Página 1 de 12 Marcelo Franca Alves De: "BDE online" <bdeonline@editau.com.br> Para: <marcelo.alves@unasp.edu.br> Cc: <marcelofrancaalves@yahoo.com.br>; "Sirlene" <sirlene@editau.com.br> Enviada em: quarta-feira, 29 de junho de 2005 18:43 Assunto: BDE on-line - Nº 712-22.06.2005 Nº 712 - Quarta feira, 22 de junho de 2005 O BDE on-line é um suplemento da Enciclopédia de Legislação e Jurisprudência da Educação Brasileira Ministério da Educação Gabinete do Ministro - Portaria nº 2.171 a 2.180, de 21 de junho de 2005 Gabinete do Ministro - Retificação Conselho Nacional de Educação - Súmula de Pareceres - Reunião Ordinária dos dias 3, 4 e 5 de maio/2005 Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Básica - Resolução nº 2, de 4 de abril de 2005 (*) Modifica a redação do 3º do artigo 5º da Resolução CNE/CEB nº 1/2004, até nova manifestação sobre estágio supervisionado pelo Conselho Nacional de Educação. Entidades de Regulamentação Profissional Conselho Federal de Farmácia - Resolução nº 436, de 14 de junho de 2005 Dispõe sobre a regulação de cursos de pósgraduação lato sensu de caráter profissional. Ministério da Educação PORTARIA Nº 2.171, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, considerando o disposto na Portaria nº 4.363/2004, de 29 de dezembro de 2004, e considerando o Relatório nº 687/2005-MEC/SESu/DESUP/COSI, da Secretaria de Educação Superior, resolve: Art. 1º Reconhecer o "Programa de cursos superiores de formação específica" na área de Ciências Sociais Aplicadas, pelo prazo de 3 (três) anos, ministrado pelo FIAM-FAAM-Centro Universitário, mantido pela Associação de Cultura e Ensino, ambos com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, nos períodos noturno e diurno. Art. 2 O prazo de reconhecimento citado no artigo anterior abrange os cursos seqüenciais de formação específica que vierem a ser criados pela instituição na mesma área do conhecimento do Programa a que se
Página 2 de 12 refere esta Portaria. Art. 3 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para os cursos ministrados na sede da Instituição. Art. 4 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19) PORTARIA Nº 2.172, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, considerando o disposto na Portaria nº 4.363/2004, de 29 de dezembro de 2004, e considerando o Relatório nº 685/2005-MEC/SESu/DESUP/COSI, da Secretaria de Educação Superior, resolve: Art. 1º Reconhecer o "Programa de cursos superiores de formação específica" na área de Ciências Exatas e da Terra, pelo prazo de 3 (três) anos, ministrado pela Universidade Tiradentes, mantida pela Associação Sergipana de Administração, ambas com sede na cidade de Aracaju, estado de Sergipe, nos períodos noturno e diurno. Art. 2 O prazo de reconhecimento citado no artigo anterior abrange os cursos seqüenciais de formação específica que vierem a ser criados pela instituição na mesma área do conhecimento do Programa a que se refere esta Portaria. Art. 3 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para os cursos ministrados na sede da Instituição, nos campi ou nas unidades legalmente autorizadas. Art. 4 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19) PORTARIA Nº 2.173, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, considerando o disposto na Portaria nº 4.363/2004, de 29 de dezembro de 2004, e considerando o Relatório nº 685/2005-MEC/SESu/DESUP/COSI, da Secretaria de Educação Superior, resolve: Art. 1º Reconhecer o "Programa de cursos superiores de formação específica" na área de Ciências Humanas e Sociais, pelo prazo de 3 (três) anos, ministrado pela Universidade Tiradentes, mantida pela Associação Sergipana de Administração, ambas com sede na cidade de Aracaju, estado de Sergipe, nos períodos noturno e diurno. Art. 2 O prazo de reconhecimento citado no artigo anterior abrange os cursos seqüenciais de formação específica que vierem a ser criados pela instituição na mesma área do conhecimento do Programa a que se refere esta Portaria. Art. 3 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para os cursos ministrados na sede da Instituição, nos campi ou nas unidades legalmente autorizadas. Art. 4 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19) PORTARIA Nº 2.174, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, considerando o disposto na Portaria nº 4.363/2004, de 29 de dezembro de 2004, e considerando o Relatório nº 685/2005-MEC/SESu/DESUP/COSI, da Secretaria de Educação Superior, resolve: Art. 1º Reconhecer o "Programa de cursos superiores de formação específica" na área de Ciências Sociais Aplicadas, pelo prazo de 3 (três) anos, ministrado pela Universidade Tiradentes, mantida pela Associação Sergipana de Administração, ambas com sede na cidade de Aracaju, estado de Sergipe, nos períodos noturno e diurno. Art. 2 O prazo de reconhecimento citado no artigo anterior abrange os cursos seqüenciais de formação específica que vierem a ser criados pela instituição na mesma área do conhecimento do Programa a que se refere esta Portaria. Art. 3 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para os cursos ministrados na sede da Instituição, nos campi ou nas unidades legalmente autorizadas. Art. 4 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19)
