RESOLVE AD REFERENDUM DO CONSELHO:



Documentos relacionados
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DAS FACULDADES OSWALDO CRUZ

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

MANUAL DE NORMAS Ato: Resolução Nº 012/2011- CONSUP

REGIMENTO INTERNO CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO CONSEPE 78/2006 INSTITUI O NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NEAD, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO, E APROVA SEU REGULAMENTO.

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO

REGIMENTO DO MEMORIAL DA REPÚBLICA PRESIDENTE ITAMAR FRANCO

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO

REGIMENTO DO CENTRO DE EXTENSÃO DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

LEI Nº DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

FÓRUM AMAZONENSE DE REFORMA

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

LEI Nº 6.293, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2004.

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS

Institui o Conselho de Gestão Compartilhada/Participativa do Programa Pontos de Memória

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008.

Regulamento de Estágio Supervisionado Licenciatura em Música

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1º Este regulamento normatiza a estruturação, funcionamento, atribuições e

RESOLUÇÃO Nº 29/08-CEPE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

ANEXO II DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO DO ESTÁGIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

RESOLUÇÃO CD 28/2009. O CONSELHO DEPARTAMENTAL DA FACULDADE TRÊS DE MAIO - SETREM, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando:

REGULAMENTO DE PESQUISA

O presente Regimento Interno trata da caracterização, estrutura organizacional,

Estado da Paraíba PREFEITURA MUNICIPAL DE TAVARES GABINETE DO PREFEITO

Regulamento da Jornada Científica

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 006 CONSUPER/2014

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

RESOLUÇÃO Nº CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009.

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

O PREFEITO CONSTITUCIONAL DO MUNICÍPIO DE TAVARES, ESTADO DA PARAÍBA, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município;

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas

RESOLUÇÃO Nº 119/2010/CONEPE

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS AMBIENTAIS E DIREITO SANITÁRIO - NEPADIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO

CENTRO DE PLANEJAMENTO PESQUISA E EXTENSÃO REGULAMENTO

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

REGIMENTO INTERNO MUSEU DA MEMÓRIA E PATRIMÔNIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS CAPÍTULO I CATEGORIA, SEDE E FINALIDADE

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DA BAHIA FATEC/BA DIREÇÃO ACADÊMICA REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PALMAS - TO.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS.

a) Estar regularmente matriculados no curso;

RESOLUÇÃO Nº 211/2005-CEPE/UNICENTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM JOSÉ FELIZARDO

REGIMENTO INTERNO DA FAZENDA EXPERIMENTAL DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS/UFGD TÍTULO I DA NATUREZA, DA CONSTITUIÇÃO, DAS FINALIDADES E OBJETIVOS

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO

Universidade Federal de São Paulo PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE NUTRIÇÃO/UFPI - CSHNB CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

Estabelece a estrutura organizacional dos Campus Experimentais da Unesp

*LEI COMPLEMENTAR Nº 283, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004.

ANEXO C REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO. Da caracterização

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 001/2015

NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. CAPÍTULO I Das considerações gerais

III Feira Multidisciplinar e I Mostra Científica da UnC REGULAMENTO

Prefeitura Municipal da Estância Climática de Santo Antonio do Pinhal Estado de São Paulo

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem

PROJETO DE LEI N o, DE 2012

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

Transcrição:

RESOLUÇÃO N o 02/2008, DO CONSELHO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS Aprova o Regimento do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares, da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal, e dá outras providências. O PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, no uso da competência que lhe é conferida pelos arts. 20, 21 e 78 do Estatuto, tendo em vista a impossibilidade de realização de reunião extraordinária, e, CONSIDERANDO que a Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX) da (UFU), estendeu a partir do ano de 2007 suas ações e programas à Faculdade de Ciências Integradas do Pontal (FACIP), no Campus do Pontal em Ituiutaba-MG, possibilitando a efetivação de um espaço de reflexões teóricas e de elaboração de práticas pedagógicas, com a participação dos movimentos sociais que lidam com a educação em geral e, especificamente, com a educação popular; e, ainda, ações nas áreas de Saúde e Cultura Populares, as quais, por sua vez, constituem temas de notável relevância dentro da realidade social de nossa região e do País propiciando a consolidação de parcerias com a Prefeitura Municipal de Ituiutaba, os Movimentos Sociais e as Organizações Não governamentais, cujos princípios norteadores seguem a proposta do Programa desenvolvido em Uberlândia no que se refere à Formação Continuada em Educação Popular, contudo atendendo as especificidades locais e valorizando as especificidades locais e regionais, RESOLVE AD REFERENDUM DO CONSELHO: Art. 1 o Aprovar o Regimento do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal, cujo inteiro teor se publica a seguir: REGIMENTO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO, SAÚDE E CULTURA POPULARES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FACIP CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, DOS OBJETIVOS E DAS DIRETRIZES Art. 1 o O Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares é constituído por um conjunto de projetos educacionais, culturais e sociais fundamentados nos princípios da transdisciplinaridade, da participação democrática, do respeito à pluralidade cultural e étnica e da igualdade de oportunidades, no sentido da inclusão social, gerido pelo Fórum de Educação Saúde e Cultura Populares e Coordenação Colegiada. Art. 2 o O Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares tem como finalidade contribuir nas áreas da educação, saúde e cultura populares, propiciando espaços para a problematização, a construção de novos saberes, o aperfeiçoamento profissional, a ampliação das análises das práticas e das investigações culturais, político-pedagógicas e sociais dos envolvidos. 1 de 6

