Aedes aegypti, Zika vírus e Microcefalia epidêmica ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS Alexandre Otavio Chieppe
Aedes aegypti Aedes albopictus
Indicadores Entomológicos LIRAa de outubro de 2015 Mapa: IIP para Aedes aegypti (OUT 2015) LEGENDA Satisfatório (46) Alerta (33) Risco (01) Não informado (12) NOROESTE N CENTRO SUL SERRANA NORTE MÉDIO PARAÍBA............ BAIXADA LITORÂNEA METROPOLITANA I METROPOLITANA II BAÍA DA ILHA GRANDE. Municípios que apresentaram pelo menos 01 estrato classificado como Risco (14)
Indicadores Entomológicos LIRAa de outubro de 2015 Mapa: IIP para Aedes albopictus (OUT 2015) LEGENDA Satisfatório (44) Alerta (03) Risco (0) Não informado (45) NOROESTE N CENTRO SUL SERRANA NORTE MÉDIO PARAÍBA BAIXADA LITORÂNEA METROPOLITANA I METROPOLITANA II BAÍA DA ILHA GRANDE
Indicadores Entomológicos LIRAa de outubro de 2015 Mapa: Presença Aedes aegypti e Aedes albopictus (OUT2015) N NOROESTE LEGENDA Com Aedes aegypti e Aedes albopictus (45) CENTRO SUL SERRANA NORTE MÉDIO PARAÍBA BAIXADA LITORÂNEA METROPOLITANA I METROPOLITANA II BAÍA DA ILHA GRANDE
Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti e Aedes albopictus Dengue Encefalite Equina do Leste Encefalite Japonesa Potosi Tensaw Nodamura Oropuche Chikungunya Mayaro Febre do Vale Rift Febre do Rio Ross Encefalite de Saint Louis Febre do Nilo Ocidental Febre Amarela Febre do Zika Dengue Chikungunya Zika
Zika Vírus Arbovírus do gênero Flavivírus. Isolado em 1947 em Uganda. Vírus RNA com duas linhagens: Africana e Asiática. Os vírus mais próximos incluem Ilhéus, Rocio, vírus da encefalite de St. Louis, vírus da febre amarela, dengue, encefalite japonesa e vírus do Nilo Ocidental. 1952 - Primeiro isolamento em humanos em Uganda e Tanzânia Epidemias em 2007 na ilha de Yap na Micronésia e Gabão e 2013 na Polinésia Francesa
Ciclo silvestre: primatas não humanos são considerados reservatórios silvestres. Os principais vetores são os mosquitos do gênero Aedes, incluindo A. aegypti. Modo de transmissão: O principal modo de transmissão é por vetores. Transmissão Ocupacional, Perinatal e Sanguinea. Sexual? Casos sintomáticos: somente 18% das infecções humanas resultam em manifestações clínicas.
Febre do Zika Morbidade e mortalidade muito baixa na população geral Associada a aumento de casos de Síndrome de Guillain Barré Evidências de circulação do Zika vírus no estado do Rio de Janeiro desde junho de 2015 Até 80% das pessoas com vírus não desenvolvem sinais e sintomas da doença. Não há teste sorológico (IgM e IgG) disponível. Diagnóstico realizado através de biologia molecular (PCR) Sinais e sintomas semelhantes à dengue e Chikungunya
Zika x Microcefalia - Padrão de distribuição dos casos de microcefalia no nordeste apresentam características de dispersão e não indicam concentração espacial -Os primeiros meses de gestação das mulheres com crianças com microcefalia correspondem ao período de maior circulação do vírus Zika na região nordeste. -Mais de 60 gestantes com história de doença exantemática tiveram RN com microcefalia. -Alteração no padrão de ocorrências de microcefalia no SINASC. -Evidências na literatura de que o Zika vírus é neurotrópico. -Identificação do vírus Zika em líquido amniótico de duas gestantes com fetos com microcefalia.
2401 casos de microcefalia notificados em 549 municípios e 20 estados 29 Óbitos Distribuição espacial dos casos de Zika vírus no Brasil até 12/12/2015
Vigilância Epidemiológica da febre do Zika Vírus Notificação obrigatória de exantema em gestantes Notificação obrigatória de síndromes neurológicas agudas associadas a exantema Notificação obrigatória de microcefalia Unidades Sentinela de Zika vírus
Vigilância Epidemiológica da febre do Zika Vírus
Vigilância Epidemiológica da febre do Zika Vírus
Vigilância Epidemiológica da febre do Zika Vírus
17 exames já realizados, sendo 12 (70%) com resultado positivo para Zika vírus
Distribuição das Notificações de Síndrome Exantemática em Gestante por Município de Residência Queimados Pinheiral Paracambi Nova Iguaçu Niterói Nilópolis Miracema Mesquita Mendes Maricá Mangaratiba Magé Macaé Japeri Itaperuna Itaocara Itaguaí Itaboraí Iguaba Grande Duque de Caxias Cachoeiras de Macacu Cabo Frio Belford Roxo Barra Mansa Araruama Angra dos Reis 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 4 4 4 7 9 10 14 23 25 36 38 0 5 10 15 20 25 30 35 40
Casos de Microcefalia notificados no SINASC Estado do Rio de Janeiro (até 10/12/2015) 20 Média: 13,1 casos/ano 19 18 17 16 15 15 14 12 10 8 11 11 10 8 10 6 4 2 0 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Distribuição dos casos de Microcefalia segundo município/região de Residência
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