TREINAMENTO APOSENTADORIA E SUAS MODALIDADES MATERIAL DE APOIO 1
MODELOS 2
Sumário Modelo 1 Portaria (Aposentadoria de Docente que não conta com 05 anos de efetivo exercício no cargo de Professor Titular)... 6 Modelo 2 Declaração (adequar às necessidades e situação de cada servidor)... 7 Modelo 3 Comunicação a ser encaminhada à Agência do INSS... 8 Modelo 4 Termo de Ciência e de Notificação (Processo de Concessão de Aposentadoria)... 9 Modelo 5 Certidão de Tempo de Serviço / Contribuição... 10 Modelo 6 CLTC (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) (Proventos Integrais ao Tempo de Contribuição)... 11 Modelo 7 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991)... 12 Modelo 8 CLTC...13 Modelo 9 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Doença incapacitante não enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991)... 14 Modelo 10 Portaria (Aposentadoria por Invalidez combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade)... 15 Modelo 11 Portaria (Aposentadoria Compulsória Média das Contribuições)... 16 Modelo 12 CLTC (Aposentadoria Compulsória combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade)... 17 Modelo 13 Portaria (Aposentadoria Compulsória combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade)... 18 Modelo 14 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição tempo comum e misto com tempo de magistério) (Média das Contribuições)... 19 Modelo 15 Portaria (Aposentadoria Voluntária Tempo Exclusivamente de Magistério de Docente de Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante) (Média das Contribuições)... 20 Modelo 16 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Idade)... 21 Modelo 17 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Tempo Comum e Misto com Tempo de Magistério)... 22 Modelo 18 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Tempo Comum e Misto com Tempo de Magistério)... 23 3
Modelo 19 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Docente)... 24 Modelo 20 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Docente)... 25 Modelo 21 CLTS (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço )... 26 Modelo 22 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço)... 27 Modelo 23 CLTS... 28 Modelo 24 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço Em Função de Magistério)... 29 Modelo 25 Portaria (Aposentadoria Voluntária Proporcional por Tempo de Serviço)... 30 Modelo 26 CLTC (Aposentadoria por Tempo de Contribuição com tempo misto de magistério e administrativo)... 31 Modelo 27 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Com Tempo Misto de Magistério e Administrativo)... 32 Modelo 28 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Exclusivo de Magistério) (Docente de Nível Superior e Médio Profissionalizante de 2º Grau)... 33 Modelo 29 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Exclusivo de Magistério) (Docente de Nível Superior e Médio Profissionalizante de 2º Grau)... 34 Modelo 30 CLTC (Aposentadoria Voluntária Proporcional ao Tempo de Contribuição)... 35 Modelo 31 Portaria (Aposentadoria Voluntária Proporcional ao Tempo de Contribuição)... 36 Modelo 32 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição)... 37 Modelo 33 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral por Tempo de Contribuição) (Docente de Ensino Médio e Profissionalizante de 2º grau)... 38 Modelo 34 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Idade e por Idade com direito ao Abono de Permanência)... 39 Modelo 35 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Idade)... 40 Modelo 36 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral)... 41 Modelo 37 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral por Tempo de Contribuição Com Tempo Exclusivo de Magistério) (Docente de Ensino Médio e Profissionalizante de 2º Grau)... 42 Modelo 38 CLTC (Aposentadoria Voluntária Integral para Mulher) DATA DE NASCIMENTO: 03/02/1953... 43 Modelo 39 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral)... 44 4
Modelo 40 CLTC (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) (Proventos Integrais ao Tempo de Contribuição)... 45 Modelo 41 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991)... 46 Modelo 42 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Permanente Doença incapacitante não enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991)... 47 Modelo 43 Certidão (Recontagem de Tempo de Serviço/Contribuição)... 48 Modelo 44 CLTC (RECONTAGEM)... 49 Modelo 45 Apostila (Recontagem de Tempo)... 50 Modelo 46 Formulário do Abono de Permanência... 51 Modelo 47 Formulário COMPREV... 52 Modelo 48 CTC para homologação da SPPREV... 53 Modelo 49 CTC para homologação da SPPREV... 56 Modelo 50 CTC para homologação da SPPREV... 59 Modelo 51 CTC não homologada pela SPPREV... 61 Modelo 52 CTC para homologação da SPPREV... 64 5
Modelo 1 Portaria (Aposentadoria de Docente que não conta com 05 anos de efetivo exercício no cargo de Professor Titular) PORTARIA DE DE DE. O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso das atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo... e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG..., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais do cargo de Professor Assistente e vantagens da função de Professor Adjunto, Referência MS..., em RDIDP, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor da Referência MS..., em...(regime/jornada de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... quinquênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 6
Modelo 2 Declaração (adequar às necessidades e situação de cada servidor) DECLARAÇÃO Eu,, RG., declaro que fui cientificado (a) sobre o que segue: 1 pelas regras constitucionais há outras modalidades de aposentadoria que prevê o direito à paridade e proventos integrais, e que poderia vir a fazer jus: Art. 6º, incisos I, II, III e IV da Emenda Constitucional nº 41/2003, combinado com o Art. 2º da Emenda Constitucional nº 47/2005. Art. 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005. 2 tendo completado, em / /, os requisitos para aposentadoria, com fundamento no Art. 2º, incisos I, II e III, alíneas a, b e 1º, inciso I ou II da Emenda Constitucional nº 41/2003, passei a fazer jus ao abono de permanência equivalente ao valor da contribuição previdenciária, de que trata o 5º do Art. 2º da referida Emenda e, com a aposentadoria deixarei de percebê lo, ou 2 tendo completado, na presente data, os requisitos para aposentadoria com fundamento no Art. 2º, incisos I, II e III, alíneas a, b e 1º, inciso I ou II da Emenda Constitucional nº 41/2003, se optasse por permanecer em atividade faria jus ao abono de permanência equivalente ao valor da contribuição previdenciária, de que trata o 5º do Art. 2º da referida Emenda. Entretanto mantenho interesse pela aposentadoria fundamentada nos termos do Art. 2º, incisos I, II e III, alíneas a, b e 1º, inciso I ou II da Emenda Constitucional nº 41/2003, com proventos calculados sobre a média das contribuições, com % de redutor (quando for o caso), tendo conhecimento que o índice de reajuste passa a ser o estabelecido pelo RGPS Regime Geral de Previdência Social. Fui cientificado (a), ainda, de que: 1 com a aposentadoria posso sacar o PASEP (para aqueles cadastrados até a data anterior à vigência da Constituição Federal de 1988), e 2 posso pedir exclusão do pagamento do IAMSPE, de acordo com a Lei nº 10.504/2000, e uma vez excluído não mais poderei retornar a contribuir., de de 7
Modelo 3 Comunicação a ser encaminhada à Agência do INSS COMUNICAÇÃO Nº...DE...DE...DE... (Processo nº...) Ao Chefe do Serviço do Instituto Nacional do Seguro Social da Agência de... Em cumprimento ao disposto no inciso II, do artigo 131, do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 06 de maio de 1999 (1) e posteriores alterações, comunicamos a Vossa Senhoria que foi concedida aposentadoria ao(a) Senhor(a)..., RG..., no(a) cargo/função de...do Quadro desta Universidade, tendo sido computado, para esse fim, o tempo de serviço prestado em atividade privada vinculada à previdência social urbana, constante da Certidão de Tempo de Serviço/Contribuição (CTS/CTC) emitida por essa Unidade em.../.../..., nos termos da Lei nº 6.226 de 14 de julho de 1975, com as alterações da Lei nº 6.864, de 1º de dezembro de 1980 e demais alterações (2). Atenciosamente, Nome e assinatura (Supervisor de Seção) NOTA: (1) (2) Para quando ocorrerem alterações. Se na certidão expedida pelo INSS constarem outros fundamentos. 8
Modelo 4 Termo de Ciência e de Notificação (Processo de Concessão de Aposentadoria) Órgão ou Entidade: Processo nº.: Responsável pelo ato de concessão da aposentadoria: Servidor aposentado: Advogado(s): (*) Pelo presente TERMO damo nos por NOTIFICADOS para o acompanhamento dos atos de tramitação do correspondente processo no Tribunal de Contas até seu julgamento final e conseqüente publicação, e se for o caso e de nosso interesse, para, nos prazos e nas formas legais e regimentais, exercer o direito da defesa, interpor recursos e o mais que couber. Outrossim, estamos cientes, doravante, de que todos os despachos e decisões que vierem a ser tomados, relativamente ao aludido processo, serão publicados no Diário Oficial do Estado, Caderno do Poder Legislativo, parte do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, de conformidade com o artigo 90 da Lei Complementar nº 709, de 14 de janeiro de 1993, iniciandose, a partir de então, a contagem dos prazos processuais. Local e data Responsável pelo ato de concessão da aposentadoria Servidor aposentado (*) Facultativo. Indicar quando já constituído. 9
Modelo 5 Certidão de Tempo de Serviço / Contribuição CERTIDÃO Nº PROCESSO Nº CERTIFICAMOS, PARA FINS DE APOSENTADORIA, de acordo com os elementos constantes do presente processo e assentamentos desta Seção que,...rg.... (discriminar a situação funcional do interessado, cargo/função titular, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, etc...), lotada(o) no(a)...do(a) Instituto/Faculdade,...do Câmpus de..., esteve em efetivo exercício no período de.../.../... a.../.../..., registrando as seguintes ocorrências: ANO DE...Neste período consta/não consta qualquer penalidade administrativa. O referido é verdade. Instituto/Faculdade de... do Câmpus de... da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" do Estado de São Paulo, Seção...aos (data)x.x.x.x.x.x.x.x.x.xxxx.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x. Elaborado por: Conferido por: Nome do Servidor:... Nome do Servidor:... RG:... RG:... Função:... Função:... OBSERVAÇÕES 1. Elaborar em papel timbrado; 2. Quando o interessado apresentar tempo de serviço/contribuição prestado a outra Unidade da UNESP ou órgão público, incluir: "Certificamos, ainda, que o(a) interessado(a) conta com... dias líquidos, referentes ao(s) período(s) de... a..., conforme Certidão expedida em.../.../..., pelo(a)..."; 3. Incluir, quando for o caso, o tempo de serviço/contribuição constante em certidões expedidas pelo INSS. 10
Modelo 6 CLTC (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) (Proventos Integrais ao Tempo de Contribuição) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a / /... Menos ocorrências até 22/09/2003: DIAS Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... (Servidor com ingresso no serviço público após 31/12/2003: As ocorrências a contar de 01/01/2004 serão descontadas da remuneração para aferição de contribuição (Art. 3º 4º do Decreto nº 52.859/2008), consequentemente, deverão ser descontadas do tempo de contribuição para fins de aposentadoria. Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias Nota: Não citar no ato de aposentadoria, uma vez que esta modalidade independe do tempo de contribuição e não há compensação previdenciária COMPREV (art. 4º do Decreto nº 3.112/1999). 11
Modelo 7 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) PORTARIA DE DE DE. O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso das atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003,..., RG..., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (1) (2)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em... (regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço...quinquênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, cita: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 12
Modelo 8 CLTC CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a / /... Menos ocorrências até 22/09/2003: DIAS Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... (Servidor com ingresso no serviço público após 31/12/2003: As ocorrências a contar de 01/01/2004 serão descontadas da remuneração para aferição de contribuição (Art. 3º 4º do Decreto nº 52.859/2008), consequentemente, deverão ser descontadas do tempo de contribuição para fins de aposentadoria. Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 13
Modelo 9 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Doença incapacitante não enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº.../..., e da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso) (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais proporcionais ao tempo de contribuição.../... avos, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante co correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspodente ato), e outros. (Processo nº...) NOTA: Nome e assinatura (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 14
Modelo 10 Portaria (Aposentadoria por Invalidez combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº.../..., e da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, combinado com o artigo 4º, inciso III, alínea... da mesma Constituição, ou artigo 8º... da Emenda Constitucional nº 20/1998, assegurado pelo artigo 3º, 2º, da EC nº 41/2003, ou artigo 6º, da EC nº 41/2003, ou artigo 3º da EC nº 47/2005, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível e grau/referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais/proporcionais ao tempo de contribuição.../... avos, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 15
Modelo 11 Portaria (Aposentadoria Compulsória Média das Contribuições) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso II, da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, combinado com a Lei Complementar nº 269/1981 (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais ou proporcionais ao tempo de contribuição.../... avos, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 16
Modelo 12 CLTC (Aposentadoria Compulsória combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a / /... Menos ocorrências até 22/09/2003: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo líquido... OBS.: CLTC Efetuar a adequação, conforme a modalidade de direito pela paridade (verificar anexos na REGRA DE TRANSIÇÃO) Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 17
Modelo 13 Portaria (Aposentadoria Compulsória combinada com o fundamento da Aposentadoria Voluntária com direito a paridade) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso II da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, combinado com artigo 40, inciso III, alínea... da mesma Constituição, ou artigo 8º... da Emenda Constitucional nº 20/1998, assegurado pelo artigo 3º, 2º, da EC 41/2003, ou artigo 6º, da EC nº 41/2003, ou artigo 3º, da EC nº 47/2005, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível e grau/referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais/proporcionais ao tempo de contribuição.../... avos, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 18
Modelo 14 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição tempo comum e misto com tempo de magistério) (Média das Contribuições) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea a da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, combinado com a Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso)..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, (1), gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 19
Modelo 15 Portaria (Aposentadoria Voluntária Tempo Exclusivamente de Magistério de Docente de Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante) (Média das Contribuições) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../.., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea a, 5º da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981(quando for o caso) (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 20
Modelo 16 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Idade) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea b da Constituição Federal/1988, com a redação dada pelo artigo 1º das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso) (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 21
Modelo 17 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Tempo Comum e Misto com Tempo de Magistério) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos ocorrências até 22/09/2003: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Pedágio de 20% sobre o tempo que, na data de 16/12/98, faltava para completar o tempo de contribuição, 35 anos, se homem, e 30 anos, se mulher: 12.775 ou 10.950 =...X 20% =...... Tempo prestado nesta Universidade de 17/12/98 a.../.../..., conforme Certidão nº..., fls...:... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 22
Modelo 18 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Tempo Comum e Misto com Tempo de Magistério) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 2º, incisos I, II e III, alíneas a e b, 1º, inciso I ou II da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso) (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais, com redutor de...%, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 23
Modelo 19 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Docente) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... DIAS Menos: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a Faculdades/Escolas privadas, anteriormente ao ingresso nesta Universidade, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Bônus de 17% ou 20% sobre o tempo de serviço prestado até 16/12/98, exclusivamente de magistério, conforme 4º, do artigo 2º, da EC nº 41/03... Pedágio de 20% sobre o tempo que, na data de 16/12/98, faltava para completar o tempo de contribuição, 35 anos, se homem, e 30 anos, se mulher: 12.775 ou 10.950 =...X 20% = 000 dias, que correspondem ao período de.../.../... a.../.../...... Tempo prestado nesta Universidade de 17/12/98 a.../.../..., conforme Certidão nº..., fls...:... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 24
Modelo 20 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Docente) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 2º, incisos I, II e III, alíneas a e b, 1º, inciso I ou II e 4º, da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso) (1),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais, com redutor de...%, iguais a R$..., calculados com base na Lei nº 10.887/2004, artigo 1º, (2) (3)..., já computados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho), conforme Resolução CRUESP nº.../..., e as vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85), gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato), adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato), sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato), e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura NOTA: (1) Concessão de aposentadoria com tempo do INSS. (2) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à média das contribuições, citar: 1º, correspondentes à média das contribuições, já computados... (3) Quando a aposentadoria for concedida com os proventos referentes à remuneração do servidor, citar: 1º e 5º, correspondentes à remuneração do servidor, já computados... 25
Modelo 21 CLTS (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço ) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a / /... Menos: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls..., de 17/12/1998 a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 26
Modelo 22 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Serviço nº.../..., nos termos do artigo 126, inciso III, alínea a, da Constituição do Estado de São Paulo/1989, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível e grau/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato), ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 27
Modelo 23 CLTS CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls..., de 17/12/98 a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 28
Modelo 24 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Serviço Em Função de Magistério) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Serviço nº.../..., nos termos do artigo 126, inciso III, alínea b, da Constituição do Estado de São Paulo/1989, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo, regime jurídico, regime de trabalho e lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor da Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 29
Modelo 25 Portaria (Aposentadoria Voluntária Proporcional por Tempo de Serviço) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Serviço nº.../..., nos termos do artigo 126, inciso III, alínea c, da Constituição do Estado de São Paulo/1989, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível e grau/referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais proporcionais a.../..., iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sextaparte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 30
Modelo 26 CLTC (Aposentadoria por Tempo de Contribuição com tempo misto de magistério e administrativo) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, anteriormente ao ingresso nesta Unidade, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Pedágio de 20% sobre o tempo que, na data de 16/12/98, faltava para completar o tempo de contribuição, 35 anos, se homem, e 30 anos, se mulher: 12.775 ou 10.950 =...X 20% =... Tempo prestado nesta Universidade de 17/12/98 a.../.../..., conforme Certidão nº..., fls...:... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 31
Modelo 27 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Com Tempo Misto de Magistério e Administrativo) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 8º, incisos I, II e III, alíneas a e b, da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 32
Modelo 28 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Exclusivo de Magistério) (Docente de Nível Superior e Médio Profissionalizante de 2º Grau) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos: DIAS Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a Faculdades/Escolas privadas, anteriormente ao ingresso nesta Universidade, conforme certidão fls, de / / a / /, de / / a / /... Bônus de 17% ou 20% sobre o tempo de serviço prestado até 16/12/98, exclusivamente de magistério, conforme 4º, do artigo 8º, da EC nº 20/98... Pedágio de 20% sobre o tempo que, na data de 16/12/98, faltava para completar o tempo de contribuição, 35 anos, se homem, e 30 anos, se mulher: 12.775 ou 10.950 =...X 20% = 000 dias, que correspondem ao período de.../.../... a.../.../...... Tempo prestado nesta Universidade de 17/12/98 a.../.../..., conforme Certidão nº..., fls...:... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 33
Modelo 29 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição Exclusivo de Magistério) (Docente de Nível Superior e Médio Profissionalizante de 2º Grau) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 8º, incisos I, II e III, alíneas a e b e 4º da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do... seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime/jornada de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sextaparte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 34
Modelo 30 CLTC (Aposentadoria Voluntária Proporcional ao Tempo de Contribuição) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos: DIAS Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a Faculdades/Escolas privadas, anteriormente ao ingresso nesta Universidade, conforme certidão fls, de / / a / /, de / / a / /... Pedágio de 40% sobre o tempo que, na data de 16/12/98, faltava para completar o tempo de contribuição, 30 anos, se homem, e 25 anos, se mulher: 10.950 ou 9.125 =...X 40% = 000 dias, que correspondem ao período de.../.../... a.../.../...... Tempo prestado nesta Universidade de 17/12/98 a.../.../..., conforme Certidão nº..., fls. :... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 35
Modelo 31 Portaria (Aposentadoria Voluntária Proporcional ao Tempo de Contribuição) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 8º, 1º, inciso I, alíneas a e b e inciso II da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais proporcionais equivalentes a... % dos vencimentos, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 36
Modelo 32 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea a da Constituição Federal /1988, com a redação da pelo artigo 1º da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 37
Modelo 33 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral por Tempo de Contribuição) (Docente de Ensino Médio e Profissionalizante de 2º grau) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea a, e 5º da Constituição Federal /1988, com a redação dada pelo artigo 1º da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 38
Modelo 34 CLTC (Aposentadoria Voluntária por Idade e por Idade com direito ao Abono de Permanência) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a 16/12/98... Menos: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado em escolas privadas, conforme Certidão fls..., de / / a / /, de / / a / /... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº, fls., de 17/12/98 a 31/12/03... e de 01/01/04 a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 39
Modelo 35 Portaria (Aposentadoria Voluntária por Idade) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea b da Constituição Federal /1988, com a redação dada pelo artigo 1º da Emenda Constitucional nº 20/1998, combinado com o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e Lei Complementar nº 269/1981 quando for o caso,..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais proporcionais na base.../... dos seus vencimentos, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 40
Modelo 36 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 6º, incisos I, II, III e IV, da Emenda Constitucional nº 41/2003, combinado com o artigo 2º da Emenda Constitucional nº 47/2005, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 41
Modelo 37 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral por Tempo de Contribuição Com Tempo Exclusivo de Magistério) (Docente de Ensino Médio e Profissionalizante de 2º Grau) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 6º, incisos I, II, III e IV, da Emenda Constitucional nº 41/2003, combinado com o artigo 2º da Emenda Constitucional nº 47/2005, 5º do artigo 40 da Constituição Federal /1988, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento do correspondente ato) = R$..., ou gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sextaparte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 42
