Introdução. 1.1. Âmbito do Documento



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Transcrição:

Introdução Embora o conceito de virtualização, não seja um conceito novo, o uso desta tecnologia vem crescendo exponencialmente nas infra-estruturas de TI. Este crescimento deve-se sobretudo aos benefícios que esta tecnologia nos trás, tais como a rentabilização das capacidades dos actuais processadores, economia na gestão de equipamentos e energia e espaço, uma vez que com a virtualização é possível armazenar vários sistemas operativos e vários ambientes num mesmo hardware podendo os seus recursos físicos ser partilhados pelas máquinas virtuais instaladas, sobre esse mesmo hardware. Este projecto tem como objectivo apresentar uma proposta e implementação de virtualização da infra-estrutura de TI para os vários ambientes da plataforma NGIN. Assim tentarei explicar sinteticamente o que é a plataforma NGIN e os vários ambientes necessários no processo de desenvolvimento de um produto pertencente a esta plataforma. Será também estudada e analisadas as diferentes técnicas de virtualização, bem como as soluções de virtualização existentes no mercado de forma a que no final seja apresentado e implementado o projecto de virtualização de todos os ambientes NGIN. 1.1. Âmbito do Documento O presente documento descreve o projecto realizado no âmbito da disciplina Preparação para a Dissertação do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e Computadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Sendo organizado do seguinte: Capítulo 1- Introdução. Capítulo 2 Conceito e técnicas de Virtualização.

Capítulo 3 Projecto de virtualização da infra-estrutura de TI da plataforma NGIN. Capítulo 4 Conclusões 1.2. Objectivo O objectivo deste projecto é criar um plano eficaz de criação de ambientes para suportar o processo de desenvolvimento NGIN, compostos de diversas máquinas virtuais, em diferentes sistemas operativos 1.3. Estado da Arte Embora o conceito de virtualização não seja novo, remontando a primeira implementação à década de 60 do século passado, existe actualmente uma vaga crescente de interesse sobre o estudo e o uso de técnicas de virtualização devido a inúmeras vantagens que poderemos retirar do uso desta tecnologia, tais como: diminuição de equipamentos fisícos implica economias de energia e espaço bem como uma maior facilidade na gestão destes. Adaptação às diferentes cargas de trabalho possibilidade de alocar e retirar recursos físicos a uma maquina virtual, dependendo das necessidades desta. Balanceamento de carga. Etc. A utilização da virtualização em infra-estruturas de TI, têm crescendo exponencialmente nos últimos anos prevendo-se a continuidade deste crescimento devido aos avanços que têm sido alcançados tanto ao nível de hardware (maquinas com maiores recursos de cpu, memória), como a avanços no software de virtualização.

1.3.1. Soluções de Virtualização Existem várias soluções para virtualizar uma infra-estrutura de TI, podendo a virtualização utilizar soluções que combinam hardware e software ou apenas software. Nas soluções que combinam software e hardware, existe uma cooperação directa do software de virtualização e hardware, ou seja, o software de virtualização é desenhado exclusivamente para um hardware em causa. O desempenho é principal vantagem desta tecnologia uma vez que temos um software de virtualização desenvolvido exclusivamente para um hardware especifico. São exemplos de arquitecturas que suportam este tipo de virtualização: IBM z/vm, HP-UX Virtual Partition e Fujitsu-Simens PrimeQuest. Na virtualização baseada totalmente em software, não é necessário o uso de um hardware especifico para implementar a virtualização, é o software que fornece totalmente os recursos no processo. A vantagem do uso desta técnica é o baixo custo desta implementação bem como a portabilidade uma vez que não está associada a um hardware especifico. São exemplos dessa tecnologia:vmware, Xen, Microsoft Virtual Server, Solaris Zones e outras. Este projecto vai abordar apenas virtualização baseada totalmente em software, uma vez que esta tecnologia é a mais comum actualmente e vem ganhando cada vez mais popularidade por nas infra-estruturas de TI. A virtualização baseada em software além de possuir as vantagens já citadas, ainda possibilita virtualizar arquitecturas de baixo custo como, por exemplo, x86 e PowerPC. Virtual Machine Monitor (VMM) Para se compreenda o funcionamento da virtualização baseada totalmente em software é necessário introduzir o conecito de Virtual Machice Monitor (VMM), também conhecido como Hypervisor. O VMM é a camada de software que hospeda as maquinas virtuais e responsável pela virtualização gestão e

