança de Função O exame médico de mudança de função deverá ser realizado obrigatoriamente antes da data da mudança, entendida como toda e qualquer alteração de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique na exposição do trabalhador a riscos diferentes daqueles ao que estava exposto antes da mudança. Além da avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional física e mental, a rotina de investigação da saúde do trabalhador deverá incluir a realização dos procedimentos médicos adequados à sua capacitação para o trabalho frente aos riscos ocupacionais da nova função. 4.1.5 Exame Demissional O exame médico demissional será realizado obrigatoriamente até a data de homologação, desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado há mais de: 135 (cento e trinta e cinco) dias para as empresas de grau de risco 1 e 2, segundo o Quadro 1 da NR 04; 90 (noventa) dias para empresas de grau de risco 3 e 4, segundo o Quadro 1 da NR 04; A investigação da saúde do trabalhador demitido deverá incluir avaliações clínicas, abrangendo anamnese ocupacional e exame físico e mental. 10
Não deverá ser excluída a possibilidade do médico coordenador do PCMSO necessitar recorrer a outros procedimentos médicos, que não estejam contempladas nestas instruções, principalmente para atestar com segurança a rigidez mental do trabalhador no momento do seu desligamento. 5 EXAMES COMPLEMENTARES Em cada uma das oportunidades mencionadas anteriormente, serão realizados os exames previstos, pelo médico coordenador, em tabela confeccionada por setor, exame físico geral e exame mental, bem como outros complementares a seu critério. 5.1 - Os empregados que apresentarem doenças crônicas deverão ter seus históricos clínicos investigados e em decorrência, serão tomados procedimentos específicos a critério do médico coordenador do programa. 5.2 - Na composição dos exames realizados, deverão ser considerados os critérios de nível de ação propostos pelo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA, que determina as ações de controle a serem implementados quando os valores de avaliações ambientais ultrapassarem o limite de tolerância do agente analisado. Obs.: O exame Audiométrico será realizado, no mínimo, no momento da admissão e no 6º mês após a mesma, depois anualmente. 11
6 RESUMO DOS EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS PROGRAMAÇÃO COM OS EXAMES MÉDICOS A SEREM REALIZADOS, DE ACORDO COM O TIPO DE EXAME: TIPO DE EXAME QUEM FARÁ (CLIENTELA) COMO SERÁ AGENDADO QUANDO SERÁ REALIZADO (OPORTUNIDADE) PROCEDIMENTO MÉDICO issional Candidato a emprego Por encaminhamento do recrutamento e seleção Antes da issão Anamnese clínico ocupacional. Exame complementar à função pretendida. Anamnese direcionada para Periódico Todos os trabalhadores da empresa Por convocação do serviço médico ocupacional Conforme anexo B deste PCMSO possíveis alterações ocorridas no período. Exames complementares necessários conforme Anexo C. Anamnese direcionada à Demissional Todos os trabalhadores desligados da empresa Por encaminhamento do setor de pessoal Será realizado obrigatoriamente até a data de homologação. queixa de possível doença ocupacional. Exame clínico geral. Exames complementares conforme Anexo C Todo trabalhador Anamnese direcionada à que na Por solicitação da detecção de doenças que Mudança de transferência de gerência ou Antes da mudança possam ser agravadas pelo função função venha expor supervisores dos da função exercício da nova função. a risco diferente da setores. Exames complementares função anterior. conforme Anexo C. Todo trabalhador que esteve ausente por período igual Retorno ao trabalho ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de doença ou acidente, de Por encaminhamento do setor de pessoal No primeiro dia do retorno Anamnese dirigida à causa do afastamento do trabalho. Exame clínico geral. natureza ocupacional ou não, ou parto. 12