Página 3 de 12 PORTARIA Nº 2.175, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, considerando o disposto na Portaria nº 4.363/2004, de 29 de dezembro de 2004, e considerando o Relatório nº 686/2005-MEC/SESu/DESUP/CGSIES, da Secretaria de Educação Superior, resolve: Art. 1º Reconhecer o "Programa de cursos superiores de formação específica" na área de Ciências Sociais Aplicadas, pelo prazo de 3 (três) anos, ministrado pelo Centro Universitário de Volta Redonda, mantido pela Fundação Oswaldo Aranha, ambos com sede na cidade de Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, nos períodos noturno e diurno. Art. 2 O prazo de reconhecimento citado no artigo anterior abrange os cursos seqüenciais de formação específica que vierem a ser criados pela instituição na mesma área do conhecimento do Programa a que se refere esta Portaria. Art. 3 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para os cursos ministrados na sede da Instituição, nos campi ou nas unidades legalmente autorizadas. Art. 4 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19) PORTARIA Nº 2.176, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, e tendo em vista o Despacho nº 758/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.001785/2005-56, Registro SAPIEnS nº 20041004853, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de 04 anos, o Curso Superior de Formação Específica em Gestão de Micro e Pequenas Empresas, curso seqüencial, ministrado pelo Centro Universitário UNIVATES, mantido pela Fundação Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento Social - FUVATES, estabelecida na cidade de Lajeado, Estado do Rio Grande do Sul, com 60 vagas totais anuais no período noturno. Art. 2 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado na sede da Instituição. Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.19) PORTARIA Nº 2.177, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, e tendo em vista o Despacho n.º 745/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.000871/2005-41, Registro SAPIEnS nº 20041003580, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de 03 anos, o Curso Superior de Formação Específica em Design de Interiores e Decoração, curso seqüencial, ministrado pelo Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, mantido pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix, estabelecida na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, com 100 vagas totais anuais no período diurno. Art. 2 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado na sede da Instituição. Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.20) PORTARIA Nº 2.178, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, e tendo em vista o Despacho nº 759/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.000604/2004-93, Registro SAPIEnS nº 20031009451, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de 02 anos, o Curso Superior de Formação Específica em Segurança do Trabalho, curso seqüencial, ministrado pela Universidade Luterana do Brasil, mantido pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo, estabelecida na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul, com 100 vagas totais anuais no período noturno. Art. 2 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado na sede da Instituição.
Página 4 de 12 Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.20) PORTARIA Nº 2.179, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, e tendo em vista o Despacho nº 760/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.000605/2004-38, Registro SAPIEnS nº 20031009452, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de 02 anos, o Curso Superior de Formação Específica em Decoração de Interiores, curso seqüencial, ministrado pela Universidade Luterana do Brasil, mantido pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo, estabelecida na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul, com 100 vagas totais anuais no período diurno. Art. 2 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado na sede da Instituição. Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.20) PORTARIA Nº 2.180, DE 21 DE JUNHO DE 2005 2001, e tendo em vista o Despacho nº 756/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000001844/2005-96, Registro SAPIEnS nº 20041004932, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de 03 anos, o Curso Superior de Formação Específica em Automação Industrial, curso seqüencial, ministrado pela Universidade de Uberaba, mantida pela Sociedade Educacional Uberabense, estabelecida na cidade de Uberaba, Estado de Mina Gerais, com 150 vagas totais anuais no período noturno. Art. 2 O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado na sede da Instituição. Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.20) RETIFICAÇÃO Na Portaria Ministerial nº 1690, de 18/5/2005, publicada no DOU de 19/05/2004, Seção 1, página 8, onde se lê: "... com sede em Aparecida de Goiás,...", leia-se: "... com sede am Aparecida de Goiânia,...". Na Portaria Ministerial nº 1867, de 01/06/2005, publicada no DOU de 3/6/2005, Seção 1, página 103, onde se lê: "Art. 1º Aprovas as alterações do Estatuto do...", leia-se: "Art. 1º Aprovar o Estatuto do...". Na homologação do Parecer 118/2005, da Câmara de Educação Superior, datado de 18/5/2005, publicado no DOU de 19/05/2005, Seção 1, página 9, onde se lê: "... à aprovação das alterações do Estatuto do...", leia-se: "... à aprovação do Estatuto do...". (DOU de 21/06/2005 - Seção I - p.32) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA SÚMULA DE PARECERES REUNIÃO ORDINÁRIA DOS DIAS 3, 4 E 5 DE MAIO/2005 CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR Processo: 23001.000007/2005-30 Parecer: CES 128/2005 Interessada: Nilza Abel Gumz - Laranja da Terra (ES) Decisão: Ao apreciar solicitação sobre o direito ao exercício da docência nas séries iniciais do ensino fundamental, manifesta-se contrário ao pleito da interessada, devendo a mesma suprir, em sua formação, as 300 horas de Prática de Ensino em escolas de Ensino Fundamental, conforme exigência da Lei Relator: Alex Bolonha Fiúza de Mello
Página 5 de 12 Processo: 23000.006099/2003-18 Sapiens: 20031003606 Parecer: CES 129/2005 Interessada: União Educacional de Cascavel/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel - Cascavel (PR) Decisão: Acompanhando o parecer da SESu, e considerando que, para o caso de renovação de reconhecimento, as pendências de conteúdo educacional, além do artigo 20 do Decreto nº 3.860/2001, não se justificam, vota favorável à renovação de reconhecimento do curso de Direito, bacharelado, com 50 (cinqüenta) vagas totais anuais no turno diurno e 225 (duzentas e vinte e cinco) vagas totais anuais no turno noturno, apenas para efeito de registro de diplomas dos alunos concluintes até julho de 2005 Relator: Alex Bolonha Fiúza de Mello Processo: 23000.009197/2003-07 Sapiens: 20031005879 Parecer: CES 130/2005 Interessado: IEB - Instituto Educacional da Bahia Ltda./Faculdade de Ciências Educacionais - Valença (BA) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes, com 400 (quatrocentas) vagas anuais, sendo 100 (cem) vagas para Licenciatura em Física, 100 (cem) vagas para Licenciatura em Matemática, 100 (cem) vagas para Licenciatura em Geografia e 100 (cem) vagas para Licenciatura em História, distribuídas em turmas de 50 (cinqüenta) alunos, nos turnos diurno e noturno Relator: Alex Bolonha Fiúza de Mello Processo: 23000.019349/2002-91 Sapiens: 20023002416 Parecer: CES 131/2005 Interessada: Sociedade Objetivo de Ensino Superior/Instituto de Ensino Superior do Maranhão - São Luís (MA) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos, no turno noturno Relator: Alex Bolonha Fiúza de Mello Processo: 23001.000011/2005-06 Parecer: CES 132/2005 Interessada: Fundação de São Paulo/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - São Paulo (SP) Decisão: Favorável à autorização, pelo prazo de 5 (cinco) anos, em caráter excepcional, para o funcionamento do Programa para a formação em licenciatura plena de professores do Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries) e de Educação Infantil, nos Municípios de São Paulo, Atibaia, Bebedouro, Diadema, Franca, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Ituverava, Jaú, Jundiaí, Limeira, Piracicaba, Registro, São José dos Campos, São João da Boa Vista, São Roque, Sorocaba e Suzano, integrantes do Programa Especial de Formação Pedagógica Superior de Professores em convênio com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo Relator: Arthur Roquete de Macedo Processo: 23000.017592/2001-93 Parecer: CES 133/2005 Sapiens: real000405 Interessada: Associação Educacional São Paulo Apóstolo - ASSESPA/Centro Universitário da Cidade - Rio de Janeiro (RJ) Decisão: Favorável à renovação do reconhecimento, pelo prazo de 5 (cinco) anos, do curso de Direito, bacharelado Relator: Arthur Roquete de Macedo Processo: 23000.008166/2002-40 Sapiens: 144741 Parecer: CES 134/2005 Interessada: Cruzada Maranata de Evangelização/Faculdade Batista Brasileira - Salvador (BA) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos Relator: Antônio Carlos Caruso Ronca Processo: 23001.000013/2005-97 Parecer: CES 135/2005 Interessada: Fundação Universidade Federal do Tocantins/Universidade Federal do Tocantins - Palmas (TO) Decisão: Favorável a que a Universidade Federal de Tocantins proceda ao registro de diplomas de instituições não-universitárias do Estado do Tocantins enquanto apresentar as condições previstas no Parecer CNE/CES nº 287/2002 Relator: Antônio Carlos Caruso Ronca Processo: 23001.000065/2005-63 Parecer: CES 136/2005
