Capítulo 26 - Circuitos de Corrente Continua

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Transcrição:

RODRIGO ALVES DIAS Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF Livro texto: Física 3 - Eletromagnetismo Autores: Sears e Zemansky Edição: 12 a Editora: Pearson - Addisson and Wesley 10 de maio de 2011

Objetivos de Aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como analisar circuitos com múltiplos resistores em série ou paralelo.

Objetivos de Aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como analisar circuitos com múltiplos resistores em série ou paralelo. Regras que podem ser aplicadas a qualquer circuito com mais de uma malha.

Objetivos de Aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como analisar circuitos com múltiplos resistores em série ou paralelo. Regras que podem ser aplicadas a qualquer circuito com mais de uma malha. Como usar um amperímetro, voltímetro, ohmímetro po potenciômetro em um circuito.

Objetivos de Aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como analisar circuitos com múltiplos resistores em série ou paralelo. Regras que podem ser aplicadas a qualquer circuito com mais de uma malha. Como usar um amperímetro, voltímetro, ohmímetro po potenciômetro em um circuito. Como analisar circuitos que possuem tanto um resistor quanto um capacitor.

Objetivos de Aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como analisar circuitos com múltiplos resistores em série ou paralelo. Regras que podem ser aplicadas a qualquer circuito com mais de uma malha. Como usar um amperímetro, voltímetro, ohmímetro po potenciômetro em um circuito. Como analisar circuitos que possuem tanto um resistor quanto um capacitor. Como a energia elétrica é distribuída em uma residência.

Resistores em série e em paralelo. Resistores em série Uma ligação em série é definida quando os elementos de um circuito são ligados em seqüencia e existe somente um único caminho de corrente entre eles.

Resistores em série e em paralelo. Resistores em série Uma ligação em série é definida quando os elementos de um circuito são ligados em seqüencia e existe somente um único caminho de corrente entre eles. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, V ax = IR 1 V xy = IR 2 V yb = IR 3

Resistores em série e em paralelo. Resistores em série Uma ligação em série é definida quando os elementos de um circuito são ligados em seqüencia e existe somente um único caminho de corrente entre eles. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, V ax = IR 1 V xy = IR 2 V yb = IR 3 V ab = V ax + V xy + V yb V ab = I(R 1 + R 2 + R 3 ) = IR eq

Resistores em série e em paralelo. Resistores em série Uma ligação em série é definida quando os elementos de um circuito são ligados em seqüencia e existe somente um único caminho de corrente entre eles. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, V ax = IR 1 V xy = IR 2 V yb = IR 3 V ab = V ax + V xy + V yb V ab = I(R 1 + R 2 + R 3 ) = IR eq R eq = R 1 + R 2 + R 3 +... = j R j

Resistores em série e em paralelo. Resistores em série Uma ligação em série é definida quando os elementos de um circuito são ligados em seqüencia e existe somente um único caminho de corrente entre eles. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, V ax = IR 1 V xy = IR 2 V yb = IR 3 V ab = V ax + V xy + V yb V ab = I(R 1 + R 2 + R 3 ) = IR eq R eq = R 1 + R 2 + R 3 +... = j R j A resistência equivalente de qualquer numero de resistores conectados em série é igual à soma das resistências individuais.

Resistores em série e em paralelo. Resistores em paralelo Uma ligação em paralelo é definida quando os elementos de um circuito são ligados de forma que exista correntes diferentes passando por elementos diferentes.

Resistores em série e em paralelo. Resistores em paralelo Uma ligação em paralelo é definida quando os elementos de um circuito são ligados de forma que exista correntes diferentes passando por elementos diferentes. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, I 1 = V ab R 1 ; I 2 = V ab R 2 ; I 3 = V ab R 3

Resistores em série e em paralelo. Resistores em paralelo Uma ligação em paralelo é definida quando os elementos de um circuito são ligados de forma que exista correntes diferentes passando por elementos diferentes. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, I 1 = V ab ; I 2 = V ab ; I 3 = V ab R 1 R 2 R 3 I = I 1 + I 2 + I 3 ( 1 I = V ab + 1 + 1 ) R 1 R 2 R 3

Resistores em série e em paralelo. Resistores em paralelo Uma ligação em paralelo é definida quando os elementos de um circuito são ligados de forma que exista correntes diferentes passando por elementos diferentes. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, I 1 = V ab ; I 2 = V ab ; I 3 = V ab R 1 R 2 R 3 I = I 1 + I 2 + I 3 ( 1 I = V ab + 1 + 1 ) R 1 R 2 R 3 I V ab = 1 1 R eq R eq = = 1 R 1 + 1 R 2 + 1 R 3... = j 1 R j

Resistores em série e em paralelo. Resistores em paralelo Uma ligação em paralelo é definida quando os elementos de um circuito são ligados de forma que exista correntes diferentes passando por elementos diferentes. Para achar a resistência equivalente queremos escrever, V ab = IR eq assim, I 1 = V ab ; I 2 = V ab ; I 3 = V ab R 1 R 2 R 3 I = I 1 + I 2 + I 3 ( 1 I = V ab + 1 + 1 ) R 1 R 2 R 3 I V ab = 1 1 R eq R eq = = 1 R 1 + 1 R 2 + 1 R 3... = j 1 R j Para qualquer numero de resistores conectados em paralelo, o inverso da resistência equivalente é igual à soma dos inversos das resistências individuais.

