MOEDA FALSA MOEDA FALSA DA ÉPOCA

Documentos relacionados
PORTUGAL-MONARQUIA a 1910 FERNANDO AMADEU ALVES PINTO a a a a a a 1325.

NASCIMENTO E MORTE DO TOSTÃO

FERNANDO AMADEU ALVES PINTO

"Porquanto nas imagens das moedas e suas inscrições se conserva a memória dos tempos mais que em nenhum outro monumento"

Catálogo do leilão III

606* Ouro Réis 1804 BC G ; AI * Ouro Réis 1787 coroa com pedúnculos BELA 400. G.24.02; AI 492

Newsletter Numisma nº 17 Janeiro de 2018

5 de Junho de ª Sessão - 5 Junho - 11:00h - Lote 001 a 237 2ª Sessão - 5 Junho - 15:00h - Lote 238 a 579. Leilão a realizar no

A moeda da colônia ao império

De acordo com a terminologia adotada pelo Departamento do Meio Circulante do Banco Central do Brasil, temos:

Barras de Ouro no Meio Circulante Brasileiro

- Leilão 26 Fevereiro 2013 v1.1 1

Portugal, Brasil e Colónias Moedas de Ouro // Colecção Pessa

História das bandeiras de Portugal

SOCIEDADE PORTUGUESA DE NUMISMÁTICA PERMUTA POR CORRESPONDÊNCIA INTER-ASSOCIADOS

Estudos de Numária Portuguesa

A Moeda de Augusto Molder

Carimbos Primitivos do Império

Importante Colecção do Comendador José da Costa Henriques CARAS&LEILÕES. Como Filipe II conquistou Portugal. As Raridades de 2010

MOEDAS RARAS DE. PORTUGAL Colecção Cruzado Lusitano

PROJECTO IPSIIS. Janeiro de 2011

Moedas Brasileiras da Colônia

141ª PERMUTA INTER-SÓCIOS

4 - A EUROPA NOS SÉC.S XVII E XVIII SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS 3. TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII

Colecção Porto Vintage

O Táler de Maria Teresa (Mariatheresientaler) A moeda de prata mais famosa do mundo!

UMA PEÇA ÚNICA DE JOALHARIA ARTESANAL.

MOEDAS PORTUGUESAS MUSEU ARQUEOLÓGICO NACIONAL MADRI - ESPANHA

Moedas e Notas de Portugal

Moedas e Notas de Portugal

Este fantástico exemplar do Cruzado de módulo menor, de D.João III (Séc. XVI), com oito castelos, poderá ser exemplar único.

Dr. Javier Sáez Salgado. Jaime Sáez Salgado José R. Marinho Engº José Godinho Miranda. comentários históricos. Ana Miranda. depósito legal /06

Moedas de Portugal. e Luso-Indianas

MOEDAS DE COLECÇÃO E MOEDAS CORRENTES COMEMORATIVAS

Newsletter Numisma nº 10 Setembro de 2015

Moedas comemorativas emitidas em Portugal

A História do Brasil através da Moeda: A primeira Casa da Moeda Brasileira Bahia Resumo:

20 e 21 de Maio de ª Sessão - 20 Maio - 17:00h - Lote 001 a 274 2ª Sessão - 21 Maio - 17:00h - Lote 275 a 597. Leilão a realizar no

ALGUMAS APLICAÇÕES PRÁTICAS DO AXIOMA NUMISMÁTICO DE TRIGUEIROS

A modernidade numismática de Francisco de Holanda: uma ciência esquecida, um ensinamento a preservar. António Miguel Trigueiros, APH

O Expansionismo Europeu

Biblioteca Pública Municipal do Porto EXPOSIÇÕES ITINERANTES


História das cédulas e moedas nacionais Durante o domínio holandês no Nordeste brasileiro, entre 1630 e 1654, foram cunhadas as primeiras moedas no

BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA DOBRA. Introdução BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE

A Economia Mineradora (Século XVIII) O Processo de Independência. 1 A Economia Mineradora do Século XVIII. 2 As Reformas Pombalinas

Newsletter Numisma nº 15 Maio de 2017

BRASÃO DE ARMAS DO COMANDO REGIONAL DA POLÍCIA MARÍTIMA DO CENTRO

SOCIEDADE PORTUGUESA DE NUMISMÁTICA PERMUTA POR CORRESPONDÊNCIA INTER-ASSOCIADOS

Caixa Geral de Depósitos

NACH PORTVGALIS SHROT UND KORN

UMA PEÇA ÚNICA DE JOALHARIA ARTESANAL

Uma contribuição à classificação das famílias de cédulas brasileiras de Réis

Dr. Javier Sáez Salgado. Jaime Sáez Salgado José R. Marinho Engº José Godinho Miranda Fernando Gonçalves André. comentários históricos.

