ROTEIRO DE LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

Documentos relacionados
Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação Independente

MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA

Ensaio 6: Característica de Tensão-Carga de Geradores CC: Excitação Independente, Shunt Auto- Excitado e Série

O MOTOR DE INDUÇÃO - 2 PARTE EXPERIMENTAL

Eletrotécnica básica Atividade prática

MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA

ÍNDICE CONTATOR. 1. Objetivo Introdução Teórica Contator Contatos Botoeira ou Botoeira botão liga e desliga 3

12 FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA

Ensaio 8: Motor CC Característica Velocidade-Carga

LABORATÓRIO INTEGRADO II

Conversão de Energia II

Experiência I Lab. de Conv. Eletrom. de Energia B Prof. N.SADOWSKI GRUCAD/EEL/CTC/UFSC 2005/2

Capítulo 1 Introdução aos princípios de máquinas 1. Capítulo 2 Transformadores 65. Capítulo 3 Fundamentos de máquinas CA 152

A) 15,9 A; B) 25,8 A; C) 27,9 A; D) 30,2 A; E) 35,6 A.

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA MOTOR SÍNCRONO. Joaquim Eloir Rocha 1

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila.

O MOTOR DE INDUÇÃO - 1

Prática de Acionamentos e Comandos Elétricos I

PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO. TRANSFORMADORES - Prática

Conversão de Energia II

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS

Eng. Everton Moraes. Método LIDE - Máquinas Elétricas

Prof. José Alberto Marques Prof. Alexandre Shozo Onuki

APÊNDICE C. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBGC-HGW560-75kW

Determinação da Reatância Síncrona Campos Girantes Máquina Síncrona ligada ao Sistema de Potência Gerador e Motor Síncrono

EXP 05 Motores Trifásicos de Indução - MTI

Integrantes do Grupo

DLB MAQ CE - Comandos elétricos. Contatores

MOTORES CC 2 ADRIELLE C. SANTANA

Ensaio de circuito aberto (CCA) Ensaio de curto-circuito (CCC) Determinação dos parâmetros do circuito equivalente Perdas elétricas e Rendimento

Prática de Acionamentos e Comandos Elétricos I

Comandos Elétricos Parte 1 Prof. Mauricio Martins Taques CAMPUS JOINVILLE

SEL LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS. Professores: Luís Fernando Costa Alberto, José Carlos de Melo Vieira Júnior, Elmer Pablo Tito Cari

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FEELT FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA CLÁUDIO JOSÉ DE OLIVEIRA JÚNIOR

Conversão de Energia II


Sistemas de partidas de motores

Motores de indução trifásicos e dispositivos de acionamento. Motores de indução trifásicos e dispositivos de acionamento

Classificação de Máquinas quanto ao tipo de Excitação

MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS. Fonte: logismarket.ind.br

CHAVES DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS DE INDUÇÃO

ENUNCIADO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NAS ULTIMAS PÁGINAS

EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM

Na tabela a seguir vemos a porcentagem do valor da corrente em relação ao valor nominal e que deverá ser usada nos dispositivos de proteção.

Máquinas CA são ditas: 1. Síncronas: quando a velocidade do eixo estiver em sincronismo com a freqüência da tensão elétrica de alimentação;

1) Como as cargas eletrostáticas se comportam umas com as outras? 2) Quais são as três partículas que compõe o modelo atômico de Bohr?

Máquinas Elétricas. Máquinas Síncronas Parte I. Geradores

Figura [6] Ensaio em curto-circuito

Experimento Ensaio 01: Variação da tensão induzida no circuito do rotor em função da sua velocidade

Material de Acompanhamento AULA 01

COMANDOS ELÉTRICOS ÍNDICE

PEA 2504 LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 1º. Semestre 2006 Profs. Ivan Chabu e Viviane

AULAS UNIDADE 1 MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS (MAE) Prof. Ademir Nied

Eletrotécnica Geral. Lista de Exercícios 1

WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRIC OS S.A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CL IENTES - CTC KIT ELETROTÉCNICA MANUAL DO ALUNO

Felipe Scrideli Stefanoni Lucas Ronco Murilo Atique Claudio Otávio Henrique Gotardo Piton

QUESTÕES PARA A PROVA 2: FORÇAS MAGNÉTICAS E MOTORES CC

3 CIRCUITO EQUIVALENTE PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E TESTE DE POLARIDADE

Note os contatos auxiliares NF que fazem com que jamais as contactoras C1 e C2 possam ser energizadas simultaneamente.