controlo dos recursos físicos partilhados pelas maquinas virtuais, tais como, processadores, memória, periféricos e discos. Assim o VMM tem como principais funções: Definir o ambiente de máquinas virtuais emular as instruções provenientes das maquinas virtuais e coordenar o seu acesso aos processadores físicos gerir os acessos a disco, e a blocos de memória alocados a cada uma das maquinas virtuais. Gerir os acessos a dispositivos partilhados pelas várias maquinas virtuais, como acessos às placas de rede, unidades de CD-ROM, dispositivos USB, etec. Assim quando uma maquina virtual quer executar uma operação que necessite do uso do processador é gerada uma interrupção e o VMM encarrega-se de emular a execução desta instrução. 1.3.2. Tipos de Maquinas Virtuais Para a construção de máquinas abordagens: Máquinas virtuais clássicas ou de Tipo I Máquinas virtuais Hospedadas ou de Tipo II Máquinas virtuais clássicas ou de Tipo I Este modelo fornece maior controlo flexibilidade e performance num ambiente de maquinas virtuais, visto o VMM não estar sujeito às limitações de um sistema operativo. Os drivers para aceder aos dispositivos físicos são fornecidos pelo próprio software de Virtualização proporcionando um melhor controlo destes. Neste modelo poderão existir problemas na portabilidade de plataformas caso o VMM não suporte os periféricos dessa plataforma. Exemplo de soluções que usam este método de implementação são VMware ESX e Xen.

Figura Error! No text of specified style in document..1 Máquinas Virtuais do Tipo I Máquinas virtuais Hospedadas ou de Tipo II

Este é um método popular de virtualização em que a VMM é instalada sobre um Sistema Operativo real. Neste modelo o VMM simula todas as instruções que o Sistema Operativo anfitrião controlaria e um acesso a um dispositivo é redireccionado pelo kernel da VMM para os drivers que se encontram no Sistema operativo anfitrião e são acedidos via APIs pelo VMM. Exemplo de implementações de VMMs que usam este método de Virtualização são VMware Workstation, VMware Server. Figura Error! No text of specified style in document..2 Máquinas Virtuais do Tipo II 1.3.3. Técnicas de Virtualização. Existem duas técnicas comuns de virtualização:

Virtualização total Para-virtualização Virtualização total A virtualização total é uma técnica que fornece uma completa simulação da sub-camada de hardware para os sistemas convidados. O resultado é um ambiente em que todos os sistemas operativos convidados enviam intruções que serão testadas e executadas pelo VMM. A principal vantagem da virtualização total é que não há necessidade de modificações nos sistemas convidados para que suportem a virtualização, dado que uma estrutura completa de hardware é virtualizada o que faz com que o sistema convidado pense estar executando directamente no hardware. Figura Error! No text of specified style in document..3 Virtualização total Para-virtualização (Paravirtualization) Para-virtualização é uma técnica que apresenta uma interface de software para máquinas virtuais que é similar (mas não idêntica) à sub-camada de hardware. A técnica permite que o sistema convidado aceda directamente aos recursos de hardware, porém com restrições, que são administradas pelo monitor de máquinas virtuais. Esta capacidade minimiza o overhead e optimiza o desempenho do sistema para suportar a virtualização. A principal limitação da para-virtualização é a necessidade de que o sistema operativo convidado seja previamente adaptado (modificado). Entretanto, a

para-virtualização elimina a necessidade da dependência dos mecanismos de trap da CPU, não havendo necessidades de capturar e emular a maioria das instruções. A figura abaixo representa a para-virtualização, em que o sistema convidado pode aceder directamente ao hardware, sendo que este processo é totalmente gerido pelo monitor de máquinas virtuais. Esta técnica é utilizada pelo monitor Xen, por exemplo. Figura Error! No text of specified style in document..4 Para-Virtualização 1.3.4. Virtualização de uma infra-estrutura de TI Neste capitulo temos apenas nos focado na virtualização de servidores, mas a virtualização de uma infra-estrutura de TI prevê também a virtualização de toda a infra-estrutura de rede (routers, switchs etc.) bem como a alocação dinâmica de recursos. Alguns dos produtos mencionados em cima (como por exemplo o VMware tem soluções no mercado capazes implementar toda esta infra-estrutura). 1.4. Apresentação da Empresa A Portugal Telecom Inovação,SA (PT Inovação) é uma empresa dedicada à investigação e ao desenvolvimento que está integrada no grupo Portugal