Outras denominações: A1 in Guia de Artilharia Histórica do Museu Militar de Lisboa

FILACAP ON LINE Nº 020

452 COVILHETE OITAVADO, porcelana da China, decoração policromada paisagem oriental, reinado Qianlong, séc. XVIII Dim.

As Moedas do Império Bizantino

Maio 1864, incorporado a 23 Jul na

Dr. Javier Sáez Salgado. Jaime Sáez Salgado José R. Marinho Engº José Godinho Miranda Fernando Gonçalves André. comentários históricos.

O Ceitil. Prof. Tonyan

Igreja Adventista do Sétimo Dia Especialidades JA HM-28 Numismática

moedas_lista trocas_1c Num ref: 191 web: mail: /

P de PORTUGUESA da moeda de 1920

ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO

Capítulo 7 Salomão edifica um palácio 1Rs 7:1 Porém a sua casa edificou Salomão em treze anos; e acabou toda a sua casa.

HERÁLDICA HERÁLDICA DAS INSTITUIÇÕES AUTÁRQUICAS

Análise das cunhagens do Revista Reino Unido de Portugal, Tempo Brasil e Algarves na coleção Amazônico do Museu Histórico Nacional

RELÓGIO FAROL EM BRONZE DOURADO ANGELUS, com horas, termómetro, barómetro e higrómetro, séc. XX (anos 60)

NOTA SOBRE UM DEPÓSITO DE CRUZADOS NOVOS DA REGIÃO DE GUIMARÃES

Dinheiro. no Brasil. Distribuição gratuita Visite nosso site:

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA DE 13 DE JULHO DE Institui a Medalha do Mérito Numismático

Porto, casa bancária, estabelecida em 1886, terminou em 1938

Uma contribuição à classificação das famílias de cédulas brasileiras de Réis

«APÓLICES DO REAL ERÁRIO»

Antonio Augusto dos Reis Veloso Diretor de Administração. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de Segunda Parte Época Moderna

PLANO NUMISMÁTICO 2006 MOEDAS DE COLECÇÃO

BENGALA EM MADEIRA COM CASTÃO "CABEÇA DE CAVALO" EM MARFIM, olhos de contas de vidro, séc. XX Nota - vd. Coradeschi e De Paoli in "Cannes", p.

XVIII COPA DE FUTEBOL - 3º MILÊNIO Tabela de Jogos

Tesouros da Contabilidade

Módulo 5 Classificação do VIN quanto à sua essência e fraudes mais comuns. Aula 1 - Classificação do VIN quanto à sua essência

TUDO SOBRE JOIAS: DAS BIJUTERIAS ÀS JOIAS FINAS. Por PRATAS925 TUDO SOBRE JOIAS 1

XVIII COPA DE FUTEBOL - 3º MILÊNIO Tabela de Jogos

Joana Cirne Marília Henriques

TOCHEIRO, madeira entalhada e dourada, português, séc. XVIII/XIX, faltas Dim cm

Convento de Cristo. Património Mundial. CP4-DR4-Formadora: Vitória Paiva Trabalho Realizado por Paulo Caiola

Transcrição:

MOEDA FALSA MOEDA FALSA DA ÉPOCA s feitas ilealmente, por entidas que não têm a prerroativa para o fazerem, para circularem conjuntamente com as leais, anhando o falsário únicamente o valor corrente circulação, menos os custos fabrico. São classificadas com a sila MF Desinação Jo4.MF.01 Verdaira MF Fundida Latão (1) (1) - apresentada no artio "Acheas para um Catáloo Completo - s Falsas e Falsificadas Portual Comtinental e Ultramarino" Mens Maro. Diz-nos que é um D. Filipe II ou III, em latão, com o carimbo 120 verdairo e que está no espolio da Biblioteca Nacional. Provavelmente será uma falsificação da época. Desinação Jo4.MF.02 Verdaira MF Fundida Latão (2) (2) - apresentada por Carlos Braa no artio "Alumas consirações sobre moeda falsa". Possivelmente será uma moeda falsa da época. MOEDA FALSIFICADA s feitas para iludir os coleccionadores, eralmente imitando moedas raras, ou não. Estas divim-se em adulteradas, imitadas e fantasia. ADULTERADA autentica a que o falsário, simplesmente, mudou alum pormenor para tornar uma moeda vular numa mais rara, e por isso com maior valor comercial. São classificadas com a sila Desinação Jo4..01 Dois Escudos 1625 Verdaira Jo4.CD.01 6,64 (3) 3,8 24 (4) (5) (6) (3) - Ver folha "Carimbo 2 U" Desinação Jo4..02 Quinhentos Reais Verdaira Jo4.CM.01 (4) - Ver folha "Carimbo 1 U" Desinação Jo4..03 Calvário Verdaira Jo4.COO.01 Verdaira (5) - Ver folha "Carimbo 880" Desinação Jo4..04 (6) - autentica, D. João IV, com o carimbo 480, falso recente.

