Eficiência Energética e Certificação de Edifícios

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Transcrição:

Eficiência Energética e Certificação de Edifícios DIA DA ENERGIA Energias Renováveis e Eficiência Energética nos Edifícios Instituto Universitário da Maia 29 de Maio de 2015 FRANCISCO PASSOS DIREÇÃO DE EDIFÍCIOS ADENE

ÍNDICE POLÍTICA EUROPEIA EDIFÍCIOS E ENERGIA LEGISLAÇÃO NACIONAL CERTIFICADO ENERGÉTICO

Política energética e evolução legislativa União Europeia Rio de Janeiro Quioto EU 2020 1992 1997 2007 2020 Em Março de 2007, os líderes europeus apoiaram uma abordagem integrada proposta pela Comissão com o objetivo de contribuir para a luta global contra a alteração climática, simultaneamente melhorando a sua situação em termos de segurança energética e competitividade. Por forma a iniciar este processo, os líderes europeus decidiram então vários objetivos a serem atingidos em 2020: Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 20% relativamente aos níveis de 1990 ate 2020; Aumento da quota das energias renováveis no consumo final de energia ate 20%; Avançar para um aumento de 20% na eficiência energética.

Política energética e evolução legislativa União Europeia Rio de Janeiro Quioto EU 2020 EU 2030 1992 1997 2007 2020 Quadro de Ação relativo ao Clima e à Energia para 2030 2030 Emissões de gases com efeito de estufa Meta vinculativa de 40% de redução interna de emissões de gases com efeito de estufa em comparação com os valores de 1990; Energias renováveis Meta vinculativa de 27% para a quota-parte das energias renováveis consumidas na UE em 2030. Eficiência energética Meta indicativa de pelo menos 27% para o aumento da eficiência energética em relação às projeções do consumo futuro de energia com base nos critérios atuais; Reapreciação em 2020, tendo presente um nível UE de 30%.

Política energética e evolução legislativa União Energética Em fevereiro de 2015, a Comissão Europeia traçou o plano para a União da Energia baseado em Cinco pilares: Segurança do aprovisionamento: Mercado único de energia; Eficiência energética; Redução das emissões; Investigação e o desenvolvimento.

Politica Europeia Política Europeia assente em atos legislativos do tipo diretivas Principais Diretivas Europeias relacionadas com o setor da energia e/ou edifícios Diretiva 2009/28/CE Diretiva 2009/125/CE Diretiva 2010/30/UE Diretiva 2010/31/UE Diretiva 2012/27/EU relativa à promoção da utilização de energia proveniente de Fontes renováveis relativa aos Requisitos de conceção ecológica dos produtos relativa à Rotulagem energética e outras indicações uniformes dos produtos relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios relativa à Eficiência energética

Politica Europeia Política Europeia assente em atos legislativos do tipo diretivas Diretiva 2010/31/UE Relativa ao Desempenho energético dos edifícios - EPBD Estabelecimento de metodologia de cálculo do desempenho Requisitos mínimos de desempenho para edifícios, componentes e sistemas Níveis ótimos de rentabilidade dos requisitos mínimos de desempenho energ. (Com base no ciclo de vida económico do edifício) Edifícios com necessidade de energia quase-nulas Criação de um corpo de peritos independentes Implementação de um sistema de certificação energética dos edifícios Revisão da EPBD em preparação pela Comissão Europeia

Diretiva do desempenho energético dos edifícios (EPBD) Cost optimal Custo ótimo O que é o nível ótimo de rentabilidade? O desempenho energético que leva ao custo mais baixo durante o ciclo de vida económico estimado, em que: Custo mais baixo: é determinado tendo em conta os custos de investimento, de manutenção e de funcionamento relacionados com a energia (incluindo custos e poupanças de energia, a categoria do edifício em causa e as receitas resultantes da energia produzida), quando aplicável; Ciclo de vida económico: Diz respeito ao ciclo de vida económico restante estimado de um edifício ou de um componente, se os requisitos de desempenho energético forem fixados para o edifícios ou componentes, respetivamente.