Página 6 de 12 Interessado: MEC/Capes/Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasília (DF) Decisão: Favorável ao reconhecimento, com prazo de validade determinado pelo processo de avaliação, dos programas de pós-graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado) que receberam conceitos de "3" a "5", conforme planilhas anexas Relator: Edson de Oliveira Nunes Processo: 23000.000001/2003-19 Sapiens: 20023002598 Parecer: CES 137/2005 Interessada: Faculdades Unidas do Norte de Minas/Instituto de Ciências da Saúde - Montes Claros (MG) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Medicina, bacharelado, com 80 (oitenta) vagas totais anuais, com entradas semestrais de 40 (quarenta) alunos, em turno diurno integral Relatora: Marília Ancona- Lopez Processo: 23000.000100/2004-73 Parecer: CES 138/2005 Interessada: Fundação Paulista de Tecnologia e Educação/Centro Universitário de Lins - Lins (SP) Decisão: Favorável ao credenciamento, pelo período de 4 (quatro) anos, do Centro Universitário de Lins para a oferta de cursos na modalidade a distância, e à autorização inicial do curso de Especialização em "Desenvolvimento e Gerência de Projetos para a Web", na modalidade a distância, devendo ser feita avaliação periódica pela SESu/MEC Relatora: Marília Ancona-Lopez Processo: 23001.000004/2005-04 Parecer: CES 139/2005 Interessada: Maria das Dores França Reis - Belo Horizonte (MG) Decisão: Favorável à retificação do Parecer CNE/CES nº 79/2005 e ao apostilamento da habilitação para o Magistério nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental no diploma do curso de Pedagogia, licenciatura plena, obtido pela interessada, na Faculdade de Ciências Humanas da Fundação Mineira de Educação e Cultura, com sede em Belo Horizonte (MG) Relator: Milton Linhares Processo: 23000.011892/2002-40 Sapiens: 704136 Parecer: CES 140/2005 Interessado: Pitágoras - Sistema de Educação Superior Sociedade Ltda./Faculdade Pitágoras de Administração Superior - Belo Horizonte (MG) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Psicologia, com 160 (cento e sessenta) vagas totais anuais, sendo 80 (oitenta) por semestre, nos turnos diurno e noturno, em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos, aprovando, neste ato, seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo prazo de 5 (cinco) anos Relator: Milton Linhares Processo: 23001.000100/2004-63 Parecer: CES 141/2005 Interessado: Henderson Carvalho Torres - Vitória (ES) Decisão: Contrária ao reconhecimento do diploma de curso de pós-graduação stricto sensu, mestrado em Ciência da Educação, realizado pelo interessado, no Instituto Superior Pedagógico "Enrique José Varona", situado em Havana, Cuba, por meio de convênio com a empresa brasileira ACO - Especialização Profissional & Pesquisas Ltda. Relator: Paulo Monteiro Vieira Braga Barone Processo: 23000.012012/2002-52 Sapiens: 704321 Parecer: CES 142/2005 Interessada: Associação Educacional Boa Viagem/Faculdade Boa Viagem - Recife (PE) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, distribuídas em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos, nos turnos matutino e noturno, aprovando neste ato o seu (PDI) Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo prazo de 5 (cinco) anos Relatora: Anaci Bispo Paim Relator ad hoc: Paulo Monteiro Vieira Braga Barone Processo: 23000.011447/2002-80 Parecer:CES 143/2005 Interessada: Fundação Comunitária Educacional e Cultural de Patrocínio/Faculdades Integradas de Patrocínio - Patrocínio (MG) Decisão: Favorável ao credenciamento, pelo prazo de 3 (três) anos, do Centro Universitário do Cerrado- Patrocínio, por transformação das Faculdades Integradas de Patrocínio, aprovando neste ato seu Estatuto e
Página 7 de 12 o PDI que deverão ser adequados ao Decreto nº 4.914/2003 Relatora: Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva17 Processo: 23000.019297/2002-52 Sapiens: 20023002336 Parecer: CES 144/2005 Interessada: Sociedade Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo/Instituto de Ensino e Cultura do Paraná - IECP - Curitiba (PR) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, distribuídas em 2 (duas) turmas de até 50 (cinqüenta) alunos, no turno noturno Relatora: Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva Processo: 23025.004614/98-83 Parecer: CES 145/2005 Interessada: Fundação de Estudos Sociais do Paraná/Instituto de Ciências Sociais do Paraná - Curitiba (PR) Decisão: Desfavorável ao credenciamento do Instituto de Ciências Sociais do Paraná como Centro Universitário Relator: Arthur Roquete de Macedo Processo: 23000.000529/2002-07 Anexo: 23000.010882/2004-59 Parecer: CES 146/2005 Interessada: Sociedade Educacional Uberabense/Universidade de Uberaba - Uberaba (MG) Decisão: Favorável ao credenciamento, pelo período de 5 (cinco) anos, da Universidade de Uberaba para a oferta de cursos superiores a distância, a partir da oferta inicial do Curso Normal Superior - Educação Infantil e Magistério dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental - e do curso de Especialização em "Cafeicultura Irrigada", na modalidade a distância. Determina à SESu que faça a avaliação das atividades na sede e nos pólos de educação a distância localizados em outros municípios, no primeiro ano de funcionamento de suas atividades Relator: Arthur Roquete de Macedo Processo: 23000.003383/2001-62 Parecer: CES 147/2005 Interessada: Fundação Educacional Rosemar Pimentel/Faculdades Integradas Geraldo Di Biase - Volta Redonda (RJ) Decisão: Favorável ao credenciamento, por 3 (três) anos, do Centro Universitário Geraldo Di Biase, por transformação das Faculdades Integradas Geraldo Di Biase, com limite territorial de atuação circunscrito aos municípios de Volta Redonda - sede, Nova Iguaçu e Barra do Piraí, todos no Estado do Rio de Janeiro, aprovando neste ato, o seu Estatuto e o Plano de Desenvolvimento Institucional, que passam a ser parte integrante deste. Registre-se que a IES atendeu para o ano de 2004, à exigência do art. 2º, item I do Decreto nº 4.914/2003. Ressalva, entretanto, o cumprimento do dispositivo referente ao art. 2º, parágrafo 2º, do mesmo Decreto, no que se refere ao aumento de vagas dos cursos de Medicina, Odontologia, Psicologia e Direito, sobre o qual recomenda aos setores competentes do MEC as providências pertinentes para o efetivo cumprimento legal Relator: Edson de Oliveira Nunes Processo: 23000.011487/2003-11 Anexo: 23000.011486/2003-68 Sapiens: 20031007260 e 20031007259 Parecer: CES 148/2005 Interessado: Instituto Savonitti de Ensino Superior S/S Ltda./Faculdade Savonitti de Ensino Superior - Araraquara (SP) Decisão: Favorável ao credenciamento da Faculdade Savonitti de Ensino Superior e à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 240 (duzentas e quarenta) vagas totais anuais, sendo estas distribuídas em 120 (cento e vinte) vagas semestrais, com 60 (sessenta) vagas para cada turno - matutino e noturno Relator: Edson de Oliveira Nunes Processo: 23000.006948/2002-44 Sapiens: 142422 Parecer: CES 149/2005 Interessado: Instituto de Ensino Superior João Alfredo de Andrade Ltda./Instituto de Ensino Superior João Alfredo de Andrade - Juatuba (MG) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 160 (cento e sessenta) vagas totais anuais, sendo 80 (oitenta) vagas por semestre, no turno noturno, em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos Relatora: Marília Ancona-Lopez Processo: 23000.013797/2003-Anexos: 23000.014978/2003-13 e 23000.014977/2003-61 Sapiens: 20031008207, 20031008573 e 20031008572 Parecer: CES 150/2005
Página 8 de 12 Interessada: Distribuidora de Derivados de Petróleo Pinheiro Ltda./ Faculdade Roraimense de Ensino Superior - Boa Vista (RR) Decisão: Favorável ao credenciamento da Faculdade Roraimense de Ensino Superior para a oferta de cursos superiores a distância e à autorização para a oferta do Curso Normal Superior - Licenciatura para Educação Infantil e Licenciatura para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, na modalidade a distância, com 750 (setecentas e cinqüenta) vagas para cada Licenciatura, a serem ofertadas no Estado de Roraima. A SESu/MEC deverá acompanhar o desenvolvimento do primeiro ano de oferta do curso Relatora: Marília Ancona-Lopez Processo: 23000.008718/2003-09 Sapiens: 20031005374 Parecer: CES 151/2005 Interessada: Sociedade Educacional Noiva do Mar Ltda./Faculdade Atlântico Sul do Rio Grande - Rio Grande (RS) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Direito, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, distribuídas em turmas de até 50 (cinqüenta) alunos, nos turnos diurno e noturno Relator: Roberto Cláudio Frota Bezerra Processo: 23000.009333/2003-51 Sapiens: 20031005983 Parecer: CES 152/2005 Interessada: Sociedade de Educação e Cultura de São José do Rio Preto Ltda./Centro Universitário de Rio Preto - São José do Rio Preto (SP) Decisão: Favorável ao reconhecimento, pelo prazo de 3 (três) anos, do curso de Odontologia, bacharelado. Recomenda que no prazo de 2 (dois) anos a Instituição saneie as deficiências apontadas Relator: Roberto Cláudio Frota Bezerra Processo: 23001.000009/2005-29 Parecer: CES 153/2005 Interessada: Fundação Visconde de Cairu/Faculdade de Ciências Contábeis - Salvador (BA) Decisão: Ao responder consulta sobre autorização para registro de diplomas de curso de Mestrado em Contabilidade, ministrado pela Fundação Visconde de Cairu, por universidades, os Relatores entendem que os diplomas de cursos de pós-graduação stricto sensu, ministrados por Instituições de Educação Superior não-universitárias, avaliados positivamente pela CAPES e reconhecidos pelo MEC, após deliberação do CNE, devem ser registrados por Universidades públicas ou privadas, independentemente de manterem cursos equivalentes Relatores: Edson de Oliveira Nunes e Roberto Cláudio Frota Bezerra Processo: 23001.000136/2004-47 Parecer: CES 154/2005 Interessado: Sebastião Mendes de Sousa - Miracema do Tocantins (TO) Decisão: Ao apreciar pedido de autorização para enquadramento como professor em nível superior, o