CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTOR



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Transcrição:

1 de 11 10/16/aaaa 10:57 Caracterização do produtor Operações que compõe o sistema Recomendações técnicas Especificação dos coeficientes técnicos do sistema para um apiário de 20 colméias Equipamentos Doenças e parasitoses CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTOR Este sistema de produção destina-se a produtores que possuem bom nível de conhecimento em apicultura, acessíveis a inovações tecnológicas, podendo ser ou não proprietários de terra. Espera-se pela adoção deste sistema que a produção anual de mel, por colméia, seja de 50 quilogramas. Deve-se vender o mel centrifugado, e cada apiário ter de 15 a 20 colméias. OPERAÇÕES QUE COMPÕEM O SISTEMA 1. Posse da terra 2. Manejo 1.1. Localização do apiário 1.2. Flora apícola 1.3. Tipo de colméia 1.4. Colocação das colméias 2.1. Povoamento do apiário 2.2. Introdução de rainha 2.3. Manejo do apiário 3. Colheita do mel 4. Processamento 5. Distribuição dos equipamentos 6. Processamento da cera 6.1. Cera bruta 6.2. Cera alveolada 7. Equipamentos e indumentárias

2 de 11 10/16/aaaa 10:57 8. Alimentação artificial 9. Controle sanitário do apiário 10. Envasamento 11. Comercialização RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS 1. Posse da terra 1.1. Localização do apiário - situá-lo no meio rural, em terreno previamente limpo e ao abrigo de predadores (formigas, tatus, etc.) e de outras abelhas. O apiário deverá estar localizado: no mínimo, a 300 metros de qualquer habitação humana, animais e estradas movimentadas ; no máximo, a 300 metros de uma fonte de água corrente; 5 quilômetros de outro apiário. 1.2. Flora apícola - é necessário o aproveitamento de áreas reflorestadas, de fruteiras (citros, pessegueiros, macieiras, mangueiras, etc) e plantas silvestres em plena florada (assa-peixe, cambará, astrapéia, cordão-de-frade, mata-pasto, etc.). 1.3. Tipo de colméia - usar colméia tipo "Langstroh", composta de fundo ou assoalho, ninho, sobreninho, tampa, telhado individual e quadros ou caixilhos ( dez para cada ninho). As caixas ou colméias deverão ser pintadas com a primeira demão de zarcão ou similar e pintura final a óleo nas cores branca, azul, amarela ou verde-clara; cores que as abelhas distinguem melhor. As dimensões das caixas ou colméias encontram-se no anexo I. 1.4. Colocação das colméias - para evitar o ataque de predadores, nunca colocá-las diretamente no chão. Serão apoiadas em suportes individuais de madeira, ferro ou tijolo (anexo I). 2. Manejo 2.1. Povoamento do apiário - deverá ser feito por meio de enxames adquiridos, capturados ou desdobrados, até atingir o número de colméias preconizadas para aquela unidade. Adquirir enxames exclusivamente de apicultores idôneos, tendo-se ainda, o cuidado de certificar a presença da rainha nesses enxames. O enxame adquirido será formado de 4 quadros, sendo um com pólen e mel, 2 com cria e o último com cera alveolada, contendo uma população média de 10 mil indivíduos acondicionados na caixa de coleta e transporte, também chamada caixa núcleo, onde permanecerá até a transferência para a colméia definitiva. No caso de enxames desdobrados, procura-se escolher a melhor colméia, tendo-se como parâmetro a maior população, maior produtividade e menor agressividade.

