José Roberto B. Danieletto



Documentos relacionados
Sextante Ltda. Rua da Assembléia, 10 sala 1817 Rio de Janeiro RJ (21) Programa Setorial da Qualidade

Associação Brasileira de Tubos Poliolefínicos e Sistemas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TUBOS POLIOLEFÍNICOS E SISTEMAS

LINHA REDE A VÁCUO. (Polipropileno Copolimero Random)

Associação Brasileira de Tubos Poliolefínicos e Sistemas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TUBOS POLIOLEFÍNICOS E SISTEMAS

Gestão da água pluvial

Soluções Industriais

CORROSÃO DE MATERIAIS

Acessórios de Tubulação Classificação quanto a finalidade e tipos

CONEXÃO AUTOMÁTICA. Tudo o que você precisa para fazer uma emenda elétrica rápida e perfeita. Tecnologia Alemã no Brasil.

REGULAMENTO DE CONFORMIDADE TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

Especificação Técnica de Projeto N.º 009 ETP009 Lacres para unidade de medição.

POLIETILENO Histórico e Evolução José Roberto B. Danieletto Principais campos de aplicação dos tubos de PE Mercado Atual Volume mundial

Simples e prático: A escolha inteligente para aplicações básicas. Disjuntores 3VT. Answers for industry.

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS

Pré-moldados industriais para sistemas de drenagem pluvial (tubos e aduelas) Alírio Brasil Gimenez

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

25% PLANO DIRETOR DE COMBATE ÀS PERDAS DE ÁGUA NOS MUNICÍPIOS INTRODUÇÃO PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA

Plantas de Classificação de Áreas 25/03/

NBR 5629 Execução de tirantes ancorados no solo, 17/03/206.

NORMA TÉCNICA 23/2014

Carneiro Hidráulico de PVC - Comercial

1 - abpe/gq01: setembro 2011 Programa de Gestão da Qualidade para Tubulações Poliolefínicas e Procedimentos de Instalação

Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais Projeto e Execução NBR 15526:2009

FURADEIRAS COM BASE MAGNÉTICA

Norma Técnica Interna SABESP NTS 023

Operação de rebitagem e montagem

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA

AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO ELETRICIDADE DO AUTOMÓVEL FUNILARIA METALMECÂNICA

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

MULTICAMADA PREÇÁRIO EDIÇÃO MAIO / 2014

Com relação aos projetos de instalações hidrossanitárias, julgue o item a seguir.

Classificação: Público MANUAL DO CANDIDATO SISTEMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM SOLDAGEM DE TUBO DE POLIETILENO

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA COLETORES PREDIAIS LOTE 2

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DE ÁGUAS PLUVIAIS SINAPI LOTE 2 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

14/01/2010 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CAP. 3 ESTUDOS DE CASOS CAP.3 ESTUDO DE CASOS CAP.3 ESTUDO DE CASOS. Mário C.G. Ramos

SOLUÇÕES EM CLIMATIZAÇÃO. Solução para o seu projeto

CENTRAIS GERADORAS FOTOVOLTAICAS.

Norma Técnica SABESP NTS 191

Norma Técnica SABESP NTS 189

MÓDULO MÉTODOS DE UNIÃO DE TUBOS POLIOLEFÍNICOS TERMOFUSÃO ELETROFUSÃO CONEXÕES DE COMPRESSÃO

Norma Técnica SABESP NTS 059

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

sistema construtivo Steel Frame

CRR-RA CRR-RF CRR-RS Recorte Recorte Semi- Aberto Fechado Recortado

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO ST8000C

linha completa Tubos de cobre conexões e acessórios

Steel Cord. Introdução

MÓDULO REDES E RAMAIS DE ÁGUA. Tubos: NBR ; NBR8417; NTS 048; NTS 194; EN Conexões Soldáveis: NBR ;NTS 193; EN 12.