Relator manifesta-se no sentido de que, se o interessado pretende continuar a exercer função docente, deve providenciar a plenificação de sua licenciatura, preferencialmente em Matemática, uma vez que já possui especialização. Ressalta que o requerente deve realizá-la até o final de 2007 Relator: Roberto Cláudio Frota Bezerra Processo: 23000.013906/2003-41 Sapiens: 23000.013906/2003-41 Parecer: CES 155/2005 Interessado: Centro de Estudos Superiores Positivo Ltda./Centro Universitário Positivo - Curitiba (PR) Decisão: Favorável ao reconhecimento, pelo período de 5 (cinco) anos, do curso de Direito, bacharelado Relator: Paulo Monteiro Vieira Braga Barone Processo: 23000.000991/2003-87 Sapiens: 20031000503 Parecer: CES 156/2005 Interessada: Empresa Brasileira de Ensino, Pesquisa e Extensão S/A - EMBRAE/Faculdade Brasileira - Vitória (ES) Decisão: Favorável à autorização para o funcionamento do curso de Medicina, bacharelado, com 80 (oitenta) vagas totais anuais, no turno diurno Relatora: Anaci Bispo Paim Relator ad hoc: Paulo Monteiro Vieira Braga Barone Brasília, de de 2005. GILBERTO AQUINO BENETTI Secretário Executivo (DOU de 22/06/2005 - Seção I p.20)
Página 9 de 12 CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 2, DE 4 DE ABRIL DE 2005 (*) Modifica a redação do 3º do artigo 5º da Resolução CNE/CEB nº 1/2004, até nova manifestação sobre estágio supervisionado pelo Conselho Nacional de Educação. O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, e de conformidade com o disposto na alínea "c" do 1º, do artigo 9º da Lei nº 4.024/61, com a regulamentação dada pela Lei nº 9.131/95, e no artigo 82 em seu Parágrafo único, bem como nos artigos 90, 1º do artigo 8º e 1º do artigo 9º da Lei nº 9.394/96, e com fundamento na Indicação CNE/CP n 3/2004 e no Parecer CNE/CEB nº 34/2004, homologado por despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 10 de março de 2005, resolve: Art. 1º O 3º do artigo 5º da Resolução CNE/CEB n 1/2004, que estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos, passa a ter a seguinte redação: "Art. 5º... 3º As modalidades específicas de estágio profissional supervisionado somente serão admitidas quando vinculadas a um curso específico de Educação Profissional, na modalidade formação inicial e continuada de trabalhadores e na modalidade Educação Profissional Técnica de nível médio, nas formas integrada com o ensino médio ou nas formas concomitante ou subseqüente de articulação com essa etapa da Educação Básica, bem como o Ensino Médio com orientação e ênfase profissionalizantes." Art. 2º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CESAR CALLEGARI (*) Republicada por ter saído no DOU de 13/4/2005, Seção 1, pág. 7, com incorreção no original. (DOU de 22/06/2005 Seção I p.24) Entidades de Regulamentação Profissional CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 436, DE 14 DE JUNHO DE 2005 Dispõe sobre a regulação de cursos de pósgraduação lato sensu de caráter profissional. O Conselho Federal de Farmácia, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 6º, alíneas "g", "l" e "m" da Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960; Considerando a Lei nº 9.394 /96 que dispõe sobre as Diretrizes e bases da Educação Nacional; Considerando o Parecer nº 59/93 de 28/01/93, e o Parecer nº 908/98 de 02/12/98, aprovados pela Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação; Considerando a Resolução nº 01 de 03 de abril de 2001 da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação; Considerando a necessidade de credenciar os Cursos de Especialização Profissional pelo Conselho Federal de Farmácia, resolve: Artigo 1º - Aprovar as normas para credenciamento de Curso de Especialização profissional, pelo Conselho Federal de Farmácia. 1º - Para efeito desta Resolução considera-se: a) Credenciamento: reconhecimento, pelo prazo de 3 (três) anos, pelo Conselho Federal de Farmácia, sob os aspectos legais, estruturais e pedagógicos, dos Cursos de Especialização ministrados pelas instituições de ensino superior e demais entidades cujos projetos foram aprovados em Plenária do CFF. b) Recredenciamento: renovação do credenciamento a ser solicitado pela instituição de ensino superior ou entidade para continuar ministrando os cursos lato sensu a que foi autorizada. 1º - O credenciamento a que se refere à alínea "a" não se estende a outros cursos diversos do projeto e que não foram objeto de apreciação pelo CFF. 2º - O recredenciamento de que trata a alínea "b" será concedido por mais três anos, desde que a solicitação não ultrapasse o prazo de 6 (seis) meses após vencidos os 3 (três) anos anteriormente concedidos. 3º - Esgotado o prazo do credenciamento e não havendo interesse em renová-lo, caberá à entidade informar ao Conselho Federal de Farmácia tal decisão, devendo completar a programação das turmas em andamento, expedir os certificados aos concluintes e encaminhar sua relação ao Conselho Federal de Farmácia, de acordo com esta Resolução.
