Capítulo 6 Conexões e configurações Antecipando etapas da montagem Neste capítulo vamos mostrar com detalhes as formas como são feitas diversas conexões e configurações que são realizadas durante a montagem do PC. Power Switch ATX Nos gabinetes AT existe um cabo que liga internamente a fonte de alimentação à chave liga-desliga. Nos gabinetes ATX, o botão liga-desliga não é ligado diretamente na fonte, e sim na placa de CPU, no ponto indicado como Power Switch. A figura 1 mostra o botão liga-desliga (power switch) de um gabinete ATX, e também o conector correspondente. O conector deve ser ligado na placa de CPU, de acordo com as instruções do seu manual. Figura 6.1 Botão liga-desliga de um gabinete ATX e o seu conector interno para ligar na placa de CPU.
6-2 Ligação da fonte na placa de CPU ATX Na figura 2 vemos a conexão da fonte de alimentação ATX, em uma placa de CPU ATX. Devido à diferença entre os formatos dos pinos é impossível fazer esta conexão de forma invertida. Figura 6.2 Conectando uma fonte de alimentação em uma placa de CPU ATX. A) Trava no conector da fonte B) Trava no conector da placa de CPU Ligação da fonte nos drives e disco rígido C) Para desencaixar os conectores, é preciso pressionar a trava no ponto indicado Essas conexões são as mesmas, tanto em fontes AT como em ATX. Na figura 3 vemos a conexão da fonte no disco rígido. Observe o tipo de conector da fonte que é usado nesta ligação. Normalmente as fontes possuem três ou mais desses conectores. Todos eles são idênticos, e você pode ligar qualquer um deles em qualquer dispositivo que possua este tipo de conector. O drive de CD-ROM utiliza o mesmo tipo de conector de alimentação. Figura 6.3 Conectando a fonte de alimentação no disco rígido Na figura 4 vemos o detalhe da ligação da fonte de alimentação em um drive de disquetes de 3½. Preste muita atenção nesta conexão, pois se você tentar encaixá-lo de cabeça para baixo, ou então deslocado para o lado, a conexão será feita, e quando você ligar o computador, o drive queimará.
6-3 Figura 6.4 Orientação correta da ligação do conector para drives de disquetes de 3½. Cabos flat Existe uma regra simples para fazer qualquer conexão de cabo flat: O fio vermelho do cabo flat deve ser encaixado no pino 1 do conector A figura 5 mostra a conexão de um cabo flat em um drive de disquetes de 3½. O fio vermelho deve ser alinhado com os pinos 1 e 2, que é o lado oposto ao dos pinos 33 e 34. Observe na figura a indicação 33, portanto ela deve ficar oposta ao fio vermelho. Figura 6.5 Ligando o cabo flat em um drive de disquetes de 3½. Na figura 6 vemos a conexão de um cabo flat IDE em um disco rígido. O fio vermelho deve ficar alinhado com o pino 1 do conector. A conexão do cabo flato no disco rígido é idêntica. Em ambos os casos, o pino 1 fica próximo ao conector de alimentação.
6-4 Figura 6.6 Conectando o cabo flat IDE no disco rígido. Também é preciso ligar os cabos nas suas interfaces, ou seja, nos conectores apropriados da placa de CPU. Também neste caso, o fio vermelho do cabo flat deve ficar alinhado com o pino 1 do conector. A posição do pino 1 é indicada na placa, ao lado do seu conector, ou então no seu manual. Figura 6.7 Conectores para drives de disquete e interfaces IDE em uma placa de CPU. O conector da interface para drives de disquete é um pouco mais curto que os conectores das interfaces IDE. Possui apenas 34 pinos. Os conectores IDE possuem 40 pinos (figura 7). Devemos ainda identificar qual das duas interfaces IDE é a primária, e qual é a secundária. Se não encontrarmos este indicação ao lado do próprio conector, basta consultar o manual da placa. Cooler
A figura 8 mostra a conexão para o cooler do processador em uma placa de CPU. O conector fêmea de 3 vias, que faz parte do ventilador, deve ser ligado ao conector macho de 3 vias, existente na placa de CPU. Figura 6.8 6-5 Ligando o cooler do processador na placa de CPU. Instalação de módulos DIMM Para encaixar o módulo DIMM, devemos posicioná-lo sobre o soquete, e forçá-lo para baixo com cuidado (figura 9). Quando o encaixe é feito, duas pequenas alças plásticas existentes no soquete são encaixadas em duas fendas nas laterais do módulo. Para retirá-lo basta forçar as alças laterais e o módulo levantará. Segure o módulo pelas bordas para não danificá-lo. Figura 6.9 Instalando um módulo DIMM.