Desinação Jo4..05 Pataca Verdaira (7) (8) (7) - autentica, Pataca Espanhola, com dois carimbos 480, diferentes e falsos. Desinação Jo4..06 Verdaira (8) - Ferrarro Vaz no seu Catáloo, edição 1948, afirma: "No Livro Numismática, A. Lopes dos Santos, vem scrito um cruzado com data ; mas essa moeda (sem lei própria) não é consirar porque a data é uma mistificação das muitas que têm aparecio aos coleccionadores." Portanto a moeda é autentica, mas o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas Desinação Jo4..07 Jo4..08 165 Verdaira Encordoado Encordoado (9) (10) (9) - autentica em que o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas A moeda, autentica, é um meio cruzado D. João IV Lisboa, tendo sido carimbado no reinado D. Afonso VI e finalmente em D. Pedro II foi-lhe colocado o cordão e a orla nova. (10) - Carimbo falso 240 coroado sobre um. Esta peça foi apresentada por Kurt Prober no artio "Marteladas em Falso" com a seuinte scrição: "Carimbo 240 - numa moeda 1/2 e isto EM CIMA da Nova Orla e Serrilha, que foi aplicada em 1688, quando o carimbo 240, que só poria ter sido aplicado em 1643 ou 1652 veria, pela lóica, estar POR BAIXO." Provavelmente será um D. João IV com orla nova D. Pedro II, carimbo 2S0 coroado D. Afonso VI verdairos e 240 coroado D. João IV falso Desinação Jo4..09 Jo4..10 Verdaira (11) (12) (12) - autentica em que o falsário, pela tecnica do repuxo, alterou a casa monetária do Porto para Evora. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas (11) - autentica em que o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data no reverso. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas apresentada no artio "Acheas para um Catáloo Completo - s Falsas e Falsificadas Portual Comtinental e Ultramarino" Mens Maro Desinação Jo4..11 Jo4..12 Jo4..13 Jo4..14 Jo4..15 Jo4..16 Jo4..17 Jo4..18 Jo4..19 Jo4..20 Verdaira Encordoado (13) (14) (15) (16) (17) (18) (19) (20) (21) (22) (13) - autentica, D. Sebastião I com o escudo laado pelas letras L G, apresenta o carimbo 120, falso que porá ser tanto da época como recente. (14) - autentica, D. Sebastião I com o escudo sem letras a laá-lo, apresenta o carimbo 120, falso que porá ser tanto da época como recente. (15) - autentica, D. Sebastião I com o escudo sem letras a laá-lo, apresenta o carimbo açor D. Antonio I e o carimbo 120, ambos falsos falsos recentes. (16) - autentica, D. Filipe II, apresenta o carimbo 120, falso que porá ser tanto da época como recente. Leenda do reverso IN! VINCES (17) - autentica, D. Filipe II, apresenta o carimbo 120, falso que porá ser tanto da época como recente. Leenda do reverso IN HO C...GNO G VIN! CES