Modelo 38 CLTC (Aposentadoria Voluntária Integral para Mulher) DATA DE NASCIMENTO: 03/02/1953 CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo apurado nesta Universidade, durante o período de / / a / /, conforme Certidão nº..., fls...: Regime da CLT, de 23/05/77 a 15/12/81... Regime Autárquico/Efetivo, de 16/12/81 a 16/01/04... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme Certidão de fls.... Tempo Líquido em 16/01/04 = 10.950 Mais tempo de contribuição correspondente aos períodos de: 17/01/04 a 15/01/05 = 365 = 11.315 = 31 anos... 16/01/05 a 15/01/06 = 365 = 11.680 = 32 anos... 16/01/06 a 15/01/07 = 365 = 12.045 = 33 anos... 16/01/07 a 15/01/08 = 365 = 12.410 = 34 anos... 16/01/08 a 03/02/08... DIAS 1.668 8.067 9.735 1.215 10.950 365 365 365 365 19 12.429 Tempo Idade Fórmula 17/01/05 = 31 anos 03/02/05 = 48 anos 31 + 48 = 79 17/01/06 = 32 anos 03/02/06 = 49 anos 32 + 49 = 81 17/01/07 = 33 anos 03/02/07 = 50 anos 33 + 50 = 83 17/01/08 = 34 anos 03/02/08 = 51 anos 34 + 51 = 85 Preenchimento dos requisitos para aposentadoria em 03/02/08 Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias 43
Modelo 39 Portaria (Aposentadoria Voluntária Integral) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, à vista da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005, e Lei Complementar nº 269/1981 (quando for o caso),..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 44
Modelo 40 CLTC (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) (Proventos Integrais ao Tempo de Contribuição) CERTIDÃO DE LIQUIDAÇÃO DE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO Nº... Tempo prestado nesta Universidade, conforme Certidão nº..., fls...: DIAS Regime da CLT, de / / a / /... Regime Autárquico/Efetivo, de / / a / /... Menos ocorrências até 22/09/2003: Faltas justificadas... =... Faltas injustificadas... =... Licença Pessoa da Família... =...... Mais: Tempo prestado a empresas privadas, conforme certidão fls, de / / a / /, de / / a / /... Tempo líquido... Tempo para Aposentadoria:...Anos...Meses...Dias Nota: Não citar no ato de aposentadoria, uma vez que esta modalidade independe do tempo de contribuição e não há compensação previdenciária COMPREV (art. 4º do Decreto nº 3.112/1999). 45
Modelo 41 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Acidente em Serviço ou Doença Incapacitante enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso I da Constituição Federal /1988, combinado com o artigo 6º A da Emenda Constitucional nº 41/2003, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 70/2012,..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais, iguais a R$..., assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 46
Modelo 42 Portaria (Aposentadoria por Invalidez Permanente Doença incapacitante não enquadrada na Lei Federal nº 8.112/1990 ou nº 8.213/1991) PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CÂMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/1997, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº.../..., e da Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº.../..., nos termos do artigo 40, 1º, inciso I da Constituição Federal /1988, combinado com o artigo 6º A da Emenda Constitucional nº 41/2003, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 70/2012,..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, regime de trabalho/jornada de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais proporcionais a.../... avos, iguais a R$...; assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau...,.../60 avos (Lei Complementar nº 432/85) = R$..., gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., ou, gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº... (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., sexta parte dos vencimentos (citar o fundamento constante do correspondente ato) = R$..., e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 47
Modelo 43 Certidão (Recontagem de Tempo de Serviço/Contribuição) CERTIDÃO Nº PROCESSO Nº CERTIFICAMOS, PARA FINS DE COMPLEMENTAÇÃO DA APOSENTADORIA..., em nome de... RG...., (discriminar a situação funcional do interessado, cargo/função titular, função de confiança, quadro ou subquadro, referência salarial, regime jurídico,etc.), que no período de.../.../... a.../.../..., registraram as seguintes ocorrências: ANO DE......Neste período consta/não consta qualquer penalidade administrativa. O referido é verdade. Instituto/Faculdade de... do Câmpus de... da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" do Estado de São Paulo, Seção...aos (data) x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x. Elaborado por: Nome do Servidor:... RG:... Função:... Conferido por: Nome do Servidor:... RG:... Função:... OBSERVAÇÕES 1. Elaborar em papel timbrado; 2. Quando o interessado apresentar tempo de serviço/contribuição prestado a outra Unidade da UNESP ou órgão público, incluir: "Certificamos, ainda, que o(a) interessado(a) conta com... dias líquidos, referentes ao(s) período(s) de... a..., conforme Certidão expedida em.../.../..., pelo(a)..."; 3. Incluir, quando for o caso, o tempo de serviço/contribuição constante em certidões expedidas pelo INSS. 48
Modelo 44 CLTC (RECONTAGEM) CERTIFICAMOS, à vista dos elementos constantes do presente processo, que o tempo de contribuição do(a) interessado(a) é o seguinte: Tempo apurado conforme Certidão nº / STDARH / (fls. ), nesta Unidade no período de / / a / /... DIAS Menos: (Discriminar ocorrências passíveis de dedução) Mais: Conforme Certidão de Liquidação de Tempo de Contribuição nº / STDARH / de fls., dias líquidos até o dia / /... Tempo líquido Anos Meses Dias Tempo para Aposentadoria Elaborado por: Nome do Servidor:... RG:... Função:... Conferido por: Nome do Servidor:... RG:... Função:... 49
Modelo 45 Apostila (Recontagem de Tempo) Fls. da Portaria de Aposentadoria, publicada no DOE / /. Nome: Matrícula: APOSTILA DE DE DE O(A) DIRETOR(A) TÉCNICO DA DIVISÃO TÉCNICA ADMINISTRATIVA DA(O) FACULDADE/INSTITUTO / DA ADMINISTRAÇÃO GERAL DO CÂMPUS / COORDENADOR(A) DA COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS DA REITORIA DA UNESP, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas, APOSTILA esta portaria para declarar que, a partir de / /, os proventos passam a ser integrais ou proporcionais a /, iguais a R$, * assim discriminados: vencimento correspondente ao valor do Nível e Grau desta função = R$, calculado com base na Resolução CRUESP nº /, acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional por tempo de serviço qüinqüênios = R$, sexta parte dos vencimentos = R$, adicional de insalubridade grau = R$ e Vantagem Pessoal = R$ e/ou Complemento de Enquadramento = R$ (quando for o caso). (Processo nº...) nome e assinatura Publicada no DOE de / /, Página, Seção. OBSERVAÇÃO Se a aposentadoria for pela média das contribuições não há discriminação dos proventos:... *já computados:... 50
Modelo 46 Formulário do Abono de Permanência 51
Modelo 47 Formulário COMPREV 52
Modelo 48 CTC para homologação da SPPREV 53
54
55
Modelo 49 CTC para homologação da SPPREV 56
57
58
Modelo 50 CTC para homologação da SPPREV 59
60
Modelo 51 CTC não homologada pela SPPREV 61
62
63
Modelo 52 CTC para homologação da SPPREV 64
65
LEGISLAÇÃO E NORMAS Legislação vigente até o mês de junho/2012; No que se refere a atualização, consultar links: http://www2.planalto.gov.br/presidencia/legislacao http://www.al.sp.gov.br/portal/site/internet/ http://unesp.br/gid/ 66
SUMÁRIO CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 (COM AS ALTERAÇÕES ADOTADAS PELAS EMENDAS CONSTITUCIONAIS Nº 20/1998, Nº 41/2003 E Nº 47/2005)... 69 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1998...72 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003...75 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 47, DE 5 DE JULHO DE 2005...80 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 70, DE 29 DE MARÇO DE 2012...82 LEI Nº 8.112, DE 11/12/1990... 83 LEI Nº 8.213 DE 24 DE JULHO DE 1991 DOU DE 14/08/1991... 84 LEI No 10.887, DE 18 DE JUNHO DE 2004.... 84 ORIENTAÇÃO NORMATIVA MPS/SPS Nº 02, DE 31 DE MARÇO DE 2009 DOU DE 02/04/2009... 91 LEI N. 10.504, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000... 106 LEI COMPLEMENTAR Nº 180/78... 107 LEI COMPLEMENTAR Nº 209, DE 17 DE JANEIRO DE 1979... 107 LEI COMPLEMENTAR Nº 269, DE 3 DE DEZEMBRO DE 1981... 108 LEI COMPLEMENTAR Nº 318, DE 10 DE MARÇO DE 1983... 109 LEI COMPLEMENTAR Nº 437, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1985... 110 LEI COMPLEMENTAR Nº 432, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1985... 110 LEI COMPLEMENTAR Nº 1012, DE 5 DE JULHO DE 2007... 111 LEI COMPLEMENTAR Nº 1.105, DE 25 DE MARÇO DE 2010... 112 DECRETO DE 4 DE MARÇO DE 1971.... 113 DECRETO Nº 29.439, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1988... 113 DECRETO Nº 33.152, DE 22 DE MARÇO DE 1991... 115 DECRETO Nº 52.859, DE 2 DE ABRIL DE 2008... 115 DECRETO Nº 56.386, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2010... 125 DECRETO Nº 55.327, DE 7 DE JANEIRO DE 2010... 125 PORTARIA SPPREV 25, DE 27 1 2009... 126 UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS HUMANOS... 128 COMUNICADO UCRH 1, DE 11 2 2003... 128 COMUNICADO UCRH Nº 03/2008... 128 67
COMUNICADO UCRH Nº 28/2008... 129 GESTÃO PÚBLICA... 130 COMUNICADO GT 1, de 16 5 2008...130 COMUNICADO GT 3, DE 19 1 2009... 130 RESOLUÇÃO UNESP Nº 01, DE 5 DE JANEIRO DE 1995... 132 PORTARIA UNESP Nº 218 DE 28 DE AGOSTO DE 1997... 132 OFÍCIO CIRCULAR Nº 63/2000 PRAD... 133 OFÍCIO CIRCULAR Nº 20/2004 PRAD... 134 OFÍCIO CIRCULAR Nº 13/2008 PRAd... 135 OFÍCIO CIRCULAR Nº 24/2009 PRAd... 136 COMUNICADO Nº 01 DE 08 DE MAIO DE 2012... 140 68
... CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 (COM AS ALTERAÇÕES ADOTADAS PELAS EMENDAS CONSTITUCIONAIS Nº 20/1998, Nº 41/2003 E Nº 47/2005) Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste art.. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este art. serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) I por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) II compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) III voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 2º Os proventos de aposentadoria e as pensões, por ocasião de sua concessão, não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este art. e o art. 201, na forma da lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este art., ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005) I portadores de deficiência; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005) II que exerçam atividades de risco; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005) III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005) 69
5º Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao disposto no 1º, III, "a", para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 6º Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste art.. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte, que será igual: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) I ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso aposentado à data do óbito; ou (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) II ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso em atividade na data do óbito. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios estabelecidos em lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 9º O tempo de contribuição federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 10 A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 11 Aplica se o limite fixado no art. 37, XI, à soma total dos proventos de inatividade, inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos, bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social, e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição, cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, e de cargo eletivo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 12 Além do disposto neste art., o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará, no que couber, os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 13 Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público, aplica se o regime geral de previdência social. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 14 A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo, poderão fixar, para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este art., o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 70
15 O regime de previdência complementar de que trata o 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, observado o disposto no art. 202 e seus parágrafos, no que couber, por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar, de natureza pública, que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 16 Somente mediante sua prévia e expressa opção, o disposto nos 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98) 17. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no 3 serão devidamente atualizados, na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 18. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este art. que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 19. O servidor de que trata este art. que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no 1º, III, a, e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no 1º, II. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 20. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos, e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal, ressalvado o disposto no art. 142, 3º, X. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) 21. A contribuição prevista no 18 deste art. incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de doença incapacitante. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)... Art. 201. A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)... 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei. 71
... EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1998 Modifica o sistema de previdência social, estabelece normas de transição e dá outras providências. As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte emenda ao texto constitucional: Art. 1º A Constituição Federal passa a vigorar com as seguintes alterações:... "Art. 37... 10 É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. 40 ou dos arts. 42 e 142 com a remuneração de cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração." "Art. 40 Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste art.. 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este art. serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma do 3º: I por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificadas em lei; II compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição; III voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições: a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher; b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 2º Os proventos de aposentadoria e as pensões, por ocasião de sua concessão, não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. 3º Os proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e, na forma da lei, corresponderão à totalidade da remuneração. 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este art., ressalvados os casos de atividades exercidas 72
exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, definidos em lei complementar. 5º Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao disposto no 1º, III, "a", para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. 6º Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste art.. 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício da pensão por morte, que será igual ao valor dos proventos do servidor falecido ou ao valor dos proventos a que teria direito o servidor em atividade na data de seu falecimento, observado o disposto no 3º. 8º Observado o disposto no art. 37, XI, os proventos de aposentadoria e as pensões serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei. 9º O tempo de contribuição federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. 10 A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. 11 Aplica se o limite fixado no art. 37, XI, à soma total dos proventos de inatividade, inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos, bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social, e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição, cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, e de cargo eletivo. 12 Além do disposto neste art., o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará, no que couber, os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. 13 Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público, aplica se o regime geral de previdência social. 14 A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo, poderão fixar, para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este art., o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201. 15 Observado o disposto no art. 202, lei complementar disporá sobre as normas gerais para a instituição de regime de previdência complementar pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, para atender aos seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. 73
16 Somente mediante sua prévia e expressa opção, o disposto nos 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar." "Art. 201 A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: I cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; II proteção à maternidade, especialmente à gestante; III proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário; IV salário família e auxílio reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; V pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes, observado o disposto no 2º. 1º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, definidos em lei complementar. 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. 3º Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados, na forma da lei. 4º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios definidos em lei. 5º É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. "Art. 202 O regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social, será facultativo, baseado na constituição de reservas que garantam o benefício.... Art. 3º É assegurada a concessão de aposentadoria e pensão, a qualquer tempo, aos servidores públicos e aos segurados do regime geral de previdência social, bem como aos seus dependentes, que, até a data da publicação desta Emenda, tenham cumprido os requisitos para a obtenção destes benefícios, com base nos critérios da legislação então vigente. 1º O servidor de que trata este art., que tenha completado as exigências para aposentadoria integral e que opte por permanecer em atividade fará jus à isenção da contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria contidas no art. 40, 1º, III, "a", da Constituição Federal. 2º Os proventos da aposentadoria a ser concedida aos servidores públicos referidos no "caput", em termos integrais ou proporcionais ao tempo de serviço já exercido até a data de publicação 74
desta Emenda, bem como as pensões de seus dependentes, serão calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que foram atendidas as prescrições nela estabelecidas para a concessão destes benefícios ou nas condições da legislação vigente. 3º São mantidos todos os direitos e garantias assegurados nas disposições constitucionais vigentes à data de publicação desta Emenda aos servidores e militares, inativos e pensionistas, aos anistiados e aos ex combatentes, assim como àqueles que já cumpriram, até aquela data, os requisitos para usufruírem tais direitos, observado o disposto no art. 37, XI, da Constituição Federal. Art. 4º Observado o disposto no art. 40, 10, da Constituição Federatempo de serviço considerado pela legislação vigente para efeito de aposentadoria, cumprido até que a lei discipline a matéria, será contado como tempo de contribuição.... Art. 11 A vedação prevista no art. 37, 10, da Constituição Federal, não se aplica aos membros de poder e aos inativos, servidores e militares, que, até a publicação desta Emenda, tenham ingressado novamente no serviço público por concurso público de provas ou de provas e títulos, e pelas demais formas previstas na Constituição Federal, sendo lhes proibida a percepção de mais de uma aposentadoria pelo regime de previdência a que se refere o art. 40 da Constituição Federal, aplicando se lhes, em qualquer hipótese, o limite de que trata o 11 deste mesmo art..... Art. 15 Até que a lei complementar a que se refere o art. 201, 1º, da Constituição Federal, seja publicada, permanece em vigor o disposto nos arts. 57 e 58 da Lei nº 8213, de 24 de julho de 1991, na redação vigente à data da publicação desta Emenda. Art. 16 Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação. Art. 17 Revoga se o inciso II do 2º do art. 153 da Constituição Federal. Brasília, 15 de dezembro de 1998 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003 Modifica os arts. 37, 40, 42, 48, 96, 149 e 201 da Constituição Federal, revoga o inciso IX do 3 do art. 142 da Constituição Federal e dispositivos da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, e dá outras providências. As MESAS da CÂMARA DOS DEPUTADOS e do SENADO FEDERAL, nos termos do 3 do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional: Art. 1º A Constituição Federal passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 37....... XI a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos 75
cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;..." (NR) "Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste art.. 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este art. serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos 3º e 17: I por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei;... 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este art. e o art. 201, na forma da lei.... 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte, que será igual: I ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso aposentado à data do óbito; ou II ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso em atividade na data do óbito. 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios estabelecidos em lei.... 15. O regime de previdência complementar de que trata o 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, observado o disposto no art. 202 e seus parágrafos, no que couber, por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar, de natureza pública, que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. 76
... 17. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no 3 serão devidamente atualizados, na forma da lei. 18. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este art. que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. 19. O servidor de que trata este art. que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no 1º, III, a, e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no 1º, II. 20. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos, e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal, ressalvado o disposto no art. 142, 3º, X." (NR)... "Art. 149.... 1º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário de que trata o art. 40, cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União...." (NR) "Art. 201....... 12. Lei disporá sobre sistema especial de inclusão previdenciária para trabalhadores de baixa renda, garantindo lhes acesso a benefícios de valor igual a um salário mínimo, exceto aposentadoria por tempo de contribuição." (NR) Art. 2º Observado o disposto no art. 4º da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, é assegurado o direito de opção pela aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com o art. 40, 3º e 17, da Constituição Federal, àquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração Pública direta, autárquica e fundacional, até a data de publicação daquela Emenda, quando o servidor, cumulativamente: I tiver cinqüenta e três anos de idade, se homem, e quarenta e oito anos de idade, se mulher; II tiver cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria; III contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de: a) trinta e cinco anos, se homem, e trinta anos, se mulher; e b) um período adicional de contribuição equivalente a vinte por cento do tempo que, na data de publicação daquela Emenda, faltaria para atingir o limite de tempo constante da alínea a deste inciso. 77
1 º O servidor de que trata este art. que cumprir as exigências para aposentadoria na forma do caput terá os seus proventos de inatividade reduzidos para cada ano antecipado em relação aos limites de idade estabelecidos pelo art. 40, 1º, III, a, e 5º da Constituição Federal, na seguinte proporção: I três inteiros e cinco décimos por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput até 31 de dezembro de 2005; II cinco por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput a partir de 1º de janeiro de 2006. 2º Aplica se ao magistrado e ao membro do Ministério Público e de Tribunal de Contas o disposto neste art.. 3º Na aplicação do disposto no 2º deste art., o magistrado ou o membro do Ministério Público ou de Tribunal de Contas, se homem, terá o tempo de serviço exercido até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, contado com acréscimo de dezessete por cento, observado o disposto no 1º deste art.. 4º O professor, servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que, até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, tenha ingressado, regularmente, em cargo efetivo de magistério e que opte por aposentar se na forma do disposto no caput, terá o tempo de serviço exercido até a publicação daquela Emenda contado com o acréscimo de dezessete por cento, se homem, e de vinte por cento, se mulher, desde que se aposente, exclusivamente, com tempo de efetivo exercício nas funções de magistério, observado o disposto no 1º. 5º O servidor de que trata este art., que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no caput, e que opte por permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no art. 40, 1º, II, da Constituição Federal. 6º Às aposentadorias concedidas de acordo com este art. aplica se o disposto no art. 40, 8º, da Constituição Federal. Art. 3º É assegurada a concessão, a qualquer tempo, de aposentadoria aos servidores públicos, bem como pensão aos seus dependentes, que, até a data de publicação desta Emenda, tenham cumprido todos os requisitos para obtenção desses benefícios, com base nos critérios da legislação então vigente. 1º O servidor de que trata este art. que opte por permanecer em atividade tendo completado as exigências para aposentadoria voluntária e que conte com, no mínimo, vinte e cinco anos de contribuição, se mulher, ou trinta anos de contribuição, se homem, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no art. 40, 1º, II, da Constituição Federal. 2º Os proventos da aposentadoria a ser concedida aos servidores públicos referidos no caput, em termos integrais ou proporcionais ao tempo de contribuição já exercido até a data de publicação desta Emenda, bem como as pensões de seus dependentes, serão calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que foram atendidos os requisitos nela estabelecidos para a concessão desses benefícios ou nas condições da legislação vigente. 78