3 de 11 10/16/aaaa 10:57 Os enxames encontrados em cupins, locas de pedras, oco de pau, árvores, telhado,etc., deverão ter suas rainhas trocadas, por outras selecionadas, tão logo estiverem na colméia definitiva. Com isso, evita-se introduzir no apiário linhagens de abelhas agressivas. 2.2. Introdução de rainha - quando houver necessidade de introdução de rainha, fazê-la com uma gaiola própria. Posteriormente, eliminar a gaiola de transporte assim como as operárias que acompanharem a rainha. É importante adquirir rainhas somente de produtores idôneos. 2.3. Manejo do apiário - fazer duas revisões anuais nos ninhos e revisões mensais nos sobreninhos (melgueiras ou alças), no período de produção, com finalidade de determinar o momento da colheita. A revisão nos ninhos consta de: verificação de existência de postura; substituição de quadros velhos ou defeituosos, caracterizados por enegrecimento do favo, alvéolos diminutos ou incompletos; introdução de quadros novos com cera alveolada que preencha todo o quadro; substituições eventuais de caixas e fundos estragados; prevenção de enxameação, caracterizado pela presença de realeiras. É importante a manutenção da limpeza da área do apiário a um raio de 10 metrôs, evitando-se o abrigo de predadores ou obstáculos à linha de vôo das abelhas. Antes de realizar qualquer atividade no apiário, preparar o esquema de fumaça, utilizando-se o fumegador e, como combustível, serragem grossa de madeira, trapos de algodão, sacos de aniagem, folhas secas, inclusive de eucalipto. Este procedimento, nas tarefas de manuseio da colméia, previne acidentes envolvendo a abelha e o apicultor. Apicultores habituados ao trato com as abelhas, às vezes, deixam de usar luvas, entretanto o seu uso é recomendado. 3. Colheita do mel - os favos completos e operculados são sinais indicadores de colheita e devem ser verificados na revisão dos sobreninhos. Nesse caso, retirar os quadros maduros, colocá-los em caixas de transporte e levá-los para o local de extração de mel. 4. Processamento - a sala para processamento do mel tem que ser higienicamente bem preparada e equipada de: tela de proteção nas janelas; piso impermeável e de fácil limpeza; água encanada; luz elétrica; ventilação adequada. 5. Distribuição dos equipamentos - dentro da sala, a distribuição dos equipamentos, abaixo relacionados, deverá obedecer o fluxo normal do processamento do mel: mesa para desoperculação; bandeja para coleta da cera desoperculada; faca e/ou garfo desoperculador; centrífuga (de 3 a 6 quadros);

4 de 11 10/16/aaaa 10:57 peneiras finas para filtrar o mel; depósitos para recolhimento do mel filtrado; depósitos maiores para decantação (100 litros) dotados com torneiras especiais, próprias para mel. 6. Processamento da cera 6.1. Cera bruta - a cera bruta é obtida de favos velhos, retirados nas revisões, do aproveitamento dos opérculos e das aparas de favos de enxames coletados. A cera extraída será, posteriormente, beneficiada, através da fusão por aquecimento em fogo brando ou derretedor solar, filtrada em saco do aniagem e colocada em formas. Nunca se deve misturar cera com parafina. 6.2. Cera alveolada - o apicultor poderá alveolar num cilindro próprio ou fazer a permuta com centros que alveolem cera, o que é mais recomendável. 7. Equipamentos e indumentárias - os equipamentos utilizados no apiário são: espátula ou formão, funegador e escova de cabo largo e cerdas finas, para retirar as abelhas dos favos podendo ser substituída por uns ramos de folhas miúdas: alecrim, etc. Sempre que tiver contato com as abelhas o apicultor deverá usar macacão, luva, véu do apicultor, chapéu e botas, de preferência, brancas. 8. Alimentação artificial - é recomendada somente em período crítico, mas deve ser evitada. O ideal é deixar sempre uma reserva de mel nos ninhos. 9. Controle sanitário do apiário - é feito, sistematicamente, durante as revisões ou quando houver alguma anormalidade aparente. O controle tem como objetivo evitar pragas, doenças e formigas. Em todas as revisões do ninho, deve-se dar atenção à incidência de traças e varroa jacobsoni. Além dessas parasitoses, podem ocorrer doenças de origem virótica e bacteriana cujo diagnóstico, controle e tratamento encontram-se no anexo II. 10. Envasamento - após todos os processos realizados, o mel será colocado em vasilhames próprios, higienicamente tratados e rotulados, usando-se selo de garantia. O envasamento pode ser feito em: vidros esterelizados ou plásticos virgens (o mel contido nesses recipientes pode ser líquido e/ou cristalizado, ou mel e favos juntos). em forma de favos, envelopados em plástico ou papel celofane. 11. Comercialização - o mel pode ser comercializado diretamente pelo produtor ou através de associações de classe. Ao atacadista, poderá ser vendido em latas de 18 litros. ESPECIFICAÇÃO DOS COEFICIENTES TÉCNICOS DO SISTEMA PARA UM APIÁRIO DE 20 COLMÉIAS MATERIAIS Colméia (fundo, ninho, 3 sobreninhos, tampa, 40 quadros de ninho e telha de amianto) Estaleiro individual

5 de 11 10/16/aaaa 10:57 Cera alveolada - 1,625 Kg/colméia Fulmegador Espátula Luva PVC Bota Garfo desoperculador Centrifugador (6 quadros) Chapéu e véu Macacões Tanques de decantação com torneira (capacidade para 200 litros) Vasilhame (de 1 litro cada) Rolhas Enxame SERVIÇOS Mão-de-obra no apiário - apicultor - auxiliar Mão-de-obra no processamento, limpeza em geral -auxiliar Transporte anual * depreciação das colméias e quadros * Tem como base uma vida útil de 5 anos. ud - unidade Kg - quilograma l - litro H/D - homem/dia

6 de 11 10/16/aaaa 10:57 COLMÉIA LANGSTROTH (ou Americana) aberta, mostrando os detalhes do seu interior. COLMÉIA OU CAIXA - é a casa onde as abelhas depositam o mel e se reproduzem. FAZEM PARTE DA CAIXA: a) O NINHO - que serve para desenvolver a família. b) SOBRENINHO - lugar destinado para as abelhas depositarem o mel. c) OS CAIXILHOS OU QUADROS - que protegem os favos e permitem examinar o interior da colméia, facilmente. - Ninho de colméia Langstroth (ou Americana).