(18) - autentica, D. Filipe III, apresenta o carimbo 120, falso que porá ser tanto da época como recente. (19) - autentica, D. João IV da seunda série, apresenta o carimbo 120, falso recente. (20) - autentica, D. João IV da terceira série, da casa monetária Lisboa, apresenta o carimbo 120, falso recente e o carimbo esfera coroado, D. Pedro II, aposto em moedas para circular únicamente no Brasil, também falso. (21) - autentica, D. João IV da terceira série, da casa monetária Lisboa, apresenta o carimbo 120, falso recente. (22) - autentica, D. João IV da terceira série, da casa monetária do Porto, apresenta o carimbo 120, falso recente. Desinação Jo4..21 Jo4..22 1645 1646 Verdaira (23) (24) (23) - autentica, da 3ª série D. João IV, em que o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data no reverso e no anverso as letras L C a laar o escudo. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas apresentada no artio "Acheas para um Catáloo Completo - s Falsas e Falsificadas Portual Comtinental e Ultramarino" Mens Maro (24) - autentica, da 3ª série D. João IV, em que o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data no reverso. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas Leenda do anverso G I IIII D EX PORTVGALI Leenda do reverso G IN HO. IGNO! VIN! CES 1 apresentada no artio "Alumas Consirações sobre Falsa" Carlos Braa. Desinação Jo4..23 Jo4..24 Verdaira (25) (26) (25) - autentica, D. João IV, da casa monetária do Porto, apresenta o carimbo 100 coroado D. Afonso VI, verdairo e o carimbo 120, falso recente. (26) - autentica, D. João IV, da casa monetária do Évora, apresenta o carimbo 100 coroado D. Afonso VI, verdairo e o carimbo 120, falso recente. Desinação Jo4..25 Jo4..26 Jo4..27 Jo4..28 Jo4..29 Jo4..30 Jo4..31 Meio Meio Meio Meio Meio Meio Real 1623 Verdaira (27) (28) (29) (30) (31) (32) (33) (27) - autentica, Meio D. Sebastião I, apresenta o carimbo 120, falso recente. (28) - autentica, Meio D. Filipe II, apresenta o carimbo 60, falso que porá ser tanto da época como recente. (29) - autentica, Meio D. Filipe III, apresenta o carimbo 60, falso que porá ser tanto da época como recente. (30) - autentica, Meio D. Filipe II ou III, apresenta o carimbo 60, falso, o carimbo 75 coroado D. Afonso VI, para o Brasil, também falso e pela tecnica do repuxo a data 1623. (31) - autentica, Meio D. João IV, com data, apresenta o carimbo 60, falso que porá ser tanto da época como recente. (32) - autentica, Meio D. João IV, da seunda série, apresenta o carimbo 60, falso recente. (33) - autentica, Real Espanha, apresenta o carimbo 60, falso recente. Desinação Jo4..32 Meio 1644 Verdaira (34) (34) - autentica, Meio da 2ª série D. João IV, em que o falsário, pela tecnica do repuxo, acrescentou a data no reverso. Esta tecnica foi usada na primeira meta do século XX, para falsificações e últimamente para restaurar moedas Desinação Jo4..33 Jo4..34 Espadim Real Portuuês Verdaira Bolhão (35) (36) (35) - autentica, Espadim D. Afonso V, apresenta o carimbo 50, falso recente. apresentada no artio "Acheas para um Catáloo Completo - s Falsas e Falsificadas Portual Comtinental e Ultramarino" Mens Maro (36) - autentica, Real Portuuês D. João III, apresenta o carimbo 60, falso que porá ser tanto da época como recente. IMITADA Cópia moeda verdaira. Aluns falsários, mais elaborados, cheam a emprear os mesmos métodos fabrico, e o mesmo metal, das verdairas, para darem uma maior autenticida às peças. São classificadas com a sila

Desinação Jo4..01 Dez Mil Reis Verdaira Jo4.CDM.02 Fundido Verdaira Fundido Chumbo (37) 12,4 a 270º (37) - Ver nota (2) da folha "Carimbo 10 U" Desinação Jo4..02 No anverso e reverso apresenta a letra (38) (38) - Réplica morna oferecida por um jornal, Jornal Noticias, para o público apreciar as nossas moedas antias. Mas porque po trazer aluns dissabores a colecionadores principiantes, fica aqui representada. Desinação Jo4..03 Verdaira (39) 4,2 22 (40) (39) - Falsificação recente a imitar o da casa monetária Évora. Desinação Jo4..04 Verdaira Fundida (40) - Fundição recente da casa monetária Lisboa Leenda do anverso G REX PORTVGALIE ALGARAB Leenda do reverso G IN SIGNO.IN! CES Desinação Jo4..05 Jo4..06 Meio Meio Verdaira Fundida No anverso e reverso apresenta a letra (41) (41) - Réplica morna do Meio da casa monetária Évora. Mas porque po trazer aluns dissabores a colecionadores principiantes, fica aqui representada. Desinação Jo4..07 Jo4..08 Meio Vintém Meio Vintém Verdaira (42) - Leenda do anverso! IO LNNES IIII _ G RE! P Leenda do reverso! IN! VINC Reverso no campo a cruz aviz (tosca) cantonada por pontos. (43) - Leenda do anverso! IO LNNES IIII D G RE! P! Leenda do reverso IN! VINC 0,85 14 (42) (43)

Reverso no campo, ntro um circulo pontos, a cruz aviz (tosca) cantonada por pontos. FANTASIA Como o nome indica, o falsário inventou uma moeda que nunca existiu, com o único intuito ludibriar os coleccionadores. São classificadas com a sila MFF Desinação Jo4.MFF.01 Conceição 1650 Verdaira MFF 27,95 42 (44) Cobre 40 (45) (44) - Ver nota (1) da folha "Conceição - " Desinação Jo4.MFF.02 Dez Reis Verdaira MFF I (45) - Leenda do anverso IOANNES! IIII! D! G! REX! PORTUGAL <> do anverso: No campo as armas reais com a coroa fechada a traço cheio tipo semelhante ao das moedas ouro e prata Leenda do anverso REX XVIII do reverso: No campo ntro um circulo perolas existente no Statens HistoriKa Museum Stockolm seundo o artio "s D. João IV e D. Afonso VI - cobre X reis D. João IV - s cobre V, 3 e 1½ reaes D. Afonso VI" Raúl da Costa Couvreur