MÁQUINAS ELÉTRICAS. MÁQUINAS ELÉTRICAS Motores Síncronos Professor: Carlos Alberto Ottoboni Pinho MÁQUINAS ELÉTRICAS

Partida de Motores Elétricos de Indução. cap. 7

Máquina de Indução - Lista Comentada

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Comandos Elétricos

PEA LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I DISPOSITIVOS DE COMANDO (COM_EA) RELATÓRIO

Abril - Garanhuns, PE

Acionamento de motores de indução

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV

Acionamentos Elétricos

lectra Material Didático COMANDOS ELÉTRICOS Centro de Formação Profissional

MÁQUINAS E ACIONAMENTOS ELÉTRICOS. Prof. Hélio Henrique Cunha Pinheiro Curso: Eletrotécnica (integrado) Série: 4º ano C.H.: 160 aulas (4 por semana)

Motores Elétricos. Conteúdo. 1. Motor Síncrono 2. Motor Assíncrono 3. Motor CC

Experimento 4 Ensaios de curto-circuito e circuito aberto para determinação dos parâmetros de transformadores

Partida de Motores Elétricos de Indução

Lista de Exercícios 2 (Fonte: Fitzgerald, 6ª. Edição)

Ensaio da Máquina Síncrona

Comandos elétricos para motores com ênfase em partida com reversão

PEA LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EXPERIÊNCIA - DISPOSITIVOS DE COMANDO RELATÓRIO

NE5120 Engenharia Elétrica II Painel de Comando Elétrico

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO

Experiência 05: Potência em Corrente Alternada

16 x PROFESSOR DOCENTE I - ELETRICIDADE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Aula Prática 6. Carga e Descarga de Capacitores. Depto Química e Física - CCENS/UFES

Máquinas elétricas. Máquinas Síncronas

Sumá rio Livro Comándos Ele tricos

PRÁTICA 2 - PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO

PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL MARINGÁ

Conversão de Energia I

Prática de Acionamentos e Comandos Elétricos II

CONTROLE TRADICIONAL

PEA - ELETROTÉCNICA GERAL LUMINOTÉCNICA E FONTES LUMINOSAS (LUMLAM) Grupo:... Professor:...Data:... Objetivo:... Parte I Lâmpadas

ACIONAMENTOS ELÉTRICOS H1

Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL EXPERIÊNCIA - LÂMPADAS ELÉTRICAS Código: LAM

Transcrição:

Fundação Universidade Federal de Rondônia UNIR Núcleo de Tecnologia NT Departamento de Engenharia Elétrica DEE Bacharelado em Engenharia Elétrica ROTEIRO DE LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Docente: M.Sc. Eng. Viviane Barrozo da Silva Técnico: Marcus Vinicius Oliveira Braga Porto Velho 2016

1. FUNCIONAMENTO A VAZIO DO GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA COM EXCITAÇÃO EM SEPARADO Material utilizado: 1. Gerador de corrente contínua; 2. Motor de acionamento com pertences; 3. Voltímetro; 4. Miliamperímetro; 5. Fonte de tensão ajustável; 6. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; d) Abrir o circuito de excitação do gerador; e) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; f) Dar partida ao motor de acionamento; g) Ajustar e manter a velocidade do grupo à velocidade nominal do gerador, utilizando um tacômetro para o controle; h) Observar o valor da tensão existente nos bornes do gerador; i) Inserir totalmente a fonte de tensão no circuito de excitação do gerador (excitação mínima);

j) Fechar o circuito de excitação do gerador procurando, por tentativas, o sentido e a intensidade de corrente capaz de anular o magnetismo residual, de forma que, para I exc = 0, resulte V=0; k) Fixar uma série de valores da corrente de excitação de zero até o máximo admissível, registrando-os na fig. 2 coluna I exc, em ordem crescente, de cima para baixo. l) Regular a corrente de excitação e, para cada valor prefixado, ler o correspondente valor da tensão do gerador que será registrado na fig 2, na coluna Ascendente. m) Diminuir a corrente de excitação até zero, passando pelos mesmos valores da corrente de excitação considerados na fase de aumento, registrando-se na fig 2, na coluna Descendente, os valores da tensão da máquina, que lhes correspondem. n) Traçar as curvas da fig 3 utilizando os valores da fig 2. Conclusões a) O que se pode concluir sobre a tensão nos bornes da máquina? b) Explique a funcionalidade do gráfico das curvas. c) O que vem a ser a tensão E o e por que ela existe?

2. FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA COM EXCITAÇÃO EM SEPARADO, COM CARGA VARIÁVEL Material utilizado: 1. Gerador de corrente contínua; 2. Motor de acionamento com pertences; 3. Voltímetro; 4. Interruptor bipolar; 5. Amperímetro; 6. Miliamperímetro; 7. Resistência de carga; 8. Fonte de tensão ajustável; 9. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; d) Abrir o circuito de excitação do gerador; e) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; f) Dar partida ao motor de acionamento; g) Ajustar e manter a velocidade do grupo à velocidade nominal do gerador, utilizando um tacômetro para o controle;

h) Inserir totalmente a fonte de tensão no circuito de excitação do gerador (excitação mínima); i) Regular a excitação do gerador de forma que sua tensão, em vazio, alcance o valor nominal; j) Fixar uma série de valores da corrente de excitação de zero até o máximo admissível, registrando-os na fig. 5 coluna I, em ordem crescente, de cima para baixo; k) Regular a carga para a absorção mínima; l) Ligar o gerador às resistências de carga; m) Regular a carga do gerador e, para cada valor prefixado da corrente, ler o correspondente valor da tensão existentes nos bornes do gerador, registrando os valores na fig 5, coluna V ; n) Medir a resistência interna do gerador (R i ); o) Calcular a queda de tensão interna do gerador (I.R i ) em correspondência a cada valor prefixado da corrente, registrando os valores na fig t, coluna I.R i ); p) Traçar, conforme fig 6, a característica externa do gerador, V=f(I), utilizando os valores I e V da fig 5. q) Traçar a curva das quedas de tensão do gerador I.R i =f(i), utilizando os valores I e I.R i da fig 5. r) Traçar a característica total do gerador E=f(I), somando-se a cada ordenada da curva V=f(I) o correspondente valor da ordenada I.R i. Conclusões a) O que ocorre quando há o aumento da carga do gerador excitado em separado? Por quê? b) Explique a funcionalidade do gráfico das curvas.

3. FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA DERIVAÇÃO, COM CARGA VARIÁVEL Material utilizado: 1. Gerador de corrente contínua; 2. Motor de acionamento com pertences; 3. Voltímetro; 4. Interruptor bipolar; 5. Amperímetro; 6. Miliamperímetro; 7. Reostato de carga; 8. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; d) Verificar se o circuito de carga está desligado; e) Inserir totalmente o reostato no circuito de excitação do gerador (excitação mínima);

f) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; g) Dar partida ao motor de acionamento e, se este for uma máquina síncrona, regular a excitação para a menor absorção de corrente da linha; h) Ajustar e manter a velocidade do grupo à velocidade nominal do gerador, utilizando um tacômetro para o controle; i) Regular a excitação do gerador de forma que sua tensão, em vazio, alcance o valor nominal; j) Fixar uma série de valores da corrente de carga do gerador, do valor mínimo ao máximo admissível, registrando-os na fig. 8 coluna I, em ordem crescente, de cima para baixo; k) Regular o reostato de carga para a absorção mínima; l) Ligar o gerador ao reostato de carga; m) Regular a carga do gerador e, para cada valor prefixado da corrente, ler o correspondente valor da tensão existentes nos bornes do gerador, registrando os valores na fig 8, coluna V ; n) Calcular a queda de tensão interna do gerador (I.R i ) em correspondência a cada valor prefixado da corrente, registrando os valores na fig t, coluna I.R i ); o) Traçar, conforme fig 9, a característica externa do gerador, V=f(I), utilizando os valores I e V da fig 8. p) Traçar a curva das quedas de tensão do gerador I.R i =f(i), utilizando os valores I e I.R i da fig 8. q) Traçar a característica total do gerador E=f(I), somando-se a cada ordenada da curva V=f(I) o correspondente valor da ordenada I. R i. Conclusões a) O que explica a tensão gerada nos bornes do gerador mesmo ele estando sem excitação da fonte?

b) O que ocorre quando há o aumento da carga do gerador excitado em separado? Por quê? c) Explique a funcionalidade do gráfico das curvas. d) Por que o gerador derivação é protegido contra curtos-circuitos?

4. FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA DE EXCITAÇÃO COMPOSTA, COM CARGA VARIÁVEL Material utilizado: 1. Gerador de corrente contínua com excitação composta, com reostato de campo; 2. Motor de acionamento com pertences; 3. Voltímetro; 4. Interruptor bipolar; 5. Amperímetro; 6. Miliamperímetro; 7. Reostato de carga; 8. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; d) Verificar se o circuito de carga está desligado; e) Inserir totalmente o reostato no circuito de excitação do gerador (excitação mínima);

f) Conectar o enrolamento de excitação série de forma a obter-se o efeito adicional; g) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; h) Dar partida ao motor de acionamento e, se este for uma máquina síncrona, regular a excitação para a menor absorção de corrente da linha; i) Ajustar e manter a velocidade do grupo à velocidade nominal do gerador, utilizando um tacômetro para o controle; j) Regular a excitação do gerador de forma que sua tensão, em vazio, alcance o valor nominal; k) Fixar uma série de valores da corrente de carga do gerador, do valor mínimo ao máximo admissível, registrando-os na fig. 11 coluna I, em ordem crescente, de cima para baixo; l) Regular o reostato de carga para a absorção mínima; m) Ligar o gerador ao reostato de carga; n) Regular a carga do gerador e, para cada valor prefixado da corrente, ler o correspondente valor da tensão existentes nos bornes do gerador, registrando os valores na fig 11, coluna Adicional ; o) Repetir o ensaio, conectando o enrolamento de excitação série, de forma a obter-se o efeito diferencial, registrando os valores da tensão existente nos bornes do gerador na fig 11, coluna Diferencial. p) Calcular a queda de tensão interna do gerador (I.R i ) em correspondência a cada valor prefixado da corrente, registrando os valores na fig t, coluna I.R i ); q) Traçar, conforme fig 12, as características externas do gerador, utilizando os valores I e V da fig 11.

Conclusões a) O que acontece quando inverte-se a ligação do enrolamento em série? b) O que ocorre quando há o aumento da carga do gerador? c) Explique a funcionalidade do gráfico das curvas.

5. FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA DERIVAÇÃO, COM CARGA VARIÁVEL (TENSÃO E EXCITAÇÃO CONSTANTES) Material utilizado: 1. Motor de corrente contínua derivação com reostato de partida e reostato de campo; 2. Freio; 3. Interruptor bipolar; 4. Amperímetro; 5. Miliamperímetro; 6. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; d) Desinserir totalmente o reostato de campo do motor (excitação máxima); e) Inserir totalmente o reostato de partida do motor (tensão rotórica mínima); f) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio;

g) Acionar o motor e desinserir gradativamente o reostato de partida; h) Acelerar o motor, por meio do reostato de campo, até alcançar sua velocidade nominal; i) Traçar os gráficos das figs 14 e 15, utilizando os valores da fig 17. Conclusões a) O que ocorre quando há o aumento da carga do motor? b) Qual o comportamento da corrente absorvida pelo induzido? c) Como se explica o rendimento do motor no ensaio realizado?

6. CONTROLE DA VELOCIDADE DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA DERIVAÇÃO, COM CARGA CONSTANTE, VARIANDO CAMPO Material utilizado: 1. Motor de corrente contínua derivação com reostato de partida e reostato de campo; 2. Freio; 3. Voltímetro; 4. Interruptor bipolar; 5. Amperímetro; 6. Miliamperímetro; 7. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; j) Desinserir totalmente o reostato de campo do motor (excitação máxima); d) Inserir totalmente o reostato de partida do motor (tensão rotórica mínima); e) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; f) Acionar o motor e desinserir gradativamente o reostato de partida;