7- ASO - ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL Para cada exame médico realizado, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) em duas vias: A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obra, à disposição da fiscalização do trabalho. A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo da primeira via. 7.1 - O ASO deverá conter no mínimo: a) nome completo do trabalhador, o número de registro de sua identidade, e sua função; b) os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho - SSST; c) indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os exames complementares e a data em que forem realizados; d) o nome do médico coordenador, quando houver, com respectivo CRM; e) definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exercer ou exerceu; f) nome do médico encarregado, do exame e endereço ou alguma forma de contato; g) data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina CRM; 7.2 - Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registradas em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico coordenador do PCMSO; 7.3 - Os registros a que se refere o item 7.2 deverão ser mantidos por período mínimo de 20 (vinte) anos após o desligamento do trabalhador. 13
7.4 - Modelo do ASO 14
8 PRIMEIROS SOCORROS Manter no estabelecimento material, instrumentos e medicamentos necessários a prestação de primeiros socorros considerando as características da atividade desenvolvida; mantê-los guardados em local adequado e aos cuidados de pessoas treinadas para esse fim. A título de sugestão recomenda-se que a caixa de primeiros socorros não permaneça trancada para facilidade de seu manuseio e que contenha: a) Instrumentos: termômetro, tesoura e pinça. b) Material para curativo: luvas, algodão hidrófilo, gaze esterilizada, esparadrapo, ataduras de crepe, caixa de curativo adesivo. c) Os antissépticos: solução de iodo, solução de timerosal, água oxigenada volume 10, álcool, éter e água boricada. 9 PROGRAMAS DE PREVENÇÃO 9.1 Programa de Conservação Auditiva PCA Um Programa de Conservação Auditiva (PCA) tem como principal objetivo proteger a saúde auditiva do trabalhador exposto ao nível de pressão sonora igual ou superior a 85dB (A). No esforço de alcançar este objetivo, muitas ações devem ser organizadas e adequadamente planejadas e coordenadas. Como co-produtos deste objetivo, outras metas são alcançadas quando o PCA é eficiente e eficaz, como: satisfação e moral elevada dos trabalhadores; baixo risco de processos trabalhistas e civis; melhoria da qualidade dos produtos e serviços; redução dos acidentes do trabalho; aumento da produtividade; harmonia trabalhista e sindical; etc. O PCA tem a sua estrutura baseada na identificação, na qualificação das perdas auditivas, visando sua prevenção e evitando o agravamento das perdas já existentes, permitindo ainda o estabelecimento do nexo causal, que leva à identificação dos métodos de controle. 9.1.1 - São elementos do PCA: o reconhecimento do risco, a avaliação dos trabalhadores, o controle da exposição e seu acompanhamento. 15
9.2 - Controle das colaboradoras grávidas Considerando a peculiaridade de riscos decorrentes de exposições ocupacionais de mulheres grávidas ou dos conceptos dessas empregadas a certas substâncias, compostos ou produtos químicos além de outros riscos físicos, biológicos e ergonômicos, o controle será individual analisando-se caso a caso e tomando-se medidas necessárias na valorização do concepto e também na saúde da mãe. 9.3 - Gerenciamentos das Lesões por Esforços Repetitivos (L.E.R.) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) O gerenciamento será feito através da prevenção da doença abordando principalmente a ergonomia no trabalho. A nossa responsabilidade é junto ao trabalhador promovendo na medida do possível rodízio, mudança do horário, ginástica preparatória e compensatória, agrupamento de várias funções em células com ciclos mais longos prevenindo as lesões. 9.4 - Portadores de Doenças Potencialmente Incapacitantes Reconhecendo que a preservação da saúde de todos passa por um rigoroso critério de disciplina e que atualmente se pode estabelecer um diagnóstico precoce de grande parte das patologias conhecidas, a empresa optou pelas seguintes doenças sistêmicas para utilizar dentro do programa de incentivo à prevenção desses problemas. Hipertensão arterial sistêmica; Diabetes; Epilepsia; Asma brônquica; Câncer ginecológico; Patologia de coluna vertebral. A todas elas, o serviço médico da empresa, dedicará especial atenção, considerando o aspecto preventivo. 16