Leis de Kirchhoff Leis de Kirchhoff. As leis de Kirchhoff são duas regras enunciadas da seguinte forma: Leis dos nós: a soma algébrica de todas as correntes que entram ou saem de um nó é igual a zero. ( j I j = 0) Leis das malhas: a soma algébrica de todas as diferenças de potencial através de uma malha(caminho fechado) é necessariamente igual a zero. ( j V j = 0) A lei dos nós é conseqüência da lei da conservação da carga elétrica.

Leis de Kirchhoff Leis de Kirchhoff. As leis de Kirchhoff são duas regras enunciadas da seguinte forma: Leis dos nós: a soma algébrica de todas as correntes que entram ou saem de um nó é igual a zero. ( j I j = 0) Leis das malhas: a soma algébrica de todas as diferenças de potencial através de uma malha(caminho fechado) é necessariamente igual a zero. ( j V j = 0) A lei dos nós é conseqüência da lei da conservação da carga elétrica. A lei das malhas é conseqüência da natureza conservativa das forças eletrostáticas.

Leis de Kirchhoff Convenção de sinal para a lei das malhas.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial. É constituído de uma bobina pivotada, feita de um fio fino, colocada em um campo magnético de um ímã permanente.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial. É constituído de uma bobina pivotada, feita de um fio fino, colocada em um campo magnético de um ímã permanente. Essa bobina é ligada a uma mola helicoidal.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial. É constituído de uma bobina pivotada, feita de um fio fino, colocada em um campo magnético de um ímã permanente. Essa bobina é ligada a uma mola helicoidal. Quando a não existe corrente no fio o ponteiro ligado à bobina está na posição zero.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial. É constituído de uma bobina pivotada, feita de um fio fino, colocada em um campo magnético de um ímã permanente. Essa bobina é ligada a uma mola helicoidal. Quando a não existe corrente no fio o ponteiro ligado à bobina está na posição zero. Quando uma corrente passa pelo fio da bobina, o campo magnético exerce um torque sobre a bobina proporcional à corrente que passa na bobina. Associada à deflexão máxima teremos a corrente de fundo de escala, I fe.

Galvanômetros. Galvanômetro de d Arsonval:É um o instrumento que possibilita a medida da corrente, resistência e diferença de potencial. É constituído de uma bobina pivotada, feita de um fio fino, colocada em um campo magnético de um ímã permanente. Essa bobina é ligada a uma mola helicoidal. Quando a não existe corrente no fio o ponteiro ligado à bobina está na posição zero. Quando uma corrente passa pelo fio da bobina, o campo magnético exerce um torque sobre a bobina proporcional à corrente que passa na bobina. Associada à deflexão máxima teremos a corrente de fundo de escala, I fe. Se a resistência da bobina seguir a lei de Ohm então a diferença de potencial para essa deflexão máxima será V = I fe R b onde R b é a resistência da bobina.

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele.

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele. Os amperímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do amperímetro seja a menor possível.

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele. Os amperímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do amperímetro seja a menor possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir corrente, dado que a deflexão é proporcional a essa grandeza.

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele. Os amperímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do amperímetro seja a menor possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir corrente, dado que a deflexão é proporcional a essa grandeza. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em paralelo, chamado de resistor shunt(r sh ).

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele. Os amperímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do amperímetro seja a menor possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir corrente, dado que a deflexão é proporcional a essa grandeza. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em paralelo, chamado de resistor shunt(r sh ). Para fazer um galvanômetro de resistência R b e corrente I fe para um amperímetro de corrente máxima I a teremos de adicionara a seguinte resistência R b dada por:

Amperímetros. Um amperímetro sempre mede a corrente que passa através dele. Os amperímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do amperímetro seja a menor possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir corrente, dado que a deflexão é proporcional a essa grandeza. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em paralelo, chamado de resistor shunt(r sh ). Para fazer um galvanômetro de resistência R b e corrente I fe para um amperímetro de corrente máxima I a teremos de adicionara a seguinte resistência R b dada por: V ab = I fe R b = (I a I fe )R sh

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos.

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos. Os voltímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do voltímetro seja a maior possível.

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos. Os voltímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do voltímetro seja a maior possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir a diferença de potencial entre dois pontos. Dado que V = I fe R b.

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos. Os voltímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do voltímetro seja a maior possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir a diferença de potencial entre dois pontos. Dado que V = I fe R b. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em série, R s.