CATÁLOGO DE PRODUTOS FRIOPEX 2016 PRIMEIRA EDIÇÃO SISTEMA MULTICAMADA PARA CONDUÇÃO DE GASES REFRIGERANTES

Qualificação e Ensaios na Soldagem 6/12/2012 2

- Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

Telhas Térmicas Dânica.

Especificação Técnica. Fresadora a frio W 35 DC

Disjuntores Caixa Moldada Disparadores Térmico e Magnético Fixo SD

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

Sistema elétrico. Geração Transmissão Transformação

Informação do Produto Máquina de ensaios eletrodinâmicos LTM 5/10

TT /05-1 REDUTORES TRANSMOTÉCNICA 1

Módulo TÉrMiCo Mural ecológico a CondensaÇÃo. Tiragem forçada eficiência norma eur. eec 92/42 Para aquecimento

Conforto e qualidade na pressão certa

Bomba de fluxo. TQC 200 e TQC 400 G2

Controles de Nível - Modelo 007

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS

Guia de instalação. Página 1 de 14

78 mm. 73,5 mm. 90,5 mm Secção do conexão mm 2 16 Montagem Permitida. Medida Dimensional. Largura. Profundidade. Profundidade com manopla

Boletim Informativo 066/2011 de 21/02/2013 REV 03

bambozzi Manual de Instruções Fonte Inversora INVERT MXI-150ED +55 (16)

ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS

MANUAL DE INSTALAÇÃO DA CORTINA DE AR INTERNATIONAL

Indicador Elétrico de Posição com micro-interruptores mecânicos

ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

FILTRAGEM NAS OPERAÇÕES DE TRR

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO

AERADOR SUBMERSO Inject-Air - Série ASI

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. 2ª 15/02/2007 Retirado o tubulete da caixa de muflas do medidor.

Projeto ABNT NBR Agregados graúdo Determinação do índice de forma pelo método do paquímetro - Método de ensaio. Apresentação

CENTRAIS GERADORAS EÓLICAS

Consultoria p a r a a t e n d imento à NBR CIVIL RESULTADOS ADEQUAÇÃO DE PROCESSOS S E N A I C I M A T E C REALIZAÇÃO

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários

NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica. Elementos de Máquinas I Elementos de União

Se a força de tração de cálculo for 110 kn, a área do tirante, em cm 2 é A) 5,0. B) 4,5. C) 3,0. D) 2,5. E) 7,5.

MacroInox MacroInox MacroInox

Calhasxxxxxx. emxxxxxcor U23X cinzento RAL Cumprir o RTIEBT. Catálogo Geral Indicado para intempérie

Entidade Setorial Nacional Mantenedora. Entidade Gestora Técnica PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO

Disjuntores Caixa Moldada

PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DOS COMPONENTES DO SISTEMA DRYWALL (PSQ-Drywall)

Título da Pesquisa: Palavras-chave: Campus: Tipo Bolsa Financiador Bolsista (as): Professor Orientador: Área de Conhecimento: Resumo

Guia Linear. Tamanho. Curso Patins. Características Técnicas Material das guias DIN 58 CrMoV4 Material dos patins DIN 16 MnCr5

CONSÓRCIO PCJ GRUPO DE PERDAS HÍDRICAS

ENSAIOS DOS MATERIAIS

INFORMATIVO DE PRODUTO

NORMA TÉCNICA 34/2014

Transcrição:

LOGOTIPO EMPRESA José Roberto B. Danieletto abpe

APLICAÇÕES DE TUBOS DE POLIETILENO EM MND

Principais Aplicações Redes, adutoras, ramais de água Redes e ramais de gás combustível Linhas de esgoto Águas pluviais Dutos elétricos, telefônicos, fibra-ótica Travessias Sub-aquáticas

Principais Vantagens Leveza (densidade 0,95 g/cm 3 < água) Flexibilidade (faz curvas e bobinas) Elevada resistência ao impacto (não quebra) Resiste à maioria dos agentes químicos Imune a corrosões galvânicas e químicas Impermeável Atóxico (conduz alimentos, água potável) Menos juntas (barras 12, 18m e bobinas de 100 m ou mais) Baixa incrustação e rugosidade (maior vazão) Vida útil maior que 50 anos

Materiais PE 80 MRS = 80 kgf/cm 2 P = 2.σ. e D e PE 100 MRS = 100 kgf/cm 2 σ = MRS P = pressão do tubo e = espessura do tubo; D = diâmetro do tubo σ = tensão do dimensionamento do material C = fator de segurança = 1,25 C Materiais não classificados: MRS =??? Vida útil =???