Art. 4º Os servidores inativos e os pensionistas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, em gozo de benefícios na data de publicação desta Emenda, bem como os alcançados pelo disposto no seu art. 3º, contribuirão para o custeio do regime de que trata o art. 40 da Constituição Federal com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. Parágrafo único. A contribuição previdenciária a que se refere o caput incidirá apenas sobre a parcela dos proventos e das pensões que supere: I cinqüenta por cento do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 da Constituição Federal, para os servidores inativos e os pensionistas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; II sessenta por cento do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 da Constituição Federal, para os servidores inativos e os pensionistas da União. Art. 5º O limite máximo para o valor dos benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 da Constituição Federal é fixado em R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais), devendo, a partir da data de publicação desta Emenda, ser reajustado de forma a preservar, em caráter permanente, seu valor real, atualizado pelos mesmos índices aplicados aos benefícios do regime geral de previdência social. Art. 6º Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelo art. 2º desta Emenda, o servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público até a data de publicação desta Emenda poderá aposentar se com proventos integrais, que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, na forma da lei, quando, observadas as reduções de idade e tempo de contribuição contidas no 5º do art. 40 da Constituição Federal, vier a preencher, cumulativamente, as seguintes condições: I sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher; II trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; III vinte anos de efetivo exercício no serviço público; e IV dez anos de carreira e cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. Art. 7º Observado o disposto no art. 37, XI, da Constituição Federal, os proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo e as pensões dos seus dependentes pagos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, em fruição na data de publicação desta Emenda, bem como os proventos de aposentadoria dos servidores e as pensões dos dependentes abrangidos pelo art. 3º desta Emenda, serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei. 79
Art. 8º Até que seja fixado o valor do subsídio de que trata o art. 37, XI, da Constituição Federal, será considerado, para os fins do limite fixado naquele inciso, o valor da maior remuneração atribuída por lei na data de publicação desta Emenda a Ministro do Supremo Tribunal Federal, a título de vencimento, de representação mensal e da parcela recebida em razão de tempo de serviço, aplicando se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento da maior remuneração mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal a que se refere este art., no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos. Art. 9º Aplica se o disposto no art. 17 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias aos vencimentos, remunerações e subsídios dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. Art. 10. Revogam se o inciso IX do 3º do art. 142 da Constituição Federal, bem como os arts. 8º e 10 da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998. Art. 11. Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, em 19 de dezembro de 2003. EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 47, DE 5 DE JULHO DE 2005 Altera os arts. 37, 40, 195 e 201 da Constituição Federal, para dispor sobre a previdência social, e dá outras providências. AS MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL, nos termos do 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional: Art. 1º Os arts. 37, 40, 195 e 201 da Constituição Federal passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 37....... 11. Não serão computadas, para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste art., as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. 12. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste art., fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu âmbito, mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica, como limite único, o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores." (NR) 80
"Art. 40....... 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este art., ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores: I portadores de deficiência; II que exerçam atividades de risco; III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física.... 21. A contribuição prevista no 18 deste art. incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de doença incapacitante." (NR) "Art. 195....... 9º As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste art. poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da atividade econômica, da utilização intensiva de mãode obra, do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho...." (NR) "Art. 201....... 1º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar.... 12. Lei disporá sobre sistema especial de inclusão previdenciária para atender a trabalhadores de baixa renda e àqueles sem renda própria que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que pertencentes a famílias de baixa renda, garantindo lhes acesso a benefícios de valor igual a um salário mínimo. 13. O sistema especial de inclusão previdenciária de que trata o 12 deste art. terá alíquotas e carências inferiores às vigentes para os demais segurados do regime geral de previdência social." (NR) Art. 2º Aplica se aos proventos de aposentadorias dos servidores públicos que se aposentarem na forma do caput do art. 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, o disposto no art. 7º da mesma Emenda. Art. 3º Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelos arts. 2º e 6º da Emenda Constitucional nº 81
41, de 2003, o servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público até 16 de dezembro de 1998 poderá aposentar se com proventos integrais, desde que preencha, cumulativamente, as seguintes condições: I trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público, quinze anos de carreira e cinco anos no cargo em que se der a aposentadoria; III idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites do art. 40, 1º, inciso III, alínea "a", da Constituição Federal, de um ano de idade para cada ano de contribuição que exceder a condição prevista no inciso I do caput deste art.. Parágrafo único. Aplica se ao valor dos proventos de aposentadorias concedidas com base neste art. o disposto no art. 7º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, observando se igual critério de revisão às pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com este art.. Art. 4º Enquanto não editada a lei a que se refere o 11 do art. 37 da Constituição Federal, não será computada, para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput do mesmo art., qualquer parcela de caráter indenizatório, assim definida pela legislação em vigor na data de publicação da Emenda Constitucional nº 41, de 2003. Art. 5º Revoga se o parágrafo único do art. 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. Art. 6º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos à data de vigência da Emenda Constitucional nº 41, de 2003. Brasília, em 5 de julho de 2005 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 70, DE 29 DE MARÇO DE 2012 Acrescenta art. 6º A à Emenda Constitucional nº 41, de 2003, para estabelecer critérios para o cálculo e a correção dos proventos da aposentadoria por invalidez dos servidores públicos que ingressaram no serviço público até a data da publicação daquela Emenda Constitucional. As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional: Art. 1º A Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 6º A: "Art. 6º A. O servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público até a data de publicação desta Emenda Constitucional e que tenha se aposentado ou venha a se aposentar por invalidez permanente, com fundamento no inciso I do 1º do art. 40 da Constituição Federal, tem direito a proventos de aposentadoria calculados com base na remuneração do cargo efetivo em que se der 82
a aposentadoria, na forma da lei, não sendo aplicáveis as disposições constantes dos 3º, 8º e 17 do art. 40 da Constituição Federal. Parágrafo único. Aplica se ao valor dos proventos de aposentadorias concedidas com base no caput o disposto no art. 7º desta Emenda Constitucional, observando se igual critério de revisão às pensões derivadas dos proventos desses servidores." Art. 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, assim como as respectivas autarquias e fundações, procederão, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da entrada em vigor desta Emenda Constitucional, à revisão das aposentadorias, e das pensões delas decorrentes, concedidas a partir de 1º de janeiro de 2004, com base na redação dada ao 1º do art. 40 da Constituição Federal pela Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, com efeitos financeiros a partir da data de promulgação desta Emenda Constitucional. Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 29 de março de 2012. LEI Nº 8.112, DE 11/12/1990 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.... Da Aposentadoria Art. 186. O servidor será aposentado: (Vide art. 40 da Constituição) I por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos; II compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de serviço; III voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço, se homem, e aos 30 (trinta) se mulher, com proventos integrais; b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor, e 25 (vinte e cinco) se professora, com proventos integrais; c) aos 30 (trinta) anos de serviço, se homem, e aos 25 (vinte e cinco) se mulher, com proventos proporcionais a esse tempo; d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e aos 60 (sessenta) se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de serviço. 1o Consideram se doenças graves, contagiosas ou incuráveis, a que se refere o inciso I deste art., tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira posterior ao ingresso no serviço público, hanseníase, cardiopatia grave, doença de Parkinson, paralisia 83
irreversível e incapacitante, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante), Síndrome de Imunodeficiência Adquirida AIDS, e outras que a lei indicar, com base na medicina especializada. 2o Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas, bem como nas hipóteses previstas no art. 71, a aposentadoria de que trata o inciso III, "a" e "c", observará o disposto em lei específica.... LEI Nº 8.213 DE 24 DE JULHO DE 1991 DOU DE 14/08/1991 Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Art. 151. Até que seja elaborada a lista de doenças mencionadas no inciso II do art. 26, independe de carência a concessão de auxílio doença e aposentadoria por invalidez ao segurado que, após filiar se ao Regime Geral de Previdência Social, for acometido das seguintes doenças: tuberculose ativa; hanseníase; alienação mental; neoplasia maligna; cegueira; paralisia irreversível e incapacitante; cardiopatia grave; doença de Parkinson; espondiloartrose anquilosante; nefropatia grave; estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante); síndrome da deficiência imunológica adquirida Aids; e contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada. Nota: Artigo sem efeito em face da Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2.998, de 23 de agosto de 2001, publicada no DOU de 24.08.2001, que elencou as doenças a que se refere o inciso II do Art. 26 da Lei nº 8.213, de 1991, e exauriu, conseqüentemente, as disposições contidas neste artigo.... LEI No 10.887, DE 18 DE JUNHO DE 2004. Dispõe sobre a aplicação de disposições da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, altera dispositivos das Leis nos 9.717, de 27 de novembro de 1998, 8.213, de 24 de julho de 1991, 9.532, de 10 de dezembro de 1997, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o No cálculo dos proventos de aposentadoria dos servidores titulares de cargo efetivo de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, previsto no 3o do art. 40 da Constituição Federal e no art. 2o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, será considerada a média aritmética simples 84
das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde a do início da contribuição, se posterior àquela competência. 1o As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para a atualização dos salários de contribuição considerados no cálculo dos benefícios do regime geral de previdência social. 2o A base de cálculo dos proventos será a remuneração do servidor no cargo efetivo nas competências a partir de julho de 1994 em que não tenha havido contribuição para regime próprio. 3o Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo de que trata este art. serão comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e entidades gestoras dos regimes de previdência aos quais o servidor esteve vinculado ou por outro documento público, na forma do regulamento. 4o Para os fins deste art., as remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria, atualizadas na forma do 1o deste art., não poderão ser: I inferiores ao valor do salário mínimo; II superiores ao limite máximo do salário de contribuição, quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao regime geral de previdência social. 5o Os proventos, calculados de acordo com o caput deste art., por ocasião de sua concessão, não poderão ser inferiores ao valor do salário mínimo nem exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. Art. 2o Aos dependentes dos servidores titulares de cargo efetivo e dos aposentados de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, falecidos a partir da data de publicação desta Lei, será concedido o benefício de pensão por morte, que será igual: I à totalidade dos proventos percebidos pelo aposentado na data anterior à do óbito, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, acrescida de 70% (setenta por cento) da parcela excedente a este limite; ou II à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo na data anterior à do óbito, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, acrescida de 70% (setenta por cento) da parcela excedente a este limite, se o falecimento ocorrer quando o servidor ainda estiver em atividade. Parágrafo único. Aplica se ao valor das pensões o limite previsto no art. 40, 2o, da Constituição Federal. Art. 3o Para os fins do disposto no inciso XI do art. 37 da Constituição Federal, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão sistema integrado de dados relativos às remunerações, proventos e pensões pagos aos respectivos servidores e militares, ativos e inativos, e pensionistas, na forma do regulamento. Art. 4o A contribuição social do servidor público ativo de qualquer dos Poderes da União, incluídas suas autarquias e fundações, para a manutenção do respectivo regime próprio de previdência 85
social, será de 11% (onze por cento), incidente sobre a totalidade da base de contribuição. (Vide Emenda Constitucional nº 47, de 2005) 1o Entende se como base de contribuição o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, os adicionais de caráter individual ou quaisquer outras vantagens, excluídas: I as diárias para viagens; II a ajuda de custo em razão de mudança de sede; III a indenização de transporte; IV o salário família; V o auxílio alimentação; VI o auxílio creche; VII as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho; VIII a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança; e IX o abono de permanência de que tratam o 19 do art. 40 da Constituição Federal, o 5o do art. 2o e o 1o do art. 3o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003. 2o O servidor ocupante de cargo efetivo poderá optar pela inclusão na base de contribuição de parcelas remuneratórias percebidas em decorrência de local de trabalho, do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, para efeito de cálculo do benefício a ser concedido com fundamento no art. 40 da Constituição Federal e art. 2o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, respeitada, em qualquer hipótese, a limitação estabelecida no 2o do art. 40 da Constituição Federal. Art. 5o Os aposentados e os pensionistas de qualquer dos Poderes da União, incluídas suas autarquias e fundações, contribuirão com 11% (onze por cento), incidentes sobre o valor da parcela dos proventos de aposentadorias e pensões concedidas de acordo com os critérios estabelecidos no art. 40 da Constituição Federal e nos arts. 2o e 6o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social. (Vide Emenda Constitucional nº 47, de 2005) Art. 6o Os aposentados e os pensionistas de qualquer dos Poderes da União, incluídas suas autarquias e fundações, em gozo desses benefícios na data de publicação da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003, contribuirão com 11% (onze por cento), incidentes sobre a parcela dos proventos de aposentadorias e pensões que supere 60% (sessenta por cento) do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social. (Vide Emenda Constitucional nº 47, de 2005) Parágrafo único. A contribuição de que trata o caput deste art. incidirá sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas aos servidores e seus dependentes que tenham cumprido todos os requisitos para obtenção desses benefícios com base nos critérios da legislação vigente até 31 de dezembro de 2003. Art. 7o O servidor ocupante de cargo efetivo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas na alínea a do inciso III do 1o do art. 40 da Constituição Federal, no 5o do art. 2o ou no 1o do art. 3o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de 86
dezembro de 2003, e que opte por permanecer em atividade fará jus a abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no inciso II do 1o do art. 40 da Constituição Federal. Art. 8o A contribuição da União, de suas autarquias e fundações para o custeio do regime de previdência, de que trata o art. 40 da Constituição Federal, será o dobro da contribuição do servidor ativo, devendo o produto de sua arrecadação ser contabilizado em conta específica. Parágrafo único. A União é responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do regime decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários. Art. 8o A. A responsabilidade pela retenção e recolhimento das contribuições de que tratam os arts. 4o a 6o e 8o será do dirigente e do ordenador de despesa do órgão ou entidade que efetuar o pagamento da remuneração ou do benefício. (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) 1o O recolhimento das contribuições de que trata este art. deve ser efetuado: (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) I até o dia 15, no caso de pagamentos de remunerações ou benefícios efetuados no primeiro decêndio do mês; (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) II até o dia 25, no caso de pagamentos de remunerações ou benefícios efetuados no segundo decêndio do mês; ou (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) III até o dia 5 do mês posterior, no caso de pagamentos de remunerações ou benefícios efetuados no último decêndio do mês. (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) 2o O não recolhimento das contribuições nos prazos previstos no 1o: (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) I enseja a aplicação dos acréscimos de mora previstos para os tributos federais; e (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) II sujeita o responsável às sanções penais e administrativas cabíveis. (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) Art. 9o A unidade gestora do regime próprio de previdência dos servidores, prevista no art. 40, 20, da Constituição Federal: I contará com colegiado, com participação paritária de representantes e de servidores dos Poderes da União, cabendo lhes acompanhar e fiscalizar sua administração, na forma do regulamento; II procederá, no mínimo a cada 5 (cinco) anos, a recenseamento previdenciário, abrangendo todos os aposentados e pensionistas do respectivo regime; III disponibilizará ao público, inclusive por meio de rede pública de transmissão de dados, informações atualizadas sobre as receitas e despesas do respectivo regime, bem como os critérios e parâmetros adotados para garantir o seu equilíbrio financeiro e atuarial. Art. 10. A Lei no 9.717, de 27 de novembro de 1998, com a redação dada pela Medida Provisória no 2.187 13, de 24 de agosto de 2001, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 1o...... 87
X vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança ou de cargo em comissão, exceto quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no art. 40 da Constituição Federal, respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no 2o do citado art.; XI vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam o 19 do art. 40 da Constituição Federal, o 5o do art. 2o e o 1o do art. 3o da Emenda Constitucional no 41, de 19 de dezembro de 2003...." (NR) "Art. 2o A contribuição da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, aos regimes próprios de previdência social a que estejam vinculados seus servidores não poderá ser inferior ao valor da contribuição do servidor ativo, nem superior ao dobro desta contribuição. 1o A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios são responsáveis pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do respectivo regime próprio, decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários. 2o A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios publicarão, até 30 (trinta) dias após o encerramento de cada bimestre, demonstrativo financeiro e orçamentário da receita e despesa previdenciárias acumuladas no exercício financeiro em curso. 3o (revogado) 4o (revogado) 5o (revogado) 6o (revogado) 7o (revogado)" (NR) "Art. 3o As alíquotas de contribuição dos servidores ativos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios para os respectivos regimes próprios de previdência social não serão inferiores às dos servidores titulares de cargos efetivos da União, devendo ainda ser observadas, no caso das contribuições sobre os proventos dos inativos e sobre as pensões, as mesmas alíquotas aplicadas às remunerações dos servidores em atividade do respectivo ente estatal." (NR) Art. 11. A Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 12.... I...... j) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social;..." (NR) "Art. 69....... 88
4o Para efeito do disposto no caput deste art., o Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional do Seguro Social INSS procederão, no mínimo a cada 5 (cinco) anos, ao recenseamento previdenciário, abrangendo todos os aposentados e pensionistas do regime geral de previdência social." (NR) "Art. 80....... VII disponibilizará ao público, inclusive por meio de rede pública de transmissão de dados, informações atualizadas sobre as receitas e despesas do regime geral de previdência social, bem como os critérios e parâmetros adotados para garantir o equilíbrio financeiro e atuarial do regime." (NR) Art. 12. A Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 11.... I... j) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social;..." (NR) "Art. 29 B. Os salários de contribuição considerados no cálculo do valor do benefício serão corrigidos mês a mês de acordo com a variação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor INPC, calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE." Art. 13. O art. 11 da Lei no 9.532, de 10 de dezembro de 1997, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 11. As deduções relativas às contribuições para entidades de previdência privada, a que se refere a alínea e do inciso II do art. 8o da Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e às contribuições para o Fundo de Aposentadoria Programada Individual Fapi, a que se refere a Lei no 9.477, de 24 de julho de 1997, cujo ônus seja da própria pessoa física, ficam condicionadas ao recolhimento, também, de contribuições para o regime geral de previdência social ou, quando for o caso, para regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargo efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, observada a contribuição mínima, e limitadas a 12% (doze por cento) do total dos rendimentos computados na determinação da base de cálculo do imposto devido na declaração de rendimentos. 1o Aos resgates efetuados pelos quotistas de Fundo de Aposentadoria Programada Individual Fapi aplicam se, também, as normas de incidência do imposto de renda de que trata o art. 33 da Lei no 9.250, de 26 de dezembro de 1995. 2o Na determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido, o valor das despesas com contribuições para a previdência privada, a que se refere o inciso V do art. 13 da Lei no 9.249, de 26 de dezembro de 1995, e para os Fundos de Aposentadoria Programada Individual Fapi, a que se refere a Lei no 9.477, de 24 de julho de 1997, cujo ônus seja da pessoa jurídica, não poderá exceder, em cada período de apuração, a 20% (vinte por cento) do total dos salários dos empregados e da remuneração dos dirigentes da empresa, vinculados ao referido plano. 89
3o O somatório das contribuições que exceder o valor a que se refere o 2o deste art. deverá ser adicionado ao lucro líquido para efeito de determinação do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido. 4o O disposto neste art. não elide a observância das normas do art. 7o da Lei no 9.477, de 24 de julho de 1997. 5o Excetuam se da condição de que trata o caput deste art. os beneficiários de aposentadoria ou pensão concedidas por regime próprio de previdência ou pelo regime geral de previdência social." (NR) Art. 14. O art. 12 da Lei no 10.666, de 8 de maio de 2003, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 12. Para fins de compensação financeira entre o regime geral de previdência social e os regimes próprios de previdência social dos servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, os regimes instituidores apresentarão aos regimes de origem até o mês de maio de 2007 os dados relativos aos benefícios em manutenção em 5 de maio de 1999 concedidos a partir da promulgação da Constituição Federal." (NR) Art. 15. Os proventos de aposentadoria e as pensões de que tratam os arts. 1o e 2o desta Lei serão reajustados, a partir de janeiro de 2008, na mesma data e índice em que se der o reajuste dos benefícios do regime geral de previdência social, ressalvados os beneficiados pela garantia de paridade de revisão de proventos de aposentadoria e pensões de acordo com a legislação vigente. (Redação dada pela Lei nº 11.784, de 2008 Art. 16. As contribuições a que se referem os arts. 4o, 5o e 6o desta Lei serão exigíveis a partir de 20 de maio de 2004. 1o Decorrido o prazo estabelecido no caput deste art., os servidores abrangidos pela isenção de contribuição referida no 1o do art. 3o e no 5o do art. 8o da Emenda Constitucional no 20, de 15 de dezembro de 1998, passarão a recolher contribuição previdenciária correspondente, fazendo jus ao abono a que se refere o art. 7o desta Lei. 2o A contribuição de que trata o art. 1o da Lei no 9.783, de 28 de janeiro de 1999, fica mantida até o início do recolhimento da contribuição a que se refere o caput deste art., para os servidores ativos. Art. 16 A. A contribuição do Plano de Seguridade do Servidor Público (PSS), decorrente de valores pagos em cumprimento de decisão judicial, ainda que derivada de homologação de acordo, será retida na fonte, no momento do pagamento ao beneficiário ou seu representante legal, pela instituição financeira responsável pelo pagamento, por intermédio da quitação da guia de recolhimento remetida pelo setor de precatórios do Tribunal respectivo, no caso de pagamento de precatório ou requisição de pequeno valor, ou pela fonte pagadora, no caso de implantação de rubrica específica em folha, mediante a aplicação da alíquota de 11% (onze por cento) sobre o valor pago. (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) Parágrafo único. A instituição financeira deverá efetuar o recolhimento do valor retido até o 10o (décimo) dia útil do mês posterior à sua efetivação, devendo a fonte pagadora observar, na retenção e recolhimento, o disposto no art. 8o A. (Incluído pela Lei nº 12.350, de 2010) Art. 17. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 18. Ficam revogados os 3o, 4o, 5o, 6o e 7o do art. 2o, o art. 2o A e o art. 4o da Lei no 9.717, de 27 de novembro de 1998, o art. 8o da Medida Provisória no 2.187 13, de 24 de agosto 90