Art. 3 o São diretrizes do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares: I a ampliação e a democratização do ensino, de forma a possibilitar às camadas economicamente desfavorecidas o acesso a bens sociais e culturais socialmente produzidos, privilegiando as práticas e saberes locais como suporte dialógico desse processo de democratização; II o exercício da participação, do diálogo, da reflexão crítica e irrestrita, da pluralidade e da diversidade cultural enquanto procedimentos essenciais para a construção de projetos e políticas públicas emancipatórias e inclusivas; III a construção coletiva de conhecimentos orientados para o desenvolvimento de teorias e metodologias condizentes com a práxis, com ênfase na ampliação da expressão do sujeito e das diferentes leituras de mundo; e IV o diálogo e a valorização dos conhecimentos acadêmicos e populares. CAPÍTULO II DA COORDENAÇÃO Art. 4 o O Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares será coordenado por: I Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares; e II Coordenação Colegiada em forma de comissão que elegerá entre seus pares um coordenador geral para orientar, supervisionar, dinamizar as atividades e ações desenvolvidas. Art. 5 o O Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares, enquanto instância consultiva e deliberativa é constituída por representantes de movimentos sociais, de organizações não governamentais, de instituições ligadas à educação, à saúde e à cultura populares e da (UFU) / Faculdade de Ciências Integradas do Pontal (FACIP), órgão máximo de discussão e deliberação sobre as atividades do referido Programa. Art. 6 o O Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares deverá organizar a agenda comum de eventos do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares, cujas atividades têm como foco a reflexão sobre temas que perpassam as discussões do conjunto de projetos do referido Programa. Art. 7 o O Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares deverá discutir e aprovar os projetos que irão compor o Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares e a agenda específica de cada projeto. Parágrafo único. Os projetos que irão compor o Programa serão analisados à luz dos seguintes critérios: I consonância com os objetivos e as diretrizes do Programa de Formação Continuada em Educação, Saúde e Cultura Populares; II a equipe do projeto deverá indicar, no mínimo, um(a) representante para compor o Fórum do Programa de Formação Continuada em Educação, Saúde e Cultura Populares; 2 de 6

III o(a) representante do projeto deverá participar das reuniões mensais do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares, sendo a exigência mínima de 75% de presença; IV a coordenação do projeto será responsável pela aplicação dos recursos destinados ao mesmo, observando o cumprimento das leis de aplicação de recurso público; V a coordenação do projeto deverá planejar a solicitação de recurso e cumprir prazo estabelecido em dez dias para liberação do recurso; VI após o término das atividades, a coordenação do projeto deverá apresentar relatório final, conforme modelo disponibilizado em www.proex.ufu.br; VII o projeto deverá ser registrado no SIEX Sistema Integrado de Extensão; e VIII caberá à Comissão Colegiada do Fórum o acompanhamento, assim como o encaminhamento dos casos de não cumprimento das exigências mínimas previstas nesta Resolução à Comissão e caso necessário à Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX). Art. 8 o As ações e os relatórios do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares serão apresentados, discutidos e aprovados no Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares. Art. 9 o O Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares da Faculdade de Ciências Integradas do Campus do Pontal deverá ser parceiro na organização, de dois em dois anos, do Encontro Nacional de Educação, Saúde e Cultura Populares (ENESCPOP). Art. 10. O Fórum deverá colaborar com a publicação, a divulgação e a distribuição da Revista de Educação Popular. Art. 11. A Coordenação Colegiada do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares será composta por: I no mínimo cinco representantes docentes do Campus do Pontal, sendo estes membros da Comissão de Extensão do Campus do Pontal; II no mínimo um representante técnico do Setor de Extensão e Cultura do Campus do Pontal; III no mínimo um representante discente, sendo este(s) estagiário(s) do Setor de Extensão e Cultura do Campus do Pontal; IV um representante dos movimentos sociais participantes do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; e V no mínimo um suplente para os representantes docentes, um suplente para o(s) representante técnico(s), um suplente para o(s) representante(s) discente(s) e um suplente para o representante dos movimentos sociais. Parágrafo único. Todas as funções da Coordenação Colegiada devem ser exercidas em consonância com as Resoluções que estabelecem orientações e diretrizes contidas na legislação vigente da UFU e a partir das deliberações do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares. 3 de 6