Materiais PN s/ Material PN4 SDR PN 5 SDR PN 6 SDR PN 8 SDR PN 10 SDR PN 12.5 SDR PN 16 SDR PN 20 SDR PE80 32.25 26 21 17 13.6 11 9 7.25 PE100 não há 32.25 26 21 17 13.6 11 9 SDR = D/e Mesmo SDR e Material mesmo PN PE 80: mais flexível PE 100: mais rígido

Métodos de União Os métodos de união utilizados para tubos de polietileno para linhas de água e gás são: Solda de topo por termofusão; Solda por eletrofusão; Junta mecânica

Solda de Topo por Termofusão Aquecimento Compressão e Resfriamento Faceamento

Solda de Topo por Termofusão Aplica-se a DE 63 Deve ser executada por pessoal e equipamento qualificados conforme DVS 2207, NBR 14.464 ou NTS 060

Conexões para Solda de Topo Devem ser qualificadas conforme normas NBR 14.463, ou ABPE 004, ou EN 12201 parte 3. Norma ABNT está em fase final. As conexões devem ser do mesmo SDR do tubo de polietileno. Conexões de PE 100 podem ser soldadas a topo em tubos de PE80, desde que do mesmo SDR e de materiais compatíveis. As conexões para solda de topo por termofusão são disponíveis em três processos de fabricação: Conexões Injetadas: DE 63 a 630 mm Conexões Usinadas: DE 63 a DE 1600 (Cap, Colarinho e Red.) Conexões Gomadas: DE 250 a DE 1600 Curva Gomada: PN da Conexão = 0,8 x PN do Tubo TÊ Gomado: PN da Conexão = 0,5 x PN do Tubo

Conexões Tipo Ponta Injetadas Cap Curva 45º Curva 90º Tê

Conexões Gomadas e Usinadas

Máquinas de solda de Topo Acionamento Hidráulico Semi-automática ou automática 4 abraçadeiras Aplicação da força na linha central Controle de temperatura eletrônico

Solda de Topo - Acessórios Extrator de Cordão Externo Extrator de Cordão Interno

Solda de Topo - Acessórios Corta-Tubos Rotativo Até DE 1000 Corta-Tubos Guilhotina Até DE 315 Corta-Tubos Rotativo Até DE 160

Solda por Eletrofusão

Solda por Eletrofusão A soldagem por eletrofusão deve ser executada por pessoal e equipamentos qualificados conforme NBR 14.465 ou DVS 2207. Os equipamentos devem ser do tipo automático, com leitura ótica para código de barras, com registro automático ou não das soldas.

Conexões para Eletrofusão As conexões devem ser do tipo monofilar, ou seja ter uma única resistência elétrica por peça, tal que a soldagem seja executada numa única operação, conforme ISO EN 12.201 parte 3 ou ISO EM 1555 parte 3, ou ABPE E004 ou NBR 14.463. Aplicações Básicas Ramais prediais Redes de distribuição até DE 160 Adutoras e linhas de esgoto até DE 160 Ligação da rede ao ramal predial: Tê de serviço Entroncamentos (Tie-in), ou interligação, todos diâmetros disponíveis Reparos, todos os diâmetros disponíveis

Conexões para Eletrofusão Tê de Sela Tapping Tee Curva 45º Cotovelo Redução Cap Luva Tê

Máquinas de Solda Eletrofusão Automáticas com ou sem memória Tensão solda: 8 48 V - Potência: 3500 W

Acessórios e Ferramentas

Juntas Mecânicas Aplicam-se em Ramais Prediais e Redes de Água de Ø 63 mm. Devem ser PN 16 Normas: ISO 14.236, ABPE E005 ou NTS 175, NTS 179 e NTS 192 Antigas NBR PN 10 não devem ser usadas

Juntas Mecânicas Tê de Serviço Colar de Tomada Cuidado!