de 2001, na parte em que dá nova redação ao inciso X do art. 1o, ao art. 2o e ao art. 2o A da Lei no 9.717, de 27 de novembro de 1998, e a Lei no 9.783, de 28 de janeiro de 1999. ORIENTAÇÃO NORMATIVA MPS/SPS Nº 02, DE 31 DE MARÇO DE 2009 DOU DE 02/04/2009 Alterada pela ORIENTAÇÃO NORMATIVA MPS/SPS Nº 3, DE 04/05/2009 DOU DE 05/05/2009 O SECRETÁRIO DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 7º, IV, IX, X, e XVII do Anexo I do Decreto nº 6.417, de 31 de março de 2008 e o art. 1º, IV, IX, X e XVII do Anexo IV da Portaria MPS nº 173, de 02 de junho de 2008, resolve: Art. 1º Os Regimes Próprios de Previdência Social dos servidores públicos titulares de cargos efetivos, dos Magistrados, Ministros e Conselheiros dos Tribunais de Contas, membros do Ministério Público e de quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações observarão o disposto nesta Orientação Normativa. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Art. 2º Para os efeitos desta Orientação Normativa, considera se: I ente federativo: a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; II Regime Próprio de Previdência Social RPPS: o regime de previdência, estabelecido no âmbito de cada ente federativo, que assegure, por lei, a todos os servidores titulares de cargo efetivo, pelo menos os benefícios de aposentadoria e pensão por morte previstos no art. 40 da Constituição Federal; III RPPS em extinção: o RPPS do ente federativo que deixou de assegurar em lei os benefícios de aposentadoria e pensão por morte a todos os servidores titulares de cargo efetivo, mas manteve a responsabilidade pela concessão e manutenção de benefícios previdenciários; IV RPPS extinto: o RPPS do ente federativo que teve cessada a responsabilidade pela concessão e manutenção de benefícios previdenciários; V unidade gestora: a entidade ou órgão integrante da estrutura da administração pública de cada ente federativo que tenha por finalidade a administração, o gerenciamento e a operacionalização do RPPS, incluindo a arrecadação e gestão de recursos e fundos previdenciários, a concessão, o pagamento e a manutenção dos benefícios; VI cargo efetivo: o conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades específicas definidas em estatutos dos entes federativos cometidas a um servidor aprovado por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos; VII carreira: a sucessão de cargos efetivos, estruturados em níveis e graus segundo sua natureza, complexidade e o grau de responsabilidade, de acordo com o plano definido por lei de cada ente federativo; 91
VIII tempo de efetivo exercício no serviço público: o tempo de exercício de cargo, função ou emprego público, ainda que descontínuo, na Administração direta, indireta, autárquica, ou fundacional de qualquer dos entes federativos; IX remuneração do cargo efetivo: o valor constituído pelos vencimentos e pelas vantagens pecuniárias permanentes do respectivo cargo, estabelecidas em lei de cada ente, acrescido dos adicionais de caráter individual e das vantagens pessoais permanentes; X recursos previdenciários: as contribuições e quaisquer valores, bens, ativos e seus rendimentos vinculados ao RPPS ou ao fundo de previdência, de que trata o art. 6º da Lei nº 9.717, de 28 de novembro 1998, inclusive a totalidade dos créditos do ente instituidor, reconhecidos pelo regime de origem, relativos à compensação financeira disciplinada na Lei nº 9.796, de 5 de maio de 1999; XI equilíbrio financeiro: a garantia de equivalência entre as receitas auferidas e as obrigações do RPPS em cada exercício financeiro; XII equilíbrio atuarial: a garantia de equivalência, a valor presente, entre o fluxo das receitas estimadas e das obrigações projetadas, apuradas atuarialmente, a longo prazo; XIII taxa de administração: o valor dos recursos previdenciários estabelecido na legislação de cada ente, para custear as despesas correntes e de capital necessárias à organização e ao funcionamento da unidade gestora do RPPS.... Art. 11. O RPPS abrange, exclusivamente, o servidor público titular de cargo efetivo, o servidor inativo e seus dependentes. 1º Até 15 de dezembro de 1998, data anterior a da publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, o servidor público ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão, de cargo temporário, de emprego público ou mandato eletivo poderia estar vinculado a RPPS que assegurasse, no mínimo, aposentadoria e pensão por morte, nos termos definidos em lei do ente federativo. 2º O aposentado por qualquer regime de previdência que exerça ou venha a exercer cargo em comissão, cargo temporário, emprego público ou mandato eletivo vincula se, obrigatoriamente, ao RGPS. 3º O servidor titular de cargo efetivo amparado por RPPS, nomeado para o exercício de cargo em comissão, continua vinculado exclusivamente a esse regime previdenciário, observado o disposto no art. 29, não sendo devidas contribuições ao RGPS sobre a remuneração correspondente ao cargo em comissão. 4º Quando houver acumulação de cargo efetivo com cargo em comissão, com exercício concomitante e compatibilidade de horários, haverá o vínculo e o recolhimento ao RPPS, pelo cargo efetivo e, ao RGPS, pelo cargo em comissão. 5º Não são segurados de RPPS, os notários ou tabeliães, os oficiais de registro ou registradores, os escreventes e os auxiliares, não remunerados pelos cofres públicos. 6º É vedada a filiação ao RGPS, na qualidade de segurado facultativo, de segurado de RPPS. Art. 12. São filiados ao RPPS, desde que expressamente regidos pelo estatuto dos servidores do ente federativo, o servidor estável, abrangido pelo art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais 92
Transitórias, e o admitido até 05 de outubro de 1988, que não tenha cumprido, naquela data, o tempo previsto para aquisição da estabilidade no serviço público. Art. 13. O servidor público titular de cargo efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, mantém o vínculo ao regime previdenciário adotado pelo ente do qual é servidor nas seguintes situações: I quando cedido, com ou sem ônus para o cessionário, a órgão ou entidade da administração direta ou indireta de quaisquer dos entes federativos; II quando licenciado; III durante o afastamento do cargo efetivo para o exercício de mandato eletivo em quaisquer dos entes federativos; e IV durante o afastamento do país por cessão ou licenciamento com remuneração. 1º O recolhimento das contribuições relativas aos servidores cedidos, afastados e licenciados observará ao disposto nos arts. 31 a 35. 2º O segurado de RPPS, investido de mandato de Vereador, que exerça, concomitantemente, o cargo efetivo e o mandato filia se ao RPPS, pelo cargo efetivo, e ao RGPS, pelo mandato eletivo. Art. 14. A vinculação do servidor ao RPPS dar se á pelo exercício das atribuições do cargo de que é titular, nos limites da carga horária que a legislação local fixar. 1º Na hipótese de ampliação legal e permanente da carga horária do servidor que configure mudança de cargo efetivo, será exigido o cumprimento dos requisitos para concessão de aposentadoria neste novo cargo. 2º Se houver desempenho, pelo segurado, de atividades ou cargo em outro turno, sem previsão na legislação, o servidor será vinculado ao RGPS pelo exercício concomitante desse novo cargo.... Da Base de Cálculo das Contribuições Art. 29. A lei do ente federativo definirá as parcelas da remuneração que comporão a base de cálculo da contribuição, podendo prever que a inclusão das parcelas pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança, de cargo em comissão, ou de outras parcelas temporárias de remuneração, será feita mediante opção expressa do servidor, inclusive quando pagas por ente cessionário. 1º Os segurados ativos contribuirão também sobre o décimo terceiro salário, bem como sobre os benefícios de salário maternidade e auxílio doença, e os inativos e pensionistas sobre a gratificação natalina ou abono anual. 2º O ente federativo contribuirá sobre o valor de auxílio doença e repassará os valores devidos à unidade gestora do RPPS durante o afastamento do servidor, salvo se a lei local expressamente excluir o benefício da base de cálculo contributiva do ente. 3º Não incidirá contribuição sobre o valor do abono de permanência de que trata o art. 86. 4º Quando o pagamento mensal do servidor sofrer descontos em razão de faltas ou de quaisquer outras ocorrências, a alíquota de contribuição deverá incidir sobre o valor total da remuneração de contribuição prevista em lei, relativa à remuneração mensal do servidor no cargo 93
efetivo, desconsiderados os descontos. (Nova redação dada pela ON MPS/SPS nº 3, de 04/05/2009) 5º Havendo redução de carga horária, com prejuízo de remuneração, a base de cálculo da contribuição não poderá ser inferior ao valor do salário mínimo. 6º Incidirá contribuição de responsabilidade do segurado, ativo e inativo, do pensionista e do ente sobre as parcelas que componham a base de cálculo, pagas retroativamente em razão de determinação legal, administrativa ou judicial, observando se que: I se for possível identificar se as competências a que se refere o pagamento, aplicar se á a alíquota vigente em cada competência; II em caso de impossibilidade de identificação das competências a que se refere o pagamento, aplicar se á a alíquota vigente na competência em que for efetuado o pagamento; III em qualquer caso, as contribuições correspondentes deverão ser repassadas à unidade gestora no mesmo prazo fixado para o repasse das contribuições relativas à competência em que se efetivar o pagamento dos valores retroativos; IV se as contribuições devidas forem repassadas após o prazo previsto no inciso III, incidirão os mesmos acréscimos legais previstos para as contribuições relativas à competência do pagamento. Art. 30. A contribuição dos segurados inativos e pensionistas incidirá sobre a parcela dos proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo RPPS que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS, conforme definido no art. 80. 1º A parcela dos benefícios sobre a qual incidirá a contribuição será calculada mensalmente, observadas as alterações de valor do limite máximo de benefícios do RGPS. 2º Quando o beneficiário for portador de doença incapacitante, conforme definido pelo ente federativo e de acordo com laudo médico pericial, a contribuição prevista neste art. incidirá apenas sobre a parcela de proventos de aposentadoria e de pensão que supere o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS. Subseção IV Da Contribuição dos Servidores Cedidos, Afastados e Licenciados Art. 31. Nas hipóteses de cessão, licenciamento ou afastamento de servidor, o cálculo da contribuição ao RPPS será feito com base na remuneração do cargo efetivo de que o servidor for titular, observado o disposto nesta Subseção. Art. 32. Na cessão de servidores ou no afastamento para exercício de mandato eletivo em que o pagamento da remuneração ou subsídio seja ônus do cessionário ou do órgão de exercício do mandato, será de responsabilidade desse órgão ou entidade: I o desconto da contribuição devida pelo segurado; II o custeio da contribuição devida pelo órgão ou entidade de origem; e III o repasse das contribuições, de que tratam os incisos I e II, à unidade gestora do RPP a que está vinculado o cedido ou afastado. 1º Caso o cessionário ou o órgão de exercício do mandato, não efetue o repasse das contribuições à unidade gestora no prazo legal, caberá ao órgão ou entidade de origem efetuá lo, buscando o reembolso de tais valores. 94
2º O termo, ato, ou outro documento de cessão ou afastamento do servidor com ônus para o cessionário ou o órgão de exercício do mandato, deverá prever a responsabilidade deste pelo desconto, recolhimento e repasse das contribuições previdenciárias ao RPPS, conforme valores informados mensalmente pelo órgão ou entidade de origem. 3º O disposto neste art. se aplica a todos os casos de afastamento do cargo para exercício de mandato eletivo com ônus para o órgão de exercício do mandato, inclusive no caso de afastamento para o exercício do mandato de prefeito ou de vereador em que haja opção pelo recebimento do subsídio do cargo eletivo. Art. 33. Na cessão ou afastamento de servidores sem ônus para o cessionário ou para o órgão de exercício do mandato, continuará sob a responsabilidade do órgão ou entidade de origem, o recolhimento e o repasse, à unidade gestora do RPPS, das contribuições correspondentes à parcela devida pelo servidor e pelo ente. Parágrafo único. O disposto neste art. se aplica aos casos de afastamento do cargo para exercício de mandato eletivo de prefeito ou de vereador em que haja opção pelo recebimento da remuneração do cargo efetivo de que o servidor seja titular. Art. 34. Não incidirão contribuições para o RPPS do ente de origem, para o RPPS do ente cessionário ou de exercício do mandato, nem para o RGPS, sobre as parcelas remuneratórias não componentes da remuneração do cargo efetivo, pagas pelo ente cessionário ou de exercício do mandato, ao servidor cedido ou licenciado para exercício de mandato eletivo em outro ente federativo exceto na hipótese em que houver a opção pela contribuição facultativa ao RPPS do ente de origem, na forma prevista em sua legislação, conforme caput do art. 29. Parágrafo único. Aplica se ao servidor cedido ou afastado para exercício de mandato eletivo no mesmo ente, a base de cálculo de contribuição estabelecida em lei conforme art. 29. Art. 35. O servidor afastado ou licenciado temporariamente do exercício do cargo efetivo sem recebimento de remuneração ou de subsídio pelo ente federativo, somente contará o respectivo tempo de afastamento ou licenciamento para fins de aposentadoria, mediante o recolhimento mensal das contribuições, conforme lei do respectivo ente. 1º A contribuição efetuada pelo servidor na situação de que trata o caput não será computada para cumprimento dos requisitos de tempo de carreira, tempo de efetivo exercício no serviço público e tempo no cargo efetivo para concessão de aposentadoria. 2º Na omissão da lei quanto ao ônus pelo recolhimento da contribuição da parcela do ente federativo durante o período de afastamento ou licenciamento, o repasse à unidade gestora do RPPS do valor correspondente continuará sob a responsabilidade do ente.... Da Vedação de Inclusão de Parcela Temporária nos Benefícios Art. 43. É vedada a inclusão nos benefícios de aposentadoria e pensão, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança, de cargo em comissão, de outras parcelas temporárias de remuneração, ou do abono de permanência de que trata o art. 86. 1º Compreende se na vedação do caput a previsão de incorporação das parcelas temporárias diretamente nos benefícios ou na remuneração, apenas para efeito de concessão de benefícios, 95
ainda que mediante regras específicas, contribuição sobre tais parcelas. independentemente de ter havido incidência de 2º Não se incluem na vedação prevista no caput, as parcelas que tiverem integrado a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com proventos calculados pela média aritmética, conforme art. 61, respeitando se, em qualquer hipótese, o limite de remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria, ainda que a contribuição seja feita mediante a opção prevista no caput do art. 29. 3º As parcelas remuneratórias decorrentes de local de trabalho que não se caracterizarem como temporárias, sendo inerentes ao cargo, deverão ser explicitadas, em lei, como integrantes da remuneração do servidor no cargo efetivo e da base de cálculo de contribuição.... Da Aposentadoria por Invalidez Art. 56. O servidor que apresentar incapacidade permanente para o trabalho, conforme definido em laudo médico pericial, será aposentado por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, hipóteses em que os proventos serão integrais, observado quanto ao seu cálculo, o disposto no art. 61. 1º Lei do respectivo ente regulamentará o benefício de aposentadoria por invalidez, devendo disciplinar: I a definição do rol de doenças; II o conceito de acidente em serviço; III a garantia de percentual mínimo para valor inicial dos proventos, quando proporcionais ao tempo de contribuição; e IV a periodicidade das revisões das condições de saúde que geraram a incapacidade e obrigatoriedade de que o aposentado se submeta às reavaliações pela perícia médica. 2º A aposentadoria por invalidez será concedida com base na legislação vigente na data em que laudo médico pericial definir como início da incapacidade total e definitiva para o trabalho. 3º O pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez decorrente de doença mental somente será feito ao curador do segurado, condicionado à apresentação do termo de curatela, ainda que provisório. 4º O aposentado que voltar a exercer qualquer atividade laboral terá a aposentadoria por invalidez permanente cessada a partir da data do retorno, inclusive em caso de exercício de cargo eletivo. Subseção VI Da Aposentadoria Compulsória Art. 57. O servidor, homem ou mulher, será aposentado compulsoriamente aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, observado, quanto ao seu cálculo, o disposto no art. 61. Parágrafo único. Quanto à concessão da aposentadoria compulsória, é vedada: 96
I a previsão de concessão em idade distinta daquela definida no caput; e II a fixação de limites mínimos de proventos em valor superior ao salário mínimo nacional. Subseção VII Da Aposentadoria Voluntária por Idade e Tempo de Contribuição Art. 58. O servidor fará jus à aposentadoria voluntária por idade e tempo de contribuição, com proventos calculados na forma prevista no art. 61, desde que preencha, cumulativamente, os seguintes requisitos: I tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público na União, nos Estados, no Distrito Federal ou nos Municípios, conforme definição do inciso VIII do art. 2º; II tempo mínimo de cinco anos de efetivo exercício no cargo efetivo em que se der a aposentadoria; e III sessenta anos de idade e trinta e cinco de tempo de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de tempo de contribuição, se mulher. Subseção VIII Da Aposentadoria Voluntária por Idade Art. 59. O servidor fará jus à aposentadoria voluntária por idade com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, calculados conforme art. 61, desde que preencha, cumulativamente, os seguintes requisitos: I tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público na União, nos Estados no Distrito Federal ou nos Municípios, conforme definição do inciso VIII do art. 2º; II tempo mínimo de cinco anos de efetivo exercício no cargo efetivo em que se der a aposentadoria; e III sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher. Subseção IX Da Aposentadoria Especial do Professor Art. 60. O professor que comprove, exclusivamente, tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio, quando da aposentadoria prevista no art. 58, terá os requisitos de idade e de tempo de contribuição reduzidos em cinco anos. Parágrafo único. São consideradas funções de magistério as exercidas por professores no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e médio, em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício de docência, as de direção de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento pedagógico, conforme critérios e definições estabelecidas em norma de cada ente federativo. Subseção X Do Cálculo dos Proventos de Aposentadoria 97
Art. 61. No cálculo dos proventos das aposentadorias referidas nos art. 56, 57, 58, 59, 60 e 67, concedidas a partir de 20 de fevereiro de 2004, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações ou subsídios, utilizados como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde a do início da contribuição, se posterior àquela competência. 1º Para os efeitos do disposto no caput, serão utilizados os valores das remunerações que constituíram a base de cálculo das contribuições do servidor aos regimes de previdência, independentemente do percentual da alíquota estabelecida ou de terem sido estas destinadas para o custeio de apenas parte dos benefícios previdenciários. 2º As remunerações ou subsídios considerados no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados, mês a mês, de acordo com a variação integral do índice fixado para a atualização dos salários de contribuição considerados no cálculo dos benefícios do RGPS, conforme portaria editada mensalmente pelo MPS. 3º Nas competências a partir de julho de 1994 em que não tenha havido contribuição do servidor vinculado a regime próprio, a base de cálculo dos proventos será a remuneração do servidor no cargo efetivo, inclusive nos períodos em que houve isenção de contribuição ou afastamento do cargo, desde que o respectivo afastamento seja considerado como de efetivo exercício. 4º Na ausência de contribuição do servidor não titular de cargo efetivo, vinculado a regime próprio até dezembro de 1998, será considerada a sua remuneração no cargo ocupado no período correspondente. 5º As remunerações consideradas no cálculo da média, depois de atualizadas na forma do 2º, não poderão ser: I inferiores ao valor do salário mínimo; II superiores ao limite máximo do salário de contribuição, quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao RGPS. 6º As maiores remunerações de que trata o caput serão definidas depois da aplicação dos fatores de atualização e da observância, mês a mês, dos limites estabelecidos no 5º. 7º Na determinação do número de competências correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo de que trata o caput, desprezar se á a parte decimal. 8º Se a partir de julho de 1994 houver lacunas no período contributivo do segurado por não vinculação a regime previdenciário, em razão de ausência de prestação de serviço ou de contribuição, esse período será desprezado do cálculo de que trata este art.. 9º O valor inicial do provento, calculado de acordo com o caput, por ocasião de sua concessão, não poderá exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu aposentadoria, conforme definição do inciso IX do art. 2º, sendo vedada a inclusão de parcelas temporárias conforme previsto no art. 43. 10. No cálculo de que trata este art. deverão ser consideradas as remunerações pagas retroativamente em razão de determinação legal, administrativa ou judicial, sobre as quais incidiram as alíquotas de contribuição. 98
Art. 62. Para o cálculo do valor inicial dos proventos proporcionais ao tempo de contribuição, será utilizada fração cujo numerador será o total desse tempo e o denominador, o tempo necessário à respectiva aposentadoria voluntária com proventos integrais, conforme inciso III do art. 58, não se aplicando a redução no tempo de idade e contribuição de que trata o art. 60, relativa ao professor. 1º No cálculo dos proventos proporcionais, o valor resultante do cálculo pela média será previamente confrontado com o limite de remuneração do cargo efetivo previsto no 9º do art. 61, para posterior aplicação da fração de que trata o caput. 2º Os períodos de tempo utilizados no cálculo previsto neste art. serão considerados em número de dias. Subseção XI Dos Documentos Comprobatórios do Tempo e da Remuneração de Contribuição Art. 63. A emissão de Certidão de Tempo de Contribuição CTC pelos RPPS obedecerá às normas estabelecidas na Portaria MPS nº 154, de 15 de maio de 2008. 1º A CTC deverá conter, em anexo, Relação das Remunerações de Contribuições do servidor, relativas ao período certificado e discriminadas a partir da competência julho de 1994, para subsidiar o cálculo dos proventos de aposentadoria na forma do art. 61. 2º Os documentos de certificação de tempo de contribuição e de informação dos valores das remunerações de contribuições de que trata este art., emitidos pelos diversos órgãos da administração depois da publicação da Portaria nº 154, de 2008, terão validade mediante homologação da unidade gestora do regime. Art. 64. Continuam válidas as certidões de tempo de serviço e de contribuição e relações de remunerações de contribuições emitidas em data anterior à publicação da Portaria nº 154, de 2008, pelos órgãos da administração pública da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias, fundações ou unidade gestoras dos regimes de previdência social, relativamente ao tempo de serviço e de contribuição para o respectivo regime. Art. 65. A União, os Estados o Distrito Federal e os Municípios fornecerão ao servidor detentor, exclusivamente, de cargo de livre nomeação e exoneração e ao servidor titular de cargo, emprego ou função amparado pelo RGPS, documentos comprobatórios do vínculo funcional e Declaração de Tempo de Contribuição, conforme previsto na Portaria nº 154, de 2008, para fins de concessão de benefícios ou para emissão da CTC pelo RGPS, sem prejuízo da apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social GFIP. Subseção XII Da Pensão Por Morte Art. 66. A pensão por morte, conferida ao conjunto dos dependentes do segurado falecido a partir de 20 de fevereiro de 2004, data de publicação da Medida Provisória nº 167, de 19 de fevereiro de 2004, corresponderá a: I totalidade dos proventos percebidos pelo aposentado na data anterior à do óbito, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS, acrescida de setenta por cento da parcela excedente a esse limite; ou 99
II totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo na data anterior à do óbito, conforme definido no inciso IX do art. 2º, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS, acrescida de setenta por cento da parcela excedente a esse limite, se o falecimento ocorrer quando o servidor ainda estiver em atividade. 1º Na hipótese de cálculo de pensão oriunda de falecimento do servidor na atividade, é vedada a inclusão de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança, de cargo em comissão, de outras parcelas de natureza temporária, ou do abono de permanência de que trata o art. 86, bem como a previsão de incorporação de tais parcelas diretamente no valor da pensão ou na remuneração, apenas para efeito de concessão do benefício, ainda que mediante regras específicas. 2º O direito à pensão configura se na data do falecimento do segurado, sendo o benefício concedido com base na legislação vigente nessa data, vedado o recálculo em razão do reajustamento do limite máximo dos benefícios do RGPS. 3º Em caso de falecimento de segurado em exercício de cargos acumuláveis ou que acumulava proventos ou remuneração com proventos decorrentes de cargos acumuláveis, o cálculo da pensão será feito individualmente, por cargo ou provento, conforme incisos I e II do caput deste art.. Subseção XIII Das Regras de Transição para Concessão de Aposentadoria Art. 67. Ao servidor que tenha ingressado por concurso público de provas ou de provas e títulos em cargo efetivo na administração pública direta, autárquica e fundacional, da União, dos Estados do Distrito Federal ou dos Municípios, até 16 de dezembro de 1998, é facultado aposentar se com proventos calculados de acordo com o art. 61 quando o servidor, cumulativamente: I tiver cinqüenta e três anos de idade, se homem, e quarenta e oito anos de idade, se mulher; II tiver cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria; e III contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de: a) trinta e cinco anos, se homem, e trinta anos, se mulher; e b) um período adicional de contribuição equivalente a vinte por cento do tempo que, na data prevista no caput, faltava para atingir o limite de tempo constante da alínea a. 1º O servidor de que trata este art. que cumprir as exigências para aposentadoria na forma do caput terá os seus proventos de inatividade reduzidos para cada ano antecipado em relação aos limites de idade estabelecidos pelo inciso III do art. 58, observado o art. 60, na seguinte proporção: I três inteiros e cinco décimos por cento, para aquele que tiver completado as exigências para aposentadoria na forma do caput até 31 de dezembro de 2005, independentemente de a concessão do benefício ocorrer em data posterior àquela; ou II cinco por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput a partir de 1º de janeiro de 2006. 2º O número de anos antecipados para cálculo da redução de que trata o 1º será verificado no momento da concessão do benefício. 100
3º Os percentuais de redução de que tratam os incisos I e II do 1º serão aplicados sobre o valor do benefício inicial calculado pela média das contribuições, segundo o art. 61, verificando se previamente a observância ao limite da remuneração do servidor no cargo efetivo, previsto no 9º do mesmo art.. 4º Aplica se ao magistrado e ao membro do Ministério Público e de Tribunal de Contas o disposto neste art.. 5º Na aplicação do disposto no 4º, o magistrado ou o membro do Ministério Público ou de Tribunal de Contas, se homem, terá o tempo de serviço exercido até 16 de dezembro de 1998, contado com acréscimo de dezessete por cento, observando se o disposto nos 1º, 2º e 3º. 6º O segurado professor, de qualquer nível de ensino, que, até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, tenha ingressado, regularmente, em cargo efetivo de magistério na União, Estados, Distrito Federal ou Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, e que opte por aposentar se na forma do disposto no caput, terá o tempo de serviço, exercido até a publicação daquela Emenda, contado com o acréscimo de dezessete por cento, se homem, e de vinte por cento, se mulher, desde que se aposente, exclusivamente, com tempo de efetivo exercício nas funções de magistério, observado o disposto nos 1º, 2º e 3º. 7º As aposentadorias concedidas conforme este art. serão reajustadas para manter o valor real, de acordo com o disposto no art. 83. Art. 68. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas no art. 58, 60, ou no art. 67, o servidor que tiver ingressado no serviço público da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, até 31 de dezembro de 2003, poderá aposentar se com proventos integrais, que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, conforme definição do inciso IX do art. 2º, quando, observadas as reduções de idade e de tempo de contribuição contidas no art. 60, relativas ao professor, vier a preencher, cumulativamente, as seguintes condições: I sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher; II trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; III vinte anos de efetivo exercício no serviço público conforme definição do inciso VIII do art. 2º; IV dez anos de carreira, conforme inciso VII do art. 2º; e V cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. Art. 69. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas no arts. 58, 60, 67 e 68 o servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público, da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, até 16 de dezembro de 1998, poderá aposentar se com proventos integrais, que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo, desde que preencha, cumulativamente, as seguintes condições: I trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público, conforme definição do inciso VIII do art. 2º; III quinze anos de carreira, conforme inciso VII do art. 2º; e 101
IV cinco anos no cargo efetivo em que se der a aposentadoria; e V idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites fixados no art. 58, de 60 anos, se homem, ou 55, se mulher, de um ano de idade para cada ano de contribuição que exceder o tempo de contribuição previsto no inciso I. Parágrafo único. Na aplicação dos limites de idade previsto no inciso V do caput, não se aplica a redução prevista no art. 60 relativa ao professor. Art. 70. Na fixação da data de ingresso no serviço público, para fins de verificação do direito de opção pelas regras de que tratam os arts. 68 e 69, quando o servidor tiver ocupado, sem interrupção, sucessivos cargos na Administração Pública direta, autárquica e fundacional, em qualquer dos entes federativos, será considerada a data da investidura mais remota dentre as ininterruptas. Subseção XIV Das Disposições Gerais sobre Benefícios Art. 71. O tempo de carreira exigido para concessão dos benefícios previstos nos arts. 68 e 69 deverá ser cumprido no mesmo ente federativo e no mesmo poder. 1º Na hipótese de o cargo em que se der a aposentadoria não estar inserido em plano de carreira, o requisito previsto no inciso IV do art. 68 e no inciso III do art. 69 deverá ser cumprido no último cargo efetivo. 2º Será também considerado como tempo de carreira o tempo cumprido em emprego, função ou cargo de natureza não efetiva até 16 de dezembro de 1998. Art. 72. Será considerado como tempo no cargo efetivo, tempo de carreira e tempo de efetivo exercício no serviço público o período em que o servidor estiver em exercício de mandato eletivo; cedido, com ou sem ônus para o cessionário, a órgão ou entidade da administração direta ou indireta, do mesmo ou de outro ente federativo, ou afastado do país por cessão ou licenciamento com remuneração. Art. 73. Para efeito do cumprimento dos requisitos de concessão das aposentadorias previstas nos art. 58, 59, 67, 68 e 69, o tempo de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria deverá ser cumprido no cargo efetivo do qual o servidor seja titular na data imediatamente anterior à da concessão do benefício. Art. 74. Na contagem do tempo no cargo efetivo e do tempo de carreira para verificação dos requisitos de concessão de aposentadoria, deverão ser observadas as alterações de denominação efetuadas na legislação aplicável ao servidor, inclusive no caso de reclassificação ou reestruturação de cargos e carreiras. Art. 75. A concessão de benefícios previdenciários pelos RPPS independe de carência, ressalvada a observância de cumprimento dos prazos mínimos previstos nos arts. 58, 59, 67, 68 e 69 para concessão de aposentadoria. Art. 76. São vedados: I a concessão de proventos em valor inferior ao salário mínimo nacional; II o cômputo de tempo de contribuição fictício para o cálculo de benefício previdenciário. 102
III a concessão de aposentadoria especial, nos termos do 4º do art. 40 da Constituição Federal, até que leis complementares federais disciplinem a matéria; IV a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime próprio a servidor público titular de cargo efetivo, ressalvadas as decorrentes dos cargos acumuláveis previstos na Constituição Federal; e V a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrente de regime próprio de servidor titular de cargo efetivo, com a remuneração de cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis previstos na Constituição Federal, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. 1º Não se considera fictício o tempo definido em lei como tempo de contribuição para fins de concessão de aposentadoria quando tenha havido, por parte do servidor, a prestação de serviço ou a correspondente contribuição. 2º A vedação prevista no inciso V não se aplica aos membros de Poder e aos inativos, servidores e militares que, até 16 de dezembro de 1998, tenham ingressado novamente no serviço público por concurso público de provas ou de provas e títulos, e pelas demais formas previstas na Constituição Federal, sendo lhes proibida a percepção de mais de uma aposentadoria pelo regime próprio, exceto se decorrentes de cargos acumuláveis previstos na Constituição Federal. 3º O servidor inativo para ser investido em cargo público efetivo não acumulável com aquele que gerou a aposentadoria deverá renunciar aos proventos dessa. 4º Aos segurados de que trata o 2º é resguardado o direito de opção pela aposentadoria mais vantajosa. Art. 77. Na ocorrência das hipóteses previstas para concessão de aposentadoria compulsória ou por invalidez a segurado que tenha cumprido os requisitos legais para concessão de aposentadoria voluntária em qualquer regra, o RPPS deverá facultar que, antes da concessão da aposentadoria de ofício, o servidor, ou seu representante legal, opte pela aposentadoria de acordo a regra mais vantajosa. Art. 78. Concedida a aposentadoria ou a pensão, será o ato publicado e encaminhado, pela Unidade Gestora, ao Tribunal de Contas para homologação. Art. 79. A concessão de aposentadoria ao servidor titular de cargo efetivo, ainda que pelo RGPS, determinará a vacância do cargo. Art. 80. O limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS, de que trata o art. 201 da Constituição Federal, nos termos do art. 5º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, fixado em R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais), submete se à atualização pelos mesmos índices aplicados aos benefícios do RGPS. Subseção XV Do Direito Adquirido Art. 81. É assegurada a concessão de aposentadoria e pensão a qualquer tempo, aos segurados e seus dependentes que, até 31 de dezembro de 2003, tenham cumprido os requisitos para a obtenção destes benefícios, com base nos critérios da legislação então vigente, observado o disposto no inciso XI do art. 37 da Constituição Federal. 103
Parágrafo único. Os proventos da aposentadoria a ser concedida aos segurados referidos no caput, em termos integrais ou proporcionais ao tempo de contribuição já exercido até 31 de dezembro de 2003, bem como as pensões de seus dependentes, serão calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que foram atendidas as prescrições nela estabelecidas para a concessão desses benefícios ou nas condições da legislação vigente, conforme opção do segurado. Art. 82. No cálculo do benefício concedido de acordo com a legislação em vigor à época da aquisição do direito, será utilizada a remuneração do servidor no cargo efetivo no momento da concessão da aposentadoria. Parágrafo único. Em caso de utilização de direito adquirido à aposentadoria com proventos proporcionais, considerar se á o tempo de contribuição cumprido até 31 de dezembro de 2003, observando se que o cômputo de tempo de contribuição posterior a essa data, somente será admitido para fins de cumprimento dos requisitos exigidos para outra regra vigente de aposentadoria, com proventos integrais ou proporcionais. Subseção XVI Do Reajustamento dos Benefícios Art. 83. A partir de janeiro de 2008, os benefícios de aposentadoria de que tratam os arts. 56, 57, 58, 59, 60 e 67 e de pensão previstas no art. 66, concedidos a partir de 20 de fevereiro de 2004, devem ser reajustados para preservar lhes, em caráter permanente, o valor real, nas mesmas datas e índices utilizados para fins de reajustes dos benefícios do RGPS, excetuadas as pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com o art. 69. 1º No período de junho de 2004 a dezembro de 2007, aplica se, aos benefícios de que trata o caput, o reajustamento de acordo com a variação do índice oficial de abrangência nacional adotado pelo ente federativo nas mesmas datas em que se deram os reajustes dos benefícios do RGPS. 2º Na ausência de adoção expressa, pelo ente, no período de junho de 2004 a dezembro de 2007, do índice oficial de reajustamento dos benefícios para preservar lhes, em caráter permanente, o valor real, aplicam se os mesmos índices utilizados nos reajustes dos benefícios do RGPS. 3º No primeiro reajustamento dos benefícios, o índice será aplicado de forma proporcional entre a data da concessão e a data do reajustamento. Art. 84. Os benefícios abrangidos pelo disposto nos art. 68, 69 e 81, as pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com o art. 69 e os benefícios em fruição em 31 de dezembro de 2003, serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria, na forma da lei do ente federativo. 1º É vedada a extensão, com a utilização de recursos previdenciários, do reajustamento paritário de que trata este art., aos benefícios abrangidos pelo disposto no art. 83, ainda que a título de antecipação do reajuste anual ou de recomposição de perdas salariais anteriores à concessão do benefício. 104
2º Aos benefícios de aposentadoria e pensão, concedidos de 1º de janeiro a 20 de fevereiro de 2004, aplica se a regra definida na legislação de cada ente federativo, sendo lhes garantida a revisão de acordo com uma das hipóteses contidas nos arts. 83 ou 84. Art. 85. O reajustamento dos benefícios de aposentadoria e pensão que resulte em valor superior ao devido nos termos previstos nesta Subseção caracteriza utilização indevida dos recursos previdenciários, acarretando a obrigação de ressarcimento ao RPPS dos valores correspondentes ao excesso. CAPÍTULO V DO ABONO DE PERMANÊNCIA Art. 86. O servidor titular de cargo efetivo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas nos arts. 58 e 67 e que optar por permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária, até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no art. 57. 1º O abono previsto no caput será concedido, nas mesmas condições, ao servidor que, até 31 de dezembro de 2003, tenha cumprido todos os requisitos para obtenção da aposentadoria voluntária, com proventos integrais ou proporcionais, com base nos critérios da legislação então vigente, como previsto no art. 81, desde que conte com, no mínimo, vinte e cinco anos de contribuição, se mulher, ou trinta anos, se homem. 2º O recebimento do abono de permanência pelo servidor que cumpriu todos os requisitos para obtenção da aposentadoria voluntária, com proventos integrais ou proporcionais, em qualquer das hipóteses previstas nos arts. 58, 67 e 81, conforme previsto no caput e 1º, não constitui impedimento à concessão do benefício de acordo com outra regra vigente, inclusive as previstas nos arts. 68 e 69, desde que cumpridos os requisitos previstos para essas hipóteses, garantida ao segurado a opção pela mais vantajosa. 3º O valor do abono de permanência será equivalente ao valor da contribuição efetivamente descontada do servidor, ou recolhida por este, relativamente a cada competência. 4º O pagamento do abono de permanência é de responsabilidade do respectivo ente federativo e será devido a partir do cumprimento dos requisitos para obtenção do benefício conforme disposto no caput e 1º, mediante opção expressa do servidor pela permanência em atividade. 5º Em caso de cessão de servidor ou de afastamento para exercício de mandato eletivo, o responsável pelo pagamento do abono de permanência será o órgão ou entidade ao qual incumbe o ônus pelo pagamento da remuneração ou subsídio, salvo disposição expressa em sentido contrário no termo, ato, ou outro documento de cessão ou afastamento do segurado. 6º Na concessão do benefício de aposentadoria ao servidor titular de cargo efetivo, ainda que pelo RGPS, cessará o direito ao pagamento do abono de permanência. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. 87. O ente federativo poderá, mediante lei específica de iniciativa do respectivo Poder Executivo, instituir regime de previdência complementar destinado aos servidores titulares de cargo efetivo, observado, no que couber, o disposto no art. 202 da Constituição Federal. 105
1º O regime de que trata o caput, de caráter facultativo, será organizado por intermédio de entidade fechada de previdência complementar, de natureza pública, que oferecerá aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. 2º Somente após a instituição do regime complementar de que trata o caput, o ente poderá fixar, para o valor das aposentadorias e pensões a ser concedidas pelo RPPS, o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS de que trata o art. 201 da Constituição Federal. 3º Apenas mediante sua prévia e expressa opção, o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público Federal, Estadual, Distrital ou Municipal até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. Art. 88. A SPS disponibilizará na página eletrônica da previdência social na rede mundial de computadores Internet, resumos esquematizados dos critérios de concessão, cálculo e reajustamento das regras vigentes, gerais e de transição, para concessão de aposentadoria aos segurados dos RPPS. Art. 89. Esta Orientação Normativa entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Orientação Normativa SPS nº 01, de 23 de janeiro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 25 de janeiro de 2007. HELMUT SCHWARZER LEI N. 10.504, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000 Altera dispositivo do Decreto lei n.º 257, de 29 de maio de 1970, com a redação dada pela Lei n.º 2.815, de 23 de abril de 1981, que dispõe sobre a finalidade e a organização básica do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual IAMSPE O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Artigo 1.º O parágrafo único do artigo 3.º do Decreto lei nº 257, de 29 de maio de 1970, com redação dada pela Lei n.º 2.815, de 23 de abril de 1981, passa a vigorar com a seguinte redação: "Artigo 3.º... I... II... Parágrafo único As viúvas e os inativos poderão solicitar, a qualquer tempo, respectivamente, do falecimento do contribuinte e de sua aposentadoria, o cancelamento da inscrição como contribuinte." Artigo 2.º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 17 de fevereiro de 2000. Publicada na Assessoria Técnico Legislativa, aos 17 de fevereiro de 2000. 106
... LEI COMPLEMENTAR Nº 180/78 Dispõe sobre a instituição do Sistema de Administração de Pessoal e dá providências correlatas. Artigo 78 Os funcionários ou servidores, em Jornada Completa de Trabalho, ao passarem à inatividade, somente terão seus proventos calculados com base nos valores dos padrões de vencimentos constantes da Tabela I se na data de aposentadoria, houverem prestado serviço contínuo nessa jornada pelo menos nos 60 (sessenta) meses imediatamente anteriores. (NR) 1º Na hipótese de aposentadoria por invalidez não se aplica a condição prevista neste artigo. (NR) 2º Os funcionários e servidores que vierem a se aposentar voluntariamente ou por implemento de idade, sem que hajam completado 60 (sessenta) meses em Jornada Completa de Trabalho, terão seus proventos calculados em razão da jornada de trabalho a que estiverem sujeitos no período correspondente aos 60 (sessenta) meses imediatamente anteriores à aposentadoria, na seguinte conformidade: (NR) 1 1/60 (um sessenta avos) do valor do padrão fixado na Tabela I para cada mês em que, no período mencionado neste parágrafo, estiverem sujeitos à Jornada Completa de Trabalho; (NR) 2 1/60 (um sessenta avos) do valor do padrão fixado nas Tabelas II ou III, conforme o caso, para cada mês em que, no período mencionado neste parágrafo, estiverem sujeitos à Jornada Comum de Trabalho. (NR) 3º Para o cálculo de proventos de que trata este artigo adotar se á a Escala de Vencimentos que for aplicável ao funcionário ou servidor por ocasião da aposentadoria. (NR) 4º Se o funcionário ou servidor, ao qual seja aplicável por ocasião de aposentadoria a Escala de Vencimentos 1, 2, 3 ou 4, tiver exercido no período correspondente aos 60 (sessenta) meses imediatamente anterior a aposentadoria no cargo ou função atividade ao qual tenha sido aplicada a Tabela III da Escala de Vencimentos 5, 6 ou 7, computar se á, como se em Jornada Comum de Trabalho fosse, o tempo em que esteve sujeito a jornada inferior a 30 (trinta) horas semanais de trabalho. (NR) 5º Será considerado como de Jornada Completa de Trabalho o tempo em que o funcionário ou servidor tenha prestado serviço no Regime de Dedicação Exclusiva. (NR) Redação do art. 78, 1º, 2º, 3º, 4º e 5º, dada pelo art. 4º da Lei Complementar nº 247,de 06/04/1981.... LEI COMPLEMENTAR Nº 209, DE 17 DE JANEIRO DE 1979 Altera disposições da Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978, e dá providências correlatas O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:... 107
Artigo 9º É assegurado ao funcionário ou servidor que, por ocasião da aposentadoria, tenha por usufruir licença prêmio a que faça jus e/ou férias não gozadas por absoluta necessidade de serviço, o direito de computá las na contagem de tempo de serviço, para perfazimento do limite previsto para a aposentadoria. Parágrafo único O funcionário ou servidor somente poderá valer se do disposto neste artigo quando requerida a aposentadoria.... LEI COMPLEMENTAR Nº 269, DE 3 DE DEZEMBRO DE 1981 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Dispõe sobre o cômputo, para efeito de aposentadoria nas condições que estabelece, do tempo de serviço prestado em atividade vinculada ao regime previdenciário federal pelos funcionários e servidores da Administração Pública Estadual Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1º O funcionário ou servidor civil, titular efetivo de cargo público ou ocupante de funçãoatividade de natureza permanente, da Administração Centralizada, das Autarquias do Estado, do Quadro da Secretaria da Assembléia Legislativa e dos Quadros das Secretarias do Tribunal de Justiça, do Primeiro e Segundo Tribunais de Alçada Civil, do Tribunal de Alçada Criminal, do Tribunal de Justiça Militar e do Tribunal de Contas terá computado, somente para efeito de aposentadoria voluntária ou compulsória, o tempo de serviço prestado em atividades regidas pela Lei federal nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, e legislação subseqüente, desde que, na data da aposentadoria: I conte 5 (cinco) anos de efetivo exercício em cargo público ou em função atividade de natureza permanente; II Seja contribuinte obrigatório do regime de pensão mensal instituído pela Lei nº 4.832, de 4 de setembro de 1958, e haja realizado, nessa qualidade, 60 (sessenta) contribuições mensais. Parágrafo único Excetua se da condição prevista no inciso II a hipótese de que trata o artigo 57 das Disposições Transitórias da Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978. Artigo 2º Para o fim previsto no artigo anterior, sem prejuízo das demais disposições das Leis Federais nº 6.226, de 14 de julho de 1975, e nº 6.864, de 1º de dezembro de 1980, observar se ão as seguintes normas: I não será admitida a contagem de tempo de serviço em dobro ou em outras condições especiais; II é vedada a contagem acumulada de tempo de serviço público com o de atividade privada vinculada ao regime da previdência social urbana, quando concomitantes; III não será contado e tempo de serviço que tiver servido de base para aposentadoria pelo regime da previdência social urbana, nem, inversamente, o tempo de serviço que tiver sido computado para aposentadoria pelos cofres do Estado; IV nos casos de acumulação de cargos ou funções atividades, o tempo de serviço em atividade privada vinculada ao regime da previdência social urbana será computado em relação a apenas um deles. 108
Artigo 3º O tempo de serviço em atividades regidas pela Lei federal nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, e legislação subseqüente, deverá ser comprovado mediante certidão expedida pelo órgão competente, na forma prevista na legislação federal pertinente. 1º Vetado. 2º Vetado. 3º Vetado. Artigo 4º O disposto nesta lei complementar aplica se (vetado) aos funcionários e servidores integrantes: I do Quadro Especial instituído pelo artigo 7º da Lei nº 119, de 29 de junho de 1973, com a alteração introduzida pela Lei nº 388, de 13 de agosto de 1974, composto de cargos e funçõesatividades pertencentes à superintendência de Águas e Esgotos da Capital SAEC e ao Fomento Estadual de Saneamento Básico FESB, sob a responsabilidade da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente; II do Quadro Especial instituído pelo artigo 7º da Lei nº 10.430, de 16 de dezembro de 1971, integrado na Secretaria da Fazenda, composto de cargos e funções atividades pertencentes à exautarquia Caixa Econômica do Estado de São Paulo; III da Parte Especial do Quadro da ex autarquia Instituto de Pesquisas Tecnológicas, sob a responsabilidade da Secretaria da Indústria, Comércio. Ciência e Tecnologia. Parágrafo único Vetado. Artigo 5º O componente da Polícia Militar do Estado de São Paulo terá computado, somente para efeito de transferência para a reserva a que se refere o inciso I do artigo 17 e de reforma de que trata o artigo 28, ambos do Decreto lei nº 260, de 29 de maio de 1970, o tempo de serviço prestado em atividades regidas pela Lei federal nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, e legislação subseqüente, desde que, na data da transferência para a reserva ou da reforma: I conte 5 (cinco) anos de efetivo exercício na Corporação; II seja contribuinte obrigatório do regime de pensão mensal de que trata a Lei nº 452, de 2 de outubro de 1974, e haja realizado, nessa qualidade, 60 (sessenta) contribuições mensais. Parágrafo único Para aplicação do disposto neste artigo observar se ão as disposições dos artigos 2º e 3º desta lei complementar. Artigo 6º As despesas resultantes da aplicação desta lei complementar correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento programa vigente. Artigo 7º Esta lei complementar entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 3 de dezembro de 1981. LEI COMPLEMENTAR Nº 318, DE 10 DE MARÇO DE 1983 (Alterada pela Lei Complementar nº 437/85) Altera disposições da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, da Lei nº 500, de 13 de novembro de 1974, 109
