Elaborado por José Carlos de Andrade Visto Aprovado por José Francisco Campos Moreira Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 21/09/2005 - Emissão inicial 1 26/06/2006 2 3 Alterado a citação da norma ISO 9000 para revisão 2005 e conteúdo aplicado 2 19/01/2010 1. OBJETIVO Definir os procedimentos para montagem de instrumentação. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 3 Excluídos as referências para MQ-001, NBR ISO 9001:2000 e NBR ISO 9000:2005. Excluída a citação à ISO 9000:2005. PS-005 Projeto, Controle de Desenvolvimento de Serviços e Produtos. 3. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS MQ - Manual da Qualidade PS - Procedimento do Sistema RDQ - Relação de Documentos da Qualidade IT - Instrução Técnica PQ - Plano de Qualidade RD - Representante da Alta Direção SGQ - Sistema de Gestão da Qualidade COLAB - Colaboradores CAD - Conselho de Administração NA - Não Aplicável 4. RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES As responsabilidades e autoridades deste procedimento são conforme o quadro abaixo: Função Atividade GERENTE RD CAD COLAB. Preenchimento FCLMI, Anexo 2 PS-005 E-A - - E Preenchimento FCLR, Anexo 4 PS-005 E-A - - E Legenda: E - Elabora A - Aprova - Instalação de Instrumentação Página 1 de 11
5. METODOLOGIA 5.1 TRANSMISSORES 5.1.1 Geral A exatidão global de uma medida de temperatura depende de muitas variáveis. Embora o transmissor tenha um desempenho de alto nível, uma instalação adequada é necessária para aproveitar ao máximo os benefícios oferecidos. De todos os fatores que podem afetar a exatidão do transmissor, as condições ambientais são as mais difíceis de controlar. Entretanto, há maneiras de se reduzir os efeitos da temperatura, umidade e vibração. Os efeitos devido a mudanças de temperatura podem ser minimizados montando-se o transmissor em áreas protegidas de grandes mudanças ambientais. Em ambientes quentes, o transmissor deve ser instalado de forma a evitar ao máximo a exposição aos raios solares. Deve ser evitada a instalação próxima a linhas ou vasos sujeita a alta temperatura. Para medições, os sensores com dissipadores podem ser usados ou o sensor pode ser montado separado da carcaça do transmissor. Quando necessário, o uso de isolação térmica para proteger o transmissor de fontes de calor deve ser considerado. A umidade é inimiga dos circuitos eletrônicos. Em áreas com altos índices de umidade deve-se certificar da correta colocação dos anéis de vedação das tampas da carcaça. É bom procedimento evitar a retirada das tampas da carcaça no campo, pois cada retirada introduz mais umidade nos circuitos. O circuito eletrônico é revestido com um verniz à prova de umidade, mas exposições constantes podem comprometer esta proteção. Também é importante manter estas tampas fechadas, pois cada vez que elas são removidas, o meio corrosivo pode atacar as roscas da carcaça já que nesta parte não existe a proteção da pintura. Use fita de teflon ou vedante similar nas conexões elétricas para evitar a penetração de umidade. Erros na medição podem ser minimizados conectando o sensor tão próximo ao transmissor quanto possível e usando cabos apropriados. 5.1.2 Montagem O transmissor pode ser montado basicamente de dois modos: a) Separado do sensor, usando braçadeira de montagem opcional; b) Acoplado ao sensor. Usando a braçadeira, a montagem pode ser feita em várias posições, como mostra o anexo 1. Uma das entradas do eletroduto para conexão elétrica é usada para montar o sensor integral ao transmissor de temperatura (veja anexo 1). Para melhor visibilidade, o indicador pode ser rotacionado em passos de 90º. - Instalação de Instrumentação Página 2 de 11