A fase de tratamento passa pela integração de cada paciente, como participante de um sistema comunitário de quem ele faz parte, como um dos elementos que, mais tarde, auxiliará na divulgação dos resultados de sua saúde, como forma de incentivo do programa. 10 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO CAT Sendo constatada a ocorrência ou agravamento de doenças profissionais, através de exames médicos que incluam os definidos na NR 07; ou sendo verificadas alterações que revelam qualquer tipo de disfunção de órgão ou sistema biológico, através dos exames constantes do quadro I (apenas aqueles com interpretação SC) e II, e do ltem 7.4.2.3 da NR 07, mesmo sem sintomatologia, caberá ao médico coordenador ou encarregado: a) solicitar à empresa a emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho CAT; b) indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do trabalho; c) encaminhar o trabalhador à Previdência Social para estabelecimento de nexo causal, avaliação de incapacidade e definição da conduta previdenciária em relação ao trabalho. d) orientar o empregador quanto à necessidade - adoção de medidas de controle no ambiente de trabalho. 17
10.1 Fluxograma de agravos a saúde 18
11 RELATÓRIO ANUAL DO PCMSO 11.1 - O PCMSO deverá obedecer a um planejamento em que estejam previstas as ações de saúde a serem executadas durante o ano, devendo esta ser objeto de relatório anual. 11.2 - O relatório anual deverá discriminar o número, a natureza dos exames médicos, incluindo avaliações clínicas e exames complementares, estatísticas de resultados considerados anormais, assim como o planejamento para o próximo ano, tomando como base o modelo proposto no Quadro III da NR 07. 11.3 - O relatório anual deverá ser apresentado, discutido na CIPA, quando existente na empresa, de acordo com a NR-05, sendo sua cópia anexada no livro de atas daquela Comissão. 11.4 - Poderá ser armazenado na forma de arquivo informatizado, desde que propicie o imediato acesso por parte do agente da inspeção do trabalho do MTE. 11.5 - As empresas desobrigadas de indicarem médico coordenador ficam dispensadas de elaborar o relatório anual. 11.6 Modelo de Relatório Anual Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Estatística de Exames Estatística Anual de Exames Volume Resultados Resultados Percentuais Previsão SETOR: Realizado Normais Anormais Anormais Próximo Ano Exames Total do Setor 19
12 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 2015 2016 Descrição MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR Exames issionais Exames Periódicos Exames de Mudança de Função Exames de Retorno ao Trabalho Exames Complementares Renovação PCMSO Relatório Anual do PCMSO PROGRAMAS QUALIDADE DE VIDA Palestras / Educativas DST/ AIDS. Tabagismo/ Alcoolismo Prevenção de Câncer e Qualidade de Vida ANUAL ESPORÁDICO PROGRAMADO REALIZADO Clinico: Realizado no exame issional, Periódico, Demissional e Mudança de Função. O Exame Clínico quando menor de 18 e maior de 45 anos devem ser realizados anualmente. A cada dois anos quando for entre 18 e 45. Audiometria: O Exame Audiométrico será realizado, no mínimo, no momento da admissão e no 6 mês após a mesma, depois anualmente. 20