6-6 Figura 6.10 Extraindo um módulo DIMM. Encaixando e retirando placas de expansão Para encaixar uma placa de expansão, alinhe-a sobre o slot e aplique movimentos alternados até que fique totalmente encaixada (figura 11). Feito isto devemos fixá-la no gabinete através de um parafuso. Para retirar a placa, devemos puxá-la em movimentos alternados. Devemos ter cuidado para não tocar com as mãos, os circuitos da placa que está sendo retirada. Figura 6.11 Instalando uma placa de expansão em um slot. Encaixando o processador no soquete ZIF Antes de mais nada, devemos evitar a todo custo, tocar nas perninhas do processador, caso contrário poderemos danificá-lo com eletricidade estática. A figura 12 mostra a instalação do processador no seu soquete. Inicialmente levantamos a alavanca. Colocamos o processador no seu soquete, observando a sua orientação correta. Podemos agora abaixar a alavanca e travá-la.
6-7 Figura 6.12 Instalando um processador em um soquete ZIF. Encaixando processadores de cartucho O processo é o mesmo para todos os processadores de cartucho (figura 13), como as versões antigas do Athlon, Celeron e Pentium III e Pentium II. Observe que pelo padrão, a inscrição Pentium II (o mesmo vale para os demais processadores) deve ficar voltada para a parte traseira da placa de CPU. Encaixamos o processador no seu mecanismo de retenção e aplicamos força para baixo, para que o encaixe seja feito no slot. Figura 6.13 Encaixando um processador Pentium II no seu slot. Nas hastes laterais de fixação de processadores, existem travas que devem ser posicionadas para cima ou para baixo durante o processo de colocação e retirada do processador. Coloque a trava para cima, fixando o processador após o encaixe. Desloque a trava para baixo antes de colocar ou retirar o processador do seu slot. Para retirar o processador, devemos mover as travas para baixo e puxá-lo para cima. Acessórios do gabinete Todos os gabinetes para PC são acompanhados de uma caixa com pequenas peças usadas para a montagem do PCr. São parafusos, além de diversos outros acessórios usados principalmente na fixação das placas.
6-8 Parafusos Separe todos os parafusos que você recebeu junto com o gabinete. Você poderá observar que são divididos em duas categorias (veja a figura 14) Figura 6.14 Parafusos de classes 1 e 2. Observe que o de classe 2 é mais gordinho e tem menor número de voltas. Classe 1: Esses parafusos são usados para os seguintes dispositivos: Drive de 3½ Drive de 5 1/4 Drive de CD-ROM Placas de expansão Classe 2: Usados para os seguintes dispositivos: Disco rígido Tampa traseira do gabinete. Existem ainda parafusos para fixar a placa de CPU ao gabinete (figura 15). Um deles, mostrado na parte direita da figura, é um parafuso metálico hexagonal. Deve ser aparafusado em locais apropriados na chapa do gabinete. Após ser colocada a placa de CPU, é introduzido um outro parafuso (parte esquerda da figura 15), juntamente com uma arruela isolante (figura 16). Figura 6.15 Parafusos para fixar a placa de CPU ao gabinete.
Figura 6.16 6-9 Fixação da placa de CPU no gabinete através de parafusos hexagonais. Tampa plástica frontal Os gabinetes são acompanhados de tampas plásticas para serem usadas nos locais vagos reservados para a instalação de drives. São introduzidas por pressão, pela frente do gabinete. Tampas metálicas traseiras Os gabinetes possuem, na sua parte traseira, oito fendas onde se alojam os conectores traseiros das placas de expansão. Como nem sempre utilizamos todas essas 8 posições, é conveniente tampar as que não estiverem em uso. Espaçadores plásticos A placa de CPU é presa ao gabinete por dois processos: Parafusos metálicos hexagonais (figura 15) e espaçadores plásticos (figura 17). Os espaçadores plásticos devem ter inicialmente a sua parte superior encaixada em furos na placa de CPU. Sua parte inferior deve ser encaixada em fendas no gabinete. Figura 6.17 Espaçadores plásticos.
6-10 Inicialmente devemos checar quais são as fendas do gabinete que estão alinhadas com furos na placa de CPU. Encaixamos espaçadores plásticos nos furos da placa de CPU que possuem fendas correspondentes no gabinete. A seguir colocamos a placa no seu lugar, de forma que todos os espaçadores plásticos encaixem simultaneamente nas respectivas fendas (figura 18). Figura 6.18 Detalhe do encaixe de um espaçador plástico em uma fenda do gabinete. Furos de fixação da placa de CPU Como vimos, a fixação da placa de CPU é feita por espaçadores plásticos e por parafusos metálicos hexagonais. Devemos contudo, tomar muito cuidado com o uso desses parafusos. Observando os furos da placa de CPU, podemos verificar que existem dois tipos, ambos mostrados na figura 19: Furo normal Furo metalizado Figura 6.19 Furo normal e furo metalizado. Nunca devemos usar parafusos em furos não metalizados, caso contrário corresmos o risco de danificar a placa de CPU por um curto-circuito. Painel traseiro do gabinete ATX As placas de CPU ATX possuem um painel traseiro no qual ficam os conectores de várias das suas interfaces. Os gabinetes ATX são acompanhados de uma pequena chapa metálica, na qual este painel se encaixará.