Art. 12. Compete à Coordenação Colegiada: I acompanhar e participar da elaboração do plano de ação do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares, propondo alterações, quando necessárias; II propor diretrizes para a formação e a capacitação em educação, saúde e cultura populares, por meio dos processos de formação continuada; III estimular e acompanhar as atividades do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares, por meio da emissão de relatórios e participação em reuniões de avaliação; IV elaborar formulários de avaliação, bem como avaliar os projetos, visando apontar indicadores para o aprimoramento das ações implantadas e implementadas no Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; V promover, por meio de encontros, seminários e/ou grupo de discussão, a formação dos(as) participantes do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares, visando a troca de experiências nessas áreas, o registro das ações no site do Programa, propor e selecionar artigos, relatos de experiência para publicação na Revista de Educação Popular e em outros meios de divulgação; VI participar das reuniões quinzenais da Coordenação Colegiada; VII observar as Resoluções da UFU que estabelecem orientações e diretrizes a projetos educacionais, no âmbito da extensão universitária; VIII acompanhar a freqüência dos membros do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares às reuniões do referido Fórum; IX deliberar, no âmbito de sua competência, os casos omissos neste Regimento Interno; X decidir sobre a permanência, ou não, de projetos no Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares que não atingirem a exigência de freqüência mínima estabelecida em 75%; XI convocar os suplentes quando os membros titulares não cumprirem as normas estabelecidas neste regimento ou quando declararem formalmente desistência do cargo; e XII escolher por meio de critérios a serem estabelecidos pela Coordenação Colegiada, o Coordenador-geral do Fórum por período igual ou superior a 12 meses; sendo ele o representante legal junto ao Conselho de Extensão, Cultura e Extensão, junto ao Conselho da Unidade e responsável direto pelo Setor de Extensão do Campus do Pontal. Art. 13. A Coordenação Colegiada do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares será constituída com a finalidade de promover a participação de representantes das comunidades acadêmica e externa, visando consolidar a institucionalização e o fortalecimento da extensão na UFU/FACIP vinculada à inclusão social, educacional, cultural e à formação permanente e popular. Parágrafo único. Essa instância colegiada e independente, vinculada à FACIP, Setor de Extensão e Culturas do Campus do Pontal, Diretoria de Extensão (DIREC) / Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX), tem função deliberativa, normativa, consultiva e educativa, nos limites de suas atribuições. 4 de 6

Art. 14. São atribuições do Setor de Extensão e Cultura do Campus do Pontal: I observar o cumprimento do Regimento Interno e das Resoluções vigentes; II acompanhar, receber e arquivar os relatórios do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; III sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento das ações do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; IV manter a PROEX e a DIREC informadas das ações relativas ao Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; V executar ou repassar ao órgão competente as atividades de recebimento, triagem, controle e cadastramento da tramitação e da expedição dos documentos, relativas às ações do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; VI organizar, sistematizar, controlar e arquivar os documentos do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares; e VII elaborar e expedir memorandos, ofícios e outros documentos oficiais quando necessários. CAPÍTULO III DA METODOLOGIA Art. 15. O Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares adota uma metodologia fundamentada no diálogo entre os saberes acadêmicos e populares, na democratização e valorização de diferentes práticas, na produção de conhecimentos necessários para uma vida sem opressão de classe, gênero, raça/etnia, dentre outras. Art. 16. O Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares desenvolve, em parceria com os movimentos sociais, as seguintes ações: I FORMAÇÃO INTERNA: o processo de formação interna dos(as) membros do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares visa a capacitação social dos que compõem o referido Fórum, para elaborar, desenvolver e avaliar atividades com foco na inclusão social; criar um espaço de discussão; e fortalecer o coletivo de educadores(as) populares; e II FORMAÇÃO EXTERNA: o processo de formação externa dar-se-á por meio das atividades da agenda comum do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares e da agenda específica dos projetos que compõem o referido Programa, sendo aberto à participação da comunidade em geral. O Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares estabelecerá os eixos temáticos que irão orientar as ações do Programa em cada ano. Art. 17. As diretrizes para a organização da agenda comum do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares são: I a escolha de eixos comuns para orientar a formação dos(as) coordenadores(as) populares, com vistas a favorecer a interlocução com os diferentes projetos; 5 de 6

II o atendimento das demandas de formação com foco na interdisciplinaridade e no diálogo com conteúdos necessários para a compreensão e a intervenção nas diferentes realidades de grupos historicamente excluídos; III a potencialização dos processos de formação, ampliando o público almejado; IV a construção de uma parcela da agenda do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares por meio da escolha de eventos comuns e a não fragmentação e o não isolamento das discussões sobre educação, saúde e culturas populares; Art. 18. As atividades dos projetos que compõem o Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares serão selecionadas, planejadas, avaliadas e desenvolvidas pela equipe de cada projeto, formada por representantes do Fórum e da população participante do mesmo. Art. 19. Cada eixo deverá ser coordenado por um docente ou um técnico vinculado a UFU/FACIP que, juntamente com o Coordenador-geral do Fórum e com o Coordenador da Extensão local (quando houver), formarão uma Câmara de Ética, responsável por analisar, avaliar os casos omissos e outros assuntos inerentes as atividades do Fórum de Educação, Saúde e Cultura Populares.. Art. 2 o Esta Resolução entra em vigor nesta data. Uberlândia, 27 de novembro de 2008. ELMIRO SANTOS RESENDE Presidente em exercício (Não ratificada pelo Conselho de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis, na 1 a reunião/2009 realizada no dia 25/3/2009) 6 de 6