13- MEDIDAS PREVENCIONISTAS A SEREM ADOTADAS MEDIDAS PREVENCIONISTAS A SEREM ADOTADAS 1- Tornar obrigatório o uso de protetor auricular nos locais com níveis de Pressão Sonora acima de 85 db(a), quando possível. 2- Fazer estudo no sentido de eliminar o desconforto térmico nos locais que este se faz presente; 3- Manter os órgãos governamentais informados conforme regem as NR's dos funcionários portadores de lesão de esforços repetitivos. 4- Adequar ao posto de trabalho todos os funcionários portadores de necessidades especiais conforme decreto n.º 3.298, de 20 de Dezembro de 1999. 5- Promover vigilância constante sobre os riscos de acidentes dos trabalhadores nas áreas de risco. 6- Promover palestras elucidativas quando se fizerem necessárias. 8- Adequar este PCMSO sempre que seja necessário com adaptações ou acréscimos mediante as necessidades que se fizerem presentes. Manaus, Maio de 2015. Programa elaborado por Dr. José Virgílio C. de Castro CRM: 604/AM. Responsável pela empresa 21
14 - VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso. IDADE VACINAS DOSES DOENÇAS EVITADAS dt(1) 1ª dose Contra Difteria e Tétano A partir de 20 anos 2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano 4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano FA (2) Dose inicial Contra Febre Amarela SR e/ou SCR Contra Sarampo, Caxumba Dose única (3) e Rubéola dt 2ª dose Contra Difteria e Tétano Hepatite A 1ª dose Contra Hepatite A dt 3ª dose Contra Difteria e Tétano 6 meses após a 1ª dose Hepatite A 2ª dose Contra Hepatite A a cada 10 anos por toda a vida dt(4) Reforço Contra Difteria e Tétano FA Reforço Contra Febre Amarela TODAS Influenza (5) Dose anual Pneumococo Dose única (6) Contra Influenza ou Gripe Contra Pneumonia causada pelo pneumococo (1) A partir dos 20 (vinte) anos, gestante, não gestante, homens e idosos que não tiverem comprovação de vacinação anterior, seguir o esquema acima de 3 doses. Apresentando documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias. (2) Adulto/idoso que resida que irá viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, M S, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem. (3) A vacina dupla viral - SR (Sarampo e Rubéola) e/ou a vacina tríplice viral - SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos que não tiverem comprovação de vacinação anterior e em homens até 39 (trinta e nove) anos. (4) Mulher grávida que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 05 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. Em caso de ferimentos graves em adultos, a dose de reforço deverá ser antecipada para cinco anos após a última dose. (5) As vacinas contra Influenza são oferecidas anualmente durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso. (6) A vacina contra pneumococos é aplicada durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso nos indivíduos que convivem em instituições fechadas, tais como casas geriátricas, hospitais, asilos e casas de repouso, com apenas um reforço cinco anos após a dose inicial. 22
Anexo A DISTRIBUIÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS POR SETOR, FUNCÃO, SEXO E FAIXA ETÁRIA A EMPRESA CONTA NO INÍCIO DESTE PROGRAMA COM O SEGUINTE QUADRO SETOR FUNÇÃO Nº DE FUNCIONÁRIOS MASCULINO FEMININO MENOR 45 MAIOR 45 VENDAS BALCONISTA 3 2 3 2 OP DE CAIXA 0 2 2 0 SERVIÇOS GERAIS 0 0 0 0 TOTAL DO SETOR 3 4 5 2 TOTAL GERAL DOS GRUPOS 3 4 5 2 TOTAL DA EMPRESA: 7 FUNCIONÁRIO(S) Página 1 do Anexo A.
Anexo B PERIODICIDADE DE EXAMES MÉDICOS DOS FUNCIONÁRIOS POR SETOR, FUNCÃO, NOME Os exames médicos periódicos, incluindo avaliação clínica e registro das conclusões e medidas aplicadas, serão obrigatoriamente realizados com a seguinte periodicidade, como segue. SETOR FUNÇÃO FUNCIONÁRIO PERIODICIDADE VENDAS BALCONISTA 00000006 - NADIR DA COSTA FREITAS 12 Meses 00000085 - JOSE RIBAMAR LEITE DE OLIVEIRA 24 Meses 00000089 - SULENE BATISTA DO NASCIMENTO 24 Meses 00000091 - MARIA LAZITA BATALHA PINTO 12 Meses 00000092 - WERYCKSON DOUGLAS DE SOUZA MENDES 24 Meses TOTAL DA FUNÇÃO: 5 OP DE CAIXA 00000077 - NUBIA MARCIA CARDOSO 24 Meses 00000093 - CRISTIANE DO CARMO PINTO DA MOTA 24 Meses TOTAL DA FUNÇÃO: 2 SERVIÇOS GERAIS Não ha funcionário cadastrado neste setor para esta função. 12 Meses TOTAL DA FUNÇÃO: 0 TOTAL DO SETOR: 7 TOTAL DA EMPRESA: 7 Página 1 do Anexo B.