Diretiva do desempenho energético dos edifícios (EPBD) Cost optimal Custo ótimo Quais os resultados esperados com a aplicação da metodologia? Implementação de requisitos mínimos de desempenho energético nacionais não sejam inferiores em mais de 15 % ao resultado dos cálculos dos níveis ótimos de rentabilidade; Fonte: Introducing cost-optimal levels for energy requirements, REHVA

Diretiva do desempenho energético dos edifícios (EPBD) Edifícios com necessidade de energia quase-nulas (nzeb) Segundo a legislação portuguesa (DL 118/2013): Decreto-Lei 118/2013 dá o 1º passo os nzeb Novos edifícios públicos a partir de 2018; Todos os novos edifícios, a partir de 2020. 1. Componente eficiente compatível com o limite mais exigente dos níveis de viabilidade económica; 2. Energias renováveis (ER) que cubram grande parte do remanescente das necessidades energéticas; 3. Formas de captação locais ou próximas de ER i. Preferencialmente, no próprio edifício ou na parcela de terreno onde está construído; ii. Em complemento, em infraestruturas de uso comum tão próximas do local quanto possível. 1 2 ETAPAS: 3

ÍNDICE POLÍTICA EUROPEIA EDIFÍCIOS E ENERGIA LEGISLAÇÃO NACIONAL CERTIFICADO ENERGÉTICO

Legislação Nacional Principais aspetos da legislação nacional 1990 Decreto-Lei 40/90 Melhoria das condições de conforto Minimização de patologias/condensações Qualidade térmica envolvente = isolamento térmico e vidros duplos Fatores solares máximos 1998 Decreto-Lei 118/98 Uso racional de energia Qualidade das prestações dos equipamentos instalados Segurança das instalações Regulamento incide sobre dimensão e qualidade dos sistemas técnicos 2006 Decreto-Lei 78/2006 Decreto-Lei 79/2006 Decreto-Lei 80/2006 Requisitos de comportamento térmico Obrigatoriedade de solar térmico Peritos Qualificados e outros técnicos Certificação energética 2013 Decreto-Lei 118/2013 Refinamento no cálculo Diminuição das necessidades energéticas Requisitos eficiência Aposta na reabilitação Continuação da aposta nas energias renováveis

Requisitos específicos Requisitos ao nível de 4 eixos de atuação Decreto-Lei 118/2013 Princípios gerais Novos Grandes intervenções Existentes Comportamento Térmico Eficiência Sistemas Qualidade Ar Interior 1) 1) 2) Instalação Condução Manutenção 1) Por via do cumprimento de caudais mínimos de ar novo 2) Limiares de proteção para as concentrações de poluentes do ar interior

Evolução de requisitos Legislação Nacional Evolução de requisitos na envolvente Coeficiente de transmissão térmica [W/(m2.K)] Fator solar de vãos envidraçados Tipo de requisito Lisboa 1990-2006 2006-2012 2012-2016 Depois 2016 Paredes 1.4 0.7 0.5 0.4 Coberturas e Pavimentos Vãos envidraçados 1.1 0.5 0.4 0.35 4.2 4.2 2.9 2.8 Inércia fraca 0.15 0.15 Inércia média ou pesada 0.56 Ventilação (rph) - 0.6 0.4 Energia Renovável - Aproveitamento de energia solar térmica

Evolução de requisitos Legislação Nacional Evolução de requisitos nos sistemas técnicos Bombas de calor Sistema técnico Evolução do requisito Antes 2013 2013-2015 Depois 2016 Caldeiras 86 to 89% 89 to 92% - Potência 10kW 0.82 Esquentadores Potência > 10kW 0.84 Referencial Arrefecimento Eurovent Eurovent EN 14511 Aquecimento Classe C Classe B EN 14825 Água quente sanitária COP 2.3 EN 16147 Nominal eficiency Termoacumuladores Perdas Standby EN 60379 Unidades de tratamento de ar Bombas Ventiladores Classe EFF2 Eurovent Label D Eurovent Label C Classe IE2 ou IE3 Classe IE2 ou IE3 SFP 4 or 5 EN 13053 IEC60034-30 IEC60034-30 EN 13779 EN 12464-1 Iluminação Potência de iluminação - EN 15193 Elevadores Classe C Classe B VDI 4707 Sistemas de gestão técnica central Potência de climatização > 250 kw EN15232