Página 10 de 12 Título I - Das Entidades Artigo 2º - Serão credenciados pelo Conselho Federal de Farmácia os Cursos de Especialização Profissional oferecidos pelas entidades abaixo relacionadas que estiverem de acordo com as normas estabelecidas nesta Resolução: I - Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo Ministério da Educação; II - Associações, sociedades farmacêuticas e institutos de natureza científica que congreguem farmacêuticos; III - Conselhos Federal e Regional de Farmácia e ou mediante convênio com entidades relacionadas nos incisos "I" ou "II" deste artigo; IV - Entidades nacionais ou estrangeiras de natureza científica que reúnam farmacêuticos. 1º - O Conselho Federal de Farmácia poderá credenciar Curso de Especialização Profissional de entidades que não congregam farmacêuticos, para as áreas não privativas do farmacêutico. 2º - Entidades não previstas neste artigo poderão ser aceitas a critério do plenário do Conselho Federal de Farmácia. Título II - Dos Cursos Artigo 3º - Nos projetos pedagógicos dos Cursos de Especialização Profissional elaborados pelas entidades mencionadas no artigo 2º desta Resolução, para credenciamento junto ao Conselho Federal de Farmácia, deverá constar: I - Identificação do Projeto: a) Nome da entidade que oferecerá o curso; b) Endereço; c) Denominação do curso. II - Nome do Coordenador do Curso: a) O coordenador do curso será responsável pelas atividades didáticas e administrativas, cumprindo e fazendo cumprir as normas vigentes; b) Para os Cursos de Especialização Profissional nas áreas privativas, o coordenador será obrigatoriamente farmacêutico, inscrito no Conselho Regional de Farmácia; c) O coordenador terá, no mínimo, o título de especialista, no campo de conhecimento do curso. III - Justificativa do Curso. IV - Objetivo do Curso. V - Caracterização do Curso: a) Período de realização (data, mês e ano do início e término); b) Período de inscrição (data, mês e ano); c) Período de seleção (data, mês e ano); d) Critério de seleção (prova, curriculum vitae e/ou entrevista); e) Carga horária total do curso: 1. O Curso de Especialização terá, no mínimo, 360 (trezentos e sessenta) horas, nestas não computados o tempo reservado à elaboração de monografia ou trabalho de conclusão de curso e para disciplinas didáticopedagógicas, se adotadas. 2. A carga horária de conteúdos práticos, quando existirem, deverá ser de no mínimo 30% (trinta por cento) sobre a carga horária do curso. f) Número de vagas: 1. Número de alunos matriculados por turma não superior a 30 (trinta), quando o curso for de caráter teórico e prático. 2. Número de alunos de cursos, exclusivamente de caráter teórico não superior a 50 (cinqüenta). g) Público alvo e requisitos para inscrição; h) Relação professor/aluno para aulas práticas se for o caso. As aulas práticas ministradas no curso terão no máximo a relação de um professor para cada 15 (quinze) alunos. VI - Estrutura e Funcionamento do Curso: a) Detalhamento da(s) metodologia(s) de ensino-aprendizagem; b) Critério de avaliação do desempenho do aluno no curso, incluindo trabalho de conclusão de curso; c) Sistema de avaliação e nota de aproveitamento; d) Os cursos poderão ser ministrados em uma ou mais etapas, com prazo mínimo de seis meses, não excedendo o prazo de dois anos consecutivos para o cumprimento da carga horária mínima, incluindo Trabalho de Conclusão de Curso; e) Cronograma e desenvolvimento do curso: 1. Módulo ou disciplina; 2. Carga horária de cada módulo ou disciplina; 3. Data de oferecimento de cada módulo ou disciplina; 4. Professor responsável de cada módulo ou disciplina;
Página 11 de 12 5. Carga horária teórica e carga horária da prática, se houver, de cada módulo ou disciplina. f) Relação dos módulos ou disciplinas com: 1. Ementa; 2. Programa; 3. Bibliografia atualizada (a bibliografia deve estar relacionada ao programa a ser desenvolvido pelo módulo ou disciplina, com no mínimo três referências básicas e duas complementares). VII - Dados relativos ao corpo docente e ao Coordenador: a) O número de docentes sem titulação de mestre ou doutor não poderá ultrapassar a 50 % (cinqüenta por cento) do corpo docente; b) O corpo decente farmacêutico deverá estar inscrito e quite com a tesouraria do Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição. c) Para curso de especialização profissional na área privativa, o número de docentes não farmacêuticos, não poderá ser superior a 20% (vinte por cento). d) Os Cursos de Especialização Profissional na área privativa, quando o número de docentes for superior a 20% (vinte por cento), serão resolvidos pelo Conselho Federal de Farmácia desde que aprovados com a presença mínima de metade mais um de seus membros. e) Constar do projeto o curriculum vitae resumido do Coordenador e de todos os professores do curso e comprovação da graduação e do maior título da pós-graduação. VIII - Os Conselhos Federal e Regional deverão apresentar documento comprobatório da aprovação da Comissão de Ensino, ou do convênio celebrado com as entidades relacionadas no inciso I ou II do artigo 2º e dispor de instalações e equipamentos adequados para oferecimento do Curso. IX - O Conselho Federal de Farmácia poderá exigir outras documentações, julgadas necessárias para esclarecimentos durante análise e julgamento do projeto do curso. X - O presidente do Conselho Federal de Farmácia, quando da solicitação do credenciamento designará um avaliador que fará visita no local, onde será oferecido o Curso de Especialização Profissional, observando o seguinte: a) O avaliador será professor universitário e/ou farmacêutico especialista na área de conhecimento do curso; b) O avaliador emitirá um relatório de acordo com os indicadores estabelecidos pela Comissão de ensino do Conselho Federal de Farmácia; c) Os conselheiros, os membros da comissão de ensino, e os empregados dos Conselhos Federal e