Processos de interação vírus célula e replicação viral Adsorção: ligação do receptor celular e antirreceptor viral. Exemplo poliovírus: 1
Adsorção: ligação do receptor celular e antirreceptor viral. Hepatite C: Adsorção e fusão de membranas HIV interação GP120- CD4 e co-receptor (quimiocinas) 2
Por que os anti-receptores são as proteínas mais imunogênicas dos vírus? Os anti-receptores localizam-se na superfície do vírus, sendo portanto bastante expostos. Os receptores celulares dão a especificidade de infecção do vírus: tecido (tipo de célula), ou Organismo (vírus espécie específico). MAS QUAL A FUNÇÃO DESSE RECEPTOR? Permitir a célula ser infectada pelo vírus? Os receptores tem na verdade funções definidas para as células e para o organismo. Os vírus evoluem de modo a adaptar-se a esses receptores, e a encontrar uma ancora na célula hospedeira. 3
O vírus influenza: Hemaglutinina Neuraminidase Exemplo de receptores: ácido siálico de células mucosas, que interagem com a hemaglutinina (H) e neuraminidase (N) do vírus Influenza. 4
Exemplo: ácido siálico de células mucosas, que interagem com a hemaglutinina (H) e neuraminidase (N) do vírus Influenza. Diferenças de humanos e aves: humanos (2,6) aves (alguns suinos) (2,3) Virus podem ter seu brotamento bloqueado!! 5
Mas como ocorre a entrada do vírus na célula? Penetração: Fusão: Mas como ocorre a entrada do vírus na célula? Penetração: Endocitose 6
Proteína de fusão. Estratégias de penetração: Via endossomo-fusão e desencapsidação no citoplasma Via endossomo- desencapsidação no núcleo Fusão e desencapsidação na membrana 7
Mas e para vírus não envelopados? Poliovírus: fazendo poros na membrana para injeção de seu material genético. Adenovírus: levando o vírus para o núcleo. 8
REPLICAÇÃO DO GENOMA: as multiplas faces da replicação dos vírus. Classificação viral segundo Baltimore. DNA dupla fita DNA dupla fita RNA fita+ DNA simples fita DNA dupla fita RNA fita + DNA dupla fita mrna RNA fita + RNA fita - RNA dupla fita RNA fita - RNA fita + RNA fita + 9
Classificação viral segundo Baltimore. DNA dupla fita DNA simples fita DNA dupla fita mrna Replicação de vírus a DNA, classe I Papovavírus: estrutura do genoma de SV40. 10
O DNA de SV40 na célula: formação de cromatinamodelo de replicação em células humanas. O processo de replicação de SV40. Early Late 11
Mas o SV40 também pode integrar e transformar a célula. Cancer? (expressão do antígeno T e bloqueio de p53!!!) Outro papovavírus: HPV- human papilloma virus. 12
Mecanismos de oncogênese: integração do genoma... expressão de E6 e E7. HPV: vírus responsável pela verruga e relacionado com câncer cervical em mulheres. Epidemiologia: --- mulheres com evidência de HPV tem 16X mais risco de cancer --- cerca de 500.000 novos casos de cancer cervical- 45% levam a morte. --- 95% desses casos tem contaminação com HPV. ---- mais de 70 sorotipos, sendo os tipos 16, 18, 31 e 45 considerados de alto risco. ---- latência de vários anos para surgir o cancer após a contaminação. 13
HPV- vacinas: vacinas recombinantes- boas perspectivas (dificuldades de cultura do vírus). L1 e L2 formam capsídeos vazios (VLP virus like particle ). antigênicos. protetivos em modelos animais não tem DNA viral altamente conservados. HPV- vacinas debate: Vacinas terapêuticas para tumor- produção de E6 e E7. 14
Estrutura e organização do adenovírus. Immediate Early Early Late 15
Estrutura e organização do herpes vírus. Estrutura e organização do vírus vaccinia Pox vírus. Replicação citoplasmática!!! 16
Vírus de DNA simples fita: classe II Estrutura e organização do parvovírusvírus. Classificação viral segundo Baltimore. DNA dupla fita RNA fita+ RNA fita + mrna DNA dupla fita RNA dupla fita RNA fita + RNA fita + RNA fita - RNA fita - RNA fita + 17
Vírus de replicação a RNA: genoma positivo. Replicação de vírus a RNA, classe III Poliovírus: vírus a RNA simples fita, polaridade positiva. 18
Características: -Não tem 5 CAP- inibe síntese proteica celular- IRES. -Tem poli A no próprio genoma. -Síntese de poliproteína. O processo de replicação do poliovírus. Citoplasmática!! 19
Severe Acute Respiratory Syndrome (SARS) Uma epidemia emergente e nova Sintomatologia febre alta pneumonia viajar recentemente (em 10 dias) de áreas com casos descritos. TESTES Principais- PCR e microscopia eletrônica 20
Coronavírus Um vírus da família SARS S - Spike protein: receptor binding, cell fusion, major antigen E - Envelope protein: small, envelope-associated protein M - Membrane protein: transmembrane - budding & envelope formation In a few types, there is a third glycoprotein: HE - Haemagglutinin-esterase The genome is associated with a basic phosphoprotein, N. 21
Epidemiologia da SARS. Transcrição de um coronavírus RNA+ 22
Possivelmente esse vírus foi obtido através do Civet cat- animal silvestre usado como prato exótico. 23
Vírus de replicação a RNA: genoma negativo. Vírus a RNA simples fita modalidade negativo: Vírus da raiva- rabdovírus: 24
Vírus a RNA simples fita modalidade negativo: Vírus da raiva- rabdovírus: Vários mrnas. Sintetiza seu próprio polia! Vírus a RNA simples fita modalidade negativo: Vírus da raivarabdovírus: 25
Estrutura de vírus influenza - RNA negativo segmentado. Transcritos em influenza: Atenção: splicing 26
Replicação de vírus Influenza. Nuclear!! Rouba 5 CAP da Célula! Variabilidade e genoma de vírus influenza Mutagênese alta derivada do processo de replicação: DRIFT! (deriva gênica) 27
Variabilidade e genoma de vírus influenza Mas e as mudanças bruscas? SHIFT- porque o genoma é segmentado! Coinfecção: troca de fragmentos e formação de novos vírus: SHIFT! 28
Mas onde ocorre o Shift: possíveis animais intermediários. 29
Distribuição dos subtipos de influenza A. Pandemias causadas por SHIFT. 30
Gripe Aviária. Sumário de variabilidade de vírus influenza: drift e shift! Gripe Aviária. 31
Vírus de replicação a RNA: dupla-fita. Reovírus: Virus com genoma de RNA dupla fita, fábrica de vírus. 32
Reovírus: replicação do RNA dupla fita 33