GEOBIOLOGIA E ONDAS DE FORMAS

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CADERNOS DE RADIESTESIA E GEOBIOLOGIA GEOBIOLOGIA E ONDAS DE FORMAS Autor: MARCOS ALVES DE ALMEIDA 0

GEOBIOLOGIA E ONDAS DE FORMAS Autor: Marcos Alves de Almeida ARTIGO EM QUATRO ATOS 1º. ATO. As ondas de formas ou devido às formas (Chaumery & Bélizal, Bélizal & Morel, Jean de La Foye e outros) devem ser compreendidas dentro do contexto da geobiologia. Deve-se ter claro o conceito dos campos físico, vital e espiritual. É importante distinguir os três campos. A geobiologia atua, fundamentalmente, nos campos físico e vital, sendo que o campo vital, mais sutil, envolve o campo físico. O campo espiritual envolve energias abstratas, mais sutis que as anteriores; portanto, antes de se estudar os campos vital e físico deve-se distinguir a ocorrência de disfunções energéticas nocivas nos locais, onde o geobiólogo irá trabalhar. Caso haja disfunções nocivas abstratas, associadas ao campo espiritual, deve-se identificá-las através da radiestesia cabalística ou outros meios, e providenciar a sua eliminação com profissionais especializados em atuar nesse campo de energia. As formas que emitem, ao mesmo tempo, nos três níveis são aparentemente despolarizadas, podendo, ainda, ser despolarizantes, causando desequilíbrios energéticos nos seres vivos (Jean De La Foye). "As ondas de formas puras se propagam no espaço como vibrações dirigidas e são, então, muito penetrantes, a ponto de parecer que não há suporte material inerte capaz de detê-las. Porém, da mesma forma que as ondas luminosas e um 1

prisma de cristal, podem-se desviar as ondas de formas com um prisma de madeira. Pode-se, também, concentrá-las com uma lente convexa de madeira, e refletilas sobre um espelho inclinado. Elas parecem obedecer, de certa forma, às leis da óptica, como se fossem raios luminosos sem fótons" (Jean De La Foye). "As ondas de formas, por analogia com as outras ondas vibratórias, sofrem as mesmas leis de reflexão, difração ou refração" (Belizal e Morel). As ondas de formas são invisíveis e penetrantes, com comprimentos de ondas que se aproximam dos da luz, emitidas por tudo o que tem forma, que libera energia. Encontram-se na natureza física, química, físico-química, biofísica, bioquímica, biológica, nas formas geométricas, enfim em tudo que existe no globo terrestre, quiçá no universo e têm enorme influência sobre a saúde dos seres vivos. São ondas microvibratórias que entram em ressonância com a célula viva, com efeitos nocivos ou benéficos, distinguí-las é a função da geobiologia. O subsolo, as rochas, as rupturas como fraturas, falhas, contatos geológicos, a água subterrânea em movimento, águas poluídas com gases tóxicos, águas de pântanos com putrefação vegetal, os edifícios e construções em geral, o mobiliário, os objetos de utensílios domésticos, as máquinas, os veículos, os aparelhos elétricos, os alimentos, as cores, os produtos químicos, as energias calóricas, acústicas, as geométricas, o alto e o baixo, o calor e o frio, o fechado e o aberto, tudo, então, emite ondas de formas. Algumas são nefastas, outras benéficas, a maioria difusa. 2

Tudo se resume à tríade, o positivo, o negativo e o neutro ou às forças ativa, passiva e neutra. Essas energias são espaciais e encontram-se nos eixos ortogonais x, y e z. Por ex., a força ativa representa a ação, a força passiva, a reação e a força neutra, o ponto, a linha, o plano ou o espaço onde ocorrem os fenômenos. Normalmente esse ponto é invisível, mas cada uma das forças pode mudar a sua energia em função da mudança de referencial: a força ativa é ativa em relação a um referencial, mas pode ser passiva ou neutra em relação a outro referencial. As ondas de formas são polarizadas (+/-) e apresentam freqüências e comprimentos de ondas variáveis. São diferenciadas em função do campo de forma onde atuam as ondas de formas. Nesse sentido a onda de forma pode apresentar potências diferentes em função do meio ambiente onde atuam as energias polarizadas. As energias difusas causam anomalias ou benefícios, pouco atuantes, não são motivos de preocupação. Por exemplo, a energia solar emite 100 wats por metro cúbico, uma potência capaz de destruir toda a vida terrestre, no entanto como a sua distribuição é difusa, não se concentrando em um único local, então a sua ação é benéfica. Mas se a polarizarmos, ou melhor, se colocarmos uma lente de aumento e concentrarmos a energia solar em um único local, todos nós sabemos o seu efeito destruidor. A luz do sol, concentrada, polarizada, em uma lente de aumento pode causar um incêndio e nós não suportamos o seu efeito nem por um segundo. Isso é o que significa polarizado, ou seja: a luz passar por um único local, ou a energia eletromagnética passar por uma única direção. Segundo Jean De La Foye, são necessários, o que parece à priori, três fatores polarizados para produzir uma onda de forma: um fluxo de energia orientado (agente ativo), um interceptor polarizado do fluxo (agente passivo) e a 3

gravitação (agente neutro), atuando em um plano virtual com inclinação variada em relação ao eixo da gravidade, perpendicular a Terra. A onda de forma se comporta como uma força vetorial e ocorre perpendicular ao fluxo de energia. As ondas de formas dependem fundamentalmente do campo magnético terrestre. Jean De La Foye Figura 1 Observa-se um fluxo de energia ao longo do corpo da pessoa, como exemplo somente, deitada em um plano qualquer, sendo que a energia flue do positivo para o negativo (agente ativo). Na vertical a atuação da gravidade constante (agente neutro). Se for colocado ou existir um interceptor polarizado positivo/negativo (agente passivo), gera na perpendicular do fluxo 4

uma onda de forma, direção de polarização (referente ao braço esquerdo esticado da pessoa). FIM DO 1º. ATO. Marcos Alves de Almeida (geomarcos@terra.com.br) 5