da Lei Complementar nº 180. de 12 de maio de 1978, e dá outras providências O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que, nos termos dos 1.º e 3.º do artigo 24 da Constituição do Estado, promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1.º Passam a vigorar com a seguinte redação os dispositivos, adiante enumerados, da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968: I o artigo 76: "Artigo 76 O tempo de serviço público, assim considerado o exclusivamente prestado ao Estado e suas Autarquias, será contado singelamente para todos os fins. Parágrafo único O tempo de serviço público prestado à União, outros Estados e Municípios, e suas autarquias, anteriormente ao ingresso do funcionário no serviço público estadual, será contado integralmente para os efeitos de aposentadoria e disponibilidade.";... LEI COMPLEMENTAR Nº 437, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1985. Altera a vigência do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 318, de 10 de março de 1983, que dispõe sobre contagem de tempo de serviço público prestado à União, outros Estados e Municípios, e suas Autarquias. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1º O inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 318, de 10 de março de 1983, que deu nova redação ao artigo 76 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, fica com a sua vigência fixada a partir de 21 de dezembro de 1984. Parágrafo único O tempo de serviço público, prestado até 20 de dezembro de 1984 à União, outros Estados, Municípios, e suas Autarquias, será contado para todos os fins. Artigo 2º Esta lei complementar entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 23 de dezembro de 1985. FRANCO MONTORO Antonio Carlos Mesquita, Secretário da Administração Luiz Carlos Bresser Pereira, Secretário do Governo Publicada na Assessoria Técnico Legislativa, aos 23 de dezembro de 1985. LEI COMPLEMENTAR Nº 432, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1985. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Dispõe sobre a concessão de adicional de insalubridade aos funcionários e servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado e dá outras providências. Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1º Aos funcionários públicos e servidores civis da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado, será concedido um adicional de insalubridade pelo exercício, em caráter 110
permanente, em unidades ou atividades consideradas insalubres Para efeito de concessão do adicional de insalubridade de que trata esta lei complementar, serão avaliadas e identificadas as unidades e as atividades insalubres. Parágrafo único Na forma a ser estabelecida em regulamento, as unidades e as atividades insalubres serão classificadas em graus máximo, médio e mínimo de insalubridade. Artigo 2º Para efeito de concessão do adicional de insalubridade de que trata esta lei complementar, serão avaliadas e identificadas as unidades e as atividades insalubres. Artigo 3º O adicional de insalubridade será pago ao funcionário ou servidor de acordo com a classificação nos graus máximo, médio e mínimo, em percentuais de, respectivamente, 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento), que incidirão sobre o valor correspondente a 2 (dois) salários mínimos. 1º O valor do adicional de que trata este artigo será reajustado sempre que ocorrer a alteração no valor do salário mínimo.... Artigo 6º No cálculo dos proventos será computado o adicional de insalubridade a que fizer jus o funcionário ou servidor no momento da aposentadoria, na base de 1/60 (um sessenta avos) do respectivo valor para cada mês em que, no período dos 60 (sessenta) meses imediatamente anteriores à aposentadoria, o funcionário ou servidor tenha estado em exercício nas condições referidas no artigo 1º, com a percepção do mencionado adicional. Artigo 13 Esta lei complementar e sua Disposição Transitória entrarão em vigor na data de sua publicação. DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA Artigo único O atual funcionário ou servidor, que vier a requerer aposentadoria dentro de 60 (sessenta) meses contados da data da publicação desta lei complementar, terá assegurado o direito de computar integralmente, no cálculo dos proventos, o adicional de insalubridade que estiver percebendo no momento da aposentadoria, desde que, cumulativamente: I nos 60 (sessenta) meses anteriores à data do protocolamento do pedido de aposentadoria tenha estado em exercício, em caráter permanente, em unidades ou atividades consideradas insalubres; II esteja percebendo o adicional de insalubridade na forma prevista nesta lei complementar durante, pelo menos, o período dos 12 (doze) meses imediatamente anteriores à data do protocolamento do pedido de aposentadoria. Parágrafo único Para o fim previsto neste artigo ter se á por base, nos casos de implemento de idade, a data do evento.... LEI COMPLEMENTAR Nº 1012, DE 5 DE JULHO DE 2007... Altera a Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978; a Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968; a Lei Complementar nº 207, de 5 de janeiro de 1979 e dá providências correlatas. 111
Artigo 9º Os aposentados e os pensionistas do Estado, inclusive os de suas Autarquias e Fundações, do Poder Judiciário, Poder Legislativo, Universidades, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública e Polícia Militar, contribuirão com 11% (onze por cento), incidentes sobre o valor da parcela dos proventos de aposentadorias e pensões que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social. Parágrafo único Nos casos de acumulação remunerada de aposentadorias e/ou pensões, considerar se á, para fins de cálculo da contribuição de que trata o caput deste artigo, o somatório dos valores percebidos, de forma que a parcela remuneratória imune incida uma única vez.... LEI COMPLEMENTAR Nº 1.105, DE 25 DE MARÇO DE 2010 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Dispõe sobre o reajuste dos benefícios da aposentadoria e pensão por morte, concedidas nos termos do 8º do art. 40 da Constituição Federal. Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Art. 1º Os benefícios de aposentadoria e pensão por morte, concedidos com fundamento no 8º do art. 40 da Constituição Federal, serão reajustados na mesma data utilizada para fins de reajuste dos benefícios do regime geral de previdência social, com base no Índice de Preços ao Consumidor IPC, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas FIPE. 1º O disposto neste art. não se aplica aos beneficiados pela garantia de paridade de revisão de proventos de aposentadoria e pensões, nos termos do art. 7º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. 2º O índice a que se refere o caput deste art. corresponderá ao apurado nos doze meses imediatamente anteriores ao de sua aplicação. 3º Para os benefícios concedidos durante o período de apuração a que se refere o 2º deste art., o índice apurado será proporcionalizado em relação ao período compreendido entre o mês da concessão do benefício e o anterior ao de vigência do reajustamento. 4º A divulgação anual do índice a que se refere este art. caberá à SÃO PAULO PREVIDÊNCIA SPPREV, por ato de seu dirigente. Art. 2º O disposto nesta lei complementar aplica se aos benefícios de aposentadoria e pensão por morte originários de todos os Poderes do Estado. Art. 3º As despesas decorrentes da aplicação desta lei complementar correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente, suplementadas se necessário. Art. 4º Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2010. Palácio dos Bandeirantes, 25 de março de 2010 Publicada na Assessoria Técnico Legislativa, aos 25 de março de 2010. 112
DECRETO DE 4 DE MARÇO DE 1971. Baixa dispositivos complementares ao Decreto de 9 de fevereiro de 1971, que estabelece novas escalas de referência de vencimentos e salários para os docentes dos Institutos Isolados de Ensino Superior. ROBERTO COSTA DE ABREU SODRÉ, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, decreta: Artigo 1º O docente em Regime de Turno Completo (RTC) ou em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP) que se aposentar sem completar o interstício de 5 (cinco) anos nesse regime, terá os proventos da aposentadoria calculados com base no sistema remuneratório aplicável ao Regime de Turno Parcial (RTP). Artigo 2º Quando houver mudança de regime, os proventos da aposentaria serão calculados com base no sistema remuneratório aplicável ao RTC, desde que os períodos em RTC e em RDIDP, somados atinjam o interstício de 5 (cinco) anos: I quando o docente em RTC for transferido para o RDIDP e, neste último regime, não completar o interstício de 5 (cinco) anos; II quando o docente em RDIDP for transferido para o RTC. Artigo 3º Não se aplicará o disposto nos artigos 1º e 2º quando a aposentadoria decorrer de invalidez. Artigo 4º As contribuições dos docentes dos Institutos Isolados de Ensino Superior ao IAMSPE serão uniformemente calculados com base na escala de vencimentos e salários correspondentes ao RTP, independentemente do regime em que os docentes se encontrem. Artigo 5º Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 4 de março de 1971. ROBERTO COSTA DE ABREU SODRÉ Dilson Domingos Funaro, Secretário da Fazenda Paulo Ernesto Tolle, Secretário da Educação Publicado na Casa Civil, aos 4 de março de 1971. Maria Angélica Galiazzi, Responsável pelo SNA. (Publicado no DOE de 06/03/71) DECRETO Nº 29.439, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1988 Dispõe sobre o acréscimo de 1/3 (um terço) ao valor da retribuição mensal de funcionários e servidores do Estado, quando em gozo de férias. 113
ORESTES QUÉRCIA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e considerando o disposto no inciso XVII do art. 7.º combinado com o 2.º do art. 39 da Constituição da República Federativa do Brasil. Decreta: Art. 1.º A retribuição mensal a ser paga aos funcionários e servidores da Administração Centralizada, das Autarquias e das Universidades Estaduais, quando em gozo de férias, será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor. Parágrafo único Entende se como retribuição mensal o valor dos vencimentos, remuneração ou salários, acrescidos das demais vantagens que tenham sido incorporadas para todos os efeitos legais e aquelas cuja percepção por ocasião das férias esteja legalmente assegurada. Art. 2.º O benefício de que trata este decreto será concedido mediante inclusão na folha de pagamento, com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do início das férias. independentemente de requerimento. Art. 3 º O pagamento será proporcional quando o período de férias for inferior a 30 (trinta) dias. Art. 4 º Caso o funcionário ou servidor tenha recebido indevidamente o benefício. a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez. Art. 5.º O abono pecuniário previsto no art. 143 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT será calculado sobre a remuneração das férias, já acrescida de 1/3 (um terço). Art. 6 º O funcionário ou servidor fará jus ao pagamento de que trata o art. 1.º deste decreto quando em gozo de férias adquiridas em outros exercícios e indeferidas por absoluta necessidade de serviço. Art. 7.º O disposto neste decreto aplica se nas mesmas bases e condições: l aos componentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo: II aos servidores da Estrada de Ferro Campos do Jordão III aos integrantes dos Quadros Especiais de que trata o art. 7.º da Lei nº 119, de 29 de junho de 1973, da Secretaria da Energia e Saneamento: pelo art. 7.º da Lei nº 10.430, de 16 de dezembro de 1971, pelo inciso I do art. 1.º do Decreto nº 24.960, de 10 de abril de 1986 sob a responsabilidade da Secretaria da Fazenda: bem como aos integrantes da Parte Especial do Quadro da ex autarquia Instituto de Pesquisas Tecnológicas, sob a responsabilidade da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico. Art. 8.º Sobre o benefício previsto neste decreto incidirão as contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo IPESP e ao Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual IAMSPE, de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978, bem como as devidas à Caixa Beneficente Cruz Azul de São Paulo, de que tratam os Títulos II e III da Lei nº 452, de 2 de outubro de 1974. Art. 9.º A Secretaria da Fazenda e a Secretaria da Administração baixarão normas complementares a este decreto. Art. 10 As despesas decorrentes da aplicação deste decreto correrão à conta das dotações próprias do orçamento vigente. 114
Art. 11 Este decreto e sua disposição transitória entrarão em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 5 de outubro de 1988. Disposição Transitória Art. único O funcionário ou servidor que se encontrava em gozo de férias em 5/10/1988 fará jus ao pagamento do acréscimo de 1/3 (um terço) proporcionalmente aos dias restantes, tomando como base a retribuição mensal devida nessa data. Palácio dos Bandeirantes. 28 de dezembro de 1988 Publicado na Secretaria de Estado do Governo, aos 28 de dezembro de 1988 DECRETO Nº 33.152, DE 22 DE MARÇO DE 1991 Insere dispositivo no Decreto nº 29.439, de 28 de dezembro de 1988 LUIZ ANTÔNIO FLEURY FILHO, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta: Art. 1º Fica acrescentado ao art. 4º do Decreto nº 29.439, de 28 de dezembro de 1988, parágrafo único com a seguinte redação: Parágrafo único Não se considera indevido o recebimento do benefício, nos casos de superveniente aposentadoria ou falecimento.. Art. 2º Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 22 de março de 1991. DECRETO Nº 52.859, DE 2 DE ABRIL DE 2008 Regulamenta a Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007 JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no artigo 14 da Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007, Decreta: CAPÍTULO I Disposição Preliminar Artigo 1º As disposições deste decreto aplicam se aos segurados do Regime Próprio de Previdência Social RPPS de que trata o artigo 2º da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007. CAPÍTULO II Das Contribuições Sociais ao RPPS SEÇÃO I 115
Da Contribuição do Servidor Ativo Artigo 2º A contribuição social do servidor ativo ao RPPS é de 11% (onze por cento) e incidirá sobre a totalidade da base de contribuição, nos termos do artigo 8º da Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007. Artigo 3º A base de contribuição referida no artigo 2º deste decreto corresponde à totalidade do subsídio, da remuneração ou dos vencimentos, incluídas as vantagens pecuniárias permanentes, os adicionais de caráter individual e quaisquer outras vantagens pessoais incorporadas ou suscetíveis de incorporação e excluídos unicamente: I as diárias para viagens; II o auxílio transporte; III o salário família; IV o salário esposa; V o auxílio alimentação; VI as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho; VII a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança; VIII o abono de permanência; IX a parcela correspondente a 1/3 (um terço) de férias; X outras vantagens não incorporáveis instituídas em lei. 1º O décimo terceiro salário será considerado para a aferição da base de contribuição de que trata o caput deste artigo. 2º O servidor poderá optar pela inclusão na base de contribuição das parcelas remuneratórias a que se referem os incisos VI e VII deste artigo, para efeito de cálculo do benefício previdenciário, respeitada, em qualquer hipótese a limitação estabelecida no 2 do artigo 40 da Constituição Federal. 3º A opção de que trata o 2º deste artigo, admissível depois de se iniciar a percepção da parcela a que se referir, será exercida com o preenchimento de formulário próprio fornecido pela São Paulo Previdência SPPREV e produzirá efeitos: 1. no mês em que for manifestada, se a comunicação à SPPREV ocorrer até o cadastramento da parcela; 2. no mês seguinte ao da manifestação, quando comunicada à SPPREV em período posterior ao fixado no item anterior. 4º Os descontos efetuados no subsídio, na remuneração ou nos vencimentos, em razão de faltas justificadas e injustificadas ou perda de vencimentos, somente serão considerados, para a aferição da base de contribuição, quando o servidor tenha ingressado no serviço público após a publicação da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. SEÇÃO II Da Contribuição do Inativo e do Pensionista 116
Artigo 4º A contribuição social para o RPPS, devida pelos aposentados e pensionistas, será de 11% (onze por cento), incidente sobre a parcela dos proventos de aposentadoria e de pensão que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social RGPS. 1º Quando o inativo ou pensionista seja portador de doença incapacitante e nos termos do 21 do artigo 40 da Constituição Federal, a contribuição prevista no caput deste artigo incidirá apenas sobre a parcela dos proventos de aposentadoria e de pensão que supere o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS. 2º Para os fins do disposto no parágrafo anterior e conforme o artigo 151 da Lei federal nº 8.213, de 24 de julho de 1991, considera se portador de doença incapacitante quem seja acometido das seguintes doenças: tuberculose ativa; hanseníase; alienação mental; neoplasia maligna; cegueira; paralisia irreversível e incapacitante; cardiopatia grave; doença de Parkinson; espondiloartrose anquilosante; nefropatia grave; estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante); síndrome da deficiência imunológica adquirida Aids; e contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada. 3º Nos casos de percepção cumulativa de proventos de aposentadoria ou de pensão, considerar seá, para o cálculo da contribuição de que trata o caput deste artigo, o somatório dos valores percebidos, de forma que o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS incida uma única vez. 4º O décimo terceiro salário será considerado para fins de incidência da contribuição de que trata o caput deste artigo. SEÇÃO III Da Contribuição do Estado Artigo 5º A contribuição previdenciária do Estado de São Paulo para o custeio do RPPS corresponderá ao dobro do valor da contribuição dos servidores, nos termos do parágrafo único do artigo 32 da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007. Parágrafo único O Estado é responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do RPPS, decorrentes do pagamento dos benefícios previdenciários. SEÇÃO IV Do Recolhimento e da Finalidade das Contribuições Artigo 6º As contribuições devidas pelos servidores, pelos inativos e pensionistas e pelo Estado, para o custeio do RPPS, serão contabilizadas separadamente e recolhidas em favor da SPPREV na data do pagamento do subsídio, dos vencimentos ou da remuneração, dos proventos de aposentadoria e das pensões. 1º A contribuição dos servidores ativos, dos inativos e dos pensionistas dar se á mediante desconto mensal na respectiva folha de pagamento. 2º Os recursos provenientes das contribuições a que se refere o caput deste artigo: 1. destinam se exclusivamente ao custeio dos benefícios previdenciários do RPPS; 2. deverão ser contabilizados em contas específicas; 117
3. serão administrados segundo as regras contidas nas Resoluções do Conselho Monetário Nacional CMN e sob a orientação, a supervisão e o acompanhamento do Ministério da Previdência e Assistência Social, nos termos do artigo 9º, inciso I, da Lei federal nº 9.717, de 27 de novembro de 1998. 3º Ficam vedados empréstimos e financiamentos de qualquer natureza, para qualquer pessoa física ou jurídica, bem como o pagamento de benefícios previdenciários mediante convênio ou consórcios, nos termos da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007. CAPÍTULO III Do Servidor Público Afastado ou Licenciado e de sua Vinculação ao RPPS Artigo 7º O servidor afastado ou licenciado manterá seu vínculo ao RPPS: I quando cedido a órgão ou entidade de outro ente da federação, com ou sem ônus para o cessionário, nos termos do artigo 1º A, da Lei federal nº 9.717, de 27 de novembro de 1998, incluído pela Medida Provisória nº 2.817 13, de 2001; II quando o tempo de licenciamento seja considerado como de efetivo exercício no cargo; III durante o afastamento do cargo efetivo para o exercício de mandato eletivo. Parágrafo único O servidor que, durante o exercício do mandato de Vereador, ocupe concomitantemente seu cargo efetivo, permanece vinculado, por este, ao RPPS e filia se, pelo mandato eletivo, ao RGPS. Artigo 8º Quando não se tratar de hipótese indicada no artigo 7º deste decreto e ressalvada a opção de que trata o 1º deste artigo, o servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à remuneração, terá suspenso o seu vínculo com o RPPS enquanto durar o afastamento ou a licença, não lhe assistindo, neste período, os benefícios do mencionado regime. 1º O servidor licenciado ou afastado sem remuneração poderá optar pela manutenção da vinculação ao RPPS. 2º A manutenção do vínculo com o RPPS dependerá do recolhimento mensal, pelo servidor, da respectiva contribuição e da contribuição do Estado. 3º O recolhimento de que trata o 2º deste artigo: 1. observará os mesmos percentuais e incidirá sobre a totalidade da base de cada contribuição, como se o servidor estivesse no exercício de suas atribuições; 2. deverá ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. 4º Em caso de atraso no recolhimento, serão aplicados os encargos moratórios previstos para a cobrança dos tributos estaduais, cessando, após 60 (sessenta) dias, as coberturas previdenciárias até a total regularização dos valores devidos. 5º A opção pela manutenção do vínculo com o RPPS poderá ser feita no momento do afastamento do cargo, ou em até 30 (trinta) dias após a publicação do ato que a tiver deferido. Artigo 9º Quando o servidor seja cedido a outro ente federativo, e o ônus de pagar sua remuneração seja do órgão ou da entidade cessionária, a este também caberá: I realizar o desconto da contribuição devida pelo servidor; 118
II pagar a contribuição devida pelo ente de origem; III repassar à SPPREV as importâncias relativas às contribuições mencionadas nos incisos I e II deste artigo. 1º Caso o cessionário não repasse as contribuições à SPPREV no prazo legal, caberá ao órgão ou ente cedente efetuá lo, sem prejuízo do reembolso de tais valores junto ao cessionário. 2º O termo ou ato de cessão do servidor com ônus para o cessionário deverá prever a responsabilidade deste pelo desconto, recolhimento e repasse das contribuições previdenciárias à SPPREV, conforme valores informados mensalmente pelo cedente. Artigo 10 Quando o servidor seja cedido a outro ente federativo, sem ônus para o cessionário, o cedente continuará responsável pelo desconto e pelo repasse das contribuições à SPPREV. Artigo 11 Nas hipóteses de cessão, licenciamento ou afastamento de servidor, de que trata o artigo 7º, inciso I, deste decreto, o cálculo da contribuição será feito de acordo com a remuneração do cargo efetivo de que o servidor é titular. 1º É facultado ao servidor requerer à SPPREV a inclusão na base de contribuição das parcelas remuneratórias complementares, pagas pelo ente cessionário e não componentes da remuneração do cargo efetivo, quando percebidas em decorrência de local de trabalho, de exercício de cargo em comissão ou de função de confiança. 2º Sobre as parcelas referidas no 1º deste artigo não incidirão contribuições para o RPPS do ente cessionário, nem para o RGPS. CAPÍTULO IV Do Abono de Permanência Artigo 12 Os servidores que tenham completado ou venham a completar as exigências para a aposentadoria voluntária e optem por permanecer em atividade poderão requerer o abono de permanência a que se refere o 19 do artigo 40 da Constituição Federal, acrescido pelo artigo 1º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. Parágrafo único O requerimento a que se refere o caput deste artigo será feito com o preenchimento de formulário próprio e dirigido ao órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos ao qual o interessado estiver vinculado. Artigo 13 O valor do abono de permanência será equivalente ao da contribuição social efetivamente descontada do servidor ativo ou recolhida por este ao RPPS. 1º Deferido o abono de permanência, o órgão no qual o servidor estiver lotado arcará, a partir da data do requerimento, com o pagamento integral do respectivo valor. 2º A concessão do abono de permanência não dispensa o órgão ou ente público a que se refere o 1º deste artigo de reter e recolher à SPPREV a contribuição social do servidor e a contribuição devida pelo Estado. Artigo 14 O direito ao abono de permanência cessará na data da aposentadoria do servidor, em qualquer de suas modalidades. Artigo 15 O abono de permanência não será incluído na base de cálculo para fixação do valor de qualquer benefício previdenciário. 119
Artigo 16 No caso de acúmulo de cargos, o abono de permanência será devido considerando se cada cargo no qual o servidor tenha implementado as condições para aposentadoria. Artigo 17 Na hipótese de afastamento com prejuízo do subsídio, dos vencimentos ou da remuneração, o abono de permanência será pago pelo órgão ou ente cedente, observado o disposto no 2º deste artigo. 1º O pagamento do abono de permanência não dispensa o órgão ou ente cessionário de reter e recolher à SPPREV a contribuição social do servidor e a contribuição do Estado, por ele suportada. 2º O órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos a que seja apresentado o requerimento a que se refere o artigo 12 deste decreto informará o seu deferimento ao órgão ou ente cessionário, para o devido reembolso ao servidor, a partir da data do ingresso do pedido no protocolo. 3º É do órgão cedente a responsabilidade pelo repasse à SPPREV da contribuição do Estado. CAPÍTULO V Da Pensão e da Comprovação da Dependência Econômica Artigo 18 Têm direito à pensão por morte do servidor: I o cônjuge ou o companheiro ou companheira, na constância, respectivamente, do casamento ou da união estável; II o companheiro ou a companheira, na constância da união homoafetiva; III os filhos, de qualquer condição ou sexo, de idade igual à prevista na legislação do regime geral da previdência social e não emancipados, bem como os inválidos para o trabalho e os incapazes civilmente, estes dois últimos desde que comprovadamente vivam sob dependência econômica do servidor; IV os pais, desde que comprovadamente vivam sob dependência econômica do servidor, e não existam dependentes das classes mencionadas nos incisos I, II ou III deste artigo, ressalvado o disposto no 3º deste artigo. 1º O enteado e o menor tutelado equiparam se ao filho, desde que comprovadamente vivam sob dependência econômica do servidor. 2º A pensão atribuída ao filho inválido ou incapaz será devida enquanto durar a invalidez ou incapacidade. 3º Mediante declaração escrita do servidor, os dependentes enumerados no inciso IV deste artigo poderão concorrer em igualdade de condições com os demais. 4º A invalidez ou a incapacidade supervenientes à morte do servidor não conferem direito à pensão, exceto se tiverem início durante o período em que o dependente usufruía o benefício. 5º Considera se união estável, para os fins do inciso I deste artigo, aquela verificada entre homem e mulher, como entidade familiar, quando forem solteiros, separados judicialmente, divorciados ou viúvos, ou tenham prole em comum, enquanto não se separarem. 6º Considera se união homoafetiva, para os fins do inciso II deste artigo, aquela verificada entre pessoas do mesmo sexo, como entidade familiar. 120