7 de 11 10/16/aaaa 10:57 -Para estas medidas, a grossura das tábuas deve ser de 2 centímetros. Veja com atenção os detalhes (medidas em cm) - Medidas internas - Espessura das tábuas externas = 2 cm - Detalhe do encaixe dos quadros no Ninho

8 de 11 10/16/aaaa 10:57 - Detalhe da cabeceira dos ninhos. - Quadros tipo "Hoffman" de ninho e de colméia "Langstroth", montados com as medidas externas. EQUIPAMENTOS Centrífuga

9 de 11 10/16/aaaa 10:57 Fumegador Espátula Garfo Véu

10 de 11 10/16/aaaa 10:57 DOENÇAS E PARASITOSES - ANEXO II 1. DOENÇAS 1.1. Da cria CRIA PÚTRIDA EUROPÉIA CRIA ENSACADA Etiologia Streptococcus Vírus Grau de ataque Sério Pequeno de 5-25% da cria total Cor Há uma variação que vai da Amarela, parda-escura amarelada, à cinzenta, à parda Consistência da Mole Aquosa larva doente Cheiro Pouco intenso Nenhum Idade Ataca as larvas novas A partir do 2º. dia larval Contágio Por outras abelhas, o pólen e fezes Pelo mel Idade que morre Antes de ser operculada Depois de operculada Casta Operária, zangão e rainha Operárias, às vezes, rainhas e zangão Aparências dos Poucos furos Furados opérculos Tratamento Streptomicina e Terramicina. Profilático substituir os favos de cria. Profilático, substituir rainha por outra resistente. 1.2. Do Inseto Adulto PARALISIA NOSEMOSE Etiologia Vírus Protozoário Nosema apis vive na parede estomacal, interferindo na digestão. Sintomas Tremores, abdômen inchado, não voam, corpo desprovido de pêlos e fezes amare-ladas. A frente da colméia fica cheia de abelhas mortas. Diarréias, o fundo da colméia se apresenta muito sujo de fezes de cor branca-leitosa. A rainha, às vezes, suspende a postura. MAL-DE-OUTONO ACARIOSE Desconhecido (talvez envenenamento). Não voam se arrastam pelo chão. Língua de fora. Acarapis woodi se localiza na traquéia. Não voam se arrastam pelo chão, as asas parecem destroncadas.

11 de 11 10/16/aaaa 10:57 Tratamento 2. PARASITOSE Profilático seletivo Fumagilina Desconhecido Solução de Richard Frow VARROASIS A varroasis é uma doença parasitária das crias e das abelhas adultas. É provocada pelo ácaro Varroa jacobsoni oudemons, visível a olho nú. As fêmeas fecundadas colocam seus ovos, nas células da cria, que em oito dias chegam a inseto adulto. A fecundação da cria ocorre na própria célula e, quando a abelha sai da célula, já carrega junto de si de 1 a 7 fêmeas de varroa já fecundada. Esta infestação causa muitos danos às larvas e à abelha adulta. As larvas nascem defeituosas, e das abelhas adultas os ácaros sugam a hemolinfa, podendo estas perder, em duas horas, 48% do peso de seu corpo. Diagnóstico: Para localizar o ácaro na colméia, utilizar-se do seguinte processo. 1 frasco de boca larga de 500 ml; 200 ml de água; 3 ml de detergente diluído; mais ou menos 30 abelhas de um favo com cria. Apicultores habituados ao trato com as abelhas, às vezes, deixam de usar luva, entretanto, o seu uso é recomendado. Agita-se, durante algum tempo, e depois deixa-se descansar alguns instantes. As abelhas flutuam e o parasita se desprende e cai no fundo do frasco. Controle - é feito evitando-se a entrada de colméias e de rainhas contaminadas no apiário. Tratamento Existem vários medicamentos - como Fenotiazina, Dicofol, Tetradifon e outros. É bom lembrar que o ácaro se torna facilmente resistente. No caso de suspeita de acariose, é bom procurar os centros especializados. FALE COM O TÉCNICO DA EMATER