ÍNDICE POLÍTICA EUROPEIA EDIFÍCIOS E ENERGIA LEGISLAÇÃO NACIONAL CERTIFICADO ENERGÉTICO

SCE - Enquadramento legal O novo Certificado Energético - Uma peça de comunicação Identificação do certificado e validade Consumo nominal de energia de referência e do edifício por uso Quantidade de energia renovável por uso Nível de eficiência para cada uso + eficiente / - eficiente Clara identificação do edifício Maior expressão da etiqueta energética Classes de desempenho de A+ a F Introdução de referenciais Contributo de energia renovável no edifício Página 1 Emissões de CO 2 estimadas

SCE - Enquadramento legal O novo Certificado Energético - Uma peça de comunicação Habitação Desempenho nas principais estações do ano Breve descrição do edifício e dos componentes Informação qualitativa do desempenho das soluções construtivas Local e dimensão onde ocorrem as perdas e ganhos de calor Página 2

SCE - Enquadramento legal O novo Certificado Energético - Uma peça de comunicação Comércio e Serviços Breve descrição do edifício e dos componentes Consumos estimados por forma de energia Consumos estimados por tipologia Página 2

SCE - Enquadramento legal O novo Certificado Energético - Uma peça de comunicação Habitação TOP 5 das medidas de melhoria identificadas Nível de investimento Poupança estimada Nova classe energética "Combinação ideal" das medidas de melhoria a implementar Informação útil sobre a importância dos sistemas técnicos e a sua manutenção Página 3

Desempenho energético Distribuição de classes energéticas e o potencial de melhoria A+ A B B- C D E F 0,9% 2,3% 3,5% 7,8% 6,4% DISTRIBUIÇÃO DE CLASSE ENERGÉTICAS Global - Edifícios de habitação 16,1% 30,2% 32,8% LIMITE EDIFÍCIOS NOVOS LIMITE EDIFÍCIOS REABILITADOS + 85% ABAIXO DO LIMIAR DE DESEMPENHO DOS EDIFÍCIOS NOVOS (STANDARD 2013) Fonte: Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE) Período: Certificados emitidos após 1 de dezembro 2013 Data de atualização dos dados do gráfico: 31 dezembro 2014

Desempenho energético Melhoria do desempenho energético e conforto nos edifícios 3 passos para a melhoria do desempenho dos edifícios CONDIÇÕES NOMINAIS (Edifícios de habitação) 1º 2º 3º COMPONENTE PASSIVA Orientação, radiação solar, etc Paredes, coberturas, pavimentos, IMPACTO: Melhoria das condições conforto. COMPONENTE ATIVA Eficiência de eventuais equipamentos; Controlo, gestão, manutenção, IMPACTO: Redução dos consumos de energia. Estação aquecimento 18ºC Estação arrefecimento 25ºC Águas Quente Sanitária Qualidade do Ar Interior ENERGIAS RENOVÁVEIS Recurso a sistemas que utilizem fontes de energia renováveis; Independência energética IMPACTO: Redução das emissões de CO 2 e da utilização de energia de origem fóssil.

Eficiência energética nos edifícios Conclusões ~3.500.000 edifícios 5.9 milhões alojamentos REABILITAÇÃO U R B A N A <6% SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS ÓTIMAS 29% 1.000.000 EDIFÍCIOS NECESSITAM DE REPARAÇÕES MELHORIA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PROMOÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE CONFORTO 70% edifícios CONSTRUÍDOS SEM REQUISITOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 28% DA POPULAÇÃO INCAPAZ DE MANTER A CASA AQUECIDA. 43% SE POPULAÇÃO EM RISCO DE POBREZA. Fonte: SCE; INE; EUROSTAT; BPIE

Obrigado pela atenção dispensada. 23