Artigo 19 A pensão de que trata o artigo 18 deste decreto será paga aos beneficiários, mediante rateio, em partes iguais. 1º O pagamento da pensão retroagirá à data do óbito, quando requerido em até 60 (sessenta) dias depois deste e, ultrapassado esse prazo, será feito a partir da data do requerimento. 2º A pensão será concedida ao dependente que primeiro vier a requerê la, admitindo se novas inclusões a qualquer tempo, cujos efeitos financeiros serão produzidos nos termos do 1º deste artigo. 3º Com a perda da qualidade de dependente, será extinta a respectiva quota de pensão e esta somente reverterá de filhos para cônjuge ou companheiro ou companheira e destes para aqueles. 4º Com a extinção da última quota de pensão, extingue se o benefício. Artigo 20 Quando a pensão seja postulada pelo companheiro ou companheira do servidor, a união estável ou a união homoafetiva será comprovada com a apresentação de requerimento à SPPREV, instruído com, no mínimo, três documentos, relativos a aspectos diferentes, dentre os enumerados a seguir: I contrato escrito; II declaração de coabitação; III cópia de declaração de imposto de renda; IV disposições testamentárias; V certidão de nascimento de filho em comum; VI certidão ou declaração de casamento religioso; VII comprovação de residência em comum; VIII comprovação de encargos domésticos que evidenciem a existência de sociedade ou comunhão nos atos da vida civil; IX procuração ou fiança reciprocamente outorgada; X comprovação de compra e venda de imóvel em conjunto; XI contrato de locação de imóvel em que figurem como locatários ambos os conviventes; XII comprovação de conta bancária conjunta; XIII apólice de seguro em que conste o(a) companheiro( a) como beneficiário(a); XIV registro em associação de classe no qual conste o(a) companheiro(a) como beneficiário(a); XV inscrição em instituição de assistência médica do(a) companheiro(a) como beneficiário(a). Parágrafo único A apresentação de decisão judicial irrecorrível reconhecendo a união estável ou a união homoafetiva dispensa a apresentação dos documentos enumerados no caput deste artigo. Artigo 21 A comprovação de dependência econômica, necessária para o deferimento de pensão ao filho inválido para o trabalho ou incapaz civilmente, ao enteado, ao menor tutelado e aos pais do servidor, será feita com a apresentação de, no mínimo, três documentos, dentre os enumerados a seguir: 121
I declaração pública feita perante tabelião; II cópia de declaração de imposto de renda, em que conste nominalmente o interessado como dependente; III disposições testamentárias; IV comprovação de residência em comum; V apólice de seguro em que conste o interessado como beneficiário; VI registro em associação de classe onde conste o interessado como beneficiário; VII inscrição em instituição de assistência médica do interessado como beneficiário. Parágrafo único Sem prejuízo do disposto no caput deste artigo, os dependentes que integrem as classes a seguir indicadas também instruirão seus requerimentos: 1. o filho inválido, com laudo fornecido por médico perito designado pela SPPREV, demonstrativo de sua invalidez, e com sua certidão de nascimento; 2. o filho civilmente incapaz, com cópia de sentença declaratória de interdição transitada em julgado, e com sua certidão de nascimento; 3. o enteado, com sua certidão de nascimento e com certidão demonstrativa de que seu genitor era casado com o servidor; 4. o menor tutelado que não possua bens próprios, com sua certidão de nascimento, o termo de tutela definitiva e a declaração, firmada pelo servidor ou por seu responsável, de que não tem bens próprios para seu sustento; 5. o pai e a mãe, com a certidão de nascimento do servidor e a declaração escrita em que este tenha nomeado um deles ou ambos como dependentes, a qual somente terá eficácia quando não tenham bens próprios para seu sustento. Artigo 22 Por decisão motivada, o Diretor Presidente da SPPREV poderá indeferir os requerimentos previstos nos artigos 20 e 21 deste decreto, quando os documentos exibidos não bastem para demonstrar que o interessado, na data do óbito do servidor, dependia economicamente dele ou atendia aos demais requisitos fixados na lei para a aquisição e o exercício do direito à pensão. CAPÍTULO VI Do Salário Família, Do Auxílio Reclusão e Funeral Artigo 23 Ao servidor ou ao inativo de baixa renda será concedido salário família por: I filho ou equiparado de qualquer condição menor de 14 (quatorze) anos; II filho inválido de qualquer idade. 1º O critério para aferição da baixa renda do servidor ou do inativo será o mesmo utilizado para trabalhadores vinculados ao RGPS. 2 O pagamento do salário família será devido a partir da data da apresentação da certidão de nascimento do filho ou da documentação relativa ao equiparado ou ao inválido e estará condicionado à apresentação anual de atestado de vacinação obrigatória, até seis anos de idade, e 122
de comprovação de freqüência à escola do filho menor ou equiparado, a partir dos seis anos de idade. 3º O benefício do salário família ficará suspenso até que o interessado apresente o atestado de vacinação obrigatória e o comprovante de freqüência escolar, referidos no 3º deste artigo. 4º A freqüência escolar será comprovada com a apresentação de documento, relativo ao aluno e emitido pelo estabelecimento de ensino, na forma da legislação própria. Artigo 24 Aos dependentes de servidor de baixa renda, enquanto permanecer recolhido à prisão, será concedido auxílio reclusão. 1º O critério para aferição da baixa renda do servidor a que alude o caput deste artigo é o mesmo utilizado para os trabalhadores sujeitos ao RGPS. 2º O valor do auxílio reclusão será idêntico ao do salário de contribuição do servidor. 3º O pagamento do auxílio reclusão obedecerá aos mesmos critérios estabelecidos no artigo 19 deste decreto. 4º Consideram se dependentes, para fins do disposto no caput deste artigo, as pessoas mencionadas no artigo 18 deste decreto. 5º O direito à percepção do benefício cessará: 1. no caso de extinção da pena; 2. se ao servidor, ao final do processo criminal, for imposta a perda do cargo; 3. se da decisão administrativa irrecorrível, em processo disciplinar, resultar imposição da pena demissória, simples ou agravada; 4. por morte do servidor ou do beneficiário do auxílio. 6º O pagamento do benefício de que trata este artigo será suspenso em caso de fuga, concessão de liberdade condicional ou alteração do regime prisional para prisão albergue e somente será retomado caso se modifiquem essas situações. 7º O requerimento para obtenção do auxílioreclusão será instruído com a certidão do efetivo recolhimento do servidor à prisão, expedida por autoridade competente, devendo ser renovada a cada 3 (três) meses e apresentada pelo interessado à SPPREV, para fins de percepção do benefício. Artigo 25 Ao cônjuge, companheiro ou companheira ou, na sua falta, aos filhos de qualquer condição ou aos pais será concedido auxílio funeral, a título de assistência à família do servidor ativo ou inativo falecido, de valor correspondente a 1 (um) mês da remuneração. 1º Se o óbito do policial civil, de integrante da carreira de Agente de Segurança Penitenciária e da classe de Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária ocorrer em decorrência de lesões recebidas no exercício de suas funções, o valor do auxílio funeral corresponderá a 2 (dois) meses da respectiva remuneração. 2º A concessão do valor do benefício nos termos do 1º deste artigo dependerá da comprovação da causa do óbito, resultante de competente apuração. 3º As despesas com o funeral do servidor e do inativo que tenham sido efetuadas por terceiros serão ressarcidas até o limite previsto no caput deste artigo. 123
4º As despesas com o funeral que tenham sido custeadas por entidade prestadora de serviços dessa natureza serão ressarcidas até o limite previsto no caput deste artigo, mediante a apresentação de alvará judicial. 5º O pagamento do auxílio funeral ficará condicionado à apresentação da prova de identidade do requerente, da certidão de óbito, do comprovante das despesas efetivamente realizadas e do alvará judicial. 6º O pagamento do auxílio funeral será efetuado uma única vez, nos termos das disposições deste artigo. 7º Quando as despesas com o funeral do servidor ou inativo forem efetuadas por terceiros ou por entidade prestadora de serviços dessa natureza, e em valor inferior ao limite previsto no caput ou no 1º deste artigo, conforme o caso, a diferença para atingir o limite neles previstos será paga ao cônjuge, companheiro ou companheira, ou, na sua falta, aos filhos de qualquer condição ou aos pais. 8º A comprovação de qualidade de companheiro ou companheira, em união estável ou união homoafetiva, para o recebimento do auxílio funeral, dar se á nos termos dos artigos 18 e 20 deste decreto. Artigo 26 O auxílio reclusão, o salário família e o auxílio funeral serão geridos pela SPPREV, mediante reembolso do órgão de origem, quando o respectivo beneficiário for servidor inativo ou seu dependente. CAPÍTULO VII Das Disposições Finais e Transitórias Artigo 27 No prazo de 30 (trinta) dias, a contar da publicação deste decreto, os órgãos setoriais ou subsetoriais de recursos humanos, ou seus correspondentes, nos órgãos cedentes, fornecerão à SPPREV a relação dos servidores afastados, com a indicação do início de cada afastamento, do órgão ou ente em que estão em exercício e da existência, ou não, de prejuízo para o subsídio, os vencimentos ou a remuneração. Artigo 28 Para o servidor que se encontrava em atividade antes da publicação da Lei Complementar nº 1012, de 5 de julho de 2007, e que optar pela inclusão na base de contribuição de parcelas remuneratórias percebidas em decorrência de local de trabalho, de exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, confiança, no cálculo de seus benefícios previdenciários serão observados os seguintes critérios: I o tempo mínimo de contribuição será de 1 (um) ano; II o valor corresponderá a 1/30 (um trinta avos) para a servidora, e 1/35 (um trinta e cinco avos) para o servidor, por ano de contribuição, até o limite de 30/30 (trinta avos) e 35/35 (trinta e cinco trinta e cinco avos), respectivamente, aferidos sobre a média do período. Artigo 29 Os valores das contribuições que não tenham sido recolhidos à SPPREV serão, nos termos do inciso II do artigo 26 da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007, deduzidos do repasse obrigatório de recursos imediatamente posterior, feito ao órgão ou entidade responsável pela respectiva retenção e pagamento. Artigo 30 A SPPREV manterá um cadastro individualizado para cada contribuinte do RPPS, nos termos do inciso V do artigo 3º da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007, que será 124
atualizado permanentemente com as informações fornecidas pelos órgãos da Administração direta e indireta do Estado de São Paulo. Parágrafo único O contribuinte receberá anualmente, no mês do seu aniversário, as informações constantes do seu cadastro, que lhe serão fornecidas pela SPPREV mediante comprovante impresso ou certidão eletrônica devidamente autenticada, nos termos do 7º do artigo 3º da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007. Artigo 31 Compete ao Diretor Presidente da SPPREV, no exercício de sua atribuição de orientar, supervisionar e regulamentar o RPPS, estabelecer e publicar parâmetros, procedimentos e diretrizes gerais, necessários para dar aplicação às disposições deste decreto. Artigo 32 Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 2 de abril de 2008 JOSÉ SERRA DECRETO Nº 56.386, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2010 Altera dispositivos do Decreto nº 52.859, de 2 de abril de 2008, que regulamenta a Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007 ALBERTO GOLDMAN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e à vista da exposição de motivos do Procurador Geral do Estado e da iterativa jurisprudência do Tribunal de Justiça acerca do termo inicial de pagamento do abono de permanência, Decreta: Art. 1º Os dispositivos adiante numerados do Decreto nº 52.859, de 2 de abril de 2008, passam a vigorar com a seguinte redação: I o 1º do art. 13: 1º Deferido o abono de permanência, o órgão no qual o servidor estiver lotado arcará, a partir da data em que o servidor tiver completado os requisitos para aposentadoria, com o pagamento integral do respectivo valor. ; (NR) II o 2º do art. 17: 2º O órgão setorial ou subsetorial de recursos humanos ao qual for apresentado o requerimento a que se refere o art. 12 deste decreto informará o seu deferimento ao órgão ou ente cessionário, para o devido reembolso ao servidor.. (NR) Art. 2º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 9 de novembro de 2010 Publicado na Casa Civil, aos 9 de novembro de 2010. DECRETO Nº 55.327, DE 7 DE JANEIRO DE 2010 125
Revoga o artigo 28 do Decreto nº 52.859, de 2 de abril de 2008, que regulamenta a Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007 JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta: Artigo 1º Fica revogado o artigo 28 do Decreto nº 52.859, de 2 de abril de 2008. Artigo 2º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio dos Bandeirantes, 7 de janeiro de 2010 PORTARIA SPPREV 25, DE 27 1 2009 Dispõe sobre a cobrança de contribuição previdenciária de servidores afastados, nos termos das Leis Complementares 180/78, 943/03, 1012/2007, e dá providências A Presidência da São Paulo Previdência SPPREV, considerando que o servidor temporariamente afastado de suas funções, com prejuízo de sua remuneração, estava obrigado a recolher a contribuição previdenciária; considerando que essa obrigação incluía a contribuição do servidor, fixada em 11% (onze por cento), acrescida da alíquota de 6% da parte patronal, totalizando 17%; considerando que a Lei Complementar 1012/2007 a partir de 09/2007 alterou a contribuição patronal para 22%, totalizando a contribuição do afastado em 33%, tornando facultativa, sendo a cobrança somente mediante opção do servidor em manter o vínculo com o RPPS; considerando a necessidade de disciplinar a cobrança das contribuições e dar tratamento adequado aos parcelamentos dos débitos de contribuição previdenciária; considerando ser oportuna a consolidação das normas regulamentares existentes, decide: Art. 1º Todo servidor público afastado temporariamente de suas funções com prejuízo total da sua remuneração estava obrigado a recolher a contribuição previdenciária em conformidade com as disposições pertinentes das Leis Complementares nsº 180, de 12 de maio de 1978, 943, de 23 de junho de 2003, até o mês de Agosto/2007. Parágrafo 1º A partir do mês de Setembro/2007, com a publicação da Lei Complementar 1012/2007 a contribuição durante o Afastamento deixa de ser obrigatória, ocorrendo a cobrança da contribuição previdenciária somente com a opção expressa do servidor afastado. Parágrafo 2º O percentual da contribuição incide sobre a remuneração base que o servidor receberia como se estivesse em atividade, observada a relação das verbas remuneratórias que integram a base de cálculo, bem como sobre o décimo terceiro salário. Parágrafo 3º A contribuição deverá ser paga até o sétimo dia útil do mês seguinte ao vencido. Parágrafo 4º Toda vez que ocorrer modificação do valor da remuneração, a contribuição será calculada sobre o novo valor, observado o disposto nos parágrafos 1º e 2º, deste art.. Art. 2º A arrecadação e controle das contribuições referidas no art. 1º será feita pela Supervisão de Afastamento ligada a Diretoria de Benefícios. 126
Art. 3º Toda vez que for constatado o não pagamento de, pelo menos, três parcelas da contribuição, será elaborada planilha detalhada da dívida, na qual, além da identificação do devedor e outras informações pertinentes, será indicada a natureza, o valor e a data de vencimento das parcelas. Art. 4º O não pagamento das contribuições previstas no art. 1º implicará a sua atualização monetária e a cobrança de juros moratórios. Parágrafo 1º A atualização monetária será apurada de acordo com a variação da UFESP Unidade Fiscal do Estado de São Paulo, prevista na Lei Estadual nº 6.347 de 1º de março de 1989, consoante seu valor no mês de referência de cada parcela devida e o mês em que for calculada. Parágrafo 2º Os juros moratórios serão calculados, à razão de 1% (um por cento) ao mês, incidente sobre o valor da dívida atualizada monetariamente. Art. 5º Constatada a existência de débito e uma vez apurado este na forma do art. 3º, o devedor será notificado para, no prazo de até 15 (quinze) dias, saldá lo ou, se quiser, firmar acordo de parcelamento. Art. 6º Apresentando se o devedor para quitar a dívida, ela será atualizada e enviada a guia para efetuar o recolhimento, cujo prazo de vencimento não poderá ser superior a 15 (quinze) dias. Art. 7º O interessado poderá parcelar sua dívida, firmando termo de confissão de dívida. Parágrafo 1º Para apurar o valor de cada parcela, a dívida será atualizada para a cobrança do acréscimo previsto no art. 4º. Parágrafo 2º O acordo de parcelamento consignará, de forma circunstanciada, a discriminação dos valores cobrados, a quantidade de parcelas, o valor e vencimento de cada uma, inclusive em relação aos acréscimos legais. Art. 8º Além da assinatura do termo de parcelamento da dívida, o contribuinte deverá expressamente, autorizar: a) cobrança através de boletos bancários ou, b) no caso de retorno ao serviço ativo, que seja consignadas o débito na folha de pagamento. Art. 9º A dívida a que se refere esta Portaria poderá ser parcelada em até 48 (quarenta e oito) meses. Parágrafo único O valor de cada parcela será de, no mínimo, 10% (dez por cento) do valor da remuneração do devedor, em atividade ou não. Art. 10 Ao devedor será concedida oportunidade de parcelamento do mesmo débito. Parágrafo 1º Em caso de desconto na folha de pagamento, ocorrendo interrupção do desconto, ou exoneração, acarretará a cobrança das parcelas vincendas; Parágrafo 2º Excepcionalmente, mediante razões por escrito do devedor e, por decisão fundamentada da Diretoria responsável, o débito poderá ser parcelado mais uma única vez, na forma do art. 9º. Art. 11 Uma vez celebrado o acordo na forma do art. 7º, a requerimento do interessado, poderá ser lhe concedida certidão de que o débito foi parcelado mediante acordo, constando da certidão o montante total da dívida e o número de parcelas avençadas. 127
Parágrafo único Certidão de quitação, a pedido do interessado, será expedida após cumprimento total do acordo. Art. 12 Verificado o atraso do pagamento, por mais de 3 (três) meses, da contribuição, inclusive decorrente de não cumprimento do acordo previsto no art. 7º, o processo será encaminhado à Procuradoria Jurídica para a notificação do devedor e posterior inscrição na Dívida Ativa. Art. 13 Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. (Processo SPPREV nº 1741/2008). UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS HUMANOS COMUNICADO UCRH 1, DE 11 2 2003 A Responsável pelo expediente da Unidade Central de Recursos Humanos UCRH, devidamente autorizada pelo Secretário Chefe da Casa Civil, tendo em vista orientação definida pela Procuradoria Geral do Estado, nos Pareceres PA 3 nº 218/2000 e 234/2002 e nos demais pronunciamentos das autoridades hierárquicas superiores daquele órgão, constantes do Processo GG nº 0168/2003, e objetivando orientar os Órgãos Setoriais e Subsetoriais e Serviços de Pessoal da Administração Direta e Autárquica do Estado, comunica que a partir de 16 de dezembro de 1998, não será utilizado na contagem de tempo de serviço para fins da aposentadoria compulsória ou por invalidez, o arredondamento, a que se refere o 3º do artigo 77 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968, por se tratar de tempo fictício, à vista da vedação prevista no 10, do artigo 40, da Constituição Federal, conferida pela Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, promulgada no Diário Oficial da União de 16 de dezembro de 1998. COMUNICADO UCRH Nº 03/2008 Estamos disponibilizando em nosso site o Parecer PA nº 130/2007, exarado no Processo PGE nº 36.612/71 (GDOC nº 14128 229955/2005), em nome de Tohru Takahashi, que trata de: "APOSENTADORIA COMPULSÓRIA. Preenchimento dos requisitos para aposentadoria voluntária". Referido matéria já havia sido tratada em caso semelhante (Parecer PA nº 299/2006), onde ficou decidido que o cálculo dos proventos do servidor que viesse a se aposentar por invalidez, ou, compulsoriamente ao completar 70 (setenta) anos de idade, deveria ser efetuado nos termos do art. 1º, da Lei federal nº 10.887, de 2004, mesmo para aqueles que anteriormente à aposentação, tivessem completado todos os requisitos para aposentadoria voluntária. Nesta linha foi exarado o Parecer PA nº 130/2007, todavia, o mesmo não foi aprovado pelo Procurador Geral do Estado, que se pronunciou no sentido de que "as normas do caput e do parágrafo 2º do art. 3º da Emenda Constitucional n.41, de 19 de dezembro de 2003, aplicam se igualmente aos servidores que se aposentaram voluntariamente e aos que se aposentaram compulsoriamente em razão do implemento da idade ou por invalidez permanente", concluindo, que "fica revisto o posicionamento firmado no Parecer PA 299/2006" Desta forma, seguindo a orientação firmada pelo Senhor Procurador Geral do Estado, informamos: Os servidores que se aposentaram ou que vierem a se aposentar compulsoriamente, ou por invalidez permanente e que em 31 de dezembro de 2003, data da publicação da Emenda 128
Constitucional nº 41, já haviam completado todos os requisitos para aposentação, terão seus proventos calculados nos termos do 2º, do art. 3º, da referida emenda. Assim, para esses casos, deverá constar do ato de concessão de aposentadoria, no campo destinado ao fundamento legal, conforme o caso, os fundamentos da aposentadoria por invalidez permanente ou compulsória, combinado com: art. 3º, 2º, da EC nº 41/2003, ou art. 6º, da EC nº 41/2003, ou art. 3º, da EC nº 47/2005. Salientamos, que à vista da nova orientação traçada pela Procuradoria Geral do Estado esse órgão setorial de recursos humanos deverá tomar providências, no sentido de ser efetuada a devida revisão no cálculo dos proventos das aposentadorias compulsórias e por invalidez permanente que ocorreram a partir de 1º de janeiro de 2004, nas condições acima descritas. Para subsidiar o levantamento, estamos anexando a este a relação de servidores que se aposentaram compulsoriamente e por invalidez permanente, a partir de 01/01/2004. Este comunicado anula o Comunicado UCRH nº 10/2007. Unidade Central de Recursos Humanos, 24 de janeiro de 2008 IVANI MARIA BASSOTTI COMUNICADO UCRH Nº 28/2008 Estamos disponibilizando em nosso site o Parecer PA nº 310/2007, aprovado pelo Procurador Geral do Estado, exarado no Processo SEADSDRADS/ 15 nº 100/2005, em nome de Gercira da Silva Barbosa, que trata de: "SERVIDOR PÚBLICO. APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA. PROVENTOS PROPORCIONAIS. CÁLCULO". A Subprocuradora Geral do Estado Área da Consultoria manifestou se conclusivamente sobre a matéria na seguinte conformidade: a) o preenchimento, pela interessada dos requisitos para aposentadoria proporcional exigidos pela Constitucional nº 41/2003 (artigo 3º e 2º) não induz à conclusão de que sua remuneração, caso se aposente depois, tenha de ser aquela a que, em tese, faria jus caso se aposentasse no momento que adquiriu o direito de passar à inatividade pela regra constitucional anterior à citada reforma; b) para o cálculo dos proventos, em princípio, não há que se aplicar a Lei nº10.887/2004, ressalvada a remota hipótese de essa fórmula ser mais benéfica à interessada, se, uma vez cientificada, optar expressamente por ela. De acordo com a orientação firmada pela Procuradoria Geral do Estado no Parecer PA nº 310/2007, os servidores que se aposentarem nos termos do artigo 40, 1º, inciso III, alínea b, da Constituição Federal e que em 31/12/2003 já haviam completado todos os requisitos para este tipo de aposentadoria, ficaram com seus direitos resguardados nos termos do artigo 3ºda Constitucional nº 41/2003. Desta forma, o tempo prestado posteriormente a 31/12/2003 deve ser computado e considerado no cálculo dos proventos. IVANI MARIA BASSOTTI 129
Coordenadora COMUNICADO GESTÃO PÚBLICA UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS HUMANOS COMUNICADO GT 1, de 16 5 2008 O Grupo de Trabalho instituído pela Resolução Conjunta SF/SGP/PGE 1, de 2, publicada no Diário Oficial do Estado de 3 de março de 2008, incumbido de realizar estudos referentes à aplicação das normas relativas à aposentadorias, pensões, contribuições previdenciárias e benefícios dos servidores públicos estaduais, visando à uniformização de procedimentos e aplicação das normas, COMUNICA, aos órgãos setoriais de Recursos Humanos: 1 Revogado (Comunicado GT 3, de 19 01 2009) 2 Revogado (Comunicado GT 3, de 19 01 2009) 3. O servidor ocupante de cargo/função atividade disposto em níveis e que no momento da aposentadoria não tenha implementado o requisito de 05 (cinco) anos no nível, os proventos de aposentadoria devem ser calculados com base na remuneração do nível inferior, entretanto, o nível que deve constar do anexo I ato de aposentadoria, deve ser aquele que o servidor ocupa no momento da aposentação. No verso do anexo III, os proventos devem ser calculados no nível inferior, se neste permaneceu os cinco anos, ou ainda, pode se somar o tempo do nível atual com o inferior, para completar os cinco anos. O cargo que servirá de base para cálculo dos proventos, deve estar devidamente explicitado no rodapé do campo denominação das parcelas (Anexo III). 4. Para apuração do tempo de efetivo exercício no serviço público previsto no inciso III do artigo 40 da Constituição Federal, inciso III do artigo 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003 e inciso II do artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 2005, não serão descontados os dias de falta médica e os afastamentos de licença para tratamento de saúde do próprio servidor. 5. Em caso de cumprimento de decisão judicial transitada em julgado em data posterior à aposentadoria cujos proventos foram calculados com base na média aritmética estabelecida pela Lei federal nº 10.887 de 2004, caberá aos órgãos setoriais de recursos humanos efetuar a revisão nos proventos do servidor. 6. O prazo de 30 dias previsto no artigo 27 das Disposições Finais e Transitórias do Decreto nº 52.859, de 02 de abril de 2008, terá início a partir da data do ato de instalação total e funcionamento da São Paulo Previdência SPPREV. COMUNICADO GESTÃO PÚBLICA COMUNICADO GT 3, DE 19 1 2009 O Grupo de Trabalho instituído pela Resolução Conjunta SF/SGP/PGE 1, de 2, publicada no Diário Oficial do Estado de 3 de março de 2008, incumbido de realizar estudos referentes à 130
aplicação das normas relativas à aposentadorias, pensões, contribuições previdenciárias e benefícios dos servidores públicos estaduais, visando à uniformização de procedimentos e aplicação das normas, COMUNICA: 1. Ficam revogados os itens 1 e 2 do Comunicado GT 1, de 16, publicado no Diário Oficial do Estado de 17/05/2008. 2. Em atendimento ao disposto na Portaria nº 154, de 15 de maio de 2008, do Ministério da Previdência Social, que disciplina procedimentos sobre a emissão de Certidão de Tempo de Contribuição CTC pelos regimes próprios de previdência social, os órgãos de recursos humanos só poderão emitir a referida certidão para ex servidor, devendo proceder na seguinte conformidade: a) solicitar à Secretaria da Fazenda, quando for o caso, por meio do formulário Modelo 25, o informativo dos valores que serviram de base para as contribuições previdenciárias, caso o período a ser certificado seja a partir ou posterior à competência julho de 1994; b) emitir a certidão de tempo de contribuição de acordo com os documentos constantes nos assentamentos funcionais do ex servidor conforme o modelo Anexo I da referia portaria, se necessário, emitir o modelo Anexo II, utilizando os dados fornecidos pela Secretaria da Fazenda ou pela própria entidade; c) o processo único de contagem de tempo, instruído com 2 (duas) vias da certidão (uma juntada nos autos e outra à contra capa) devidamente assinada pelo dirigente do órgão setorial de recursos humanos, deverá ser encaminhado à São Paulo Previdência SPPREV, para homologação e devida numeração; d) após a homologação pela São Paulo Previdência SPPREV, o processo deverá retornar à origem, que providenciará o encaminhamento da certidão ao ex servidor, juntando aos autos o comprovante da entrega. 3. Ao servidor detentor exclusivamente de cargo de livre nomeação e exoneração, os órgãos de recursos humanos deverão: 3.1. Para períodos até dezembro de 1998 proceder na mesma conformidade explicitada nas alíneas do item 2 deste Comunicado. 3.2. Para períodos a partir do mês de janeiro de 1999: a) emitir declaração nos termos do Anexo III da Portaria nº 154, de 15 de maio de 2008; b) juntar cópia da(s) portaria(s) de nomeação/exoneração, para fins de comprovação junto ao INSS, das informações prestadas nos campos relativos aos dados funcionais do servidor. 3.3. Ao servidor detentor exclusivamente de cargo em comissão em que o período compreenda as duas situações previstas nos itens 3.1 e 3.2, necessário atender as exigências contidas nos dois itens. 4. Ao servidor ativo poderá ser emitida certidão para fins previdenciários no modelo praticado pela Administração. Neste caso, a certidão não será homologada pela São Paulo Previdência SPPREV. 5. O tempo declarado em certidão, seja nos termos da Portaria nº 154, de 15/05/2008, ou, no modelo praticado pela Administração, não poderá ser novamente certificado ou utilizado 131