g) Acelerar o motor, por meio do reostato de campo, até alcançar sua velocidade nominal; h) Dar carga ao motor, por meio do freio, regulando a ação frenante de forma que o motor tenha aproximadamente 25% de sua carga nominal; i) Fixar uma série de valores da corrente de excitação, compreendidos entre o que corresponde à velocidade nominal do motor e o que é obtido com o reostato de campo totalmente desinserido, registrando-os na fig 18, coluna I exc " em ordem crescente, de cima para baixo; j) Diminuir a velocidade do motor, desinserindo o reostato de campo (aumentando a excitação), e, para cada valor prefixado da corrente de excitação, medir o correspondente valor do número de rotações por minuto do rotor, registrando os valores na fig 18, coluna n ; k) Dar carga ao motor, por meio do freio, regulando a ação frenante para os valores registrados na fig 17, coluna C ou coluna I, conforme o caso; l) Registrar na fig 17 todos os valores obtidos por leitura direta, isto é: V = tensão de alimentação em volts I exc = corrente de excitação em miliampères I = corrente do induzido em ampères n = rotações por minuto C = conjugado em mkg (se for o caso) b = braço do freio em metros (se for o caso) P = peso em kg (se for o caso) m) Calcular, com base nos valores medidos, os indicados a seguir: W a = potência absorvida = V.I, em watts W m = potência mecânica produzida = 1,028n.C, em watts rendimento = W a W m

n) Traçar o gráfico da fig 19, utilizando os valores registrados na fig 18. Conclusões a) Como é possível regular a velocidade do motor? b) Como se explica a curvade rotações versos corrente de excitação do motor no ensaio realizado?

7. CONTROLE DA VELOCIDADE DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA DERIVAÇÃO, COM CARGA CONSTANTE, VARIANDO CAMPO A TENSÃO ROTÓRICA Material utilizado: 1. Motor de corrente contínua derivação com reostato de partida e reostato de campo; 2. Freio; 3. Voltímetro; 4. Interruptor bipolar; 5. Amperímetro; 6. Miliamperímetro; 7. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações; k) Desinserir totalmente o reostato de campo do motor (excitação máxima); d) Inserir totalmente o reostato de partida do motor (tensão rotórica mínima); e) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; f) Acionar o motor e desinserir gradativamente o reostato de partida;

g) Acelerar o motor, por meio do reostato de campo, até alcançar sua velocidade nominal; h) Dar carga ao motor, por meio do freio, regulando a ação frenante de forma que o motor tenha aproximadamente 25% de sua carga nominal; i) Fixar uma série de valores da tensão rotórica V a, compreendidos entre o valor da tensão da linha e o que é obtido com o reostato de partida totalmente inserido, registrando-os na fig 21, coluna V a " em ordem decrescente, de cima para baixo; j) Diminuir a tensão rotórica,inserindo o reostato de partida, e, para cada valor prefixado da tensão, medir o número de rotações por minuto do motor, registrando os valores na fig 21, coluna n ; k) Traçar o gráfico da fig 22, utilizando os valores registrados na fig 21. Conclusões a) Como é possível regular a velocidade do motor? b) Como se explica a curvade rotações versos corrente de excitação do motor no ensaio realizado?

8. FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA DE EXCITAÇÃO COMPOSTA, COM CARGA VARIÁVEL, (TENSÃO E EXCITAÇÃO DERIVAÇÃO CONSTANTES) Material utilizado: 1. Motor de corrente contínua de excitação composta, com reostato de partida e reostato de campo; 2. Freio; 3. Interruptor bipolar; 4. Amperímetro; 5. Miliamperímetro; 6. Tacômetro. Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na lista da folha de ensaio; c) Executar as ligações, tomando-se o cuidado do campo atuar com fluxo adicional; l) Desinserir totalmente o reostato de campo do motor (excitação máxima); d) Inserir totalmente o reostato de partida do motor (tensão rotórica mínima); e) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; f) Acionar o motor e desinserir gradativamente o reostato de partida; g) Acelerar o motor, por meio do reostato de campo, até alcançar sua velocidade nominal;

h) Dar carga ao motor, por meio do freio, regulando a ação frenante para os valores registrados na fig 24, coluna C ou coluna I, conforme o caso; i) Registrar na fig 24 todos os valores obtidos por leitura direta, isto é: V = tensão de alimentação em volts I exc = corrente de excitação em miliampères I = corrente do induzido em ampères n = rotações por minuto C = conjugado em mkg (se for o caso) b = braço do freio em metros (se for o caso) P = peso em kg (se for o caso) j) Calcular, com base nos valores medidos, os indicados a seguir: W a = potência absorvida = V.I, em watts W m = potência mecânica produzida = 1,028n.C, em watts rendimento = W a W m k) Registrar os valores calculados na fig 24; l) Traçar os gráficos das figs 25 e 26, utilizando os valores da fig 24.