Anexo C PERIODICIDADE DE EXAMES COMPLEMENTARES POR SETOR E FUNÇÃO Os exames médicos complementares devem ser realizados em função dos riscos ocupacionais a que o trabalhador está exposto nas funcões dos setores abaixo indicados, com a seguinte periodicidade: Setor: VENDAS Periodicidade Função: BALCONISTA Exames do Funcionário: JOSE RIBAMAR LEITE DE OLIVEIRA Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL Exames do Funcionário: MARIA LAZITA BATALHA PINTO Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL Exames do Funcionário: NADIR DA COSTA FREITAS Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL Exames do Funcionário: SULENE BATISTA DO NASCIMENTO Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO Raio x de Coluna Lombo Sacra URINA TIPO I (EAS) VDRL /6/12 Meses /6/12 Meses /12Meses/Dem /12Meses/Dem /12Meses/Dem /6/12 Meses /12Meses/Dem /12Meses/Dem /12Meses/Dem /6/12 Meses Exames do Funcionário: WERYCKSON DOUGLAS DE SOUZA MENDES Página 1 do Anexo C.
Periodicidade Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL /6/12 Meses Função: OP DE CAIXA Exames do Funcionário: CRISTIANE DO CARMO PINTO DA MOTA Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL Exames do Funcionário: NUBIA MARCIA CARDOSO Audiometria tonal via aérea frequências: 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000, e 8000 Hz freq EPF Grupo sanguineo ABO HEMOGRAMA COMPLETO URINA TIPO I (EAS) VDRL /6/12 Meses /6/12 Meses Página 2 do Anexo C.
Anexo D EXPOSIÇÃO A RISCOS POR SETOR E FUNÇÃO A descrição das atividades desempenhadas nas diversas funções estão devidamente escritas no PPRA desta empresa, a representação a seguir trata dos graus de riscos ocupacionais existentes. SETOR FUNÇÃO RISCOS VENDAS BALCONISTA Grupo: 1 - Riscos Físicos : OP DE CAIXA Grupo: 1 - Riscos Físicos : SERVIÇOS GERAIS Grupo: 3 - Riscos Biológicos : Grupo: 1 - Riscos Físicos : Grupo: 2 - Riscos Químicos : Ruídos; Ruídos; Bactérias, parasita, protozoários, e outros.; Ruídos; Água sanitária, sabão em pó, desinfetante e detergente.; Página 1 do Anexo D.
Anexo E EXPOSIÇÃO A RISCOS POR FUNCIONÁRIO A descrição das atividades desempenhadas nas diversas funções estão devidamente escritas no PPRA desta empresa, a representação a seguir trata dos graus de riscos ocupacionais existentes. Setor: VENDAS Função: BALCONISTA Funcionário: JOSE RIBAMAR LEITE DE OLIVEIRA Matricula: 85 Riscos Físicos Ruídos Funcionário: MARIA LAZITA BATALHA PINTO Matricula: 91 Riscos Físicos Ruídos Funcionário: NADIR DA COSTA FREITAS Matricula: 6 Riscos Físicos Ruídos Funcionário: SULENE BATISTA DO NASCIMENTO Matricula: 89 Riscos Físicos Ruídos Funcionário: WERYCKSON DOUGLAS DE SOUZA MENDES Matricula: 92 Riscos Físicos Ruídos Função: OP DE CAIXA Funcionário: CRISTIANE DO CARMO PINTO DA MOTA Matricula: 93 Riscos Físicos Ruídos Funcionário: NUBIA MARCIA CARDOSO Matricula: 77 Riscos Físicos Ruídos Função: SERVIÇOS GERAIS Funcionário: Não ha funcionário cadastrado neste setor para esta função. Riscos Biológicos Bactérias, parasita, protozoários, e outros. Riscos Físicos Ruídos Riscos Químicos Água sanitária, sabão em pó, desinfetante e detergente. Página 1 do Anexo E.