Métodos de Instalação Convencional (com vala):. Permite soldagem fora da vala,. Comprimentos de barras de 12 m ou bobinas 100 m (Ø 125 mm) Métodos Não Destrutivos (MND):. Furo Direcional. Pipe Bursting. Sliplining (inserção simples)

MND Força de puxamento e Curvas

Custos Materiais representam aprox. 30% da instalação Se adotados métodos construtivos econômicos, propiciados pelos tubos de PE, tais como:. MND: Menores transtornos à população e custos de pavimentos. Valas estreitas. Melhor desempenho técnico, maior velocidade de obra A obra pode custar até 20% menos que aquela com materiais convencionais. E ainda: Obras mais rápidas e seguras; Baixo índice de reparos; Melhor desempenho, sem vazamentos e vida útil > 50 anos Melhor resultado econômico

Normalização Norma ISO EN 12.201 tubos, conexões, CQ para água Norma ISO EN 1555, NBR 14.462/3 tubos, conexões, CQ para gás Norma NTS 048 Tubos Ramais; 059 Requisitos Instalador; 060 Solda de Topo; 175 Tês de Serviço Mecânicos; 179 Conexões Compressão para Ramais; 189 Projetos; 190 Instalação; 191 Reparos; 192 Conexões de Compressão; 194 Tubos ABNT: Recém Aprovada a norma de Tubos NBR 15.561 Todo o conjunto de normas que compõem o sistema para tubulações de adutoras e redes e esgoto sob pressão, como conexões, soldagem, projetos, reparos, CQ, etc encontra-se em adiantada elaboração na Comissão de Estudos Especial Temporária CET 00:001.73 previsão para final 2008

Estrutura da abpe Atuar institucionalmente para o desenvolvimento do mercado de tubos Poliolefínicos e Sistemas, buscando efetivar o conceito da Garantia da Qualidade Conselho Deliberativo Presidente Diretoria Comissão Finanças Comissão Marketing e Relação com o Mercado Comissão Normatização Comissão Gestão da Qualidade

Associados abpe Usuários Fabricantes de matérias primas Transformadores (tubos e conexões) Instaladores Projetistas Associações técnicas

Programa de Qualidade abpe Condição básica: adesão incondicional do associado Diretoria/Conselho Comissão de Gestão da Qualidade CGQ BVQI Auditoria Coleta amostras Acompanhamento ensaios CCDM (Univ. Federal São Carlos) Execução Ensaios Laboratório Institucional

Abrangência Elaboração de documentos técnicos e normas Qualificação de Fabricantes de Tubos Qualificação de Fabricantes de Conexões Qualificação de Instaladores/soldadores Qualificação de Laboratórios Ensaios e Perícias

Operacionalização Associados Qualificação Auditorias semestrais Amostragem no mercado a cada 3 meses Não Associados Amostragem no mercado aleatória Execução de ensaios por solicitação de usuários

Ações decorrentes Informação ao mercado dos qualificados através do site da abpe e outros meios Avisos aos usuários sobre empresas que estejam agindo de má fé Fornecimento de laudos de qualidade quando solicitados Ações judiciais cabíveis contra inidôneos

Qualificação de Pessoal Cooperação com Escola SENAI cursos de instaladores/soldadores cursos de inspetores emissão de carteiras de qualificação banco de dados com profissionais qualificados

Engajamento do usuário Comprar apenas de empresas qualificadas Apresentar amostras para avaliação Participar de comissões normativas

Obrigado! Associação brasileira de tubos poliolefínicos e sistemas Rua Joaquim Antunes, 747 10º andar Tel.: 3068-8433 www.abpebrasil.com.br email: secretaria@abpebrasil.com.br