para fins de aposentadoria em qualquer regime de previdência diverso do qual tenha sido averbado. 6. Fica revogado o Comunicado GT 2, de 11, publicado no D.O. de 12 09 2008.... RESOLUÇÃO UNESP Nº 01, DE 5 DE JANEIRO DE 1995 Baixa o Estatuto do Magistério de 2º grau da UNESP. Artigo 74 O docente titular de função autárquica (DEM) em Jornada Integral, em Jornada Completa ou Jornada Parcial de Trabalho, ao passar à inatividade, terá seus proventos calculados com base nos valores dos padrões de vencimento constantes da Tabela I ou II da Escala de Vencimentos do Magistério de 2º Grau se, na data da aposentadoria, houver prestado serviço contínuo, conforme a respectiva jornada, pelo menos nos 60 meses imediatamente anteriores à referida data. 1º A aposentadoria por invalidez, qualquer que seja o tempo de serviço, terá remuneração integral. (Obs. Aplicável somente se a doença incapacitante enquadrar se no rol da Lei Federal nº 8.112/90) 2º O docente titular de função autárquica (DEM), que vier a se aposentar voluntariamente, ou por implemento de idade sem que haja completado 60 meses de Jornada Integral ou Jornada Completa de Trabalho, terá seus proventos calculados em razão da Jornada de Trabalho a que esteve sujeito no período correspondente aos 60 meses imediatamente anteriores à aposentadoria, na seguinte conformidade: 1. 1/60 do valor do padrão fixado na Tabela I da Escala de Vencimentos do Magistério de 2º Grau, para cada mês em que, no período mencionado neste parágrafo, esteve sujeito à Jornada Integral de Trabalho. 2. 1/60 do valor do padrão fixado na Tabela II da Escala de Vencimentos do Magistério de 2º Grau, para cada mês em que, no período mencionado neste parágrafo, esteve sujeito à Jornada Completa de Trabalho. 3. 1/60 do valor fixado na Tabela III da Escala de Vencimentos do Magistério de 2º Grau, para cada mês em que, no período mencionado neste parágrafo, esteve sujeito à Jornada Parcial de Trabalho.... PORTARIA UNESP Nº 218 DE 28 DE AGOSTO DE 1997 Estabelece competência para concessão de aposentadorias e dá outras providências. O REITOR DA JÚLIO DE MESQUITA FILHO, expede a seguinte Portaria: Art. 1º A competência para a concessão de aposentadorias, fica delegada ao Pró Reitor da Pró Reitoria de Administração, na Reitoria e Unidades Complementares, aos Presidentes de Grupos Administrativos e aos Diretores de Unidade, respectivamente, na Administração Geral do Câmpus e nas Unidades Universitárias. 132
Art. 2º A Pró Reitoria de Administração, por meio da, expedirá instrução complementar. Art. 3º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de 1 9 97. Proc. 1085 81 RUNESP Vol. V OFÍCIO CIRCULAR Nº 63/2000 PRAD Assunto: Procedimento sobre recontagem de tempo de serviço após concessão da aposentadoria. Torna sem efeito o Ofício Circular nº 89/99 PRAD. Senhor Diretor, Tem o presente a finalidade de encaminhar para conhecimento cópia do Despacho nº 1054/2000 RUNESP, que dispõe sobre procedimento referente à recontagem de tempo de serviço após a concessão de aposentadoria, e em decorrência ficam sem efeito os termos do Ofício Circular nº 89/99 PRAD, de 22/12/99. Do teor deste Despacho deverá tomar ciência a Divisão Técnica Administrativa e a Seção Técnica de Desenvolvimento e Administração de Recursos Humanos dessa Unidade. A Grupo Técnico de Administração de Recursos Humanos Benefícios Legais, estará a disposição, para esclarecimentos de eventuais dúvidas. Atenciosamente, RICARDO ANTONIO DE ARRUDA VEIGA Pró Reitor de Administração JÚLIO DE MESQUITA FILHO Interessado: REITORIA DA Processo nº: 1085/81 RUNESP Vol. VII Despacho: 1054/2000 RUNESP Considerando que esta Universidade até a data de 22/12/99, vinha adotando como procedimento a recontagem de tempo de serviço, decorrente da apresentação de Certidão de Tempo de Serviço/Contribuição, expedida após à concessão da aposentadoria, gerando modificação do ato, bem como revisão dos proventos, conforme consta do Manual de 133
Procedimentos da Área de Recursos Humanos; Considerando que após manifestação da digna Assessoria Jurídica desta casa, a qual culminava com a orientação da Administração Centralizada do Estado, o procedimento acima foi cessado, por meio do Despacho nº 1290/99 RUNESP; Considerando que posterior à cessação, na data de 27/3/2000, a Procuradoria Geral do Estado por meio dos pareceres PA 3 nº 47/99 e PA 3 nº 48/99, manifestou se no mesmo sentido do procedimento então adotado pela Universidade, ou seja, favorável a retificação do ato de aposentadoria para inclusão de tempo se serviço prestado anteriormente à inativação e não computado; Considerando que submetida novamente a matéria à Assessoria Jurídica, esta recomenda, em face da necessidade de uma atuação uniforme e coordenada com a administração estadual, seguir a nova orientação vigente, a partir de 27/3/2000, no âmbito do Estado; TORNO SEM EFEITO os termos do Despacho nº 1290/99 RUNESP, de 22/12/1999, ficando revigorado o procedimento constante do Manual de Procedimentos da Área de Recuros Humanos, referente ao Título APOSENTADORIA RECONTAGEM DE TEMPO DE SERVIÇO. São Paulo, 06 de outubro de 2000. FERNANDO MENDES PEREIRA Pró Reitor no exercício da Reitoria... OFÍCIO CIRCULAR Nº 20/2004 PRAD Assunto: Aplicabilidade da Emenda Constitucional nº 41/2003 Aposentadoria e Abono de Permanência. Anexo II ABONO DE PERMANÊNCIA 1 O abono de permanência, instituído pelos Art.s 1º, 2º e 3º, e respectivos 19, 5º e 1º da Emenda Constitucional nº 41/2003, com vigência a partir de 01/01/2004, será equivalente ao valor da contribuição previdenciária, ou seja, 5% previstos pela Lei Complementar nº 943/2003 e 6% pelo art. 137 da Lei Complementar nº 180/78 IPESP, totalizando 11% e, concedido aos servidores que, após preencherem os requisitos para aposentadoria voluntária integral e proporcional, opte por permanecer em atividade, abrangidos pelos seguintes dispositivos: a) Art. 40, 1º, inciso III, alínea a, e 5º, da Constituição Federal, com a redação dada pelo Art. 1º da Emenda Constitucional nº 20/1998, alterada pelo Art. 1º da Emenda Constitucional nº 41/2003; b) Art. 2º da Emenda Constitucional nº 41/2003; c) Art. 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, para aqueles que tenham preenchido todos os requisitos para concessão de aposentadoria voluntária integral e proporcional, até 31/12/2003 (Art. 126, inciso III, alíneas a, b e c, da Constituição Estadual; Art. 40, 1º, inciso III, alíneas a e b ; e 5º, da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 134
20/1998; Art. 8º, incisos I, II e III, alíneas a e b ; 4º; e 1º, inciso I, alíneas a e b, e inciso II da Emenda Constitucional nº 20/1998); ou d) Art. 6º da Emenda Constitucional nº 41/2003. 2 O abono de permanência será devido, também, aos servidores que preencherem os requisitos para aposentadoria voluntária integral ou proporcional, até 31/12/2003, nas seguintes situações: a) ao docente/pesquisador abrangido pela Resolução UNESP nº 46/95, cuja aposentadoria não poderá ser concedida, em razão da Ação de Inconstitucionalidade do EDUNESP; b) às citadas no item 1, alíneas a, b, c e d, ou seja, que tenha completado o tempo exigido de efetivo exercício no cargo anterior, e venha alterar o cargo/função e não conte com os 05 anos neste; ou c) servidor que exerce somente função em comissão, e que, em 16/12/1998 ou 31/12/2003, não contava com os 10 anos de exercício ininterruptos ou 15 anos intercalados, previstos no Art. 146, 1º do ESUNESP, ao completar estas exigências poderá aposentar se, de acordo com manifestação jurídica Parecer nº 330/2003. 3 A data a ser considerada para fins de concessão do abono de permanência será: a) a partir de 01/01/2004, para os servidores com direito às aposentadorias integral e proporcional, previstas no item 1, c ; b) a partir do dia seguinte à data em que preencherem as exigências para as aposentadorias previstas no item 1, a, b e d ; ou c) com efeito retroativo à data em que preencher os requisitos para aposentadoria, quando não concedido na época devida, observando se a vigência a partir de 01/01/2004. 4 A comprovação para fins da concessão do abono de permanência, dar se á mediante certidão expedida pela Área de Recursos Humanos, conforme modelo anexo. OFÍCIO CIRCULAR Nº 13/2008 PRAd Assunto: Abono de Permanência Senhor Diretor, Considerando que em 06/07/2005 foi editada a Emenda Constitucional nº 47/2005, que entre outras disposições, instituiu nova modalidade de aposentadoria, fundamentada, em seu Art. 3º; Considerando que para esta modalidade de aposentadoria, o servidor ao complementar os requisitos e optando por permanecer em atividade, não está previsto o direito ao abono de permanência; Considerando que a questão foi objeto de estudo junto à Procuradoria Administrativa da Procuradoria Geral do Estado e, por meio do Parecer PA nº 115/2007, de 31/05/2007, concluído que: têm direito ao abono de permanência (art. 40, Par. 19 da Constituição Federal) os servidores que hajam completado os requisitos para a sua aposentadoria por qualquer dos sistemas previstos 135
na Lei Maior norma permanente e regras transitórias inclusive o inaugurado pela EC 47/2005, e permanecem em atividade... (gn); Considerando que no citado Parecer está previsto, também, que a concessão do abono, qualquer dos sistemas previstos na Lei Maior norma permanente e regras transitórias, depende de solicitação do interessado, sendo seu pagamento devido a partir da data do requerimento, e Considerando que a necessidade de requerer o abono de permanência e o direito ao pagamento a contar da data do requerimento foram confirmados com o advento do Decreto nº 52.859, de 02/04/2008 que regulamentou a Lei Complementar nº 1.012, de 5 de julho de 2007, em seu Art. 12 e Parágrafo único e Art. 13 1º, informo: 1 o servidor que completar as exigências para a aposentadoria voluntária em qualquer das modalidades previstas Constitucionalmente: Art. 40, 1º inciso III, alínea a, e 5º da Constituição Federal, com a redação dada pelo Art. 1º da Emenda Constitucional nº 20/1998, alterada pelo Art. 1º da Emenda Constitucional nº 41/2003; Art.s 2º; 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41/2003 e Art. 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005, e optar por permanecer em atividade deverá requerer o abono de permanência, sendo o pagamento devido a partir da data do requerimento; 2 o disposto no item 1 passa a vigorar a partir da publicação no Diário Oficial do Decreto nº 52.859, de 02/04/2008, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial o item 3 do Anexo II, a que se refere o Ofício Circular nº 20/2004 PRAd. 3 Eventuais pagamentos efetuados de acordo com a sistemática anterior, no período compreendido entre a data da publicação do Decreto e este Ofício Circular, deverão ser convalidados. A, por meio da Área de Benefícios Legais e Movimentação de Pessoal, estará a disposição para esclarecimentos de eventuais dúvidas, via e mail: crh@reitoria.unesp.br Atenciosamente, JULIO CEZAR DURIGAN Pró Reitor de Administração OFÍCIO CIRCULAR Nº 24/2009 PRAd Assunto: Emissão de Laudo Médico para Isenção de Imposto de Renda e Contribuição Previdenciária. Senhor Diretor, O servidor aposentado, se acometido de uma das doenças previstas nas Leis Federais 8.112/90 ou 8.213/91, quais sejam: Tuberculose Ativa, Alienação Mental, Esclerose Múltipla, Neoplasia Maligna, Cegueira, Hanseníase, Cardiopatia Grave, Doença de Parkinson, Paralisia Irreversível e incapacitante, Espondiloartrose Anquilosante, Nefropatia Grave, Estado Avançado do Mal de Paget (Osteíte Deformante), 136
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida AIDS, e Contaminação por Radiação, seguintes benefícios: faz jus aos Isenção de Imposto de Renda com base no Decreto nº 3.000, de 26/03/1999 Art. 39 inciso XXXIII 4º, Isenção Previdenciária quando os proventos não ultrapassarem o dobro do limite máximo do teto do INSS, incidindo contribuição previdenciária somente sobre a parcela que supere o referido valor com fundamento no 21 do art. 40 da Constituição Federal (redação dada pela Emenda Constitucional nº 47/2005). Para efeito de obtenção de tais isenções orientamos a seguir, os procedimentos a serem observados pelos interessados; Dirigir se à Seção Técnica de Saúde para realização de perícia e obtenção do laudo médico que confirmará a doença; De posse do laudo, formalizar a solicitação de isenção de IRRF e/ou Contribuição Previdenciária total ou parcial nos termos da legislação, ao Diretor Técnico de Administração da Unidade de origem; O servidor que já obteve a isenção do IRRF, mediante laudo expedido pelo Departamento Médico do Estado DPME ou UNAMOS, atualmente Seção Técnica de Saúde, deverá apenas formalizar o pedido de isenção da contribuição previdenciária total ou parcial, conforme o caso. Para instrumentalização da Área de Recursos Humanos, encaminhamos cópia do Parecer nº 206/2009 AJ referente ao assunto. Do teor deste Ofício deverá tomar ciência a Divisão Técnica Administrativa, Área de Recursos Humanos e Seção Técnica de Saúde. Dúvidas poderão ser esclarecidas junto à Área de Benefícios Legais e Movimentação de Pessoal Ramal 359. Atenciosamente, Ricardo Samih Georges Abi Rached Pró Reitor de Administração AJ/AAD/edc Interessado: Expediente n.º: 4/98/1/2008 Assunto: Perícia Médica Reitoria da Universidade Estadual Paulista Ementa : Perícia Médica. Isenção de Imposto de Renda. Laudo pericial. Consoante a legislação em vigor, esta Universidade acha se legalmente amparada para realizar perícia médica para fins de isenção do imposto de renda e para efeito de benefício previdenciário. 137
Parecer n.º I DOS FATOS 206/2009 AJ A Informação 302/2009 CRH PRAd (fls. 63/68) ao se manifestar sobre o Ofício nº 81/2009 PRAd, juntado às fls. 18, acertadamente, concluiu que esta Universidade acha se legalmente amparada para realizar perícia médica para fins de isenção do imposto de renda e benefício previdenciário, ao contrário do entendimento de fls. 18, o qual considera competente apenas o Departamento Médico do Estado. II APRECIAÇÃO A Lei 10.261, de 28 de outubro de 1968, que dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, estabelece em seus art.s 191 e 193 que a licença para tratamento de saúde depende de inspeção médica em órgão oficial. O Decreto nº 29.180, de 11 de novembro de 1988, instituiu no ordenamento jurídico paulista o Regulamento de Perícias Médicas referentes aos funcionários, servidores e candidatos a cargos ou funções públicas civis, da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado. O aludido decreto estabeleceu como órgão médico oficial para a realização das perícias médicas o Departamento de Perícias Médicas do Estado DPME. O decreto sob comento delega às autarquias competência para a realização de perícias para avaliação de sanidade e capacidade física de seus servidores. Já o Decreto nº 52.088, de 23 de agosto de 2007, ao alterar a redação de diversos dispositivos do Decreto nº 29.180/1988, ampliou as atribuições desta Universidade, autarquia estadual de regime especial, no tocante a realização de exames, antes restrita à realização de perícias médicas de avaliação de sanidade e capacidade física. O Decreto nº 52.088/2007 além de atribuir a esta Universidade a responsabilidade pela expedição do Certificado de Sanidade e Capacidade Física (C.S.C.F.), documento que comprova a aptidão física e mental para posse e exercício, também dispõe sobre a realização de outros exames. De acordo com a nova redação dada pelo Decreto nº 52.088, de 23 de agosto de 2007, ao art. 9º do Decreto nº 29.180/1988, poderá ser delegada a esta Universidade, mediante resolução do Secretário da Saúde, atribuição para a realização das perícias previstas nos incisos II e III do art. 5º do Decreto nº 29.180/1988, no tocante aos servidores pertencentes aos quadros desta Universidade. Vale recordar que são as seguintes as perícias que podem ser delegadas a esta Universidade, de acordo com os incisos II e III do art. 5º do Decreto nº 29.180/1988: II realizar perícias médicas nos funcionários e servidores civis para comprovação da invalidez permanente para fins de aposentadoria, proferir a decisão final e emitir o competente laudo; III realizar perícias médicas nos funcionários e servidores civis para fins de: licença para tratamento de saúde, licença ao funcionário ou servidor acidentado no exercício de suas atribuições ou atacado de moléstia profissional, licença à funcionária ou servidora gestante, readaptação, para reassunção do exercício e cessação de readaptação, bem como na pessoa da família quando de licença por motivo de doença em pessoa da família, proferindo a decisão final; Assim, mediante a edição da Resolução SS 333, de 16/11/2007, do Secretário da Saúde, a UNESP, inclusive com a nova redação dada ao art. 17 do Decreto nº 29.180/1988, passou a providenciar as perícias médicas destinadas a comprovar a invalidez total e permanente do 138
funcionário ou servidor para qualquer cargo ou função pública, a qual, aliás, deverá ser realizada por, no mínimo, três médicos. De acordo ainda com o Decreto nº 52.088, de 23 de agosto de 2007, as perícias médicas inerentes à concessão de licença para tratamento de saúde serão realizadas na UNESP, inclusive no tocante à gestante ou pessoa da família a quem se atribui a doença, no caso de licença por motivo de doença do cônjuge e de parentes até o segundo grau. A propósito, a Portaria Unesp nº 413, de 13 de setembro de 2001, dispõe sobre a implantação do Programa Geral de Saúde do Trabalhador PGST. Referido programa, criado no âmbito desta Universidade com o objetivo de estabelecer política de promoção e preservação da saúde dos servidores docentes e técnico administrativos da Universidade, dedica se a prevenção de riscos ambientais e ao controle médico de saúde ocupacional, visando com isso melhores condições de saúde e segurança no exercício profissional. Outra norma que dispõe sobre o tema é a Portaria Unesp nº 499, de 06 de novembro de 2006, a qual estabelece regras relativas a Exames Médicos de Saúde Ocupacional, Exames Médico Periciais e Exames de Juntas Médicas, de observância no âmbito da Universidade. O art. 4º dessa portaria dispõe: Art. 4º O PGSST, através de seu Coordenador Geral e de seus Médicos Peritos designados em conformidade com o Capítulo II desta Portaria, terá, entre outras, as seguintes atribuições I realizar perícias médicas nos servidores para comprovação de invalidez permanente para fins de aposentadoria e emitir o competente laudo; II realizar perícias médicas nos servidores para fins de:... f. isenção de retenção do Imposto de Renda na Fonte.... 1º Os atos expedidos com base nesta Portaria, deverão fazer menção expressa ao Programa Geral de Saúde e Segurança do Trabalhador PGSST. 2º Os procedimentos referidos neste art. estão regulamentados por Instrução Normativa do PGSST. Diante de toda essa legislação, editou se as Resoluções SS 333 e SS 352, do Secretário da Saúde, que dispõem de maneira clara e precisa que: Resolução SS 333, de 16/11/07 O Secretário da Saúde, em cumprimento ao disposto no 3º do art. 9º do Decreto nº 29.180, de 11/11/1988, com redação dada pelo art. 1º do Decreto nº 52.088, de 23 de agosto de 2007, resolve: Art.1º Delegar à Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP a competência para a realização de perícias médicas de que tratam os incisos II e III do art. 5º do Decreto nº 29.180, de 11 de novembro de 1988, em servidores do seu quadro funcional; Art. 2º Somente para fins de controle, as decisões proferidas nos termos do art. anterior deverão ser encaminhadas ao DPME para publicação; Art. 3º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Resolução SS 95, de 29/07/02. (fls.61) A aludida Resolução SS 333 foi alterada, em seu art. 2º, pela Resolução SS 352 apenas para 139
esclarecer que: O Secretário da Saúde resolve: Art. 1º Fica alterado o art. 2º da Resolução SS 333, de 16/11/2007, na seguinte conformidade: Art. 2º Somente para fins de controle estatístico, as decisões proferidas nos termos do art. anterior deverão ser encaminhadas ao DPME para publicação Art. 3º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a partir de 20/11/2007.(g.n) Assim sendo, correto o entendimento contido na Informação 302/2009 CRH PRAd no sentido de que esta Universidade acha se legalmente amparada para realizar perícia médica para fins de isenção do imposto de renda, bem como para fim de natureza previdenciária, como por exemplo o benefício previsto no art. 40, 21 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 47/2005, na medida em que o PGSST acha se devidamente autorizado a realizar perícias médicas nos servidores desta Universidade, valendo ressaltar que as decisões prolatadas após a realização da perícia médica são encaminhadas ao DPME apenas para publicação; tão só e unicamente para fins de controle estatístico, ou seja, não há qualquer interferência de mérito do DPME no tocante à conclusão do laudo pericial. É o nosso parecer. São Paulo, 18 de junho 2009. ALEXANDRE AUGUSTO DÉA Procurador de Universidade Assessor Jurídico De acordo. Encaminhe se o processo a digna CRH para conhecimento. São Paulo, 18 de junho de 2009. EDSON CESAR DOS SANTOS CABRAL Assessor Jurídico Chefe COMUNICADO Nº 01 DE 08 DE MAIO DE 2012. Com a instituição da Emenda Constitucional nº 70, de 29/03/2012, publicada no DOE de 30/03/2012, cópia anexa, o servidor que tenha ingressado no serviço público até 31/12/2003 e que tenha se aposentado ou venha a se aposentar por invalidez permanente, com fundamento no inciso I do 1º do art. 40 da Constituição Federal, tem direito a proventos de aposentadoria calculados com base na remuneração do cargo/função autárquica em que se der a aposentadoria. Requisito obrigatório para enquadrar se nesta modalidade: Que a invalidez seja permanente, devidamente declarada no Laudo de Aposentadoria. 140
A esta modalidade aplica se o disposto no art. 7º da Emenda Constitucional nº 41/2003, ou seja, assegurada a paridade, não se aplicando a média das contribuições, devendo: 1. Ao inativo abrangido nesta regra, que tenha se aposentado a contar de 01/01/2004, ser revista sua aposentadoria, estendendo lhe quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive a decorrente da transformação ou reclassificação do cargo ou função. NOTA: Nas revisões devem ser consideradas a situação funcional e vantagens que, por ocasião da concessão da aposentadoria, tenham constado do correspondente ato. As revisões devem ser procedidas no prazo de 180 dias a contar de 30/03/2012. 1.1. Os proventos serão: Proporcionais ao tempo de contribuição, se a doença não se enquadrar na Lei Federal nº 8.112/90 ou nº 8.213/91, Integrais, se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, enquadrada na Lei Federal nº 8.112/90 ou nº 8.213/91. 1.2. Procedida a revisão apostilar o ato de aposentadoria, conforme modelo anexo. 2. Ao servidor que venha a se aposentar por invalidez permanente, fundamentar a aposentadoria nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal, combinado com o art. 6º A, da Emenda Constitucional nº 41/03 com redação dada pela Emenda Constitucional n.º 70/12, conforme modelo anexo. 3. Ao inativo, cujo ato de aposentadoria tenha ocorrido o apostilamento, pelos termos do Ofício Circular nº 23/2008 PRAd, fica mantida a integralidade dos proventos, devendo ser expedida nova apostila tornando a sem efeito. COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS EMÍLIA MARIA GASPAR TÓVOLLI Coordenadora MODELO DE APOSTILA Fls. _ da Portaria de Aposentadoria, de / / publicada no DOE de / /. Nome: RG. nº: Matrícula: APOSTILA DE DE DE 20. O DIRETOR TÉCNICO DA DIVISÃO TÉCNICA ADMINISTRATIVA DA (O) FACULDADE/INSTITUTO/ADMINISTRAÇÃO GERAL DO CAMPUS, no uso de suas atribuições legais, APOSTILA esta Portaria para declarar que, a Aposentadoria por Invalidez do (a) interessado (a), a partir de 30/03/2012, passa a ser com fundamento nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal, combinado com o art. 6º A, da Emenda Constitucional nº 41/2003 com redação dada pela Emenda Constitucional nº 70/2012, e a função, a que a mesma se refere, fica enquadrada, de conformidade com o (fundamento), como (denominação da função, se for o caso), Nível, Grau, 141
da Escala de Vencimentos Funções Efetivas, passando os proventos mensais integrais ou proporcionais a /, a corresponderem a R$, assim discriminados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau desta função = R$, calculado com base na Resolução CRUESP nº /, acrescido das seguintes vantagens pecuniárias: adicional por tempo de serviço quinquênios (artigo 129 da Constituição Estadual) = R$, sextaparte dos vencimentos (artigo 129 da Constituição Estadual) = R$ ; e outros. (Processo nº...) assinatura MODELO DE PORTARIA PORTARIA DE DE DE O PRÓ REITOR DE ADMINISTRAÇÃO DA UNESP/PRESIDENTE DO GRUPO ADMINISTRATIVO/DIRETOR DA(O) FACULDADE/INSTITUTO DO CAMPUS DE..., no uso de suas atribuições previstas no artigo 1º da Portaria UNESP 218/97, APOSENTA, a partir de.../.../..., à vista do Laudo de Aposentadoria UNESP nº.../..., referente ao Laudo de Aposentadoria DPME nº /, nos termos do artigo 40, 1º, inciso I, da Constituição Federal, combinado com o artigo 6º A, da Emenda Constitucional nº 41/03 com redação dada pela Emenda Constitucional nº 70/12,..., RG...., PIS ou PASEP..., (discriminar a situação funcional do interessado: cargo ou função, quadro ou subquadro, nível/referência salarial, regime jurídico, jornada de trabalho/regime de trabalho, lotação), fazendo jus aos proventos mensais integrais ou proporcionais a / iguais a R$...: assim discriminados: vencimento referente ao valor do Nível e Grau de seu/sua cargo/função, ou Referência MS..., em...(regime de trabalho) = R$..., calculado com base na Resolução CRUESP nº.../..., acrescido das vantagens pecuniárias: adicional de insalubridade grau... (Lei Complementar nº 432/85); gratificação de representação incorporada...% sobre a gratificação atribuída ao Reitor ou gratificação de representação incorporada x/10, conforme quadro declaratório nº (citar o fundamento constante do ato); adicional por tempo de serviço... qüinqüênios (artigo 129 da Constituição Estadual) e sexta parte dos vencimentos (artigo 129 da Constituição Estadual); e outros. (Processo nº...) Nome e assinatura 142