6-11 Jumpers de placas de CPU Figura 6.20 Chapa metálica para painel das interfaces de uma placa de CPU ATX. Deve ser encaixada pela parte interna do gabinete. Para instalar uma placa de CPU é preciso instalar o processador e configurar seus jumpers. Esses jumpers definem suas opções de funcionamento, como: Clock interno do processador Clock externo do processador Voltagem do processador Tipo do processador Na maioria dos casos, sobretudo com placas de CPU e processdores modernos, a maioria dessas configurações é automática, não sendo necessário programar jumpers. O manual da placa de CPU sempre trará as instruções para a correta configuração dos seus jumpers. Em certos casos, algumas das configurações não são feitas por jumpers, mas por itens do CMOS Setup. Existem jumpers que se encaixam em um par de pinos e jumpers que se encaixam em dois pinos escolhidos dentro de um grupo de 3 ou mais pinos. Quando existem apenas dois pinos, temos duas configurações possíveis: ON ou CLOSED: quando o jumper está instalado OFF ou OPEN: quando o jumper está removido Quando temos grupos com 3 ou mais pinos, estes são numerados. As instruções existentes nos manuais dizem para encaixarmos um jumper entre 1-2, 2-3, etc. É comum também encontrar a opção OPEN, ou seja, sem jumper.
6-12 Figura 6.21 Formas de configurar um jumper. Configurando a voltagem do processador Os processadores modernos operam com duas voltagens: interna e externa, também chamadas de CORE e I/O. A voltagem externa é normalmente de 3,3 volts, mas a interna é menor, e seu valor depende do processador. Existem processadores nos quais a configuração de voltagem é automática. Esses processadores informam à placa de CPU o valor da voltagem interna que necessitam. Processadores mais antigos precisam que sua voltagem interna seja configurada através de jumpers. Voltagem automática Pentium 4, Pentium III, Pentium II, Celeron, Athlon, Duron, Cyrix III Voltagem manual K6-III, K6-2, K6, Cyrix M II, 6x86, 6x86MX, IDT Winchip, Pentium MMX, Pentium Figura 6.22 Programação de voltagem interna do processador em uma placa de CPU com Socket 7. A figura 22 mostra um exemplo de programação de voltagem interna do processador. As placas para Socket 7 produzidas a partir de 1998
6-13 normalmente permitem escolher voltagens entre 2.0 volts e 3.5 volts, o que garante a compatibilidade com maior número de processadores. Ao programar a voltagem interna de um processador, podemos sempre consultar as especificações indicadas na sua face superior. A figura 23 mostra como exemplo o processador AMD K6, no qual está indicado que a voltagem interna é 3.2 volts (CORE). Figura 6.23 Informações de configuração indicadas na face superior de um processador. Configurando o clock externo do processador Cada processador foi projetado para operar com um determinado clock externo. Em praticamente todas as placas de CPU este clock não é configurado automaticamente. Cabe ao montador do PC fazer esta programação. A figura 24 mostra o exemplo de outra placa de CPU, a K7V, para processadores Athlon. Note que são oferecidas as opções de 100 MHz (o normal para este processador), e ainda os valores de 103, 105 e 110 MHz. Não use valores superiores ao padrão, pois eles funcionam como envenenamentos que podem estragar o processador, apesar de o tornarem mais rápido.