Telecom. É constituída por três pólos em Portugal (Aveiro sede, pólo do Porto Polo de Lisboa) e pela PT Inovação Brasil, acrescentando-lhe por essa via vantagens competitivas. Integram a PT Inovação cerca de 400 de colaboradores, na sua grande maioria Quadros Superiores especialistas em Telecomunicações e Serviços de Informação. A PT Inovação é uma empresa que detêm competências investigação aplicada, integração tecnológica e desenvolvimento de serviços e soluções, prestação de serviços de engenharia e formação. Da lista dos principais produtos fazem parte sistemas e soluções integradas para redes inteligentes, redes de acesso e de transporte, soluções de multimédia, redes e serviços móveis, gestão de redes, Sistemas e tecnologias de Informação, engenharias de software etc.. 1.5. Plataforma NGIN A plataforma NGIN não é apenas uma plataforma tradicional de Redes Inteligentes composta por SCP (Service Control Point), IP (Intellgent Peripherical), SCE (Service Creation Environment), etc. A plataforma NGIN para além de disponibilizar os serviços tradicionais de redes inteligentes (por exemplo serviço pré-pago, número verde, portabilidade etc.), disponibiliza várias outras funcionalidades aos seus utilizadores, tais como por exemplo: Ferramentas NGIN OSS (NGIN Manager) Gestão dos Subsistemas NGIN, alarmística, relatórios de desempenho da platafroma. Ferramentas Integradas de relatórios (NGIN Reporter e NGIN Mart) Fornece relatórios de desempenho do serviços ( tráfego de voz, SMS/MMS e sessões de dados) e relatórios de negócio. Atendimento Integrado ao Cliente (NGIN Care) Ferramenta integrada de gestão do negócio baseada em Web, que disponibiliza funcionalidades como a gestão das contas de clientes, serviços, bónus promoções e gestão de canais de carregamentos.

Portal Internet (NGIN Portal) Ferramenta que permite ao cliente final (cliente da operadora) interagir directamente com a plataforma NGIN. Inovox Plataforma de multi-serviços que disponibiliza serviços multimédia avançados sobre redes PSTN, convergentes ou totalmente IP. Utilizado como Periférico Inteligente no ambiente de redes inteligentes. Aplicações e tecnologias usadas nos diferentes servidores da plataforma NGIN Para além de identificar os vários módulos que compõem a plataforma NGIN, será necessário identificar quais as aplicações/tecnologias que devem correm em cada um dos módulos NGIN. Para os diferentes servidores: NGIN SCP (Service Control Point) Para além das aplicações NGIN SCF (Service Control Function) responsável pela execução da lógica de serviço e SRFs (Specialized Resource Funcion) para controlo do Periférico Inteligente, corre neste nó a pilha protocular de Sinalização SS7 (HP OpenCall SS7). O sistema Operativo utilizado nestes servidores é o HPUX. NGIN SDP (Sevice Data Point) Neste módulo estão as Base de Dados Oracle, para além das Aplicações NGIN que interagem directamente com a Base de dados. O Sistema operativo em que correm pode ser HPUX ou Linux. NGIN Care Este modulo é constituído, normalmente por várias máquinas Linux existindo servidores que funcionam como frontends onde está instalada um servidor tomcat (java) e aplicações Web, nos backends estão instaladas as Base de Dados Oracle que são invocadas pelas aplicações Web instaladas nos frontends. Existe também uma versão do NGIN Care a correr em alguns clientes que usa o Sistema operativo Windows. NGIN Portal Servidor Web baseado em tecnologia java (tomcat). Sistema operativo NGIN Reporter e Mart Nestes servidores está instalada uma Base de Dados Oracle, bem como um servidor JBoss e tomcat, também existem agentes que recolhem os dados das Base de Dados dos SDPs. O Sistema operativo utilizado é o Linux.

NGIN Manager- Também necessita de correr o JBoss e tomcat e tem associado uma Base de Dados. Usa o protocolo SNMP para comunicar com os agentes instalados em todos os nós de redes inteligentes. Necessita de aceder por ssh ou ftp aos servidores onde estão instalado os agentes desta aplicação para recolher dados estatísticos. Sistema Ooperativo usado é Linux. Inovox Serviço Inovox. Estes servidores poderão correr tanto em Microsoft Windows NT,2000,2003 ou em Linux (RedHat 7.3 RHEL AS 3/AS 4).