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos. Os voltímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do voltímetro seja a maior possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir a diferença de potencial entre dois pontos. Dado que V = I fe R b. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em série, R s. Para fazer um galvanômetro de resistência R b e corrente I fe para um voltímetro de diferença de potencial máxima V v teremos de adicionara a seguinte resistência R s dada por:

Voltímetros. Um voltímetro sempre mede a diferença de potencial entre dois pontos. Os voltímetros reais sempre possuem uma resistência finita, contudo é sempre desejável que a resistência do voltímetro seja a maior possível. Sempre podemos usar um galvanômetro para medir a diferença de potencial entre dois pontos. Dado que V = I fe R b. Podemos mudar a escala, ou seja a corrente de fundo de escala, através de um resistor em série, R s. Para fazer um galvanômetro de resistência R b e corrente I fe para um voltímetro de diferença de potencial máxima V v teremos de adicionara a seguinte resistência R s dada por: V v = I fe (R b + R s).

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência.

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência. No entanto com amperímetros e voltímetros reais isso não é tão simples.

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência. No entanto com amperímetros e voltímetros reais isso não é tão simples.

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência. No entanto com amperímetros e voltímetros reais isso não é tão simples.

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência. No entanto com amperímetros e voltímetros reais isso não é tão simples.

Combinação de amperímetros e voltímetros. Um amperímetro e um voltímetro podem ser usados juntos para medidas de resistência e potência. No entanto com amperímetros e voltímetros reais isso não é tão simples.

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão.

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão. A resistência R s é ajustada de tal forma que o ponto x forme um curto circuito com o ponto y(ou seja, R=0).

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão. A resistência R s é ajustada de tal forma que o ponto x forme um curto circuito com o ponto y(ou seja, R=0). Então o galvanômetro sofre uma deflexão máxima em sua escala.

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão. A resistência R s é ajustada de tal forma que o ponto x forme um curto circuito com o ponto y(ou seja, R=0). Então o galvanômetro sofre uma deflexão máxima em sua escala. Quando não existe nada conectado, R e assim não existe deflexão.

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão. A resistência R s é ajustada de tal forma que o ponto x forme um curto circuito com o ponto y(ou seja, R=0). Então o galvanômetro sofre uma deflexão máxima em sua escala. Quando não existe nada conectado, R e assim não existe deflexão.

Ohmímetro. Um Ohmímetro trata-se de um galvanômetro ligados em série com um resistor variável e uma fonte de tensão. A resistência R s é ajustada de tal forma que o ponto x forme um curto circuito com o ponto y(ou seja, R=0). Então o galvanômetro sofre uma deflexão máxima em sua escala. Quando não existe nada conectado, R e assim não existe deflexão.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte. Mudando o valor da resistência R cb podemos encontrar um ponto tal que não exista deflexão no galvanômetro.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte. Mudando o valor da resistência R cb podemos encontrar um ponto tal que não exista deflexão no galvanômetro. Quando isso ocorre, I 2 = 0 e temos que ε 2 = IR cb = ε 1R cb R ab.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte. Mudando o valor da resistência R cb podemos encontrar um ponto tal que não exista deflexão no galvanômetro. Quando isso ocorre, I 2 = 0 e temos que ε 2 = IR cb = ε 1R cb R ab.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte. Mudando o valor da resistência R cb podemos encontrar um ponto tal que não exista deflexão no galvanômetro. Quando isso ocorre, I 2 = 0 e temos que ε 2 = IR cb = ε 1R cb R ab.

Potenciômetro. Um Potenciômetro trata-se de um instrumento que serve para medir a fem de uma fonte sem consumir nenhuma corrente da fonte. Mudando o valor da resistência R cb podemos encontrar um ponto tal que não exista deflexão no galvanômetro. Quando isso ocorre, I 2 = 0 e temos que ε 2 = IR cb = ε 1R cb R ab.

Circuitos R-C Carregamento de um capacitor.

Circuitos R-C Carregamento de um capacitor. As voltagens instantâneas v ab e v bc são dadas por, v ab (t) = i(t)r ; v bc (t) = q(t) C

Circuitos R-C Carregamento de um capacitor. As voltagens instantâneas v ab e v bc são dadas por, v ab (t) = i(t)r ; v bc (t) = q(t) C Aplicando as leis das malhas obtemos, ε i(t)r q(t) C = 0

Circuitos R-C Carregamento de um capacitor. As voltagens instantâneas v ab e v bc são dadas por, v ab (t) = i(t)r ; v bc (t) = q(t) C Aplicando as leis das malhas obtemos, ε i(t)r q(t) C = 0

Circuitos R-C Carregamento de um capacitor. As voltagens instantâneas v ab e v bc são dadas por, v ab (t) = i(t)r ; v bc (t) = q(t) C Aplicando as leis das malhas obtemos, ε i(t)r q(t) C = 0

Circuitos R-C Descarregando um capacitor.

Sistemas de distribuição de potência Sobrecargas do circuito e curtos-circuitos.

Sistemas de distribuição de potência Fiação doméstica e automotiva.