6-14 Figura 6.24 Programação de clock externo em uma placa de CPU para Athlon. Processadores Athlon e Duron operam com 200 e 266 MHz externos, mas na verdade os clocks utilizados são 100 e 133 MHz, respectivamente. Como são feitas duas transferências a cada clock (DDR = Double Data Rate), tudo se passa como se fossem mesmo clocks de 200 e 266 MHz, mas para efeito de programação dos clocks externos das suas placas de CPU, os valores que vigoram são 100 e 133 MHz, respectivamente. Configurando o clock interno do processador Esta é uma configuração que nem sempre está disponível para os processadores modernos. O clock interno é formado pela composição entre o clock externo e um multiplicador. Por exemplo, com clock externo de 100 MHz e multiplicador 5x, chegamos ao clock interno de 500 MHz. Nos processadores antigos, o multiplicador era sempre definido através de jumpers ou dip switches. Em alguns casos o multiplicador era escolhido pelo CMOS Setup. Dizemos que um processador é travado quando utiliza sua própria configuração de multiplicador, ignorando a configuração da placa de CPU. Dizemos que o processador é destravado quando aceita configurações de multiplicador pela placa de CPU, através de jumpers ou do CMOS Setup. Os processadores destravados são: AMD K6, K6-2, K6-III Cyrix M II, 6x86, 6x86MX WinChip Pentium, Pentium MMX Primeiras versões do Pentium II Os processadores travados são:
6-15 Pentium II, Pentium III, Pentium 4 Celeron Athlon e Duron OBS: Existem algumas versões do Athlon e do Duron que são destravadas. Figura 6.25 Programação de multiplicadores. A figura 25 mostra um exemplo de programação de multiplicadores, extraído do manual de uma placa de CPU. Trata-se de uma placa para Socket 7, cujos processadores aceitam todos a programação manual do multiplicador. Podemos observar que existem configurações para: 1.5x / 2x / 2,5x / 3x / 4,5x / 5x / 5,5x Devemos sempre programar o multiplicador de acordo com o processador a ser instalado. Por exemplo, para um K6-2/550, usamos o multiplicador 5,5x, bem como o clock externo de 100 MHz. Processadores destravados ignoram os jumpers da placa de CPU que definem o multiplicador. Ao invés de levar em conta os jumpers, eles tomam como base seus multiplicadores internos. Jumper para descarga do CMOS As placas de CPU possuem um jumper que é usado para habilitar o fornecimento de corrente da bateria para o chip CMOS. Antes de montar o seu PC,
6-16 verifique qual é este jumper, e programe-o na opção Normal, para que o chip CMOS receba corrente da bateria. A figura 26 mostra um exemplo. Figura 6.26 Jumper para descarga do CMOS. Jumpers de dispositivos IDE Para instalar um disco rígido IDE, novinho em folha, como o único dispositivo da interface IDE primária, então não precisa se preocupar com a sua configuração de jumpers. A configuração de fábrica é adequada para este tipo de instalação. Já o mesmo não pode ser dito quando você pretende instalar dois discos rígidos, ou então quando pretende instalar outros dispositivos IDE, como drives de CD-ROM. Um disco rígido IDE pode ter seus jumpers configurados de 3 formas: Master Slave Drive is Master, Slave Present Esta é a configuração de fábrica. O drive está preparado para operar como Master (ou seja, o primeiro dispositivo de uma interface), sem Slave (ou seja, sem estar acompanhado de um segundo dispositivo na mesma interface). O disco rígido é o Slave, ou seja, o segundo dispositivo IDE ligado a uma interface. Nesta configuração, o disco rígido é o Master, ou seja, o primeiro dispositivo de uma interface IDE, porém, existe um segundo dispositivo IDE ligado na mesma interface. A princípio um disco Master funciona como drive C, e um Slave funciona como drive D, mas isto depende dos dispositivos instalados. As configurações de outros dispositivos IDE (drive de CD-ROM, ZIP Drive IDE, etc) são parecidas, exceto pelo fato de não utilizarem a configuração Slave Present. Portanto, usam apenas as opções Master e Slave. Vejamos alguns exemplos de conexões de discos rígidos e dispositivos IDE e suas respectivas configurações. Exemplo 1
6-17 Suponha que existe um disco rígido ligado na interface IDE primária, e um drive de CD-ROM ligado na interface IDE secundária. Os jumpers devem ser configurados da seguinte forma: Conexão Dispositivo Configuração Primary Master Disco rígido One drive Only Primary Slave - - Secondary Master Drive de CD-ROM Master Secondary Slave - - Exemplo 2 Nesta configuração, façamos a ligação de um disco rígido IDE e um drive de CD-ROM ligados na interface IDE primária, e um segundo disco rígido IDE ligado na interface secundária. Conexão Dispositivo Configuração Primary Master Disco rígido Drive is Master, Slave Present Primary Slave Drive de CD-ROM Slave Secondary Master Disco rígido One drive Only Secondary Slave - Certas configurações devem ser evitadas, apesar de funcionarem. Por exemplo, devemos evitar ligar um drive de CD-ROM ou outros dispositivos, na mesma interface onde está o disco rígido. Este tipo de ligação pode resultar na redução do desempenho do disco rígido. Também não é recomendado ligar um disco rígido IDE como Slave, em uma interface na qual o Master não é um disco rígido. Por exemplo, um drive de CD-ROM como Master e um disco rígido como Slave. No manual do disco rígido você sempre encontrará as instruções para configurar seus jumpers. Também na carcaça do disco rígido existem instruções sobre seus jumpers.
6-18 Figura 6.27 Jumpers de um disco rígido. Jumpers em drives de CD-ROM A figura 28 mostra os jumpers de um drive de CD-ROM IDE. Observe que não existe o jumper Slave Present, apenas jumpers que o definem como Master ou Slave. Existe também a opção Cable Select, comum em vários dispositivos IDE, mas na prática não é usada. Figura 6.28 Jumpers de um drive de CD-ROM IDE. /////////