Conclusões a) b) c)

9. PARTIDA DIRETA DO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO Material utilizado: 1. Motorde indução trifásico de gaiola 2. Freio; 3. Amperímetro; 4. 1 disjuntor-motor 5. 1 botão NA 6. 1 botão NF 7. 1 contator tripolar com 1 contato de comando NA acoplado 8. 1 lâmpada sinalizadora cor vermelha a) Comparar os valores da corrente de partida registrados, com o valor da corrente nominal do motor. Conclusões

a) O que se pode observar durante a partida a plena tensão? b) O que acontece quando se insere carga no motor?

10. FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO COM CARGA Material utilizado: 1. Motorde indução trifásico de gaiola 2. Freio 3. Amperímetro 4. Voltímetro 5. Wattímetro 6. 1 disjuntor-motor 7. 1 botão NA 8. 1 botão NF 9. 1 contator tripolar com 1 contato de comando NA acoplado 10. 1 lâmpada sinalizadora cor vermelha Etapas de realização: a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na folha de ensaio; c) Iniciar a montagem do circuito de acordo com o diagrama da figura acima;

d) Acoplar o motor ao freio; e) Executar as ligações; f) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; g) Ligar o motor a vazio; h) Acionar o motor; i) Dar carga ao motor por meio do freio, regulando a ação frenante, para os valores registrados na fig 44, coluna C ou coluna I e, conforme o caso. j) No decorrer do ensaio, deverá ficar inalterada a tensão de alimentação. k) Registrar na fig 44 todos os valores obtidos por leitura direta, isto é: V f = tensão de fase estatórica N = número de rotações por minuto W f = potência de fase estatórica C = conjugado em mkg (se for o caso) P = peso em kg (se for o caso) B = braço do freio em metros (se for o caso) I e = corrente estatórica l) Calcular, se for o caso, o valor de C = P.b m) Calcular, com base nos valores registrados na fig 44, os valores seguintes: P a potência aparente total absorvida pelo motor = 3V f I e (VA) W = potência real total absorvida pelo motor = 3W f (W) cos fator de potência do motor = W/P a W m = potência fornecida pelo motor = 2 nc/60.76 = nc/716 (cv) Ou W m = 736nC/716 = 1,028nC (W) = rendimento do motor = W m /W n) Registrar na fig 44 os valores obtidos por cálculo; o) Traçar os gráficos das figs. 45 e 46, utilizando os valores da fig 44.

Conclusões a) O que acontece quando há aumento de carga no motor? b) O que se pode concluir a respeito do rendimento e fator de potência do motor?

11. COMPENSAÇÃO DA CORRENTE REATIVA DE MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO 1. Motorde indução trifásico de gaiola 2. Freio 3. 3 Amperímetros 4. Voltímetro 5. Wattímetro 6. 1 disjuntor-motor 7. 3 Capacitores 8. 1 botão NA 9. 1 botão NF 10. 1 contator tripolar com 1 contato de comando NA acoplado 11. 1 lâmpada sinalizadora cor vermelha Etapas de realização: Execução do ensaio com motor a vazio a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento e registrar as características do mesmo na folha de ensaio;

c) Executar as ligações, mantendo abertos os interruptores B1 e B2; d) Consultar o professor e, se este aprovar, continuar o ensaio; e) Dar partida ao motor e registrar os valores W f,i L, I m ; f) Fechar o interruptor B 2 e registrar os valores W f, I L, I m, I c. g) Transcrever os valores na fig 60. h) Acoplar o motor ao freio; Execução do ensaio com motor a vazio a) Ler o esquema do circuito; b) Selecionar o equipamento; c) Conector o motor ao freio; d) Executar as ligações, mantendo abertos os interruptores B1 e B2; e) Dar partida ao motor; f) Regular o freio de forma que o motor funcione, por exemplo, com 0,5 de sua carga nominal; g) Registrar os valores W f, I L, I m ; h) Fechar o interruptor B 2 e registrar os valores W f, I L, I m, I c. Transcrever os valores na fig 61. Conclusões a) Que conclusões podem ser tiradas em função da compensação da carga?