Para acessar o display e a placa principal, remova a tampa do visor. Esta tampa pode ser travada pelo parafuso de trava da tampa. Para soltar a tampa rotacione o parafuso de trava no sentido horário, como mostra o anexo 2. 5.1.3 Ligação Elétrica Para acessar o bloco de ligação, remova a tampa sem visor próxima ao lado da carcaça. O processo para liberar a tampa é idêntico ao anterior, como mostra o anexo 3. 5.1.4 Áreas Perigosas O acesso dos cabos de sinal aos terminais de ligação pode ser feito por uma das passagens na carcaça, que podem ser conectadas a um eletroduto ou prensa-cabo. A passagem não utilizada deve ser vedada apropriadamente. Em áreas perigosas, que exigem equipamentos à prova de explosão, as tampas devem ser apertadas no mínimo com 8 voltas. Para evitar a entrada de umidade ou de gases corrosivos, aperte as tampas até sentir que o anel tipo O ring encostou na carcaça e dê mais um terço de volta (120º) para garantir a vedação. Trave as tampas através dos parafusos de trava. O acesso dos cabos de sinal aos terminais de ligação pode ser feito por uma das passagens à carcaça que podem ser conectadas a um eletroduto ou prensa-cabo. As roscas dos eletrodutos devem ser vedadas conforme método de vedação requerido pela área. A passagem não utilizada dever ser vedada com bujão e vedante apropriado. Não use tampão de plástico, que é usado para proteger as roscas dos flanges no transporte do equipamento. O anexo 4 mostra a correta instalação do eletroduto para evitar a penetração de água ou outra substância no interior da carcaça que possa causar problemas de funcionamento. 5.1.5 Instalação Elétrica Os bornes na parte superior marcados com (+) e (-) recebem a alimentação em corrente contínua. Os bornes inferiores marcados com os números de 1 a 4 servem para realizar os diferentes tipos de conexões possíveis dos sensores. Os terminais de teste e comunicação permitem, respectivamente, medir a corrente na malha sem abri-la, e comunicar com o transmissor. Para a medição da corrente, deve-se conectar um miliamperímetro entre os terminais - e + de Test.. Para a alimentação é recomendável o uso de cabos tipo par trançado. Obs: Não conecte a fonte de alimentação aos terminais do sensor (terminais 1, 2, 3 e 4). Evite o encaminhamento da fiação de sinal por rotas onde houver cabos de potência ou comutadores elétricos. A conexão como transmissor deve ser realizada conforme Anexo 6. - Instalação de Instrumentação Página 3 de 11
Para uma operação adequada, o configurador exige uma carga mínima de 250 Ohms entre ele e a fonte de alimentação. A conexão como controlador deve ser feita conforme Anexo 7. 6. REGISTROS APLICÁVEIS 6.1 FCLMI - Formulário do Check-List Montagem Industrial, Anexo 2 PS-005 - Projeto, Controle de Desenvolvimento de Serviços e Produtos. 7. ANEXOS 7.1 Anexo 1 Posições de montagem. 7.2 Anexo 2 Acesso ao display. 7.3 Anexo 3 Acesso ao bloco de ligação. 7.4 Anexo 4 Diagrama de instalação do eletroduto. 7.5 Anexo 5 Terminais. 7.6 Anexo 6 Conexão Operando como Transmissor. 7.7 Anexo 7 Conexão Operando como Controlador.. 7.8 Anexo 8 Ligação do Sensor.. - Instalação de Instrumentação Página 4 de 11
Anexo 1 Posições de montagem - Instalação de Instrumentação Página 5 de 11
Anexo 2 Acesso ao display - Instalação de Instrumentação Página 6 de 11
Anexo 3 Acesso ao bloco de ligação - Instalação de Instrumentação Página 7 de 11
Anexo 4 Diagrama de Instalação do Eletroduto - Instalação de Instrumentação Página 8 de 11
Anexo 5 Terminais - Instalação de Instrumentação Página 9 de 11
Anexo 6 Conexão operado como Transmissor - Instalação de Instrumentação Página 10 de 11
Anexo 7 Conexão operado como Controlador - Instalação de Instrumentação Página 11 de 11