Regional, e professores ou farmacêuticos envolvidos com a organização e docência do curso, não poderão ser designados como avaliador; d) O Presidente do CFF poderá designar avaliador para acompanhamento, esclarecimentos ou reavaliação do Curso credenciado ou recredenciado a qualquer tempo, se entender necessário. e) As despesas relativas ao deslocamento, hospedagem e alimentação do avaliador ficarão sob a responsabilidade da entidade que requerer o credenciamento; f) Recomenda-se como parâmetro para o pagamento dos honorários do avaliador, a hora trabalhada e a titulação de acordo com as normas estabelecidas pelas entidades promotoras. XI - O curso só será credenciado pelo Conselho Federal de farmácia após a visita do avaliador e análise da Comissão de Ensino do CFF. Artigo 4º - O pedido de recredenciamento do Curso de especialização Profissional deverá ser encaminhado anexando os seguintes documentos: a) Nome de todos os professores que compõem o corpo docente, com o curriculum vitae dos professores que tenham sido substituídos. b) Matriz curricular do curso com as cargas horárias das disciplinas ou módulas, ementas, programas e referências bibliográficas, sendo no mínimo três básicas e duas complementares; c) Devem ser destacados as disciplinas ou módulos que tenham sido incluídas ou alteradas. Artigo 5º - As entidades de que trata o artigo 2º Inciso II, além dos documentos já mencionados nesta resolução, deverão apresentar os abaixo relacionados: 1. Cópia do Estatuto ou Regimento registrado em cartório, em que conste entre suas finalidades a atividade requerida. 2. Cópia de convênio ou documento que comprove a existência de infra-estrutura e equipamentos necessários a oferta do curso, quando for o caso. Artigo 6º - É obrigatório a inclusão de módulo ou disciplina de Ética e Legislação relacionada aos cursos de especialização profissional, de no mínimo de 15 (quinze) horas. Parágrafo Único - Esta disciplina ou módulo deverá ser ministrada exclusivamente por farmacêutico. Artigo 7º - Serão optativas as disciplinas de formação didático- pedagógicas. Artigo 8º - Nos casos de qualquer modificação no Projeto Pedagógico e na coordenação dos cursos credenciados ou recredenciados, deverão ser encaminhadas ao Conselho Federal de Farmácia as
Página 12 de 12 justificativas para reavaliação pela Comissão de Ensino e, nesses casos, a critério do presidente do Conselho Federal de Farmácia, poderá ser designada nova visita do avaliador. Artigo 9º - Para credenciamento o Conselho Federal de Farmácia, terá o prazo de até 120 (cento e vinte) dias prorrogável por mais 30 (trinta) dias para sua análise e decisão dos projetos dos Cursos de Especialização Profissional. Artigo 10 - Após o término de cada turma, a entidade ministrante terá prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para encaminhar ao Conselho Federal de Farmácia a relação dos alunos aprovados, acompanhada do conceito ou nota final de aprovação. Título III - Tramitação do Projeto Pedagógico Artigo 11 - Todos os processos de credenciamento e recredenciamento terão o seguinte encaminhamento: a) Protocolo na Secretaria do Conselho Regional de Farmácia e encaminhamento ao Conselho Federal de Farmácia no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis; b) Autuação do Projeto no Conselho Federal de Farmácia; c) Análise técnica pela Comissão de Ensino; d) Designação do avaliador pelo Presidente do CFF; e) Parecer da Comissão de Ensino; f) Nomeação do relator e apreciação do seu parecer pelo plenário do Conselho Federal de Farmácia; Titulo IV - Dos Certificados e das disposições transitórias Artigo 12 - A entidade responsável pelo curso de especialização profissional expedirá certificado para os alunos que obtiverem aprovação em todos os módulos ou disciplinas de acordo com o seu sistema de avaliação. 1º - Os certificados de conclusão de curso de especialização profissional devem mencionar, além da área de especialização do curso, o seguinte: - relação das disciplinas, cargas horárias e notas obtidas; - período, local e duração total em horas de estudos; - título da monografia ou do trabalho de conclusão, com a respectiva nota ou conceito. 2º - Os certificados de conclusão de curso de especialização profissional devem ter registro próprio na instituição que os tenha expedido. Artigo 13 - Os cursos de especialização das instituições de ensino superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação, serão credenciados mediante a apresentação de cópia do projeto que tramitou nas instituições de ensino superior com a devida aprovação do ou dos órgãos colegiados da Instituição. 1º - As instituições de ensino superior de que trata este artigo, poderão encaminhar os projetos pedagógicos de seus cursos de especialização, mesmo que já tenham concluído ou estejam em andamento. 2º - A aprovação dos cursos de especialização pelo CFF estará condicionada ao cumprimento das normas estabelecidas nesta resolução e na legislação que trata sobre o assunto. Artigo 14 - O não cumprimento ao disposto nesta resolução implica na nulidade do credenciamento. Artigo 15 - Os casos omissos ou que confrontem com os dispositivos desta Resolução serão decididos pelo Plenário do Conselho Federal de Farmácia. Artigo 16 - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se a Resolução 421/04 do Conselho Federal de Farmácia e demais disposições em contrário, ressalvados os direitos dos cursos de especialização já credenciados, garantindo a validade de 3 (três) anos a contar da data de seu credenciamento. JALDO DE SOUZA SANTOS Presidente do Conselho (DOU de 21/06/2005 Seção I p.78) O BDE on-line é um suplemento da Enciclopédia de Legislação e Jurisprudência da Educação Brasileira em CD ROM, produzido pela EDITAU - Edições Técnicas de Administração Universitária. Informações e assinaturas pelo telefone: (0xx31) 3491-3739 ou pelo e-mail: editau@editau.com.br.